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Medicina Diagnóstica: mercado e tendências

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Na semana passada fomos convidados a participar do 1。Bootcamp Abramed de Jornalismo em Saúde. A iniciativa teve como objetivo aproximar os veículos de comunicação dos principais executivos das marcas associadas. Na manhã de palestras, foram abordados temas de mercado, mitos e verdades sobre o setor, e a importância da Medicina Diagnóstica.

Lídia Abdalla, presidente executiva do Laboratório Sabin, contextualizou a amplitude da discussão. Passam pela responsabilidade da medicina diagnóstica os pontos de identificação de fatores de risco, através de exames laboratoriais ou de imagens, screening populacional com a medicina preventiva, o diagnóstico propriamente dito, suporte ao prognóstico e estabelecimento de tratamento. Além do monitoramento da condição após a sua identificação para verificar a evolução ou efetividade do tratamento escolhido. Hoje 95% das patologias podem ser identificadas precocemente, com altas chances de cura/controle para o paciente, impactando não somente a sua vida, mas também os custos do setor.

“Um grande exemplo é a diabetes, 50% dos pacientes diabéticos não têm o conhecimento que possuem a doença. Isso só é descoberto através da realização de exames. A diabetes é uma doença crônica, sem cura, mas com possibilidade de monitoramento. Se bem tratada a condição, o paciente pode viver com alta qualidade de vida, ao contrário, pode sofrer com complicações sérias, como a doença renal, e até risco de vida, em último caso.”, disse ela.

A medicina observada hoje, reativa, ainda é contrária ao que a Associação espera no futuro. Segundo Leandro Figueira, diretor de relacionamento da Alliar, a medicina preventiva ainda está caminhando. E é preciso começar a dimensionar o quanto a não-responsabilidade da sociedade com as questões de prevenção sensibiliza a sustentabilidade do sistema. Se olharmos uma determinada população, na mesma faixa etária, os pacientes “doentes” custam em média sete vezes mais caro do que os saudáveis. Então existe toda uma questão social do “parar de fumar” ou mesmo discussões de como distribuir essa “conta” na sociedade.

Entre 1950 e 2000, a ONU estima que houve um aumento de 20 anos na expectativa de vida. E pouco menos de vinte anos depois, Leandro diz que as repercussões deste fato ainda são desconhecidas para os custos a longo prazo do sistema. Em função do aumento da sobrevida, e consequente envelhecimento populacional, observou-se um aumento na incidência das doenças crônicas. Descobertas como a genômica estão levando a medicina para um novo caminho, e com auxílio de outras tecnologias, transformando todas as atividades do setor de saúde, de forma geral.

Outra consequência do aumento da expectativa, de acordo com Conrado Cavalcanti, coordenador médico do Hospital Sírio Libanês, é o crescimento no número de exames realizados. “Em 2015 a área suplementar de medicina diagnóstica fez 740 milhões de exames [7% menor do que 2016], isso vem crescendo e em 2017, o número chegou a quase 820 milhões [3% maior do que em 2016]. Note que existe um crescimento nos exame, mas uma tendência de desaceleração”. Outro dado interessante do Painel Abramed é que apesar deste crescimento, a proporção de gastos com exames diagnósticos na despesa assistencial caiu ligeiramente nos últimos anos: 21,46% em 2015, 21,37% em 2016 e 20,75% em 2017.

Ainda sobre dados, Wilson Shcolnik, gerente de relacionamento do Fleury, se posicionou sobre a importância de combater as fake news. Ele contou que muitos nomes importantes, da mídia, governo e setor ecoaram um dado falso sobre o desperdício em medicina diagnóstica, de que 30% dos exames realizados são são retirados. A Abramed então decidiu promover um estudo sobre o tema e concluiu que apenas 3,5% dos exames são de fato, desperdiçados.

Leandro retomou a discussão sobre a superutilização de exames vs desperdício e lembrou da importância primordial desse recurso para o sistema. Quando falamos de medicina preventiva, estamos nos referindo a exames, que realizamos, muitas vezes sem sintomas, mas com indicações fundamentadas, que possam detectar uma situação médica em um estágio inicial. 60% dos casos de câncer no Brasil são diagnosticados nos estágios 3 e 4, estágios já avançados. O custo dessas patologias é 80% mais caro para o sistema do que em estágios iniciais, e infere uma redução sensível nas chances de cura. Outro ponto é que 70% das decisões médicas são apoiadas por resultados de exames laboratoriais, e em ambientes cirúrgicos, 97% dos procedimentos necessitam de exames complementares, afim de serem realizados de forma responsável.

