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Primeiro sistema TomoTherapy® da Colômbia é instalado na Clinica FOSCAL

SUNNYVALE, Califórnia, 12 de abril de 2016 /PRNewswire/ -- A Accuray Incorporated (NASDAQ: ARAY) anunciou hoje que o primeiro sistema TomoTherapy® da Colômbia foi instalado na Clinica FOSCAL em Bucaramanga, Colômbia. A clínica escolheu o TomoHD™, a última geração do sistema TomoTherapy®, com base em sua reputação mundial de oferecer um tratamento altamente preciso em uma grande variedade de casos de câncer. Com a chegada dessa tecnologia de ponta, a Clinica FOSCAL é o único centro da Colômbia a oferecer aos pacientes o tratamento com os sistemas CyberKnife® e TomoTherapy da Accuray.

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Para mais informações sobre os sistemas CyberKnife e TomoTherapy, acesse http://www.accuray.com.

A Clinica FOSCAL recebeu a certificação de distinção em saúde do Instituto de Normas Técnicas e Certificação da Colômbia, ICONTEC, e está entre as 10 melhores instituições de cuidados com a saúde da Colômbia. Esse centro dedica-se a oferecer cuidados abrangentes de alta qualidade para pacientes locais e internacionais com câncer, com uma equipe de médicos especializados e as tecnologias mais avançadas. Seus programas de câncer estão focados na prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação de pacientes com a doença.

"Na FOSCAL, queremos ser reconhecidos pelos pacientes do mundo todo como um dos melhores centros de tratamento do câncer e causar um impacto positivo e significativo na forma como o câncer é tratado em cada pessoa, todos os dias", afirmou o Dr. Oscar Abuchaibe, oncologista da Clinica FOSCAL em Bucaramanga, Colômbia. "Os recursos exclusivos dos sistemas TomoTherapy e CyberKnife fazem com que seja possível oferecer tratamentos extremamente precisos e minimizar a dose nos órgãos e tecidos próximos e saudáveis, proporcionando a mim e à minha equipe a confiança para tratar quase todos os pacientes que possam se beneficiar com a radioterapia, independente do tamanho ou da localização do(s) tumor(es) e da proximidade de órgãos importantes."

O sistema TomoTherapy é o único sistema de radiação desenvolvido especificamente para radioterapia integrada, guiada por imagem em 3D, com intensidade modulada (IG-IMRT). Com base em uma plataforma de TC, o sistema fornece ângulos de feixe especificados pelo médico ou o fornecimento contínuo de radiação 360 graus em torno do paciente. Esses recursos exclusivos, combinados com a orientação por imagem em 3D diariamente e um colimador multifolhas de alta velocidade, garantem que a radiação seja precisa e acompanhe o formato do tumor do paciente, ao mesmo tempo em que minimizam a dose em tecidos normais e saudáveis, o que resulta em menos efeitos colaterais para os pacientes. O sistema TomoHD proporciona tratamentos de alta qualidade a todos os pacientes com indicações clínicas que precisem de radioterapia, inclusive câncer de mama, próstata, pulmão, cabeça e pescoço, além de tratamentos complexos como a irradiação total da medula.

O sistema CyberKnife® foi desenvolvido para oferecer radiocirurgia guiada por computador e radioterapia estereotáxica corporal (SBRT). Ao utilizar sua exclusiva amplitude de movimento robótica e a orientação por imagem contínua, o sistema segue o alvo durante todo o processo, oferecendo um tratamento individualizado com precisão submilimétrica. O sistema CyberKnife pode ser usado para tratar tumores em qualquer parte do corpo, inclusive no cérebro, rim, fígado, pulmão, pâncreas, próstata e coluna, e leva esperança a pacientes com tumores inoperáveis ou cirurgicamente complexos ou que prefiram uma opção não cirúrgica e clinicamente eficaz.

"Estamos felizes com nossa crescente presença na América Latina e com a oportunidade de oferecer a um número maior de pacientes dessa região o acesso aos nossos tratamentos precisos e inovadores para tumores. Sentimo-nos honrados porque a equipe da Clinica FOSCAL escolheu nossos dois sistemas e nos comprometemos a apoiá-los em seus esforços para oferecer os melhores tratamentos contra o câncer aos seus pacientes", afirmou Joshua H. Levine, presidente e diretor geral da Accuray. "Os sistemas TomoTherapy® e CyberKnife se complementam para ajudar diferentes grupos de pacientes. Cada sistema oferece melhorias significativas ao tratamento contra o câncer, que podem realmente fazer a diferença na vida dos pacientes."

