faz parte da divisão da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sandoz anuncia novo posicionamento e reformula embalagens

Novartis Sandoz biosimilar

A Sandoz, divisão de genéricos, biossimilares e produtos maduros da Novartis, apresenta um novo posicionamento de marca. O conceito "Padrão Diamante" tem o objetivo de reforçar a qualidade dos medicamentos Sandoz, desenvolvidos em concordância com os mais rigorosos padrões internacionais2,3. A campanha também contempla a reformulação das embalagens, que ganham novo desenho após 13 anos.

As pesquisas de mercado3,4 que embasaram o novo posicionamento mostraram que a qualidade é fator determinante para consumidores na hora da compra de um medicamento. Nesse contexto, a Sandoz consegue destaque: como parte do grupo multinacional Novartis, implementa um padrão, que além de preencher os requisitos da ANVISA, também atende exigências de órgãos regulatórios internacionais, como EMA e FDA2. "A alusão ao diamante conversa com esse grau de excelência com que produzimos os medicamentos", explica Renato Suzuki, gerente de marketing da Sandoz. A qualidade atrelada ao acesso a medicamentos não é apenas uma estratégia comercial, mas parte fundamental do modelo de negócios da companhia.

Para traduzir a nova identidade, as embalagens foram redesenhadas e ganharam traços mais modernos, que lembram as faces de um diamante. O novo visual também garante maior evidência nos pontos de venda, facilitando o entendimento do consumidor. Para Suzuki, a campanha ressalta um padrão de qualidade diferenciado em um mercado extremamente competitivo: "Criar um posicionamento que materializa o conceito da marca é um jeito positivo de comunicar e ampliar o alcance”. As novas embalagens começam a circular gradualmente a partir de abril de 2019.

A Sandoz é líder global em biossimilares, antibióticos genéricos e medicamentos oncológicos genéricos2. Está presente em mais de 160 países e alcança anualmente mais de 500 milhões de pacientes – uma atuação impulsionada pelo Grupo Novartis, que possui mais de 60 fábricas espalhadas pelo mundo2,3. No Brasil, o complexo produtivo fica em Cambé (PR), reconhecido como um centro de excelência na produção de orais sólidos e produtos hormonais, abastecendo o mercado nacional e exportando para diversos países. Todas as fábricas do grupo respeitam os mais rigorosos critérios internacionais de qualidade. “Podemos dizer que temos uma qualidade lapidada internacionalmente e o 'Padrão Diamante' chega para chancelar isso”, afirma a diretora comercial Érica Sambrano. “O comprometimento com a saúde e o bem-estar das pessoas está no DNA da Sandoz”, completa a diretora.

Entre os processos que atestam a qualidade na produção dos medicamentos Sandoz, estão o sistema automatizado com duplo check de pesagem, que minimiza erros humanos, e o não reaproveitamento de comprimidos já embalados, a chamada deblistagem3.

Compromisso com o paciente e expectativas

A Sandoz desempenha um papel importante na disponibilização de medicamentos a preços acessíveis e reforça o compromisso com os pacientes ao oferecer um portfólio de alta qualidade visando o acesso da população a tratamentos eficazes e de primeira linha. Para 2019, a expectativa é seguir com foco no crescimento sustentável, potencializando as oportunidades do negócio e buscando melhorias e a excelência operacional. O portfólio, que atualmente possui 90 moléculas em 254 apresentações, continuará sendo foco de investimento. Para os próximos 5 anos, a companhia planeja lançar 42 produtos, sendo 38 genéricos e 4 biossimilares3.

Sobre a Sandoz

A Sandoz é uma líder global em medicamentos genéricos e biossimilares. Como divisão do Grupo Novartis, nosso propósito é descobrir novas maneiras de melhorar e prolongar a vida das pessoas. Contribuímos com a sociedade, apoiando crescentes necessidades de cuidados de saúde, por meio abordagens inovadoras para ajudar as pessoas em todo o mundo a terem acesso a medicamentos de alta qualidade. Nosso portfólio possui aproximadamente 1.000 moléculas, abrangendo todas as principais áreas terapêuticas. Em 2018, as vendas da companhia representaram US$ 9,9 bilhões e nossos produtos atingiram mais de 500 milhões de pacientes. A Sandoz está sediada em Holzkirchen, na região de Munique, na Alemanha. Para estas e mais informações, acesse.

Referências:

1. BPF publicado no DOU em 16/07/2018 – Resolução – RE Nº1.838, de 12 de julho de 2018.

2. Site Sandoz Global. Disponível aqui; acessado em março de 2019.

3. Sandoz. Dados Internos.

4. Pesquisa exploratória realizada pela agência responsável pelo projeto no momento do planejamento da campanha

Metodologia DRG: sinônimo de eficácia nos processos e economia financeira

drg-2-1-n7zuu3t09oti1fboc3fdjy8r1yw9n6090h7c11obl8

Em menos de 20 anos o mundo passou por uma transformação intensa em que o fluxo e volume de informações são imensos e as decisões precisam ser tomadas com agilidade e exatidão. Fazer uso de uma ferramenta de gestão hospitalar completa, no entanto, tornou-se fundamental para obter melhoria de processos assistenciais e de resultados financeiros. Para resolver este cenário, o DRG (Diagnosis Related Groups) se tornou um dos maiores aliados.

