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L’Étape Brasil anuncia Hospital Leforte e amplia operação médica do evento

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O L’Étape Brasil anuncia uma importante parceria para a etapa de 2016. Com o objetivo de ampliar a qualidade no atendimento médico especializado e segurança durante o evento, o Hospital Leforte, é o mais novo parceiro do L’Étape Brasil.

Com sede no bairro do Morumbi, em São Paulo, o Hospital Leforte é reconhecido por sua metodologia de atendimento e infraestrutura com tecnologias ecoeficientes  e, nos últimos três anos, tem se aproximado do esporte, principalmente do ciclismo, investindo em atletas, eventos e ações de qualidade de vida e bem estar.

“Queremos firmar uma parceria sólida com o L’Étape Brasil, estabelecendo uma relação com o ciclista antes, durante e depois da prova. Realizaremos um programa de check up completo para os ciclistas do Clube du Tour e estamos preparando uma grande estrutura durante a prova, que contará com uma média 70 profissionais envolvidos, além centro médico, posto avançado, helicóptero UTI, mais de 10 ambulâncias,  todos coordenados pelo DR. Hassan Neto”, comenta Rodrigo Lopes, diretor executivo do Hospital Leforte e apaixonado pelo esporte.

Ao lado do L’Étape Brasil, o Hospital Leforte também realizará ao longo do ano ações e blitz em treinos, orientando os ciclistas sobre preparo físico e alimentação.

“Para nós, a chegada do Hospital Leforte só reafirma o compromisso com os atletas e fãs. Queremos manter um alto nível de qualidade e parceiros dignos da maior prova de ciclismo amador da América Latina”, comenta Marcio Flores, CEO do Grupo Manga e do L’Étape Brasil.

A segunda prova do L’Étape Brasil by Le Tour de France acontece no dia 18 de setembro, na cidade de Cunha, interior de São Paulo.

Sobre o Grupo Manga:

O Grupo Manga desenvolve de forma integrada projetos de comunicação, esporte, saúde, entretenimento e ações de livre marketing. Seguindo seu principal pilar de sinergia com o business do cliente, o Grupo oferece projetos multiplataformas desenvolvidos de forma estratégica pelos boards especializados. Liderado pelo publicitário Marcio Flores, o grupo possui operações em São Paulo, Rio de Janeiro e Nordeste.

Sobre a A.S.O. :

A Amaury Sport Organisation é uma empresa fiel aos valores do esporte que projeta e organiza grandes eventos esportivos internacionais, como o Le Tour de France e o Rali Dakar. Ao todo, são 40 eventos anuais, totalizando 220 dias de competição. A Amaury Sport Organisation é uma subsidiária da Editions Philippe Amaury (EPA), um grupo de imprensa que detém o jornal L'Equipe e Le Parisien / Aujourd'hui en France.

Hospital São Camilo Ipiranga conquista certificado Diamante da QMentum International da Accreditation Canada

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Uma criteriosa avaliação de auditores do IQG Health Services Accreditation e QMentum International com pacientes, familiares, funcionários, lideranças e alta administração mostrou que a Unidade segue os mais rigorosos padrões de qualidade de atendimento.

“Um atendimento seguro, humanizado e de qualidade é a essência da Instituição. A conquista do Hospital São Camilo Ipiranga mostra que as três Unidades estão alinhadas com estes valores e têm o mesmo nível de qualidade”, ressalta o diretor Geral da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Rogério Quintela.

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

 A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três modernos hospitais que fazem parte da história da capital paulistana: Pompeia, Santana e Ipiranga. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são seus principais pilares de atuação. As Unidades têm capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea. Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece ao todo 685 leitos e um quadro clínico de mais de 3,7 mil médicos qualificados. Seus hospitais possuem importantes acreditações internacionais, como a da Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor, a Acreditação Internacional Canadense e a da ONA (Organização Nacional de Acreditação). A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar.

