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Ecoimagem Medicina Diagnóstica é vendida para o Ghelfond Diagnósticos

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A Ecoimagem, referência em medicina diagnóstica no Grande ABC, agora faz parte do Ghelfond Diagnósticos, um dos grupos de medicina diagnóstica mais conceituados do país. Marca tradicional, com 35 anos de atuação, a Ecoimagem sempre foi reconhecida pela qualidade dos exames e por realizar constantemente investimentos em seu parque tecnológico de última geração e pela qualidade dos laudos, produzidos diretamente pelos sócios e médicos conceituados.

“Em um mercado competitivo como o nosso, precisamos investir em agilidade na prestação de serviços e na atualização da oferta. E foram essas características, assim como a qualidade do trabalho, que atraíram a Ghelfond”, explica Dr. Ubiratan Leal, diretor financeiro e sócio-fundador da Ecoimagem.

A Ghelfond Diagnósticos vem aumentando sua participação no segmento de medicina diagnóstica do estado de São Paulo através de aquisições de empresas financeiramente saudáveis. "Montamos uma linha de produção que nos possibilita comprar negócios sólidos e obter aumento de lucratividade pela sinergias e ampliação da capacidade produtiva" diz Israel Santos, diretor geral do Ghelfond. "Onde não tínhamos oportunidades de negócios saudáveis para aquisição, estamos crescendo organicamente como fizemos no Ipiranga e com a ampliação de unidades em Osasco e Guarulhos”, comenta o executivo.

Mesmo com a aquisição, a marca Ecoimagem será mantida e os quatro sócios permanecerão à frente da operação. “Temos uma relação muito próxima com nossos pacientes, realizamos exames diretamente e isso não será perdido por ser um dos nossos principais diferenciais de mercado”, esclarece Dr. Ubiratan.

Com a aquisição da Ecoimagem, o Ghelfond passa a contar com 1.200 colaboradores (entre médicos, técnicos e administração), realiza média de 3 mil exames de imagem ao ano e conta com 11 unidades próprias e 30 unidades em hospitais e ambulatórios de terceiros.

Luiz Alberto Ortiz, CIO da Orizon, é reconhecido

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Em evento realizado na noite desta quarta-feira (20/3), Luiz Alberto Ortiz, CIO da Orizon, recebeu o 2° lugar na premiação Executivo de TI do Ano 2019. O prêmio reconhece CIOs e executivos da indústria de TI que tiveram iniciativas de destaque que contribuíram tanto para os negócios da empresa quanto suas carreiras. A companhia concorreu na categoria de Indústria digital - TI e Telecom.

“Essa não é uma vitória só minha, mas de toda a área de TI da Orizon”, comentou Ortiz, responsável direto pela jornada de transformação digital que a companhia atravessa nos últimos anos. “Esse reconhecimento nos coloca lado a lado com gigantes tanto da área de tecnologia quanto do mercado como um todo. Mais do que a satisfação pelo prêmio, ficamos muito felizes por estarmos ao lado de empresas que são referência do setor, fundamentais para alavancar as demais áreas de negócios e decisivas para todo o desempenho da companhia”, comemora o executivo.

Formado em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP, Luiz Alberto Ortiz atua há 25 anos na área de Tecnologia da Informação e está na Orizon desde 2012. O executivo acumulou experiências em outras áreas do mercado e levou foi com essa expertise que aprimorou processos e soluções para o mercado de saúde. “O primeiro desafio como diretor na Orizon foi garantir a estabilidade operacional de nossas ferramentas de acordo com as necessidades do mercado e dos diferentes clientes. Para isso, a bagagem adquirida em outros ramos foi fundamental”, conta o executivo que já atuou nos setores de energia elétrica e de integração de pagamentos no setor financeiro.

Com essa experiência, Luiz Ortiz foi fundamental para o processo de transformação digital da Orizon nos últimos anos. “Hoje, somos muito mais que uma empresa voltada para a transmissão segura e eficiente dos dados e passamos a contribuir de modo efetivo para o setor, sempre com o foco em levar mais saúde para mais pessoas”, avalia. “Aplicamos os mais avançados padrões de tecnologia e de segurança da informação, valendo-se de big data e analytics. Todo nosso esforço resulta em mais eficiência ao setor de saúde, diminuindo riscos para o paciente e evitando os desperdícios do sistema”. Com 10 anos de atuação no mercado de saúde, a Orizon é a maior empresa de Health Tec do País.

