Tecnologia para otimizar os negócios da saúde

Tecnologia para otimizar os negócios da saúde

Uma das perguntas mais recorrentes no mundo dos negócios é como gerenciar os custos e lucrar num mercado instável como o brasileiro? Podemos pegar como exemplo os gastos com planos de saúde. Sabe-se que esse é o item mais caro na folha de pagamento das empresas, após o salário, e que 40% dos gastos com o plano de saúde são indevidos e poderiam ser evitados.

Uma das formas de “enxugar” esses gastos indevidos é contar com um serviço especializado de logística e gestão e, principalmente, dispor de ferramentas tecnológicas que possam otimizar todo o processo de cuidar da saúde do colaborador.

De acordo com Francisco Vignoli, sócio-diretor da Carelink, empresa especializada na logística de informações médicas, o uso da tecnologia para a gestão eficiente da saúde é inevitável. Tudo está conectado e chegou a hora das empresas adotarem essa tecnologia também para a gestão do benefício saúde de seus funcionários. “As soluções vão de centrais exclusivas a apps, que monitoram, armazenam e catalogam todas as informações sobre serviços utilizados nos planos de saúde dos usuários, passando por programas exclusivos que realizam toda a logística de dados médico-hospitalares coletados”, comenta o executivo.

Segundo levantamento realizado pela consultoria, a taxa de retorno de investimento das companhias que utilizam essas tecnologias pode chegar a 300% já nos primeiros seis meses da contratação. A tecnologia realmente pode operar milagres nos cofres das empresas brasileiras, basta que seja realizado um diagnóstico preciso e que seja prescrito o tratamento adequado, dessa forma e possível manter a saúde e os custos equilibrados!

Sobre a Carelink

A Carelink é uma empresa de logística de informação de saúde, com objetivo de oferecer, diariamente, suporte às organizações e seus colaboradores, para que todos tenham o melhor aproveitamento do sistema de saúde. O sistema Carelink opera com uma ferramenta online própria de gestão de saúde para a empresa e atua com a integração de informações, oferece suporte e otimiza os recursos em saúde disponibilizados pela companhia, para melhorar a qualidade do serviço prestado aos seus funcionários e seus dependentes. A Carelink conta com equipe multidisciplinar de médicos que atuam junto com o sistema.

Uso de Contact Center no setor de saúde melhora atendimento ao paciente

call-center-proprio-vantagens

A saúde no País é um problema crônico que precisa da interferência de vários agentes para tornar-se efetivo e abrangente. Uma alternativa que muitos brasileiros recorrem é a adesão a planos de saúde privados, mas segundo levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar, quase 70% da população não possui planos de saúde.

Para expandir o acesso das pessoas a um serviço de qualidade, a tecnologia é a grande aliada. Cada vez mais, as empresas buscam soluções que otimizem e aprimorem a experiência dos pacientes.

A Altitude Software, fornecedora global de soluções omnicanal para melhorar a experiência do cliente, possui recursos de Contact Center para permitir que os centros de saúde ofereçam o melhor atendimento. O Serviço Nacional de Saúde Português é uma das organizações que utiliza a solução. O SNS 24 é um serviço telefônico e digital que foi criado para ajudar as pessoas com dúvidas sobre saúde, além de auxiliar na administração de epidemias de gripe, e muitas outras situações, de forma mais eficiente.

Três benefícios de um Contact Center para o setor de saúde

- Foco e eficiência aprimorados: os agentes do Contact Center de saúde são enfermeiros certificados. As pessoas ligam, explicam seus sintomas e, com base nisso, a enfermeira decide a gravidade da situação e sugere uma dessas opções: atendimento domiciliar e, eventualmente, a compra de medicamentos de venda livre, uma consulta no centro de saúde ou envia a pessoa para o pronto-socorro do hospital mais próximo. Esse processo de triagem acontece com a ajuda de um roteiro e fluxos complexos, completamente transparentes, e que orientam o enfermeiro / agente para o diagnóstico correto de acordo com os sintomas do paciente.

- Melhor satisfação do cliente e engajamento: as pessoas são aconselhadas a ligar para o SNS24 antes de ir à emergência. Se o paciente é orientado a ir para o pronto-socorro não há necessidade de esperar, porque foram previamente encaminhados pelo serviço. Se o problema puder ser resolvido em casa, será realizada uma ligação dentro de alguns dias para descobrir como o paciente está se sentindo. A solução de Contact Center permite a configuração do reescalonamento de chamadas, possibilitando acompanhar e certificar-se de que o paciente está melhorando. Este atendimento personalizado dá às pessoas a garantia de que estão sendo atendidas, criando, assim, a fidelidade do cliente que não seria obtida em um pronto-socorro.

