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Como uma empresa de hardware se posicionou no mercado de softwares de saúde?

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A Lexmark, líder em solução por imagem e impressão, procurou em software um novo meio para trazer soluções em todos os tipos de processos organizacionais do seus clientes habituais. Com o mote de “cliente para a vida toda”, a empresa  resolveu ir na contramão do seu mercado principal: “como eu faço os meus cliente ser mais eficiente e imprimir menos?” Assim nasceu a divisão de software.

De acordo com Jurandir Silva, gerente de desenvolvimento de negócios da Lexmark, o segmento de saúde é prioritário para a empresa, pois possui uma grande quantidade de informação e de arquivos não estruturados, não só a parte de exames clínicos ou a documentação do paciente como também a parte legal do setor que também necessita de gerenciamento.

Trazendo tecnologia de fora, a Lexmark, convergiu esses sistemas e os transformou em soluções para o segmento que cada vez mais demanda inovação. “O papel limita a possibilidade de interação entre as informações, como um exame de raio-X que antigamente era impresso em um papel de sulfato de prata. Além de perigoso o manuseio, esse exame não poderia ser integrado a outras informações como é feito digitalmente por nós”.

Para entrar no segmento, a Lexmark adquiriu cinco outras companhias especializadas em atender as necessidades de um mercado que vem crescendo globalmente à taxas maiores que os outros. A partida foi dada em Junho de 2010, quando adquiriu a Perceptive, empresa norte-americana presente hoje em muitos hospitais fazendo gestão de prontuário eletrônico de paciente.

A Perceptive tem sua matriz no Kansas, nos Estados Unidos, e além de gerenciar os PACs, lida com a parte administrativa dos hospitais: faz toda a parte de agendamento, autorização, admissão, atendimento, prontuário, conta médica.

Em 2013 foi comprada a Acuo Tech, empresa responsável pelo VNA, sigla para Vendor Neutral Archive, uma evolução do PACs. Gerencia imagens e outros conteúdos do paciente além da área da cardiologia e da radiologia. Neste mesmo ano, a Lexmark adquiriu os componentes para apoiar as lacunas geradas pelo PACs, o PACSGEAR. Ele digitaliza e compactua arquivos de exames.

Outra empresa comprada foi a Gnax, que trabalha como um SUS nos Estados Unidos. Atendendo com a solução de uma lei do estado do Colorado que obriga hospitais, clínicas e laboratórios a compartilharem os dados dos pacientes.

Por último, em Janeiro de 2015, a Lexmark  fez a quinta aquisição para saúde, a CLAROM, empresa canadense que é especializada em visualizadores de exames médicos - tanto para acesso de pacientes quanto para acesso com a função de diagnóstico.

Hoje a Lexmark tem a capacidade de gerenciar toda a informação de uma organização de saúde, sejam documentos administrativos ou clínicos. Um único provedor consegue armazenar uma imagem de radiologia, patologia, oftalmologia e até a “retaguarda” do hospital como as contas, termos de consentimento, tudo isso integrado em uma suíte.

Os próximos passos da empresa estão relacionados a telemedicina e telerradiologia. Muitos avanços da digitalização permitem que exames armazenados em arquivos muito grandes ocupem espaços menores a ponto de serem estudados em uma região mais remota, por exemplo, e depois levados instantaneamente a um especialista de grande centro e essa é a grande revolução que a empresa quer trazer para a saúde.

Jurandir ainda levanta que a tecnologia está caminhando para a mobilidade. “Muitos dos nossos clientes estão interessados em fazer a captura dos dados de um paciente pelo celular. Ao invés de ficar na fila para apresentar seus documentos de plano de saúde ou do laboratório, o próprio paciente pode ter um aplicativo daquela instituição de saúde, assim ele pode, em casa, fotografar seus dados e o pedido médico e depois essas informações serão lançadas dentro do sistema de atenção da saúde”.

Como as redes hospitalares se beneficiam dos sistemas integrados de gestão?

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O aumento exponencial de custos na saúde, impulsionado pelo envelhecimento da população e adoção de novas tecnologias médicas, a concentração das operadoras, demandas regulatórias e o próprio tamanho do Brasil, com diversos polos econômicos atrativos para o setor, forçaram uma mudança no mercado assistencial.