Em uma empresa como a Orizon, que tem nos dados sua base de trabalho, as áreas de Tecnologia da Informação costumam apoiar os setores de negócios e inteligência médica com informações e dados. Ortiz aponta que, para garantir a agilidade, precisão e eficiência nos dados, foi necessária uma profunda mudança na estrutura das equipes. “Para tanto, houve uma mudança de mentalidade de toda a área. Foi necessário ir além e fazer o TI ser o centro propulsor da inovação da companhia para garantir toda o ganho de inteligência na análise de dados”, ressalta o executivo.

“Com isso, evoluímos de uma capacidade de processamento de blocos de 1 milhão de linhas e atingimos 2,8 bilhões de linhas de uma vez só. Isso significa que investigávamos 2 meses de dados de um hospital e hoje, de uma vez só, analisamos sete anos da companhia. Isso representa um salto de 1,4 milhão de linhas analisadas por hora para 360 milhões de linhas/hora.”

A cada dia, 500 mil procedimentos (do simples hemograma à cirurgia complexa) são autorizados ou negados instantaneamente pelos nossos sistemas que conectam um quarto dos beneficiários de planos de saúde no País com o restante da cadeia: 43 operadoras de planos de saúde, 140 mil prestadores de serviço e 11 mil farmácias que oferecem programas de desconto aos beneficiários de planos de saúde.

Ahpaceg reúne-se com representantes do Sírio-Libanês

Ahpaceg reúne-se com representantes do Sírio-Libanês

Essa é a primeira vez que prestadores, operadora e compradores de serviços de saúde reúnem-se em Goiás para tratar da assistência médico-hospitalar e com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês

Diretores e associados da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg) reuniram-se, no dia 20 de março, com representantes do Hospital Sírio-Libanês para tratar de assuntos relacionados à saúde suplementar e ao setor hospitalar em Goiás, incluindo a criação de um novo produto focado no mercado empresarial. A reunião aconteceu na sede da Associação com a participação do presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, dos vice-presidentes Gustavo Clemente e Gustavo Gabriel Rassi, do diretor de Contratos e Convênios, Valney Luiz da Rocha, e de associados.

Participaram também os diretores da Unimed Goiânia, Sérgio Baiocchi e Adriano Alfredo Brocos Auad, e o secretário Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia, Alessandro Magalhães, além do presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio), Marcelo Baiocchi, e do presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), Rubens Fileti.

Especialista em Administração Hospitalar e Serviços de Saúde, o médico André Osmo e sua equipe, todos do Hospital Sírio-Libanês, apresentaram uma proposta de consultoria às unidade de saúde goianas, incluindo, por exemplo, a definição e monitoramento de indicadores assistenciais, a realização de estudo de perfil de clientes e promoção de capacitação. Eles também abordaram a implantação de modelos de atenção primária e secundaria especializada em hospitais de referência. A proposta será analisada pela Ahpaceg.

Haikal Helou considerou a reunião muito produtiva e que resultará em novidades que vão contribuir para melhorar significativamente a assistência médico-hospitalar em Goiás, proporcionando aos pacientes maior resolutividade, segurança e qualidade no atendimento. “Foi um encontro inédito em Goiás e o início de um trabalho de governança corporativa em saúde, que coloca frente a frente, pela primeira vez no Estado, representes de operadora, prestadores e compradores de serviços de saúde. Reunimos quem presta, quem intermedeia e quem compra o serviço, pois ter todos esses players debatendo qualidade, custos e resultados é a única forma de melhorar o cenário da saúde no Estado”, disse o presidente da Ahpaceg.

Roche anuncia novo líder para a unidade de negócios Foundation Medicine

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A Roche, pioneira global em biotecnologia, anuncia Marcelo Oliveira como novo Diretor Foundation Medicine, no Brasil - empresa health tech do Grupo focada em análises genômicas. Com mais de 19 anos de experiência no setor farmacêutico, o executivo assume o cargo antes ocupado por Matheus Vieira, que passou a liderar uma frente de estratégia da Foundation Medicine na sede da Roche, Suíça.

Marcelo liderou unidades de negócios em Oncologia e Specialty Care em diversas empresas do setor. O executivo é graduado em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão de Negócios e Marketing, pela Universidade Católica de Salvador e pela UNIFACS, respectivamente. No novo cargo, dará continuidade ao desafio de consolidar o conceito de medicina personalizada no país, caminhando lado a lado com o propósito da farmacêutica em promover acesso às soluções de saúde para os pacientes brasileiros.

“É uma honra após 10 anos retornar à Roche Farma Brasil – agora em uma unidade de negócios como a Foundation Medicine, que reforça o engajamento do grupo com o tratamento personalizado do câncer no País”, afirma Marcelo.