Utilizado por vários hospitais do Brasil e entidades e operadoras de serviços de saúde de países da América do Norte, Europa Ocidental, África do Sul, Ásia e Oceania, o DRG foi desenvolvido nos anos 60, nos EUA, sendo uma ferramenta de classificação de pacientes internados agudos que combina um conjunto de variáveis (CID, comorbidades associadas, idade, procedimentos, complicações) que tem consumo homogêneo de recursos, possibilitando realizar diversos tipos de análises, tanto de cunho econômico, quanto assistencial.

O Hospital Fornecedores de Cana de Piracicaba (HFCP), que está utilizando a metodologia DRG, com apoio da consultoria da Planisa, empresa líder em soluções de gestão de resultados para as organizações de saúde, fez investimento inicial na qualificação dos enfermeiros (analistas de informação em saúde - codificadores), os quais iniciaram o trabalho codificando as altas.

As codificadoras após a fase inicial passaram a dominar a utilização da ferramenta, que possibilita a troca de informações e melhorias dos processos internos entre as demais áreas da instituição. Em paralelo, utilizam o suporte da consultoria da Planisa que realiza mensalmente análises e validações do banco de dados, de forma a garantir informações com qualidade.

“Na jornada diária de um hospital, o DRG é como um GPS, ele nos dá agilidade e precisão para escolher o melhor caminho, e com a consultoria da Planisa, seguir as coordenadas deste GPS otimizou ainda mais nossos resultados”, afirma o Dr. Miki Mochizuki, diretor técnico do Hospital Fornecedores de Cana de Piracicaba (HFCP). O hospital tem a consultoria desde agosto de 2017.

Marcelo Carnielo, diretor técnico da Planisa, explica que o DRG permite gerenciar os eventos adversos geralmente subnotificados, além de realizar trabalho de conscientização, com melhoria contínua de processos. “No HFCP nossas análises permitiram, por exemplo, definir ações para redução de pneumonias e infecções relacionadas à ventilação mecânica, atuação sobre as altas tardias, ações para redução de partos prematuros e protocolo de alta de RN e ações para otimizar o tempo de internação de pacientes com fratura de fêmur”, esclarece.

O executivo demostra ainda o resultado sobre o tempo de permanência de cirurgias de fratura de fêmur no hospital, antes de 6 a 13 dias, hoje em 3,8 dias. “Somente neste quadro, houve uma economia considerável em diárias hospitalares, permitindo mais acesso de pacientes”, conclui Carnielo.

Atualmente o hospital está realizando também a codificação admissional, onde é possível acompanhar a previsão de tempo de internação caso a caso e desta forma monitorar a eficiência no uso do leito, em busca dos melhores resultados assistenciais e financeiros.

Os trabalhos com o DRG são uma oportunidade de avaliação dos processos internos, que reflete na melhoria da produtividade hospitalar, na qualidade assistencial e na oportunidade de melhoria de uso de recursos para as instituições.

Clínica de Atenção Primária à Saúde da Qualirede é finalista no Prêmio Clínica do Amanhã 2019

medico-consultorio-paralisacao-20110406-original

A Atenção Primária à Saúde (APS) desenvolvida pela Qualirede, empresa com atuação nacional em gestão de planos de saúde, é finalista do Prêmio Clínica do Amanhã 2019, que tem como objetivo reconhecer as clínicas, cases e soluções inovadoras no segmento de saúde. As Clínicas de APS de Florianópolis e Joinville atendem juntas cerca de 42 mil vidas e operam em excelência, com um Net Promoter Score (NPS) – metodologia que mede a percepção de melhor cuidado pelos clientes – de 94,7. A APS, com enfoque na pessoa e não na doença, teve notoriedade por ser apontada como alternativa à crise da saúde suplementar no Brasil. 

Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), nos últimos dez anos, 26% dos planos de saúde no Brasil fecharam as portas, ou seja, a cada mês, 3,2 planos saem do mercado. Atualmente, o número de beneficiários desses planos, no Brasil, é de 47,2 milhões. Em 2009 esse índice era de 42,5 milhões. Isso significa que o número não acompanhou o aumento da população brasileira, já que neste período, segundo o IBGE, houve um incremento de mais de 18 milhões de pessoas no país.

Por meio da Atenção Primária à Saúde, que já vem sendo utilizado pelos países com os melhores indicadores de saúde do mundo como Canadá e Nova Zelândia, é possível reverter esse cenário. A presidente da Qualirede, Irene Hahn, explica que a APS é o primeiro nível de assistência dentro do sistema de saúde, que engloba um conjunto de ações como prevenção, diagnóstico, tratamento e, inclusive, redução de danos e manutenção da saúde.