Editage disponibiliza serviços para reduzir riscos de violação ética

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A Editage, empresa de comunicação científica, está oferecendo no Brasil serviços que apoiam pesquisadores, universidades e periódicos a identificarem possíveis casos de violação ética em trabalhos científicos. O objetivo é mitigar riscos principalmente para os autores, identificando potencial de plágio, falha ética, duplicação ou redundância e garantindo a correção de problemas antes da entrega ou publicação do trabalho. A Editage é membro do Committee on Publication Ethics - COPE que reúne mais de 10 mil membros em todo o mundo, entre editores de periódicos, cientistas e interessados em ética no campo da pesquisa.

De acordo com estudo realizado, com dados de 2009 a 2012, junto às duas principais bases de dados científicas da América Latina e Caribe: Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Latin American and Caribbean Center on Health Sciences Information (LILACS), o plágio é a causa mais comum atribuída à retração no número de publicações brasileiras, sendo responsável por 46% dos casos. Também é sabido que a maioria das ocorrências de violação ética é classificada como acidental e está relacionada às pressões as quais os autores são submetidos diariamente para conclusão dos trabalhos, ou ainda, por falta de informação ou treino profissional no tema.

“Como os primeiros a examinar os artigos, até mesmo antes dos editores de periódicos, atuamos como consultores de confiança para milhares de pesquisadores, especialmente aqueles em início de carreira que não estão familiarizados com obstáculos para a publicação acadêmica ética. Sempre que identificamos algum aspecto suspeito chamamos a atenção dos autores e sugerimos as medidas corretivas a serem tomadas”, ressalta Abhishek Goel- Fundador & Chief Customer Officer da Editage.

Os serviços da Editage visam responder a esses desafios, baseando-se em sua vasta experiência em revisão e t de manuscritos por meio da aplicação de processos sistêmicos. A empresa de comunicação científica tem auxiliado em casos relacionados à violação, que vão desde a fabricação de dados e manipulação de imagens, suspeitas de duplicidade de informação, até falta de documentação comprovatória de consentimento de pacientes ou voluntários, em casos que envolvem experimentação humana.

A Editage realiza regularmente campanhas de conscientização, conduz programas educativos/treinamentos e dissemina material gratuito para orientar autores acadêmicos e editores de todo o mundo quanto aos aspectos relacionados à ética na pesquisa acadêmica. Inclusive, a mais atual delas está disponível https://www.editage.com/pledge-to-publish-ethically/. Para mais informações http://www.editage.com.br/process/ethics.html

Chromosome lança teste genético para detecção do vírus Zika no espermatozoide

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Estudos ainda estão em andamento, mas acumulam-se as evidências de que o vírus Zika permanece no espermatozoide por pelo menos 30 dias após a infecção, o que pode levar a transmissão da virose por relações sexuais. Há relato de caso pela Agência Norte-Americana CDC de detecção do vírus no esperma após 64 dias da infecção.

Se houver o contato sexual sem proteção, a mulher pode ser infectada e, se estiver grávida, o feto poderá ser contaminado.

O laboratório Chromosome é o primeiro no Brasil a disponibilizar o teste genético para detecção do vírus nos espermatozoides. O teste é realizado por PCR, tem 99,9% de precisão e o resultado é obtido em 72 horas.

O rastreamento genético também pode ser realizado no líquido amniótico, no vilo corial, no sangue do cordão umbilical, bem como nos restos ovulares.

Tendo em vista que muitas vezes a virose é assintomática e devido aos sérios desdobramentos da infecção, é altamente recomendável que os casais que querem engravidar façam o teste, caso o parceiro tenha tido a virose recentemente (30 a 60 dias).

Os casais que se submeterem aos procedimentos de fertilização in vitro terão o esperma testado geneticamente para detecção do vírus Zika. Desde o dia 22 de março, a ANVISA determinou que as clínicas de reprodução humana assistida devem testar o esperma para detecção do vírus Zika.

Mais informações podem ser acessadas em: www.chromosome.com.br

Agfa HealthCare participa do ECM Meeting Saúde

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Na ocasião, Ghislain Boisseau, gerente global da Agfa HealthCare, ministrará a palestra e apresentará a solução de Gestão de Conteúdo Corporativo (ECM) para a área da saúde, o HYDMEDIA. As soluções de ECM representam muito mais que a simples digitalização. Com a solução HYDMEDIA é possível combinar um alto nível de desempenho com facilidade de uso, permitindo a coleta de informações com apenas algumas palavras-chave.

