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BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo é reconhecida com o nível mais alto da certificação da Healthcare Information and Management System Society (HIMSS)

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A BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos maiores polos de saúde privados da América Latina, acaba de conquistar um importante reconhecimento de excelência no uso do prontuário eletrônico do paciente.

Após avaliação feita pela Healthcare Information and Management System Society (HIMSS), instituição global sem fins lucrativos que tem por objetivo promover uma melhor assistência ao paciente por meio do uso de informação e tecnologia, a BP - A Beneficência de São Paulo, em suas unidades de negócio Hospital BP e BP Mirante, incluindo a BP Medicina Diagnóstica, foi reconhecida com o nível 7, o mais alto possível, do Electronic Medical Record Adoption Model (EMRAM), modelo de adoção de prontuário eletrônico.

Desde 2014 a BP tem empregado grandes esforços para ser reconhecida por sua adoção do prontuário eletrônico e as unidades de negócio da BP passam a ser a 7ª e 8ª da América Latina a receber o título de instituição 100% digital. A título de comparação, apenas 5,29% das instituições norte-americanas possuem esse nível de adoção do prontuário eletrônico.

“O uso de tecnologia na assistência ao paciente e no cuidado com a saúde em geral é um dos temas mais discutidos no nosso segmento hoje em dia. Com essa certificação, a BP reforça seu pioneirismo, tornando-se referência para as outras instituições do setor de Saúde no Brasil e na América Latina” afirma Denise Santos, CEO da BP.

O EMRAM preconiza a adoção progressiva de tecnologias que suportam o processo assistencial, definindo 8 estágios evolutivos, do 0 ao 7, e com requisitos específicos que as instituições devem atender para conquistar a classificação de cada estágio. Basicamente, uma instituição estágio 0 não possui nenhum tipo de sistema ou tecnologia que dê apoio à assistência ao paciente, enquanto uma instituição estágio 7 é considerada totalmente digital, com intenso e amplo uso de tecnologias que dão suporte à assistência clínica e ao cuidado do paciente.

“A adoção de um prontuário eletrônico do paciente oferece maior segurança na tomada de decisões médicas e mais qualidade para o paciente no atendimento prestado. Portanto, investir no uso intensivo, explorando todas as possibilidades que a ferramenta oferece, é algo bastante natural para nós da BP” afirma Luiz Eduardo Loureiro Bettarello, diretor-executivo Médico e de Desenvolvimento Técnico da BP.

Além da segurança do paciente, que é um dos focos dessa certificação, o modelo prevê também que médicos e outros profissionais envolvidos na assistência recebam apoio para as decisões clínicas. A administração de medicamentos, de hemocomponentes e de leite humano, além da coleta de exames, por exemplo, são rastreadas em sua totalidade, evitando erros. Todos os dados sobre os pacientes estão disponíveis em um repositório central e as análises de dados são avançadas, propiciando melhores decisões administrativas e clínicas, envolvendo toda a equipe multidisciplinar. O modelo também preconiza a existência de um padrão de atendimento clínico, no qual protocolos são utilizados e o processo de mensuração de qualidade está disponível. A segurança da informação é consistente e a infraestrutura disponível para suportar todos os processos têm redundância.

“Essa certificação vem coroar uma linha de atuação que já seguimos há tempos, que é a de tornar os processos cada vez mais seguros, adotando ferramentas que ofereçam todo o suporte necessário para que decisões clínicas sejam mais assertivas, o que contribui para que ofereçamos serviços cada vez mais resolutivos para todos aqueles que nos procuram”, afirma Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de Tecnologia e Operações da BP.

Dessa forma, a BP dá mais um passo importante para reafirmar seu propósito de valorização da vida e o compromisso com a segurança e excelência na assistência aos pacientes.

Inteligência Artificial detecta sinais de doenças que humanos não podem enxergar

Inteligência Artificial detecta sinais de doenças que humanos não podem enxergar

Apesar de todos os potenciais da inteligência artificial não terem sido descobertos ainda, cada vez mais as pesquisas indicam que essa tecnologia será determinante na vida humana nas próximas décadas, incluindo com a descoberta precoce de doenças, antes mesmo dos sinais mais claros.

O aprendizado de máquina, área da IA, tem permitido que os softwares fiquem mais inteligentes e com isso possam identificar mudanças sutis na saúde dos pacientes a partir da análise de bancos de dados.

Em geral, o que ocorre é que um software é programado para identificar padrões e alterações sutis em grandes conjuntos de dados de pacientes diagnosticados. Em seguida, a efetividade dos programas é testada para que eles consigam fazer diagnósticos antes da manifestação da doença.

Como a inteligência artificial pode ajudar a medicina?