Pequenos hospitais e unidades isoladas acabaram se tornando pouco atrativas financeiramente e redes como Vita, Impar, Rede D’Or São Luiz e São Camilo se estabeleceram em busca de ganhos de escala, melhores negociações com fornecedores, abrangência, troca de boas práticas assistenciais e de gestão e uniformização do atendimento.

Os desafios, como em qualquer aquisição, fusão ou expansão se concentraram na unificação das culturas, no processo de integração dos modelos de negócio e na gestão administrativo-financeira.

É aí que a TI surge como aliada. A adoção de sistemas integrados de gestão em todas as unidades é o que permite o adequado controle de estoques e receitas, produção de indicadores para tomada de decisões clínicas e gerenciais, além do acompanhamento do paciente por todos os serviços de uma rede.

Um estudo publicado na revista científica Health Affairs, que envolveu cinco redes de hospitais norte-americanos, concluiu que sistemas integrados ajudaram a melhorar a qualidade assistencial ao gerar mais dados para a medicina baseada em evidência, rastrear exames, prescrições, consultas e procedimentos; e a gestão financeira, ao automatizar processos e garantir a cobrança efetiva por todos os serviços prestados, melhorando o fluxo de caixa e reduzindo glosas.

“Líderes desses hospitais relatam que a integração foi o mais importante recurso ao lidar com desafios recentes, porque permitiu o rápido desenvolvimento da mudança, seja em sistemas de assistência, equipe ou alocação de recursos.”

O artigo também aponta que a TI aprimorou a prestação de contas e viabilizou o feedback contínuo, baseado em monitoramento em tempo real do desempenho das equipes e rastreamento sistemático das iniciativas relacionadas à qualidade da assistência e melhoria dos resultados clínicos.

Em São Paulo, a rede de hospitais São Camilo integrou informações de seus três hospitais, Ipiranga, Pompeia e Santana, sob um único sistema de gestão, da MV.

O sistema de gestão integrado propiciou um gerenciamento mais efetivo, controle dos procedimentos e identidade única de gestão. As três unidades agora podem ser acompanhadas em tempo real, independentemente de onde seus gestores estiverem alocados. O acesso rápido e fácil às informações trouxe ganhos na prestação de serviços aos clientes e médicos da instituição e a adoção do Balanced Scorecard (BSC – metodologia de medição e gestão de desempenho) permitiu traduzir a estratégia em objetivos, indicadores, metas e projetos para os diversos departamentos de cada uma das unidades.

Como organizar os sistemas de saúde para tratar comorbidades?

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O envelhecimento da população traz consigo não só uma nova gama de condições a serem tratadas pelos sistemas de saúde, mas também um desafio para a assistência: as comorbidades. Apenas nos Estados Unidos, 20% da população acima de 65 anos recebe tratamento para múltiplas doenças crônicas, de acordo com o Institute of Medicine (IoM).  E essa população cresce 1,5 vez ao ano.

Além de mais vulneráveis e com menos condições físicas de enfrentar procedimentos mais invasivos, essas pessoas convivem também com os riscos de efeitos adversos devido às interações medicamentosas e exigem mais recursos humanos e de estrutura dos estabelecimentos de saúde. A estimativa é que um clínico de UTI tenha, hoje, cerca de 180 atividades por paciente por dia, também de acordo com o IoM.

Também nos Estados Unidos, o desperdício com a entrega ineficiente de serviços chega e US$ 130 bilhões e, com a perda de oportunidades de prevenção, US$ 55 bilhões, de acordo com um levantamento de 2009 do IoM.

Governo inglês propõe plano de enfrentamento

Na Inglaterra, o Departamento de Saúde do NHS (National Health Service - Serviço Nacional de Saúde) criou diretrizes para mudar a abordagem das comorbidades, que já consomem de 8 a 13 bilhões de libras por ano, segundo estimativa do órgão. Até 2018, 2,9 milhões de britânicos devem conviver com doenças crônicas múltiplas, ante 1,9 milhão em 2008.