Potenciais efeitos colaterais da radioterapia

A maioria dos efeitos colaterais da radioterapia, inclusive da radioterapia oferecida com os sistemas da Accuray, é moderada e temporária, e geralmente envolve fadiga, náusea e irritação na pele. No entanto, os efeitos colaterais podem ser graves, levando a dores, alterações nas funções normais do corpo (por exemplo, na função urinária e salivar), deterioração da qualidade de vida, lesão permanente e até mesmo morte. Os efeitos colaterais podem ocorrer durante ou logo após a radioterapia ou meses e anos após a radioterapia. A natureza e a gravidade dos efeitos colaterais dependem de vários fatores, inclusive do tamanho e da localização do tumor tratado, da técnica de tratamento (por exemplo, da dose de radiação), do estado clínico geral do paciente, entre outros. Para obter mais informações sobre os efeitos colaterais da sua radioterapia e para saber se o tratamento com um produto da Accuray é indicado para você, converse com seu médico.

Sobre a Accuray

A Accuray Incorporated (NASDAQ: ARAY) é uma empresa de radiação oncológica que desenvolve, fabrica e vende soluções precisas e inovadoras para o tratamento de tumores, definindo o padrão de cuidados com o objetivo de ajudar os pacientes a viverem mais e melhor. As tecnologias de ponta da empresa oferecem uma gama completa de tratamentos de radioterapia e radiocirurgia. Para mais informações, acesse www.accuray.com.

Declaração de isenção de responsabilidade

As declarações feitas neste comunicado de imprensa não são declarações de fatos históricos, são declarações prospectivas e estão sujeitas às disposições de "isenção de responsabilidade" do Private Securities Litigation Reform Act (Ato de Reforma de Litígios sobre Títulos Particulares) de 1995. As declarações prospectivas contidas neste comunicado de imprensa estão relacionadas, entre outros fatores, com os usos clínicos, resultados clínicos, aumento dos pedidos, sucesso comercial e com a posição de liderança da Accuray em tecnologias e inovação em radiação oncológica. As declarações prospectivas estão sujeitas a riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados reais sejam substancialmente diferentes das expectativas, inclusive, mas não limitado, aos riscos detalhados na seção "Fatores de risco" do relatório da empresa no formulário 10-K, arquivado no dia 28 de agosto de 2015, do relatório da empresa no formulário 10-Q, arquivado nos dias 5 de novembro de 2015 e 1 de fevereiro de 2016 e dos demais arquivos da empresa na SEC.

As declarações prospectivas são válidas a partir da data em que as declarações são feitas e se baseiam em informações disponíveis para a empresa no momento em que essas declarações são feitas e/ou na crença de boa-fé da administração naquela época, em relação a eventos futuros. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar as declarações prospectivas para que reflitam o desempenho real ou resultados, mudanças nas suposições ou mudanças em outros fatores que afetam as informações prospectivas, exceto o que é exigido pelas leis de valores mobiliários aplicáveis. Assim, os investidores não devem depositar confiança excessiva nas declarações prospectivas.

Contato da Accuray:
Fabiana Lima
Diretora de marketing para a América Latina
+1 (954) 864-6663
flima@accuray.com

Contato da Clinica FOSCAL:
Juan Camilo Tellez
Diretor de marketing
+ 57 315 3781214
mercadeo@foscal.com.co

FONTE Accuray Incorporated

Novos modelos assistenciais e seus impactos na cadeia da saúde suplementar

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No Fórum ASAP 2016, que aconteceu na última semana, em São Paulo, um dos painéis discutiu a necessidade de mudança de modelos assistenciais para a sustentabilidade do setor de saúde suplementar.

Ana Maria Malik, Pesquisadora da FGV, ao apresentar um gráfico de expectativa de vida e gastos com saúde, mostrou que, por mais que o gasto per capita seja importante, o modelo de gestão e o modelo de assistência têm mais impacto positivo (e negativo) que o dinheiro investido.