As soluções de informação molecular Foundation Medicine estão presentes no Brasil desde 2016. Os serviços são destinados a pacientes com cânceres agressivos e/ou avançados, proporcionando aos médicos informações detalhadas sobre a constituição molecular individual dos pacientes com câncer. Por meio do resultado, é possível adotar um tratamento mais personalizado.

Sobre a Foundation Medicine

A Foundation Medicine no Brasil representa o compromisso da Roche em aprofundar seu entendimento sobre a biologia e imunobiologia do câncer para oferecer medicamentos e testes cada vez mais inovadores. A Foundation Medicine conta com três produtos que oferecem uma completa linha de perfis genômicos de todos os tipos de câncer, por meio de resultados de relevância prática e validados mundialmente. Os serviços são aliados importantes para a tomada de decisão do médico no combate ao câncer e visam melhorar os cuidados do dia a dia com pacientes. Trata-se de uma ferramenta estratégica para as necessidades de pesquisadores e desenvolvedores de novos medicamentos, contribuindo com os avanços na ciência molecular em oncologia no país. Para informações no site: foundationmedicine.com.br.

Sobre a Roche

A Roche é uma empresa global, pioneira em produtos farmacêuticos e de diagnóstico, dedicada a desenvolver avanços da ciência que melhorem a vida das pessoas. Combinando as forças das divisões Farmacêutica, Diagnóstica e Diabetes, a Roche se tornou líder em medicina personalizada - estratégia que visa encontrar o tratamento certo para cada paciente, da melhor forma possível. É considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, com medicamentos verdadeiramente diferenciados nas áreas de oncologia, imunologia, doenças do sistema nervoso central, entre outras. A empresa também visa melhorar o acesso dos pacientes às inovações médicas trabalhando em parceria com todos os públicos envolvidos na cadeia da saúde. Para mais informações, visite roche.com.br

A saúde baseada em valor é um desafio no Brasil, segundo a ABIIS

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A construção de uma relação de confiança entre fabricantes, médicos, pagadores e hospitais no Brasil é um dos principais desafios para a entrega de um assistência baseada em valor, na opinião do presidente da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), Walban Damasceno de Souza. Ele participou do 1º Congresso Latino-Americano de Valor em Saúde (CLAVS’19), no dia 19 de março, em São Paulo.

“É preciso investimentir em infraestrutura. Não coletamos informações suficientes. Como vamos discutir um modelo de compartilhamento de risco baseado na confiança, se não há dados de qualidade? O que permitirá essa construção são as evidências, fatos e dados”, afirmou. Mas, para ele além de criar processos e gerar dados, todos os atores da cadeia precisam se compromentar com o trabalho conjunto. “Cada um tem a sua visão e uma experiência importante e juntos vão aportar valor no desenvolvimento deste processo”, completou.

A sustentabilidade é outro desafio. “O modelo atual de faturamento não colabora para construção de um modelo de pagamento baseado em valor. O modelo precisa ser sustentável, transversal e equilibrado”, defendeu o presidente da ABIIS.

A falta de uma forma sistemática, eficaz e padronizada de captar qual o envolvimento dos profissionais de saúde para prescrição e utilização das tecnologias médicas é também outro desafio para Walban Damasceno de Souza. “É preciso haver protocolos e exigir que eles estejam intimamente ligados aos resultados que são esperados. Estamos falando do compromisso comportamental de todos os envolvidos na utilização das tecnologias ”.

Ele destacou que a ABIIS é uma aliança que se destina a fomentar estudos, dados e debates, em três pilares: aprimoramento institucional dos órgãos reguladores e a coerência regulatória; incorporação racional de tecnologias – enfatizando a necessidade de critérios diferentes para incorporação de tecnologias médicas, quando comparados com medicamentos; compliance e ética. “Estamos muito acostumados a falar da relação ganha-ganha. Mas eu defendo a relação ganha-ganha-ganha. Enquanto não conseguirmos equalizar a situação para que fornecedores, prestadores de serviço (e fontes pagadoras) e também pacientes sejam considerados, não vamos avançar”, disse. E lembrou que “o Brasil é um ‘continente’, com diferenças regionais e sociais importantes que precisam ser observadas. Precisamos entender transversalmente o sistema e como podemos trabalhar em parceiras”.

Também participaram do painel ‘Medindo valor de medicamentos e dispositivos médicos’, o professor da FGV, Gonzalo Vecina, a diretora do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos, Rosana Mastellaro, e o presidente eleito da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga.