A solução HYDMEDIA permite acesso on-line ao prontuário do paciente (100% web); eliminação de papel e redução de custos; acesso simultâneo ao prontuário – team collaboration; pesquisa full-text; ferramentas para Gerenciamento de Processos (Business Process Management – BPM); interoperabilidade comprovada com outros sistemas; acesso a outros arquivos do paciente, como vídeos, imagens DICOM, planilhas e outros documentos; gerenciamento de segurança e trilha de auditoria; e aplicações customizadas para gestão de documentos dos departamentos Financeiro e RH.

O ECM Meeting Saúde é realizado pela revista Information Management. O Congresso trará 10 conferências distribuídas ao longo do dia 28, das 8 às 18 horas. O evento, que tem foco na Gestão de Documentos e informações Hospitalares num Mundo Digital, reúne profissionais de TI, gestão administrativa e de serviços aos pacientes dos principais hospitais e prestadores de serviços de saúde para expor e discutir na prática como o setor está se adaptando ao mundo digital e transformando seus processos para aumentar sua produtividade, assegurar governança e competitividade.

Para a coordenadora de Marketing e Comunicação da América Latina, Daniela Galo, ao contrário do que acontece em outras feiras do setor, em que o público é universal e está presente por diferentes interesses e em busca de tendências, no ECM Meeting Saúde as pessoas são focadas no assunto, com objetivos definidos para a Gestão de Conteúdo Corporativo.

“Por isso, é de grande valia estar presente em um evento como esse e poder levar um porta-voz da Agfa HealthCare para apresentar as tendências, benefícios e casos de sucesso e, também, se envolver em temas relacionados a hospitais embasados em ECM - Entreprise Content Management como solução única e com poder de escalabilidade para atender as necessidades atuais e futuras”, finaliza Daniela.

SERVIÇO

ECM Meeting Saúde

Palestra da Agfa Health Care: “O futuro ideal para qualquer hospital embasado nas soluções em ECM”

Data: 28 de abril de 2016 (quinta-feira)

Hora: 14 horas

Mais informações: http://www.ecmshow.com.br/ecmmeeting/agenda-do-congresso/

Sobre a Agfa HealthCare

Agfa HealthCare, membro do Grupo Agfa-Gevaert, é líder global dentre os fornecedores de diagnóstico por imagem e soluções de TI para a área da saúde. A organização tem mais de um século de experiência no setor da saúde e tem sido pioneira no mercado de TI desde o início dos anos 90. Atualmente, a Agfa HealthCare projeta, desenvolve e entrega sistemas de ponta para capturar, administrar e processar imagens de diagnóstico e informações clínico-administrativas para instituições de saúde, fornecendo serviços de consultoria, soluções de gestão hospitalar e clínica (HIS/CIS) e solução de gestão de conteúdo corporativo (ECM) para o setor. Para mais informações sobre a Agfa HealthCare, por favor acesse www.agfahealthcare.com, blog.agfahealthcare.com ou por e-mail: healthcare.br@agfa.com

Consulta do Bem chega ao mercado para inovar o setor da saúde

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Usando tecnologia, o Consulta do Bem desponta inovando o setor da saúde. A plataforma é pioneira em agendamento e pagamento online de consultas, oferecendo acesso a atendimentos médicos de qualidade, em mais de 30 especialidades e com preços entre R$ 58 e R$ 150. A empresa, que iniciou a operação em novembro de 2015, já possui aplicativo para smartphone e está em momento de expansão para algumas das principais cidades do Estado de São Paulo.

A ideia surgiu como uma maneira de contribuir para o acesso à saúde e pode-se dizer que se trata de uma solução bastante parecida com as redes de clínicas populares que surgiram nos últimos anos. A diferença é que o Consulta do Bem permite que clínicas já existentes disponibilizem seus horários ociosos na plataforma, sem necessidade de construção de novos prédios ou criação de franquias.