- Economia de custos: em dez anos de operação, o SNS24 gerenciou cerca de oito milhões de chamadas, o que representa cerca de 1 milhão de contatos por ano. De todas as chamadas recebidas, apenas 22% foram direcionadas para o pronto-socorro, de acordo com as estatísticas da empresa. Isso representa uma enorme economia tanto em força de trabalho como em instalações exigidas nos hospitais. Parte dessa redução de custos só foi possível, devido ao software de Contact Center.

Além dos serviços de emergência

A utilização de um Contact Center para o setor de saúde pode ocorrer de forma proativa, não só em situações de contingência. No caso da Cruz Vermelha espanhola, por exemplo, a solução serve para lidar com momentos críticos e em outras atividades diárias. O Contact Center garante a segurança de pessoas dependentes durante situações específicas, como ondas de frio ou calor. Além disso, a organização tem outra solução baseada em vídeo para pessoas idosas com quem uma comunicação simples é estabelecida, a partir de suas casas, para ajudá-los a lidar com a solidão ou para realizar exercícios destinados a prevenir sua deterioração cognitiva.

Sobre a Altitude Software

A Altitude Software é um fornecedor global de soluções omnicanal para unificar as interações entre empresas e seus clientes, proporcionando excelentes experiências ao cliente. Altitude Xperience é uma plataforma de software para Contact Center, modular e escalável, que ajuda as organizações a gerir as interações com os clientes e a criar experiências personalizadas, ao longo de toda sua a jornada, nas mais diversas indústrias, entre elas, Bancos e Serviços Financeiros, Saúde, Varejo e Logística. Conta com 25 anos de experiência em Business Process Outsourcing e na Integração de Tecnologias, com aplicação nas seguintes áreas: Serviço ao Cliente, Telemarketing, Cobrança de Dívida, Help Desk, Atendimento ao Cidadão, entre outras.

Edital Sesi Tech disponibiliza R$ 10 milhões para projetos de SST

G7210

Projetos devem estar alinhados aos grandes desafios da indústria paranaense nas temáticas de Segurança e Saúde do Trabalho

Foram 334 milhões de dias de trabalho perdidos no Brasil por causa de acidentes de trabalho no período de 2012 a 2018. Este dado é do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, que mostra como a segurança e saúde dos trabalhadores é importante tanto para o bem-estar dos colaboradores quanto para a competitividade dos negócios. “As mudanças no ambiente competitivo nos últimos anos trouxeram grandes desafios para as indústrias. Mas, paralelamente, novas tecnologias possibilitam o desenvolvimento de soluções que têm impacto direto no ambiente e nos processos internos da organização”, comenta o gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema Fiep, Fabricio Lopes.

Por saber do impacto que soluções inovadoras têm no dia a dia das pessoas e das empresas, o Sistema Fiep lança o Edital Sesi Tech, destinado ao desenvolvimento de projetos inovadores nas áreas de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Serão disponibilizados R$ 10 milhões para o desenvolvimento dos projetos, que serão executados por meio da rede de Institutos Senai de Tecnologia e Inovação, co-executora do edital. Além de estar alinhados aos grandes desafios da indústria paranaense nas temáticas de Segurança e Saúde do Trabalho, devem ter como meta a redução no número de acidentes de trabalho, a diminuição dos custos com acidentes e doenças ocupacionais, o aperfeiçoamento da performance do trabalhador da indústria e a promoção da saúde e segurança dos funcionários.

Empresas de todos os portes do Paraná podem participar. “Todo o processo de uma empresa envolve alguma situação que pode impactar na segurança e saúde dos trabalhadores. O edital apoia o desenvolvimento de soluções para minimizar estes riscos e garantir a promoção de saúde destes trabalhadores, bem como a população em geral”, explica Rosângela Fricke, gerente executiva de Segurança e Saúde para Indústria.

O edital é dividido em duas categorias: Categoria A, que são as indústrias com demandas de SST; e Categoria B, para healthtechs. “Para as startups participantes, é importante que os projetos estejam alinhados com o maior número de solicitações de empresas e que atinjam um número considerado de beneficiados. Toda ideia é válida para a redução dos riscos e a promoção da saúde”, afirma Rosângela.

As inscrições podem ser feitas até 17 de maio de 2019. Todas as informações podem ser acessadas aqui.

EUROIMMUN Brasil registra na Anvisa teste inédito no país

ELISA-EUROIMMUN-Brasil-Tecnica

Teste da EUROIMMUN Anti-MOG permite identificar doenças como Esclerose Múltipla e ajuda na decisão sobre medidas terapêuticas

A EUROIMMUN Brasil, empresa alemã referência em soluções para diagnóstico, acaba de registrar um novo produto na Anvisa, o FA 1156-50 Anti-MOG. O novo teste - inédito no Brasil - fornece a determinação de autoanticorpos contra a MOG (glicoproteína de oligodendrócito de mielina), expressa no sistema nervoso central, para o diagnóstico assertivo de doenças neurológicas desmielinizantes, como Esclerose Múltipla e Neuromielite Óptica.

