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Organização Panamericana de Saúde revela que cresce violência contra profissionais de Saúde

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Uma técnica de enfermagem que trabalha do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), de Maceió, foi agredida fisicamente por uma dona de casa ao chegar no local da ocorrência. Em Jundiaí, interior de São Paulo, um profissional de enfermagem preparava a medicação para o paciente internado do hospital, quando foi agredido inesperadamente pelo mesmo. Na cidade paulista outro caso chamou a atenção: um pai, nervoso devido ao risco do parto de sua filha, agrediu um segurança da instituição, que teve que levar três pontos na orelha. Esses são exemplos de inúmeros e crescentes casos de violência, física ou verbal, contra pessoas que trabalham na área de saúde.

Pesquisa da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), feita com 20 mil profissionais de saúde de países latino-americanos de língua espanhola, revela que 66,7% dos entrevistados sofreram algum tipo de agressão no local de trabalho no ano passado, um aumento considerável frente o último levantamento (2006), que mostrou que o índice de agressão era de 54,6%. O estudo apontou ainda que ¾ das agressões ocorreram em instituições públicas e foram motivadas, principalmente, pela demora no atendimento (44,2%), falta de recursos para o cuidado (28,2%) e notificação de morte (8,6%). Outra conclusão do levantamento é que 30% dos profissionais agredidos fisicamente tiveram que suspender suas atividades laborais temporariamente por conta da violência sofrida.

Esse não é o primeiro estudo que aponta o aumento da brutalidade contra colaboradores da área da Saúde. Dados do Bureau of Labor estatísticas (EUA, 2014) mostram que 80% dos enfermeiros que trabalham em hospitais norte-americanos já foram chutados, arranhados, mordidos, cuspidos e até mesmo perseguidos e ameaçados por pacientes. Em Portugal, o Direcção-Geral da Saúde (DGS), ligado ao Sistema Nacional de Saúde, mostrou que a violência quase triplicou em um ano: de 202 casos reportados em 2013 passou para 531, em 2014. No ano passado, 381 casos foram reportados, de janeiro a agosto.

No Brasil, dados do Conselho Regional de Enfermagem e do Conselho Regional de Medicina, ambos de São Paulo, mostram que 32% dos profissionais de enfermagem já sofreram ou presenciaram algum tipo de violência em seu local de trabalho, sendo 20% de violência física. A Sociedade Paulista de Pediatria realizou um levantamento ano passado, que mostrou que sete em cada dez pediatras já sofreram algum tipo de ato violento no trabalho.

Essa violência crescente também levou a Joint Commission International (JCI), maior agência avaliadora da qualidade e segurança em instituições de saúde do mundo, a alertar hospitais para o problema. “Em seu novo manual de padrões de qualidade e segurança, a JCI incluiu um tópico em que hospitais devem identificar e gerenciar eventos sentinela, ou seja, aqueles que não estão relacionados diretamente à doença do paciente. Nesse item, a JCI chama atenção para caso de violência no local de trabalho, quando um profissional de saúde é agredido a ponto de morrer, ter uma lesão grave, uma perda de função ou ser submetido a uma cirurgia”, relata o médico José de Lima Valverde Filho, coordenador de acreditação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), parceiro no Brasil da JCI. “O CBA e a JCI recomendam e até exigem de seus hospitais acreditados, que tenham programa de prevenção de violência e de tratamento e terapia para profissionais que tenham sofrido agressão”, complementa Valverde Filho.

Sociedade Brasileira de Cardiologia participará da Ação Global em quatro estados

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As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil, com 350 mil óbitos todos os anos. Somente nos primeiros meses deste ano já foram contabilizadas mais de 120 mil mortes, segundo o Cardiômetro (www.cardiometro.com.br), um contador idealizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) para alertar à população para o problema.

Um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares é a hipertensão arterial, que controlada poderia evitar 57,5 mil mortes por ano por infartos e 63 mil óbitos anuais por acidente vascular cerebral. Para a entidade, tomar o medicamento prescrito de forma regular, além dos hábitos de vida saudáveis, faz toda a diferença.

A SBC irá participar, no próximo sábado, dia 21, da Ação Global, uma parceria do Sesi e da TV Globo, em Goiás, Maranhão, Mato Grosso e São Paulo. A entidade irá medir a pressão dos participantes, além de distribuir folhetos e dar orientações sobre a doença e qualidade de vida.

"Quem não se cuida pode ter expectativa de vida reduzida em até 16,5 anos", orienta o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Weimar Sebba Barroso. São 35,5 milhões de brasileiros com pressão alta e entre os 60 e 69 anos, a doença atinge mais de 50% das pessoas e 75% daqueles acima de 70 anos.

