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Teleinfo instala cabeamento estruturado do HCor

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Desde o primeiro atendimento em 1976, o HCor tem a missão de promover com excelência e responsabilidade o cuidado à saúde. Os sistemas informatizados conectados em rede do Hospital atuam nas diversas atividades diárias, desde a recepção até a alta dos pacientes. Por isso, é preciso ter uma infraestrutura de conectividade e de cabeamento de alto desempenho para assegurar o funcionamento integrado de todo Complexo Hospitalar.

A Teleinfo Soluções, especializada em soluções de infraestrutura física para ambientes de tecnologia da informação e telecomunicações de alta complexidade, cuidou da instalação de todo o cabeamento estruturado para atendimento de 1379 pontos de rede na Unidade Dr. Adib Jatene – que integram a telefonia VoIP e wireless, câmeras de videomonitoramento, computadores, impressoras e tudo que está conectado em rede, inclusive os equipamentos do ambiente mais crítico de qualquer hospital: a sala de cirurgia.

Para isso, foram instalados 62.055 metros de cabo UTP, 4 pares, 23 AWG, da SYSTIMAX categoria 6A para atender todos os pontos de rede lógica (voz/dados) com tecnologia 10 Gigabit Ethernet em todos os 13 andares e 5 subsolos do edifício. Outros 80.400 metros de cabo da mesma categoria para atender 1608 pontos de Backbone vertical interligando os MDF's aos racks localizados em cada pavimento. E 11.520 metros para 576 pontos de Espelhamentos entre servidores no novo Data Center, construído no 3° subsolo do empreendimento.

Na prática, a tecnologia é integrante de todas as equipes – inclusive médicas. A unidade abriga duas salas híbridas: uma destinada à neurocirurgia e outra à cirurgia cardiovascular. Ambas reúnem exames sofisticados de imagem para dar mais precisão e segurança às cirurgias. Em cada uma, por exemplo, são 12 pontos de cabeamento para estativas e máquinas de exame. Além do Gamma Knife, responsável por diversos raios gama ao mesmo ponto no cérebro do paciente, permitindo o tratamento de tumores, lesões vasculares e do tronco cerebral, malformação arteriovenosa e neurinomas do acústico sem cortes, que também se beneficia da capacidade 10 Gigabit Ethernet.

Nesse cenário de conectividade, a segurança e gerenciamento da rede e dos dados é fundamental. Por isso, todo cabeamento conta com o Sistema IMVISION com hardware e software específicos para que todo cabeamento seja inteligente e gerenciável. Além disso, pode mapear os pontos, avisar sobre tentativas de intrusão, abrir ordens de serviço, indicar qual porta precisa ser revisitada e alertar caso outro ponto seja alterado sem autorização. A solução da Systimax ainda pode programar manutenção, configuração de alerta entre outras funcionalidades e integrações a outros sistemas existentes no hospital.

De todo o projeto, o principal desafio superado foi a topologia de rede. Foram instalados 19 Racks por pavimento para distribuição horizontal, esses Racks não possuem ativo de rede, pois os mesmos ficam concentrados em três salas de onde parte um backbone de UTP espelhado com a rede horizontal. Devido aos pontos espelhados, passaram 1618 cabos – isso significa que, pensando já em expansão, foram 576 portas a mais.

Assim com o cuidado em cada processo, a Teleinfo garantiu a excelência no atendimento do HCor. Desde a instalação, a entidade hospitalar conta com a presença quase que diária de colaboradores especializados da Teleinfo para realizar updates na infraestrutura de rede, entre outras funções.

3M é reconhecida como uma das empresas mais éticas do mundo pelo Instituto Ethisphere

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A 3M foi reconhecida pelo Ethisphere Institute – líder global na definição e no avanço dos padrões de práticas empresariais rígidas - pela ética e integridade na conduta e conformidade empresarial, pelo sexto ano consecutivo. A 3M é uma das poucas empresas industriais a fazer parte da lista de empresas mais éticas do mundo neste ano.

Reconhecendo que a integridade corporativa, o caráter e a transparência impactam a confiança pública das empresas, o Ethisphere Institute define e promove padrões de práticas éticas de negócios por meio de insights orientados por dados.