O novo kit da EUROIMMUN possui sensibilidade de 95% e especificidade de 84% que, respectivamente, indicam a capacidade de diagnóstico positivo (doença manifesta) ou negativo (ausência da doença). Por meio dele, é possível detectar doenças desmielinizantes do sistema nervoso central, que ocorrem principalmente no cérebro e na medula espinhal. Essas doenças são caracterizadas pela destruição progressiva da bainha de mielina do neurônio. A falta de mielina prejudica a transmissão neuronal, levando a desordens motora, visual e sensorial.

As principais doenças desmielinizantes são de causa inflamatória, destacando-se a Esclerose Múltipla, a Neuromielite óptica (NMO) e doenças do espectro NMO (NMOSD). Estas doenças neuroinflamatórias raras diferem tipicamente na idade de início, evolução clínica, gravidade da doença, características neurorradiológicas e/ou patológicas e alterações no líquido cefalorraquidiano (LCR).

"Acreditamos que a aprovação da Anvisa para a distribuição do Anti-MOG nos laboratórios é mais um passo para que pessoas que eventualmente sejam diagnosticadas com a doença possam ter melhor qualidade de vida. A diferenciação precoce da desmielinização ajuda a decidir sobre medidas terapêuticas e tem um valor preditivo significativo. Por isso, é importante que o paciente converse com seu médico para entender mais sobre a doença e a importância do correto diagnóstico", reforça Gustavo Janaudis, diretor executivo da EUROIMMUN Brasil. Os principais sintomas das doenças desmielinizantes incluem: perda da visão, fraqueza muscular, rigidez muscular, espasmos, perda de coordenação, perda de sensibilidade, dor, alteração da função urinária e intestinal.

A maioria dos pacientes com neuromielite óptica apresenta anticorpos contra aquaporina-4 (AQP-4). Já os anticorpos contra MOG ocorrem em aproximadamente 20% dos pacientes Aquaporina-4 negativos. “Pacientes eventualmente diagnosticados como negativos em AQP-4 têm consideráveis chances de serem positivos em MOG. Com este novo teste, os médicos ganham ainda mais subsídios para definir o tratamento”, observa Janaudis.

Sobre a EUROIMMUN - A EUROIMMUN é líder mundial em soluções para diagnóstico laboratorial e possui um sólido registro de patentes e métodos inovadores de produção. Com mais de 30 anos de atuação no mercado global, a empresa é especializada no diagnóstico de doenças autoimunes, infecciosas, alergias e genética. Os métodos predominantes aplicados no desenvolvimento dos seus produtos são a imunofluorescência, ELISA, imunoblot e biologia molecular. Desde 2017, é parte integrante do grupo PerkinElmer, empresa norte americana líder mundial em tecnologia nos segmentos médico e químico, comprometida com inovação para um mundo mais saudável.

A tecnologia como ferramenta de apoio à melhora da qualidade e segurança do paciente

maxresdefault

A digitalização dos hospitais é capaz de orientar médicos a fim de evitar eventos adversos e mortes durante a jornada do paciente nas unidades de saúde

A cada hora, seis pacientes morrem por eventos adversos no Brasil, de acordo com o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar de 2017, ano no qual houve o registro de 54 mil óbitos nos hospitais por erros, negligências ou baixa qualidade nos serviços.

Dentre as falhas médicas estão erros na medicação, uso incorreto de equipamentos e a infecção hospitalar. Tais eventos poderiam ser evitados por meio do uso da tecnologia, como o Care Planning, uma solução integrada ao prontuário eletrônico, que traz um checklist com o plano de cuidado baseado em evidencias e centralizado no paciente, possibilitando a redução da variabilidade e a melhora na coordenação do atendimento. Um outro exemplo é o Clinical Skills, que capacita demonstrando as práticas corretas a serem realizadas pela equipe multidisciplinar

O Vice-Presidente de Informática em Saúde da Elsevier, Robert Nieves, explica que “Nós certamente utilizamos a tecnologia de maneira que o atendimento ao cliente se torne eficiente e, principalmente, seguro”. O executivo aponta que muitos países estão investindo efetivamente na digitalização de seu sistema de saúde para apoiar a prática clínica e é justamente isso que o IV Simpósio Internacional de Qualidade e Segurança do Paciente quer demonstrar convidando palestrantes internacionais para que o público conheça diferentes experiências, já colocadas em prática pela liderança de hospitais ao redor do mundo.