O cardiologista lembra que no nosso país 80,4% negligenciam a hipertensão e não tomam regularmente o remédio prescrito. Os dados fazem parte da compilação de 14 estudos populacionais brasileiros feitos nos últimos 15 anos. O índice de quem não se trata pode ser ainda maior, já que os estudos analisados são bastante heterogêneos e com baixa abrangência em áreas rurais, onde existe menor cobertura do Programa de Saúde da Família.

Os índices brasileiros são muito baixos se comparados aos dos Estados Unidos, onde 53% dos hipertensos têm a pressão controlada com o tratamento ou ainda no Canadá, onde este índice chega a 68%.

Weimar Sebba Barroso orienta que a hipertensão é uma doença silenciosa, normalmente não apresenta sintomas. Para evitar ou controlar é preciso ter hábitos alimentares saudáveis, praticar atividade física regularmente e tomar a medição, quando indicada.

Maílson da Nóbrega considera o controle de preços um equívoco para combater fraudes na comercialização de próteses

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“O controle de preços é uma intervenção equivocada no mercado. Nenhuma regulação de preços pode trazer benefícios a quem quer que seja e os países que a adotaram não se deram bem. Seria uma medida negativa, impensada e inconveniente”. A afirmação foi feita ontem pelo economista e ex-Ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, em relação à intenção do governo de promover uma regulação de preços no segmento de OPME (órteses, próteses e materiais especiais) em resposta ao escândalo da comercialização desses produtos conhecido como “máfia das próteses”.

O economista, que participou do painel “A conjuntura nacional e a saúde no país: a regulação econômica é uma solução para reduzir custos e coibir fraudes?” promovido pela ABIMED-Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde na Feira Hospitalar, citou o Japão e a França, que adotaram o controle de preços de OPME, como exemplos de países que não obtiveram sucesso com a medida.

“No Japão ele inibiu a modernização e a pesquisa e dificultou o acesso dos pacientes aos produtos mais inovadores. Na França houve ineficiência e aumento de custos. Já nos Estados Unidos, que pratica o livre mercado, e na Alemanha, que implantou o sistema de co-pagamento, o uso excessivo de OMPE foi desestimulado e os custos caíram”, comparou ele.

Maílson da Nóbrega disse ter esperança de que o atual governo desista de promover esse tipo de intervenção no mercado, uma vez que a experiência internacional indica que os melhores resultados foram alcançados em países que promoveram e adotaram a livre concorrência e a transparência de mercado.

“Isso não quer dizer que não seja necessário adotar algum tipo de regulação, mas uma regulação inteligente, onde todos desta cadeia de suprimento que é complexa ganhem, ou seja, a indústria, hospitais, distribuidores e os pacientes”, ressaltou.

Segundo o ex-Ministro da Fazenda, a área econômica do atual governo agora tem “um rumo” que deve promover estabilidade no segundo semestre e algum crescimento em 2017 e que há razões para esperança. Disse que o Brasil tem um mercado interno forte, instituições, base industrial e sistema financeiro sólidos e um conjunto de conquistas que permitem acreditar que “estamos no limiar de uma virada”.

“A área da saúde, que sofreu como todos os outros segmentos os efeitos da recessão e da destruição da atividade econômica, também deve se recuperar. A indústria de inovação é um elemento chave para o desenvolvimento, porque gera empregos, renda, aumento de produtividade e contribui para o bem estar da população e o crescimento do país”, avalia.

Sobre a ABIMED

A ABIMED congrega 190 empresas de tecnologia avançada na área de equipamentos, produtos e suprimentos médico-hospitalares. As empresas associadas da ABIMED respondem por 65% do faturamento do segmento médico-hospitalar. O setor de produtos para saúde tem participação de 0,6% no PIB brasileiro, conta com mais de 13 mil empresas e gera em torno de 140 mil empregos.

Criada em 1996, a ABIMED é sócia-fundadora do Instituto Coalizão Saúde e membro do Conselho Consultivo do Instituto Ética Saúde. A entidade também coopera com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e com autoridades da Saúde, fomentando a implementação de políticas e regulamentações que proporcionem à população acesso rápido a novas tecnologias e a inovações, em um ambiente ético de negócios.

Neurociência é a nova aliada da indústria farmacêutica

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A neurociência é a nova aliada da indústria farmacêutica para avaliar o impacto de novos produtos, suas campanhas de marketing e materiais de vendas junto ao consumidor. A Forebrain, empresa especializada em neuromarketing, consegue medir o impacto de ações de marketing e propaganda, seja na experiência final do consumidor, seja na percepção da comunicação científica com o médico.