“A APS tem o papel de atuar como organizadora do sistema, uma vez que atua com equipe multidisciplinar, o que colabora para a realização de uma boa gestão populacional. Nossas Clínicas resolvem mais de 89% dos casos, isso significa que o paciente, quando é atendido por meio da APS, não precisa ser encaminhado para um especialista como cardiologista, por exemplo, pois por meio de um atendimento individualizado e preventivo, com enfoque na saúde e não com a doença, ele melhora mais rápido, evitando o agravamento das enfermidades”, destaca Irene Hahn.

A apresentação da solução será feita pela diretora de Estratégia e Novos Negócios da Qualirede, Martha Oliveira. Já a divulgação do vencedor do prêmio ocorrerá durante o evento Clínica do Amanhã 2019, que será na próxima quinta-feira (18/04) no InovaBra, em São Paulo. Na oportunidade, a presidente Irene Hahn também destacará o assunto em participação no painel “A Clínica do Amanhã, na visão dos Líderes da Saúde”.

Instituto Ética Saúde confirma 1º Fórum Anual para o segundo semestre

IMG_0185

O Conselho de Administração do Instituto Ética Saúde anunciou que irá realizar o 1º Fórum Anual sobre integridade na saúde, em agosto. A notícia foi dada, em primeira mão, para os representantes do Conselho Consultivo, durante a reunião realizada no dia 9 de abril, na sede da Federação dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas e Demais Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de São Paulo (Fehoesp), em São Paulo.

Depois das boas vindas dada pelo diretor da Fehoesp, Luiz Fernando Ferrari Neto, o diretor executivo do IES destacou a presença do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS) e do Observatório Social do Brasil (OSB) no encontro, como os mais novos integrantes do Conselho Consultivo. “A questão de ética é atemporal, é sociológica, é geracional, e este desafio de manter o conceito sempre atualizado é um dos papeis que temos”, disse Carlos Eduardo Gouvêa.

O presidente do Conselho de Administração, Gláucio Pegurin Libório, convocou o Conselho Consultivo a ser ainda mais efetivo. “Nós já trilhamos um caminho longo, mas precisamos avançar muito mais. E aqui temos representantes de praticamente todos os segmentos da saúde, para serem fontes de novas ideias”.

Foi anunciado um esforço conjunto para aperfeiçoar a interlocução com a saúde suplementar. “Cada um de vocês, na sua entidade, tem uma aproximação com uma ou mais operadoras. Nós precisamos aproveitar essa força individual para ajudar o coletivo, para prosperarmos. Temos certeza que vocês podem fazer a diferença”, enfatizou Gouvêa.

Foram apresentadas a nova composição de associadas (222 no total); os grupos de trabalho; e os eventos nacionais e internacionais realizados em 2018 e os previstos para 2019. “Nosso Fórum, a ser promovido com o FGVethics, está confirmado para agosto, com a presença de todos os atores da saúde, de representantes do governo e dos órgãos regulatórios que têm acordo de cooperação com o IES”, destacou o diretor executivo.

Gláucio Libório lembrou que o evento é de todas as entidades e associações que compõem o IES, representantes da indústria, dos profissionais de saúde e das fontes pagadoras. “Convido a todos a nos ajudar a construir uma programação robusta e agregadora”, finalizou.

Reuniões regionais

Já na semana que vem, o Instituto vai iniciar um roadshow pelo Brasil, para ampliar o diálogo com os associados. O QualIES, programa de avaliação do nível de maturidade do sistema de integridade das empresas associadas ao Instituto Ética Saúde, e o Programa de Educação em Compliance na Saúde do IES e Fehosp no EducaSus, por videoconferência, serão amplamente divulgados nesta rodada de reuniões regionais. A agenda completa está no site do Instituto Ética Saúde

Hospital Unimed Juiz de Fora terá médicos hospitalistas

hospitalista

Esta semana, a Unimed Juiz de Fora dá início a um treinamento inédito em Minas para formação de médicos hospitalistas que farão parte do corpo clínico de seu novo hospital, em fase de pré-ativação no Bairro Salvaterra. A iniciativa é uma outra grande novidade que diferencia o Hospital Unimed, com a oferta de médicos dedicados em tempo integral exclusivamente a pacientes internados. “Este profissional é preparado para acolher, cuidar e garantir a segurança clínica do cliente hospitalizado, com habilidade para respostas rápidas e atitude de gestor, para tomar todas as providências necessárias à eficiência e eficácia na assistência. Diferente do plantonista, a missão dele será unicamente o cliente internado. E para cumprí-la com sucesso, suas responsabilidades serão abrangentes, inclusive com tarefas não-médicas, como contribuir para comissões multiprofissionais”, detalha o presidente Hugo Borges.

