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Quase 50% dos hospitais com acreditação máxima listados pela ANS são clientes MV

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Pela primeira vez, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou o nome de instituições de saúde brasileiras que atendem critérios de qualidade. Esse apontamento, além de servir como índice para que pacientes acompanhem e avaliem o padrão de assistência prestada no País, ainda comprova a qualidade das soluções e a excelência dos serviços oferecidos pela MV.

Dos 131 hospitais com certificado de acreditação máxima conferido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), pelo IQG Health Services Accreditation e pelo DNV-GL, quase 50% utilizam o sistema de gestão hospitalar da MV e estão sujeitos ao Fator de Qualidade da ANS, índice de reajuste que faz parte de um novo modelo de remuneração implantado este ano para hospitais e profissionais que atendem à saúde suplementar. O Fator de Qualidade possui três níveis e no primeiro, que engloba os que possuem acreditação máxima, há direito a reajuste de 105% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em 2015, quando a ANS anunciou que lançaria uma norma para que a qualidade dos estabelecimentos prestadores de saúde fosse requisito para definição de valores pagos pelas operadoras de planos de saúde, a MV anunciou que seus clientes sairiam na frente nesse processo. “A presença massiva de clientes MV nessa lista demonstra a eficiência, a agilidade, a precisão e a segurança apresentada pelos softwares da empresa para atender todas as necessidades de gestão da informação na saúde, otimizar processos e garantir maior eficiência para a conquista de qualidade na assistência”, comenta o presidente da MV, Paulo Magnus.

Além da acreditação máxima, outros dois indicadores foram levados em consideração pela ANS para medir o desempenho das unidades de saúde e avaliar a qualidade assistencial: o índice de readmissão hospitalar e a segurança do paciente. Em relação a este último, a agência listou 1355 instituições de saúde que possuem Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) cadastrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, nessa lista, também existem hospitais públicos, privados e filantrópicos que utilizam as soluções MV para garantir boas práticas no funcionamento dos serviços.

Dentre os quais, estão a Associação Congregação de Santa Catarina, que administra 21 casas de saúde espalhadas pelo Brasil; o Hospital 9 de Julho, referência em medicina de alta complexidade na cidade de São Paulo-SP; a Associação Obras Irmã Dulce, em Salvador-BA; e a Rede Mater Dei de Saúde, referência na capital mineira.

Cliente MV há 10 anos, a Rede Mater Dei de Saúde adotou a plataforma SOUL MV com o objetivo de evoluir a base tecnológica, expandir a rede e, principalmente, oferecer segurança e qualidade no atendimento a pacientes.

Segundo a vice-presidente Assistencial, Operacional e diretora clínica da Rede Mater Dei de Saúde, Márcia Salvador Geo, em recente publicação sobre a presença da instituição na lista da ANS, “com o crescimento do hospital, iniciamos uma estruturação maior dos nossos processos de qualidade e investimos em sistemas de certificação e acreditação hospitalar. Estamos orgulhosos pelos ótimos resultados alcançados, o que mostra que estamos cumprindo nossa missão”.

Sobre a MV

A MV é líder em software de gestão de saúde no Brasil. Com soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de saúde pública, detém o melhor Prontuário Eletrônico do Paciente na América Latina e o maior market share da região, segundo a empresa norte-americana de pesquisa e insights, KLAS, que concedeu à MV o Prêmio 2015/2016 KLAS Category Leader for Global Acute EMR – Latin America. Atualmente, mais de 1000 instituições e 375 mil usuários utilizam as soluções MV para responder com eficiência, agilidade, precisão e segurança as necessidades de gestão de informações de saúde. Para saber mais sobre a MV, acesse www.mv.com.br. Acompanhe-nos também no Facebook, Twitter e LinkedIn.