A estratégia, detalhada na publicação "Comorbidities - A framework of principles for system-wide action", visa a atender tanto aos pacientes com comorbidades devido ao envelhecimento, que vão requerer serviços coordenados e abordagens que os ajudem a manter suas funções cotidianas e qualidade de vida, quanto àqueles expostos a fatores de risco por questões pessoais, ocupacionais ou sociais, que devem também sofrer dificuldades relacionadas à saúde mental. Para esse último grupo, o foco está em prevenção e ações para atacar os principais determinantes dessas condições de saúde.

Entre as principais ações estão:

1) Diagnosticar e tratar condições crônicas de longa duração efetivamente, para prevenir complicações;

2) Identificar métricas da comorbidade, como combinações fatais, número de doenças crônicas e número de drogas prescritas;

3) Definir diretrizes conjuntas entre diversos estabelecimentos, níveis profissionais e especialidades para prevenir e gerenciar as comorbidades;

4) Considerar doenças mentais e condições de longo prazo juntamente com a doença física pontual. Ter uma doença mental grave, associada à uma física, aumenta significativamente a mortalidade.

7) Reformar os modelos de pagamento e os sistemas de cuidados coordenados - construir estruturas ao redor dos pacientes que apoiem a responsabilidade compartilhada entre as "fronteiras" de atendimento, o que inclui um novo modelo de pagamento.

8) Treinar a força de trabalho em cuidados centrados no paciente, especialmente na prevenção e gerenciamento de doenças crônicas múltiplas.

9) Considerar o potencial de consequências adversas não intencionais para pacientes com comorbidades quando for necessário redesenhar os serviços ao redor de uma doença específica.

O relatório conclui que um conjunto dessas ações trará benefícios imediatos a uma parcela dos pacientes, mas esforços maiores serão necessários para implementar estratégias que beneficiem uma gama maior de pessoas, por um longo prazo.

As marcas que popularizaram o conceito de nuvem

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Quem possui um iPhone já se deparou com as configurações do iCloud. A ideia do serviço é oferecer ao cliente espaço extra para o armazenamento de informações. Isso entrega para o consumidor duas vantagens: aumenta a capacidade de arquivamento, evitando que o usuário use a memória do celular e permite que as informações sejam acessadas de qualquer aparelho Apple. Tudo isso é bastante vantajoso, mas alguns especialistas, assim como no caso do WhatsApp descrito nesse artigo, dizem que os níveis de segurança do iCloud são básicos e há relatos de pessoas que tiveram o histórico deletado.

O Google, por sua vez, colocou nas mãos dos usuários um serviço bastante utilizado em nuvem: o Google Drive. Ele armazena informações, permite diferentes acessos aos documentos, organiza as pastas, mostra quais arquivos foram compartilhados com os usuários e oferece parte da versão de forma gratuita. Atualmente o serviço apresenta aos usuários a escrita dos textos por reconhecimento de voz e está em constante aprimoramento.

É possível usar o conceito de nuvem na área da saúde?

O código de ética brasileiro é bastante claro: as informações do paciente devem ser confidenciais e só podem ser trocadas entre a equipe que faz parte do tratamento. Logo, não é recomendado usar serviços existentes hoje, em especial os  gratuitos, como os descritos acima. Porém, já existe uma empresa que faz serviços de nuvem segura para a área da saúde. Isso permite que os médicos recém-formados usufruam de sua conexão para trabalhar dentro do conceito de nuvem.

Laboratórios, clínicas e hospitais do primeiro mundo oferecem estrutura unificada de gerenciamento das informações. Através dela é possível, dentro de uma política de utilização que é estabelecida pela empresa com diferentes níveis de permissão, acessar histórico de paciente, resultado de exames, medicamentos receitados, notas sobre consultas e uma infinidade de informações importantes para a produtividade, tudo isso de forma segura e dentro da conformidade do CFM.

É possível unir o melhor da tecnologia com as necessidades dos médicos atuais.

ANS divulga novas vitórias do Projeto Parto Adequado

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De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, a taxa de partos normais entre os hospitais participantes do Projeto Parto Adequado tem se mantido em ascensão e demonstram que as mudanças estabelecidas, após um ano de implantação da iniciativa, são sustentáveis.

Os novos resultados divulgados pela ANS, Hospital Albert Einstein e Institute for Healthcare Improvement – IHI, realizadores do Projeto, revelam que as 40 instituições privadas e públicas mantêm uma média de 31% de partos normais entre o público-alvo das medidas.

