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Combate à hipertensão no Largo do Machado

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O Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e a Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro (Socerj) promovem na próxima terça-feira, 26/04, uma ação de combate à hipertensão arterial. O evento será no Largo do Machado, de 8h às 12h, e tem como objetivo esclarecer a população sobre o papel da obesidade na elevação da pressão arterial.

“A obesidade é um dos fatores fundamentais para o desenvolvimento de hipertensão arterial. É claro que há outros fatores, como hereditariedade, envelhecimento, sedentarismo, consumo excessivo de sal na alimentação, estresse e tabagismo, mas o peso tem papel decisivo no controle desta patologia”, destaca o cardiologista Ivan Cordovil, coordenador do serviço de Hipertensão do Instituto Nacional de Cardiologia. O médico explica que a pressão é considerada alta quando está acima de 140 (máxima) por 90 (mínima). A de 120 por 80 (ou 12x8) é considerada ideal.

De acordo com Ricardo Mourilhe, presidente da Socerj, o controle da pressão arterial evita diversas doenças cardiovasculares, melhora a qualidade e aumenta a expectativa de vida. “Além do tratamento com medicamentos, a mudança do estilo de vida é fundamental para o bom controle da pressão arterial. As principais medidas são fazer atividade física regular (mínimo de 150 minutos por semana), fazer dieta saudável e balanceada com menor quantidade de sódio, parar de fumar e evitar o consumo de álcool (apenas de forma recreativa)”, afirma Mourilhe.

No evento, os profissionais de enfermagem do INC farão aferição da pressão, medição de peso e altura e cálculo do índice de massa corporal (IMC). Um nutricionista orientará o público sobre a alimentação que pode ser aliada na prevenção e no combate à hipertensão arterial. Uma equipe de residentes orientará nos demais cuidados a serem aplicados à população e haverá ainda, informações sobre direitos sociais e previdenciários pela equipe de Serviço Social do INC.

Além disso, pessoas com mais de 50 anos poderão fazer no local gratuitamente o exame de doppler de carótida, que indica risco de doença cardiovascular. Segundo o médico Ivan Cordovil, pessoas com pressão considerada normal têm 15% de chances de ter espessamento da carótida. Já nas pessoas com hipertensão, esse percentual sobe para 30%. Nos portadores de doenças coronarianas, o índice é de 60%, conforme experiências aplicadas em campanhas anteriores.

Sobre o INC

O Instituto Nacional de Cardiologia (INC) é o hospital referência do Ministério da Saúde no tratamento a doenças cardiovasculares, com destaque em procedimentos de alta complexidade. É responsável pelo maior número de procedimentos do SUS na área cardiovascular em todo o estado do Rio de Janeiro. Anualmente, o hospital realiza 60 mil consultas médicas e cerca de 1200 cirurgias cardíacas, atendendo pacientes de todo o Brasil. O INC existe há mais de quatro décadas e desempenha no país papel estratégico em Ensino e Pesquisa.

Sobre a Socerj

Fundada em 1955, a entidade reúne cerca de 2.200 cardiologistas do estado do Rio de Janeiro. Anualmente, a Socerj realiza um Congresso no qual apresenta as novidades do setor e debate novos estudos. Também realiza ações de esclarecimento do público sobre doenças cardiovasculares. Sua página no Facebook orienta a população sobre os cuidados com a saúde: www.fb.com/cardiorj.

Como garantir a segurança dos wearable devices em saúde?

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O mercado de wearable devices, ou dispositivos vestíveis, deve atingir US$ 12,6 bilhões em 2018. Em 2015, já haviam 25 bilhões de dispositivos conectados à internet. Os mais famosos, como o Fitbit, monitoram passos e calorias, mas a tendência é que passem a guardar também indicadores cruciais de saúde, como batimentos cardíacos, taxas de glicose e pressão arterial, como mostram os lançamentos do Consumer Electronic Show (CES), evento realizado anualmente em Las Vegas para apresentar as novidades da indústria de eletrônicos destinadas ao consumidor final.

O crescente uso desses aparelhos e os casos recentes de vazamentos de informação no Estados Unidos, como o do plano de saúde Anthem Inc., que afetou 80 milhões de pessoas, levaram a um pronunciamento oficial do FBI.

“Criminosos podem ganhar acesso a dispositivos desprotegidos usados em assistência domiciliar, como aqueles destinados à coleta e transmissão de dados de monitoramento pessoal ou de tempo de dispensação de medicamentos. Uma vez que os criminosos tenham violado os aparelhos, terão acesso a qualquer informação pessoal ou médica armazenada e podem mudar os códigos controladores. Esses dispositivos podem estar em risco se tiverem conectividade de longo alcance”, diz o comunicado.

As preocupações com a segurança devem aparecer ainda mais na lista de prioridades dos CIOs de saúde, já que hoje esse parece ser o setor mais atraente para os cibercriminosos: um prontuário eletrônico vale cerca de US$ 50 no mercado negro, de 10 a 20 vezes mais do que os dados de um cartão de crédito.

Como, então, aproveitar a tendência para engajar pacientes e coletar mais dados que contribuam para a manutenção de sua qualidade de vida, reduzindo os riscos de vazamento de dados? Preocupado com a questão, o órgão americano de proteção ao consumidor Federal Trade Commission (FTC – Comissão Federal de Comércio) elaborou as seguintes recomendações para indústria, usuários e outras organizações que possam receber ou enviar informações de saúde dos pacientes via wearable devices:

1) Planeje a segurança no dispositivo desde o início, não depois do processo de desenho;

2)   Treine empregados sobre a importância da segurança e garanta que seja gerenciada pelo nível adequado na organização;

3)   Assegure que, ao contratar um prestador de serviços externo, ele tenha capacidade de manter níveis razoáveis de segurança e supervisione esses fornecedores;

4)   Utilize múltiplas camadas de segurança para defender-se de um risco particular;

5) Implante medidas para evitar que pessoal não autorizado acesse o dispositivo, dados ou informações pessoais do paciente armazenados em sua rede;

6)   Monitore os wearable devices durante seu ciclo de vida e, quando possível, ofereça correções de segurança para cobrir riscos conhecidos;

7) Considere a minimização dos dados, ou seja, a limitação de coleta de dados e retenção de informação por um determinado período de tempo.

O FBI recomenda também que:

1) Informe os pacientes sobre as capacidades de qualquer dispositivo prescrito para uso doméstico;

2)   Use as melhores práticas de segurança quando conectar dispositivos às redes sem fio ou quando conectá-los a outros dispositivos com internet das coisas (IoT – Internet of Things);

3)   Isole dispositivos com IoT em suas próprias redes protegidas;

4)   Atualize sempre os aplicativos e dispositivos;

5) Garanta que todas as senhas são fortes e seguras;

6)   Verifique se o dispositivo usa criptografia;

7) Desabilite a função plug & play dos roteadores.