O evento, promovido pelo IBSP (Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente), acontece em 25 e 26 de abril, na Fecomercio, em São Paulo. Às 10h30, no dia 25, o executivo Robert Nieves apresenta uma palestra com o tema “Apoio à decisão clínica: os erros mais comuns em prontuários digitais”. Robert ressalta que com essa abordagem a mensagem que deseja passar é de que “a tecnologia deve ser vista como uma ferramenta de apoio à tomada de decisões. Dessa forma, aliamos o pensamento crítico e o conhecimento dos médicos à informação mais atualizada e baseada em evidência para garantir a segurança do paciente e apoiar a prática clínica e a tomada de decisões. Não se trata de substituir o pensamento crítico, mas apoiá-lo”.

Além da participação de Robert Nieves, a Elsevier está presente no evento com um estande no qual apresenta um estudo de caso clínico que aborda a história de um paciente que chega ao hospital com alguns sintomas e seu quadro evolui para um caso de Choque Séptico. Com o apoio de uma solução digital como o Clinical Skills da Elsevier, o tratamento do paciente segue determinações importantes e diminui as chances de readmissão à UTI. Os visitantes do congresso têm a oportunidade de conhecer todo o processo e ver na prática como a tecnologia pode apoiá-los.

No estande, a Elsevier apresentará as seguintes soluções:

• Care Planning

Reduz a variabilidade e melhora a coordenação do atendimento.

O Care Planning combina o histórico do paciente, avaliações padronizadas e mais de 500 diretrizes de prática clínica baseadas em evidências em um plano de atendimento centrado no paciente. É a única solução que é entregue diretamente através do EHR, que ajuda a promover o cuidado centralizado no paciente.

• Clinical Key

O ClinicalKey apoia decisões clínicas, facilitando a localização e aplicação de conhecimentos relevantes.

É um mecanismo de pesquisa clínica que fornece aos profissionais de saúde acesso a uma abrangente coleção de conteúdo médico e cirúrgico. Ele é construído sobre uma tecnologia de busca que usa as técnicas mais avançadas para fornecer as respostas mais rápidas e clinicamente relevantes.

• Clinical Skills

Clinical Skills é uma plataforma digital de educação continuada que combina o poder de desenvolver a prática com base em evidências, com o gerenciamento das competências da equipe multidisciplinar, podendo ser customizada a partir da necessidade da instituição.

A inscrição para o evento pode ser realizada pelo site. Basta acessar o link: http://www.simposio-ibsp.com.br/.

INFORMAÇÕES GERAIS:

Local: Fecomercio - Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista, São Paulo

Data: 25 e 26 de Abril

Horário da palestra: 10h30 no dia 25 de Abril

Nova tecnologia monitora todos os processos nos Hospitais

Nova tecnologia monitora todos os processos nos Hospitais

Os recentes avanços empurram o setor hospitalar para uma nova fronteira. Tornou-se possível utilizar a tecnologia para controlar todos os processos nos hospitais. Assim como nos aplicativos que orientam os motoristas, os gestores agora contam com novas plataformas que também orientam em tempo real o caminho a seguir em todas as unidades para evitar erros e aumentar a rentabilidade.

Diversos hospitais no Brasil e no mundo começam a utilizar novas tecnologias na área de gestão que excedem em muito as tradicionais ambições relacionadas ao corte de custos e aumento de eficiência operacional. As novas plataformas combinam Ciência de Dados e Inteligência de Processos, conectam e analisam informações relevantes para avaliar resultados de negócio e prever possíveis cenários futuros para ajustar a demanda dos pacientes à oferta adequada de recursos (médicos, enfermeiros, atendentes, materiais). Ao utilizarem informações de diversas fontes, associada com os rastros digitais que cada processo gera, tornam-se uma bússola para a tomada de decisão.

As plataformas que começam a ser utilizadas pelas redes hospitalares mesclam o poder do Process Mining, Data Analytics e Machine Learning, para espelhar as diversas unidades (“Digital Twin of the Organization”) em que todos os processos são mapeados e cada passo pode ser monitorado, em tempo real. Mais: por meio dos algoritmos, como uma bússola, avisam a tempo de evitar possíveis problemas financeiros como a glosa, retenção ou suspensão do pagamento devido por parte do convênio médico. Os algoritmos fazem engenharia reversa, recuperam as informações de qualquer um dos sistema de origem (Oracle, JDE, SAP, TOTVS, MV) e geram automaticamente os diferentes fluxos de processos, com base em fatos e não em suposições.

Os gestores hospitalares já podem programar férias sem susto. A nova tecnologia coloca o hospital para funcionar no piloto automático. Faz o gerenciamento de todo o ciclo do paciente, desde a sua entrada para consulta médica até a alta em caso de internação, bem como o recebimento de valores. Permite entender as variações e discrepâncias que existem nos hospitais da mesma rede por atividade, paciente ou diagnóstico. Mostra como ocorre um processo dentro de uma unidade e compara com as variáveis de outras, seja pelo atendimento de um médico, pelo diagnóstico, pelo paciente. Traça uma linha de tempo para indicadores chaves como custos, investimentos, equipes médicas, materiais.

