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Automação: nem tudo são dados no mundo dos robôs

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Indústria 4.0 redescobre o valor da mão de obra humana e

relação entre máquina e homem pode ser harmônica 

Sinônimo da quarta revolução industrial ou da Indústria 4.0, a automação é cada vez mais presente no dia a dia da produção. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Automação, GS1 Brasil, o consumidor, no geral, relaciona a automaçãodiretamente à tecnologia e inovação. Segurança e economia foram outros benefícios apontados.

Essa mesma pesquisa avalia que a indústria cada vez mais busca se relacionar de forma próxima à automação, aumentando rendimento e diminuindo custos. Ferramentas usadas para se relacionar com o cliente já atingem 37% das empresas, o sistema de processamento de dados é usado em 34% dos casos e o material que planeja a necessidade de materiais ou estoque é usado por 33% das indústrias entrevistadas.

Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a  expectativa é que, em dez anos, 15% das indústrias de todo o território nacional atuem no conceito da indústria 4.0, que se dá principalmente pela automação. Hoje, menos de 2% das empresas estão inseridas nesse conceito.

"O emprego da automação é um conceito que comunga com o uso das novas tecnologias para promover um melhor serviço. Precisamos, sempre, focarmos em quem está na ponta, o paciente”, diz Roberto Vilela, presidente da RV Ímola, empresa especializada no transporte de medicamentos.

Em um cenário aparentemente dominado por máquinas, um estudo feito pela multinacional britânica Pearson, empresa especializada em educação, vai na contramão do imaginário popular que relaciona automação com a invalidação da mão de obra humana. O estudo defende que sim, haverá impacto na criação de empregos, mas que isso não é culpa única da automação e que os cargos e funções serão modificados até 2030 em todos os ramos profissionais, colocando um mercado de trabalho apenas diferente dos dias de hoje, não, consequentemente, menor.

Automação x Emprego

Um estudo realizado pela Universidade de Oxford aponta que 800 milhões dos empregos no mundo estão ameaçados pelas novas tecnologias. Mas, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em pesquisa mais recente, esse número baixou drasticamente e foi para 66 milhões. Números ainda relevantes, mas menos drásticos e que abrem a discussão para novos mercados de trabalho.

De olho nessas novas profissões e na realocação de colaboradores que, em tese, seriam substituídos por máquinas, muitas empresas preferem explorar as competências humanas em diferentes funções e não diminuir o quadro de funcionários. “Não podemos enxugar o RH da empresa com a bandeira da automação, afinal, nossos colaboradores constroem diariamente nosso nome. Desde o início do nosso processo de automação, nem um funcionário foi demitido devido a ela, nós realocamos todos em funções que eles precisam ser mais criativos e pensantes, que é o real motivo deles estarem conosco”, explica Vilela.

A empresa começou a investir em automação ano passado quando disponibilizou R$ 3 milhões na compra de três máquinas que promovem o estoque vertical de medicamentos fracionados de forma automatizada. Em 2019, ela pretende investir mais de R$ 11 milhões para ampliar esses processos. “Nós investiremos pesado para que a RV Ímola seja vanguarda na automação hospitalar no Brasil. Isso sem deixar de lado, é claro, a permanência do nosso quadro de colaboradores”, completa o presidente.

Sobre a RV Ímola

RV Ímola é uma empresa especializada em Logística Hospitalar, que conta com antecâmaras climatizadas e docas climatizadas para dar mais segurança na armazenagem e no transporte de seus medicamentos. Para saber mais sobre nossos serviços entre em contato.

Congresso de Reabilitação apresentará tecnologias que usam robótica e gameficação

Congresso de Reabilitação apresentará tecnologias que usam robótica e gameficação

Entre os dias 21 e 24 de maio acontece o mais importante evento de saúde e principal plataforma de negócios e networking do setor na América Latina, a Hospitalar. Um dos pilares de conteúdo da programação é o Congresso de Reabilitação, realizado pela Hospitalar, em cooperação com a Rede de Reabilitação Lucy Montoro, que trará durante os quatro dias do evento, novas soluções e equipamentos para reabilitação, ortopedia, fisioterapia, home care, bens de consumo, componentes, cuidados pessoais, eletromédicos, órteses, próteses, equipamentos de resgate, ambulâncias e transformadoras de veículos.