Reed Sinopharm realiza o maior evento mundial de cuidados com a saúde - o tHIS em Xangai

XANGAI, 25 de abril de 2016 /PRNewswire/ -- O Health Industry Summit (tHIS) de 2016 foi aberto em Xangai no Centro Nacional de Exposições e Convenções em 17 de abril.

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A organizadora divulgou o recorde de 380.000 admissões, 216.784 visitantes profissionais e mais de 55.000 pessoas trabalhando nas exposições no local durante quatro dias. Para se preparar para a enorme concentração de visitantes, a cidade de Xangai deu início ao seu mecanismo municipal de nível de segurança e aumentou a frequência do metrô para redirecionar as grandes multidões e o tráfego intenso para o local. Os hotéis de Xangai também ficaram completamente lotados durante o período do evento.

Somente em sua segunda edição, o tHIS já se estabeleceu solidamente como o maior evento mundial da indústria dos cuidados com a saúde com mais de 330.000 metros quadrados de espaço para exposições e 107 conferências individuais.

Os eventos-chave incluem as três principais exposições de equipamentos médicos e farmacêuticos da China (CMEF, PHARMCHINA e API China) e o fórum líder de investimentos em cuidados com a saúde - Healthcare China 2016. O fórum de investimentos deste ano foi organizado em conjunto pela Reed Sinopharm, JP Morgan Asset Management, CICC e Sinopharm Capital e contou com a participação de mais de 700 investidores e instituições selecionados.

A exposição apresentou a cadeia completa de valores da indústria e exibiu algumas das mais recentes tecnologias de ponta, incluindo diagnósticos genéticos, reabilitação robótica, tecnologia usável, impressão em 3D e muito mais.

6.900 companhias exibidoras de 30 países estiveram presentes no evento e apresentaram dezenas de milhares de produtos e serviços. Gigantes conhecidas de equipamentos para cuidados com a saúde como a GE, United Imaging, Siemens, Philips e Mindray, bem como os principais grupos farmacêuticos da China como a Sinopharm, Shanghai Pharma e a CR Pharmaceuticals participaram com grandes estandes.

A Natural Health e a Nutrition Expo estavam entre os segmentos de crescimento mais rápido do portfólio, ajudadas pelo esperado crescimento da população, tendo em vista a revogação da política de filho único, bem como o crescimento da população de classe média da China, consciente em relação à saúde.

Com o início do 13o. plano para cinco anos da China em 2016, o programa "Health China 2020", concentrado no desenvolvimento conjunto dos cuidados com a saúde, produção farmacêutica e seguros de saúde, colocou a indústria de cuidados com a saúde entre as principais prioridades no desenvolvimento da China e como parte da estratégia nacional.

Companhias na China não associadas tradicionalmente com o setor de cuidados com a saúde também transferiram grandes investimentos e recursos para o setor, muitas delas trocando seus nomes no processo para refletir este foco na cobertura da indústria. Gigantes internacionais como Alibaba, Lenovo, Fosun e Wanda Group todas ingressaram nos principais segmentos da indústria, antecipando grandes oportunidades no futuro.

O evento Health Industry Summit é organizado pela Reed Sinopharm, um empreendimento conjunto entre a principal organizadora de eventos do mundo, a Reed Exhibitions, e o principal grupo farmacêutico estatal da China, a Sinopharm. A próxima edição do evento será realizada em maio de 2017, em Xangai.

FONTE Reed Sinopharm Exhibitions

O quanto de HIPAA você conhece?

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HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act) é um conjunto de conformidades que organizações de saúde passaram a seguir para proteger suas informações digitais internas.

O HIPAA passou a tomar grande importância a partir do momento em que crimes sérios de sequestro de sistemas fizeram instituições perderem milhões para "cibercriminosos" que conseguiram furar de alguma forma os software que até então eram desprotegidos.

Publicado pelo portal Scrypt como "Gray areas of HIPAA you can’t ignore", As áreas cinzas do HIPAA que você não pode ignorar é um ebook com alguns vetores, mitos e outras "áreas nebulosas" numa questão tão séria no setor da saúde quanto qualquer outro: A segurança digital.

1.Regra de Associados (Business Associates) e exceções de conduta

Geralmente qualquer organização que além de transmitir, cria, mantém e recebe informações seguras ou seja o PHI (Protected Health Information) no curso de suas atividades de serviço para proteger a entidade é considerada BA.Business Associates.

2. Quando a Informação é segura e quando não é?

Uma vez que uma informação qualquer é de-identificada, ela não é mais considerada como PHI e portanto não pertence à conduta HIPAA de privacidade.

3. Garantias HIPAA endereçáveis não são opcionais

As três fases de garantias que definem segurança que auxiliam a prometer a confidencia da informação do paciente e que previne possíveis brechas em qualquer PHI são: Físicas, administrativas e técnicas.

4. As diferentes penalidades para descumprimento 

A falta de colaboração com o HIPAA, nos Estados Unidos, pode resultar em penalidades civis e criminais. As penalidades civis são aplicadas pela OCR (Office of Civil Rights) são feitas monetariamente e podem custar de U$ 100 à U$ 1.5 milhões enquanto as penalidades criminais são conferidas pelo departamento de justiça norte-americano podem resultar em prisões de 10 anos ou mais.

5. HIPAA não é limitado só a segurança da indústria da saúde

Problemas se agravam a partir do momento em que as organizações que não se classificam nas categorias de saúde explicitamente contempladas pelo HIPAA e por isso não se preocupam em seguir a conformidade HIPAA.

9 perdas de recursos em saúde

9 perdas de recursos em saúde
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Em saúde, pensar em esperar diante de uma urgência ou emergência chega a dar nervoso. O tempo não é único recurso que usamos em excesso ou desperdiçamos durante a prestação de serviços em saúde. Mais importante: ao compreender como agregar mais valor - ao fazer pacientes, médicos e todos os profissionais e envolvidos na saúde entenderem que valor é viver mais e melhor - podemos melhorar, muito.

Na literatura, encontrávamos 7 perdas. Atualmente é comum falamos em 8 ou 9, todas adaptadas para a realidade da Saúde, a partir das primeiras aplicações na Toyota até que fossem trazidas para o ocidente em meados da década de 80.

Na saúde, começaram a ser usadas com maior disseminação não tem nem 20 anos. No Brasil, são poucos os casos. Na Inglaterra, o NHS (National Health System) tem quase 500 profissionais dedicados a inovação e melhoria atuando em todos os hospitais do pais. Nos EUA, são muitos os exemplos e casos já documentados cientificamente, principalmente para reduzir os custos e aumentar a efetividade do cuidado. Lá já estivemos duas vezes em unidades do Virginia Mason Hospital, considerado o melhor do mundo em práticas de gestão. Em Portugal, temos casos e resultados como do Hospital do Porto, onde já tivemos a felicidade de ir mais de uma vez, em missão de benchmarking.

A compreensão das perdas em saúde podem gerar ações para aumentar o valor criado para profissionais e para todos nós, pacientes ou potenciais pacientes.