Faz ainda análise de previsibilidade. Olha para o passado e sua base estatística e consegue entender em tempo real como um paciente internado a muitos dias, se não solicitar uma nova aprovação ao convênio médico, pode ter problemas de receber pelo atendimento ou um percentual de glosa de 95%. A ferramenta alerta de forma preditiva que a partir do 10º dia de internação, por exemplo, deve ser pedido nova autorização da operadora do plano de saúde. Consegue atuar durante a fase de internação do paciente sem que tenha problemas depois da alta para receber.

Atua em vários pontos para aumentar a rentabilidade do hospital. Primeiro identifica os gargalos na operação. Já começa pela pré enfermaria para reduzir o tempo que se gasta na fila de atendimento para fazer a triagem. Aumenta a eficiência desde o inicio na triagem do paciente ao dimensionar a equipe para cadastro, triagem, volumetria de atendimento por tipo de especialidade medica necessária, de exames no período.

Também inova em monitorar em tempo real os processos do começo ao fim por paciente. Mostra quais unidades estão tendo melhor produtividade com volumes semelhantes de pacientes. Ou quais foram as variáveis que permitiram uma unidade ser mais eficiente do que outra da mesma rede, com a mesma capacidade de demanda. Seja por melhor treinamento ou falta de pessoal. Permite comparar na linha de tempo, de forma agrupada, individual, dia, mês, ano a ano.

Consegue mensurar a quantidade de material utilizado por paciente e alerta caso ocorra discrepâncias. O Navigate mostra os problemas, onde agir para obter melhorias, como evitar custos desnecessários de forma preditiva e não reativa. Consegue simular melhor cenário para movimentar funcionários em período de férias por volume de pacientes ou aumento e diminuição de recursos disponíveis, sejam médicos, atendentes, enfermeiros.

Na parte de compra é comum o corte significativo nos gastos pelas. O dinheiro não é só o pago ao fornecedor mas também para custear os funcionários envolvidos no processo, para receber, conferir, estocar. Se diminui o tempo dos funcionários na compra cai o custo final. Tem ainda a diminuição do retrabalho por evitar falhas. Consegue eliminar em 40% os processos manuais de compras com a automatização. Também ajuda a reduzir o turnover em um ano. Não só pelo custo trabalhista com a demissão, mas também treinamento do novo funcionário e o tempo que leva para ser eficaz.

A nova tecnologia também ajuda no controle das normativas que os hospitais são obrigados a seguir (compliance), além de seu principal objetivo, aumentar a rentabilidade do hospital ao fazer recomendações com base em análises preditivas e comparações com cenários diferentes, seja por unidades, áreas, tipos de pacientes, pessoas envolvidas em cada atividade para dimensionar se o direcionamento da equipe está de acordo com a demanda por unidade, período ou turno até chegar na redução de custos.

Sobre o Autor:

Fernando Motta, líder da área de Process Intelligence do gA.

Telemedicina, a tendência mundial de se conectar aos pacientes

Telemedicina. Em meio a muitas críticas, o Conselho Federal de Medicina revogou a resolução que amplia a prática da telemedicina no Brasil. A decisão foi tomada em fevereiro deste ano. Na ocasião, o texto determinava que por meio dessa prática, seria possível realizar consultas, diagnósticos e cirurgias a distância. No entanto, a prática ainda é bem diferente e a telemedicina não se resume somente a isso. Pelo menos, é o que o esclarece o Chief Medical Officer global da Elsevier, Dr. Ian Chuang.

“A telemedicina partiu do pensamento de que nós devemos ficar conectados aos pacientes. Antes dos prontuários eletrônicos, o que eu fazia era praticar a medicina na minha sala e tudo o que eu tinha era um telefone. Nenhum computador, papel ou registro. Sempre existiu a mesma necessidade, ou seja, eu trato o paciente, mando para a casa, ele pode ficar bem ou não, talvez ele tenha algumas preocupações, ansiedade, talvez tenha alguma reação. Então, como eu posso cuidar dele quando não está bem na minha frente? A telemedicina é para ficar conectado e comprometido ao paciente, para melhorar o atendimento”, ressaltou.