Segundo o IBGE, 22,3% da população brasileira tem algum tipo de limitação, sendo que 6,5% apresentam limitações severas. Por sua vez, o estudo Global Burden 2017 indica ainda que 70% dos dias vividos com incapacidade pela população de 195 países são fruto de lesões que poderiam ser amplamente favorecidas pelos tratamentos.

“O Brasil possui a terceira maior indústria de tecnologias assistivas em todo o mundo, e vemos o contínuo surgimento de novidades que propiciam menor tempo de tratamento e mais satisfação, promovendo um ciclo virtuoso que beneficia não só o indivíduo como a sociedade como um todo”, explica a dra. Linamara Rizzo Battistella, coordenadora científica do congresso.

Será possível ao visitante entrar em contato ainda com terapias robóticas, como exoesqueletos e softwares gameficados que oferecem novas abordagens desde o CTI até o tratamento domiciliar, com recursos que tornam os processos de recuperação mais lúdicos e efetivos. Entre eles estão um equipamento, produzido pela empresa suíça Lokomat, que oferece um suporte que sustenta a cintura pélvica do paciente, enquanto duas órteses para membros inferiores permitem que ele utilize as articulações de quadril e joelho, facilitando sua locomoção sobre uma esteira rolante.

Já a brasileira Vivax criou um sistema de robótica que possibilita movimentos tridimensionais mais realistas dos membros superiores, até então não alcançados por nenhuma outra tecnologia. A novidade é 100% nacional e entre suas vantagens está sua portabilidade – o aparelho pesa 15 quilos, cerca de 7 vezes mais leve do que os equipamentos disponíveis no mercado - favorecendo assim o tratamento domiciliar. Além de mais leve e mais barato, o sistema oferece, através de recursos de gameficados, maior feedback auditivo e visual ao paciente vítima de AVC, paralisia cerebral, lesão encefálica, lesão medular, traumatismo craniano e doenças degenerativas.

O congresso contará ainda com dois simpósios sobre “Tecnologia e Qualidade de Vida” e “Reabilitação Oncológica na Trajetória do Cuidado”, e os workshops “Amputações: Definições e Significados” e “Reabilitação: Tecnologia e Inovação”.

Hospital Summit debate temas em evidência no setor

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Além de conteúdo teórico, debates e desafios do setor, as temáticas contemplam workshops com abordagem prática de modelos e metodologias a serem implementadas pelas instituições
Com o intuito de ampliar as discussões sobre gestão de saúde, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) promove a 3ª edição do Hospital Summit, em 21 e 22 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). O evento acontece durante a 26ª Hospitalar, reconhecida como a feira mais importante do mercado nacional e internacional do setor.

O congresso traz mais de cem palestrantes nacionais e internacionais e aborda as melhores práticas das unidades de saúde do Brasil. O foco dos dois dias de debate será a gestão das instituições hospitalares e de saúde. Em cada dia, três seminários – compostos por palestras, mesas redondas, talk shows e workshops - serão realizados simultaneamente. No dia 21, salas próprias para discutir a atenção ao idoso; a coleta de dados das instituições e a gestão de saúde corporativa. As relações comerciais no hospital do futuro, a saúde baseada em valor, e a qualidade e segurança assistencial serão abordados nas salas do dia seguinte. No total, seis temas distintos, apresentados individualmente e discutidos em profundidade.

"O Hospital Summit surgiu em 2017 com o propósito de atingir os gestores da operação dos hospitais. A cada ano, identificamos temas em evidência e buscamos os melhores profissionais e instituições para compartilhar experiências. É à nossa maneira de promover a discussão das melhores práticas e tendências, contribuindo para o avanço do setor", afirma Eduardo Amaro, presidente do Conselho Administrativo da Anahp.