  1. Perdas por Esperas – Esta perda ocorre quando não usamos bem o recurso tempo. Pensem conosco: Não queremos que nem os pacientes nem os profissionais de saúde esperem, certo? Não queremos a fila do SUS. Nem Fila para Transplantes. Não agregam valor. Não queremos esperar para atender, se somos profissionais, donos ou gestores;  nem queremos esperar para sermos atendidos, se somos pacientes. Queremos girar os leitos, deshospitalizar, deixar o paciente ir bem e logo para casa. Queremos os serviços de saúde quando são necessários, nem antes, nem depois.
  2. Perdas por Defeito, por retrabalho, por não conformidades. Queremos receber e prestar o serviço direito. Simples assim. Certo. Queremos o serviço “just in time” ou JIT, no momento acordado, ou assim como acordado (prometido e aceito), que seria uma melhor tradução para o JIT, JAA (“just as agreed”). Queremos menos serviços de saúde fora da especificação da qualidade, e com menos riscos de segurança para profissionais e pacientes. Não queremos prescrever ou ministrar medicamentos por engano, nem na dose errada e muito menos ter que começar a trabalhar com materiais cirúrgicos incompletos ou ter altas taxas de glosas. Não podemos nem devemos dar garantias inequívocas dos serviços de saúde, dada sua complexidade, mas podemos acreditar, passar por uma acreditação, que os serviços foram feitos conforme as boas práticas e protocolos e que o melhor empenho foi dado na oferta de saúde.
  3. Perdas por fazer mais do que é necessário. Prestar ou Receber Serviços de Saúde Desnecessários. Conhecida como  Superprodução. Queremos trabalhar somente o necessário. Queremos seguir o protocolo cientifico, mas devemos avaliar se todos os procedimentos são requeridos e só aplicar os verdadeiramente necessários. Não queremos passar exames desnecessários para o paciente, muito menos ele quer ter que passar por procedimentos que implicam riscos ou custos, sem real necessidade. Não queremos ministrar a droga em maior quantidade ou por mais tempo. Não queremos ou não deveríamos querer ter uma programação de equipe maior que a necessária.
  4. Perdas por excesso de Transporte.  Queremos que materiais, informações, medicamentos e, em especial, os pacientes sejam transportados o menos o possível dentro das ou entre as unidades de saúde. Não queremos fazer com que os pacientes ou profissionais ou gestores andem, sem necessidade, entre unidades de saúde sejam, elas dentro ou fora de onde foram atendidos pela primeira vez, ou onde começaram a prestar os seus serviços. Uma enfermeira comumente anda mais de 5 quilômetros dentro de um hospital. Ativem seu contador de passos no smartphone e poderão verificar.
  5. Perdas por Estoques, a mais ou a menos. Desperdício por ter mais ou menos recursos estocados sem uso ou faltando. Queremos ter estocados somente o que vamos usar em uma do período de tempo. Não queremos recursos, sem uso, e disponíveis, a mais do que o necessário, nem a menos. Queremos ter estoques para não colocarmos ninguém em risco de falta de medicamentos ou de qualquer material, mas só queremos o suficiente. Não mais. Não queremos descartar por validade expirada. Nem queremos ficar com os estoques ocupando todo nosso espaço e mantendo nosso dinheiro “empatado” e encarecendo o sistema de saúde. Não queremos também que falte, e que um paciente fique sem seu medicamento, ou que um cirurgião não tenha os recursos que precisa para o sucesso de seu trabalho. Não queremos ter 2 hemodinâmicas, quando a taxa de ocupação das 2 somadas está abaixo de 20%. Não queremos ter 9 salas em um centro cirúrgico, ativadas e de prontidão, se já sabemos que 4 seriam suficientes para aquele dia e horário. Queremos sim, que estejam prontas para serem ativadas rapidamente se a demanda aumentar diante de uma emergência.
  6. Perdas por Movimentação dos Profissionais para executar suas tarefas. Queremos que os profissionais façam menos movimentos em seus postos de trabalho, que tenham menos tempos de preparação para iniciar o trabalho pois está tudo que é necessário pré-organizado (e idealmente intrinsecamente organizado – quando só posso trabalhar de forma organizada se não não tenho como trabalhar)  e disponível onde e quando será necessário. Queremos nos movimentar menos para fazer uma cirurgia, para preencher um formulário ou para diagnosticar um paciente. Queremos que nossa movimentação seja a mais ergonômica e produtiva possível .
  7. Perdas por Trabalho a mais que o necessário ou Sobreprocessamento. Queremos um trabalho seguro e confiável, mas não queremos fazer mais procedimentos do que o necessário em saúde. Não queremos ter que fazer dois exames, ou ter que dar a mesma explicação várias vezes. Não queremos várias conferências e verificações porque não confiamos que o trabalho que nos precedeu foi realizado de forma adequada. Não queremos preencher 20 campos, se for possível preencher só 10, nem alternar entre 10 telas do Tasy ou do MV para concluir uma digitação no sistema se poderia estar tudo em uma só tela ou pré-preenchido ou mesmo se poderia ser coletado automaticamente. Não queremos trabalhar mais do que o necessário.
  8. Perdas de Ideias e Perdas por sub-competência. Não queremos desperdiçar o Potencial Humano: nem perder Ideias e nem alocar profissionais sem as competências necessárias. Também não queremos que profissionais superqualificados, especializados, façam tarefas muito simples que poderiam ser transferidas para outro profissional menos raro. Por exemplo, se pergunte: o que o cirurgião chefe faz que uma boa técnica poderia fazer? Um Enfermeiro é necessário para ir buscar um medicamento, quando poderia estar focado na assistência e não em tarefas de baixo valor agregado. Queremos ouvir as ideias de nossos profissionais, não queremos perder oportunidades de melhorar e nem de dar soluções para problemas, com humildade. Não queremos alocar profissionais não adequadamente preparados para prestar serviços em saúde. Jamais queremos, mas sabemos que infelizmente acontece, ter que atuar com competências abaixo das requeridas. Jamais queremos, mas também sabemos, que convivemos com problemas que, depois de um bom diálogo, poderiam ser reduzidos ou mesmo eliminados.
  9. Perdas e Desperdícios de Recursos naturais e de infraestrutura. Queremos um mundo e um serviço de saúde mais sustentável. Não queremos usar mais espaço, mais energia elétrica, mais área, mais equipamentos e mais recursos em geral . Queremos usar menos recursos para prestar e receber o melhor serviço de saúde, o possível. Uma sala cirúrgica precisa ficar com todos os equipamentos ligados se não está em uso? Precisamos ter áreas de espera tão grandes? Podemos limpar o hospital, bem, mas com menor consumo de água?