“Nossa ideia foi criar um mecanismo de mercado em que todos ganhem. De um lado, os pacientes economizam na hora de procurar profissionais de saúde com acesso fácil e rápido à marcação de consultas. Do outro, os profissionais de saúde conseguem novos clientes em horários que antes costumavam ficar vagos, otimizando suas agendas e ganhando mais, algo muito em linha com a lógica da economia compartilhada”, comenta Rafael Morgado, CFO da empresa.

Essa é mais uma boa saída para cerca de meio milhão de pessoas que ficaram sem assistência médica particular entre dezembro de 2014 e setembro de 2015, de acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS). “O preço estipulado, na maioria das vezes, é bem abaixo do valor que os profissionais cobrariam em seus consultórios por um atendimento particular. Conseguimos essa diferença reduzindo os custos administrativos envolvidos no agendamento da consulta, já que tudo é feito online”, explica Marcus Vinícius Gimenes, médico cirurgião e CEO da empresa.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, atualmente 72,1% dos brasileiros não possuem plano de saúde. Embora esta fração da população seja extremamente relevante para o Consulta do Bem como potencial do negócio, Gimenes revela outros objetivos da empresa: "nosso serviço é uma boa alternativa, se compararmos com consultas particulares, geralmente mais caras, ou com o atendimento público de saúde que muitas vezes não oferece a agilidade necessária. O objetivo é oferecer acesso à saúde para a população de forma rápida e fácil”.

Após pesquisar os horários oferecidos pelo profissional de saúde, o usuário do Consulta do Bem agenda sua consulta escolhendo a especialidade que precisar, um horário e localidade mais convenientes. Em seguida, ele efetua o pagamento e recebe a confirmação de que a consulta está agendada. O paciente tem a facilidade de ir ao médico e ser atendido sem precisar fazer qualquer outro pagamento no consultório. Além disso, ele tem a certeza de que seu horário está garantido.

O Consulta do Bem não é uma clínica, mas conta com milhares de profissionais de saúde em mais de 500 clínicas cadastradas. A plataforma usa o conceito de proximidade. Tanto o site quanto o aplicativo promovem a interação entre profissionais de saúde e pacientes usando geolocalização para facilitar a busca. Isso permite ao paciente mais comodidade para encontrar o local e horário que melhor se encaixem em sua rota durante o dia. “As pessoas às vezes deixam sua saúde de lado para cumprir obrigações. Para que isso não ocorra, é fundamental ter uma opção que não inclua faltar ou chegar atrasado no trabalho em um momento econômico delicado como o que vivemos”, finaliza Gimenes. O IBGE comprovou que 14,1 milhões de brasileiros deixaram de trabalhar, ir à escola ou realizar alguma atividade porque estavam resfriados, com enxaqueca ou estavam se sentindo doentes.

Saphety participa da Global GS1 Healthcare Conference

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A Saphety – companhia especializada na otimização de processos de negócio e sincronização de dados entre empresas – vai participar da Global GS1 Healthcare Conference, o maior evento de healthcare da GS1 a nível mundial, que será realizado entre os dias 18 e 20 de abril, em Dubai. No encontro, executivos das maiores farmacêuticas, fabricantes de dispositivos médicos, representantes governamentais, GS1’s e provedores de soluções para o setor, de todo o mundo, vão reunir-se para discutir os desafios mais atuais do setor de saúde.

Temas como rastreabilidade, contrafação, alinhamento de dados mestre de produtos, segurança do paciente e as respectivas soluções tecnológicas que o permitem operacionalizar, serão alguns dos tópicos em discussão durante a conferência.

De acordo com diretor de Desenvolvimentos de Negócios da Saphety, João Pereira, a empresa tem investido nos últimos anos para o desenvolvimento de soluções que permitam que todos os players, dentro da cadeia de valor do setor de saúde, possam ter acesso à informação de qualidade sobre produtos, respeitando os standards da GS1.

