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FenaSaúde participa de congresso internacional sobre Saúde Suplementar

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Ao participar do XIII Congresso Brasileiro de Direito de Seguro e Previdência, na última sexta-feira (22/03), em Campo Grande (MS), José Cechin, diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), destacou os impactos da escalada dos custos e a influência do envelhecimento da população como dois dos grandes desafios enfrentados pela Saúde Suplementar. O evento foi uma realização da Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA), seção Brasil.

Ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, Cechin participou do painel “Saúde Suplementar – desafios para o aprimoramento”. O painel foi organizado com cinco questões: desafios da saúde pública e suplementar na atual conjuntura econômica e social do país; possibilidade de aproximação da saúde pública e suplementar para atuação conjunta em aspectos como a assistência primária à saúde; o sistema de compartilhamento de riscos para medicamentos de alto custo e a possibilidade de utilização em dispositivos médicos implantáveis; e o pagamento dos serviços de saúde pelo sistema fee for service e a eventual substituição por outros modelos. Entre esses pontos, Cechin destacou a proposta de aumentar a integração e cooperação entre os sistemas de saúde público e privado.

A ideia passa pela utilização ou instalação de capacidade (infraestrutura médica) conjunta entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e Saúde Suplementar, principalmente em regiões onde a população é desassistida de ambos os sistemas. De acordo com Cechin, esse compartilhamento permitiria uso mais adequado das instalações existentes, instalar conjuntamente infraestrutura nos vazios assistenciais, levar mais recursos para a modernização das instalações e equipamentos, e melhor remuneração aos profissionais de saúde. “ Não é uma proposta acabada, mas uma ideia para amplo debate”, assinalou o executivo.

Revisão – Após contextualizar a relevância do SUS para o atendimento à sociedade, Mandetta afirmou que a regulação do setor de Saúde Suplementar precisa ser revista. O ministro da Saúde destacou a necessidade de repensar a Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9656/98); e a revisão e consolidação das normas criadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com intuito de ter uma regulação menos intervencionista. Mandetta destacou, ainda, a necessidade de criação de espaço específico para maior diálogo entre o Ministério da Saúde e o setor de Saúde Suplementar.

Desafios 2019 – Durante sua apresentação, José Cechin apresentou o conjunto de propostas contidas no documento “Desafios da Saúde Suplementar 2019”, elaborado pela FenaSaúde e entregue à equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro. Entre os pontos defendidos pela Federação e suas associadas como forma de enfrentar a escalada de custos e melhorar a qualidade assistencial do serviço, estão a Atenção Primária à Saúde (APS) e rede hierarquizada; mudança do modelo de remuneração dos profissionais de saúde; e combate às fraudes com tipificação de crimes.

“Essas e outras propostas das associadas à FenaSaúde visam dinamizar o mercado de Saúde Suplementar. Para tanto, precisamos aprofundar esses debates sobre os entraves do setor, para podermos ampliar o acesso da população aos serviços médicos de qualidade”, explica Cechin.

Em resposta às perguntas feitas pela plateia, José Cechin ressaltou o trabalho que o setor tem feito para dialogar com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e contribuir para o aprimoramento das relações com os usuários. Cechin destacou, ainda, os pontos mais sensíveis do setor como a questão dos reajustes das mensalidades dos planos de saúde, a inserção de novas tecnologias no Rol de Procedimentos da ANS e o impacto de seus custos, e a necessidade de proteger o fundo mutual, no qual são oriundos os recursos para custeio dos procedimentos.

Por fim, Cechin ressaltou também a necessidade de vigilância constante para que não ocorram novas organizações ilícitas na área de dispositivos médico implantáveis, como já ocorreu no passado e que trazem grandes prejuízos para toda a sociedade.

Instituto Ética Saúde e Fehosp promovem cursos à distância de Compliance

Instituto Ética Saúde e Fehosp promovem cursos à distância de Compliance

Profissionais que atuam no ciclo de fornecimento e consumo de dispositivos médicos – equipes de logística, de venda, de compra, de manuseio e do serviço de saúde – e funcionários de hospitais da rede filantrópica de todo o país podem aprender sobre Compliance em cursos à distância gratuitos, promovidos pelo Instituto Ética Saúde e pela Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp). O primeiro módulo será sobre a ‘História da Corrupção e Exercício da Cidadania’, no dia 28 de março.