Certamente falar sobre as perdas por espera é uma das formas mais fáceis para começar. Mas pensem bem: Se você como profissional de saúde está fazendo muito transporte de prontuários, também acaba não fazendo também sobreprocessamento de informações? E se há incerteza ou mesmo o medo de errar ou de faltar algo em seu plantão, os profissionais não acabam fazendo com que haja excesso de estoques de medicamentos? E o medo de dar uma ideia que pode resolver um problema que está ali a muitos anos não gera a manutenção de serviços defeituosos e retrabalho? Reflitam e achem relações entre as perdas. Será um ótimo caminho para criar mais valor nos serviços de saúde. Trabalhem juntos, integrados, como uma equipe. Será bom, muito bom.

Há muitas outras ferramentas de Gestão em Saúde baseadas ou rotuladas como Lean Healthcare. Esta se chamava 7 perdas de Taguchi. Em saúde, teremos que criar um novo nome. Quem sabe vocês sugerem.

Saibam mais em:

  1. Lean Healthcare: Um Estudo Sobre A Aplicação Do Pensamento Enxuto Em Serviços Da Saúde. Dissertação de Mestrado. Puc-RJ, 2013.

Autora: Paula Faria

http://www.enjourney.com.br/Publicacoes/Publicacoes---A-dissertacao-de-Paula-Faria-apresenta-Lean-Healthcare-Um-estudo-sobre-a-aplicacao-do-pensamento-enxuto-em-servicos-da-saude/d

  1. Engenharia de Produção Aplicada à Saúde: a Filosofia Lean em um Hospital Potencial Gerador de Morte Encefálica visando Contribuir para o Aumento da Oferta de Órgãos e Tecidos do Estado do Rio de Janeiro, 2013.

Envelhecimento ativo: menos custos e mais qualidade para a saúde dos idosos

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Com 23 milhões de pessoas acima de 60 anos (12,5% da população) e um aumento acelerado no número de idosos, de 117% entre 1992 e 2012, segundo levantamento do IBGE, sendo que quase 4 milhões moram sozinhos (número três vezes maior do que em 1992), as preocupações com autonomia, autocuidado, prevenção de doenças e promoção da saúde no envelhecimento se tornam maiores no Brasil.

"Em termos práticos, este tipo de processo de envelhecimento defronta países como o Brasil com um duplo encargo na área da saúde: por um lado, a importância crescente de doenças crônicas nos índices de mortalidade (desde o início da década de 60 que os distúrbios cardiovasculares passaram a ser o primeiro grupo entre as causas de mortes no Brasil, seguido, atualmente, por neoplasias). Por outro lado, as marcas do subdesenvolvimento permanecem presentes, sobretudo, em termos de morbidade por doenças infecciosas e parasitárias ou pelo espaço que a subnutrição continua ocupando entre nós", já alertava o especialista em envelhecimento Alexandre Kalache, na revista Ciência e Saúde Coletiva, em 1987.

O manejo dos escassos recursos de saúde passa, então, pelo planejamento e definição de estratégias para que: as doenças crônicas sejam controladas, se evite a agudização dos casos e se mantenha a capacidade funcional dos idosos. Em entrevista ao portal da Aliança para Saúde Populacional (Asap), Kalache defende o conceito de envelhecimento ativo: "um quadro teórico e prático estruturante da ação social; pela perspectiva de “curso de vida” – fator decisivo para o bem-estar em todas as idades, em especial na velhice; o enfoque “amigo do idoso”, como estratégia de implementação de políticas para todas as idades; e a “cultura do cuidado” como prática presente ao longo da vida e indispensável para a fase de fragilidades, quando é preciso ir além de promoção e prevenção."

Para a Organização Mundial de Saúde, "em um projeto de envelhecimento ativo, as políticas e programas que promovem saúde mental e relações sociais são tão importantes quanto aquelas que melhoram as condições físicas de saúde. Manter a autonomia e independência durante o processo de envelhecimento é uma meta fundamental para indivíduos e governantes."

Em artigo publicado no portal da Sociedade Brasileira de Geriatria, o geriatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Leonam Martins classifica as atividades de prevenção na terceira idade em três etapas:

1) Primária - para lidar com os fatores de risco antes que provoquem a doença. Inclui atividade de promoção da saúde, como imunização e prática de exercícios físicos;

2) Secundária - detectando problemas em estágio inicial, como rastreamento de câncer e estratificação do risco cardiovascular, o que torna o tratamento mais efetivo e evita a disseminação ou agudização da doença;

3) Terciária - com foco na redução de prejuízos funcionais e reabilitação.

O médico, porém, destaca que algumas premissas devem ser consideradas nas atividades de prevenção, como se os benefícios da detecção e tratamento precoces são maiores do que se a condição fosse tratada no momento habitual do diagnóstico, se os exames são aceitáveis e confiáveis e a relevância dessa condição para a saúde pública, entre outras. "O custo do rastreamento deve ser razoável e não onerar demasiadamente o sistema de saúde como um todo", conclui.

É possível fazer a evolução de um paciente de maneira digital?

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Digitalizar as informações de maneira segura é uma tendência de hospitais, laboratórios e clínicas gera economias e pode garantir um maior controle de qualidade.

Contudo, para estar dentro das normas estabelecidas pelo CFM, é necessário que toda a informação on-line de prontuários, atestados e afins sejam válidos juridicamente . Para ter uma ideia, algumas empresas já criaram soluções de certificação para as organizações, tamanha a evolução do segmento.

Quais são os ganhos:

  • Diminuição drástica do uso de papel;
  • Diminuição dos espaços dedicados ao armazenamento dos documentos;
  • Diminuição do custo operacional;
  • Agilização dos processos;
  • Diminuição da quantidade de erros por grafia;
  • Integração com outras áreas de atendimento.

Algumas entidades que já digitalizaram seus prontuários:

Em São Paulo o ICESP iniciou a implantação de soluções digitais em 2010 e hoje economiza em papel e espaço físico. Sem contar que a comunicação entre equipes flui melhor. Já o hospital Samaritano, também na capital,  usa prontuários eletrônicos para diminuir o tempo das burocracias internas, o que representa um excelente ganho produtivo. O SUS, em 2014 lançou o e-Sus e passou a treinar profissionais de todo o país. O trabalho ficou mais ágil e mais qualificado.

Mas é fácil trabalhar dessa forma?

Os médicos da geração Y já possuem a tecnologia integrada ao dia a dia. Para eles é fácil incorporar qualquer procedimento nesse sentido. Porém, médicos familiarizado com o papel, podem oferecer certa resistência ao novo processo. Mas reforçamos a importância de adentrar o movimento de digitalização.

O pulo do gato

A realidade é que os prontuários on-line estão ganhando espaço em clínicas, laboratórios e hospitais. Os benefícios são claros e a equipe tem melhor produtividade. Mas o pulo do gato fica por conta da modernidade utilizada em países como os Estados Unidos, que, além de digitalizar o processo, oferece aos médicos acesso ao sistema de qualquer aparelho. O profissional não fica restrito ao desktop, ele tem acesso seguro de celulares, tablets, laptops ou desktops de uso próprio ou da empresa, podendo assim, dar assistência remota à equipe em casos de emergência. Nesses casos, a política da TI determina as autorizações dos profissionais e desta maneira, médicos de todas as instituições podem trabalhar aonde estiverem.