No caso do Brasil, mostrou que a população conseguiu passar por todas as transições que a população de países desenvolvidos já passou, sejam epidemiológica, demográfica ou tecnológica, o setor de saúde não conseguiu evoluir no modelo de assistência à saúde.

Dentre os fatores que levam para a sustentabilidade e o desenvolvimento do setor, Malik citou três: informação, qualidade e mudança dos modelos. Os três seguem tendências mundiais e provam ser de impacto positivo na agenda das instituições.

Para Martha Oliveira, Diretora da ANS, os três pontos de grande importância são:

  • a desconfiança entre os players do setor. “Isso impede o avanço. Enquanto não percebermos que estamos no mesmo barco e vamos afundar juntos, não tem jeito”;
  • a informação: “em todos os níveis, desde qualidade e transparência até a facilidade de acesso a ela”;
  • cultura da saúde: “começamos a falar para as pessoas que a tecnologia é bacana, nunca mostramos para as pessoas o valor da atenção primária, da importância da realização de um protocolo correto”.

Frederic Goldstein, Fundador e Presidente da Accountable Health e CEO da Population Health Alliance, cita que, nos Estados Unidos, 30% dos recursos investidos em saúde são perdidos por erros, fraudes ou abusos. Se refletirmos esta porcentagem para a realidade brasileira, o montante desperdiçado é enorme.

Martha ainda disse que “não vamos conseguir mudar baixando normas e portarias, vamos mudar se conseguirmos reestruturar” e encerra dizendo que o sistema de saúde está perfeitamente preparado para dar os resultados que dá hoje, ou seja, se quisermos ter outros resultados, precisamos ter outro sistema.

A discussão é válida em diferentes âmbitos, seja na liderança das organizações ou no governo brasileiro. A reestruturação do sistema de saúde brasileiro depende da colaboração entre os players do setor e, mais que isso, do entendimento de que todos são responsáveis pelos resultados que geramos.

Por que os hospitais são o novo alvo dos hackers?

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Os hospitais se tornaram o novo alvo dos hackers. O grupo de Inteligência de Segurança da Informação da Cisco, o Talos, identificou uma variante de ransomware - uma espécie de vírus que sequestra dados - especialmente voltado para a área da Saúde. Os hackers fizeram várias vítimas nos EUA no último mês (como o Centro Médico Presbiteriano de Hollywood e o Hospital Metodista de Kentucky) e há indícios de que a ameaça já chegou ao Brasil.

Ao que tudo indica, essa variante (chamada de “Samsam”) se infiltra nos servidores através das redes e criptografa toda a base de dados dos hospitais, incluindo prontuários de pacientes, lista de visitantes, etc. Para descriptografar os dados é preciso uma chave, liberada pelos hackers mediante um pagamento (que gira em torno de milhares de dólares).

Mas por que atacar justamente hospitais?

O ransomware é o modelo mais utilizado pelos criminosos - e com sucesso, já que muitas empresas não têm outra saída a não ser pagar para ter seus dados de volta. Segundo o Relatório Anual de Segurança da Cisco de 2016, essa forma de ataque movimenta em média US$ 34 milhões por ano, tornando-a um negócio lucrativo. O que os hackers agora perceberam é que eles podem lucrar ainda mais ao apontar seus “canhões” para o setor da Saúde.

“Os hospitais têm uma base de dados valiosa, com prontuários de pacientes, histórico de doenças e medicamentos, etc. Sem esses dados, eles não podem agendar consultas, realizar procedimentos médicos ou atender urgências”, afirma Fernando Zamai, Engenheiro Consultor de Segurança da Cisco. Ou seja: sem sua base de dados, os hospitais praticamente param. E os hackers perceberam que eles estão mais dispostos a pagar pelo resgate desses dados – e a pagar altos valores.

Além disso, esses ataques afetam as redes dos hospitais, que dependem delas para se comunicar. Os hospitais também guardam informações pessoais de seus clientes e podem ser penalizados por entidades de classe caso os dados vazem. Por fim, o próprio setor da Saúde não costuma investir pesado em Segurança para a infraestrutura (como o setor financeiro, por exemplo), o que o torna um alvo mais atraente para os criminosos.