Em um dos seus cases de mercado, a Forebrain mostra como uma grande indústria farmacêutica utilizou a neurociência para analisar os resultados de sua campanha mais recente, compreendendo o impacto de um novo posicionamento, na cabeça do consumidor, por meio de métodos implícitos, isto é, não-conscientes. “A grande vantagem desse estudo foi que o cliente pode avaliar se o investimento feito nessa campanha estava sendo eficiente ou não e se valeria a pena dar continuidade ao seu investimento”, explica Billy Nascimento co-CEO da Forebrain.

O branding test, um método de pesquisa que analisa a percepção inconsciente do consumidor, demonstrou que a campanha construiu uma série de associações à categoria do produto avaliado. No entanto, o consumidor associou esses conceitos ao concorrente, líder de mercado e não à empresa que veiculou campanha. Esse efeito, conhecido como spilloveracabou mostrando a falta de eficiência da campanha em agregar valor à marca.

Em outra pesquisa, a Forebrain analisou a resposta emocional de consumidoras diante de um novo filtro solar para pele oleosa, da marca La Roche-Posay. A metodologia indicada para esse teste foi uma análise sensorial (sensorial test), que comprovou que a resposta emocional das consumidoras era mais intensa para o filtro solar da La Roche-Posay que para o seu concorrente de mercado.A pesquisa, que analisou o controle de brilho do produto, mostrou que a experiência gerada por ele era mais envolvente, aumentando as chances de satisfação e fidelização dos consumidores.

“Os resultados do estudo serviram como base para a criação do claim de vendas do filtro solar e ajudou o nosso cliente a comprovar que o seu produto era capaz de gerar uma resposta emocional superior à do concorrente. A La Roche-Posay inovou em sua área de atuação, trazendo pela primeira vez um estudo de eficácia emocional da experiência de uso de filtros solares”, afirma Billy.

Em um outro case, de visual aid test, que avalia de maneira implícita como o material de vendas é percebido pelo seu público-alvo, uma das maiores marcas de dermocosméticos do Brasil buscou a Forebrain para melhorar sua estratégia de venda.Durante a simulação de uma visita médica, foi possível analisar o material utilizado pelos propagandistas, assim como as estratégias que eram utilizadas nos discursos de apresentação dos produtos. “O estudo ajudou a empresa a otimizar tanto o material que era apresentado pelos propagandistas médicos quanto a estratégia de apresentação dos produtos”, explica.

Em um outro emprego dos métodos neurocientíficos para pesquisa de mercado, a Forebrain desenvolveu uma análise de comunicação para a campanha de TV de uma multinacional da área farmacêutica.Por meio de eletroencefalografia, a atenção, a motivação e a memorização para cada cena do comercial foi analisada e parâmetros de performance criados. Na mesma análise, o aparelho de eye-tracking monitorou o movimento dos olhos e o padrão de visualização dos participantes da pesquisa. O estudo concluiu que a versão de 30 segundos do comercial teve um alto desempenho para o índice de atenção. No entanto, as cenas com maior índice de atenção não foram utilizadas na versão de 15 segundos do material, prejudicando o desempenho da campanha.

Para conhecer melhor os cases da Forebrain para a indústria farmacêutica, acesse:

Branding test: http://conteudo.forebrain.com.br/case-branding-test-pt

Sensorial test: http://conteudo.forebrain.com.br/case-branding-test-pt

Sobre a Forebrain

A empresa desenvolve pesquisas em neurociência do consumo e conta com uma equipe multidisciplinar para oferecer soluções de marketing e comunicação, desenvolvimento de produtos e trade marketing. Billy Nascimento e Ana Souza estão à frente de doutores e mestres nas áreas de neurociência, psicologia, marketing, tecnologia da informação e engenharia. Billy também é representante brasileiro da Neuromarketing Science and Business Association, a maior associação de neuromarketing do mundo e Ana trabalha com emoções e comportamento humano há mais de 15 anos.

Benchmarking é a "salvação da lavoura"

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É interessante observar o quanto o “sigilo” pode ser fator de competitividade ou de “falência” dependendo da forma como é utilizado.

Neste momento estou ajudando 5 hospitais a redefinir alguns parâmetros de faturamento SUS, utilizando a técnica mais simples do mundo: o benchmark (ou comparação objetiva de produtos, se assim preferir). A técnica é bem simples: dado um procedimento, comparar como o hospital fatura este produto em comparação com a forma que outros vários hospitais o fazem.

A questão não é comparar preço – no caso do SUS o preço é sempre o mesmo – mas sim o que é lançado na conta. Chega a ser engraçado: a regra do SUS é a mesma, mas os hospitais faturam diferente ... uns mais outros menos, ou seja, uns faturam adequadamente o código principal e os complementares, outros simplesmente ignoram os complementares.

A ignorância, na maioria das vezes, advém do fato de que o hospital não sabe que pode faturar, por mais incrível que possa parecer. Ao bater o ticket médio de um hospital em relação a outros, com a mesma tabela de preços e para o mesmo procedimento, chega-se a diferenças inacreditáveis: 30, 40 ... 50 %.