Atualmente, as pesquisas com inteligência artificial voltadas à saúde já apresentam diversos avanços que podem ser determinantes no acesso à saúde futuramente, tornando os diagnósticos mais precisos e precoces e auxiliando os pacientes antes mesmo dos sintomas se manifestarem. Conheça algumas iniciativas a seguir.

Sintomas do olhar

Diversas pesquisas de IA tem sido realizadas a partir das informações reveladas pelo olhar. Um estudo do Google treinou um software de IA com 284.335 exames de retina de pacientes com o objetivo de identificar chances de um ataque cardíaco.

O sistema procura padrões no cruzamento de vasos sanguíneos que foram aprendidos nos casos nos quais o ataque cardíaco realmente aconteceu. Dessa forma, a condição pode ser prevista e combatida antes mesmo que ocorra.

Monitoramento via paredes

Outra inovação viável com a IA permite o diagnóstico precoce de doenças como mal de Parkinson, depressão, enfisema, problemas cardíacos e demência. Isso ocorre por meio de um sistema de monitoramento que pode ser instalado nas paredes de casa para fazer o acompanhamento de todos os sinais vitais do paciente.

As ondas eletromagnéticas refletem no corpo do paciente e monitora os movimentos diários, tornando possível a percepção de mudanças sutis como taxas de respiração, padrões de sono e movimento, batimentos cardíacos etc.

A partir disso, pode-se identificar alterações na saúde do paciente mesmo que a mudança seja quase imperceptível, o que demoraria anos até a condição se manifestar e pode ser identificada pelos médicos.

Características da face

Uma pesquisa realizada tem usado os dados da face do paciente para identificar doenças raras. A partir da análise de 17 mil fotografias avaliando 216 condições genéticas, o software tornou-se capaz de perceber pequenas alterações na face que indicam problemas específicos e difíceis de serem percebidos pelos médicos.

No teste, o software acertou 91% dos diagnósticos e superou a taxa de acerto da equipe médica no caso de condições como a síndrome de Angelman e de Cornelia de Lange.

Metabolismo cerebral

Exames como raio-x, tomografia e ressonância magnética já ajudam nos diagnósticos médicos há décadas, mas uma pesquisa tem usado esses exames para identificar padrões no metabolismo cerebral que permitam identificar precocemente doenças como Alzheimer e câncer.

Um exemplo é a partir da captação de glicose por determinadas regiões do cérebro, condição que pode ocorre no início do Alzheimer. A partir do banco de dados, o algoritmo detectou a doença, em média, seis anos antes do que os médicos, viabilizando um tratamento precoce.

Sinais da fala

Uma área que tem demandado mais atenção da Medicina é a de saúde mental, visto que há um número crescente de casos de distúrbios mentais, afetando 25% da população global.

Um estudo utilizando aprendizado de máquina permitiu identificar precocemente essas condições a partir de indícios presentes na fala, como escolha das palavras, tom de voz e nuances da linguagem.

Além de identificar a condição, a IA também tem sido usada para fazer a análise dos pacientes, avaliando o estado emocional a partir dos pontos faciais. Por meio da tecnologia é possível identificar se ele está deprimido, ansioso ou sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático, o que permite uma atuação mais proativa dos médicos responsáveis.

Impacto da IA na redução de erros médicos

A tecnologia, portanto, tem sido uma importante aliada na área médica. Além de contribuir nos tratamentos e diagnósticos, cada vez mais ela pode ser usada de forma autônoma.

Muitas pessoas já realizam o monitoramento de sinais vitais por meio de dispositivos vestíveis e outros aparelhos, no entanto, a contribuição da IA é justamente na análise desses dados e comparação com outros casos, permitindo identificar padrões e fazer diagnósticos.

Os exames que auxiliam os médicos na emissão de diagnósticos também começam a ser analisados pelas máquinas, pois enquanto o profissional da saúde foca em determinada suspeita, a IA faz uma varredura completa das nuances em cada exame.

O resultado do uso da tecnologia é um maior acerto nos diagnósticos, minimizando os erros médicos nessa etapa que é determinante no encaminhamento do tratamento e chances de vida do paciente. Atualmente, algumas tecnologias como a telerradiologia já tem viabilizado uma investigação mais especializada dos exames de imagem, no entanto, a expectativa é que a IA intensifique essas transformações na área médica beneficiando pacientes e profissionais da saúde.

Sobre o Autor:

Dianny de Castro, Link Builder da SEO Marketing

Bionexo está com 100 vagas abertas para 2019

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Empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para gestão de processos na saúde, a Bionexo está com 100 vagas abertas para serem preenchidas ainda em 2019. As oportunidades estão não apenas no Brasil, mas também nas operações internacionais da empresa, localizadas na Colômbia, México, Argentina e Espanha. Desde janeiro, a companhia já contratou 50 profissionais, totalizando 150 vagas ao longo do ano.