Ele defendeu que exames preventivos e monitoramento de doenças, que muitas vezes apresentam resultados normais, não podem ser considerados desperdício. “Hoje não existem dados que façam correlação entre o resultado do exame e o histórico clínico, no Brasil. Então de um exame normal, não se consegue saber se é uma pessoa que está sendo monitorada, realizando um exame preventivo, ou se é uma pessoa que não tem indicação. Qualquer afirmação sobre isso [desperdício] sem ter correlação clínica e laboratorial, é leviana”, disse o executivo.

Sobre o aspecto econômico, a Medicina Diagnóstica, na área suplementar, é um setor que gerou 45 bilhões de reais em 2017. Mas, de acordo com um estudo realizado em parceria com a FGV, conta Conrado, o setor tem um impacto de 0.6 para cada real sobre os setores fornecedores, então o PIB indireto chega a 55 bilhões. No ano passado, a despesa do setor, que é responsável por 20% dos custos da saúde privada, girou em torno de 30 bilhões.

Eliezer Silva, diretor de medicina diagnóstica do Hospital Albert Einstein, disse que tão importante quanto esses números, é o capital humano relacionado. “2 milhões de pessoas trabalham na área da saúde, 10% a 15% destas, no setor de medicina diagnóstica. Quando colocamos a importância da medicina diagnóstica no processo assistencial, vêmos o enorme impacto na capacidade produtiva do ser humano, que não passa só pela saúde, mas também pelo seu bem estar. Indivíduos saudáveis vivem melhor e são mais produtivos. É uma mensagem que não aparece muito, porque vêmos os números da medicina diagnóstica enquanto geradora de riqueza, mas o maior aspecto de contribuição deste setor para a saúde, é o bem estar do capital humano”

Ao entrar no ponto de apostas e inovações para o setor, e posicionamento Brasil no ambiente global, Emerson Gasparetto, vice-presidente da DASA, provoca dizendo que dentro da medicina diagnóstica, não existe praticamente nenhuma tecnologia avançada que já não exista dentro do Brasil. “Diferentemente de 20, 30 anos atrás, que buscávamos tecnologia nos EUA, hoje nós não precisamos mais, a tecnologia está no Brasil. O governo americano gasta 17% do PIB, são 3 trilhões de dólares, e tem uma das piores sobrevidas em termos de custo-benefício, ou seja, eles não estão gastando eficientemente.”, e continua, ”Nos últimos anos houve uma corrida muito pautada em novos equipamentos, novos exames, e começamos a mudar isso de uns tempos pra cá. Faço um paralelo com carros. Se antes desejávamos carros mais potentes, hoje prezamos pela economia e adaptados aos nossos desejos. Houve um shift na saúde para um foco mais centrado no paciente”, diz ele.

Em relação às tendências, Emerson observa que há três anos, a RNSA, maior congresso de radiologia do mundo, exibia inovações sobre equipamentos. Já na última edição, quase nada sobre lançamentos ou novidades de máquinas, mas sim analytics, AI e derivados. Gustavo Meirelles, gestor médico em radiologia com ênfase em estratégia e inovação do Fleury finalizou discutindo a transformação dos jargões envolvendo medicina e inovação: de “O médico o receberá agora”, para “O computador o receberá agora” e finalmente “O paciente o receberá agora”, ilustrando a nova relação entre médico, tecnologia e paciente. O consumerismo chegando a saúde.

Doctoralia Brasil já representa mais da metade do faturamento do grupo

Fashion woman using tablet with sunbeams and lens flare
Fashion woman using tablet with sunbeams and lens flare

O ano de 2018 foi excelente para a Doctoralia, plataforma que conecta profissionais de saúde e pacientes, pois a operação no Brasil cresceu em ritmo acelerado e assumiu a liderança no ranking de receita do Grupo Docplanner, composto por 15 países. Fundado em 2012 na Polônia e detentor da marca Doctoralia, o grupo representa hoje o maior marketplace no setor de eHealth do mundo. Com escritório há apenas um ano e meio no Brasil (Curitiba), a plataforma cresce em ritmo acelerado e no balanço anual celebra o atingimento das seguintes marcas:

Indicador

Dez 2017

Dez 2018

Usuários únicos / mês

3.400.000

9.000.000

Visualizações mensais

12.000.000

33.000.000

Total de opiniões publicadas

345.000

415.000

Perfis de profissionais de saúde na base de dados

360.000

500.000

Agendamentos de Consultas

200.000

1.415.000

Funcionários

65

220

Evolução da receita 2017/2018

 110%

Para Carlos Eduardo Spezin Lopes, Country Manager da Doctoralia no Brasil, esse crescimento exponencial é atribuído à credibilidade e a conveniência da busca de informações validadas por profissionais de saúde e para agendamento de consultas. Além disso, os brasileiros são altamente conectados e cada vez mais usam a internet para facilitar o seu dia a dia. O crescimento de mais de 700% nos agendamentos através da plataforma mostra que o paciente está cada vez mais utilizando a Internet para cuidar da saúde. “Percebemos que tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde buscavam um meio digital para se conectarem, para transformar essa relação e torná-la mais humana. E é isso que fazemos, já que atuamos em dois ativos universais da humanidade: tempo e saúde. Essa causa é muito nobre e transformar essa experiência é algo muito gratificante e que nos enche de orgulho”, analisa o executivo.