Já comentei em diversos posts as várias razões que fazem os hospitais deixarem “dinheiro debaixo do tapete”, e de vez em quando sou abordado por alguém que diz que exagero – preciso mostrar casos reais para a pessoa verificar que não é uma opinião: é uma constatação.

Nos cursos GFACH tenho a oportunidade de demonstrar inúmeros cases. Estamos com inscrições abertas para 2 oficinas no meio do ano, por exemplo, e nelas os participantes conseguem não só verificar o quanto de verdade existe nisso, mas também como é importante e simples de se fazer o benchmarking. O mais interessante é que mesmo o hospital que se acha “o rei da cocada” porque para um procedimento seu ticket médio é maior que os demais, aprende que mesmo assim um ou outro item os outros hospitais costumam faturar e ele não, ou seja, seu ticket médio é maior, mas poderia ser maior ainda.

É o que está acontecendo no momento nos projetos que comentei estar participando: 1 dos 5 hospitais na média sempre fatura mais que os demais quando remete suas contas – é um hospital acima da média nos seus processos de faturamento, a ponto de eu já ter elogiado em outros posts – mas mesmo assim, em vários procedimentos analisados tem deixado de faturar alguns itens que aumentariam ainda mais seu ticket.

Acho que não é necessário dizer que se o que estou comentando é importante no SUS, onde a regra é única, na Saúde Suplementar o benchmarking é imprescindível, porque a quantidade e variedade das regras, tabelas de preços e tipos de lançamentos é infinitamente maior. Estamos iniciando preparativos para realizar um benchmarking completo e estruturado para grandes hospitais que atuam na saúde suplementar. Não é fácil, primeiro porque é necessário seguir uma metodologia prática, em que o produto final oriente de forma objetiva as mudanças na formação das contas.

E segundo, e mais importante, porque os hospitais “morrem de medo” de mostrar para os outros como faturam, porque acham que vão favorecer o concorrente, por isso comentei sobre a questão do sigilo. Fazemos o benchmarking onde os hospitais fornecem as informações, que são tabuladas em comparação com, no mínimo, mais 10 hospitais, e onde:

  • Conseguem identificar seus dados nos relatórios comparativos, ou seja, cada hospital consegue saber quem é ele no meio dos dados (no meio dos outros);
  • Mas não conseguem saber exatamente qual é o outro hospital ... sabe quais hospitais estão “no bolo”, mas não conseguem identificar cada um deles isoladamente.

A questão do sigilo não para por aí.

Outro medo, completamente sem sentido, dos hospitais é o de suas informações serão “vendidas” para outros. Para eliminar este “medo absurdo” fazemos isso através de uma das mais renomadas, se não a mais renomada, instituição educacional, que atua como referência no segmento da saúde há anos.

Isso é apenas para que o hospital esqueça este “medo absurdo”, uma vez que se acha que estas informações são sigilosas deveria estar mais preocupado com o fato de que qualquer operadora de planos de saúde, ou qualquer empresa de auditoria de contas tem “escancaradas” estas informações de todos os hospitais com quem se relaciona ... estas informações que o hospital acha que mantém sob sigilo.

Como vivemos uma época em que a retração do mercado está causando danos irreparáveis aos hospitais, buscar novos clientes para aumentar o faturamento é uma das coisas mais importantes para fazer no momento. Mas faturar adequadamente as contas do paciente que você já tem é tão importante quanto buscar novos clientes , nunca o benchmarking foi tão importante.

Blogueira Marina Barros lança o livro 'Crônicas da Diabética Tipo Ruim': 'É sobre como eu superei o medo do diabetes'

SÃO PAULO, 18 de maio de 2016 /PRNewswire/ -- Alguns distúrbios emocionais decorrentes do diabetes, muitas vezes são colocados de lado pelos médicos e até pelos próprios familiares. O que fazer então? Ir ao desespero? Ser vencido pela depressão? Fingir que a doença é algo corriqueiro? Conheça o drama do diagnóstico do diabetes tipo 1, as dores de quem convive com a doença ao longo dos anos, o medo do futuro desconhecido e a busca por pequenas felicidades diárias. Conheça o lado emocional que precisa ser falado.