A noção do Ethisphere Institute de que o valor financeiro e a ética estão ligados entre si foi confirmada por meio de um acompanhamento de longo prazo de como o preço das ações das homenageadas, publicamente negociadas, são comparáveis ao U.S. Large Cap Index. A pesquisa constatou que as empresas mais éticas do mundo listadas superaram o setor de alta capitalização em 14,4% nos últimos cinco anos e, nos últimos três anos, em 10,5%.

“Na 3M, a integridade é um dos nossos valores fundamentais”, disse Veena Lakkundi, vice-presidente e líder global de Ética e Compliance da empresa. “Sabemos que fazer a coisa certa, em todos os lugares, todos os dias, é fundamental para ter um negócio global sustentável. Honramos a confiança depositada em nós por nossos funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e acionistas. É o que faz da 3M um ótimo lugar para trabalhar. Este prêmio é um reconhecimento ao esforço coletivo de nossos 93.000 funcionários em todo o mundo”.

O Código de Conduta da 3M faz parte dos valores da empresa e é visto como uma vantagem competitiva, que promove a reputação da empresa entre os consumidores e em muitos setores. Os líderes da 3M criam e promovem um ambiente de trabalho em que a conformidade e a conduta ética nos negócios são esperadas e incentivadas, por meio dos exemplos.

A 3M é uma das 128 empresas em todo o mundo que foram designadas como uma das empresas mais éticas do mundo. O Ethisphere avalia as empresas em cinco categorias: programa de ética e conformidade, cultura de ética, cidadania e responsabilidade corporativa, governança e liderança, inovação e reputação.

Saiba mais sobre o Código de Conduta e Ética & Compliance da 3M no link.A lista de 2019 das empresas mais éticas do mundo está disponível aqui.

Unimed Juiz de Fora vence prêmio de estratégia em vendas

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Pelo segundo ano consecutivo, a Unimed Juiz de Fora foi a grande vencedora do “Prêmio Nacional de Experiências de Sucesso Comercial”, promovido pela Federação Minas e Unimed Aeromédica. A solenidade de premiação foi em Belo Horizonte e, desta vez, a Unimed Juiz de Fora ganhou com a campanha “Semana de Vantagens”. Foi uma vitória e tanto sobre as finalistas Unimeds BH e Natal. Inspirada na Black Friday, a campanha foi o maior case de vendas da Unimed Juiz de Fora no ano passado. Em apenas dez dias, a cooperativa conquistou 1.600 vidas, 140 novas empresas clientes.

“Nosso desempenho de mercado foi invejável! Realizamos um volume de novos negócios atípico para novembro e, sem dúvidas, excelente para qualquer período. Vendemos quatro vezes mais que a meta estipulada e foram vendas com qualidade. Se considerarmos as semanas seguintes, quando novas negociações foram concluídas com sucesso, os nossos resultados são ainda mais expressivos”, comemorou o diretor de Mercado e Relacionamento, Glauco Araújo.

A “Semana de Vantagens Unimed” utilizou diversas ferramentas de marketing e comunicação, e atraiu os clientes sem mencionar preços. O segredo do sucesso foi a tática de envolvimento da equipe combinada a uma publicidade criativa e dinâmica, estrelada na TV e redes sociais pelos próprios consultores de venda e funcionários de serviços exclusivos, como o SOS Unimed. “Uma das ações mais eficazes foi a “Super Liga de Vendas”. Dividimos os consultores em duas equipes e promovemos uma competição lúdica entre eles, com termômetro de vendas on-time e prêmios especiais. A cada venda fechada, soava o alarme e a disputa esquentava. Nossos 'super heróis' fizeram bonito!”, conta Leonardo Teixeira, Supervisor Comercial da Unimed Juiz de Fora.

Com mais essa vitória no Experiências de Sucesso Comercial, a Unimed Juiz de Fora já soma mais de 30 prêmios de Comunicação e Marketing no Sistema Unimed. Os filmes da campanha “Semana de Vantagens” estão no site: www.unimedjf.coop.br. Confira!

Jovens consomem mais medicamentos para transtornos mentais

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Recente estudo de mercado divulgou dados que confirmam e aumentam a preocupação em relação a um fenômeno que se acentua: os transtornos mentais, principalmente a depressão e a ansiedade, que vêm crescendo entre a população jovem em todo o mundo, revelam-se exponenciais no Brasil.