Uma das novidades desta edição é a mudança no formato dos seminários, que, por meio de atividades práticas, proporcionará uma melhor absorção de todo aprendizado. Para Marco Aurélio Ferreira, diretor-executivo da instituição, o Hospital Summit tem que contribuir efetivamente para o crescimento e atualização dos profissionais da área da saúde. "Nossa expectativa é reunir cerca de 1,2 mil pessoas, entre técnicos operacionais e assistenciais. Queremos gerar conhecimento e capacitar os profissionais interessados em buscar as novidades e tendências do nosso setor", afirma.

Entre os palestrantes do Hospital Summit estão profissionais do Hospital do Coração (HCor), Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital São Camilo, Hospital Metropolitano, Hospital Santa Catarina, Hospital das Clínicas, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Mater Dei, Hospital Anchieta, Hospital Santa Cruz (de Curitiba), da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), do Hospital Mãe de Deus, Hospital Márcio Cunha, Hospital Moinhos de Vento, Rede D´Or e Hospital Samaritano.

Especialistas das instituições SOS Vida, Qualirede, Cisco, Fleury, Dr. Consulta, Korn Ferry, Banco Votorantim, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Arquitetos da Saúde, Amil, Fundação Zerrener, Instituto Brasileiro de Valor em Saúde, United Health Group, Medtronic, The World Bank e da Universidade da Califórnia em São Francisco, também contribuirão com as discussões e compartilhamento de melhores práticas durante o evento.

Inscrições e programação completa no site do evento.

Saiba mais:

21 de maio (terça-feira)

Sala 1: Modelos de atenção ao idoso

Debaterá as transformações na sociedade brasileira, devido ao aumento de pessoas com mais de 65 anos previsto para os próximos anos, e os novos modelos de saúde pensados para os idosos. Serão apresentadas propostas de como implementar programas e protocolos para reduzir os riscos da hospitalização do idoso e como viabilizar recursos na prática hospitalar para garantir a integração com a rede de cuidados.

Sala 2: Coleta de dados e sua utilização na gestão estratégica

A capacidade de gerenciar dados é fundamental para o sucesso das empresas. Porém, estudos mostram que, em média, menos da metade dos dados estruturados das empresas é usado ativamente nas tomadas de decisão - e menos de 1% dos dados não estruturados é sequer usado ou analisado. O objetivo deste seminário é discutir como a utilização de dados é importante nas decisões estratégicas das instituições, bem como integrar as informações a partir da inovação.

Sala 3: Gestão de saúde corporativa

Os custos crescentes da saúde pressionam cada vez mais as despesas das empresas que oferecem o benefício saúde a seus colaboradores. Além disso, essas empresas, as principais financiadoras do sistema, pouco participam da discussão sobre a qualidade e a sustentabilidade da saúde suplementar. No entanto, observamos nos últimos anos uma tendência de mudança no comportamento das empresas contratantes e o crescimento do número de planos de saúde com pós-pagamento e o aumento das negociações diretas das financiadoras com os prestadores: hospitais, laboratórios, clínicas.

Diante deste cenário, o objetivo do seminário é discutir e buscar alternativas e soluções para se enfrentar o aumento dos custos com a saúde dos funcionários, que já se tornou o segundo maior orçamento de RH. Além disso, a ideia dessa programação é conhecer as alternativas ao tradicional modelo de planos de saúde e entender a maior participação dos financiadores nestes novos modelos de negócio.

22 de maio (quarta-feira)

Sala 1: Qualidade e segurança assistencial

O objetivo deste seminário é discutir como integrar os comitês de pacientes e familiares à estrutura do hospital e quais as estratégias adotadas para o envolvimento de pacientes e familiares no processo de cuidado. O processo de disclosure – que reconhece e informa ao paciente a ocorrência de um evento adverso mantendo a confiança e confiabilidade no sistema de saúde – também será um dos temas abordados no evento. Entre os cases apresentados, o caso Julia Lima – jovem que faleceu por conta de um evento adverso e gerou uma mudança no hospital - e a criação de comitês e procedimentos de gestão.

Sala 2: Relações comerciais no hospital do futuro

A proposta do tema é debater as relações comerciais entre prestadores, operadoras e indústria. As perspectivas, os desafios e os novos modelos, que passam pela medição e criação de propostas de valor.