“Neste momento é uma prioridade para nós garantir que estamos na vanguarda no que diz respeito às soluções de sincronização de dados e rastreabilidade, estando por isso muito atentos às diferentes regulamentações existentes e às respectivas obrigatoriedades de mercado que a ela estão associadas, em que, entre elas, existe a necessidade da adoção dos standards da GS1”, explica.

Números impressionantes como economias estimadas na ordem dos 60 a 94 bilhões de dólares só em inventário, e de 19 a 27 bilhões de dólares em produtos considerados obsoletos, devido à adoção dos standards da GS1, colocam esta conferência na agenda global da indústria de saúde. No entanto, o indicador mais relevante são as 100 mil vidas que se estima serem perdidas todos os anos e que poderiam ser salvas, caso os standards da GS1 e as tecnologias que os suportam fossem adotadas em toda a cadeia de valor.

Congresso brasileiro de Ortopedia terá auditório único e seis palestrantes simultâneos

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O 48º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, que será realizado em Belo Horizonte, em novembro, será o primeiro evento de uma grande sociedade nacional de Medicina a funcionar num auditório único, sem divisórias e com seis palestras simultâneas sobre temas diversos, visualizadas em outros tantos telões montados num palco central, hexagonal.

A notícia foi dada pelo presidente do Congresso, Francisco Nogueira, que explica a inovação como uma tendência mundial, que reduz os custos, melhora o aproveitamento dos participantes. No Brasil a novidade só foi testada até agora em eventos limitados, um congresso de Medicina Esportiva e outro da subespecialidade ortopédica de Ombro.

Será a primeira vez, entretanto, que um grande congresso, com mais de 5.000 participantes, usará a tecnologia de auditório único, e é um orgulho para a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - SBOT a introdução da inovação pioneira.

A nova forma de apresentação de palestras científicas elimina a necessidade do congressista se locomover de auditório para auditório, frequentemente em andares diferentes, para acompanhar as apresentações de seu interesse. Ao invés de se deslocar, o interessado terá acesso a um fone do tipo usado para tradução simultânea, explica o diretor-científico do evento, Flávio Faloppa.

Nos canais de 1 a 6 terá acesso ao áudio das seis palestras apresentadas simultaneamente nos telões. “No caso da palestra ser apresentada em inglês, outros tantos canais permitirão acesso imediato ao áudio da tradução simultânea”.

12 Subespecialidades

Francisco Nogueira explica que como a especialidade é muito ampla e tem comitês das subespecialidades, entre as quais Ombro, Quadril, Cabeça e Pescoço, Mão, Joelho, Coluna, entre outras, além de temas correlatos, como oncologia ortopédica e infecção, por exemplo, cada congressista monta, entre as centenas de palestras a serem apresentadas, sua própria agenda, com temas de seu interesse.

“Agora, porém, não terá que sair correndo de uma sala para outra e poderá mudar o canal para de uma palestra passar para outra, sem precisar se deslocar”.

"O moderníssimo Expominas – Centro de Feiras de Minas Gerais George Norman Kutova – se presta perfeitamente para o formato inovador", explica Faloppa, e a SBOT alugou três dos grandes pavilhões existentes.

O grande espaço disponível permitirá que no mesmo ambiente seja feita a exposição da indústria, hospitais e fornecedores de serviço que tradicionalmente oferecem as mais modernas próteses, instrumentos cirúrgicos, equipamentos para exames de imagem e medicamentos.

"Para os expositores é uma vantagem ter os congressistas mais próximos e circulando entre os estandes", diz o presidente do Congresso, e isso é importante à medida que motiva o expositor e o patrocinador, que está mais difícil atrair num momento de crise econômica e de necessidade de reduzir gastos, como aquele que vive o Brasil no presente momento.

A economia que o novo desenho do Congresso representará para a própria SBOT também é importante, insiste Francisco Nogueira, pois está permitindo que as inscrições sejam feitas ao mesmo custo do ano passado, sem reajuste. Elas já estão abertas no site www.cbot2016.com.br e são feitas eletronicamente, inclusive o pagamento, por banco ou cartão.

Os organizadores esperam que o total de inscritos ultrapasse a 5.000, já que com a subida do dólar ficou mais difícil para o médico acompanhar os congressos no exterior e o 48º CBOT passa a ser a maior oportunidade de atualização de conhecimento.