A digitalização é uma realidade e o acesso remoto às informações se torna cada vez mais necessário.

Conheça os princípios do Marketing de Conteúdo [Infográfico]

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Nós já sabemos que marketing de conteúdo é uma estratégia para gerar descobertas, vendas e

relacionamento com o público de uma empresa, assim que definido, claro. Mas poucas dessas organizações sequer praticam ou praticam corretamente a atividade de marketing que traz mais retorno atualmente.

De acordo com o Infográfico desenvolvido pelo site MarketingdeConteudo.com.br, apenas 37% das empresas no Brasil realmente sabem o que é Marketing de Conteúdo, 20% delas utilizam como ferramenta e 70% das companhias pretendiam investir no seu marketing de conteúdo em 2015.

Estabelecendo pontos de conexão, uma organização pode entregar valor e educar a partir da disponibilização de um conteúdo nas mais variadas formas. As companhias encontram dificuldades em Produzir conteúdo por falta de conhecimento estratégico (24%) e dificuldade de tempo para produzir (15%). Além disso, 10% das empresas alegam falta de verba para pagar serviços especializados de marketing de conteúdo.

Um bom marketing de conteúdo apresenta sete passos básicos para ser efetivo:

  1.  Definir e história que a marca tem a dizer.
  2.  Definir e construir uma estratégia
  3.  Escolher e identificar os Recursos e possibilidades
  4.  Definir o Planejamento do Marketing de conteúdo
  5.  Encontrar os melhores canais para atingir o público
  6.  Executar a estratégia
  7.  Mensurar os resultados

A Jornada do Consumidor consiste na soma total das experiencias que o cliente teve com a sua marca ou empresa, não só a compra, como todas as interações. Os sinto estágios da jornada são listados em: Exposição, depois a Descoberta, em seguida a Consideração, a avaliação e por fim a decisão.

As mídias sociais são utilizadas para estabelecer e manter esse contato com o público necessário da organização, as mensuradas mais populares para alcançar essa audiência são: Em primeiro lugar o Youtube, logo em seguida o Facebook, LinkedIn, Pintrest e Twitter.

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Mater Dei inaugurou Hospital Integrado do Câncer

Mater Dei inaugurou Hospital Integrado do Câncer

Sempre na vanguarda da inovação em tecnologia e serviços, e referência em tratamento médico-hospitalar em Minas Gerais, a Rede Mater Dei de Saúde inaugurou nesta segunda-feira, 18 de abril, o Hospital Integrado do Câncer. Fazendo parte do complexo do Mater Dei Contorno, com entrada pela Rua Uberaba, 900, o Hospital Integrado do Câncer contém fluxos e atendimento exclusivos para o tratamento dos pacientes oncológicos.

Primeiro em Minas Gerais com este formato em um hospital privado, o Hospital Integrado do Câncer tem como Visão “ser o melhor centro do Brasil, até 2020, para o diagnóstico, tratamento e acolhimento a pacientes com câncer”, atendendo de forma diferenciada e humanizada aos pacientes e seus familiares. Ele está inserido em uma estrutura de Hospital geral multidisciplinar e de multiespecialidades. Dessa forma, caso seja necessário que médicos de outras especialidades, como mastologista, ginecologistas, urologistas e outros, participem do tratamento, imediatamente, poderão ser mobilizados para atender às necessidades do paciente.

O Hospital Integrado do Câncer foi idealizado a partir da demanda dos clientes oncológicos da Rede Mater Dei de Saúde. Só em 2015, foi mais de 25 mil atendimentos a pacientes com câncer – 59,5% mulheres e 40,5% homens - sendo cerca de 5 mil de urgência. Os cânceres de mama e próstata foram os mais prevalentes.

A Organização Mundial de Saúde - OMS prevê um aumento de 75% dos casos de câncer em escala mundial. A Organização calcula que 43% das mulheres e 48% dos homens terão algum tipo de câncer ao longo de sua vida e, até 2030, ocorrerão cerca de 21,4 milhões de novos casos com cerca de 13,2 milhões de óbitos. Os dados do Instituto Nacional de Câncer - Inca apontam anualmente quase 600 mil novos casos da doença no Brasil, mais de 60 mil em Minas Gerais. Em Belo Horizonte e região metropolitana a estimativa, segundo o Inca, é de cerca de 20 mil novos casos de câncer neste ano.

“Diante de todo o cenário, a Rede Mater Dei de Saúde integrou os recursos mais avançados para o tratamento da doença aos serviços de diagnósticos de excelência, que já eram realidade no Centro de Oncologia da Rede, para criar o Hospital Integrado do Câncer. Assim, oferecemos ao paciente oncológico um tratamento diferenciado, com todos os recursos da Rede, a fim de garantir a segurança, agilidade e conforto, facilitando os fluxos para o melhor desfecho assistencial. Um complexo que vai atender todas as necessidades dos pacientes”, explica o presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador.

Com capacidade para mais de 3.400 atendimentos por mês, o Hospital Integrado do Câncer conta com fluxo organizado de acordo com as etapas de acompanhamento, diagnóstico, consultas, exames e decisões clínicas. Um cartão de identificação exclusivo permite o acompanhamento dos pacientes em todos os serviços do Hospital pelas equipes assistenciais e de apoio.

No Hospital Integrado do Câncer, os clientes receberão os cuidados de equipes médica e de enfermagem diferenciadas e especializadas, com o apoio do Mater Dei Medicina Diagnóstica, um parque completo de exames de diagnóstico, em um único andar, diminuindo a necessidade de deslocamento e facilitando as demandas de exames. Além disso, em um andar acima está localizado o Centro Cirúrgico e, um andar abaixo, o Centro de Terapia Intensiva – CTI e a nova unidade de Transplante de Medula Óssea - TMO, otimizando o fluxo dentro do Hospital.

“A criação do Hospital Integrado do Câncer da Rede Mater Dei completa um processo de organização e construção do Centro de Oncologia com a conjunção de uma estrutura de ponta e equipes multidisciplinares estabelecidas no tratamento do câncer, em que o processo decisório da condução assistencial atinge um grau máximo de eficiência e segurança, individualização e humanização de todo o planejamento terapêutico”, afirma o coordenador do Hospital Integrado do Câncer, o médico Enaldo Melo de Lima.

O Hospital Integrado do Câncer conta ampla estrutura física, planejada dentro dos padrões mundiais de praticidade e conforto, com garantia de segurança para o atendimento e tratamento oncológico. O complexo possui oito consultórios e 52 quartos individuais para infusão quimioterápica. Os exames são realizados em equipamentos de ponta como a Ressonância 3 tesla, a Tomografia de 128 canais, e um único local para fazer os exames como o de Raio-X, laboratoriais, dentre outros.