Em seu livro, "Diabética Tipo Ruim: o lado emocional que precisa ser falado", Marina Barros, de 32 anos, (facebook.com/diabeticatiporuim) dá a sua receita para a convivência com o diabetes tipo 1. Um dos objetivos da obra é trazer à luz o aspecto emocional da doença. "Pretendo explicar aos pais de uma criança de dois anos como são os sintomas da doença, chamar atenção do adolescente rebelde para a importância do tratamento correto, inspirar pessoas a se cuidar, mesmo que a vontade absoluta seja de largar a mão de tudo e ser um louco suicida. Minha vontade é de mostrar para as pessoas como somos fortes, como lidamos com uma doença que nos faz sentir dores todos os dias e que mesmo assim, podemos ser perfeitamente felizes", comenta.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), diabetes é "uma questão central para a saúde pública global" e mata 72 mil brasileiros por ano no Brasil. A doença apresenta algumas variações classificadas com diferentes nomes e corresponde a maior causa de amputações não traumáticas e de cegueira no mundo. Segundo a OMS, o Brasil tem cerca de 16 milhões de pessoas portadoras dos vários tipos de diabetes, mas quase todas as comunicações e ações globais são voltadas para os diabéticos tipo 2.

A Livraria Cultura do Conjunto Nacional fica na Avenida Paulista, 2073, Bela Vista, São Paulo. É possível adquirir o livro pelo site: http://diabeticatiporuim.com.br/

Informações à Imprensa
Bersano Assessoria de Imprensa
Bruno Bersano | bruno.bersano@bersano.com.br   
(11) 3856-8219
www.bersano.com.br  

FONTE Blogueira Marina Barros

Hospital Bandeirantes marca presença em mais uma edição da Hospitalar Feira + Fórum 2016

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Fluxo de atendimento pela perspectiva do Lean

O novo espaço para urgências e emergências recebeu um investimento de mais de R$ 3 mi, que contempla a ampliação de sua infraestrutura em 500 m², e capacidade para atendimento de até 20 mil pacientes/mês.

Além da expansão de sua capacidade instalada, o projeto prioriza a agilidade, segurança e a qualidade na assistência ao paciente.

Pautado no Lean Healthcare, que está presente em outros projetos da Instituição, o Pronto-Socorro contará com um modelo de fluxo de atendimento contínuo, baseado em protocolos assistenciais e em adequações de times, conforme picos de atendimento e etapas do processo. O objetivo é dar ênfase nos processos de controle e gestão do tempo de atendimento.

WhatsApp – Valorizar a vida é aproveitar cada segundo

Lançado no final de novembro de 2015, o novo recurso para agendar consultas e exames - via WhatsApp - já ultrapassou 6 mil contatos, apontando crescimento mensal de até 20%. O uso da ferramenta promove comodidade e agilidade no processo de agendamento, além do diálogo, da troca e da interação entre os clientes e a Instituição.

Informações via Bluetooth e QR Code

O desenvolvimento sustentável é uma preocupação constante do Hospital Bandeirantes, tema presente em seus valores institucionais e planejamento estratégico.

Com o Selo Verde*, o Bandeirantes vem desenvolvendo projetos que contribuem para tornar-se um Hospital Digital. Durante a Hospitalar, todo material institucional será divulgado via Bluetooth ou QR Code. Os interessados poderão fazer a transferência das informações de maneira online, sem gerar resíduos e gastos desnecessários com impressão.

Programação inclui cerimônia de entrega do selo Qmentum

No dia 17, o stand do Hospital Bandeirantes receberá o embaixador do Canadá no Brasil, Riccardo Savone e o cônsul do Canadá, Stéphane Larue, em cerimônia para entrega do selo Qmentum ao Hospital Leforte. A certificação é baseada em uma metodologia internacional que orienta e monitora os padrões de performance em qualidade e segurança no processo assistencial. A cada oito meses o hospital receberá novas visitas de manutenção. O selo é válido por três anos com possibilidade de renovação.

O primeiro dia será marcado também pela palestra Raciocínio Clínico: “Cuidados de Enfermagem ao paciente com AVC” com a Vera de Fátima Palmeira, Enfermeira da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Bandeirantes, às 17h.

Médicos e profissionais da área realizarão as palestras durante a hospitalar sobre “Raciocínio Clínico - casos com ênfase em pacientes com AVC e IAM” (Enf. Vera de Fátima Palmeira - Enfermeira Referência das Unidades de Terapia Intensiva); “Protocolo de dor torácica institucional” (Dr. Heron Rached – Coordenador Médico do Setor de Cardiologia Clínica e Métodos Diagnósticos Não Invasivos Cardiovasculares); e “Lean na área da saúde” (Eliana Oliveira, Coordenadora de Projetos e Processos do Hospital Bandeirantes, e João Câncio, consultor da XYZ).

Haverá também o lançamento do livro The New Lean Healthcare Pocket Guide, traduzido e revisado pela Academia Lean do Hospital Bandeirantes em parceria com a Editora DOC, e lançamento do “Manual de Cardio-Oncologia” com a participação do Coordenador Médico do Setor de Cardiologia Clínica e Métodos Diagnósticos e Não Invasivos Cardiovasculares, Dr. Heron Rached, publicação da mesma editora.