Após celebrar crescimento superior a 100% em outros indicadores, tais como: número de usuários, page views (visualizações do site), número de funcionários, receita, entre outros, as expectativas para 2019 são promissoras. “O principal objetivo para este ano é crescer ainda mais e consolidar a marca Doctoralia como líder em plataforma de saúde e referência em agendamentos de consultas online, assim como fonte segura de informações sobre saúde na Internet”, explica o executivo.

Atualização e Expansão

2019 começou com uma atualização da plataforma, que além de repaginar o layout com uma interface mais moderna e funcional, oferece uma experiência ainda melhor tanto para o usuário/paciente quanto para os especialistas - profissionais de saúde de diversas áreas utilizam a Doctoralia para gerenciar seus consultórios, permitir que pacientes os encontrem e agendem consultas com a ajuda da Internet.

A empresa tem planos também de dobrar novamente a equipe e continuar crescendo no mesmo ritmo em todos os estados brasileiros. Até dezembro de 2019 a expectativa é chegar a 400 colaboradores. Há inclusive uma previsão de aumento de profissionais de saúde disponíveis na plataforma: ampliar dos atuais 500 mil para mais de 600 mil profissionais até o fim de 2019. “Quando o usuário pensar em um profissional de saúde, o ponto de partida dele será a plataforma Doctoralia”, enfatiza Lopes.

Já o Dr. Frederic Llordachs Marqués, médico cofundador e sócio da Doctoralia, explica que esse é um objetivo mundial da empresa. “Pretendemos expandir nossa liderança no Brasil e no mundo como plataforma de saúde. O Brasil e América Latina são mercados muito importante para nós. Vemos um enorme potencial de crescimento para os próximos anos”, comenta.

Big data, Inteligência artificial, sistemas... você sabe mesmo o que fazer com tantos dados?

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Vivemos em uma era em que toda empresa precisa ter um sistema tecnológico em seu negócio. Independente do segmento, difícil encontrar uma apresentação institucional que não mencione Big Data, Inteligência Artificial ou alguma tecnologia que prometa colher dados de clientes, fornecedores ou parceiros.

De acordo com uma pesquisa da Deloitte, realizada em novembro de 2018, 97% dos empresários brasileiros disseram estar programando investimentos para este novo ano que se iniciou. O estudo ainda apontou que 59% também pretendem adotar uma nova tecnologia para seus negócios.

Mas será que estamos verdadeiramente prontos para trabalhar com tais sistemas? Não duvido da usabilidade ou capacidade humana, mas a pergunta é: sabemos como usar essa tecnologia para traduzir as inúmeras informações ali encontradas em ações realmente assertivas?

Para exemplificar e tentar responder à questão, pensemos no processo de implantação de uma nova tecnologia em uma empresa. Você apresenta a plataforma, o que ela faz e os benefícios que espera gerar. Então, constrói um padrão de uso para ela. Treina e educa os profissionais para utilizarem esse padrão. Além de habilidade tecnológica, é preciso boa comunicação para explicar o que se espera do profissional e o porquê de usar a nova ferramenta dentro dos padrões estabelecidos. Depois, é preciso ter uma forma tão tecnológica quanto para medir a efetividade e detectar possíveis falhas.

Podemos definir essas etapas como Metodologia de Gestão. Esse é o grande diferencial de uma empresa que passa a usar a tecnologia em seus negócios. Com metodologia de gestão, a aplicação é bem estruturada, o profissional sabe qual é o seu papel dentro desse novo ecossistema e sabe que há um monitoramento para acompanhar a assertividade do programa.

Quantas empresas você conhece que tenham um método de gestão atrelado a sua tecnologia?

É normal que o processo caia na rotina, que uma etapa seja pulada em um dia de pressa, emergência ou por hábito antigo. Mas com a gestão eficaz você garante maneiras de enxergar esse ocorrido e medir os resultados do cumprimento ou não dos padrões.

Sem essa metodologia, vivemos como bombeiros corporativos, apagando incêndios que estavam sendo alertados, mas que não tínhamos recursos metodológicos para compreendermos.