Como este vírus se infiltra na infraestrutura?

Segundo Fernando Zamai, existem várias formas de executar o ataque incluindo o roubo das credencias administrativas de terceirizados, para daí então se infiltrar nas redes. Além disso, o ambiente hospitalar concentra uma grande movimentação de pessoas facilitando que alguém não autorizado tenha acesso direto a uma porta aberta (um switch ou um roteador desprotegido), conectando um laptop e executando o arquivo contendo o malware, afirma o especialista.

Essa variante de ransomware não tem um vetor de ataque focado no usuário, como o fishing (e-mail com arquivo suspeito que procura “fisgar” o destinatário). O “Samsam” ao entrar na infraestrutura se comunica com a rede de comando e controle do hacker (que se esconde na Internet usando técnicas avançadas como a criação dinâmica e aleatória de domínios), e movimenta-se lateralmente pela infraestrutura comprometida, buscando outros pontos de infecção. Quando a equipe de TI do hospital percebe, a ameaça já infectou diversas máquinas e criptografou os dados sensíveis.

Saúde da mulher é destaque no Hospital Bandeirantes

Saúde da mulher é destaque no Hospital Bandeirantes

Aproveitando o Dia das Mães, o tema “Saúde da Mulher” será destaque no Hospital Bandeirantes, localizado no bairro da Liberdade, em São Paulo. Uma exposição no saguão da recepção central levará ao público painéis com estatísticas, informações e métodos de prevenção de doenças que atingem diretamente o sexo feminino. Você sabia, por exemplo, que o AVC é a maior causa de morte entre mulheres brasileiras? E que a enxaqueca atinge três vezes mais o público feminino do que o masculino?

Com a mostra, além de informar a população, o Hospital Bandeirantes busca enfatizar a importância da medicina preventiva. Com exames periódicos e acompanhamento profissional de qualidade, males como o câncer, a osteoporose, as doenças cardiovasculares e renais podem ser detectadas precocemente e evitar problemas futuros.

HOSPITAL BANDEIRANTES

Com 70 anos de história, o Hospital Bandeirantes é reconhecido por seus Centros de Referência e atendimentos em alta complexidade. Com uma média de 14 mil internações/ano e 10 mil cirurgias/ano, a Instituição possui certificação em nível diamante concedida pela Accreditation Canada International (ACI) – Qmentum. São mais de 3 mil médicos e 2 mil colaboradores focados em um único objetivo: manter-se referência no segmento hospitalar, preservando a qualidade de seus tratamentos clínicos e cirúrgicos. Aliado ao atendimento humanizado e ao amadurecimento da gestão sustentável na busca do crescimento com riscos mínimos, o Hospital visa fortalecer seu compromisso com o colaborador, comunidade e meio ambiente.

Site: www.hospitalbandeirantes.com.br

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Modelo de 'Gestão de Desempenho' é destaque entre ações internas da Unimed-Rio

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Implementado pela Unimed-Rio em 2012 - como forma de avaliar o desempenho de seus profissionais e gerar melhores resultados organizacionais -, o modelo de Gestão de Desempenho adotado pela cooperativa, depois de alcançar o índice de 98% de satisfação, chega em 2016 sendo referência como processo de avaliação utilizado por outras Unimeds do país.

A Gestão de Desempenho da Unimed-Rio funciona basicamente por meio da junção da Avaliação de Competências - que analisa a produtividade do colaborador, de acordo como ele utiliza suas competências individuais (conhecimentos, habilidades e experiências) para realizar suas entregas - com a Avaliação de Metas, que incluem os objetivos alcançados, tanto pela área quanto por cada colaborador.

Avaliação de Competências - O processo foi desenvolvido para ajudar os colaboradores a ter uma visão mais clara de suas próprias qualidades e interesses. A ideia é dar oportunidade para que cada profissional possa definir seus objetivos de crescimento na carreira. Na prática, é uma constante interação entre líder e liderado, em que ambos debatem o trabalho desenvolvido ao longo do ano e identificam os pontos positivos e os aspectos que podem ser aperfeiçoados.