Sobre a ABIIS:

A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS nasceu em 2011, da união das entidades Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – ABIMED, Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI e Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial – CBDL; interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em Saúde no Brasil. Com o apoio da Advanced Medical Technology Association – AdvaMed, a ABIIS é formuladora de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade.

A ABIIS trabalha com foco em cinco pilares: Incorporação Racional de Tecnologias, Ambiente de Negócios Ético, Redução dos Custos da Saúde no Brasil, Aprimoramento Institucional dos Reguladores e Regulação Inteligente.

Fórum discute Qualidade da Atenção na Saúde Suplementar

Fórum discute Qualidade da Atenção na Saúde Suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promoveu nesta quarta-feira (20/03) o Fórum ANS sobre Qualidade da Atenção na Saúde Suplementar. O evento aconteceu no auditório da Confederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, e foi destinado a operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde. Na ocasião, houve o lançamento do Guia para a Implementação de Modelos de Remuneração Baseados em Valor e assinatura de acordo de cooperação técnica com duas importantes entidades que darão reforço ao Projeto Parto Adequado: a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO) e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

O Fórum, que contou com a participação de quase 150 pessoas de mais de 80 entidades, muitos deles parceiros de projetos da Agência, abordou assuntos fundamentais para aprimorar a gestão e a qualidade dos serviços de saúde para os beneficiários de planos, como: modelos de remuneração baseados em valor na saúde suplementar; programas de indução da qualidade (projetos Parto Adequado, Atenção Primária em Saúde e Idoso Bem Cuidado); e rede de atenção oncológica na saúde suplementar (Projeto OncoRede).

Segundo o diretor de Desenvolvimento Setorial, Rodrigo Aguiar, "queremos que a melhoria da atenção à saúde seja a base de uma grande transformação no setor suplementar. É fundamental fomentar discussões a respeito do assunto, com o objetivo da aprimorar o cuidado e buscar modelos inovadores na forma de organizar o sistema e atender as pessoas com base na Atenção Primária, de modo preventivo, integrado e contínuo. Cada vez mais a Agência desenvolve programas e ações que estimulam as boas práticas nas operadoras em prol da melhoria da qualidade de vida dos beneficiários. No Fórum, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto projetos da Agência, debater sobre os temas relacionados à qualidade, bem como compartilhar experiências no setor".

Na abertura, o diretor anunciou que a ANS está desenvolvendo o projeto Consórcio Nacional para Mensuração de Desfechos em Saúde, em parceria com o Hospital Moinhos de Ventos (no Rio Grande do Sul), por meio do programa PROADI-SUS, com o objetivo de avaliar o desempenho das instituições hospitalares privadas do Brasil. E que está elaborando um painel de indicadores de qualidade que considera as características demográficas, culturais e do sistema de saúde suplementar brasileiro.

O diretor-adjunto de Desenvolvimento Setorial, Daniel Pereira e a gerente-executiva de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial da ANS, Ana Paula Cavalcante, também participaram da abertura do evento.

Modelos de remuneração baseados em valor na saúde suplementar

O evento teve início com a discussão sobre modelos de remuneração baseados em valor na saúde suplementar. Ana Paula Cavalcante explicou que a proposta significa reorganizar a forma de pagamento aos profissionais, clínicas e hospitais, de modo a contemplar a melhoria da qualidade dos serviços prestados aos beneficiários de planos, além de incentivar a redução de custos desnecessários. Priscilla Brasileiro, coordenadora substituta, também participou do painel, onde houve também o lançamento do Guia para a Implementação de Modelos de Remuneração Baseados em Valor, que já está disponível no site da ANS.

Entre os parceiros convidados, o diretor-superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein, Miguel Cendoroglo Neto, apresentou a experiência do hospital com modelos de remuneração baseados em valor. O presidente da Federação de Hospitais da Bahia e vice-presidente da Confederação Nacional da saúde, Marcelo Britto, abordou um Modelo de Remuneração Inovador na Saúde Suplementar, o "Capitation Reverso". O diretor nacional de Inovação e Estratégia da Amil, Eduardo Reis Maia, compartilhou a experiência da operadora com modelos de remuneração.