O médico hospitalista é uma tendência mundial inovadora e o hospital da Unimed Juiz de Fora será o primeiro a disponibilizar este profissional para seus clientes na cidade. O hospitalista é um líder com a função de acompanhar e coordenar o atendimento ao paciente internado. Com formação clínica, na prática, este médico acolhe o paciente, entende a complexidade do seu tratamento e, com a equipe interdisciplinar do hospital, passa a acompanhar o caso, de modo personalizado sempre em comum acordo com o médico assistente do cliente. “A sua importância é tão grande que a disponibilidade para atuação diária foi pré-requisito determinante, uma vez que a função do hospitalista é estar ali, assumir a gestão hospitalar do paciente, para tornar o atendimento mais eficaz e aumentar a segurança do cliente e de seus familiares, otimizando todos os nossos recursos. Além da estrutura do hospital, ele terá à disposição o suporte do nosso ecossistema de saúde; todos os nossos serviços de cuidados especializados e rede prestadora Unimed”, destaca o presidente.

Para as primeiras etapas de ativação do Hospital Unimed, com abertura prevista para maio, estarão sendo treinados 30 médicos hospitalistas em especialidades clínicas não pediátricas. A preparação será em módulos, com aulas semanais na Unimed Juiz de Fora, sob a responsabilidade de André Wajner, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Hospitalar, considerado a maior referência em formação de médicos hospitalistas no país. O treinamento consiste em aprimorar temas práticos, como sinais, sintomas, prescrição, intercorrências e muitos outros, e em capacitar o profissional para liderar e gerir todos os processos que envolvem o cuidado. “O cooperado está ciente e, o mais importante, comprometido com o propósito do Hospital Unimed, com o hospital dele. Estamos realizando o sonho de proporcionar ao paciente, ao nosso cliente, um atendimento, de fato, humanizado com a atenção e a segurança que ele merece no momento em que mais precisa”, declara Hugo Borges.

O MÉDICO HOSPITALISTA NO BRASIL E NO MUNDO - O médico hospitalista surgiu na década de 90, nos Estados Unidos, quando os gestores começaram a concentrar mais ações de qualidade e segurança para o paciente hospitalizado. Este novo perfil profissional inovou o sistema de saúde norte-americano com melhorias evidentes e passou a ser adotado em diversos países. “As melhorias foram tão expressivas que o número de médicos hospitalistas americanos passou de 5 mil, no final dos anos 90, para 40 mil em 2013 e agora já são mais de 53 mil. Um crescimento sem precendente na história das especialidades nos Estados Unidos”, comenta o médico PhD em gestão André Wajner, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Hospitalar, que coordenará o treinamento dos médicos do Hospital Unimed em Juiz de Fora. Segundo ele, no Brasil, os médicos hospitalistas estão em 26 hospitais nas regiões Sudeste e Sul, esta pioneira na especialidade. “Este número tende a crescer e a Unimed Juiz de Fora está saindo na frente. O médico hospitalista traz uma abordagem inovadora de qualidade, com zelo incomparável no cuidado e resultados importantes para o paciente”, ressalta Wajner. Para o presidente da Unimed, Hugo Borges, a oferta inédita deste profissional para o cliente reafirma o posicionamento diferenciado do hospital: “Cuidar da vida é uma arte”, lembra.

Extrafarma automatiza atendimento de Service Desk

extrafarma

A Resource, multinacional focada na entrega de transformação digital, anuncia a conclusão do processo de automatização e desbloqueio de vendas pendentes para agilizar as filas dos caixas e vendas dos produtos da rede de farmácias Extrafarma. Para o projeto, a integradora atuou diretamente na implantação da solução de RPA (Bringto) da Resource IT e de autoatendimento de Service Desk, com a integração de uma ferramenta inovadora, baseada no modelo RPA, de automação robótica de processos. A solução atenderá as demandas de mais de 440 lojas em todo o Brasil.

Entre outros benefícios, a iniciativa aperfeiçoa a identificação de dados e o tempo de ciclo interno das transações, agilizando os pagamentos com cartões e a emissão de nota fiscal. “Graças a esse aprimoramento, os processos de finalização de vendas podem ser executados por robôs que também reconhecem e mapeiam outras oportunidades de automatização de processos internos da rede”, diz Gerson Lopes de Almeida, Gerente de Operações ITS da Resource, integradora que, desde 2016, é responsável pelo serviço de Service Desk da Extrafarma.

Além de contar com a tecnologia RPA, a solução é conhecida como BringTo Automation, uma plataforma de Customer Experience que monitora o negócio em 360° e contribui com melhorias constantes para a organização. “Nosso objetivo é eliminar 100% dos gastos com processos manuais de inserção de dados, controlando as operações em tempo real e, com isso, ajudar a Extrafarma a identificar qualquer instabilidade. A ferramenta é flexível e pode ser configurada de acordo com as necessidades do cliente”, completa.