“Esta proposta de conteúdo de Compliance é pioneira no campo das atividades médico-hospitalares, tanto pelo aspecto tecnológico de Ensino à Distância - EAD – quanto pelo alcance nacional, com possibilidade de interação imediata com especialistas de renome nacional e amplo conhecimento”, afirma o presidente do Conselho de Administração do Instituto Ética Saúde, Gláucio Pegurin Libório.

O Programa de Compliance é uma iniciativa no âmbito do Projeto Telemedicina/Educasus, em parceria com o Ministério da Saúde e a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, que a CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos) dispõe e disponibiliza para suas federações estaduais. Através de videoconferência, os profissionais que atuam na área da saúde têm acesso a uma ampla programação de educação continuada voltada às Santas Casas e Hospitais Beneficentes, com transmissão de 2ª a 5ª feira, no horário das 10h30 às 12h00. As transmissões são efetuadas para 209 pontos de recepção locados em hospitais da Rede Filantrópica que abrange todo o Brasil.

Para o diretor presidente da CMB e Fehosp, Edson Rogatti, o tema é urgente. “Considero de extrema importância levarmos essa discussão para todos os setores do hospital. É uma forma de engajarmos todos e de estimular processos de maior transparência. Os filantrópicos operam com receitas públicas através do convênio com o Sistema Único de Saúde, o que nos exige ainda mais responsabilidade e transparência. O tema deve ser rotina em nossas instituições”, enfatiza Rogatti.

O diretor médico do IES, Sérgio Madeira, que coordena o projeto, explica que todos os colaboradores de todos os associados do Instituto Ética Saúde poderão participar dos cursos. Ao longo do ano, serão nove módulos sobre os principais riscos na cadeia de fornecimento e consumo do setor saúde. As apresentações serão em salas de reunião equipadas com modernos recursos de transmissão de som e imagem, via web e canal especialmente dedicado, permitindo participação ao vivo por voz e texto, com total interação com profissionais do mais alto nível, nacionais e internacionais.

“É uma oportunidade para o pessoal da expedição, vendas, distribuição, compradores, enfermagem, administradores hospitalares e outros ouvirem e discutirem os principais temas de compliance, para a construção de um ambiente sustentável para a saúde pública brasileira”, conclui Madeira.

Primeiro Módulo: História da Corrupção e Exercício da Cidadania

Data: 28 de março/2019 (quinta-feira)

Horário: das 10h30 às 12h00

Conteúdo: conceitos gerais da corrupção; público X privado; transparência; (des)honestidade: práticas do dia a dia, “eu e os outros”; sustentabilidade: individual e o coletivo: quanto vale um nome, uma marca, como a corrupção e falta de ética.

Palestrante: Gisele Figueiredo, Diretora de Compliance LATAM da Stryker Corp

Próximos módulos:

  • Princípios gerais de um sistema de integridade
  • Compliance e a legislação anticorrupção
  • Fornecedores, compradores e Compliance
  • Contabilidade e Compliance
  • Relacionamento com profissionais de saúde e Compliance
  • RH e Compliance
  • Vendas e Compliance
  • Hospitais e Compliance

Mais informações em www.eticasaude.org.br

Brasil é anfitrião do maior Congresso de Saúde Digital da América Latina

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De 3 a 6 de abril de 2019, o Transamerica Expo Center, localizado em São Paulo, servirá de palco para o Global Summit Telemedicine & Digital Health, evento internacional, inédito no país, idealizado pela Associação Paulista de Medicina (APM). Com o objetivo de reunir, durante três dias, as principais referências mundiais nesta área do conhecimento, a programação prevê mais de 70 horas de conferências e fóruns com foco em conteúdo, negócios e inovações.

Para Jefferson Gomes Fernandes, presidente Científico e do Conselho de Curadores do Global Summit, é fundamental que haja maior acesso e resolubilidade dentro dos sistemas de saúde tanto no Brasil como no mundo. “Existe um caminho que pode contribuir de forma preponderante para isso, que são as ações e contribuições das ferramentas de Telemedicina, Telessaúde e Saúde Digital”, afirma o presidente.