O levantamento, realizado pela empresa Funcional Health Tech, que é especializada em inteligência de dados de saúde e é a maior empresa em Benefícios de Medicamentos do país, engloba os anos de 2017 e 2018 e envolve uma amostragem de 318.639 e 397.192 indivíduos, respectivamente, para cada ano.

Os dados indicam que o consumo de medicamentos para o tratamento de depressão e ansiedade e a utilização de sedativos pelos jovens cresceu 7,32% e que, entre adolescentes de 15 a 17 anos, o crescimento foi mais acentuado, chegando a 21,31%.

De acordo com o Dr. Marcelo Niel, médico psiquiatra e doutor em Ciências pela UNIFESP, “Os dados oferecem importante material para reflexão, mas é necessário diferenciar o tipo de medicação prescrito, porque vemos um aumento importante de uso de ansiolíticos benzodiazepínicos na população em geral, e também entre jovens. Isso não necessariamente representa aumento dos índices de doença mental, mas talvez uma sociedade mais medicalizada, que tem maior dificuldade em suportar dificuldades e desafios. Além disso, é fato que a doença mental está sendo mais diagnosticada e notificada. Hoje, vemos que a população e os profissionais de saúde mental estão mais atentos para a importância do diagnóstico correto, inclusive para informar pacientes e familiares”.

Família disfuncional, bullying no ambiente escolar, incerteza em relação ao futuro, pressão por notas altas e a entrada em uma faculdade são os fatores mais comuns para a depressão e ansiedade, revela a maioria dos estudos recentes.

Segundo o estudo mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o tema dos transtornos mentais, o Brasil é o país mais ansioso e estressado da América Latina, considerando-se a população de forma geral. Em escala global, o número de pessoas com depressão aumentou 18,4% nos últimos dez anos. São 322 milhões de indivíduos, ou 4,4% da população da Terra. O Brasil engrossa essa conta com 5,8% de seus habitantes – a maior taxa do continente latino-americano. O país também lidera a América Latina em relação à ansiedade, com 9,3% de sua população sofrendo dessa condição.

Além da preocupação dos profissionais de saúde mental com relação ao diagnóstico correto e a informação aos familiares durante o tratamento, vale ressaltar também que o acesso a medicamentos de forma adequada, por meio de Programas de Benefícios Medicamentos, é importante para que a população tenha mais aderência e para que o tratamento seja mais eficiente. “Programas de Benefícios Medicamentos têm o papel de ajudar as empresas a promoverem o acesso aos medicamentos mais adequados às necessidades de seus colaboradores”, explica Everton de Matos Paloni – Coordenador de Health Analytics / Benefits da Funcional Health Tech.

Primeira CIA da Consulta da Zona Norte

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O Shopping Metrô Tucuruvi é o endereço da primeira unidade Cia da Consulta da Zona Norte de São Paulo. A rede de atendimento médico entra para as opções de serviços do shopping center ocupando a maior loja do empreendimento, com uma estrutura de 400 m². São mais de 30 especialidades, com 2 mil tipos de exames laboratoriais e de imagem, além de diferentes procedimentos cirúrgicos e estéticos. Tudo em um ambiente seguro, com atendimento personalizado para cerca de 3 mil pacientes por dia e preços acessíveis.

“Procuramos facilitar o dia a dia de nossos clientes reunindo tudo que eles precisam em um lugar só e a Cia da Consulta chega para reforçar isso. O ambiente leve deixa de lado as burocracias das clínicas tradicionais e acolhe cada paciente de uma forma única, oferecendo o melhor da medicina ao alcance de todos”, destaca Fabrício Cunha, gerente de Marketing regional São Paulo e do Shopping Metrô Tucuruvi.

Clínica geral, ginecologia, dermatologia, oftalmologia, pediatria e cardiologia são algumas das especialidades disponíveis para todas as idades. Os exames de sangue que identificam os níveis de glicose e colesterol também podem ser realizados no local. O agendamento é muito simples e rápido, podendo ser feito pela internet. Basta acessar o site, selecionar a unidade do Shopping Metrô Tucuruvi e escolher o médico e o horário desejado. Pronto, depois disso é só ir até a clínica e experimentar uma nova referência em saúde.