"Além da área de Tecnologia, temos posições abertas nas áreas de finanças, comercial, RH e administrativo", diz Luana Godas, gerente de RH da Bionexo. "Buscamos por profissionais que, acima de tudo, tenham 'fit' com nossa cultura de colaboração e empreendedorismo, muito semelhante às startups. Somos uma companhia que preza pelo respeito ao colaborador e pela diversidade, além de ter comunicação entre áreas e níveis hierárquicos extremamente flexível e acessível", acrescenta Luana.

A companhia vem crescendo rapidamente nos últimos anos. Somente em 2018, foram contratados 70 novos funcionários. Já nesse ano, o número de vagas mais que dobrou. Na unidade de São Paulo, a empresa está prestes a abrir mais um andar com estações de trabalho e acaba de inaugurar uma unidade em São José dos Campos. Apenas em 2019, a empresa vai direcionar R$20 milhões somente para a área de tecnologia.

A companhia busca por profissionais curiosos, comprometidos e apaixonados por aprender e inovar. "Estamos mais interessados na experiência e na vontade do(a) candidato(a) do que em sua formação", conta Luana. Para conferir as vagas e se candidatar basta acessar o link.

A Bionexo está presente em mais de 1.600 instituições de saúde e 10.000 fornecedores, oferecendo soluções digitais para planejamento, gestão de suprimentos e processos relacionados. Sua principal plataforma permite que instituições de saúde e fornecedores negociem seus produtos totalmente online e contribui para trazer mais transparência aos processos de compras hospitalares.

Echos propõe solução para o sistema de saúde suplementar do Brasil

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Foco nas pessoas e no que é desejável. Esse é um dos pilares da abordagem do Design Thinking e uma das premissas do projeto desenvolvido entre a Echos, laboratório de inovação que utiliza o Design Thinking para propor soluções que transformam realidades e constroem futuros desejáveis, e a Agência Nacional de Saúde (ANS).

Chamado de Check In da Saúde, o sistema apresenta uma solução com foco em desenvolver o caminho para um novo modelo de remuneração, desenhado a partir dos pilares do Design Thinking. Além disso, a proposta visa proporcionar mais transparência, qualidade e um acompanhamento mais próximo aos pacientes por meio de um processo integrado de atendimento. Com uma relação mais colaborativa entre médicos e os demais profissionais envolvidos no processo, o Check In da Saúde promove uma visão mais ampla dos pacientes, uma vez que o sistema pouco cooperativo como é atualmente, gera desperdício de recursos.

Pensada em conjunto entre especialistas e stakeholders de diversos setores da saúde, representantes de classes profissionais, hospitais e planos de saúde, o Design Thinking foi utilizado para desenhar a solução. Por se tratar de um projeto aberto, sua principal missão é servir de inspiração e base para as empresas deste setor.

Entre alguns dos pontos a serem repensados estavam a baixa qualidade assistencial, dificuldade das operadoras de administrar os custos, baixo investimento governamental na formação de mão de obra, além de melhoria no sistema de armazenamento de registros médicos e prontuários eletrônicos.

"Hoje, a forma de remuneração do sistema de saúde suplementar brasileiro funciona através de um único modelo que se chama Fee For Service, ou seja, o médico é remunerado por procedimento e não por performance. Não temos um modelo focado no paciente, na saúde e na evolução da qualidade de vida. Nessa nova proposta, ao final de cada consulta, o usuário avaliará o atendimento recebido e assim conseguirá acompanhar todos os procedimentos e protocolos estabelecidos. Por sua vez, os médicos terão uma remuneração diferenciada, que valoriza os profissionais com os melhores resultados e também de acordo com a evolução de cada paciente", afirma Mário Rosa, head of Business Developmant da Echos.

Durante o processo, o Design Thinking foi utilizado para que o desejável fosse colocado em primeiro plano. Para a inovação acontecer, três pilares são fundamentais: o que é desejável, o que é financeiramente viável e o que é tecnicamente possível. A partir da real necessidade dos pacientes, as demais premissas foram desenvolvidas.

"Por se tratar de um projeto que envolve órgãos governamentais, a implantação não ocorre de forma imediata. Entretanto, durante o processo já pudemos perceber avanços fundamentais para o sucesso do trabalho, principalmente na evolução individual daqueles que estão a frente do projeto. Como consequência imediata os envolvidos já mudaram a forma de pensar as soluções, a dinâmica das reuniões e, consequentemente, a interação entre as pessoas do grupo técnico, que era um espelho do que acontecia no sistema de saúde suplementar", finaliza.