Metas - A Avaliação de Metas define os objetivos de cada colaborador na busca por resultados. As metas são baseadas no planejamento estratégico de cada área, definidas também em conjunto, e que contribuam para a imagem da Unimed-Rio.

Com o resultado das avaliações de competências e metas, os profissionais são posicionados em uma Matriz de Desempenho, em que podem identificar seu estágio de desenvolvimento. O processo prevê também duas reuniões formais de feedback ao ano. Esses encontros são essenciais para aprimorar o desempenho dos colaboradores e orientá-los para o atingimento dos objetivos da organização.

Foco em resultados e na relação com o cliente - Alcançar objetivos e metas com eficiência e qualidade; e estabelecer relacionamentos de respeito, empatia e confiança com seus clientes e cooperados para entender e atender as demandas, com o máximo de precisão, estão entre os pontos que devem ser considerados pelos colaboradores. Assim como assumir a responsabilidade por suas ações, e atuar como agentes transformadores a partir da identificação de oportunidades.

“O processo de Gestão de Desempenho da Unimed-Rio surgiu para estimular o crescimento e a valorização de cada colaborador, baseado na metodologia participativa. E as informações geradas são peças-chave para a tomada de decisões da empresa, levando em conta fatores, como, carreira, desenvolvimento, aperfeiçoamento de cada colaborador”, destaca Alessandra Cabral, gerente de Desenvolvimento de Pessoas da Unimed-Rio.

SBCM/SP tem nova diretoria

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Também fazem parte da diretoria os médicos Eros Antonio de Almeida, vice-presidente; Antonio Carlos B. C. Souza, 1º Secretário; Álvaro Pulchinelli, 2º Secretário; Wallace N. Scott Jr, 1º Tesoureiro; e Luiz Claudio Martins, 2º Tesoureiro.

O Dr. Abrão José Cury Junior é formado pela Escola Paulista de Medicina. Fez residência em Cardiologia no Instituto Dante Pazzanese e especialização em Cardiologia e Clínica Médica.

SBCMSP150É membro do American College of Physicians. Acumula as funções de supervisor de Clínica Médica do Hospital do Coração, em São Paulo, diretor médico da Clinicordis São Judas Tadeu e médico assistente da Universidade Federal de São Paulo na área de Clínica Médica, bem como fundador da SBCM/SP.

Como os dados influenciam a tomada de decisão? [SBF16]

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Em 2016, o tema do Saúde Business Fórum é a tomada de decisão e o uso de dados para profissionalizar e dar mais subsídios a este processo. Serão cerca de 100 CEO’s, presidentes e diretores das maiores instituições de saúde, sendo hospitais, laboratórios e operadoras, discutindo a tomada de decisão dentro das organizações.

Escolhemos este tema, porque a tomada de decisão faz parte da rotina humana em níveis tanto pessoais quanto profissionais. Nas instituições, raramente escolhemos algo em termos absolutos, ou seja, sem viéses, nem comparações. Segundo Dan Ariely, professor de psicologia e economia comportamental da Universidade de Duke, em seu livro Previsivelmente Irracional, nós não temos uma fita métrica interna que automaticamente nos dá o valor de cada coisa. Em vez disso, focamos na vantagem relativa que algo tem em relação a outro fator semelhante. Por exemplo, eu, pessoalmente, não sei quanto custa um carro com 600 cavalos, mas suponho que ele seja mais caro que o mesmo modelo com 400.

Isso acontece porque a maior parte das pessoas não sabe o que quer a menos que esteja colocada em um contexto. Certamente, a experiência e as referências de mercado nos ajudam neste processo, mas o que fazer quando, na nossa instituição, não temos dados suficientes para realizar as comparações e verificações necessárias para a tomada de decisão?

A geração de inteligência em instituições de saúde passa por diferentes níveis de profundidade, em que os dados cumprem o papel de base na tomada de decisão. Apesar de sua importância, no entanto, “sem pessoas os dados são inúteis”, diz Ravenport, especialista em Tecnologia da Informação.

É importante saber que os dados nos dão respostas para algumas das questões mais importantes dentro da instituição e, se não tivermos as perguntas certas, não adianta ter um sistema robusto de BI ou Big Data: a decisão depende de ter as respostas certas para as perguntas certas.