Stand – O mix entre a tradição e inovação

Com um stand digital será possível entender o que há de mais moderno em salas para procedimentos em Neurocirurgia, por exemplo, com a aquisição de equipamentos com o microscópio Zeiss Pentero; o aspirador ultrassônico Sonoca 300 - fundamental para procedimentos de ressecção de tumores - e o Neuronavegador utilizado nas remoções de diversas lesões, que reduzem a duração dos procedimentos cirúrgicos em até 50%.

Em relação aos investimentos em infraestrutura, os destaques são o novo Pronto-Socorro, seus Centros de Especialidades Médicas, que ganharam andares exclusivos como os de Oncologia e Check- Up, e andares para atendimento ambulatorial. Além disso, o Hospital Bandeirantes apresentará outros investimentos realizados na atualização de seu parque tecnológico com foco em acessibilidade e gestão da informação como, por exemplo, o gerenciamento do Centro Cirúrgico através de painéis de informação e tablets, implantação do PEP 2.0, e Palms para lançamento de medicamentos.

Prêmios com foco no aprimoramento

Quem visitar o stand concorrerá a vagas para cursos e participações nos simpósios realizados pelo Hospital.

Serviço

Data: 17 a 20 de maio de 2016

Local: Expo Center Norte - Pavilhão Vermelho - Rua L51

Endereço: Rua José Bernardo Pinto 333, Vila Guilherme – São Paulo

Horário: 12h às 20h.

Sobre o Hospital Bandeirantes

Ser uma instituição inovadora e resolutiva na assistência e promoção à saúde. Essa é a missão do Hospital Bandeirantes que, ao longo de seus 70 anos, é referência no segmento hospitalar. Nos último anos, a Instituição vem investindo em seus Centros de Referência, na ampliação e reestruturação de seu Pronto- Socorro, em números de leitos e salas cirúrgicas – o que inclui a aquisição de equipamentos de última geração – em tecnologia da informação (TI) para integração de sistemas e na aplicação e disseminação da Lean Healthcare – metodologia de gestão que tem foco no aumento da produtividade por meio da revisão de processos internos, em prol da otimização de recursos.

Site: http://www.hospitalbandeirantes.com.br

Sobre o Hospital Leforte

Ser uma Instituição na busca da excelência assistencial, de forma inovadora, na geração de valor para clientes, colaboradores e sociedade. Essa é a missão do Hospital Leforte que, inaugurado em 2009, é referência nas áreas de Cardiologia, Neurologia, Pediatria, Urologia e Pronto-Socorro. Com infraestrutura para atender desde as urgências, sejam elas adulto ou pediátricas, o Leforte possui tecnologia de ponta em serviços de Diagnóstico e Centro Cirúrgico. Os recursos possibilitam a realização de procedimentos de média e alta complexidade como, por exemplo, as neurocirurgias que contam com o microscópio de última geração - modelo OPMI Pentero. Além de tecnologia, o Leforte ganha destaque por sua hotelaria de alto padrão e seu Capital Humano, principal recurso para oferecer assistência de qualidade.

Site: http://www.leforte.com.br

Ética Saúde começa a estruturar Conselho Consultivo

Business Meeting
Two business men shaking hands at international business meeting.

O Instituto Ética Saúde inicia a estruturação de seu Conselho Consultivo, um órgão de aconselhamento dos Conselhos de Administração e de Ética. Fazem parte do Conselho Consultivo os dois idealizadores do Ética Saúde, que são o Instituto Ethos e a Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes - ABRAIDI.

Gláucio_1O presidente do Instituto Ética Saúde, Gláucio Pegurin Libório, explica que, pelo estatuto, o Conselho Consultivo deve ter integrantes de entidades representativas do setor de saúde, entre elas: serviços de saúde, como hospitais, clínicas e laboratórios de diagnóstico; fontes pagadoras, como seguradoras, planos de saúde e autogestão; profissionais de saúde, como conselhos profissionais e sociedades médicas; fabricantes ou importadores de produtos e distribuidores.

O Conselho Consultivo já tem representantes de seis entidades, além do Ethos e ABRAIDI, que são: Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS, Associação Brasileira de Auditores em Saúde – AUDIF, Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – ABIMED, Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo - FEHOSP, Associação Nacional de Hospitais Privados – ANAHP, Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios – ABIMO.

A diretora-executiva Claudia Scarpim lembra que conversas estão bastante adiantadas para que o Instituto Ética Saúde tenha, em breve, representantes em seu Conselho Consultivo das fontes pagadoras e dos profissionais de saúde. "Somente dessa forma teremos uma estrutura bastante robusta para debater com profundidade os problemas que afetam o setor e propor soluções para encontrarmos um ambiente de melhor reputação e sustentável", completa.