Estímulo ao parto normal

A programação do Fórum incluiu a formalização da assinatura do Acordo de Cooperação Técnica do Projeto Parto Adequado com a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO), representada por Kleyde Ventura, presidente da Associação, e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), representada por Juvenal Barreto, diretor de Defesa Médica e Valorização Profissional da Federação, que agora se unem à ANS, ao Hospital Albert Einstein e ao Institute for Healthcare Improvement (IHI) na iniciativa. A diretora de fiscalização da ANS, Simone Freire, participou ao lado do diretor Rodrigo Aguiar e da coordenadora do Projeto, Jacqueline Torres, da formalização da parceria. O objetivo é aprimorar o diálogo com os profissionais de saúde, especialmente enfermeiros obstetras e médicos, contribuindo na elaboração ou revisão de materiais técnicos, colaborando na elaboração de protocolos de trabalho de assistência ao parto por enfermeiros e médicos, realizando visitas às maternidades participantes e favorecendo oportunidades de engajamento, troca de experiências, formação e treinamento para os profissionais. Essas iniciativas serão fundamentais também para incrementar o suporte científico ao Parto Adequado.

Desde a sua criação, em 2015, o Projeto Parto Adequado, que tem como objetivo estimular os partos normais na saúde suplementar, já evitou 20 mil cesarianas desnecessárias. Jacqueline Torres fez um balanço dos quatro anos de experiência do Projeto. Débora Coutinho, da Petrobras; Mariana Haddad, do Hospital São Francisco Instituto Vida e Jeyner Valério Júnior, da operadora Unimed Jabuticabal, falaram sobre seus resultados como participantes.

O Parto Adequado conta hoje com 113 hospitais participantes, sendo 87 da rede privada e 26 da rede pública de saúde. Dados da ANS apontam que, em 2015, a taxa de partos cesáreos chegava a 84,6% na saúde suplementar. Em 2017, a taxa caiu para 83%. O objetivo do programa é que a taxa de partos normais aumente entre os participantes, chegando a 40%, e que essas mudanças positivas estimulem a adesão de mais hospitais a iniciativas em prol da saúde das gestantes e dos bebês. Já está comprovado cientificamente que o trabalho de parto é bom para a saúde dos bebês, uma vez que têm menos chances de desenvolver doenças como asma, diabetes, alergias e obesidade. Já as mães evitam riscos inerentes às cirurgias e se recuperam mais rapidamente, além de terem a amamentação favorecida.

Conheça mais sobre o Projeto Parto Adequado.

Atenção Primária à Saúde

No painel sobre Atenção Primária à Saúde (APS) e Idoso Bem Cuidado, o destaque foi o Manual de Certificação em Boas Práticas em APS e o Processo de Certificação em APS. A atenção primária é uma estratégia de organização dos serviços de saúde para responder forma, preventiva, contínua e sistematizada às necessidades da população atendida, integrando ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos e comunidades. A ANS editou o Manual para orientar as operadoras de planos organizarem suas operações e os serviços prestados por suas redes conveniadas ou credenciadas nesse sentido. Operadoras que atenderem aos requisitos necessários poderão ser certificadas, tendo a qualidade de seus serviços reconhecida por instituições especializadas e autorizadas pela ANS para verificar o nível de qualidade. Contribuíram nesse debate Daniel Knupp, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMF) e Renato Veras, da Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UnATi/UERJ).

O Projeto Idoso Bem Cuidado, que atualmente integra o Projeto de Atenção Primária à Saúde (APS), é um modelo inovador de atenção aos idosos, que tem como objetivo estimular o debate acerca do cuidado ao idoso na saúde suplementar, com foco em melhorias de qualidade e na prestação de serviço em todos os níveis de atenção - em especial no primeiro nível, a chamada porta de entrada ou cuidados primários. As operadoras de planos Notredame (representada por Walter Moschella Júnior) e Unimed Belém (representada pelo Dr. Yuji Ikuta) compartilharam suas experiências nesse Projeto, em debate que contou com a contribuição de Martha Oliveira, diretora de estratégias e novos negócios na Qualirede e ex-diretora da ANS.

Conheça mais sobre o Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde.

Rede de atenção oncológica na saúde suplementar (OncoRede)

A reorganização da Rede de Atenção Oncológica no setor foi o tema de encerramento do evento. Uma rede oncológica integrada e resolutiva é fundamental em um contexto que reúne o crescimento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o aumento da expectativa de vida e uma consequente elevação da incidência dos cânceres na população brasileira. Em função disso, a ANS está elaborando a Certificação em Boas Práticas na Atenção Oncológica (OncoRede), como forma de reconhecer as operadoras de planos de saúde que demonstrem maior qualidade na prestação dos cuidados aos pacientes com câncer. Eduardo Neto, coordenador da ANS, apresentou o tema, acompanhado das experiências com atenção oncológica integral das operadoras Unimed São Sebastião do Paraíso (representado pelo Dr. Matheus Colombaroli) e Unimed Recife (representado pela Dra. Penélope Araújo). A debatedora do painel foi Germana Hunes, diretora do Hospital do Câncer IV/Inca.