Seis meses antes do fim do projeto, 21 hospitais – mais da metade - já atingiram pelo menos 40% de partos vaginais, alcançando marco importante no âmbito da iniciativa.

Durante o encontro dos integrantes do Projeto Parto Adequado, em São Paulo, realizado nos dias 22 e 23 de março, a equipe de Ginecologia e Obstetrícia da Rede Mater Dei de Saúde se destacou ao apresentar uma taxa de 52% de partos normais.

O objetivo é identificar modelos inovadores que valorizam o parto normal e reduzam o percentual de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. Pensando nisso, o Mater Dei apresentou, durante o evento, uma iniciativa pioneira desenvolvida pela própria Rede, o Código Rosa. Trata-se de um serviço de socorro rápido às gestantes que apresentam casos emergenciais que possam colocar em risco à saúde da mãe ou do feto. A partir dele, um time capacitado para esse tipo de atendimento é acionado e faz com que a gestante seja deslocada, de qualquer setor do Hospital, em até cinco minutos, para o Bloco Obstétrico.

Um dos coordenadores da equipe de Ginecologia e obstetrícia da Rede, o médico Carlos Henrique Mascarenhas explica que “essa taxa de partos normais que temos no Mater Dei é a maior entre todos os hospitais brasileiros que prestam atendimentos a pacientes que têm planos de saúde.

Isso reflete o compromisso do Hospital e da equipe médica de obstetras em oferecer o atendimento baseado nos desejos das pacientes que nos procuram e, sempre, na segurança assistencial. E esta taxa foi alcançada mantendo-se os excelentes indicadores de qualidade clínica que já tínhamos na assistência da mãe e do recém nascido”.

Antes mesmo de surgir o Projeto Parto Adequado, a Rede Mater Dei de Saúde desenvolve ações internas, em conjunto com a equipe médica, visando reforçar a assistência individualizada, respeitando sempre o desejo das pacientes. “Quando o projeto foi implantado, nós já estávamos adiantados neste tipo de assistência. Mas ele veio para reforçar nossas convicções de que estamos no caminho certo”, completa Carlos Henrique.

“Desde 2006, o Mater Dei, com uma estrutura de governança clínica, trabalha indicadores de performance do corpo clínico, como o percentual de partos normais. Ao analisar os indicadores, os planos de ação são traçados, como revisão de protocolos, adequação de registro médicos e assistenciais e capacitação da equipe. Com o Mater Dei no projeto Parto Adequado, reforçamos esta cultura, associamos os resultados de aumento de taxa de parto normal aos resultados perinatais e implantamos o código de resposta rápida para emergências obstétricas – Código Rosa. Sempre respeitando a opção dos pais. Há quase um ano, o Hospital Mater Dei tem 52% de partos normais, mantendo a mesma segurança para a mãe e filho, sem qualquer aumento das internações em UTI ou sinais de sofrimento do recém-nascido. Além disso, existe uma equipe especializada em Gestações de Alto Risco, melhorando ainda mais o resultado dos nascimentos que ocorrem no hospital”, afirma a coordenadora do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia e vice-presidente Operacional, Assistencial e Diretora Clínica da Rede Mater Dei de Saúde, Márcia Salvador Géo.

Pensando sempre em aperfeiçoar o atendimento, ainda este ano, o Mater Dei vai contar com uma área para o pré-parto totalmente remodelada, com uma estrutura maior, para oferecer mais conforto aos pacientes. Em breve, também haverá uma reforma na área de Pronto-atendimento da mulher, um local específico para assistência às gestantes que chegam ao Pronto-socorro e que incluirá, também, o atendimento àquelas que precisam do pré-natal de alto risco.

Sobre o Projeto Parto Adequado*

Antes de dar início às medidas para reduzir as cesáreas desnecessárias, os hospitais e maternidades apresentavam, em média, 22% de partos normais. Passado 12 meses, o grupo registrou um aumento de nove pontos percentuais na taxa de partos vaginais entre as gestantes atendidas nessas instituições que são alvo das mudanças implementadas. O resultado positivo se deu mesmo durante as festividades de final do ano, período em que se acredita que há um notório aumento das cesarianas agendadas sem necessidade.