Dr. Chuang também falou da crença que se tem em achar que telemedicina se resume apenas em atender a um paciente por meio de um telefone celular. Ele contou que esta tecnologia, a longo prazo, pode refletir na melhora do sistema de saúde. “Eu sei que o mundo pensa que é apenas um tratamento por meio do smartphone em que se comunicam através de um televídeo. Neste caso, é apenas a tecnologia usando um mecanismo. Então, o que vejo no mundo é uma longa jornada contínua que envolve a melhora da entrega do sistema de cuidados. É um esboço do que chamam de centro de excelência, onde se demostram muita capacidade, uma entrega efetiva de atendimento usando a telemedicina, mas em casos muito específicos. Então, pode ser específico para a área de oncologia, para um paciente que passou por quimioterapias e que precisa de algum tipo de acompanhamento, ou para um atendimento de emergência e que você não precise de fato ir para o hospital, fazer um diagnóstico ou ter acesso a outros documentos. O que precisamos é construir um serviço em que tudo possa funcionar em harmonia. Eu poderia ter acesso a informações por meio de imagens ou registros, então não seria apenas as minhas palavras ou as do paciente, mas seriam informações quantitativas para complementar aquilo,” reforçou.

Ele critica a disseminação da informação que conclui que esta prática se delimita apenas a atendimentos via telefone e que na prática a telemedicina vai muito além do que foi divulgado. “Enxergar a telemedicina apenas delimitada em um smartphone não resolve muita coisa. Não é fácil para mim diagnosticar pneumonia pelo telefone, por exemplo.  Eu posso ficar mais seguro fazendo um diagnóstico sobre gripe, mas inseguro ao diagnosticar pneumonia. Então, o telefone não resolve isso.  Temos que ter algumas diretrizes com informações que possam ser checadas e definidas. Este é o conceito que precisa ser atrelado ao conhecimento e a esta plataforma, do contrário seria apenas um sistema de telefone que possuímos,” disse.

Telemedicina no Brasil

É sempre complicado fazer uso de um instrumento que envolva o manuseio de uma tecnologia até então desconhecida, não importa em qual país que se atua. A popularização desta depende de algumas variáveis, como acesso da população àquela nova ciência, adaptação de um novo modelo de prática medicinal, situação financeira e até mesmo educação. Todos esses fatores influenciam na aplicabilidade e funcionamento da nova ferramenta. Engana-se quem pensa que só os países de terceiro mundo, como o Brasil, estão suscetíveis a isso. A população dos países onde a telemedicina já é aplicada, como nos Estados Unidos e Canadá, também enfrentou algumas dificuldades, antes da tecnologia ser aplicada. “Acho que pelo fato de ser um processo, uma jornada para tudo ser entregue conforme se prevê, temos que partir do pensamento de que a telemedicina será construída no Brasil a partir de como a população vai ser servida. Temos que partir do fato de que terá que atender a uma linha de base. É uma oportunidade para avançarmos, independentemente de onde está partindo. Diante disso, temos que pensar que terá algumas limitações. O que posso afirmar é que é necessário observar outros mercados emergentes do mundo para se ter como base, porque costumamos pensar que essas tecnologias chegam devagar, mas se ter isto como fio condutor, vai perceber como as coisas avançaram,” comenta Dr. Ian Chuang.

Ele ainda descreve um quadro bem positivo do Brasil e enxerga que é apenas uma questão de tempo e adaptação para que a telemedicina seja colocada em prática no país. “A tecnologia já está aqui, só não está muito bem distribuída. É desafiador. Vai acontecer como nos Estados Unidos que mesmo sendo considerado um país de primeiro mundo, ainda tem problemas,” revelou.

O executivo da Elsevier prevê que esta é uma tendência mundial e que no futuro os países estarão adaptados para trabalhar neste formato. “É definitivamente uma tendência global. Eu percebo isso em todos os continentes, mas as prioridades são diferentes em cada país. Eu não diria que é um mercado emergente. É triste dizer isso, mas o problema da telemedicina é o custo,” indicou.

Hospitalar

Apesar do Chief Medical Officer global da Elsevier não estar presente na 26ª edição da Hospitalar, que acontece entre dos dias 21 e 14 de maio, no Expo Center Norte em São Paulo, ele se mostrou animado com a presença da Elsevier no evento. Ele, que já esteve presente no HIMSS Orlando e Las Vegas, nos Estados Unidos, não poupou elogios. “É um evento reconhecido internacionalmente e que a sociedade da área da saúde tenta apoiar. As organizações da saúde o adotaram como referência. É um evento renomeado e reconhecido, que tem apoiado hospitais a evoluírem e a terem reconhecimento,” disse.

Dr. Chuang ainda evidenciou a importância da empresa na Hospitalar. “Neste ano, o HIMSS e a Elsevier anunciaram a premiação HIMSS-Elsevier Digital Healthcare durante a Hospitalar, e o objetivo é promover reconhecimento a estas instituições que estão comprometidas nas estratégias, fazendo investimentos durante os processos. Este é um prêmio de reconhecimento. É a união do conhecimento e tecnologia”, finalizou.