O evento abordará pautas como inteligência artificial, machine learning, aparelhos vestíveis, consultas e diagnósticos remotos, a legislação no Brasil e seus entraves, as experiências de sucesso em outros países, entre outras.

O presidente da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde, Humberto Oliveira Serra, pondera que a telemedicina precisa ser melhor regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina já que, atualmente, por exemplo, não é permitido que o paciente se consulte com um médico a distância.

“A Psicologia já superou isso, com a regulamentação da teleconsulta. Então, são questões que precisam ser enfrentadas nas discussões”, pontua Serra. “Aliás, o telediagnóstico avançou demais em anos recentes. Um exemplo disso é o projeto QualiSUS-Rede, vinculado entre o Ministério da Saúde, estados e munícipios, que objetiva sistematizar de forma integrada os serviços de Saúde, levando assistência aos trabalhadores do setor público em todo o País”, acrescenta.

Com a presença de key speakers nacionais e internacionais, o Global Summit é oportunidade imperdível para a discussão acerca dos avanços técnico-científicos em telessaúde e telemedicina no Brasil e no mundo.

Entre as presenças confirmadas, estrelas como o doutor alemão Andreas Keck, que é fundador do Strategy Institute for eHealth, dr. Daniel Kraft (EUA), presidente de Medicina da SIngularity University e fundador e presidente do Exponential Medicine, dr. Frank Lievens (Bélgica), secretário executivo da International Society for Telemedicine & eHealth, dr. Robert Wah (EUA), diretor médico global da DXC Technology e ex-presidente da Associação Médica Americana.

Também confirmado no evento, o dr. Pini Ben-Elazar, especialista israelense, diretor executivo da Mor Research Applications, evidencia os benefícios da telemedicina. Ele afirma que a tecnologia em saúde já tem salvado incontáveis pacientes e proporcionado mais qualidade de vida por todo o planeta.

“Em linhas gerais, destaco os cuidados à distância, por um custo baixo. Assim, o paciente necessita menos ver o seu médico e ser diagnosticado em casos de atenção primária”, diz Elazar.

O presidente da Associação Paulista de Medicina, José Luiz Gomes do Amaral, ressalta a importância do Global Summit em ampliar o debate sobre como os avanços técnico-científicos na área médica conduzirão a humanidade em direção a um futuro melhor.

“A Medicina se apoia em três pilares. O primeiro é a vontade de aliviar o sofrimento do próximo; isso se fez há 2300 anos e será igual daqui a 200 anos. Segundo, caracteriza-se pelo comportamento ético, um juramento médico perante a sociedade. Por fim, trata-se da ciência, a qual imensas modificações, que não podemos prever, se fazem constantes em uma espiral que se move em velocidade exponencial”, assevera.

“É um encontro da maior relevância para a assistência em saúde aos brasileiros. As novas tecnologias chegaram para democratizar o atendimento, levando a todos as melhores possibilidades clínicas e terapêuticas sem barreiras físicas. O Brasil tem obrigação de se aprofundar nesse tema, derrubar barreiras normativas e garantir que a medicina de nível chegue a todos por meio das soluções remotas”, complementa Antonio Carlos Endrigo, presidente da Comissão de Organização.

Hospital Santa Helena implanta protocolo de sepse

PROTOCOLO SEPSE_MARCO CASTILHO E LUCIANO AZEVEDO

A medida tem como objetivo identificar a síndrome mais rapidamente, possibilitando o tratamento precoce e a cura dos pacientes

Às vésperas de completar 62 anos de fundação, data comemorada em 10 de abril, o Hospital Santa Helena (HSH), de Goiânia (GO), segue atento às inovações na área médica e às exigências do mercado, sempre visando a oferecer a melhor assistência à população. Com esse objetivo, o hospital está implantando mais uma medida voltada para a melhoria da qualidade e da segurança no atendimento aos pacientes. Trata-se do protocolo de sepse, que busca identificar de forma mais rápida esse grave problema que é principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) em todo o Brasil.