Gastos da saúde crescem mesmo frente à retração da economia

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Mesmo com a retração na economia em diversos países, no Brasil, os gastos assistenciais per capita estão crescendo. O 30º Boletim conjuntura de Saúde suplementar, desenvolvido pelo IESS, Instituto de Estudos de saúde suplementar ilustra com os números do crescimento como o mercado brasileiro está divergindo dos demais.

O que se observa, na maioria dos países é uma redução na taxa do crescimento econômico em que a taxa de gastos com a saúde também se reduz proporcionalmente. Diferente do Brasil em que os números da saúde crescem quase que independente do estreitamento econômico dos outros setores.

A sustentabilidade da Saúde Suplementar está relacionada ao entendimento das causas dessa divergência, frente ao padrão de correlação positiva entre renda e gasto com saúde observada nos demais países.

Entre os motivos pelo descolamento do crescimento das despesas assistenciais e o alto crescimento dos custos médicos apontados pelo estudo, o modelo de pagamento predominante no país: o Fee-for-service que consiste no embolso pela unidade sem verificar a eficiência ou a qualidade dos serviços da assistência hospitalar.

Outra razão seria a alta inflação médica líquida, uma das mais altas: 12,6% da economia. A variação dos custos médicos hospitalares das operadoras de plano de saúde foi de 17,1% em Junho de 2015, 8,2 pontos percentuais acima da inflação medida pelo IPCA.

O desperdício, o envelhecimento populacional e a incorporação de novas tecnologias também podem ser vetores de um crescimento nos gastos médicos.

Nível de atividade

  • No quarto trimestre de 2015, o PIB teve redução de 1,4% em comparação ao trimestre anterior. Quando avaliado o acumulado em 12 meses, houve o decréscimo foi de 3,8%, sendo essa a maior queda registrada desde 1996, quando se iniciou a série histórica.

  • Até a indústria apresentou um desempenho negativo de 6,2% e o setor de serviços apresentou o quarto decréscimo na série histórica, de -2,7%.

  • A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) apresentou taxa de crescimento negativa pelo sexto trimestre consecutivo no acumulado de 12 meses (-14,1% no 4ºtri/15 ), o que resultou numa taxa de investimento menor do que quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior: 20,2% do PIB no 4º tri/14 contra 18,2% do PIB no 4º tri/15.

Inflação

  • O índice que mede a inflação oficial do Brasil (IPCA), teve variação mensal de 0,9% em fevereiro de 2016 e variação em 12 meses de 10,4%. Observando os resultados, percebe-se uma tendência de aumento contínuo da inflação a partir de dezembro de 2014, quando a taxa era de 6,4%.

  • O índice de difusão do IPCA foi de 77,21% em fevereiro de 2016. Em comparação, o mês anterior apresentou índice de 77,48% (jan/16).

Acendeu-se uma enorme luz amarela na velocidade das decisões em saúde

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A recente aprovação, pelo Congresso Nacional, seguida da sanção da Presidente da Republica, da fosfoetanolamina, conhecida como a “pílula do câncer”, abre um precedente de consequências ainda não muito clara em nosso País. Num primeiro olhar, não parece que seja positiva, já que fragiliza o processo regulatório em saúde.

Ninguém, em sua sã consciência, pode negar a importância da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A atuação do órgão hoje é fundamental e tornou o ambiente regulatório muito mais claro e seguro, equiparando o Brasil às nações que contam com estruturas semelhantes, vigilantes à proteção da saúde dos seus cidadãos. Mas, certamente, se a aprovação da “pílula do câncer” não fragiliza a autoridade da Anvisa, no mínimo deveria acender uma enorme luz amarela no modo como as decisões são tomadas nesse âmbito de regulação. Essa luz amarela diz respeito ao processo e à velocidade destes trâmites.

Se realmente é verdade que desde 1995, como alega o pesquisador da “pílula do câncer”, houve a tentativa de testar a ação da droga – porém sem sucesso, por falta de apoio - estamos falando de uma situação ocorrida há 21 anos. É óbvio que uma pessoa que está acometida por uma doença como o câncer, não pode admitir essa velocidade das coisas. É assim que processos como estes vão parar na justiça comum ou no poder legislativo, que, pressionado pelo clamor popular, apresenta à sociedade uma solução mais rápida (e nem sempre melhor) que a do regulador legalmente constituído.