A solução da Resource monitora também Apps (aplicativos mobile), wearables (dispositivos “vestíveis”), URAs (centrais de atendimento), servidores, websites, caixas eletrônicos, gadgets ou sistemas que precisam ser monitorados. A plataforma é capaz de identificar ocorrências e reportar imediatamente os problemas para ajustes imediatos. “A solução da Resource está nos ajudando a acelerar nossos negócios e a ter um novo e moderno ambiente digital para atendimento de nossos clientes”, diz Fabio Silverio Rosa, Coordenador de TI da Extrafarma.

Segundo o executivo, a solução fornece uma série de ganhos de eficiência por automatizar e agilizar todo ciclo de pagamento, incluindo o recebimento no caixa e a emissão de nota fiscal. As operações estão fluindo sem interrupções, o que permite que as equipes se mantenham focadas em atividades estratégicas. “A expectativa é que a plataforma traga uma maior agilidade para as equipes das lojas por reduzir eventuais falhas no processo de pagamento eletrônico”, afirma o executivo.

“O projeto foi totalmente desenhado e customizado de acordo com as características da operação da Extrafarma. Estamos focados em conhecer o negócio do nosso cliente e com isso apoiá-lo em soluções que tragam resultado operacional e financeiro”, diz Fernando Artea, Diretor Executivo da Resource.

Além do aumento de produtividade, o novo sistema foi desenvolvido para garantir a segurança dos dados. Para tanto, conta ainda com suporte de uma equipe composta por 15 profissionais da Resource para acompanhar 24 horas por dia, sete dias por semana, todo o fluxo de pagamentos da Extrafarma.

Com 50 anos de atividade no setor de distribuição e varejo de produtos farmacêuticos, a Extrafarma é uma das líderes no setor farmacêutico nacional e faz parte do grupo Ultra, uma companhia multinegócios que está entre os cinco maiores grupos empresariais do Brasil. “Acreditamos que a tecnologia é um importante fator de competitividade e, por isso, estamos certos de que os clientes estarão ainda mais satisfeitos com o processo de atendimento e de pagamento nos caixas de nossas lojas”, explica Fabio.

Sobre a Resource

A Resource é uma tech partner focada em entrega de transformação digital. A multinacional oferece soluções e serviços baseados na tecnologia digital e é especializada em apoiar os clientes para que se tornem mais eficientes, inovadores e competitivos. A empresa atua há mais de 27 anos no mercado, com presença global em cinco países. Para mais informações, acesse

Funcional e Cuco Health anunciam parceria

os-funcionarios-devem-usar-celular-pessoal-para-fins-corporativos-750x410

A Funcional Health Tech, empresa especializada em inteligência de dados e serviços de gestão para clientes corporativos e a cadeia de saúde – operadoras, indústria farmacêutica, distribuidoras, classe médica e pontos de venda –, anunciou parceria com a Cuco Health, startup que é a idealizadora e gestora do aplicativo de terapias digitais que em pouco tempo de mercado contabiliza mais de 90 mil downloads e uma taxa de adesão dos pacientes ao uso de medicamentos da ordem de 79%. A parceria tem por objetivo ampliar o alcance da plataforma por meio de sua incorporação aos recursos dos Programas de Pacientes da Funcional, que integram laboratórios, médicos, farmácias e drogarias de todo o país no esforço conjunto de assistir e garantir a adesão dos pacientes ao tratamento indicado por seus médicos.

“Esse novo conceito de tratamento digital reúne um grande ferramental para que o paciente e seu médico tenham disciplina, controle e conhecimento sobre o tratamento”, afirma Paulo Henrique Magalhães, VP da Funcional Health Tech. “A parceria com a Cuco Health disponibiliza, para uma imensa gama de pacientes, os recursos que os ajudam a se manterem em tratamento, melhorando sua jornada e seu conhecimento sobre a patologia. Com os recursos do aplicativo, o paciente pode interagir de diversas formas, em diversos níveis, mas sempre a partir da sua ótica. Não é um aplicativo da indústria farmacêutica e nem do médico para o paciente; é um aplicativo do próprio paciente, em seu benefício”.

Foi exatamente este conceito, que prioriza a experiência do paciente, que levou a Cuco Health a ser a única startup latino-americana selecionada no programa Apple Entrepreneur Camp, que ocorreu recentemente em Cupertino, sede da Apple nos EUA. Durante duas semanas, Lívia Cunha e Fabíola Werneck, respectivamente CEO e CTO da CUCO, trocaram valiosos conhecimentos com os principais engenheiros da maior empresa de tecnologia do mundo, com o objetivo de avaliar e aperfeiçoar ainda mais as características do aplicativo. Além da Cuco, a Apple selecionou apenas outras dez empresas, no mundo, para participar de seu programa: sete dos EUA, uma do México, uma da Espanha e uma da Armênia.