Outros indicadores monitorados também têm apresentado resultados que corroboram a eficácia das medidas, entre os quais as admissões em UTI neonatal decorrentes de cesáreas prematuras. Seis hospitais já conseguiram reduzir as internações, com índices que variaram de 29% a 67% de queda. No Brasil, 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis estão relacionados à prematuridade. Quando não tem indicação médica, a cesárea ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Além dos riscos para o bebê, a internação em UTI neonatal eleva sobremaneira os custos hospitalares.

“Continuamos avançando de maneira muito rápida e consistente, consolidando o que já havíamos cumprido e avançando ainda mais, com resultados que eram esperados apenas em setembro”, avalia a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira. “Além disso, estamos observando mudanças positivas também em um dos indicadores mais importantes - redução da admissão em UTI neonatal -, o que nos dá a certeza de estarmos no caminho certo”, conclui, destacando que os modelos testados no projeto serão futuramente disseminados para todo o país.

Para o diretor superintendente do Hospital Albert Einstein, Miguel Cendoroglo, a importância da educação e da mudança cultural é o que trará mais benefícios. “O que se aprende nos encontros é levado para as pacientes também, seja em forma de campanhas, ou em forma de um atendimento diferenciado e mais humanizado”, ressalta.

“O IHI está muito orgulhoso de estar envolvido em um projeto que vai ter impacto não apenas no Brasil, mas na América Latina e no mundo”, destaca Pedro Delgado, diretor-executivo e coordenador regional do IHI na América Latina e Europa. “É uma iniciativa inovadora e pioneira. Estamos no caminho certo, mas ainda há muito a conquistar”, avalia.

Mudanças - Para atingir esses resultados, os hospitais privados e públicos que participam do projeto Parto Adequado estão promovendo melhorias na infraestrutura hospitalar, nos processos de trabalho e incentivando mudanças culturais. As medidas têm possibilitado a incorporação de equipe multiprofissional, promovido a capacitação dos profissionais para ampliar a segurança na realização do parto normal e a revisão das práticas relacionadas ao atendimento das gestantes e bebês, desde o pré-natal até o pós-parto. Tudo isso com o engajamento do corpo clínico, das equipes e das próprias gestantes.

No Brasil, o número de cesáreas entre os beneficiários de planos de saúde chega a 84,6% (dado de 2015). É um índice alarmante, especialmente se considerarmos que a Organização Mundial da Saúde - OMS recomenda um índice de partos cirúrgicos não superior a 15%. A redução da taxa de cesáreas desnecessárias entre os hospitais que integram o Parto Adequado equivale ao salto que o índice deu em praticamente uma década – de 2006 a 2015 -, período em que o número de cesáreas na saúde suplementar passou de 75,5% para quase 85%.

Trinta e duas operadoras de planos de saúde também participam do projeto. O apoio se dá com a orientação e direcionamento das beneficiárias que desejarem o parto normal na rede de prestadores, criação do Espaço Parto Adequado em seu portal eletrônico, priorização dos interesses das gestantes e suas famílias na organização e avaliação de viabilidade financeira dos modelos assistenciais inovadores a serem implementados nos hospitais apoiados, com a construção de propostas para financiamento.

*Dados da ANS.

Hospital Bandeirantes participa do Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular

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Na próxima sexta-feira, dia 15, o Hospital Bandeirantes transmitirá ao vivo, para cerca de 2 mil médicos, um Tratamento de Aneurisma da Aorta Abdominal com Endoprótese, durante o Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular (CICE), que reúne profissionais de toda América Latina, Europa e Estados Unidos.

O CICE é realizado pela Regional de São Paulo do Instituto de Cirurgia Vascular e Endovascular e tem apoio da Regional Paulista da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular. O evento acontece entre os dias 13 e 16 de abril no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

A equipe do cirurgião vascular do Hospital Bandeirantes, Dr. João Gualberto Diniz, contará com suporte do Professor Doutor Chang Shu, presidente do departamento de cirurgia vascular do Hospital de Xiangya (China), na realização dos procedimentos utilizando a alta tecnologia da GE Innova 3100. O equipamento oferece visualização em 3D, essenciais para os procedimentos vasculares, além de recursos modernos permitindo que os médicos acessem ao PACS para visualização dos procedimentos em qualquer computador, levando comodidade e segurança para o médico e paciente.