Sala 3: Saúde baseada em valor (VBHC)

Tendência do setor, a saúde baseada em valor é uma proposta de reorganização dos sistemas de saúde em torno da relação entre desfechos clínicos e custo dos serviços relacionados aos resultados obtidos. Serão discutidos os modelos, desafios de implementação, resultados e performance, no Brasil e no mundo.

Sobre a Anahp

A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) é uma entidade representativa dos principais hospitais privados de excelência do País. Para saber mais, visite o site.

Bionexo marca presença na 26ª edição da feira Hospitalar

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Em sua 19ª participação, empresa reforça sua visão de transformar a saúde por meio da tecnologia e exibe sua atual fase de crescimento

Entre os dias 21 e 24 de maio, a Bionexo, empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para gestão em saúde, estará com stand na 26ª edição da Hospitalar, evento que é fonte de oportunidades de negócios e desenvolvimento tecnológico no setor da saúde. Com exposição de mais de 1.200 marcas, presença de mais de 50 países, cerca de 40 eventos simultâneos e 85 mil visitas profissionais, a feira é a maior das Américas no setor e será um espaço importante para a Bionexo contar sobre seu atual momento de expansão.

O ano de 2019 significa mudança de patamar para a Bionexo. Apenas no primeiro trimestre, foram feitas 103 novas contratações de colaboradores e atingiu-se um crescimento de mais de 95% em novos contratos, se comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. Ainda em 2019, a companhia está investindo R$ 20 milhões apenas para o desenvolvimento da área de tecnologia e pretende dobrar sua equipe de colaboradores na área. "Estamos aumentando significativamente nosso time de tecnologia dedicado ao desenvolvimento de soluções digitais. Pretendemos acelerar as iniciativas ligadas à inovação e incorporar novas tecnologias com potencial disruptivo para o setor", afirma Rafael Barbosa, CEO da Bionexo.

Dentre as ações da empresa que fomentam tecnologia e inovação está a iniciativa TechEmerge, que teve apoio intensivo da Bionexo durante o ano de 2018. Realizado em parceria com a IFC – International Finance Corporation, membro do Grupo Banco Mundial –, o programa oferece acesso ao mercado e financiamento para empresas de tecnologia de todo o mundo que tenham soluções inovadoras comprovadas para o setor de saúde. O programa recebeu mais de 295 inscrições de empresas de 34 países e atualmente, 20 empresas selecionadas estão implementando projetos-piloto em 15 instituições de saúde brasileiras, com $1 milhão de dólares distribuídos em financiamento.

Com a visão de transformar a saúde por meio da tecnologia, a Bionexo contribui diretamente com a evolução do mercado de saúde. Somente no Brasil, seus serviços impactam positivamente cerca de 38% dos leitos privados e 64% dos leitos de alta complexidade, os quais são responsáveis por cerca de 8 milhões de internações e 50 milhões de atendimentos de urgência do país. As soluções digitais da Bionexo, todas em formato SaaS (Software-as-a-Service), englobam vários processos de gestão, desde o planejamento de estoque à compra e venda de insumos e materiais hospitalares de alto custo. "Nossa proposta de valor é baseada em eficiência, transparência e inteligência para todos os elos do setor, desde hospitais, passando por seus distribuidores e a indústria", conta Rafael.

A multinacional brasileira Bionexo está presente em 1.700 instituições de saúde e 10.000 fornecedores. Além de atuar em todos os estados brasileiros, a empresa tem operações em outros quatro países – Argentina, Colômbia, Espanha e México. Desde seu nascimento, a companhia vem construindo um ecossistema crescente de clientes em busca de transparência, eficiência e inteligência e, 19 anos após sua fundação, seu marketplace atingirá a marca de R$20 bilhões em volume transacionado.

Em dezembro de 2018, a empresa recebeu um investimento de R$ 95 milhões da Temasek, uma companhia de investimentos do governo de Singapura. Os recursos estão sendo destinados para impulsionar essa fase de crescimento da companhia.