A Cia da Consulta do Shopping Metrô Tucuruvi está localizada no Piso Plataforma, com funcionamento de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h.

Marketing de conteúdo: saiba porque seu consultório deve fazer

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O surgimento da Internet e das mídias sociais reformulou a forma como as pessoas se relacionam e adquirem conhecimento – com a medicina não foi diferente. Por mais que a web não substitua o atendimento especializado de um médico, é inevitável fazermos uma pesquisa rápida sobre os sintomas antes de cada consulta. É um hábito comum para nove em cada dez brasileiros, de acordo com dados do Health Report, realizado pelo portal Minha Vida. Dessa forma, mais do que impedir, é essencial que os profissionais de saúde marquem presença no ambiente online para garantirem a propagação de informações adequadas e, principalmente, atraírem novos pacientes. A melhor tática para isso é o marketing de conteúdo. Confira cinco motivos para seu consultório investir neste conceito:

1 – Garanta visibilidade orgânica em portais de busca

Não basta simplesmente ter um site; é preciso garantir que ele esteja visível ao público-alvo. Logo, é necessário estar nas primeiras posições das páginas de busca na Internet. A melhor forma de conseguir isso de forma orgânica é oferecer conteúdos que interessem às pessoas. Artigos assinados pelo médico, posts em blogs que tiram dúvidas sobre doenças e tratamentos, vídeos com informações adicionais e infográficos são exemplos de materiais que chamam a atenção dos pacientes e alçam sua marca no topo da página.

2 – Ofereça informações em conformidade com normas técnicas

O conceito também auxilia o consultório a seguir as normas técnicas. Isso porque a publicidade médica, mesmo em sites, blogs e redes sociais, precisa seguir estritas recomendações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame). O médico não pode, por exemplo, insinuar garantia de resultado em tratamentos em toda sua comunicação. Entretanto, diferentemente da propaganda (que tenta vender um produto e serviço de forma direta), o marketing de conteúdo trabalha com assuntos e temas em diferentes pontos da jornada do usuário – e que não necessariamente estejam ligados a sua especialidade médica.

3 – Estreite o relacionamento com seu público

Com os dados obtidos em sua plataforma de prontuário eletrônico, é possível traçar estratégias e definir conteúdos que ajudem a estreitar o relacionamento do consultório com seus pacientes. Afinal, os materiais oferecidos são produzidos justamente para parecerem sob medida para cada usuário. Dessa forma, quando o interessado finalmente marcar uma consulta (ou realizar o retorno), ele terá mais informações em mãos e terá mais confiança em seu diagnóstico, aumentando a chance de sucesso do tratamento.

4 – Tenha um ótimo retorno com baixo investimento

É possível deixar sua marca bem posicionada nos portais de busca com os Links Patrocinados e criar diversos anúncios digitais, mas essas estratégias demandam um alto investimento – e o retorno pode nem ser tão vantajoso. Já as principais ferramentas de marketing de conteúdo, como blogs e redes sociais, são gratuitas e o custo total é bem menor – potencializando o ROI (retorno sobre investimento) do consultório.

5 – Combata as fake news

Vivemos em uma época em que os boatos e notícias falsas conseguem circular de forma muito mais rápida e eficiente do que as informações verdadeiras. Isso é um perigo quando falamos de medicina, pois um dado equivocado ou uma notícia errada pode ocasionar uma tragédia gigantesca no país. Como citado, a Internet é a primeira fonte de pesquisa para uma pessoa antes de marcar a consulta. Assim, os médicos e profissionais da saúde que investem em marketing de conteúdo ajudam a educar a população e combatem esse problema.

Grupo Oncoclínicas inaugura clínica com atendimento por supraespecialidades no RJ

Grupo Oncoclínicas inaugura  clínica com atendimento por supraespecialidades no RJ

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de mortes por casos de câncer ao redor do planeta vem avançando: cerca de 223 mil pessoas sucumbiram à doença, por ano, desde 2000 até o final de 2015, segundo o levantamento mais recente disponibilizado pela instituição. Levando em conta a realidade no Brasil, de acordo com a publicação internacional Lancet Oncology, os casos de câncer devem subir 38% até 2020. Embora essas estatísticas sejam expressivas, elas podem e devem ser reduzidas significativamente com ajuda do diagnóstico precoce, além da ampliação e melhoria no tratamento baseado na individualização das condutas e uso da tecnologia como aliada.