Assim como nesse projeto, o Design Thinking pode ser utilizado para repensar soluções para os mais diversos problemas da sociedade, trazer inovação para empresas que buscam se reinventar ou ainda mudar a percepção das pessoas sobre conceitos e o modo de fazer as coisas.

Para saber mais sobre o conceito, acesse

Sodexo On-site Brasil é certificada pela excelência de seus serviços em nutrição hospitalar

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A Sodexo On-site, líder mundial em Serviços de Qualidade de Vida, recebeu no último dia 18 de março, o Selo de Certificação por Distinção – Serviço de Nutrição e Dietética IQG, pela qualidade dos serviços de alimentação oferecidos aos pacientes, corpo médico, colaboradores e visitantes do Hospital Santa Paula.

A certificação, regulada pelo IQG – Health Services Accreditation, a mais importante acreditadora da América da Latina para o setor da Saúde, avaliou os processos de segurança e qualidade nos serviços de alimentação e nutrição oferecidos nas depências do hospital, a partir disso, a companhia foi agraciada e se tornou a primeira empresa de serviços no segmento de Saúde no Brasil a receber o Selo de Certificação por Distinção – Serviço de Nutrição e Dietética.

“Esta certificação é resultado da junção entre eficiência dos processos no Hospital Santa Paula e a expertise de nossas soluções voltadas ao segmento da Saúde, agora nos tornamos a única empresa brasileira a receber esta certificação. Continuaremos trabalhando com pioneirismo e inovação para que nossas soluções continuem sendo modelo de eficiência no mercado”, Sandra Passo CEO do segmento Saúde da Sodexo On-site.

Esta grande conquista foi celebrada no próprio Hospital Santa Paula, em uma cerimônia íntima, com a participação do Dr. George Schahin, diretor-presidente do Hospital Santa Paula, Sandra Passos, CEO do Segmento Saúde da Sodexo On-site Brasil e Dr. Rubens Covello, CEO IQG – Health Services Accreditation, além das equipes de ambas as instituições.

"Para nós é um momento ímpar receber juntamente com a Sodexo o selo de distinção para o Serviço de Nutrição e Dietética, certificando a segurança alimentar, processos, e boas práticas nutricionais. Este selo reforça todo compromisso que temos com nossos pacientes, corpo clínico, colaboradores, visitantes e com certeza a parceria que temos há mais de 20 anos com a Sodexo", complementa Dr. George Schahin, diretor-presidente do Hospital Santa Paula

iClinic participa da primeira edição do Brazil at Silicon Valley em Stanford

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A startup iClinic, líder nacional em soluções em nuvem para clínicas e consultórios médicos, foi convidada para participar da conferência Brazil at Silicon Valley. O evento acontecerá nos dias 8 e 9 de abril, na Universidade de Stanford, é organizado por estudantes brasileiros da instituição e conta com apoio de grandes nomes como o empresário e investidor Jorge Paulo Lemann; Carlos Brito, CEO da Anheuser-Busch InBev; Hugo Barra, VP do Facebook; Eduardo Mufarej, fundador do RenovaBR e sócio da Tarpon Investimentos e Luciano Huck, apresentador de televisão.

A presença da iClinic será comandada pelo fundador e CEO da empresa, Felipe Lourenço, que vai apresentar a empresa na terça-feira (9), das 12h40 até às 13h50 (horário norte-americano). "É uma oportunidade única de apresentar e discutir em altíssimo nível sobre a nossa visão do futuro da saúde e como a tecnologia e a iClinic tem mudado este cenário no Brasil", explica. "Estar dentre as 10 empresas de tecnologia convidadas a apresentar iniciativas que estão sendo desenvolvidas no Brasil é sem dúvida um grande reconhecimento, fruto de um trabalho sério realizado por um time extremamente talentoso e obcecado pela nossa missão de Descomplicar a Saúde no Brasil com tecnologia", completa o executivo. A conferência abordará quatro temas: edtech, fintech, govtech e healthtech, este último, onde a iClinic se solidifica como grande expoente.

Líder em seu segmento no Brasil, esta não é a primeira vez que a iClinic é destaque internacional. No ano de sua fundação, a empresa recebeu aporte da Rockstart, uma das principais aceleradoras da Europa e passou um ano fora do Brasil, em viagens entre a Europa e o Vale do Silício desenvolvendo e aprimorando seu negócio. "Após ter estado em vários eventos, este sem dúvida tem um sabor especial. Em 2013, estivemos em Stanford como uma jovem e promissora startup de saúde. Seis anos depois, retornamos como uma da principais referências em saúde digital no País, isso é extremamente gratificante", pontua o CEO.