Como representante das redes de farmácias, faço parte do chamado setor regulado, que também depende das decisões da Anvisa. Para citar um exemplo não tão grave, mas de grande importância para a saúde, desde 2014 a Lei 13.021 autoriza que as farmácias disponibilizem vacinas para uso imediato por parte da população. Eis que, quase dois anos depois de a medida ter sido aprovada no Congresso e sancionada pela Presidente, ainda não houve a regulamentação da medida para que possamos colocá-la em prática.

Agora, em plena crise da gripe H1N1, testemunhamos enormes filas nas poucas clínicas privadas (cerca de duas mil no Brasil) que disponibilizam vacinas a um preço elevado. Se a aplicação das vacinas nas farmácias já tivesse sido regulamentada, somente com a adição dos quase 6.000 estabelecimentos que compõem as redes associadas à Abrafarma, já teríamos quadruplicado a capacidade privada de atendimento à população. Isso sem falar na facilidade de acesso, com os horários extensivos de atendimento, e um provável preço bem mais acessível do serviço. Tudo isso com a segurança necessária, pois será o Farmacêutico o profissional responsável por conduzir o serviço.

Mas não estamos falando somente de gripe. Nos outros países onde foi adotada, a vacina na farmácia ampliou enormemente a imunização dos cidadãos para doenças como Herpes Zoster, Hepatite A e B, HPV, Meningite, Pneumonia, Tétano e outras. Nos Estados Unidos, por exemplo, nos estados onde as farmácias oferecem vacinação, houve aumento na cobertura vacinal de 148% contra pneumococos – principalmente em idosos, que são os mais atingidos pela doença – e de 77% contra herpes zoster, em comparação a outros locais onde o serviço não é oferecido.

Nós temos que cuidar da luz amarela que se acendeu. A sociedade tem de apoiar a Anvisa com o orçamento e estrutura necessários, mas a própria também deve se livrar de todo o excesso burocrático que impacta o tempo de análises de processos.

Citando mais uma vez a área das farmácias, não faz nenhum sentido entulhar sua estrutura com autorizações de funcionamento de filiais, um processo meramente burocrático e sem sentido, e que duplica a ação dos municípios, que efetivamente são os responsáveis por licenciar e fiscalizar os estabelecimentos farmacêuticos. Isso sem falar das inúmeras reuniões da Diretoria Colegiada que se dedicam a avaliar recursos e mais recursos administrativos, atravancando a pauta, protelando a discussão de assuntos muito mais nobres.

Como ente regulado, reconheço e apoio o esforço que a atual diretoria vem fazendo para tentar modificar a estrutura da ANVISA, sempre na defesa de uma sociedade que não pode prescindir da segurança na qualidade dos produtos e serviços de saúde da qual é beneficiária. Mas esta luz acesa precisa nos ajudar a avançar. E que seja rápido. Porque o cidadão comum está cada vez mais impaciente com a velocidade das respostas que recebe.

Sérgio Mena Barreto* Sérgio Mena Barreto é presidente executivo da Abrafarma -

Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias

Crise faz trabalhador reivindicar assistência farmacêutica

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Algumas categorias já estão trocando os reajustes por aumento ou inclusão de novos benefícios como a assistência farmacêutica, que pode garantir até 100% de subsidio na compra de medicamentos para os titulares e dependentes.

“A saúde é uma das principais preocupações das pessoas. A garantia de um benefício como a assistência farmacêutica contribui para a redução dos gastos dos trabalhadores para atender a prescrição médica”, explica Luiz Carlos Silveira Monteiro, presidente da ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos.