Uma das instituições que tem investido grandes esforços estratégicos para alcançar esse objetivo no Brasil é o Grupo Oncoclínicas, que inaugura uma nova unidade no Rio de Janeiro - a sua oitava no Estado.

Assim, o Grupo reforça sua presença na capital carioca com uma clínica que coloca em prática uma tendência de conduta cada vez mais voltada à perspectiva humanizada na forma de lidar com cada paciente e que vem sendo apontada por especialistas como estratégia prioritária para vencer a doença. As definições de tratamento passam por estratégias que envolvem a medicina de precisão, análise genética e pesquisas científicas.

“Se o diagnóstico precoce continua sendo o fator determinante para diminuir a mortalidade, estudos recentes provam que o entendimento das características particulares do tumor após a confirmação do câncer e o uso da genômica como ferramenta para a tomada de decisão sobre a terapêutica a ser adotada têm feito diferença fundamental para um prognóstico positivo”, explica Carlos Gil Ferreira, oncologista do Grupo Oncoclínicas e presidente do Instituto Oncoclínicas.

Complementando esse conjunto de práticas e em linha com o que há de mais atual na oncologia, o especialista lembra que são aplicados em conjunto os cuidados de quimioterapia, oncogenética, medicina Integrativa e tratamentos paliativos, como a Crioterapia (que ameniza a queda de cabelos), na qual o Grupo Oncoclínicas ocupa posição de liderança, tendo introduzido essa prática no Brasil e conduzido pesquisas clínicas na área. Tudo isso como forma de oferecer o máximo bem-estar aos pacientes.

Um estudo do Instituto de Pesquisa do Câncer do Reino Unido, um dos países que conseguiu reduzir a mortalidade por câncer consideravelmente na última década, aponta justamente na direção de um tratamento multidisciplinar totalmente centrado no paciente: embora a prevenção e o diagnóstico precoce continuem imprescindíveis, os avanços científicos dos últimos anos, que apostam em técnicas cada vez mais personalizadas, têm feito a diferença. Entre os britânicos, as taxas de mortalidade (reincidência após cinco anos) foram reduzidas em 20% nas mulheres e 27% nos homens.

“Pela sua complexidade, o câncer é um tipo de doença que demanda tratamento de diferentes profissionais ao mesmo tempo. Hoje, estamos conscientes de que é importante olhar para cada paciente como um ser único, ver as características, os estágios da doença e tratar quase que individualmente cada um deles, com equipes multidisciplinares e com base em pesquisas avançadas”, comenta Gil.

Divisão por especialidades

Para alcançar este objetivo, o Grupo Oncoclínicas Rio de Janeiro conta com uma segmentação do atendimento por supraespecialidades, ou seja, núcleos focados de acordo com o subtipo específico de câncer com corpo clínico formado por oncologistas, hematologistas e radioterapeutas. Somando-se a estes profissionais, há uma equipe de apoio formada por profissionais das áreas de nutrição, psicologia, estomatoterapia, fisioterapia e cuidados continuados que garantem suporte completo aos pacientes.

“Essa abordagem permite a humanização do processo de combate à doença e possibilita coletar dados que ajudarão a retroalimentar uma base de informações sobre o panorama do câncer entre a população brasileira. Isso não só oferecerá melhores resultados para os nossos pacientes como também proporcionará subsídios para estudos que contribuirão para toda a cadeia da saúde, desde a indústria farmacêutica para validação de protocolos até o governo, com possibilidade de novas políticas públicas”, enfatiza o oncologista, que coordena o novo centro.

Neste cenário, vale ressaltar a importância das parcerias estratégicas do Grupo Oncoclínicas com instituições internacionais para aprimoramento e troca de experiência bilateral. Os destaques vão para os trabalhos conjuntos com o Dana-Farber Cancer Institute, dos Estados Unidos, iniciados há cinco anos e ampliados desde então. Atualmente, dentro de um programa amplo de educação médica continuada, a aliança envolve o treinamento de médicos em Boston, dentre outras ações, focadas em diferentes tipos de câncer.