Esta é a primeira edição do Brazil at Silicon Valley. O evento será aberto para apenas cerca de 550 convidados entre empresários de alto escalão, empreendedores, investidores, agentes públicos e professores de Stanford. "O evento irá mostrar ao mundo o que há de melhor em termos de empreendedorismo e inovação no Brasil e que temos muita gente boa e competente trabalhando duro para o avanço do nosso País. Para a iClinic é um orgulho fazer parte desse movimento", finaliza Lourenço.

Modelo de saúde deve se concentrar no paciente, dizem especialistas

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“Como agregar valor ao sistema de saúde” foi o tema do debate realizado pelo Colégio Brasileiro de Executivos de Saúde – Capítulo Paraná (CBEXs-PR) no dia 28 de março, no auditório da FAE Business School, em Curitiba, com a participação do presidente da entidade e CEO do Hospital Santa Cruz como moderador, Claudio Enrique Lubascher; a gerente médica do Escritório de Gestão de Valor do Hospital Israelita Albert Einstein, Marcia Makdisse; o superintendente de Relacionamento com Prestadores e Clientes da Região Sul da SulAmérica, Celso Boaventura; o diretor de Desenvolvimento de Negócios da Carecycle, William Marandola; e o gerente médico do Hospital Santa Cruz, Rafael Moraes. No final do debate houve a diplomação dos fellows, pessoas com notório saber na área de saúde.

Lubascher ressaltou a importância de ter o paciente como foco principal no sistema de saúde. “Não há saúde se não for focada no paciente, no que de fato agrega valor para ele. A boa medicina custa mais barato, tem menos desperdício e está centrada no paciente”, apontou, acrescentando também sua preocupação com a necessidade do sistema de saúde se autofinanciar no país. O debate é o primeiro passo para se construir modelos de saúde diferentes e exequíveis no país, através de entidades como o CBEXs de forma apartidária, retirando o custo da desconfiança, afirmou Lubascher.

Marcia Makdisse apresentou o case da implementação do escritório de valor no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e destacou que “saber pilotar as iniciativas” é o princípio para a transformação necessária e a implantação do valor no sistema de saúde. O modelo de transformação de valor do Einstein foi baseado nos propósitos do  professor da Harvard Business School e autor de diversos livros sobre estratégias de competitividade, Michael Porter; da Professora Elisabeth Teisberg, diretora executiva do Instituto de Valor da Dell Medical School; e do médico e expert em políticas de saúde americano, Thomas H. Lee.

A gerente médica do Einstein discorreu sobre as diversas iniciativas tomadas para mudar e melhorar o Sistema de Saúde, por meio da transformação de um sistema que remunera por atendimento (Fee-for-Service) para um que remunere pelos resultados alcançados e gere valor para o paciente e para o sistema de saúde como um todo (Fee-for-Value). Dentre as iniciativas de Value Based Health Care (VBHC) em implementação no Hospital Albert Einstein destaca-se a criação de novos modelos de remuneração baseados em valor, tais como os Bundles, nos quais um valor único é cobrado par um episódio ou ciclo completo de atendimento, incluindo a avaliação inicial, a internação para realização da cirurgia e uma garantia após a alta em caso de complicações. Além disso, outras áreas de atuação do escritório de gestão de saúde são a avaliação de performance médica, a padronização de desfechos, a geração de conhecimento, e as análises de custo ao nível das condições clínicas.

Celso Boaventura, da SulAmérica, observou que é preciso repensar alguns desafios do sistema de saúde e destacou que o mercado oferece hoje toda a gama de serviços que não seria o modelo ideal para se trabalhar com o conceito de valor em saúde. “Devemos privilegiar o que cada serviço faz de melhor. Para quem paga e toma serviços é complexo quando tem muitos provedores de serviço, oferecendo vários tipos de procedimento com custos pouco explicáveis”, ponderou. Também afirmou sobre a importância do paciente estar no centro dos cuidados e a necessidade de promover as mudanças no sistema. “Precisamos quebrar barreiras, correr riscos, arriscar novos modelos de remuneração e não ter medo de errar ou errar juntos”, disse Boaventura.

William Marandola, da Carecycle, falou sobre o engajamento do paciente como garantidor de modelos baseados em valor. “O engajamento do paciente é importante porque ele define o desfecho”, acredita. Ele citou que uma das medidas para alcançar esse objetivo é criar comitê de pacientes no hospital e usá-lo como celeiro para o desenvolvimento de novos produtos. Disse também que o sistema de saúde melhora quando há coordenação do cuidado e a comunicação é centrada no paciente.

Rafael Moraes apresentou no debate a experiência do Hospital Santa Cruz e seu modelo de valor através da melhoria da governança clínica, investimento em equipes multiprofissionais e melhores desfechos, entre outras medidas. Ele reforçou a ideia que “a boa medicina é medicina mais barata", havendo necessidade de sempre buscar a excelência, e “praticar a medicina dentro do mais alto padrão científico e tecnológico”.