A nova conduta foi apresentada aos médicos e demais profissionais de saúde do Santa Helena durante a palestra do médico intensivista Luciano Azevedo, presidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS). O evento, promovido pelo HSH, foi realizado na noite de 21 de março, em Goiânia. Durante sua apresentação, Luciano Azevedo mostrou a mais recente definição de sepse, determinada em 2016, que conceitua a síndrome como uma disfunção orgânica a partir de uma resposta desregulada do organismo às infecções.

“Antigamente, a sepse era comumente chamada de 'infecção generalizada', mas sabemos que tudo acontece quando o paciente tem uma resposta inadequada para combater um foco de infeccioso, que causa danos em outros órgãos e funções do corpo”, explicou o também pesquisador do Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa.

Uma pneumonia ou infecção urinária, por exemplo, já pode desencadear o quadro, segundo Luciano Azevedo. Ele apresentou dados do ILAS que mostram que a chance de morte de pacientes com a síndrome é de 55% no Brasil, enquanto em outros países essa taxa é de 30% a 40%. O País também possui cerca de 30% de seus leitos de UTIs ocupados com pessoas com sepse.

Há duas formas, porém, de melhorar esse quadro: com a prevenção de infecções adquiridas na comunidade (em ambientes não hospitalares) e na assistência médica com a atenção aos sinais indicadores de sepse, como as frequências respiratórias e cardíacas, pressão sanguínea e nível de consciência, informou o especialista. “Medidas de saneamento, lavagem de mãos e vacinação são muito importantes para as pessoas não contraírem doenças que podem desencadear uma sepse. Já no hospital, também é necessária a higienização recorrente aprendida por todos os profissionais de saúde”, afirmou.

Principal desafio

O melhor tratamento da sepse é o diagnóstico e administração de antibióticos com rapidez. “O protocolo vem para lembrar aos profissionais de saúde que há a possibilidade de sepse e, assim, agilizar o tratamento e diminuir o risco de morte”, disse Luciano Azevedo. Ele lembrou também que o protocolo não deve ser implantado apenas na UTI, mas, sim, em todo o hospital.

Para isso, o Hospital Santa Helena treina toda a equipe, de acordo com o coordenador da UTI da instituição, médico Marco Antônio Castilho. Ele concorda que o principal desafio para os profissionais de saúde é identificar e tratar a sepse de forma ágil.

“As pessoas já podem chegar ao hospital com sepse, e, com toda a equipe treinada, podemos identificar rapidamente a situação e também ter medidas de controle de infecção dentro da instituição, como cumprir com todas as etapas de lavagem de mãos, meios de evitar infecções relacionadas aos ventiladores e cateteres, entre outras formas”, relatou.

O farmacêutico Paulo Henrique Pereira, por exemplo, já realiza ações de prevenção da sepse no seu dia a dia. “É definido que o paciente deve tomar antibiótico na primeira hora de internação, mas agora vamos mais a fundo no estudo do controle de infecções”, contou.

O novo protocolo, segundo a enfermeira do controle de infecção Camila Lira, vai reforçar o controle da sepse. “Eu visito diariamente a UTI em busca de sintomas que indiquem sepse e o protocolo vai implementar uma rotina mais organizada e reduzir o uso indiscriminado de antibióticos”, completou.

Ter em mente que sempre há a possibilidade de o paciente ter ou desenvolver a sepse é essencial, alertou Luciano Azevedo. Portanto, para o especialista, eventos como o realizado pelo Hospital Santa Helena e ações do Dia Mundial da Sepse (13 de setembro) são de grande importância para relembrar aos profissionais de saúde a gravidade da síndrome.

Outros protocolos

Além do protocolo de sepse, o Hospital Santa Helena já implantou outras medidas para melhorar o atendimento: as de prevenção de infecções relacionadas à ventilação mecânica, ao cateter venoso central e à sonda vesical, segundo o médico Ângelo Antônio de Carvalho, também coordenador da UTI da instituição. O médico Leonardo Alves, coordenador de pronto-socorro, acrescenta que o protocolo de sepse soma-se também a outros já implantados, como o de AVC e o de dor torácica. “Trabalhamos atualmente com esses dois (protocolos) e cumprimos com as metas que definimos. O de sepse chega para agregar esse ciclo e melhorar as práticas que temos, além de que conseguiremos mensurar os atendimentos dessa síndrome e os resultados deles”, complementou.