Escolha pelo Rio de Janeiro: estratégica

O Grupo Oncoclínicas está presente em 11 estados brasileiros, com mais de 60 unidades pelo território nacional. Neste cenário, o Rio de Janeiro desempenha papel de grande importância dentro dos planos de expansão de unidades do Grupo. A escolha pela região onde está localizada a nova clínica também não foi aleatória: o local está situado em Botafogo, com vista para o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor, um presente aos olhos de quem passa pelo tratamento.

“O Rio é uma cidade estratégica para o Grupo, que tem uma grande conexão com o estado. Nós acreditamos muito no potencial da Cidade Maravilhosa e essa é até uma forma de demonstrar, principalmente nesse momento em que muitas empresas e instituições estão deixando a cidade e seu entorno, nosso compromisso”, comenta Luis Natel, CEO do Grupo Oncoclínicas.

Nos próximos anos, o Grupo prevê ampliar ainda mais a sua presença em diferentes regiões do país, seguindo sempre o conceito de garantir a melhor experiência aos pacientes com câncer. “O objetivo é trazer para outras macrorregiões o conceito do tratamento integrado e personalizado, pois a nossa maior intenção é influenciar e melhorar o tratamento oncológico dispensado aos brasileiros", encerra.

Hackathon da Dasa lança app para acompanhar e ler exames e resultados laboratoriais

Com o desafio "Como transformar a jornada digital do paciente" lançado, 75 participantes e mentores participaram de uma maratona digital de quase 30 horas para propor soluções tecnológicas que impactem no cuidado com pacientes. O resultado desse esforço, registrado durante a quarta edição do hackathon da Dasa, concebeu o aplicativo Yourney, que possiblita não apenas agendar e acompanhar exames médicos, como facilita sua leitura dinâmica por meio das equipes de saúde.

A proposta, que ainda agrega informativos, podcasts, vídeos e outras informações e incentivos à vida saudável, foi destacada entre 210 inscrições e recebeu o prêmio de R$ 8 mil. A plataforma vencedora utiliza atendimento automatizado por chat, além de criar estrutura de recompensas "gamificada" envolvendo descontos em academias, farmácias, restaurantes e supermercados – tudo para conduzir o usuário a um estilo de vida que lhe seja mais benéfico.

Segundo o Chief Marketing Officer da Shawee, Ricardo Queiroz, iniciativas como esse hackaton vão muito além do estímulo à tecnologia e passam a assumir o papel de indutor de mudanças sociais práticas. "Falamos muito em mudança de mindset nas empresas. Podemos pensar em uma enorme rede de conexões, afinal, o movimento que o hackathon faz ao colocar pessoas de perfis diferentes para criar soluções se conectando com uma empresa que fomente que as iniciativas saiam do papel, como a Dasa, beneficia diretamente a população ao trazer inovação para o setor de saúde, por exemplo.”

A solução Inddo, que auxilia criando conexões inteligentes para a saúde e automatizando certas etapas, foi a vencedora do 2º lugar desta edição do hackathon. O criador do aplicativo, que permite encontrar os melhores laboratórios para o convênio de cada usuário, além de informar o tempo de espera e o ranking avaliativo de cada local, levou para casa o prêmio de R$ 2 mil.

Para Rodrigo Terron, CEO da Shawee, plataforma de educação corporativa e mudança de mindset que utiliza hackathons como método de transformação, grandes ideias podem surgir em desafios como este. “Foi exigida muita empatia por parte dos participantes do hackathon da DASA, pois era preciso que entendessem as necessidades dos pacientes para que fosse possível elaborar as soluções. Os resultados foram fantásticos e o evento foi um grande aprendizado para a Shawee. Grandes ideias podem surgir de hackathons. As melhores, certamente, têm continuidade", declara Rodrigo.

A Dasa oferece mais de 3 mil tipos de exames laboratoriais e diagnósticos por imagem em 13 unidades federativas do Brasil. A empresa ainda presta serviços de apoio para cerca de três mil laboratórios no país, bem como para o serviço público, com as marcas Álvaro e CientíficaLab, ambas sob seu guarda-chuva.