Segundo Moraes, o hospital está hoje estudando linhas de cuidado e investindo na gestão de saúde ambulatorial para evitar internamentos. Além disso, o Santa Cruz está migrando para outros modelos, além da remuneração Fee-for-Service, reestruturando o plantão de emergência e acompanhando ainda a velocidade da tecnologia aliada à saúde de valor com médicos hospitalistas. Atualmente houve redução de 41% de encaminhamentos de pacientes à UTI, menor utilização de antibióticos e queda drástica de 53% da infecção global do hospital, além de ter caído de 3,6 para 3 dias a permanência do paciente no Santa Cruz. Em fevereiro deste ano, o hospital atingiu 91% da satisfação dos pacientes com NPS (Net Promoter Score) de 61%.

O debate teve os patrocínios da Sodexo (gestão) e o apoio institucional da FAE Business School, Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), KPMG, Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Fehospar), Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Paraná (Femipa), Associação Brasileira de Planos de Saúde do Paraná e Santa Catarina (Abramge PR-SC) e do Instituto Brasileiro de Valor em Saúde (Ibravs).

Dez vantagens que a nuvem traz para os processos de seu consultório

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Cena de ficção até pouco tempo atrás, as soluções em nuvem já se tornaram uma realidade nos consultórios médicos em todo o mundo. De simples serviços de e-mail e agendamento aos robustos prontuários eletrônicos que digitalizam todos os documentos, os profissionais de saúde conseguem automatizar processos burocráticos e oferecer uma maior qualidade no atendimento aos pacientes. Confira dez vantagens do cloud no dia a dia médico:

1 – Aumento de eficiência com o prontuário eletrônico

Essa ferramenta já existia antes da popularização da computação em nuvem, mas o recurso ganhou poder com a tecnologia. O fato de informações importantes, como histórico médico dos pacientes, estarem disponíveis em qualquer dispositivo conectado à Internet trouxe uma profissionalização maior aos consultórios, otimizando a gestão.

2 – Melhor segurança da informação de seus pacientes

Documentos armazenados em pastas e arquivos físicos podem se perder com o manuseio e falhas na comunicação por conta da caligrafia também são comuns. Uma solução em cloud que atenda aos requisitos da CFM (Conselho Federal de Medicina) resolve essas questões e amplia a segurança dos dados graças aos diferentes níveis de proteção.

A nuvem é um dos ambientes mais seguros para armazenamento de dados, por isso é utilizada para armazenamento de dados financeiros, como o internet banking, e dados  clínicos através de prontuários eletrônicos.

3 – Integração dos dados para agilizar atendimento

Se todos os documentos estão digitalizados na nuvem, eles geram dados de forma simples e rápida para os médicos. Informações como histórico de pacientes, agendamentos e receituários estão disponíveis a poucos cliques e podem ser cruzadas para oferecer uma visão completa sobre as pessoas e melhorar o atendimento.

4 – Maior capacidade tecnológica no consultório

Muitos profissionais não investiam em soluções tecnológicas por conta do custo e do tamanho de muitos equipamentos. Com a computação em nuvem isso não é problema. As soluções são digitais e podem ser acessadas de um simples computador, permitindo que o consultório possa ter as melhores ferramentas à disposição.

5 – Informação correta em mãos rapidamente

Um simples atendimento pode se complicar se o médico não conseguir achar o histórico do paciente e não lembrar os remédios receitados, por exemplo. É essencial ter as informações corretas em mãos rapidamente em uma consulta, algo que uma solução em nuvem pode proporcionar graças ao acesso por qualquer dispositivo conectado à Internet.

6 – Capacidade de armazenamento elevado

Um dos problemas dos documentos eletrônicos era o armazenamento de arquivos pesados, como imagens clínicas, e sua acessibilidade, ou seja, a capacidade de visualizá-los de forma rápida e clara. Servidores comuns têm um limite de espaço, enquanto que soluções em cloud possuem uma elasticidade maior para atender as necessidades do médico.

7 – Relação custo x benefício vantajosa

Ao adotar esses recursos, o consultório também consegue reduzir o custo de manutenção de TI (tecnologia da informação) a longo prazo. O custo de implementação é mais vantajoso, permitindo que o profissional possa escolher o melhor plano para sua realidade, evidenciando a longo prazo a ótima relação entre despesas e vantagens de utilização.

8 – Flexibilidade no dia a dia médico

Antes, para tirar uma dúvida sobre um determinado caso, o médico precisava estar em seu consultório para consultar os registros – ou levar esses arquivos onde quer que fosse. Agora, ele pode acessar esses dados quando quiser de qualquer dispositivo com acesso à Internet, agilizando a tomada de decisão no dia a dia.