Assim, grande cuidado está sendo tomado na seleção dos convidados internacionais, que oferecerão, no Brasil, o conhecimento sobre as mais recentes pesquisas, inovações e conhecimento mundial. Bem como as perspectivas de conquistas futuras numa das especialidades que mais rapidamente evolui, exigindo do profissional uma constante educação continuada.

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48º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia

Local: Expominas - Centro de Feiras de Minas Gerais George Norman Kutova - Belo Horizonte/MG

Datas: 17 a 19 de novembro de 2016

Informações: http://cbot2016.com.br/

10 Mandamentos da Economia em Nuvem

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Primeiramente, esqueça tudo, ou quase tudo, que você sabe sobre métricas e finanças na gestão de negócios. Se você é um empreendedor com experiência em tecnologia e já não conhecia economia mesmo, melhor ainda. Se você é um investidor pronto pra se aventurar em tecnologia, é leitura obrigatória. Se você, só de ler a palavra finanças ou métricas já sentiu arrepios, não desista e lembre de pelo menos uma coisa: Desenhar, gerir e fazer crescer negócios digitais baseados em nuvem (aquelas soluções que você acessa pela web e não tem nada instalado, além do app, sabe? Netflix, facebook, cia) é muito diferente de produzir e vender mamão, colchão, papel ou sushi.

Sendo assim, será que devemos usar os mesmos métodos e medidas aplicados à estes negócios para fazer a gestão ou avaliar produtos e serviços baseados em nuvem? Segundo um dos maiores e mais exitosos fundos de Venture Capital do mundo, a Bessemer Venture Partners (veja portfolio), a resposta é um categórico: Não!

No breve, e rico, período no qual tive oportunidade de trabalhar neste fundo, tive contato com um artigo seminal publicado por eles em 2012, infelizmente até hoje sem tradução para o português (leia na integra aqui), no qual são elencadas as 10 leis do “Cloudconomics”, por mim pifiamente traduzido em “Economia da Nuvem”. Trago aqui um breve resumo deste trabalho, acrescido de comentários baseados na minha própria experiência com produtos digitais, investimento de risco e some other cool things como essas.

#1 – Beba o seu próprio champanhe – Isto é uma metáfora, ok? Significa que se você é um negócio baseado na nuvem e software como serviço, você deve usar outras soluções na nuvem para a gestão do seu próprio negócio. Exemplos (de cá e de lá): @ContaAzul, @Dinamize, @Slack, @MindMeister, etc.

#2 Construa o software para o usuário – Reconheço que isso é um tanto quanto óbvio e genérico, mas em essência significa que: Os clientes deixarão de contratar sua solução caso você não capture todos os possíveis e imagináveis casos de uso e necessidades daquele negócio no seu produto? Não, desde que possa oferecer em troca: implementação rápida, descoberta progressiva e melhorias contínuas.

#3 Morte da Suite: viva a melhor solução, ou até funcionalidade, para cada tarefa específica – Passou o tempo em que o objetivo era ter uma solução que faz tudo: gestão de contas a receber, e-mail marketing, controle de estoques e gestão de projetos, além de servir cafezinho. O nível de sofisticação das soluções hoje fazem com que o ideal seja se focar em resolver um problema específico (como os que mencionei acima, incluindo o cafezinho) muito bem. Se sobrar tempo, ataque outros problemas correlatos, mas isso provavelmente não acontecerá nos próximos 05 anos.

#4 Cresça, ou pereça – Desculpem se isso soa um pouco brutal, mas é a realidade da economia em nuvem. Um negócio de R$ 1 milhão, que cresce 100% ao ano será um negócio de R$ 1 bilhão de receita em 10 anos, enquanto que a mesma empresa com crescimento de 10% ao ano chegará a menos de $ 2,6 milhões de receita uma década depois. Mas não precisa se jogar da ponte caso não esteja crescendo 100% ao ano, afinal estamos no brasil, mas menos de 30%, em especial no início, vale a pena parar e pensar um pouco.