Humanizar processos na saúde otimiza resultados e relação com cliente

Leandro Almeida

Penso e acredito ferreamente que é quase impossível falar em humanização do processo na saúde sem abordar e aproximar a relação entre o médico e paciente. Ela precisa, acima de tudo, ser equacionada e valorizada, respeitando-se as condições emocionais e psíquicas do indivíduo, bem como o perfil de atuação do profissional.

No modelo de gestão DynamicCare Benefícios, os processos abrangem a saúde mental e emocional, uma vez que utilizamos diversos métodos, indicadores de aproximação e entendimento junto aos pacientes e profissionais. Entre eles posso citar nossas visitas periódicas de médicos e enfermeiros aos hospitais, afim de verificar se o indivíduo está recebendo todo atendimento de que precisa para seu restabelecimento, se o local é adequado, se é a melhor opção para o procedimento...

Com certeza, a tecnologia é um fator fundamental no processo e na cadeia como um todo. Ninguém duvida disso. Os prontuários eletrônicos, por exemplo, são uma ótima ferramenta, pois se conectam com o histórico de saúde do indivíduo, que se dá por meio de questionários de perfis epidemiológicos e controle de todos os processos de saúde do indivíduo. Isso gera uma maior aproximação do gestor, médico e empresa, com o paciente ou colaborador. Ou seja, o fator humano, a inteligência humana, conduzindo e pilotando a tecnologia. A telemedicina é um componente importante no conceito da humanização – basta sabermos usá-la.

Acreditamos que os colaboradores das grandes empresas, as seguradoras e os próprios hospitais são os maiores beneficiários na humanização dos processos - quando feitos e condicionados da maneira correta. Entender o fator emocional e se mostrar próximo aos fatores de risco e continuidade nos tratamentos dos pacientes e colaboradores, sem dúvida, é a base crucial para um processo de gestão humanizada e eficiente.

Considerando que ainda falta muito conhecimento e conscientização na utilização dos benefícios da saúde - muitos utilizam mais do que deveriam, o que gera grande desiquilíbrio financeiro no momento do fechamento de contas –, o fator humano pode ser utilizado como uma forma de conscientizar e educar o indivíduo. Nossa plataforma e Central de saúde 24 horas, por exemplo, com profissionais da área médica, capacitados a esclarecer dúvidas e orientar, pode fazer e fazem toda diferença em um momento de apreensão e urgência do paciente.

Hoje, em média, 30% dos gastos com pacientes acontecem nos últimos três meses de vida da pessoa. Isso nos mostra que precisamos o quanto antes aplicar gestão humanizada com efetividade tecnológica e programas de prevenção, melhorando a qualidade de vida das pessoas e minimizando os custos de saúde.

A saúde é um direito de todos e um dever do Estado. Portanto, cabe a nós, gestores e provedores de serviços na saúde assistencial, a responsabilidade de zelar, assessorar e humanizar nosso processo de cuidado com as pessoas, buscando um conceito único: Prover sempre um plano de saúde e não um plano de doenças.

Sobre o Autor:

Leandro Almeida é fundador e diretor da DynamicCare Benefícios. Formado em comunicação e marketing, Pós-graduado em Seguros e Resseguros, especialista em vendas consultivas e legislação de saúde, o executivo atua no mercado de saúde suplementar há 20 anos.

Boa gestão na saúde diminuiria o custo e ainda ofereceria um atendimento de qualidade

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Muito se sabe sobre os inúmeros relatos de escândalos de má administração, principalmente de recursos, não somente na esfera de instituições públicas e filantrópicas, mas também em hospitais e clínicas particulares, e para que seja instalada soluções assertivas, é necessário ter um parecer inteiro do cenário de dificuldades. Visando este nicho de mercado, a Planisa, empresa líder em soluções de gestão de resultados para as organizações de saúde, se propõe a prestar consultoria para um gerenciamento eficiente.

A empresa implementou um estudo de caso em oito UBS’s (Unidades Básicas de Saúde) da região de Campinas e de Pirajú, e identificou que, em média, 22% dos pacientes destas unidades não comparecem as consultas médicas agendadas, já para consultas odontológicas, esse número sobe para 31%.