9 – Suporte remoto e eficiente

Deu problema em sua solução bem no horário mais movimentado de seu consultório, e agora? O que pode soar como pesadelo para médicos que utilizam equipamentos físicos, é mais uma vantagem para o cloud. A maioria dos fornecedores oferecem suporte remoto, ágil e rápido, permitindo que o dano seja mínimo.

10 – Dedicação exclusiva ao paciente

Por fim, o cloud computing consegue automatizar diversos processos burocráticos e permite que o médico possa se dedicar àquilo que ele se preparou. Ou seja, atender seus pacientes com mais qualidade. Isso porque essa tecnologia faz com que as soluções e as informações estejam acessíveis, reduzindo tempo desperdiçado na busca por um determinado arquivo.

Impressões sobre o maior evento de inovação do mundo

SXSW Interactive Keynote: Esther Perel
AUSTIN, TX - MARCH 09: Esther Perel speaks onstage at SXSW Interactive Keynote: Esther Perel during SXSW at Austin Convention Center on March 9, 2018 in Austin, Texas. (Photo by Amy E. Price/Getty Images for SXSW)

Quando fiz minha inscrição no SXSW, pouco sabia o que esperar, além de que se trata de um evento que cresce a cada edição, possui um foco muito forte em inovação e criatividade, e acontece em uma cidade bem pouco atraente dos EUA.

Lá chegando, me deparei com cerca de 300 mil inscritos que percorrem a cidade de Austin, no Texas, por diversos locais onde as sessões acontecem em 28 tracks (trilhos de temas) simultâneos, ao longo de uma semana muito intensa.

O clima do Vale do Silício impregnava a cidade, com pessoas de diversas gerações presentes nas mesmas sessões, numa demonstração viva de que a busca pela atualização pessoal e profissional, calcada em inovação, não tem idade.

Além disso, centenas de patinetes elétricos e bicicletas de aluguel dividindo as ruas com ônibus e carros locais, calçadas infestadas de gente feliz e com brilho nos olhos... sim, o brilho nos olhos era uma característica que se destacava, unânime, naquela experiência.

Das várias opções, acabei optando pelos tracks Health and Medtech, Entrepeneurship and Startups, Intelligent Future, Social and Global Impact e Tech Industry and Enterprise. Uma escolha difícil, com tudo isso acontecendo simultaneamente. E só pelo fato de eu não ter conseguido ver tudo o que queria, já me dá vontade de voltar no próximo ano.

Persigo no momento o desafio de sintetizar, neste artigo, tudo o que captei por lá. De forma geral, posso dizer que fiquei feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz ao constatar que no Brasil, estamos no caminho certo, poucos passos atrás dos EUA ao menos no que se refere a conceitos. E triste, pois ainda temos uma longa estrada a percorrer para a identificação das ‘balas de prata’ que irão tornar o nosso setor sustentável; se é que elas existem...

Muito se falou sobre a Medicina Personalizada que, baseada nos novos sequenciamentos do genoma humano, juntamente com real world data (os dados do mundo real) e análises preditivas, irão transformar fortemente o atendimento médico em si. Uma das preocupações relacionadas a isso reside na possibilidade de boa parte dos médicos não estar preparada para essa transformação, que deve acontecer nos próximos dez anos.

E nesse cenário, o que falar das operadoras de plano de saúde, que ditam como o setor é remunerado? Um fato concreto é que elas precisam se reinventar... e rápido. Pela primeira vez, escutei palestras sobre blockchain não vinculado a criptomoeda. Ufa! Finalmente, o indivíduo vai poder controlar seus dados dando e retirando acesso às suas informações a qualquer tempo e para quem ele quiser. Esse tema parece futurista, mas não é.

Claro que a questão da privacidade de dados esteve presente o tempo todo. Muito cuidado tem sido dedicado ao tema, sendo certo que os marcos regulatórios de cada país irão contribuir muito no curto prazo, mas precisarão ter flexibilidade para se modificarem ao longo do tempo, no ritmo do avanço das tecnologias, que é constante e inexorável.

Por fim, para fechar em mais um grande tema do SXSW, os gestores precisam aceitar que Machine Learning não é um bicho de sete cabeças, mas sim uma nova linguagem computacional em que, ao invés de darmos instruções ao computador, fornecemos algoritmos para que processe. Quem ganha com isso são os gestores, que receberão impulso nas suas horas dedicadas à análise e à tomada de decisão, em vez de perderem tempo com intermináveis listas e planilhas.

E depois deste volume de provocações, como ficamos?

Sinceramente, acho que estamos no caminho. Quem ainda não está alinhado com essa nova ordem, terá de se adaptar; e quem teimar em ir contra essa onda de inovação certamente vai se afogar.