Traduzindo para o meu ramo de negócio, da saúde, vemos empresas com aplicativos que registram os dados clínicos do paciente e que emitem alertas sonoros quando esses estão fora de parâmetro. Ótimo. E o que é possível fazer com isso? A resposta mais simples seria “chamar um médico diante de uma alteração”.

Ok, chame um médico, mas analise esse dado. Por que da alteração? O que mais o sistema nos mostra? Era possível evitar esse “incêndio” com outras ações?  O que precisamos analisar ou quais informações precisamos enxergar ali para ter as respostas?

O passo a passo para acionar o médico, socorrer rapidamente o paciente e analisar as informações certas de maneira adequada estarão contidos na metodologia de gestão de saúde. Somente ter a tecnologia e o dado não significa que você tomará a melhor decisão quando o sistema soar o alerta.

Analisar, tomar uma ação, medir sua eficácia, modificar e monitorar até evoluir. Transformar dados em ações conforme o previsto, dentro de processos e padrões. Essa é a metodologia de gestão. Sem ela, esperaremos o próximo alerta para apagar mais um “pequeno fogo”.

Nesse caminho, a reciclagem e capacitação são processos constantes. O atropelo do dia a dia engole passos fazendo com que sinais sejam ignorados. Com isso, abandonamos a estratégia, o crescimento e a gestão. Passamos a resolver as partes que o sistema indica, mas não vemos o todo que ele também é capaz de mostrar.

Sobre o Autor:

Tatiana Giatti – Diretora executiva da Saúde Concierge

Encontro discute ações para minimizar judicialização na Saúde

Encontro discute ações para minimizar judicialização na Saúde

O problema da judicialização da saúde no Brasil tem preocupado Estado, planos de saúde, gestores, profissionais da Saúde e do Direito e a população como um todo. Nos últimos dez anos o número de ações cresceu 130% em todo o país.

Em São Paulo, nas ações de primeira instância do período entre 2008-2017 o assunto 'medicamento' aparece como uma das solicitações em 73,86% dos casos, ocupando o primeiro lugar do ranking das razões das ações, seguida por órteses, próteses, meios auxiliares (67,58%) e exames (56,6%). Também em São Paulo, a justiça julgou procedentes 74% das ações de judicialização da saúde. Os dados integram estudo realizado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) a pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e divulgados na última segunda-feira (18/3).

Preocupado com as consequências desses casos e os custos envolvidos, em especial para o Sistema Público de Saúde, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) promove na próxima sexta-feira, 22, o workshop "Judicialização da Saúde", na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, com enfoque nas demandas sobre medicamentos. O evento contará com participação de integrantes do CRF-SP e autoridades e especialistas das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde de São Paulo, Instituto do Coração, Ministério Público e Poder Judiciário. Desde 2017 o CRF-SP tem realizado workshops e debatido o assunto com autoridades e especialistas da área de Direito, Farmácia, Medicina e gestores de Saúde em todo o Estado de São Paulo.

Para a secretária-geral do CRF-SP, farmacêutica especialista em saúde pública e gestão pública, Dra. Luciana Canetto, a participação de atores com diferentes vivências em relação às demandas judiciais de medicamentos garante uma pluralidade essencial para as discussões. "As presenças de juiz, procurador e gestores municipais e estaduais possibilitam a reflexão sobre as demandas judiciais para além do círculo dos profissionais de saúde. Por isso, esse workshop é muito importante para encontrar um caminho para diminuir essas demandas judiciais", afirma.

O encontro abordará também a assistência farmacêutica como uma das soluções para reduzir a judicialização, além de discutir ações como a revisão das listas de medicamentos, sugestões de alternativas medicamentosas e terapêuticas e contribuir com informações adequadas para magistrados, promotores e advogados. "O farmacêutico é um profissional que pode contribuir muito com esses casos devido ao seu conhecimento técnico-científico, uma vez que a maioria das ações judiciais em Saúde permeia a questão de medicamentos", relata a Dra. Luciana.

Aliando tecnologia à saúde, testes detectam doenças com rapidez e segurança

Senior woman having physical therapy.
Senior woman having physical therapy.

Integrar alta tecnologia à área da saúde é fundamental para agilizar atendimentos e gerar qualidade de vida às pessoas. Por isso, a MedLevensohn expõe seus produtos na 15ª edição da Abradilan Conexão Farma, uma das maiores feiras do mundo no setor da saúde e bem-estar.

O grande destaque da feira é um aparelho, o Microlife AFIB, que identifica, por meio de uma simples aferição da pressão arterial, a presença ou não da Fibrilação Atrial (FA), responsável por 25% dos AVCs de causa isquêmica e a principal causa de AVCs de causa tromboembólica. O produto é distribuído com exclusividade pela MedLevensohn no Brasil.