Stanford: "Não se espelhem nos EUA", diz Capasso

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Stanford é reconhecida mundialmente por seus centros de pesquisa avançados e por ser uma das mais prestigiadas universidades do mundo. A sua escola de medicina integra professores de excelência com hospitais de alto nível na Califórnia. Conversamos com Robson Capasso, médico brasileiro que hoje chefia a divisão de Medicina do Sono na instituição, bem como o programa de Biodesign.

Ele conta um pouco da relação entre o que se espera sobre viver e trabalhar fora do Brasil, as perspectivas de Stanford em relação à tecnologia e saúde, e o programa o qual lidera. “A pior besteira é sair do Brasil, a segunda é voltar. Porque você não se encaixa mais direito, se você não tiver maturidade e um plano bem estruturado”, diz ele lembrando de sua trajetória. Capasso é formado no Brasil, e com especialização em cirurgia de cabeça e pescoço em Miami. Logo após finalizar a especialização, seu orientador lhe disse que o objetivo do programa era produzir novos líderes para fora, não para os Estados Unidos. Para não sair do país, ele entrou em um outro programa, desta vez em psiquiatria, e mais tarde, em medicina do sono em Stanford. “Aqui em Stanford as pessoas gostam de gente estranha, que tenha um background variado”, disse ele rindo.

Segundo Capasso, a dinâmica no Vale do Silício é diferente. Todas as profissões sofrem com o involuntário direcionamento ao empreendedorismo. Médicos são tão frequentemente abordados por estudantes e fundadores, quanto por pacientes. “Toda hora tem alguém pedindo mentoria para a sua startup, querendo te contratar como consultor, ou um fundo que queira ouvir uma opinião especializada”

Após participar de várias iniciativas do programa de Biodesign e Lean, como mentor e palestrante, atualmente ele cuida globalmente do projeto. O objetivo é montar times multidisciplinares, com engenheiros, médicos, cientistas de dados, designers, e outras profissões, para resolver problemas de saúde e impulsionar a inovação. No programa, os alunos montam o plano, analisam o mercado, a propriedade intelectual, estratégias de implementação, métricas de qualidade e resultado. Ao final, os participantes que tiveram as melhores estruturas são motivados a competirem por financiamento e continuarem a desenvolverem suas soluções fora do programa.

De modo geral, as instituições compram grandes equipamentos, como o Da Vinci, por exemplo, e tentam fazer de tudo com ele. Adaptar a solução ao problema, enquanto que o Biodesign pensa diferente: observar a necessidade, e então propor uma solução. Todo o conceito é embasado por design thinking, em como fazer o consumidor ver valor no produto.

“Em Stanford acontecia [anos atrás] uma coisa bem curiosa, nós tínhamos muito dinheiro, então nós não precisávamos ser bons. Mas nos últimos dois anos, com a tendência de saúde baseada em valor, nós tivemos que começar a nos preocupar com isso.”, revelou. Para os próximos dez anos, a estratégia de Stanford é realizar novas descobertas biomédicas, com base high tech high touch, e ampliar o impacto global da instituição, com a meta de influenciar 2 bilhões de pessoas até 2027.

Nos anos 90, o Brasil gastava 5% do seu PIB em saúde, hoje já estamos por volta dos 9%. Capasso sugere fortemente que os médicos e sistemas de saúde não se espelhem nos Estados Unidos. Isso porque a fatia gasta com saúde no país é quase 20% do PIB. “É o maior business nos EUA. Se olharmos a expectativa de vida vs o quanto se gasta em saúde, é muito fora da curva. A expectativa de vida pela primeira vez na história americana, caiu, e cada vez mais existe a discussão do que é medicina baseada em valor.”, e continua, “É um novo modelo que visa a melhor experiência, a assistência, o acesso e diminua o custo. Com os novos planos emergindo pós-obamacare, cada vez mais aumenta-se a coparticipação do paciente. Isso, de alguma forma faz com que eles tenham mais voz, tomem a responsabilidade da decisão.”, disse ele. Capasso comenta um dado curioso: o paciente do Vale do Silício, é alguém muito bem preparado e informado, mas quando ele sugere as opções de tratamento para uma mesma situação, as escolhas entre eles são notavelmente distintas. Isso significa que não existe uma resposta única para cada caso, e sim o oferecimento das melhores terapias e respeito da decisão individual.