A rápida evolução da tecnologia e o impulso das novas linguagens computacionais já interferem no nosso dia-a-dia: quando assistimos um filme na Netflix, escolhemos uma música no Spotify ou usamos o Waze para chegar mais rápido a algum lugar. Agora, é a hora de aplicarmos essas inovações, em larga escala, na saúde. Inteligência de dados e serviços de gestão para a cadeia de saúde – operadoras, indústria farmacêutica, distribuidoras, classe médica e pontos de venda – é o nosso negócio. Embarque conosco rumo ao futuro.

Baixemos as guardas e experimentemos o novo!

Sobre o Autor:

Ricardo Ramos, médico-cirurgião, VP da área de Health Analytics na Funcional Health Tech.

HSANP inicia fase de inovações com andar para procedimentos eletivos cirúrgicos

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O HSANP, um dos principais centros hospitalares da Zona Norte de São Paulo, inaugurou um andar com dez apartamentos. A área, com 327 m2, será destinada a procedimentos eletivos cirúrgicos.

Esta é a primeira de diversas modernizações que o HSANP tem planejado até o final de 2020. A principal delas é a inauguração de um prédio com 13 andares que dobrará a capacidade do hospital e será entregue até agosto de 2020. Ainda em 2019, o HSANP também apresentará seu novo Pronto Socorro, com instalações modernizadas.  Porém, o Dr. Aly Ayoub acredita que o aspecto mais importante das renovações está no comprometimento do corpo clínico e de todos aqueles que trabalham no HSANP. “Queremos mostrar para a população que temos uma diferença de atendimento na qualidade de acolhimento ao paciente”, ele diz. “Nosso objetivo é que ele chegue ao hospital e sinta-se acolhido neste momento de maior fragilidade com a sua saúde”.

O responsável pela obra do 2º andar foi o arquiteto Carlos Augusto Horvath, também Gerente de Infraestrutura do HSANP. Para ele, o andar inaugurado na terça-feira representa “a nova realidade do hospital” e que a ideia desde a primeira planta foi trazer a estrutura “para um lado mais humano que agregue também ao conforto”.

“Pensamos principalmente no tratamento humano. O paciente vem aqui para receber um cuidado que faz com que ele esteja num momento delicado. Se a estrutura puder colaborar e ser a base para esse primeiro contato, efetivamente esse tratamento se torna menor, menos traumático e mais positivo para ambos os lados”, diz o arquiteto.

O Superintendente do hospital, Stefan Horvath, concorda. “O grande diferencial é a forma humanizada do HSANP. Tiramos aquele aspecto da ‘instituição hospitalar’.  A hotelaria tem que ser tratada de forma que traga o conforto ao paciente”. Ainda sobre a inauguração do 2º andar, “para nós, é um orgulho muito grande abrir mais alguns leitos para ampliar nossa capacidade de atendimento.”

Já o Diretor Técnico Dr. Vasco Parreira Duarte Jr. aposta no legado que será deixado pelo HSANP, especialmente para a Zona Norte de São Paulo. “Com um investimento destes, não é possível pensar apenas em curto prazo”, diz o médico. “Então, o que fizemos foi construir estruturas que têm condição de dar uma qualidade ímpar de serviço, que contribuam para a região Norte de São Paulo e que permaneçam para sempre”. O Dr. Ayoub concorda. “Uma estrutura hospitalar não é como uma indústria, pois ela é perene e permanece para a população. Os diretores, médicos e colaboradores passarão por aqui, sim, mas a instituição vai se perpetuar. Isso é um ganho para a população da Zona Norte de São Paulo. Ela é uma estrutura eterna de saúde com a qualidade de serviço que o país precisa”.

As falas dos porta-vozes do hospital foram notadas por quem compareceu ao evento de inauguração do 2º andar. A representante do Bradesco Seguro Daniele Lopes de Jesus, por exemplo, disse que presenciar a qualidade das novas instalações aumenta a probabilidade dela indicar o hospital para seus clientes. “Hoje, no nosso meio, precisamos de mais humanização, para tirar aquele estigma de quem sequer quer ir para o hospital, mesmo que precise. Com essa visita, temos outra visão do HSANP. Adicionado ao fato que sabemos que não são muitos os hospitais aqui pela região, isso aumenta nossa chance de indicar o HSANP para os nossos clientes”.

Hoje, o HSANP conta com de 140 leitos. O centro hospitalar também conta com um Pronto Socorro 24 horas Adulto, Pediátrico, Ortopédico, Ginecológico e Obstétrico, um Centro de Tratamento Intensivo, com UTI’s Adulto, Coronariana, Pediátrica e Neo-natal, Maternidade e um Centro Cirúrgico com cinco salas de diversos portes.