"Com mais de 15 anos de mercado, nossa empresa é reconhecida pela alta qualidade na criação e distribuição de produtos e serviços que melhoram a vida e o bem-estar das pessoas, por meio da prevenção e do controle de doenças crônicas e infecciosas. Além disso, o lançamento do Microlife AFIB este ano proporciona ganhos imensuráveis, uma vez que ele pode salvar vidas, detectando a FA em curto espaço de tempo e contribuindo para um tratamento eficaz e ágil", explica José Marcos Szuster, CEO da MedLevensohn.

Em 20 de março, Dr. Alexandre Chieppe, médico consultor da MedLevensohn, profere palestra sobre a Assistência Farmacêutica nas farmácias e drogarias. Especialista no assunto, ele é subsecretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. O debate conta com a participação do gerente do Projeto de Assistência Farmacêutica da MedLevensohn, Frederico Theobaldo.

Realizada de 19 a 21 de março, a Abradilan Conexão Farma ocorre no Expo Center Norte, das 14h às 21h, com transfer gratuito do Terminal Rodoviário Tietê, de maneira rotativa, e contará com mais de 20 horas de miniaulas voltadas à capacitação do varejo e aos profissionais do setor de saúde e bem-estar.

Baixo investimento e falta de regulação geram maioria de ações judiciais na Saúde

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O número de processos judiciais relacionados à saúde pública e privada no Brasil, em primeira instância, cresceu de 41,4 mil para 95,7 mil anuais, um aumento que representa 130%, segundo pesquisa divulgada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entre 2008 e 2017, em segunda instância, a diferença é ainda maior em proporção, pulando de 2,9 mil para 40,6 mil processos por ano.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM), Raul Canal, uma das razões para este cenário é o baixo investimento, além da má distribuição, que ocorre no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Este cenário se reflete em dois fenômenos. Na saúde pública, há pouco investimento e investimentos mal direcionados e geridos, o que afeta diretamente o cidadão contribuinte que, muitas vezes, acaba não sendo atendido. No âmbito da saúde suplementar, o grande problema é a regulação, a qual as agências regularizadoras no Brasil têm deixado de atuar de forma eficaz”, completou o presidente da ANADEM.

No Pará, por exemplo, 73,8% das ações judiciais são referentes a pedidos de medicamentos, sendo que naquele Estado mais da metade dos processos são de solicitações de remédios que constam na lista de fornecimento do SUS, porém, não chegam à região.

Ainda de acordo com Canal, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem dificuldades de atuar como órgão regulamentador e fiscalizador. “Os sinais da ineficácia da agência aparecem na quantidade de processos contra planos de saúde. As empresas e os consumidores não se entendem”.

O levantamento aponta que 82% dos processos em São Paulo, local de maior ocorrência no país, são oriundos deste conflito.

SUS: AzimuteMed ajuda pacientes crônicos no acesso aos medicamentos de alto custo

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Para ajudar pacientes crônicos com dificuldades no acesso a medicamentos de alto custo pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a AzimuteMed em parceria com a indústria farmacêutica, oferece serviço de orientação e informação sobre os documentos e laudos médicos necessários e os trâmites burocráticos.

 “O objetivo é colaborar com o cidadão e o sistema, mostrando para o paciente os caminhos corretos para acesso à sua medicação, sempre respeitando o protocolo clínico para elegibilidade para a acesso a cada perfil de medicamento. Um indivíduo bem orientado e informado sobre sua doença, que faz adesão ao tratamento, usa corretamente a medicação e possui hábitos saudáveis ganha qualidade e expectativa de vida e ainda colabora para o uso racional do sistema de saúde”, declara Luciana Lauretti, CEO da AzimuteMed, empresa referência no desenvolvimento de programas de diagnóstico, suporte ao paciente, SAC e farmacovigilância.

Ainda segundo a executiva, a preocupação com a saúde do cidadão brasileiro é interesse de toda a sociedade, “sem o acesso ao tratamento médico, que inclui medicamentos, exames de controle e hábitos saudáveis, o indivíduo fica sujeito aos diversos sintomas, fica debilitado, se ausenta no trabalho e tem a qualidade e expectativa de vida diminuídos, por isso a indústria interessada em atender o paciente de maneira integral, investe em serviços de educação, apoio, atenção e carinho ao paciente, para que ele entenda e conviva melhor com a doença, colaborando com o equilíbrio do sistema de saúde público”.

Os programas da AzimuteMed apoiam mais de 1 milhão de pessoas portadoras das mais diversas doenças, de patologias crônicas à raras, proporcionando adesão ao tratamento, facilitando o acesso a medicamentos e orientando sobre os cuidados e prevenção.