Os procedimentos serão transmitidos ao vivo, por meio de um link montado na sala da Hemodinâmica, no Centro Cirúrgico do Hospital Bandeirantes diretamente para o Congresso.

Sobre o Hospital Bandeirantes:

Com 70 anos de história, o Bandeirantes é um hospital geral de alta complexidade e atendimento integrado nas principais especialidades médicas, com foco nas áreas de cardiologia, neurologia, oncologia e trauma/ortopedia. Com uma média de 14 mil internações/ano e 10 mil cirurgias/ano, o Hospital Bandeirantes possui certificação Canadense Internacional Qmentum, nível Diamante, e vem realizando investimentos importantes, que o consolida como referência em assistência hospitalar.

Site: www.hospitalbandeirantes.com.br

Novo relatório estabelece uma associação entre resiliência, bem-estar e produtividade.

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O novo relatório GCC Insights® foi baseado em uma pesquisa sobre resiliência com 1.590 funcionários e estabeleceu uma associação direta entre perseverança, bem-estar e produtividade .

A perseverança é especialmente importante em um momento em que um em cada três funcionários relata se sentir estressado no trabalho , e a conta associada ao estresse soma 300 bilhões de dólares anualmente só nos Estados Unidos . A cientista de dados do GCC Insights, Dra. Olivia Sackett, disse: "Descobrimos que o nível de perseverança dos funcionários aumentou em 4,3%, em média, com a melhora do bem-estar e com a diminuição dos níveis de estresse".

O diretor clínico do GCC, Dr. David Batman, é médico especialista em saúde ocupacional com experiência em saúde psicológica no trabalho. Ele disse que reconhecer a associação entre perseverança, bem-estar e produtividade é muito importante para as empresas que desejam tirar o máximo proveito de seus talentos. Especialmente quando as empresas enfrentam a dupla ameaça de aumentos dos custos associados à saúde e economias instáveis.

"Em um mundo que mudou drasticamente desde a crise financeira de 2008, quando a incerteza, o estresse e estilo de vida sedentário se tornaram a norma, a perseverança nunca foi tão importante para as empresas", disse o Dr. Batman.

"Pesquisas mostram que a perseverança é um forte indicador de sucesso, mesmo em momentos difíceis. Isso porque as pessoas resilientes têm melhores condições de lidar com situações desafiadoras. Elas se restabelecem e frequentemente conseguem vencer obstáculos que pareciam intransponíveis. Baixos níveis de perseverança podem, ao contrário, resultar em absenteísmo, saúde e desempenho insatisfatórios, além de, obviamente, perda de talentos".

O relatório também mostrou que a resiliência pode ser desenvolvida e que não é necessariamente inerente ao funcionário. O Dr. Batman disse que as empresas que aproveitarem a vantagem do bem-estar podem transformar suas equipes e obter resultados mais eficientes para a empresa.

"Ajudar os seus funcionários a se tornarem mais resilientes pode ser simples se você compreender a associação entre corpo e mente", ele disse.

"Nosso estudo mostra claramente que se você melhorar a saúde e o bem-estar de seus funcionários, o impacto será direto sobre os níveis de perseverança e resiliência deles. Tudo o que as pessoas precisam é de motivação e incentivo para fazer mudanças duradouras e positivas em seus estilos de vida.

"Esse é um excelente resultado para todos porque você não somente possibilitará o desenvolvimento de indivíduos mais felizes e mais saudáveis como também de funcionários mais fortes e mais focados que obterão melhores resultados para a empresa".Global Force For Good

Sobre o GCC

Nos últimos 12 anos, o GCC trabalhou com empresas de todo o mundo para melhorar a saúde e o desempenho de seus funcionários, promovendo melhores resultados para as empresas.

Orgulhosamente parte da família Virgin Pulse, o programa global do GCC transformou diretamente a cultura de milhares de empresas de liderança de todo o mundo distribuídas em 185 países.

Acesse: gettheworldmoving.com para saber mais.

Sobre o GCC Insights

O GCC Insights foi baseado em mais de uma década de informações sobre saúde e resultados agregados compartilhados por mais de 2 milhões de funcionários que concluíram com sucesso o premiado programa de saúde e desempenho de 12 meses Global Corporate Challenge (GCC).