O pioneirismo tecnológico do Hospital Integrado do Câncer, com o suporte do Mater Dei Medicina Diagnóstica, traz, ainda, o que há de mais moderno na Medicina Nuclear para diagnóstico e monitoramento de tratamentos oncológicos, o PET-CT. O aparelho possui baixa exposição de dose de radiação para o paciente, melhor controle de captação de lesões existentes e possibilita monitorar a efetividade dos tratamentos oncológicos, como quimioterapia, imunoterapia e radioterapia. Uma tecnologia que detecta lesões e pequenos tumores que só seriam observados em diferentes exames.

O complexo oferece programas de prevenção, diagnóstico e tratamento e inclui, ainda, as áreas de Onco-hematologia, Clínica de Dor, Onco-hematologia, a Cardio-Oncologia, uma inovação no Brasil, Oncogenética, Check-up Oncológico, do Serviço de Anatomia Patológica, do Laboratório de Análises Clínicas e a Unidade de Transplante de Medula Óssea – TMO.

E, completando o ciclo de serviços oncológicos, o Hospital Integrado do Câncer Mater Dei tem o Pronto-socorro Oncológico. Inaugurado em junho de 2015, é o primeiro de Minas Gerais, o segundo do país e busca suprir uma das maiores carências do setor em todo o país, permitindo o atendimento rápido às urgências oncológicas. O Serviço funciona todos os dias, 24 horas, para atendimento adulto e pediátrico de emergências oncológicas advindas do tratamento ou evolução da doença.

Com estrutura diferenciada e equipe especializada e multidisciplinar, o Pronto-socorro Oncológico atende a todos os níveis de complexidade oncológica, como neutropenia febril (baixa de imunidade com quadro de febre associada), dor tumoral, toxicidades e complicações imediatas nas primeiras 24 horas e tardias do tratamento sistêmico e radioterápico ambulatorial, além de pacientes em cuidados suportivos e paliativos com necessidade específica de atendimento emergencial. Vale ressaltar que o Serviço está aberto para atender a pacientes, em caso de urgência oncológica, que realizam tratamento na Rede Mater Dei de Saúde ou em outros serviços da cidade.

O Hospital Integrado do Câncer prioriza a cultura de segurança assistencial voltada para prevenção, controle e redução dos riscos no ambiente hospitalar, identificando, de forma contínua, as necessidades de melhorias no processo e proporcionando sempre uma assistência segura e de qualidade para o cliente.

Para os pacientes oncológicos e seus familiares que necessitam de um tratamento holístico, o Hospital Integrado do Câncer os acolherá nas diversas necessidades e fases de tratamento. Uma iniciativa que contempla a filosofia de atendimento diferenciado, personalizado e humanizado do Mater Dei, sendo fiel à sua missão do compromisso com a qualidade pela vida.

Conheça as inovações no tratamento do câncer disponíveis no Hospital Integrado do Câncer:

Oncologia clínica: estudo, prevenção, diagnóstica e tratamentos

A Oncologia Clínica engloba o estudo, diagnóstico, tratamento e seguimento de cerca de 100 tipos distintos de câncer. Nos últimos 25 anos, a especialidade passou por um aumento exponencial da incidência de câncer associado ao aumento relevante das taxas de cura, que giravam em torno de 30% na década de 1990 para cerca de 60 a 70% nos dias atuais, nos tumores sólidos dos adultos. Associado a esse crescimento exponencial de número de pacientes, a especialidade conseguiu evoluir a tal ponto que hoje é possível classificar tumores malignos que podem ser somente seguidos, sem a necessidade de intervenções terapêuticas específicas.

Onco-hematologia: tecnologia e métodos inovadores para transplante de medula óssea

A onco-hematologia promove o diagnóstico e tratamento dos tumores onco-hematológicos como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.

A maioria dos tumores onco-hematológicos apresentaram aumento significativo das taxas de cura com o advento, nos últimos 15 anos, da associação de anticorpos monoclonais e inibidores de pequenas moléculas, em associação com a quimioterapia já utilizada e a maior disponibilização de métodos distintos de Transplante de Medula Óssea, com eficácia e segurança superiores aos existentes.

O Hospital Integrado do Câncer disponibiliza toda a tecnologia e métodos inovadores de Transplante de Medula Óssea.

Oncopediatria: profissionais dedicados ao tratamento do câncer infantil

Um diagnóstico de câncer preocupa toda a família e quando envolve uma criança traz ainda mais angústia. O importante é considerar que o diagnóstico precoce e o tratamento em centro especializado podem aumentar as chances de cura nos casos pediátricos em até 85%. De acordo com o Inca, a cada ano, cerca de 13 mil novos casos de câncer ocorrem em crianças, sendo considerados tumores pediátricos todos os casos diagnosticados em menores de 19 anos. A faixa etária representa de 3 a 4% dos novos casos de câncer no Brasil.

Os tumores infantis correspondem a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. Os mais comuns são as leucemias (glóbulos brancos), os tumores do sistema nervoso central, os linfomas (sistema linfático), entre outros. De acordo com as informações do Inca, geralmente, esses cânceres não estão relacionados a causas externas, mas pais e responsáveis precisam estar atentos para perceber qualquer tipo de sinal que possa indicar a doença. No caso das leucemias, por exemplo, a criança se torna suscetível a infecções e pode ficar pálida, ter sangramentos e sentir dores ósseas. Emagrecimento, caroços e febre são outros sintomas muito associados a tumores pediátricos.

É fundamental para o paciente oncológico receber um atendimento global e interdisciplinar, como o que é oferecido no Hospital Integrado do Câncer Mater Dei. Os tumores pediátricos apresentam um crescimento rápido, mas também um alto potencial de cura. Uma área do Hospital é reservada para a Oncologia Pediátrica.

Oncogenética: avaliação e acompanhamento clínico para o rastreamento e predisposição ao câncer.

Uma das formas de garantir o diagnóstico precoce é investigar o histórico da doença na família e a predisposição do paciente em desenvolver o câncer. Estima-se que cerca de 10% dos tumores malignos sejam secundários às alterações genéticas hereditárias que são passíveis de mapeamento genético, e que de 20 a 25% desses tumores tenham algum tipo de herança familiar. Os mais comuns são os cânceres de mama, intestino, estômago, ovário, endométrio e de tireóide medular. Existem, ainda, mais de 15 mil doenças de fundo genético. Com o avanço da tecnologia na decodificação do DNA humano, pessoas com histórico familiar de doenças como câncer ganharam uma ferramenta na prevenção dessas patologias, quando não se manifestam logo na infância. Trata-se do aconselhamento genético, que identifica possíveis doenças hereditárias e orienta a família diante de resultados.

Existem catalogadas mais de 30 síndromes hereditárias causadoras de câncer. No caso de histórico de câncer na família existem critérios definidos que levam à indicação de exames. Além do histórico familiar, devem ser considerados fatores como diagnóstico de câncer antes dos 50 anos, dois casos de câncer diferentes num mesmo indivíduo, cognição alterada, história de câncer incomum ao gênero (como o câncer de mama em homem), síndromes genéticas, entre outros.