A Certificação OncoRede visa a implantação de um novo modelo de cuidado a pacientes oncológicos beneficiários de planos de saúde. O modelo propõe um conjunto de ações integradas capazes de reorganizar e aprimorar a prestação de serviços de atenção oncológica no país. A ANS convidou entidades parceiras ligadas ao tratamento de pacientes oncológicos para compor um Comitê Consultivo, que será responsável pela elaboração da Certificação de Boas Práticas em Atenção Oncológica.

Conheça mais sobre o Projeto OncoRede.

O evento foi transmitido via Periscope. Para assistir ao Fórum ANS sobre Qualidade da Atenção na Saúde Suplementar acesse o sitehttp://www.periscope.tv/ e procure o perfil ANS reguladora.

Porto Seguro Saúde lança plataforma de orientação médica por telefone e vídeo

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O Porto Seguro Saúde anuncia o "Alô Saúde", uma plataforma de orientação médica por telefone e vídeo chamada, totalmente gratuito para segurados e seus dependentes. Além disso, serviços como orientação nutricional, esportiva e especializada para gestantes também são disponibilizados. "Não há limite de atendimento, o Alô Saúde funciona 24h, em qualquer dia e é válido para todas as especialidades e idades. A plataforma dispõe de enfermeiros, médicos e especialistas treinados e capacitados reunidos em uma central exclusiva, sempre à disposição dos segurados", explica a Superintendente de Negócios do Porto Seguro Saúde, Mônica Bortolossi.

Serviços e diferenciais do Alô Saúde

  • Orientação e aconselhamento médico personalizado

Serviço de orientação e triagem médica com equipe de profissionais para apoiar o paciente em caso de dúvidas sobre um diagnóstico ou tratamento e que necessite ou queira um parecer. Médico de família e enfermeiros fornecem suporte abrangente para antes, durante e após o respectivo processo.

  • Acompanhamento de gestantes

O programa de atendimento à gestante consiste em orientar e esclarecer dúvidas durante o período gestacional até o puerperal (período que decorre desde o parto até que o estado geral da mulher volte às condições anteriores à gravidez). "O apoio e acolhimento às mães é um dos diferenciais da plataforma. Além do esclarecimento de dúvidas e orientações gerais, é possível acompanhar a gestante em todas as fases, explicar Mônica.

  • Orientação esportiva e nutricional

O acompanhamento tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos segurados, por meio do incentivo à adoção de hábitos saudáveis e programas de promoção à saúde: perda de peso, aumento de massa muscular, orientação para gestantes e lactantes, entre outros. Profissionais habilitados vão indicar cardápios adaptados à necessidade de cada pessoa, programas de treinamento individuais e especializados, além do acompanhamento mensal.

"A Porto Seguro sempre preocupada em melhorar a jornada de seus clientes, disponibiliza este importante diferencial aos seus segurados. Tranquilidade, segurança, economia e atendimento de qualidade. É importante ressaltar que o Alô Saúde não substitui o médico, mas sim é uma iniciativa complementar, que visa orientar o paciente com maior comodidade de conversar com médicos e enfermeiros 24 horas por dia, sem sair de casa e sem filas. É a Porto Seguro Saúde tratando da saúde de forma ainda mais gentil", conclui Mônica.

Para o segurado que tenha o plano e queira usar o Alô Saúde, basta entrar em contato por telefone no 0800 ou pelo site do programa.

AbbVie Anuncia Novo Diretor para Oncologia e Especialidades no Brasil

Eder Martins - Diretor de Oncologia - AbbVie

A biofarmacêutica global AbbVie anuncia a nomeação do executivo Eder Martins, para a Diretoria de Oncologia e Especialidades. Com formação em Farmácia e Bioquímica, pela Universidade de São Paulo, e MBA em Marketing pela FGV, Eder Martins traz para a AbbVie mais de 10 anos de experiência no setor, tendo exercido importantes funções em outras indústrias farmacêuticas como AstraZeneca e Janssen.

Entre suas principais atribuições, Eder continuará a consolidar a AbbVie no mercado de Oncologia. Recentemente, a AbbVie recebeu aprovação no Brasil para o primeiro medicamento em sua categoria (inibidor de BCL-2), venetoclax, com indicação para Leucemia Linfocítica Crônica e Leucemia Mieloide Aguda. Globalmente a AbbVie desenvolve pesquisas (em diferentes fases) entre novas moléculas e novas indicações de medicamentos já aprovados para mais de 40 tipos de câncer que hoje dispõem de opções limitadas de tratamento.