Essas informações, de 5.500 empresas de liderança no mundo distribuídas em 185 países, combinadas com as mais recentes pesquisas independentes, oferecem novas perspectivas e recomendações práticas para que os empregadores melhorem a saúde e o desempenho de suas forças de trabalho.

EasyDental ganha versão em nuvem

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A Easy Software, empresa do Grupo OdontoPrev, anuncia o lançamento da versão em nuvem (cloud) do EasyDental, solução líder no Brasil para a gestão de consultórios odontológicos, com mais de 18 mil usuários. Agora com uma aplicação em nuvem, o EasyDental Cloud está acessível a partir de qualquer computador (Linux, Windows ou Macintosh), tablet ou smartphone com acesso à Internet, o que dispensa, portanto, investimentos em servidores, sistemas de backup e instalação.

O EasyDental Cloud conta com funções para o cadastro de pacientes, agendamentos e retornos, gestão de tratamentos, documentações clínicas e orçamentos, que seguem as padronizações da regulamentação TISS, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Também permite fazer um controle detalhado do histórico clínico de cada paciente e buscas a partir de diversos parâmetros ou filtros. A versão inclui ainda a função de cadastro de cirurgiões ou prestadores de serviços atuantes em uma ou mais clínicas e redes de franquias.

Opcionalmente, a solução conta com módulos para a gestão administrativa do consultório. Esses módulos gerenciam processos de pagamento e recebimento de contas, fluxo de caixa e controle de estoque. Também permitem a geração de relatórios segmentados, seja para a clínica como um todo ou para um único profissional. “Com a disponibilização da plataforma em nuvem, avançamos na consolidação do EasyDental como a solução tecnológica líder no Brasil para a gestão de consultórios e clínicas odontológicas”, afirma o fundador da Easy Software, Alexandre Petersen.

De acordo com o executivo, o EasyDental já é utilizado por mais de 50 empresas do setor odontológico no Brasil e, desde 2012, está disponível aos mais de 25 mil dentistas credenciados do sistema OdontoPrev. O Grupo adquiriu 51% da Easy Software em 2008 por R$ 3,5 milhões. A Easy Software oferece a dentistas de todo o Brasil uma degustação gratuita do EasyDental Cloud por 30 dias. A solução está disponível via assinatura, de R$ 49,90 mensais, com suporte técnico, treinamento e atualizações inclusas.

Saiba mais em: www.easydentalcloud.com.br

Sobre a Easy Software

A Easy Software é uma empresa com dedicação exclusiva ao segmento odontológico. Lidera o mercado de desenvolvimento de softwares para consultórios, clínicas e empresas de odontologia desde 1994. Conta com uma equipe de profissionais formada por analistas de sistemas, programadores e cirurgiões-dentistas, que, dentro de um sistema participativo de desenvolvimento, trabalham em contato permanente com universidades e usuários. Com mais de 18 mil usuários no Brasil e exterior e mais de 50 empresas de odontologia, dentre operadoras odontológicas, auto-gestões, hospitais, associações e universidades, a Easy Software possui o know-how necessário para atender distintas demandas do mercado odontológico, seja um consultório, uma clínica ou uma operadora de plano odontológico.

Sobre a OdontoPrev

Fundada em 1987, a OdontoPrev é uma empresa nacional focada exclusivamente em planos odontológicos. Líder no setor, tem em sua carteira mais de 6,4 milhões de beneficiários e 100 mil empresas clientes, oferecendo soluções completas para todos os segmentos de clientes: grandes, médias e pequenas empresas, e planos individuais. Sua rede de cirurgiões-dentistas é integrada por mais de 28 mil credenciados, alcançando cerca de 2,3 mil municípios em todos os estados do país. O grupo é composto por várias marcas, reunidas em um modelo único de gestão. Reconhecida pela qualidade no atendimento, se enquadra na faixa mais elevada de avaliação no IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar) entre as operadoras com mais de 100.000 beneficiários. A Companhia é listada no Novo Mercado da BM&FBovespa e é referência em Governança Corporativa, com acionistas em 34 países. As relações com seus diferentes públicos são baseadas nos valores: excelência, respeito, transparência, integridade, confiança, flexibilidade e foco em resultados.

ePharma conquista Prêmio Top Supliers pela 4ª. vez

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Pelo 4º. ano, a ePharma foi eleita como uma das melhores PBMs (Pharmacy Benefit Management - Gestão de Programas de Benefícios em Medicamentos) pelos profissionais da indústria farmacêutica na votação do prêmio Top Supliers, da revista Up Pharma.