“O foco tem que ser na saúde, e não na doença. Ou seja, além de investir em programas de prevenção contra doenças, é preciso incentivar hábitos saudáveis”, afirma Luciana, que complementa: “ao cuidar da vida de cada cidadão de maneira personalizada, mostrando a importância de entender melhor sua doença e de tomar a medicação correta, entre outras ações, o doente crônico passa a fazer uso do SUS ou dos serviços de sua operadora de saúde de forma racional”, conclui a CEO.

Sandoz premia vencedores do Programa Qualidade Profissional

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A Sandoz, divisão de genéricos e biossimilares da Novartis, concluiu a 2a edição do Qualidade Profissional, treinamento online gratuito voltado para profissionais farmacêuticos e de atendimento em farmácia de todo o Brasil. Os oito vencedores foram convidados a conhecer a fábrica da Sandoz, em Cambé (PR), e os farmacêuticos a realizar um curso de farmácia clínica ministrado pela Universidade Estadual de Londrina, no estado do Paraná. A iniciativa reforça o comprometimento da Sandoz em oferecer educação continuada para profissionais da área de saúde, ampliando o acesso à informação qualificada.

Através de uma plataforma digital, o Programa Qualidade Profissional treinou os participantes em diversas classes terapêuticas, como cardiologia, sistema nervoso central, além de farmácia clínica. No módulo de anti-infecciosos, por exemplo, os participantes puderam rever quais moléculas são indicadas durante a gravidez e quais têm interação com os contraceptivos orais. No total, mais de 6,6 mil pessoas se inscreveram no portal – mais do dobro da edição anterior.

A 2º edição do Qualidade Profissional teve início em setembro de 2018. Os participantes que tiveram melhor desempenho no treinamento foram selecionados para participar da fase final do desafio, uma votação online aberta. Os finalistas mais votados por região foram convidados a conhecer fábrica da Sandoz, em Cambé, município próximo à Londrina (PR), em fevereiro.

Durante o primeiro dia de visita, todos os vencedores do programa acompanharam as etapas de fabricação dos medicamentos da Sandoz, desde a parte química até as embalagens. No segundo dia, os farmacêuticos receberam um treinamento do curso de Farmácia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), focado em Farmácia Clínica de Hipertensão e Diabetes. Já os profissionais de atendimento participaram de aulas ministradas pela área de Treinamento da Sandoz sobre diversos assuntos, entre eles orientação como diferencial no atendimento e atendimento assertivo.

“Eu queria muito conhecer a Sandoz. Foi uma oportunidade única visitar uma fábrica tão importante. Trabalhamos com saúde e muitos não têm noção do que está por trás das caixinhas que vendemos aos nossos clientes”, comenta Daniele Eugênio, de São Sebastião do Paraíso (MG), uma das vencedoras na categoria para farmacêuticos. “Entender mais sobre o padrão de qualidade dos medicamentos valeu a pena”, complementa.

O programa integra o rol de iniciativas de educação continuada da Sandoz, em alinhamento com a estratégia da companhia de contribuir com a ampliação do acesso à informação de qualidade para a população. “O grande sucesso obtido com o Qualidade Profissional nos encorajou a criar uma segunda edição tão didática e proveitosa quanto a primeira", afirma a diretora comercial da Sandoz, Érica Sambrano. "Promover acesso à capacitação a profissionais ligados à área de saúde beneficia a população com um atendimento mais moderno e eficaz", completa. Para 2019, a Sandoz seguirá investindo em plataformas digitais e gerando conteúdo relevante para farmacêuticos e balconistas.

Everis oferece ao mercado solução Morpheus de gestão e monitoramento do sono

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Os acidentes de trânsito no Brasil matam cerca de 45 mil pessoas por ano e deixam mais de 160 mil com lesões graves em uma estimativa conservadora, conforme dados da Datasus. A maioria destas mortes ocorre nas rodovias brasileiras e representa perdas superiores a R$ 12 bilhões anuais para a sociedade, segundo o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Deste total de custos, a maior fatia corresponde a prejuízos relativos à produção, seguidas pelos gastos com os veículos e hospitalares.

Os números de ocorrências e seus custos são impressionantes e se tornam ainda mais alarmantes se considerado que a maioria dos acidentes envolve um veículo de carga (cerca de 80%), cujo peso e velocidade pode agravar as consequências socioeconômicas e ambientais. Além disso, há um fator muito preocupante, o Observatório Nacional de Segurança Viária em outra pesquisa, realizada em junho de 2018, constatou que o sono e o cansaço são responsáveis por até 50% dos acidentes.