“O benefício oferece subsídio em uma lista referencial de medicamentos para cuidar da saúde, diminuindo os índices de absenteísmo, presenteísmos e sinistralidade. A assistência farmacêutica traz tranquilidade para o trabalhador e as empresas contam com colaboradores com melhores condições de saúde”, aponta o executivo.

A ePharma promove ainda o acesso a medicamentos, integra a indústria farmacêutica, a rede credenciada de farmácias e os diversos serviços de saúde, via uma plataforma de autorização, flexível e segura. Atua em toda a cadeia da saúde e do bem-estar do paciente, desde programas que ampliam a adesão ao tratamento até serviços especializados com enfoque clínico e de gestão da saúde.

A ePharma

Consolidada como principal player no recente mercado brasileiro de assistência farmacêutica, a ePharma dispõe de tecnologia que conecta, em tempo real, aproximadamente 23 mil farmácias e drogarias de todo o país a um sistema autorizador ancorado em um potente banco de dados, dando acesso a medicamento a mais de 27 milhões de pessoas.

O portfólio de serviços da ePharma traz ainda serviços inovadores voltados à saúde e ao bem-estar dos beneficiários. Dentre eles, destacam-se o Plano de Medicamentos no modelo de pré-pagamento baseado no levantamento da estimativa de gastos com medicamentos de acordo com o perfil dos colaboradores, como o ePharma Plenus; o gerenciamento de doentes crônicos; o Concierge da Saúde, que é um serviço multidisciplinar de aconselhamento telefônico que oferece assistência nutricional, enfermagem, psicóloga, médica e farmacêutica; Unidade de negócios Farma responsável pelo acompanhamento dos pacientes via call center especializado; Specialty Care, direcionado a promover o acesso e a gestão do tratamento de pacientes portadores de doenças complexas e raras.

A companhia detém ainda mais da metade do mercado de assistência farmacêutica, com uma carteira de cerca de 150 empresas, constituindo 1.610 programas.

Hospital Teresa de Lisieux reduz em mais de 50% internação na UTI Neonatal

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O Hospital Teresa de Lisieux, do Hapvida, maior operadora de saúde das regiões Norte e Nordeste, conseguiu um feito e tanto. Localizado em Salvador (BA), o hospital registra uma redução de mais de 50% no número de internação de recém-nascidos em sua UTI Neonatal desde o final de março de 2015, quando aderiu ao Projeto Parto Adequado, desenvolvido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI).

De acordo com a agência reguladora, as 40 instituições privadas e públicas participantes da iniciativa – que inclui o Hospital Teresa de Lisieux – estão conseguindo manter uma média de 31% de partos normais entre o público-alvo das medidas. Antes de aderir ao projeto, os hospitais e maternidades apresentavam, em média, 22% de partos normais.

Com mais de 3,2 milhões de usuários, o Hapvida é a maior operadora do Norte e Nordeste em número de clientes. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e constantes investimentos: são 17 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 20 hospitais, 71 clínicas médicas, 16 prontos atendimentos, 61 centros de diagnóstico por imagem e 57 laboratórios com diversos postos de coleta distribuídos nos 11 estados onde a operadora atua com rede própria.

VIII Simpósio de Nutrição Clínica acontece no Hospital Bandeirantes

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O Hospital Bandeirantes sediará em seu auditório, no dia 30 de abril, o VIII Simpósio de Nutrição Clínica, das 07h30 às 17h. Especialistas da área da saúde se reunirão para discutir o tema “Atenção Nutricional ao Paciente Hospitalizado”. Dividido em quatro módulos, o simpósio será orientado pela coordenadora de nutrição Patrícia Ramos.

A primeira etapa do evento abordará questões relacionadas ao paciente idoso, já o módulo dois terá como tema o paciente oncológico. Após o almoço, os especialistas tratarão de casos relacionados a pacientes críticos e finalizando o Simpósio, o último módulo será voltado ao paciente cardiopata.