#5 Os 5 C’s das finanças em nuvem – Estas são as métricas mais absolutamente essenciais para se mensurar o desempenho do seu negócio, bem como para compartilhar com potencias e atuais investidores. Peço licença para entrar um pouco em termos técnicos, mas se quiser entender as fórmulas de maneira mais detalhada, consulte o texto original ou me de um alô, que encaminho uma planilha pronta (moleza hein?):

  • CMRR (Committed Monthly Recurring Revenue): Qual o total de receita recorrente já comprometida? Ou seja, o quanto de receita recorrente está contratada para entrar em um dado mês, trimestre ou ano? Esqueça setup ou projetos especiais, nuvem é o reino da recorrência.
  • Cash Flow: Quanto você está queimando ou gerando de caixa, grana, cash e seus sinônimos?
  • CAC (Customer Acquisition Cost): Quanto custa para conquistar um cliente? Ou seja, o quanto de recursos financeiros (incluindo custos comerciais, implantação, marketing, etc) são necessários para fechar um contrato? Não esqueça de precificar as horas do CEO/fundador caso este esteja envolvido na venda.
  • Churn Rate: Em um dado período, quantos clientes (Logo Churn) ou quanto de receita (CMRR Churn) foi perdido devido à usuários que deixaram de usar a solução em relação ao total de clientes?
  • CLTV (Customer Lifetime Value): Qual o valor do seu cliente no tempo? Que é basicamente: quanto tempo ele permanecerá com você vezes a receita por ele gerada neste período, tudo isso em valor presente. Para os que estão começando e não sabem o tempo de vida do cliente, pode ser usado, conservadoramente, 3-4 anos para pequenos e 5-7 anos para grande clientes.

#6 Construa um motor de vendas e invista se você tiver um período curto de payback do CAC – Sei que está ficando um pouco mais complicado acompanhar, mas vamos lá… A ideia por traz deste conceito é a seguinte: Construa uma força e processo de vendas sistemático. Depois de criada, se pergunte: Como saber se devo expandir minha força comercial? Simples, calcule o quanto te custa conseguir um novo cliente (CAC) divida pelo quanto de receita este cliente te traz no período (CMRR), o resultado é o número de meses que levará para recuperar o investimento. Se este número estiver entre 6-18 meses (quanto menor melhor), é hora de acelerar.

#7 Faça das vendas e marketing online uma competência central – O objetivo aqui é: quanto melhor você for em vendas online, menor seu CAC, quanto menor seu CAC, mais rápido o payback, quanto mais rápido o payback, maior o retorno do investimento, maior o retorno, mais rápido você cresce, quanto mais você cresce… mais chances de sobreviver.

#8 O mais importante de um negócios de Software como Serviço (SaaS –Software as a Service) não é o Software, mas Serviço –Traduzindo: é melhor um serviço de excelência e um software mediano do que o contrário. Me desculpem os “techgeeks” mas é verdade.

#9 Cultura é chave para construir um time de sucesso – Talvez isso pareça um pouco de blábláblá, mas não é. Não se constrói uma empresa de primeira linha com funcionários de segunda linha (para se economizar em pacotes de remuneração), nem com investidores de segunda linha (para ter menos diluição). E para atrair os melhores de ambos, uma cultura criativa, desafiadora e colaborativa é essencial.

#10 $$dimdim$$ (ainda) é rei – “Cloudconomics” requer que você se concentre mais no fluxo de caixa (FCF) do que no lucro operacional (EBITDA) e planeje cuidadosamente as paradas para reabastecimento, saiba detalhadamente para que e o quanto precisa para cada rodada de investimento.

Claro que nem todas essas leis se aplicam 100% à 100% dos negócios, mas são bons pontos a serem observados na concepção, construção e ampliação de um serviço em nuvem. Além disso, estou 100% certo que qualquer investidor qualificado adoraria acompanhar essas métricas e se sentirá muito mais seguro em investir e reinvestir em startups e soluções que as tem sob controle. Saravá!