Sobre o Ética Saúde

O Ética Saúde surgiu em junho de 2015 com o Acordo Setorial - Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos para autorregular o mercado. Uma iniciativa do Instituto Ethos e da ABRAIDI, logo se tornou um marco na saúde. No início de 2016, o Ética Saúde passou a ter personalidade jurídica e virou um Instituto.

O Instituto Ética Saúde busca garantir a segurança do paciente por meio de uma conduta ética entre paciente e médico em um ambiente de concorrência justa e transparente. Os objetivos consentidos do Instituto Ética Saúde incluem evitar incentivos ilegais ou antiéticos para agentes públicos e privados, prática de atos médicos ilegais ou antiéticos, evasões fiscais, irregularidades regulatórias, concorrência desleal, violação de direitos do consumidor e falsificação.

Este arcabouço será fiscalizado por meio de denúncias anônimas ou identificadas, com apuração justa e realização de um cadastro público positivo, para revelar à sociedade quais empresas atuam efetivamente de forma ética. O Canal de Denúncias é o www.eticasaude.com.br ou o 0800-741-0015 e é administrado de forma independente pela ICTS Protiviti, empresa premiada pela Controladoria Geral da União – CGU como sendo "Pró-Ética", em 2015.

O Instituto Ética Saúde tem a governança formada por uma Assembleia Geral, onde fazem parte todos os associados; um Conselho de Administração, com mandato de dois anos e eleito pela Assembleia Geral; um Conselho Consultivo com representantes de entidades de todos os segmentos do setor de saúde; e o Conselho de Ética, órgão de caráter disciplinar formado por três integrantes, sem qualquer vínculo com o setor de saúde. São atualmente integrantes do Conselho de Ética: o subprocurador da República, Antônio Fonseca, o presidente do Fórum Nacional Contra Pirataria, Edson Luiz Vismona e o professor da Universidade de São Paulo, Celso de Hildebrand e Grisi.

Pré-lançamento de novo monitor multiparamétrico é destaque da Air Liquide Healthcare na Hospitalar 2016

SVM7500 BRA monitor

A Air Liquide Healthcare apresenta seu novo monitor multiparamétrico SVM75, com tecnologia Nihon Kohden e comercializado exclusivamente pela Air Liquide Healthcare no Brasil. A linha de monitores se destina ao uso desde setores como triagem e emergências até leitos de CTI. O equipamento chega ao mercado disponível em duas versões: a SVM7501, com cinco parâmetros de medição – arritmia, ecocardiograma, controle de respiração, saturação do oxigênio e pressão não invasiva; e a SVM7503, que inclui todos esses parâmetros mais pressão invasiva e capnografia.

Os monitores destacam-se por serem de fácil manuseio e transporte, intuitivos, com tela touch screen e bateria com autonomia de até seis horas. Outros diferenciais são a capacidade de rastreabilidade das informações do paciente, acumulando um histórico de até 120 horas de dados monitorados.

Já a solução desenvolvida pela Air Liquide Healthcare para o tratamento da hipertensão pulmonar é o NOx G Series, equipamento que traz maior precisão na administração da dosagem do óxido nítrico. O gás é o “padrão-ouro” no tratamento desta patologia, através de inalação, que atua diretamente nos pulmões e resulta em vasodilatação pulmonar seletiva, o que reduz o risco de hipotensão sistêmica. Associado aos benefícios do gás terapêutico, o NOx G Series possibilita o emprego de concentrações menores do óxido nítrico, possibilitando um desmame gradual, até a total retirada do tratamento.

Serviço:

Air Liquide na Hospitalar 2016

Quando: 17 a 20 de maio

Onde: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo (SP)

Localização do estande: Ruas C/D – 91/98

Horário: das 12h às 20h

Air Liquide Healthcare

Fornece gases medicinais, serviços de saúde domiciliar, produtos de higiene, equipamentos médicos e ingredientes especiais. Em 2015, atendeu em todo o mundo mais de 7.500 hospitais e mais de 1,3 milhões de pacientes domiciliares. Atingiu a receita de 2,799 milhões de euros, com o apoio de seus 13.500 funcionários.

Sobre a Air Liquide

Líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a Indústria e Saúde, a Air Liquide está presente em 80 países, com aproximadamente 50.000 empregados, atendendo a mais de 2 milhões de clientes e pacientes. Oxigênio, Nitrogênio e Hidrogênio estão no centro de suas atividades desde a fundação da empresa, em 1902. A ambição da Air Liquide é ser líder em seu segmento, com desempenho duradouro e atuação responsável.