O Saúde Business Fórum 2016 se propõe a expor as interfaces entre pessoas, instituições, sociedade e dados para a tomada de decisão. Preparamos um material introdutório sobre o tema. Você pode conferir, clicando aqui.

O Mercado de Saúde digital volta a crescer e atinge recorde

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Diferente do que foi difundido sobre o primeiro trimestre do ano, recessão e correção por parte do mercado norte-americano, o setor de saúde digital continua progredindo, diferente do setor Tech em geral. O que ainda resulta em maior cautela por parte das empresas de capital de risco.

A última atualização do Q1, no portal da RockHealth mostra números que afirmam a "imunidade" do setor de saúde digital em meio a outros resultados. Os financiamentos presenciaram um crescimento TTM de 13% e o crescimento anual de quase 50%. (Comparado ao primeiro trimestre de 2015 esse é uma expansão recorde).

O Financiamento total para a Q1 2016 já chegou a U$ 981.3 M, o primeiro trimestre total mais alto desde  2011, quando foi começado o estudo pela Rock Health sobre financiamentos do mercado. Os dois maiores negócios representam 34% do valor de transações do trimestre. É o maior valor médio de transações representado (U$ 18.2 milhões) desde Q2 2015.

Os Cinco maiores acordos do trimestre

  • Flatiron Health (U$ 175M). Uma empresa de plataforma para inteligência clínica para prestadores de cuidados ao câncer;
  • Jawbone (U$ 165M). Empresa que desenvolve e comercializa tecnologia wearable personalizada para cada usuário. Monitorando os hábitos de sono, alimentação e exercício e produzindo insights a partir dessas observações;
  • HealthLine (U$ 95M). A companhia utiliza uma plataforma de pesquisa orientada por taxonomia, fornecendo informações de saúde inteligente para os usuários;
  • Health Catalyst (U$ 70M). Novo provedor de armazenamento de dados de saúde;
  • Higi (U$ 40M). Possui quiosques com telas que medem a pressão sanguínea, pulso e IMC do usuário.

As  categorias preferidas dos investidores que emergiram estão relacionadas a informação da saúde, rastreamento de dados, e por fim, aqueles que fornecem contexto de dados e quais os impactos para o setor de saúde.

Com o aumento do acesso comum aos dados de consumo, através da tecnologia de smartphones e outros sensores, a coleta de informações passa a ser a parte mais fácil do processo. E o desafio maior das empresas é emparelhar esses dados para que se transformem em insights para criar planos de cuidados cada vez mais personalizados.

Apesar de estarmos falando apenas do começo de 2016, é otimista o cenário para o resto do ano. As fusões e aquisições representarão na maior liquidez do setor de saúde digital. As ações do setor continuam a serem negociadas em números mais baixos. A indústria em destaque é a Fitbit que está negociando 50% a baixo do seu preço de primeiro dia.

Fusões e aquisições continuam a crescer, quase dobrando 2014-2015 no volume de transações (95 ofertas para 187 ofertas).

Leia mais nesse artigo

ABIMED obtém liminar contra reajuste de 193% na taxa de fiscalização da ANVISA

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A ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde) obteve uma liminar na Justiça Federal de São Paulo contra o aumento de 193% na taxa de fiscalização sanitária cobrada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Com a decisão, as 190 empresas associadas da entidade passarão a pagar 50% do valor do reajuste, conforme determina uma lei sancionada em dezembro pela Presidência.

O aumento de 193% começou a vigorar em setembro do ano passado, quando o governo decidiu repor de uma só vez a inflação acumulada desde 1999, período no qual as taxas de fiscalização sanitária não foram reajustadas. Em novembro, o Congresso limitou a correção em 50% e o projeto foi sancionado um mês depois.

Porém, como o Executivo não regulamentou a nova lei, a Anvisa continuou cobrando a correção integral. Outras associações que recorreram à justiça contra o aumento ganharam o direito de pagar os valores antigos, sem reajuste, até que a lei seja regulamentada. E as associadas da ABIMED, por sua vez, arcarão com um reajuste de 50%.