Bonus Laws

(recentemente a Bessemer lançou um nova versão deste trabalho e resolvi incluir algumas das novas leis aqui):

Bonus #1 Vivemos no reinado dos dispositivos móveis: Isso não é novidade pra ninguém, mas a penetração de celulares no Brasil é case mundial. Na verdade temos mais números de celular (276 milhões) do que pessoas (200 milhões). No mundo não é diferente, o percentual de telefones móveis pela população (conceito de penetração) passou de 1% em 1997 para 73% em 2014. Sabe qual o percentual de abertura de uma mensagem de texto? 98%. De um e-mail? 20%. Então seja para vender ou engajar seus atuais usuários e clientes, mobile first é o lema.

Bonus #2 Tudo é on demandUma das minhas primeiras experiências com serviços on demand (sob demanda), foi a compra de um cachorro-quente. Milho, ervilha, purê? Tudo à gosto do cliente. Mais recentemente, cabe ressaltar minha alegria quando descobri que meu contrato da NET permitia ter HBO on demand, que significa a possibilidade de assistir Game of Thrones quando e quantas vezes quiser. Portanto a modularização da oferta de serviços é a regra. O princípio econômico em que se baseia esta lógica é muito simples, o valor de ter HBO on demand pra mim é muito diferente do que para uma pessoa que não é fã de suas séries. Portanto, ao invés de colocar HBO no pacote geral e deixar de capturar clientes que não estão dispostos a pagar por isso, e cobrar pouco daqueles que pagariam muito, a NET oferece esta opção ao cliente em separado, maximizando a captação de valor de seus clientes. Neste sentido, lembre-se de entender bem seus clientes e modularize seu produto e serviço para que todos possam ter acesso, mesmo que restrito.

*Rafael é executivo de Novos Negócios na Bionexo, MBA por Darden (University of Virginia) e Msc. em Desenvolvimento Econômico pela UNICAMP. Foi associate da Bessemer Venture Partner e consultor em desenvolvimento social e econômico para projetos do Banco Mundial e Banco Inter-americano. Hoje também coordenador da whizhealth.io dedica-se ao fomento de saúde digital na América Latina, a cuidar de sua neném e, horas vagas, aos "banhos" de água salgada.

Setor de saúde: O novo alvo dos Hackers [Infográfico]

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A extorsão digital está presente na modernidade como qualquer outro tipo de crime e é igualmente danosa a quem sofre o mal estar de ter seus pertences ameaçados. Há pouco tempo acompanhamos tramas de cartão de crédito e contas de celular clonadas, mas o novo alvo dos hackers nos causa maior preocupação em particular: a indústria da saúde.

Nos últimos dois anos, os registros de ataques cibernéticos no setor da saúde aumentaram para 45% das instituições. Isso porque o hacker tem conhecimento de que as informações de um paciente e outros dados de um hospital são de extrema importância para o andamento de uma série de procedimentos, o que faz com que as organizações não hesitem em pagar o preço pelo “resgate” de seus dados.

Além disso, o setor da saúde passa uma confiança ao usuário de compartilhar livremente seus dados na nuvem, mas a maioria das plataformas não são tão seguras como pensamos e a "Cibersegurança" não é normalmente foco de preocupação dos hospitais.

Os episódios dos hospitais de Hollywood, o Methodist Hospital de Kentucky e a Medstar já foram debatidos aqui no portal. O método utilizado é o Ransomware e pode ser comparado a um sequestro de dados, e os funcionários são impossibilitados de acessar históricos, prontuários eletrônicos e qualquer tipo de registro que esteja no sistema da empresa.

Desde os casos de sequestro, a cibersegurança passa a ser debatida fervorosamente para que os hospitais passem a conscientizar os colaboradores de como utilizar a rede de forma mais segura, seguindo as diretrizes de HIPAA Compliance.

Um novo infográfico da Medisafe explica os perigos do Ransomware, uma arma para os softwares que criptografa os dados compartilhados dos servidores e impedem os funcionários de acessá-los.

Entre as recomendações para a segurança estão: não usar ou dar informações à plataformas que não precise de log in e senha; Fugir de termos de confiança muito vagos ou complexos e seguir as recomendações de segurança HIPAA.

13Abril