Esta constatação foi um dos motivadores para que a everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de tecnologia e de negócios e é integrante do Grupo NTT DATA, uma das dez maiores empresas mundiais de serviços de TI, em parceria com a startup Carenet Longevity, especializada em soluções para o setor de saúde, elaborassem o Morpheus. Trata-se de uma solução tecnológica de gestão e monitoramento do sono, que acoplada à cabine do veículo e ao condutor, por meio de eletrônica embarcada e um boné inteligente, monitora ondas cerebrais para identificar sinais de sonolência e emitir alertas sonoros, possibilitando a prevenção de maiores riscos.

Todos os dados gerados pelo Morpheus são enviados para um dashboard inteligente na nuvem, que é atualizado em tempo real e pode ser customizado conforme as necessidades específicas de cada empresa. Os dados registrados são acompanhados e analisados pelos profissionais da everis e do cliente, que assim podem verificar anomalias e propor melhorias nos processos logísticos, visando maior produtividade e segurança, associadas a menores custos.

“O Morpheus é o resultado de um trabalho em equipe bem-sucedido, que visava tornar uma ideia inovadora em um produto útil e benéfico para as pessoas, as empresas e a sociedade como um todo”, afirma Hélio Fischer, gerente do projeto Morpheus. Segundo ele, desde o princípio, havia a preocupação de atender às demandas de saúde, bem-estar e comodidade dos condutores e de redução máxima dos acidentes provocados pelo sono e o cansaço proveniente das empresas.

Hélio explica ainda que “por esta razão, o Morpheus é uma solução cujo uso é leve e confortável e entra em funcionamento no momento em que o caminhão é ligado, se desligando automaticamente junto com o veículo. Seu funcionamento é simples e eficaz, ao monitorar as ondas cerebrais, identifica características de sonolência com 30 segundos de antecedência e emite um alarme para manter o motorista em estado de alerta.”

O objetivo, de acordo com Immo Paul, CEO da Carenet Longevity, sempre foi atuar de forma preventiva em relação aos acidentes e aplicar business analytics aos dados coletados e combinados para assim gerar insights para a gestão do sono. “Nossa parceria resultou em uma solução eficaz que aumentará a segurança nas operações de nossos clientes, oferecendo comodidade e proteção aos condutores, e, simultaneamente, protegerá a imagem e a reputação das companhias”, esclarece Paul.

O Morpheus resulta de um método de trabalho adotado pela everis há anos, que privilegia a atuação em um ecossistema de cooperação com startups e clientes para promover a inovação em benefício dos processos empresariais e da sociedade. De imediato, a consultoria tem como foco comercializar o sistema para transportadoras de cargas e empresas de ônibus rodoviários, que percorram longas distâncias.

“Acreditamos que teremos uma excelente receptividade dos frotistas, pois já realizamos mais de 150 testes para diferentes empresas, com o monitoramento simultâneo de mais de 50 motoristas. Mas o Morpheus pode ser adequado para gerir e monitorar o sono de motoristas de guindastes e grandes equipamentos agrícolas, bem como para gerir o sono de médicos plantonistas e outros profissionais que trabalham em longos turnos”, detalha Fischer.

As expectativas em relação ao Morpheus são ambiciosas, pois quanto maior o número de unidades vendidas, mais acessível se torna o custo da solução para os clientes. No momento, o preço inicial está entre R$ 100,00 e R$ 200,00 por mês. “Em um ano, nós queremos monitorar 5 mil caminhões em território nacional e ampliar anualmente o volume de vendas em 100% nos próximos cinco anos”, salienta o executivo da everis.

Por dentro do Morpheus

A everis, em parceria com a Carenet e uma equipe médica especialmente contratada, dedicaram mais de dois anos ao desenvolvimento do Morpheus, nos quais se dedicou a conhecer e desenvolver estudos sobre segurança nas rodovias, riscos de acidentes envolvendo transportes de cargas e rodoviários, morfologia do cérebro e questões específicas relativas ao sono. Além disso, fez um mapeamento dos diferentes perfis de motoristas e dos pontos de atenção em várias estradas nacionais.

O próximo passo foi criar e viabilizar um hardware adequado para a operação, com uma arquitetura especialmente desenvolvida com predição mais acurada e reengenharia dos dispositivos para melhor usabilidade e funcionalidade, iniciando uma intensa fase de testes com condutores de diferentes transportadoras. Ao todo, até o momento, mais de 150 viagens já foram monitoradas.