O conceito da Cuco Health encontra perfeita sinergia com a estratégia dos Programas de Pacientes da Funcional. Ambos têm por objetivo integrar toda a cadeia que vai dos laboratórios e passa pelos médicos e farmácias, com o objetivo final de facilitar a jornada do paciente e sua adesão continuada ao tratamento, a partir de uma abordagem humanista e individualizada.

Com o aplicativo Cuco Health, a experiência do paciente no tratamento é facilitada. Com a caixa do medicamento em mãos, o paciente escaneia o código de barras e recebe a posologia de seu medicamento no formato de lembretes, sendo alertado de tomar o medicamento na hora certa. E próximo à data de recompra, é alertado para comprar seu medicamento nas farmácias mais próximas que participam do programa. Além disso, o Cuco está presente no dia a dia do paciente, educando-o sobre sua condição crônica de forma lúdica e humanizada, emitindo alertas em caso de interação medicamentosa e esclarecendo as principais dúvidas sobre o medicamento.

“Nosso foco é aumentar a adesão medicamentosa dos pacientes e gerar engajamento contínuo”, explica Lívia Cunha, fundadora e CEO da Cuco Health. “Os tratamentos digitais da Cuco complementam o medicamento do laboratório, oferecendo uma experiência digital que integra toda a cadeia e melhora a adesão dos pacientes que querem - e merecem - uma melhor experiência de tratamento médico”.

Novos formatos para o marketing de farmacêuticas

Além do paciente, os produtos da Cuco Health trazem ganhos significativos para os médicos e farmacêuticas. Em 2019, Cuco & Funcional lançam no mercado o projeto Primeira Caixa, pioneiro no Brasil. Com o Primeira Caixa, os médicos podem disponibilizar a primeira caixa original do medicamento via Cuco para seus pacientes. Estes podem retirá-la em uma das 30 mil farmácias credenciadas da rede Funcional em todo o território nacional, enquanto os médicos acompanham, via aplicativo, a evolução do paciente no tratamento; e os pacientes vivem a experiência de tratamento digital da Cuco e podem programar a compra das próximas caixas já com o desconto.

Este projeto facilita a entrada do paciente no medicamento prescrito pelo médico e torna o processo de compra e tomada de medicamentos contínuos mais prática e conveniente, sob o conceito do paciente em primeiro lugar.

O aplicativo disponibiliza, também, um dashboard específico para os laboratórios farmacêuticos, que agrega dados da cadeia, tais como: adesão medicamentosa, medicamentos complementares e comportamento de consumo ao longo do tempo.

A parceria entre Funcional e Cuco Health estabelece novos parâmetros para o desenvolvimento dos tratamentos digitais no país, a partir do conceito da utilização dos caminhos tecnológicos mais efetivos para ajudar o paciente de fato.

“A tecnologia evoluiu e é nossa tarefa utilizá-la da melhor forma para criar um novo paradigma para a relação dos pacientes com seu tratamento e médico. Um paradigma marcado pela empatia com o paciente, pelo engajamento real de todos os stakeholders, pela humanização e pela individualização da comunicação e processos, definidos e executados a partir da ótica do paciente”, finaliza Paulo Henrique Magalhães.

Hospital São Luiz Jabaquara recebe equipamentos oncológicos

bunker_pronto

A unidade dá um salto em tecnologia ao oferecer a população da zona sul o serviço de radioterapia, considerado “estado da arte” no tratamento contra o câncer

A Oncologia D’Or realiza novos investimentos para modernizar seu parque tecnológico. Desta vez, é o Hospital São Luiz Unidade Jabaquara, localizado na zona sul de São Paulo (SP), que inaugura no dia 23 de abril a nova Radioterapia da Oncologia D’Or. Com investimento de 7 milhões de reais, a nova área será a única da região a disponibilizar alta tecnologia e o padrão de qualidade internacional do grupo D’Or.

Com foco em oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes, o serviço de Radioterapia da Oncologia D'Or - Unidade Jabaquara contará com dois modernos equipamentos. O acelerador linear VERSA HD, top de linha da ELEKTA, apto para realizar todas as modalidades de tratamento com radioterapia externa (radiocirurgia craniana e extra-craniana, radioterapia tridimensional conformacionada e radioterapia com modulação da intensidade do feixe e com arco modulado). E o equipamento de radioterapia guiada por imagem, que possui três métodos distintos: o ultrassom, a tomografia em cone beam e o raio-x digital. Além disso, há o equipamento de braquiterapia, que oferece planejamento tridimensional para tumores ginecológicos, de esôfago e de pulmão.

“Para a população da região ter uma estrutura tecnológica deste porte é essencial. Agora eles terão acesso a todos os tratamentos que consideramos ‘estado da arte’ em oncologia. O serviço de Radioterapia da Oncologia D’Or é integrado ao Hospital São Luiz Jabaquara e nos dá plenas condições de oferecer um tratamento de excelência, aliado a outras especialidades, com o apoio das equipes multidisciplinares, trazendo maior facilidade e conforto para o cuidado de nossos pacientes”, conta a Dra. Karina Moutinho, médica radio-oncologista da Oncologia D’Or.