“A falta de regulamentação criou um vazio legal e tributário no qual estão sendo praticados três valores diferentes para pagamento de uma mesma taxa. Isso é ruim para todos. Empresas que pagam o aumento integral terão novas despesas e enfrentarão burocracia para reaver os valores excedentes. As que não pagam a correção precisarão provisionar recursos para quitar o débito quando a lei for regulamentada. A situação cria também uma conturbação para o trabalho da Anvisa”, analisa Carlos Goulart, presidente-executivo da ABIMED.

Segundo ele, a expectativa do setor é que a situação seja resolvida o mais rapidamente possível, mas não há previsão quanto à regulamentação da nova lei.

Sobre a ABIMED

A ABIMED congrega 190 empresas de tecnologia avançada na área de equipamentos, produtos e suprimentos médico-hospitalares. As empresas associadas da ABIMED respondem por 65% do faturamento do segmento médico-hospitalar. O setor de produtos para saúde tem participação de 0,6% no PIB brasileiro, conta com mais de 13 mil empresas e gera em torno de 140 mil empregos.

Criada em 1996, a ABIMED é sócia-fundadora do Instituto Coalizão Saúde e membro do Conselho Consultivo do Instituto Ética Saúde. A entidade também coopera com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e com autoridades da Saúde, fomentando a implementação de políticas e regulamentações que proporcionem à população acesso rápido a novas tecnologias e a inovações, em um ambiente ético de negócios.

Hapvida leva mais saúde e mobilidade a Belém do Pará

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O Hapvida presenteou Belém (PA) com mais saúde e mobilidade. Neste mês, a cidade recebe dois projetos que irão melhorar a qualidade de vida e a saúde dos paraenses: o Bike Belém, o primeiro sistema de bicicletas compartilhadas da região, e – em breve – também o +1K, programa de assessoria gratuita de corrida de rua, proporcionado pela maior operadora de saúde do Norte e Nordeste.

“A prática de uma vida mais saudável previne doenças. Queremos que todos tenham acesso a uma maior qualidade de vida por meio de um ambiente que torne isso possível. Se o entorno é mais saudável, as pessoas se tornarão mais saudáveis. Por isso, estamos ampliando nossos investimentos em projetos como o Bike Belém e +1K”, enfatiza a Simone Varella, diretora de Comunicação e Marketing do Hapvida.

O Bike Belém é fruto da parceria entre o Hapvida, Prefeitura de Belém e a empresa concessionária Samba Transportes Sustentáveis, com o objetivo de tornar a cidade um espaço ainda mais saudável para seus habitantes.

As bicicletas estão disponíveis à população em 11 estações distribuídas em diferentes pontos da capital paraense – as dez primeiras ativas já foram definidas pela Superintendência de Mobilidade Urbana de Belém (SeMOB) e estão localizadas nos bairros da Cidade Velha, Jurunas, Umarizal, Batista Campos e Campina.

O cadastro pode ser realizado pela internet, por meio do site www.bikebelem.com, e o destrave das bicicletas para uso pode ser feito via aplicativo para celulares com sistemas Android e iOS ou ligação telefônica. Os preços variam entre R$ 5 (para passes diários) e R$ 10 (para passes mensais). Cada passeio poderá ser feito em até 90 minutos, com intervalos de pelo menos 15 minutos entre cada um deles.

Já o projeto Hapvida + 1K é uma assessoria gratuita para quem deseja praticar atividade física. Em Belém, os grupos irão se reunir para correr, durante as manhãs, na orla da cidade, no Portal da Amazônia; durante a noite, na Doca; e, de manhã e à noite, no Bosque Rodrigues Alves e na Praça Batista Campos. Sucesso em Fortaleza – onde todas as vagas foram preenchidas em apenas 24 horas de lançamento do projeto na internet –, o projeto beneficia, atualmente, 1.800 corredores na capital cearense. Por conta deste êxito, o Hapvida estendeu o +1K para Belém e, em breve, a operadora de saúde irá levá-lo às demais capitais onde atua.

Logo - Hapvida“É uma marca do Hapvida trabalhar a saúde de forma construtiva e preventiva. Entendemos que precisamos levar a saúde para as pessoas como um todo”, pontua a diretora de Comunicação e Marketing. Em Belém, quando as vagas estiverem disponíveis, os interessados, beneficiários ou não da operadora, poderão se inscrever por meio do site do projeto: www.hapvida.com.br/mais1k.