SAP divulga estudo sobre tendências da gestão em saúde nos próximos 3 anos

A SAP, uma das líderes de mercado de software dos aplicativos corporativos, divulgou um estudo que fala sobre as tendências da gestão dos sistemas de saúde nos próximos 3 anos. A pesquisa foi realizada pela Porter Research, sob encomenda da SAP.

Para obter os dados, foram entrevistados mais de 100 CEOs, CFOs e CIOs do segmento de saúde com o objetivo de descobrir como serão priorizados os investimentos em tecnologia nos próximos anos e os principais questionamentos relacionados aos sistemas de saúde.

De acordo com as informações obtidas, as empresas e organizações deverão se concentrar em como lidar com as pressões dos custos, relacionadas especialmente aos reembolsos. A experiência do paciente e seu aprimoramento também deverão ter grande relevância em 2019 e nos 2 anos subsequentes.

Os investimentos que devem ser feitos e priorizados estão relacionados às novidades e tecnologias que melhorem o engajamento dos pacientes e deem um maior suporte aos departamentos financeiros, além de auxiliar na melhor visualização de dados e informações disponíveis, que podem elevar a produtividade e a capacidade dos recursos.

A interoperabilidade e a eficiência operacional também ganham destaque, já que ambas são elementos necessários para reduzir custos e melhorar a experiência dos pacientes, de acordo com os executivos consultados no estudo.

Todos os convidados entrevistados na pesquisa concordaram que a tecnologia é fundamental na hora de ter eficiência na interoperabilidade dos sistemas e também inteligência de dados suficiente para identificar falhas no processo.

Outra prioridade dos provedores da área da saúde que foi identificada no estudo é possuir um modelo que coloque o paciente no centro das operações. Atualmente, a principal busca é por melhorar a experiência dos pacientes usando meios quantitativos e mensuráveis.

"O setor de saúde está sob pressão para reduzir custos, aumentar a produtividade e melhorar o relacionamento com o cliente. A superação desses desafios passa necessariamente pelo investimento em soluções de gestão que tragam uma visão clara sobre a operação e as informações necessárias para a tomada de decisões”, explica Margareth Amorim, Especialista em Transformação Digital para a Saúde e Educação na SAP Brasil.

A SAP Brasil tem como enfoque o atendimento consultivo, que entenda as necessidades dos sistemas de saúde para auxiliá-los em todo o processo de digitalização de suas operações.

Mudança de comportamentos funciona como remédio para doenças crônicas

thumbnail_woman-1822459_1920

De acordo com definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), são consideradas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) todas aquelas auto adquiridas por múltiplos fatores, de progressão lenta e de longa duração. As DCNTs destacam-se como as maiores causas de óbitos no Brasil, representando 74% das mortes, segundo a OMS. Isso ocorre, na grande maioria das vezes, porque as doenças crônicas podem ser assintomáticas, quando não dão sinais de sua existência, mas estão se desenvolvendo no paciente. Apesar do grande número de óbitos e de não haver possibilidade de cura para a maioria dessas doenças, a maior parte delas pode ser prevenida ou mesmo ter sua evolução controlada, garantindo maior qualidade de vida aos pacientes.

Uma forte evidência disso pode ser percebida no protocolo médico Diabetes Prevention Program, estudo apoiado pelo Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e do Rim (NIDDK) dos Estados Unidos. Ao longo de uma série de pesquisas realizadas com pacientes portadores de diabetes pelo mundo todo, ficou cientificamente comprovado que a mudança de comportamentos e hábitos pode ser mais eficiente do que o uso de medicamentos na prevenção de doenças crônicas, em diversos casos. Mudar hábitos inclui atacar diretamente alguns fatores de risco para diabetes e demais doenças crônicas, como tabagismo, consumo alimentar inadequado, sedentarismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Aí entra um dos maiores desafios da área de saúde no Brasil hoje, que é promover o entendimento disso e, consequentemente, o engajamento dos pacientes na mudança de hábitos que os auxiliem a gerenciar suas doenças crônicas e/ou os aproximem de um estilo de vida mais saudável. A saúde e a medicina em geral não foram treinadas para engajar as pessoas, elas estão embasadas no medo e nas ameaças. “Se você comer muita gordura, vai ficar doente e morrer”. Além disso, a abordagem tradicional da saúde está centrada no papel de que o médico é o especialista e somente ele entende o que as pessoas precisam para serem mais saudáveis. Em saúde, regra geral, somos formados para resolver o problema, recomendar, prescrever e diagnosticar, e não para construir alternativas juntamente com o paciente. Neste contexto, surge um formato inovador de acompanhamento, buscando inverter este foco: o coaching de saúde.