Ainda segundo a especialista, o serviço de oncologia tem acordos com muitas operadoras de saúde e os pacientes podem ter acesso a todas estas tecnologias pelo seu plano. A radioterapia é uma especialidade médica que utiliza radiações ionizastes para o tratamento oncológico, destruindo o tumor ou impedindo que células cancerígenas se proliferem. Aliada a outros serviços como a quimioterapia e a cirurgia formam o tripé do tratamento contra a doença.

Grupo Fleury e SINDHOSP promovem seminário sobre os impactos das transformações tecnológicas no setor da saúde

WhatsApp Image 2019-04-22 at 13.26.44

O Grupo Fleury e o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP) promoveram, na última terça-feira, 16 de abril, a 12ª edição do Seminário que discute a Saúde Suplementar brasileira. ‘A saúde está mudando. Estamos preparados?’ foi o tema que norteou as apresentações e debates entre representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (ABRAMED), Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), entre outros atores do setor.

A abertura do evento foi realizada por Carlos Marinelli, presidente do Grupo Fleury, que chamou atenção para a importância do paciente como peça central na prática médica, reconhecendo também a interdependência de toda a cadeia da saúde no que diz respeito à sustentabilidade do setor. “É possível, sim, contribuir com o indispensável equilíbrio econômico do sistema, desenvolvendo soluções que colocam a saúde das pessoas em primeiro lugar. Agora, precisamos aumentar a velocidade dessas soluções”, salientou Marinelli.

Em seguida, foi a vez do presidente da FEHOESP e SINDHOSP, Yussif Ali Mere Junior, que respondeu à pergunta tema do evento. Para o presidente, a grande maioria não está preparada para as transformações que estão acontecendo e este é o principal desafio do setor: levar a qualidade da medicina que se pratica nos grandes centros para toda a população.

No rol de apresentações, o gestor médico de Inovação do Grupo Fleury, Dr. Gustavo Meirelles, mostrou as diversas inovações em medicina diagnóstica e seus benefícios, tanto para os pacientes quanto para os profissionais da saúde. Essas tecnologias já são realidade e instigam, cada vez mais, a mudança no perfil de atuação do médico, integrando-o no atendimento e priorizando o cuidado com o paciente.

Joel Formiga, coordenador de Inovação Digital na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, também marcou presença no Seminário, apresentando os benefícios da implantação do aplicativo Agenda Fácil, para agendamentos e cancelamentos de consultas e exames em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Também falou sobre a importância da integração de dados dos pacientes em um único formato, que evite o desperdício e a descontinuidade assistencial – quando as informações geradas em consultas e exames não são resolutivas.

Formiga ainda citou como provável solução o visualizador clínico, que demonstra os dados de forma normalizada (mesmas nomenclaturas), estruturada e customizável, facilitando o entendimento e acompanhamento de um mesmo paciente por médicos de diferentes clínicas e hospitais, por exemplo. Segundo o coordenador, o sistema público de saúde de Cingapura é um dos únicos que possui um visualizador integrado desse porte. “O problema da descontinuidade assistencial é a fragmentação do atendimento, um problema presente no mundo inteiro”, completou.

“Muitas mudanças já estão em curso e certamente influenciarão todos os agentes que atuam no sistema de saúde, tanto o público quanto o privado”, apontou Dr. Wilson Shcolnik, gerente de Relações Institucionais do Grupo Fleury, quem moderou a mesa de debates. Além dos representantes citados anteriormente, estavam presentes Breno Monteiro, presidente da CNSaúde; Claudia Cohn, presidente da ABRAMED; e Paulo Cesar Prado Jr., superintendente executivo de Gestão de Rede do Bradesco.

Mudanças nas práticas de transparência, incorporação tecnológica eficiente, agilidade regulatória e interoperabilidade dos dados dos pacientes entre prestadores de saúde e modelos de remuneração apareceram nas discussões como fatores que precisam ser amadurecidos para viabilizar um setor de saúde mais ético e sustentável. “Para todas as profissões envolvidas na saúde, formação, ética e confiança no ecossistema são três pilares muito importantes. Temos que dar prioridade a isso e nos preparar”, afirmou Claudia Cohn, presidente da ABRAMED.

“No Brasil, o setor da saúde representa uma empregabilidade maior que a da construção civil e da agricultura. No entanto, o custo com saúde nas empresas só perde para a folha de pagamento e isso deve ser cuidado por todos nós. É preciso investir na sustentabilidade do setor, criando discussões, guias e marcadores para, de fato, gerar mudanças nos modelos de remuneração”, apontou Monteiro.