Norma altera regulamento dos planos de saúde de 47 milhões de pessoas

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Conjunto de mudanças causam profunda alteração no negócio dos planos de saúde e a relação com os clientes, na casa de 47 milhões de beneficiários, segundo dados da ANS de dezembro de 2018. Uma das mais importantes é a Resolução Normativa – RN n. 443, de 25 de janeiro de 2019 – que dispõe sobre a adoção de práticas mínimas de governança corporativa, com ênfase em controles internos e gestão de riscos, para fins de solvência das operadoras de planos de assistência à saúde.

De acordo com José Luiz Toro da Silva, presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Saúde Suplementar (IBDSS), a norma visa estimular a adoção de boas práticas de governança corporativa pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. Poderá significar um verdadeiro marco na regulação dos planos de saúde.

O diretor da DIOPE  - Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras, Leandro Fonseca, afirmou que “..estudos apontaram que boa parte do setor regulado possui práticas de governança corporativa e gestão de risco pouco maduras” e que “é de interesse da sociedade, principalmente de quem contrata e uso os serviços, saber se as operadoras observam práticas de gestão que internalizem condutas adequadas e reduzam risco de descontinuidade de suas operações por conta de falhas de controles internos e baixa capacidade de gestão de riscos, o que fortalece a sustentabilidade do setor e ajuda a proteger os interesses dos beneficiários”.

As principais mudanças foram listadas por José Luiz Toro:

1. A norma estabelece que as práticas e estruturas de governança, controles internos e gestão de riscos implementadas pelas operadoras devem ser efetivos e consistentes com a natureza, escala e complexidade das suas atividades, respeitadas as características e estruturas estabelecidas nos seus estatutos ou contratos, bem como que devem considerar os princípios de transparência, equidades, prestação de contas e responsabilidade corporativa.

2. Estabelece a necessidade de se implementar sistemas de controles internos voltados para suas atividades e seus sistemas de informações financeiras, operacionais e gerenciais, com vista a assegurar a confiabilidade das informações, dados e relatórios produzidos, bem como a busca na utilização eficiente dos recursos, com eficácia em sua execução, e o atendimento à legislação e às normas internas aplicáveis à operadora.

3. A gestão de risco deve ter como objetivos: a) uniformizar o conhecimento entre os administradores quanto ao risco das suas atividades, em especial aqueles relacionados aos riscos de subscrição, de crédito, de mercado, legais e operacionais; b) conduzir tomadas de decisão que possam dar tratamento e monitoramento dos riscos e consequentemente aperfeiçoar os processos organizacionais e controles internos da operadora; e c) promover a garantia do cumprimento da missão da operadora, sua continuidade e sustentabilidade alinhadas aos seus objetivos.

Para o presidente do IBDSS, a verificação dos processos de governança, gestão de riscos e controles internos das operadoras irá ocorrer através do envio anual do Relatório de Procedimento Previamente Acordados – PPA, elaborado por auditor independente, tendo por base os dados do exercício antecedente, sendo que será obrigatório, a partir de 2023, para as operadoras de grande e médio portes, e administradoras de benefícios, e facultativo para as operadoras de pequeno porte e as operadoras classificadas nas modalidades de Autogestão por Departamento de Recursos Humanos.

Toro destaca que até a citada data, a adoção dos mencionados processos será facultativa, porém a ANS irá estabelecer incentivos regulatórios, ou seja, a possibilidade de redução de fatores de capital regulatório a ser observado para a atuação no setor de saúde suplementar para aquelas operadoras que cumprirem todos os requisitos de boas práticas estabelecidos pela ANS. Os fatores reduzidos de capital regulatório serão regidos por resolução normativa específica que ainda será editada.

Os efeitos imediatos da aplicação da norma são verdadeira mudança na cultura das operadoras, bem como expressivas iniciativas em capacitação e treinamento, entre outros aspectos, sendo que os incentivos regulatórios irão prestigiar aquelas operadoras que cumprirem os mencionados requisitos de boas práticas de governança corporativa.

Médicos comemoram sucesso do projeto “Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil”

Desde que o Ministério da Saúde, em parceria com cinco Hospitais de Excelência no Brasil implantaram o projeto “Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil” em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), em junho de 2018, os profissionais envolvidos no programa têm comemorado os resultados positivos do trabalho em conjunto.