O Serviço de Oncogenética do Hospital Integrado do Câncer atende aos pacientes com consultas e aconselhamento genético, exames, teste básico de sequenciamento do DNA, que tornou possível o reconhecimento da base genética de condições hereditárias muito raras, levantamento dos riscos de acordo com os genes, existindo de 25 a 35 mil genes de baixa ou de alta penetrância, com cerca de 200 deles com capacidade oncogênica, sequenciamentos de Nova Geração, tratamento alvo dirigido em nível molecular. Além de medidas de detecção precoce ou mesmo intervenções médicas imediatas, quando definidas pela equipe multidisciplinar do Hospital Integrado do Câncer, juntamente com aconselhamento oncogenético. Assim, o paciente tem a oportunidade de receber intervenções efetivas com a remoção do câncer em fase precoce ou crescimentos pré-cancerosos e, até mesmo em fase de inexistência do processo cancerígeno.

Unidade de Transplante de Medula Óssea: cura e duplicação da sobrevida global

O Transplante de Medula Óssea - TMO é um método de tratamento em que ocorre a ablação completa do tecido medular por quimioterapia em doses altas, seguida por reposição medular própria (transplante autólogo) ou de doador compatível (transplante alogênico).

Praticamente, a totalidade dos tumores onco-hematológicos são curáveis com o transplante de medula óssea. As neoplasias malignas como o mieloma múltiplo e apresentaram a duplicação da sobrevida global nos últimos 15 anos, sobretudo, devido ao acréscimo de TMO à tecnologia terapêutica da doença.

O Hospital Integrado do Câncer possui uma das mais sofisticadas unidades de Transplante de Medula Óssea do país, com capacidade inicial para cinco pacientes transplantados simultaneamente.

Cardio-oncologia: cuidado contínuo com a saúde do coração durante o tratamento

A hipertensão arterial e o câncer, frequentemente, coexistem nos pacientes oncológicos. Nos registros de câncer, a hipertensão arterial é o diagnóstico mais comum. Os quimioterápicos e inibidores de tirosina quinase são os mais relacionados à hipertensão, podendo aumentar a incidência de hipertensão arterial em até 47% dos casos. Por isso, os pacientes em tratamento oncológico, especialmente, os que fazem uso dessas medicações necessitam de estreita observação dos níveis pressóricos antes e durante o tratamento.

A saúde cardíaca dos pacientes oncológicos deve ser monitorada, especialmente quando há fatores de risco para o desenvolvimento de cardiotoxicidade, como efeitos colaterais que acometem o sistema cardiovascular. Incluem-se nesse grupo, os pacientes com menos de 15 ou mais de 65 anos e que já possuam doenças do sistema cardiovascular como hipertensão, diabetes, disfunção cardíaca e doença das coronárias, além daqueles que irão receber tratamento com radioterapia, com irradiação de grande volume no coração, cabeça, pescoço, tórax ou mediastino e classes específicas de quimioterápicos e anticorpos monoclonais antiangiogênicos.

Com os avanços da medicina oncológica, descobriu-se a maior incidência de problemas cardíacos em pacientes com câncer e nasceu uma nova subespecialidade, a Cardio-oncologia. Como o próprio nome diz, ela associa a cardiologia à oncologia durante e após o tratamento da doença. Houve uma mudança de perspectiva com relação ao prognóstico dos pacientes oncológicos, com um aumento na expectativa e qualidade de vida dos pacientes. Em contrapartida, vários desenvolveram problemas cardiovasculares durante ou após o tratamento, secundários a efeitos colaterais à quimioterapia e ou à radioterapia. Assim, a interação entre cardiologistas e oncologistas visa reduzir os efeitos adversos cardiovasculares e obter melhores resultados no tratamento oncológico.

O Hospital Integrado do Câncer investiu no Serviço de Cardio-oncologia, uma inovação no Brasil. O Serviço oferece assistência especializada aos pacientes que apresentam fatores de risco, encaminhados pelos oncologistas/hematologistas assistentes, com a realização de exames periódicos e preventivos, conforme definido em consensos nacionais e internacionais, exames propedêuticos de alta tecnologia e que aumentam a possibilidade de detecção precoce de sinais de cardiotoxicidade. Realiza, ainda, a ecodopplercardiograma com a análise pela modalidade de strain bidimensional e de exames de sangue com quantificação de biomarcadores cardíacos, dentre outros. A investigação e o acompanhamento periódico da Cardio-oncologia permitem melhores resultados do tratamento oncológico, sendo necessário, algumas vezes, o início de medicações cardioprotetoras, visando a manutenção do tratamento oncológico, sem necessidade de interrupções ou adiamento da quimioterapia por cardiotoxicidade.

Oncofertilidade: assegura a preservação e manutenção da fertilidade em pacientes sob tratamento

A Oncofertilidade pode ser definida como uma abordagem multidisciplinar que permite avaliar os processos existentes, que possam ajudar o paciente a planejar seu futuro reprodutivo.

A preservação da fertilidade em homens e mulheres é algo muito importante que deve ser adequadamente abordado pelos médicos especialistas em oncologia, cirurgia oncológica, ginecologia e mastologia e discutido com o paciente sobre suas possibilidades e também seus riscos. O momento ideal para procurar a Oncofertilidade seria antes do início de um tratamento oncológico (quimioterapia ou radioterapia).

Estima-se que nos últimos 25 anos, a taxa de sobrevida geral para todos os cânceres, em cinco anos, aumentou de 56% para 64% para as mulheres e que, um em cada 250 adultos jovens, será sobrevivente de um câncer tratado na infância. Portanto esses sobreviventes é que se beneficiariam do planejamento de seu futuro reprodutivo, pois ainda terão uma boa longevidade dentro de sua capacidade reprodutiva, desejando construir uma família.

O Hospital Integrado do Câncer oferece auxílio com orientações e esclarecimentos sobre a eficiência de cada procedimento, consulta com o especialista em medicina reprodutiva e escolha do método mais adequado, que possa ser executado em tempo hábil e sem prejudicar a saúde do paciente.

Radioterapia: precisão na destruição das células cancerígenas, com baixas doses de radiação

A Radioterapia é um recurso fundamental no tratamento do paciente com o diagnóstico de câncer e, em alguns casos, mais efetiva que a Quimioterapia. Consiste em um tratamento local que usa aplicações de radiação ionizante diretamente sobre a região do tumor. O sucesso da terapia está relacionado à capacidade de concentrar a dose do medicamento no tumor e poupar os tecidos normais vizinhos.

Cerca de 40 a 60% dos pacientes que fazem quimioterapia precisam, em algum momento, fazer radioterapia, seja pré-cirúrgica (neoadjuvante), pós-cirúrgica (adjuvante) ou exclusiva (dependendo da histologia). Em outros tipos de tumor é usada de maneira concomitante à quimioterapia.