Fórum Técnico

No dia 22 de maio, em paralelo à Feira Hospitalar, a empresa reunirá, em São Paulo, grandes nomes de instituições de saúde do Brasil na 14ª edição do Fórum Técnico Bionexo. O evento, apenas para convidados, traz uma proposta inovadora de agenda, focada em tecnologia, colaboração e inteligência de dados para o aprimoramento da gestão de suprimentos e processos logísticos.

Sobre a Bionexo

A Bionexo é uma empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para gestão de processos na saúde. O marketplace da Bionexo conecta cerca de 1.700 instituições de saúde e mais de 10.000 fornecedores, com R$12 bilhões de transações anuais e impacto em cerca de 38% dos leitos privados e 64% dos leitos de alta complexidade do Brasil. A companhia é referência na construção de soluções digitais em nuvem para saúde e no fomento à inovação no setor, contribuindo decisivamente para a profissionalização e digitalização da cadeia de saúde no Brasil e em outros países nos quais atua - Argentina, Colômbia, México e Espanha.

Hill-Rom lança conceito de Connected Care na Hospitalar 2019

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Conceito é baseado em uma plataforma capaz de coletar as informações realmente importantes em tempo real e identifica oportunidades de melhorias para o tratamento
Nos últimos anos, a prestação de serviço em saúde tem adotado um posicionamento centrado no paciente. Movimento cada vez mais considerado elemento essencial para o serviço de saúde de qualidade, colocar o paciente no centro dos cuidados significa respeitar suas preferências, necessidades e autonomia, bem como envolvê-lo nas decisões de saúde de acordo com as escolhas dele. Alinhada a esse conceito, a Hill-Rom lança na Hospitalar 2019 o conceito de Connected Care.

Com um portfólio de produtos que trazem a inovação em seu DNA, a Hill-Rom, uma das primeiras empresas a trabalhar com o conceito de humanização hospitalar, anuncia uma plataforma de software integrado que coleta e analisa dados dos equipamentos conectados em tempo real. Habilitada a coletar as informações realmente importantes em tempo real, a plataforma identifica oportunidades de melhorias para o tratamento e oferece visão acionável aos cuidadores e pacientes.

Segundo Fabio Jácome, diretor de vendas da linha UTI e MedSug da Hill-Rom, com o conceito de Connected Care, a Hill-Rom espera contribuir para a melhoria do tempo que os profissionais de saúde têm para atendimento direto ao paciente. Assim, eles podem se dedicar mais ao paciente, já que a quantidade de tempo gasto com recursos de prontuário é reduzida.

Um dos principais desafios na UTI é o tempo de permanência do paciente, que fica exposto a eventos adversos como infecções e sépsis, úlceras por pressão, pneumonia associada à ventilação mecânica, entre outros. Entre as ações para mitigar esses riscos, a Hill-Rom investe no Programa Mobilidade Progressiva™, que trata os pacientes de forma mais segura e eficiente, com redução nos tempos de permanência na UTI de até 35% e redução no custo de tratamento total de até 17%.

Parte do conceito Connected Care, o leito hospitalar inteligente PROGRESSA é a única cama de UTI que permite gerenciar toda a variedade de pacientes críticos em diferentes aspectos. Além de um investimento inteligente que traz melhores resultados clínicos, o leito contribui para melhor conformidade do hospital com protocolos e práticas da medicina baseada em evidências, otimizando o ambiente de trabalho e o tempo dos cuidadores, o que se reverte em resultados clínicos e econômicos.

"A conectividade das camas ao sistema integrado melhora o tempo de resposta e o fluxo de trabalho do pessoal clínico; a conectividade aos registros médicos eletrônicos melhora a integridade de dados enquanto reduz a quantidade dos recursos de prontuários necessários", diz ele.

Plataforma HR900

Em um complexo ambiente de saúde, hospitais recebem frequentemente pacientes que são cada vez mais agudos, o volume de paciente pode ser impressionante e recursos humanos nem sempre são ideais. Por isso, Hill-Rom apresenta na Hospitalar 2019 a nova plataforma de HR900 com destaque para a linha ACCELLA.