As vagas são limitadas e as inscrições vão até o dia 26/04 pelo site www.hospitalbandeirantes.com.br. Para graduandos e pós-graduandos o investimento será de R$100,00 e para outros profissionais da saúde, R$120,00. O Simpósio é realizado pelo IEP – Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Bandeirantes.

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Sobre o Hospital Bandeirantes:

Com 70 anos de história, o Hospital Bandeirantes é reconhecido por seus Centros de Referência e atendimentos em alta complexidade. Com uma média de 14 mil internações/ano e 10 mil cirurgias/ano, a Instituição possui certificação em nível diamante concedida pela Accreditation Canada International (ACI) – Qmentum. São mais de 3 mil médicos e 2 mil colaboradores focados em um único objetivo: manter-se referência no segmento hospitalar, preservando a qualidade de seus tratamentos clínicos e cirúrgicos. Aliado ao atendimento humanizado e ao amadurecimento da gestão sustentável na busca do crescimento com riscos mínimos, o Hospital visa fortalecer seu compromisso com o colaborador, comunidade e meio ambiente.

Site: www.hospitalbandeirantes.com.br

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SBC passa a contar pela primeira vez com serviço de Ouvidoria

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Conhecidas as demandas dos associados, uma das primeiras providências do presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC, Marcus Bolívar Malachias, foi criar o cargo de Ouvidor Geral. Ele funcionará vinculado à Presidência, como uma linha direta entre o associado e a Diretoria. A Ouvidoria receberá as demandas, sugestões e reclamações, catalogando-as com isenção e ética para a análise pela Diretoria.

O primeiro Ouvidor é o experiente cardiologista Lázaro Miranda, de Brasília, que tem longa folha de serviços prestados à SBC. Por três gestões foi diretor de Relações Governamentais, presidiu a SBC/Distrito Federal por dois mandatos e foi também presidente da Regional Centro-Oeste.

Lázaro Miranda explica que a Ouvidoria vai funcionar sem burocracia, pois foi criada com a preocupação de garantir o acesso mais direto e o mais simples possível ao sócio. Ele poderá fazer seu questionamento pelo e-mail lazaro@cardiol.br ou usar o 0800 314 4409. A consulta será levada ao setor adequado, e, se necessário, à Diretoria da SBC, providenciando-se prontamente a resposta.

Ouvidoria_Lázaro Miranda"Grande parte dos questionamentos que vamos receber serão dúvidas ou reivindicações que interessam a vários médicos", explica Lázaro. Por isso está em estudo uma forma de garantir acesso amplo às respostas. "Há um crescente clamor com respeito à remuneração e condições de trabalho, especialmente aos valores dos honorários pagos por consultas e visitas hospitalares.

A Ouvidoria trabalhará em íntima relação com a Diretoria de Qualidade Assistencial, como fonte de oportunidades e, ao mesmo tempo, instrumento estratégico para condensar as opiniões, unificando os nossos especialistas em favor das reivindicações principais. Esta tarefa terá que ser reproduzida em cada SBC Estadual", detalha Lázaro.

Para o recém-nomeado Ouvidor, o novo serviço será um verdadeiro termômetro, necessário para que a Diretoria possa avaliar continuamente qual a satisfação do associado aos serviços prestados pela SBC.

Rede Mater Dei de Saúde inaugura o Hospital Integrado do Câncer em Belo Horizonte

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Integrando o complexo do Mater Dei Contorno, o Hospital Integrado do Câncer terá entrada pela Rua Uberaba, 900, fluxos e atendimento exclusivos para o tratamento dos pacientes oncológicos. É o primeiro em Minas Gerais com este formato em um hospital privado, numa estrutura de hospital geral multidisciplinar e de multiespecialidades.

Antes da solenidade, o presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador, o coordenador do Hospital Integrado do Câncer, Enaldo Lima, o coordenador do Serviço de Radioterapia da Rede Mater Dei de Saúde, Ernane Bronzatt e o diretor comercial da Rede, José Henrique Dias Salvador, participarão de uma coletiva de imprensa para apresentar os detalhes do projeto.