As ideias da Air Liquide criam valor ao longo do tempo. No seu núcleo de desenvolvimento habitam o comprometimento e a inventividade de seus talentos. A Air Liquide antecipa os desafios de seus mercados, investe local e globalmente, com soluções de alta qualidade, para seus clientes, pacientes e a comunidade científica.

A empresa se baseia na competitividade de suas operações, nos investimentos direcionados aos mercados em desenvolvimento e nas suas inovações para gerar um crescimento rentável no longo prazo.

As receitas da Air Liquide somaram 16,4 bilhões de euros em 2015, sendo suas soluções de proteção à vida e ao meio ambiente mais de 40% das vendas. A Air Liquide está listada na bolsa de valores Euronext de Paris (seção A), é membro dos índices CAC 40 e Dow Jones Euro Stoxx 50.

Startup brasileira realiza feito inédito no mundo científico

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A TISMOO integra a equipe responsável pela pesquisa sobre o Zika vírus e sua relação com o alto índice de microcefalia no País ao lado de cientistas da USP e da Universidade da Califórnia. Por meio de sua tecnologia de minicérebros, a startup brasileira ajudou a demonstrar a relação entre a versão brasileira do vírus e como ele atua causando a má formação do córtex e levando a essa condição neurológica.

O estudo foi publicado nesta quarta-feira, dia 11, no site da Nature, o que torna a TISMOO a primeira startup nacional de biotecnologia a ter um artigo publicado na mais respeitada revista científica do mundo. Conhecida por seus estudos para o Autismo, a TISMOO é o primeiro laboratório exclusivamente dedicado a análises genéticas com foco em perspectivas terapêuticas personalizadas para Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e síndromes relacionadas.

A startup brasileira, que define seu modelo de negócio como sendo uma Social Enterprise*, iniciou suas atividades com o intuito de trazer as técnicas e estudos de ponta, antes restritos às universidades, para colocá-los em prática e em benefício clínico dos indivíduos afetados por essas condições. As tecnologias em desenvolvimento da TISMOO pretendem antecipar a personalização clínica, acreditando que o conhecimento da individualidade genética contribuirá a cada dia para um melhor entendimento do autismo além de, potencialmente, abrir novas janelas para intervenções mais específicas.

Atuando neste campo, a TISMOO percebeu que poderia contribuir também em outras áreas da saúde, como foi o caso da pesquisa sobre o Zika vírus e a microcefalia. “Ficamos muito sensibilizados com o surto dessa condição neurológica no Brasil e acreditávamos que poderíamos fazer mais do que a startup vinha se propondo a ser e a fazer. Entendemos que poderíamos ter um papel importante para tentar desvendar a agressividade dessa versão brasileira do Zika e, assim, ter respostas que não tínhamos a respeito do vírus”, comenta Alysson Muotri, biólogo molecular e um dos fundadores da TISMOO.

A tecnologia usada pela startup contribui para a pesquisa de doenças e condições neurológicas. Uma de suas tecnologias é a modelagem celular que possibilita a criação de uma nova plataforma para a análise funcional das alterações dos genes podendo, desta forma, desenvolver e testar novos medicamentos em minicérebros de pacientes produzidos no laboratório. Com o ideal de ser uma startup com abordagem mais humana e próxima dos pacientes, buscando sempre a linguagem mais acessível, a TISMOO quer ir além do modelo capitalista das empresas do setor. “Acredito que hoje estamos diante de desafios importantes, como no caso do Autismo. Precisamos de novos modelos de negócio que sejam capazes de conciliar de maneira inteligente o interesse de seus investidores a um propósito maior e proporcionar com isso uma mudança positiva e sustentável na sociedade. É o que estamos vivendo na TISMOO hoje e é a nossa motivação para os novos desafios que estão por vir”, acrescenta Muotri.

Além dos minicérebros, a TISMOO dispõe de serviços como a Análise do Genoma Completo, a Análise do Exoma e o Painel de Autismo, sendo o primeiro e o terceiro exclusividades da empresa no Brasil. A Análise do Genoma Completo pesquisa as 3 bilhões de bases (letras) do genoma do indivíduo. O segundo é o tipo de análise (Exoma) que faz o sequenciamento de regiões codificantes do genoma humano, o que representa aproximadamente 2% do nosso material genético – e é nessa região que se encontram a maioria dos genes relacionados a doenças conhecidas. O terceiro, o Painel de Autismo, consiste na análise detalhada de genes associados ao TEA (350 aproximadamente), oferecendo assim uma alternativa mais acessível de diagnóstico e investigação dos genes, com foco específico nas alterações genéticas descritas na literatura científica.

Para mais informações, acesse TISMOO e para ler o artigo publicado na Nature na íntegra, click aqui.

(*) Termo usado para designar novo modelo de organização com o objetivo de beneficiar comunidades específicas, no caso da TISMOO, as do Autismo.