O projeto da Planisa mostra que, em média, 88% dos custos das unidades do Município de Campinas são fixos, sendo 80% destes com pessoal, e no Município de Piraju este percentual é ainda mais alto, 93%, sendo 92% com pessoal. Estas altas porcentagens de custos fixos de mão de obra disponível para atendimento, aliado a elevada porcentagem de faltas, nos apresenta um cenário de desperdício de recursos que poderia ser evitado, ou pelo menos minimizado.

Segundo o levantamento da empresa, sem essas faltas, por exemplo, seria possível uma redução de 13% do custo unitário de uma consulta, e uma contribuição considerável para otimização dos recursos deste segmento da saúde.

Maria Beatriz Nunes, gerente técnica da Planisa, explica que a administração precisa identificar problemas e prioridades, principalmente quando se tem poucos recursos, e que só desta forma, é possível gerar qualidade de atendimento com o orçamento que se tem nas mãos. “Quando estes pontos são desprezados, normalmente a instituição peca na falta de assistência e desperdício de capital”, salienta.

A gerente ressalta ainda que o fato de não haver uma cultura de controle e registros dos serviços prestados, e por este serviço ser ainda pouco “informatizado”, o processo se perde, e investimentos de tempo e dinheiro não são aproveitados adequadamente e desaparecem, o que é uma incoerência imensa, se pensarmos no quanto a sociedade tem sofrido em filas de espera pelo País.

Digisystem investe R$ 8 milhões em reestruturação para crescer 44% em 2019

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Digisystem, companhia brasileira de soluções de tecnologia avançadas, anuncia investimentos na ordem de R$ 8 milhões para reestruturar suas áreas e aprimorar a oferta personalizada de serviços voltados a mercados verticais, ajudando na jornada da transformação digital das empresas. Com contratações de peso e o reposicionamento de sua marca, a empresa reforça também seu portfólio de serviços e de parcerias tecnológicas com os principais fabricantes globais. A Digisystem estima, assim, um crescimento de 44% para atingir um faturamento de R$ 91 milhões ainda em 2019.

A companhia já faz parte do ranking da Deloitte que indica as 250 pequenas e médias empresas (PMEs) que mais crescem no Brasil, na categoria de TI, informática e internet.

A nova estrutura da Digisystem prioriza a verticalização e parte do investimento foi destinado à estruturação da área de vendas para um atendimento especializado em mercados considerados estratégicos. Com isso, a companhia passa a ter equipes próprias para atender os setores de educação, indústria, varejo, saúde, finanças, governo e utilities, com projetos e soluções customizadas.

 Principais investimentos são nas áreas de Saúde e de tecnologia IBM

 No bojo desses investimentos, um dos destaques é o segmento de saúde, para o qual estão sendo direcionados mais de R$ 2 milhões. A companhia trouxe Mendel Sanger para o comando da área, que assumiu como Diretor Executivo e reformulou a estrutura comercial e da academia Digisystem. Mendel tem uma vasta experiência no mercado de soluções para a saúde.

O setor responsável pela oferta de soluções IBM também foi alvo de investimentos para a incorporação de novas tecnologias e capacitação de profissionais. Mais de R$ 3,5 milhões foram aplicados na área, comandada por Alexandro Croce, Diretor Executivo, com o intuito de oferecer serviços ainda mais personalizados e alinhados às novas demandas do mercado.

 Reposicionamento da marca e novas contratações

 Para acompanhar as novas diretrizes de negócio, a Digisystem desenvolveu um reposicionamento da marca e nova identidade visual em conformidade com o atual momento de inovação. Estão sendo investidos mais de R$ 1,5 milhão na área de marketing, agora comandada por Renata Mello, que assumiu a diretoria. A executiva veio da Samsung trazendo sua experiência no desenvolvimento e implementação de planos de marketing, também realizados em outras companhias de peso dos mercados B2B e B2C, como Siemens, Sadia e Seara Alimentos.

A chegada de novos diretores faz parte do processo de reestruturação da empresa. Além de Mendel Sanger e Renata Mello, Eduardo Santana assumiu a Diretoria Executiva de Desenvolvimento de Negócios.