A Radioterapia Mater Dei foi o primeiro serviço da capital mineira a realizar radiocirurgia, radioterapia intraoperatória e o único a trabalhar com a tecnologia Cone beam-CT. O Mater Dei foi, também, o primeiro hospital de Minas Gerais a oferecer residência médica em Radioterapia, certificada pelo Ministério da Educação e o único a oferecer residência em física médica.

Localizada no Mater Dei Santo Agostinho, a Radioterapia está instalada em uma sala isolada com placas de chumbo, chapas de aço e concreto de alta densidade. Tudo para garantir a segurança na utilização do mais moderno equipamento de radioterapia disponível no mercado, com localização por Cone beam-CT (Tomografia Computadorizada). Uma tecnologia de última geração, mais assertiva, que atinge com precisão as células cancerígenas e com baixíssimas doses de radiação em tecidos normais.

PET-CT: avaliação do corpo humano em toda a sua extensão para monitorar a efetividade dos tratamentos oncológicos

O PET-CT é um dos equipamentos com tecnologia capaz de associar imagens funcionais da Tomografia por Emissão de Pósitrons (na sigla em inglês) - PET às informações anatômicas da Tomografia Computadorizada – CT. Trata-se do maior avanço da Medicina Nuclear dos últimos anos e, atualmente, é considerado o que há de mais preciso no diagnóstico do câncer. O exame feito por meio do PET proporciona alta qualidade de imagem e baixas doses de radiação e permite a detecção precoce de lesões primárias e metástases. A tecnologia é extremamente importante no auxílio da decisão da equipe médica no tratamento do paciente. E tem revolucionado o cuidado dos pacientes oncológicos.

A condução adequada do tratamento dos pacientes com câncer requer imagens com alta sensibilidade e especificidade que podem mudar o tratamento em tempo hábil e salvar a vida do paciente. O PET-CT auxilia, também, nos casos onde não se sabe a localização do foco de infecção e nas situações de avaliação da quantidade de músculo do coração em sofrimento, que ainda pode ser salvo por uma cirurgia ou angioplastia.

O Hospital Integrado do Câncer disponibiliza um dos mais modernos PET-CT do país. O equipamento possui o mais recente software de redução de dose de radiação ao paciente e equipamento infusor do radiofármaco inovador, proporcionando imagens de alta definição, com velocidade, exatidão e maior resolução espacial disponível. Também possui características que fornecem dados preciosos para detecção, monitoramento da doença e controle de tratamento.

Além disso, a sincronização respiratória facilita o diagnóstico, quantificação e planejamento radioterápico de pequenas lesões pulmonares. O equipamento transporta o paciente de maneira suave, sem a perda da posição do exame e possibilita diagnosticar lesões e alta precisão para detectar metástases, por exemplo, no tratamento oncológico. O PET-CT mostra a ação da quimioterapia e radioterapia no organismo e evita que o paciente se submeta a mais sessões que o necessário, ou a necessidade ou não de cirurgia.

Clínica da Dor: atende paciente com dores oncológicas crônicas

A especialidade se dedica ao tratamento analgésico das dores no paciente oncológico.

O Hospital Integrado do Câncer Mater Dei oferece tratamento integrado de dor em todas as fases do tratamento, sendo específico por dores tumorais, compressivas e secundárias ao próprio tratamento oncológico, além do tratamento na fase de cuidados paliativos.

Cirurgia oncológica: melhores resultados, sobrevida e qualidade de vida

Especialidade que abrange diagnóstico, estadiamento e tratamento de quase todos os tumores sólidos. O enfoque multidisciplinar de tratamento, que envolve a associação de diversas modalidades terapêuticas, gera melhores resultados, em termos de cura, sobrevida e, principalmente, de qualidade de vida.

Pacientes tratados em centros de referência ou de competência multidisciplinar têm resultados superiores aqueles tratados em centros isolados. O Hospital Integrado do Câncer Mater Dei oferece além da Sala Híbrida, com uma multiplicidade de recursos, profissionais altamente qualificados em procedimentos complexos como a realização de radiofrequência e radioablação, quimioterapia peritoneal hipertérmica e cirurgias conservadoras ósseas, que são, na maioria das vezes, mais complexas que as amputações.

Medicina Diagnóstica Mater Dei: Parque tecnológico para exames e diagnósticos

A Medicina Diagnóstica Mater Dei engloba exames de análises clínicas, radiologia e diagnósticos por imagem. Até o início dos anos 90, os exames de análises clínicas eram conduzidos por médicos de uma forma não padronizada, nos seus consultórios ou em laboratórios de pequeno ou médio porte.

O Hospital Integrado do Câncer Mater Dei disponibiliza um parque tecnológico completo na área com os mais sofisticados recursos tecnológicos nas áreas de patologia clínica, Ultrassonografia, Ressonância Magnética, Tomografia computadorizada, Radiologia e Medicina Nuclear, em um único ambiente.

Hospital Placi oferece 65 vagas para contratação imediata

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O Hospital Placi, que inaugura em breve uma nova unidade, em Botafogo (RJ), anuncia processo seletivo para contratação imediata de profissionais das áreas assistenciais, administrativa e de manutenção, totalizando 65 vagas disponíveis. Para participar do processo seletivo, que já está recebendo inscrições, é necessária experiência na área hospitalar de dois anos e registro no respectivo conselho de classe para as vagas assistenciais.

“Um requisito diferencial para os candidatos será possuir especialização em cuidados paliativos, geriatria e gerontologia, reabilitação respiratória e motora, terapia intensiva e conhecimento em sistema de gestão hospitalar TASY”, alerta a gerente de Recursos Humanos do Placi, Clici Teixeira, informando que os candidatos devem se inscrever pelo site http://www.placi.com.br (seção “Trabalhe Conosco”) ou pelo link http://zip.net/bds5QD.

Na área administrativa, estão disponíveis vagas para: auxiliares de farmácia, auxiliar de manutenção predial, técnico de manutenção predial, recepcionistas e auxiliares de hotelaria. Para esses cargos é necessário comprovar a conclusão do Ensino Médio Completo, bem como experiência de pelo menos um ano na função.

O processo seletivo é composto por avaliação teórica e comportamental, além de entrevistas individual e com a gerência imediata. “O Placi disponibiliza aos candidatos selecionados um programa de treinamento de capacitação técnica e comportamental, com atividades baseadas em simulações realísticas”, complementa Clici.

Sobre o Placi

Inaugurado em 2013, no município de Niterói, no Rio de Janeiro, o hospital Placi oferece ao sistema de saúde privado do País um conceito de assistência abrangente, de cuidados extensivos. Sendo um hospital de transição, destina-se a pacientes em recuperação e em fim de vida, contando com uma equipe multidisciplinar e visando à melhoria da qualidade de vida e à redução do sofrimento, tanto para pacientes como para seus familiares. Prevista para o segundo semestre de 2016, sua nova unidade será inaugurada no bairro de Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro, mantendo os mesmos padrões de excelência no atendimento e cuidado com pacientes. Mais informações: www.placi.com.br.