Coaching de saúde: engajar pessoas para mudar comportamentos

Coaches de saúde são profissionais com treinamento específico em coaching e em abordagens de mudança de comportamentos em saúde (Modelo Transteórico de Mudança, Entrevista Motivacional, Comunicação Não-Violenta, entre outras), de acordo com definição do Consórcio Internacional de Coaching em Saúde e Bem-Estar (ICHWC). No atendimento de coaching, o foco passa a ser o indivíduo. O coach não recomenda o que o paciente tem que fazer, mas trabalha como um parceiro do paciente, traçando metas e definindo soluções em conjunto para o autocuidado dele, sempre a partir das crenças e limitações do paciente. O processo de coaching propõe um atendimento mais humanizado e de empoderamento do paciente, focando em sua educação para otimizar sua capacidade de autogestão da saúde.

A consultoria é desenvolvida com base no que cada pessoa precisa, focando inicialmente no contexto atual do paciente e traçando uma visão de futuro desenhada a partir do que ele deseja alcançar. Após detectar este contexto, são traçadas ações e mudanças de hábitos que façam sentido para a pessoa e possam ajudá-la a chegar onde ela definiu que gostaria de estar em sua visão de futuro. A partir daí, o coach aplica técnicas comportamentais para mexer com a motivação do paciente e gerar engajamento. Além disso, o coach ajuda o paciente a perceber o que ele pode fazer para chegar onde quer, quais são as barreiras, quais são os recursos possíveis, quais são as pessoas que podem ajudar nesse processo, quais ambientes pode dar apoio para isso.

O coaching de saúde atua na prevenção e promoção da saúde, o que engloba também o gerenciamento de doenças crônicas. Hoje no Brasil um alto percentual das doenças crônicas são desenvolvidas por maus hábitos da população, e é com foco em modificar esse contexto que o coaching de saúde atua, sempre buscando motivar e engajar os pacientes e fazê-los entender a importância de sua saúde para que queiram cuidar mais de si mesmos.

Sobre o Autor:

Daniele Kallas, Gestora de Saúde na GoGood, empresa de saúde digital corporativa focada em evitar o crescimento dos custos de saúde para organizações provenientes de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Dentre as soluções, o aplicativo GRIT desenvolvido pela empresa embasa-se no Diabetes Prevention Program e oferece, por meio de um método científico de emagrecimento, um programa de prevenção de diabetes e hipertensão para pacientes pré-crônicos.

II Fórum ABRAIDI terá apresentação de estudo inédito e debates setoriais

02-4

O II Fórum ABRAIDI – Associação Brasileira de Importadores e Distribuidoresde Produtos para Saúde – reunirá na próxima quinta-feira, 25 de abril, as principais lideranças setoriais, representantes de agências reguladoras, órgãos de governo, parlamentares, hospitais, entidades médicas, entre outros. O evento será no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, onde serão apresentados dados de uma pesquisa inédita que revela as distorções no setor da saúde, como retenções de faturamento praticadas por hospitais e operadoras de saúde, glosas previamente autorizadas e inadimplência. O trabalho ainda apresentará dados de mercado nacionais e internacionais demonstrando que os DMIs têm tido queda de preços nos últimos 5 anos. As informações contemplarão o período de 2014 a 2018 no Brasil, Estados Unidos, Argentina, México, Colômbia, França, Itália, Alemanha, entre outros.

Os números apresentados integram a 2ª edição de “O Ciclo de Fornecimento de Produtos para Saúde no Brasil”, que traça um verdadeiro raio-x do setor. “Mais uma vez iremos revelar distorções do segmento e apresentar dados consolidados para que os players presentes possam buscar caminhos comuns para a sustentabilidade da saúde, tanto pública, quanto privada”, afirma o presidente da ABRAIDI, Sérgio Rocha.

O evento terá uma mesa redonda para debater a contratualização e um painel sobre as perspectivas econômicas para o país nos próximos dois anos, apresentado pelo economista e jornalista, Luis Artur Nogueira. Na parte da tarde, outra mesa redonda irá discutir a consulta pública nº 584 e o processamento de DMI’s não-estéreis e a importância do convênio 01/99 do ICMS para a saúde.

O ex-secretário de Saúde de São Paulo e vice-presidente do Instituto Coalizão Saúde, Giovanni Guido Cerri, apresentará o painel sobre a crise na saúde, caminhos possíveis e propostas, que terá como debatedor o Deputado Federal, médico e vice-presidente da Confederação Nacional de Saúde – CNS, Pedro Westphalen. O II Fórum ABRAIDI será encerrado com um painel especial sobre os 30 anos do SUS, os desafios e ações do Ministério da Saúde.

O II Fórum ABRAIDI tem o apoio da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS, do Instituto Ética Saúde – IES, do Instituto Coalizão Saúde, da Hospitalar, da Sahe e do Grupo Mídia. Inscrições, programação e demais informações: aqui