O projeto colaborativo faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) e tem como parceiros o Hospital Alemão Oswaldo Cruz; Hospital do Coração; Hospital Israelita Albert Einstein; e Hospital Sírio Libanês, todos localizados em São Paulo; e ainda o Hospital Moinhos de Vento, do Rio Grande do Sul. O objetivo dessa iniciativa é orientar os profissionais de saúde dos 119 hospitais públicos participantes, que prestam serviço para o SUS, quanto às melhores práticas para o cuidado do paciente. Também visa aumentar a segurança e diminuir as taxas de infecção relacionadas a assistência da saúde nos hospitais do SUS em 50% até 2020. “É um projeto que trabalha não só a questão técnica, metodológica, mas também outros aspectos que ajudam no desenvolvimento da cultura de segurança das instituições,” contou a Dra. Elenara Ribas, Responsável Técnica pelo projeto no Hospital Moinhos de Vento.

Na prática, o “Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil” capta ideias de todas as pessoas que trabalham dentro das unidades de terapias intensivas (UTI’s) para achar uma solução que cumpra as regras de prevenção previstas na metodologia do Institute for Healthcare Improvement. A gerente de qualidade do Hospital Israelita Albert Einstein, Dra. Claudia Garcia, acredita que a iniciativa tem contribuído para o intercâmbio de ideias e conhecimento. “A grande mudança que temos feito com essa parceria é essa questão do aprendizado. Primeiro, definimos já no começo qual é a nossa meta, depois, damos método para isso, pensando em como mobilizar as equipes para elas entenderem qual o conceito de melhoria para aprenderem a fazer este ciclo, trocando ideias e implementado para ver como funciona. E, por fim, ocorre um movimento dessas organizações em prol de achar a melhor forma de conseguir concluir todas as etapas da iniciativa,” disse.

Os resultados já começaram a aparecer. Segundo documento divulgado pela Secretaria de Saúde, a meta era diminuir em 30% os casos de infecção relacionadas à assistência à saúde. Nos primeiros 11 meses foi registrada a diminuição de 32% dos casos. Dra. Elenara afirma que próximo passo será aumentar a equipe para ser multiplicadora dessas práticas e que elas possam ajudar ainda mais o sistema de saúde. “O principal trabalho vai ser para consolidação e sustentabilidade dos resultados alcançados, pois além da implantação das orientações que já são conhecidas, e que já são diretrizes da Anvisa no Brasil para diminuição das infecções, nós também trabalhamos com esses hospitais questões de trabalho em equipe, de envolvimento de paciente e família na prevenção de infecções, além da função da liderança da alta gestão das organizações para prevenção de infecções,” ressaltou.

Antes de atingir o resultado positivo, alguns hospitais da rede pública tiveram que passar por algumas adaptações, mas não foi preciso gastar recursos públicos para se chegar a uma solução, conforme garantiu a superintendente de Qualidade e Responsabilidade Social do HCor, dra. Bernadete Webber. “Às vezes para cumprirmos esses passos, depende de algum tipo de recurso. Por exemplo, quando eu quero evitar uma pneumonia com ventilação mecânica, recomenda-se que a cabeceira da cama do paciente fique deitada em 30º. Muitos hospitais ainda têm camas com manuseio de manivelas e eles não conseguem necessariamente manter o leito em 30º. Então, se a sua cama não tem essa possibilidade de elevar o leito de modo automático, como conseguir alcançar as normas com o recurso que você tem nas mãos? Com essas diretrizes, ele vai achar uma forma de deixar a cama elevada nos 30º”, afirmou.

De acordo com os dados do Ministério de Saúde, com a implantação do projeto espera-se salvar 8.500 vidas nas 120 UTI’s dos hospitais participantes e reduzir em R$ 1,2 bilhão os desperdícios. Com a diminuição do número de infecções consegue-se conter o tempo de permanência do paciente, utilizando menos insumos e gerando menos gastos. Segundo os dados mais recentes divulgados pela Revista do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), a mortalidade associada aos eventos adversos está entre a 1ª à 5ª causas de óbito no Brasil.

“Com o apoio do Institute for Healthcare Improvement (IHI), os cinco hospitais filantrópicos de excelência, por meio do projeto PROADI-SUS, estão demonstrando a potência que existe em um projeto colaborativo de melhoria de qualidade, atuando com método e com engajamento dos participantes, num ambiente de aprendizagem contínua, onde todos ensinam e todos aprendem," finalizou o diretor do Instituto de Qualidade e Segurança do Hospital Sírio-Libanês, Dr. José Mauro Vieira Jr.