Data: 18/04/2016 (segunda-feira).

Local: Mater Dei Contorno, Auditório II – 12º andar - Avenida do Contorno, 9000 - Belo Horizonte/MG

Gentileza confirmar presença pelo e-mail priscila.silva@materdei.com.br ou 3339-9197/9184.

Endereço: Avenida do Contorno, 9000.

Horário:

9h – Coletiva de imprensa.

10h – Cerimônia de lançamento do Hospital Integrado do Câncer.

Grant4Apps leva startups de saúde para Berlim

Berlim

Fiquei muito feliz ao saber pelo Emilio Burlamaque, CIO da Bayer no Brasil, da iniciativa que a Bayer Global está promovendo de selecionar e levar startups de saúde para a Alemanha para participar de um programa de 100 dias de aceleração. Além disso, cada startup receberá EUR 50.000. Como CEO de uma aceleradora de saúde no Brasil, torço para que iniciativas como esta se espalhem pela indústria de saúde.

As iniciativas devem ser das áreas de saúde feminina, cardiologia, oftalmologia, hematologia, oncologia e radiologia. As inscrições estão abertas até 31 de maio e são feitas pelo site http://zip.net/bms73S (url encurtada e segura).

Cinco empresas de todos o Brasil serão selecionadas, o que aumentará e muito o impacto deste programa em território brasileiro. É necessário ter CNPJ, equipe mínima de três pessoas (maiores de 18 anos) e falar inglês. A aceleração ocorrerá de Agosto a Dezembro.

De acordo com Patrick Fenzl, da área de tecnologia da informação e inteligência de negócios da Bayer: "Estamos à procura de start-ups que desenvolvam soluções para determinadas áreas de saúde da Bayer ou que tenham iniciativas focadas em prevenção de doenças, aderência ao tratamento pelos pacientes, testes clínicos, gerenciamento de condições clínicas. As soluções podem ser serviços, aplicativos, software ou hardware. Não limitamos a tecnologia".

Fonte: UOL Notícias (http://bit.ly/1V2oqat)

Como foi o webinar sobre Certificado Digital e de Qualidade para PEP?

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Na última terça-feira, dia 12 de abril, o portal Saúde Business foi palco de um webinar sobre Certificado Digital e de Qualidade para Prontuários Eletrônicos ministrado pelo professor Renato Sabbatini, um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Informática para Saúde (SBIS) e presidente do Instituto Edumed.

Essa iniciativa foi o primeiro episódio do que vamos chamar de Saúde Business Talk, série de transmissões on-line com pessoas de referência no setor de saúde da academia, mercado e indústria com tópicos que devem fazer parte da agenda do gestor da área.

Durante 1 hora e 20 minutos, o professor Renato Sabbatini definiu conceitos sobre o que é, de fato, um sistema de Registro de Saúde, como a certificação digital é legalmente imprescindível para o instituições sem papel e como a certificação SBIS-CFM é um importante atestado para softwares de saúde.

A platéia virtual participou ativamente. Foram mais de 45 perguntas recebidas dos mais diferentes perfis - do gestor hospitalar ao desenvolvedor de software. Durante a apresentação, boa parte destas foram respondidas pelo professor Renato Sabbatini, o que tornou o conteúdo transmitido ainda mais rico.

Felizmente, para quem não conseguiu acompanhar ao vivo, a gravação deste episódio do Saúde Business Talk já está disponível no portal. Nesse página também é possível baixar a apresentação usada pelo professor durante a apresentação em formato PDF.

O próximo Saúde Business Talk, de maio, já está saindo do forno e as inscrições estarão abertas a partir da próxima semana. O tema, ainda em Informática em Saúde, estará ligado a nuvem e trará um especialista da indústria. Deixe seu e-mail abaixo para eu te avisar quando as inscrições estiverem abertas:

Conto com você no próximo Saúde Business Talk!