“É um projeto muito interessante porque visa auxiliar na prevenção de um grave problema nacional – os acidentes veiculares. Nós, da equipe médica, contribuímos com o desenvolvimento da solução, detalhando o funcionamento do cérebro durante a transição entre a vigília e o sono, caracterizando os estágios de sonolência. Utilizamos exames com os melhores padrões científicos para detecção de sono. Além disso, ajudamos na classificação e na interpretação dos dados da transição (vigília e o sono), que foram coletados durante séries de polissonografia e de testes de latência múltiplas do sono, cujos dados foram posteriormente relacionados e comparados com os resultados obtidos da solução”, informa Dr. Fernando Morgadinho, Professor adjunto de Neurologia da Unifesp.

Os testes efetuados deram origem a importantes insights para a melhor gestão do sono:

  1. Fumo – se a pessoa é fumante, ela tem o triplo de chance de ter sono enquanto dirige, em comparação com um não fumante.
  2. Bebida - além do estigma sobre o consumo frequente, os usuários que assumiram beber mais de duas vezes por semana, apresentam mais que o dobro de sonolência.
  3. Sobrepeso – os condutores que pesam mais de 100 Kg e têm baixa estatura apresentam mais do que o dobro de chance de passarem por um episódio de sonolência ao volante.
  4. Distância ser percorrida até o trabalho – quanto mais distante o motorista mora do trabalho, maior é a incidência do sono.
  5. Retorno de folgas – em geral, no primeiro dia após a folga, o profissional está mais cansado e tem mais episódios de sono.
  6. Período do dia - há uma taxa de quase 20% mais ocorrências de sonolência de manhã, impulsionada pelo nascer-do-Sol.
  7. Qualidade da rodovia - trechos de estrada duplicada chegaram a apresentar 17% de ocorrências de sonolência, enquanto trechos com mão dupla, pouquíssimo

Como resultado, o Morpheus é composto por um dispositivo que se encaixa em um boné, responsável pela coleta de dados das ondas cerebrais, que tem um aplicativo inteligente de detecção de sonolência nos motoristas, integrado via Bluetooth e processa todos os dados a partir do algoritmo desenvolvido pela everis, gerando os alertas de sonolência. Estes alertas são registrados no dashboard, que fornece relatórios mostrando o número de incidências detectadas e outros indicadores, além de armazenar os dados enviados pelo aplicativo em modo off-line.

Com base nos critérios pré-inseridos na solução, o dashboard faz as análises e verifica o grau de sonolência de cada motorista de acordo com as seguintes classificações: 1) estágio normal de pré-sonolência (100% ativo – verde escuro); início de estado de atenção (90% a 80% ativo – verde mais claro); estado de atenção (70% a 50% ativo – variações de amarelo) e estado crítico de segurança (menos de 50% ativo – variações de vermelho).

Futuramente, a everis e a Carenet Longevity pretendem adicionar novas funcionalidades ao Morpheus como integração com outros sistemas já presentes nos caminhões e dashborad com indicadores mais sofisticados que ajudarão em tomada de decisões mais assertivas durante cada viagem.  Outra tendência é, com o uso da análise das ondas cerebrais, obter novos insights para identificar consumo de drogas e outras substâncias, melhor monitoramento com novos dispositivos para captura de mais informações (ex.: batimento cardíaco, frequência respiratória), que aumentarão a acuracidade, e personalização do algoritmo de inteligência artificial da solução.

Conheça os novos membros do Conselho Superior de Gestão em Saúde do Estado de São Paulo

O Conselho Superior de Gestão em Saúde do Estado de São Paulo ganhou dois novos membros em fevereiro. A partir de agora, o presidente do UnitedHealth Group Brasil, Claudio Lottenberg e o presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Sidney Klajner passam a integrar a instituição pelos próximos dois anos.

O convite para assumir o cargo foi feito pelo Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann Ferreira.

De acordo com informação da Secretaria de Saúde, os novos membros irão atuar ao lado de Emilia Inoue Sato, Paulo Chapchap, Giovanni Guido Cerri, David Everson Uip, Oswaldo Yoshimi Tanaka, Tarcísio Eloy P. de B. Filho, Pedro Tobias e Eleuses Vieira de Paiva na elaboração e sugestão de políticas de saúde e no controle e acompanhamento da execução orçamentária e da movimentação de transferências de recursos financeiros entre as esferas federal, estadual e municipal no SUS.

Sobre os novos membros

Graduado em Medicina e mestre em Oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, Claudio Lottenberg ocupa, há dois anos, a presidência do UnitedHealth Group Brasil. Ele também é presidente do Instituto Coalização Saúde e do Conselho Deliberativo do Hospital Israelita Albert Einstein.

Sidney Klajner, mestre em Cirurgia do Aparelho Digestivo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, membro do Conselho Consultivo da Confederação Israelita do Brasil e do Conselho Consultivo da Fundação Faculdade de Medicina.