“Nos estruturamos para proporcionar às empresas a melhor experiência na transformação digital e para gerar mais valor por meio de soluções end-to-end customizadas. O mercado demanda hoje por soluções capazes de resolver dores reais e que impactam diretamente nos negócios, como captação e retenção de clientes, atendimento em grande escala, acesso e disponibilidade de informações de qualquer lugar em que o usuário esteja, entre outras”, explica Marcos Antônio Perez, CEO da Digisystem.

Nobre Saúde é a primeira unidade de Retaguarda e Transição Hospitalar da América Latina a investir em Certificação canadense

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Com tradição de ser pioneira e inovadora, a Nobre Saúde foi a primeira instituição a ter uma unidade de retaguarda e transição, especializada no tratamento pós-hospitalar, no ABC Paulista. Novo no Brasil, o segmento de tratamento pós-hospitalar tem o método clínico centrado na pessoa como principal premissa. Para melhorar ainda mais a sua performance, a Nobre Saúde anunciou que está participando do processo de acreditação Qmentum e será a primeira a obter a acreditação na América Latina. Em 2018, somente 142 instituições de saúde no mundo possuíam a acreditação.

"Escolhemos investir no Qmentum porque hoje no Canadá existem mais leitos de transição do que leitos hospitalares. Eles já fazem isso há muito tempo e precisávamos ter um benchmark para ter um nível de qualidade para ser comparado", explica Eduardo Santana, diretor executivo da Nobre Saúde.

De origem canadense, o Qmentum International utiliza uma metodologia internacional de excelência para padronizar serviços de saúde a requisitos internacionais de governança e de boas práticas assistenciais. Além de promover um alto desempenho em qualidade e segurança, contribui para a melhoria contínua dos processos internos da instituição.

Segundo Eduardo, o objetivo é promover, sobretudo, a segurança ao paciente. "Já somos reconhecidos como uma das melhores instituições no quesito de humanização e cuidado e agora queremos ser conhecidos como melhores em qualidade. O Qmentum mostra para nossos profissionais, família e pacientes o nosso zelo com a segurança do paciente e o nosso compromisso em efetivar essa segurança".

Como médico com mais de 30 anos de profissão, o Dr Richard Rosenblat, sócio da instituição, ressalta que o processo vai contribuir também para revisitar processos no atendimento ao paciente. "Muitos processos terão que ser montados, construídos e remodelados para atender a acreditação. Ela vem para nos dar um norte para que esses processos aconteçam, sempre visando a qualidade do atendimento ao paciente".

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Há cerca de 1 mês no processo, a Nobre Saúde está investindo na preparação e reformulação de metodologias internas para que a acreditação aconteça em até 1 ano e meio. No final do processo, profissionais canadenses visitarão a unidade da Nobre para atestar que ela possui o mesmo nível de atendimento de uma instituição canadense.

"Não é um movimento fácil. No entanto, o processo é transformador e revela o quanto podemos melhorar e como isso vai beneficiar a nossa qualidade de serviços e segurança do paciente", conclui o Dr Sidney. Somos pioneiros em algumas tecnologias e produtos que propomos aqui dentro e precisávamos ser pioneiros em qualidade

FenaSaúde participa de audiência pública sobre contratualização

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A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) marcou presença na audiência pública sobre contratualização na Saúde Suplementar, realizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), na última sexta-feira, dia 22, no Rio de Janeiro. A relação contratual entre operadoras e prestadores de serviço foi pauta de debate entre esses dois atores do setor. O objetivo do órgão regulador com essa iniciativa é avaliar a necessidade de revisão ou aprimoramento da regulação acerca desse tema. Segundo a ANS, a intenção é encontrar soluções menos intervencionistas e mais indutivas, em prol da qualidade da assistência ofertada e reduzir os conflitos nas relações entre operadoras e prestadores.

Sandro Leal, superintendente de Regulação da FenaSaúde, considera positivo que a ANS discuta melhorias no setor, mas afirma que identificar os impactos é condição necessária para avançar. “Foram colocadas muitas ações interdependentes com impactos diferentes no sistema, que é muito heterogêneo. Vale lembrar que temos duas premissas básicas: o setor privado deve chegar ao equilíbrio pela livre negociação, sem interferência estatal, e que se atue quando houver uma falha de mercado bem identificada, e não em situações específicas de um segmento ou outro, o que pode provocar novos desequilíbrios. O mercado leva a resultados mais socialmente desejáveis e eficientes, e a sociedade ganha. O consumidor é o ator que deve aproximar as partes”, pondera o executivo.