A companhia conquistou o primeiro lugar em Share of Mind e também foi reconhecida na categoria Conceito. “Com mais de 15 anos no mercado, essas conquistam fortalecem nosso trabalho e demonstram que a ePharma construiu uma imagem referencial no setor”, comemora Carlos Pappini Jr, diretor da Unidade de Negócios Farma e de Marketing da ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos.

O prêmio Top Suppliers é realizado anualmente pela DPM Editora, que realiza uma pesquisa quantitativa entre diretores e gerentes de diversas áreas de atuação dentro da Indústria Farmacêutica. O prêmio tem como objetivo apontar os prestadores de serviços e produtos mais conceituados em suas áreas de atuação.

A ePharma

Consolidada como principal player no recente mercado brasileiro de assistência farmacêutica, a ePharma dispõe de tecnologia que conecta, em tempo real, mais de 24 mil farmácias e drogarias de todo o país a um sistema autorizador ancorado em um potente banco de dados, dando acesso a medicamento a mais de 29 milhões de pessoas.

O portfólio de serviços da ePharma traz ainda serviços inovadores voltados à saúde e ao bem-estar dos beneficiários. Dentre eles, destacam-se o Plano de Medicamentos no modelo de pré-pagamento baseado no levantamento da estimativa de gastos com medicamentos de acordo com o perfil dos colaboradores, como o ePharma Plenus; o gerenciamento de doentes crônicos; o Concierge da Saúde, que é um serviço multidisciplinar de aconselhamento telefônico que oferece assistência nutricional, enfermagem, psicóloga, médica e farmacêutica; Unidade de negócios Farma responsável pelo acompanhamento dos pacientes via call center especializado; Specialty Care, direcionado a promover o acesso e a gestão do tratamento de pacientes portadores de doenças complexas e raras.

A companhia detém ainda mais da metade do mercado de assistência farmacêutica, com uma carteira de cerca de 150 empresas, constituindo 1.610 programas.

Startups de Saúde: Acelerem seus sonhos

Rock Climbing

Todos nós temos grandes sonhos e não é nem um pouco fácil torná-los realidade. Foi por isso, que como médico, decidi me especializar em inovação e empreendedorismo em saúde e posteriormente, ao ser convidado, não hesitei em assumir nossa aceleradora de saúde Berrini Ventures.

Agora, eu convido,as startups de saúde, a fazer parte deste sonho e se inscrever para a maior rede de empreendedores em saúde do Brasil. No dia 30 de Abril, as inscrições para o nosso processo de aceleração 2016 se encerram e no dia 16 de Maio vamos entrevistar as startups finalistas para participar do nosso processo de aceleração.

Um processo de aceleração é basicamente um processo de transformação, você vai conhecer novas pessoas, recursos, organizações, que vão te permitir chegar muito mais longe com seu projeto. É também um processo de longas horas de trabalho, repensar o seu modelo e escutar muitos feedbacks, às vezes, mais até do que você gostaria.

INSCREVA-SE: CLIQUE AQUI.

Nosso papel é ser um grande parceiro neste processo e te ajudar a cruzar um mar extremamente turbultento. Em nosso primeiro processo de aceleração, tivemos o prazer de acelerar quatro excelentes startups: FlowingVittaCatálogo Hospitalar e Avelã. Vocês podem buscar cada uma destas startups para saber como foi nosso processo de aceleração, mas também podem nos procurar para tirar suas dúvidas.

Também gostaria de convidar vocês a visualizar o vídeo do nosso Demo Day 2016, bem como assistir ao nosso canal no You Tube.

Nós já somos a maior rede de empreendedores e inovadores em saúde do Brasil, reunidos através de redes sociais, principalmente o WhatsApp, e te convido a participar da rede Startup Saúde Brasil, um movimento para transformar a saúde brasileira através do empreendedorismo e inovação em saúde.