Cerca de 45% dos médicos não querem mais exercer a profissão na Califórnia. Parte por perda de prestígio, outros por perda de renda ou por excesso de trabalho no computador. Fato é que uma geração não foi educada para praticar medicina do modo que está se exigindo hoje. É um perfil totalmente diferente de quem escolheu ser médico há 30 anos atrás. Uma tendência muito forte, hoje, é a interface entre a indústria e a academia, de forma intensa e transparente, em especial para digital health.

Segundo ele, muitos pacientes vinham às consultas com os seus registros de IoTs, principalmente no início do movimento. Dados de meses para os médicos analisarem. Eles, por sua vez, estudavam as informações, não por obrigação, mas para entender como aquilo poderia ajudá-lo na assistência. Atualmente já estão sendo discutidas novas formas de remuneração para o médico baseada nesse tipo de atividade. Em como integrar estes recursos de forma mais estruturada na prática médica. Claro, a inteligência artificial, bem como o machine learning terão um papel fundamental como ferramentas.

Sempre quando tocamos no assunto de tecnologias e automatização, há uma preocupação em como será o futuro do trabalho e a nova organização destes fluxos. “A tecnologia não vai substituir o médico, mas o médico que usar tecnologia será muito mais eficiente do que aquele que não usa”, disse enfático. Outro problema atrelado à discussão é a romantização do ‘tempo livre que o profissional ganhará nesse processo: se ele será retornado ao paciente como atenção extra ou se haverá a introdução de uma nova atividade.

Capasso finaliza respondendo que haverá, conforme dito anteriormente, diferentes tipos de cuidado, para diferentes exigências dos pacientes. Existem aqueles que querem o menor contato possível, por exemplo adolescentes com DST, que quanto mais automatizado o atendimento maior o valor observado. Por outro lado, existem aqueles que preferem um atendimento mais humanizado.

“Em Stanford, nós temos uma treinamento muito forte em atendimento ao cliente. É um ensinamento de como receber o paciente, olhar nos olhos, apertar a mão, se tornar disponível à qualquer dúvida, explicar os passos do atendimento, identificar as preferências na pós-consulta, em resumo, dar o melhor atendimento.”. Ele conta que todo mês os pacientes recebem uma pesquisa de satisfação, e se 85% deles derem menos do que cinco estrelas para a experiência, há um novo treinamento e perda de 3% do salário. Caso este número seja superado, há bonificação na mesma proporção.

Santa Casa de São José dos Campos celebra certificação ONA

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A Santa Casa de São José dos Campos celebrou no dia 26/02/2019, às 19h, o recebimento do certificado referente a Acreditação Nível 3 (Acreditado com Excelência) aplicado pela ONA – Organização Nacional de Acreditação. O selo tem por objetivo demonstrar que a instituição tem uma cultura organizacional de melhoria contínua com maturidade.

A autenticação foi avaliada por uma das maiores empresas de acreditação; o Instituto Qualisa de Gestão (IQG), e o próprio CEO da empresa, Rubens Covello, entregará o certificado para a Santa Casa.

O Nível 3 é um dos principais selos de excelência do setor, e para alcança-lo, a entidade passou por um rígido sistema de avaliação de todos os seus processos, em diversas áreas do hospital. O selo Nível 1 (Acreditação) foi angariado em 2006 e a Santa Casa de São José dos Campos foi a primeira Santa Casa do Brasil a consegui-lo.

A Santa Casa está entre os 141 hospitais do Brasil homologados nesta categoria, sendo que destes, apenas 12 são entidades filantrópicas.

“Somos a primeira instituição filantrópica de São José a obter o título, e estamos muito felizes pelo reconhecimento e gratos pelos esforços de todos os setores envolvidos! Mais uma vez, conseguimos mostrar que nossa entidade trabalha com excelência, com foco no que realmente importa: a saúde e o bem-estar dos nossos pacientes”, comemora Ivã Molina, provedor da Santa Casa.

O provedor explica que existe ainda o selo de certificação internacional, e que o hospital irá busca-lo em seguida. “Em 2019 nos concentraremos na consolidação do Nível 3, para assim, buscar a certificação internacional nos próximos anos”, conclui Molina.