Um dos objetivos do encontro foi compartilhar, com um número mais amplo de atores, os subsídios colhidos na Câmara Técnica de Contratualização e Relacionamento com Prestadores (CATEC), instituída pela ANS para debater o tema com o setor e órgãos públicos. Até o momento, foram realizadas quatro reuniões e mais uma será marcada. A CATEC é formada por integrantes de cerca de 30 órgãos e entidades de Governo, além do Ministério Público Federal, Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e Ministério Público do Consumidor (MPCON).

Durante a audiência pública foram debatidas e levantadas questões sobre alguns dos temas que têm sido o foco de atuação da CATEC: remuneração de materiais e medicamentos de uso hospitalar; dificuldades na negociação contratual; glosa; reajuste; adoção da Tabela TUSS (padronização de códigos e nomenclaturas entre prestadores de serviço, operadoras e a ANS); rescisão de contratos; utilização de tabelas de referência para remuneração; subnotificação das irregularidades pelos prestadores de serviço; entre outros.

“Em relação às tabelas utilizadas, o posicionamento da Federação é que a correção das distorções é correta e positiva, mas é preciso discutir adaptação e prazos deixando o mercado negociar. Já quanto aos pacotes, a FenaSaúde entende que é um movimento em direção às melhores práticas de remuneração e pondera que o pacote é uma relação comercial entre as partes, um conceito diferente dos protocolos clínicos. É necessário o compartilhamento de riscos alinhados ao que o mundo está fazendo, sendo ajustado pela experiência estatística observada entre cada operadora e prestador. Por último, sobre a questão da Glosa, os estudos propostos pela ANS são importantes para identificar os casos concretos. Grande parte das glosas ocorre por conta de cobranças indevidas e erros administrativos.  Por natureza, os contratos são imperfeitos e não preveem todas as circunstâncias”, concluiu Sandro Leal.

Care Planing da Elsevier

Medical person typing
Close-up of a medical worker typing on laptop

Care Planing da Elsevier é reconhecido pelo terceiro ano consecutivo como melhor solução de planos de cuidados pela KLAS Research

Premiação reconhece soluções de fornecedores que lideram os segmentos de mercado de software e serviços com maior impacto operacional e clínico nas organizações de assistência médica.

A Elsevier, uma das mais conceituadas empresas provedoras de informação cientifica e médica no mundo, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo o Best in KLAS na Categoria de Order Sets/Care Planning, reconhecimento oferecido pela KLAS Research, empresa de dados e insights de TI para a área de saúde que fornece ao setor uma pesquisa precisa, honesta e imparcial sobre o software e os serviços usados por fornecedores e pagadores em todo o mundo.

Care Planining, solução da Elsevier que cria um plano de cuidados totalmente centrado no paciente, através da combinação do seu histórico, avaliações padronizadas e mais de 500 orientações de prática clínica, foi o produto destacado na Pesquisa da KLAS.

Esta premiação reconhece soluções de fornecedores que lideram os segmentos de mercado de software e serviços que têm o maior impacto operacional e clínico nas organizações de assistência médica.

A Elsevier foi reconhecida como líder de categoria pelos esforços importantes da empresa para colaborar com os profissionais de saúde a oferecer melhor atendimento ao paciente. Esta designação é reservada para soluções de fornecedores que lideram segmentos de mercado selecionados nos quais pelo menos dois produtos atendem a um nível mínimo de KLAS Konfidence. No caso da Elsevier, o Care Planing e o Order Sets.

“O objetivo principal da Elsevier é entregar soluções de qualidade, com informações seguras e baseadas em evidências. O setor da saúde para por sua transformação digital em âmbito global e precisa de segurança e qualidade para alcançar as mudanças tecnológicas necessárias. Ficamos muito honrados com a designação da KLAS, que é respeitada mundialmente por destacar os melhores fornecedores. Isso demonstra que estamos no caminho certo”, explica Claudia Toledo, diretora de Clinical Solutions da Elsevier Brasil.