O presidente da CNSaúde citou, também, o estudo realizado pelo Grupo Fleury e o Hospital Pérola Byington, divulgado no último sábado (13), no Congresso da Sociedade Brasileira de Mastologia, como um dos exemplos de sustentabilidade. O teste genético Oncotype DX detalha o risco de agressividade do tumor da mama e ajuda a avaliar o melhor tratamento. A pesquisa apontou que ao menos 70% dos casos diagnosticados em estágio inicial não precisariam de quimioterapia.

Normatização

Outra questão discutida no Seminário SINDHOSP e Grupo Fleury foi o aprimoramento da regulação setorial acerca da contratualização entre as operadoras de planos e prestadores. O diretor de Desenvolvimento Setorial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Rodrigo Rodrigues de Aguiar, falou sobre a importância da sustentabilidade e da participação dos diversos atores do setor nas tomadas de decisão, como as reuniões promovidas pela Câmara Técnica de Contratualização e Relacionamento com Prestadores (CATEC). “Em uma das reuniões, ambas as partes chegaram ao consenso de que a regulação prescritiva não irá resolver os problemas. Por isso, precisamos promover debates conciliadores para a condução das regulações”, explicou Aguiar.

A importância dos processos regulatórios também foi levantada, inclusive os que dizem respeito ao sigilo de dados e à normatização da telemedicina. Para o secretário-geral da Associação Médica Brasileira (AMB), Dr. Antônio Jorge Salomão, a formação médica nas universidades teria de ser aprimorada para que os recém-formados estejam preparados para todas essas transformações. Para Formiga, o benefício da telemedicina está no aumento da capacidade dos profissionais, não apenas para áreas remotas, mas também em regiões onde não há massa crítica para determinadas especialidades, mas ainda assim precisam ser atendidas – como é o caso de pacientes que precisam de meios de locomoção para chegar a unidades distantes de suas residências.

MV é novamente certificada pelo Great Place To Work

artigovanessasanchesmaio

Em uma companhia, o excelente desempenho financeiro há tempos deixou de ser garantia de sucesso. Empresas que detém essa visão, precisam mudar para se manterem ativas e competitivas. Ciente de que qualidade de produto, satisfação de clientes e performance financeira são tão importantes para uma organização quanto a gestão de pessoas, a MV foi novamente contemplada com o certificado Great Place To Work.

Por meio de diagnóstico de clima organizacional, o GPTW, empresa global de pesquisa, consultoria e treinamento, atestou que a MV, que atende mais de 1500 instituições clientes na América Latina e possui mais de 1300 funcionários trabalhando em 14 escritórios, é um excelente lugar para trabalhar. “Entendemos que os nossos colaboradores são os responsáveis por conquistarmos novamente o certificado. Mas isso é o resultado de práticas que adotamos para a manutenção de um ambiente corporativo saudável que prioriza o bem-estar do nosso time a partir de comunicação transparente, capacitação de pessoas, desenvolvimento de lideranças, viabilização de oportunidades, infraestrutura diferenciada, celebração de conquistas e feedbacks constantes”, afirma Luciana Leão, diretora corporativa de Gente e Gestão da MV.

Esse reconhecimento é concedido quando em uma organização a média das notas fornecidas pelos funcionários após realização da pesquisa GPTW supera 70%. A primeira vez que a MV conquistou o certificado foi em 2018. “Fazemos parte de uma empresa com mais de 30 anos e liderança consolidada no mercado em que atua. Uma conquista como essa, portanto, poderia ser pouco significativa. Porém, o significado desse certificado é muito maior do que ele em si. Além de atestar nossa solidez, aumentar as vantagens competitivas, valorizar a marca e atrair novos talentos, deixa claro que a nossa força está nas pessoas, no compromisso delas com a nossa missão, na paixão pelo que fazem e na satisfação de verem os resultados do seu trabalho”, comenta Alceu Alves, vice-presidente da MV. E ainda completa: “esse é um título muito merecido pela MV e seus colaboradores”.

Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar em Pernambuco

Em 2018, além de receber o certificado pela primeira vez, a MV esteve na 8ª edição do Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar em Pernambuco, também promovido pelo GPTW. 101 empresas concorreram e 30 foram eleitas as melhores companhias do Estado.

Sobre a MV

Norteada pela missão de tornar a Saúde mais humanizada e eficiente por meio da TI, a MV oferece há mais de 30 anos soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de Saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de Saúde Pública. Líder nacional em desenvolvimento de softwares de gestão para a Saúde, a empresa construiu um legado no sistema brasileiro. São mais de 1500 instituições utilizando as soluções MV para oferecer eficiência, agilidade, precisão e segurança na prestação de serviços na Saúde. E esse número cresce a cada ano, sobretudo, com a expansão da atuação na América Latina e os reconhecimentos internacionais da qualidade das soluções MV. Para saber mais, acesse www.mv.com.br. Acompanhe-nos também no Facebook, Twitter e LinkedIn.