A nova plataforma HR900 contribui para um melhor cuidado ao paciente de forma simples e inovadora, aprimorando os resultados, aumentando a segurança e simplificando tarefas. Versátil e inovadora, a nova HR900 ACCELLATM oferece soluções para uma variedade de ambientes hospitalares de alta e baixa acuidade. Com seu design atemporal, a cama Accella permite atualizações de conectividade avançadas, bem como variedade de superfícies integradas.

Sobre a Hill-Rom

A Hill-Rom é uma empresa de tecnologia médica, com mais de 10 mil colaboradores em mais de 100 países, constantemente inovando para assegurar que médicos, enfermeiras e profissionais da saúde tenham os produtos que precisam para proteger seus pacientes, acelerar sua melhora e gerenciar suas condições.

Reforma da Previdência: um exemplo para a área da saúde

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No momento em que toda a energia do nosso congresso está voltada para a reforma da Previdência, os ativistas da saúde (como classifico aquelas pessoas que lutam agora ou desde sempre pela sustentabilidade de um setor, cada vez mais em xeque) precisam estar atentos, pois o que “quebrou” as contas previdenciárias, está prestes a “quebrar” também o setor de saúde suplementar.

Existem vários fatores que contribuem para o risco da sustentabilidade da saúde suplementar no curto e médio prazos, sendo alguns deles o envelhecimento da população que está acontecendo de forma acelerada, as doenças crônicas cada vez mais prevalentes e as novas tecnologias que também têm chegado com alta velocidade e alto custo financeiro.

Mas qual a saída se estamos diante de situações demográficas inerentes da nossa atual transformação populacional e de soluções tecnológicas, como medicamentos, aparelhos médicos e modernos procedimentos que contribuem em muito com nossa saúde?

A resposta está no campo da educação, promoção de saúde e de melhores hábitos de vida, prevenção de doenças e autocuidado. Precisamos nos preocupar mais com nossa saúde, para conseguirmos gastar menos tempo com nossas doenças. Parece simples, mas não é.

A possibilidade de cada indivíduo ter seu genoma aberto com a medida de seus riscos genéticos para determinadas doenças, o seu mapeamento de hábitos de vida, a internet das coisas capturando um “sem fim” de dados e informações do dia a dia das pessoas, bem como novos modelos em big data com aplicação de inteligência artificial sobre todos esses dados e informações, nos levam ao entendimento de que certamente seremos mais bem assistidos pelas equipes multiprofissionais de saúde como nunca na história da humanidade.

Eu acredito nesse cenário, mas se não houver uma cultura de promoção de saúde e prevenção de doenças, não conseguiremos mudar a nossa atual condição de tratar a doença das pessoas ao invés da saúde delas.

Esse é o ponto: mais saúde e menos doença.

A Aliança para Saúde Populacional é uma organização do terceiro setor voltada a contribuir com o mercado de saúde, fomentando conceitos, definições, melhores práticas, tendências, educação e aproximação de todos os interessados no tema de Gestão de Saúde Populacional. Nos últimos anos, nossa instituição recebeu demanda crescente de grandes empregadores do Brasil, que em última instância são os grandes financiadores do setor de saúde suplementar, pois garantem o benefício saúde para seus colaboradores e familiares. Acreditamos que essas empresas são os grandes vetores da mudança em darmos mais foco à saúde no curto prazo, contribuindo diretamente com os seus colaboradores, garantindo melhor qualidade de vida para eles e seus familiares, bem como maior produtividade e melhor qualidade assistencial.

Em junho, fórum internacional em São Paulo terá como tema principal Gestão de Saúde Populacional: Um Convite Para a Prática, onde reuniremos algumas das melhores experiências do Brasil, dos Estados Unidos e de Portugal para serem compartilhadas com o público e fomentar a mudança tão necessária na busca da sustentabilidade do nosso setor.

Ativistas da saúde: vamos nos mexer para mudar a rota de colisão do nosso setor com a insolvência financeira que parece certa.

AMIB certifica dois hospitais sob gestão da Pró-Saúde

AMIB certifica dois hospitais sob gestão da Pró-Saúde

A gestão realizada pela Pró-Saúde resultou em um importante reconhecimento técnico emitido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) para dois hospitais públicos gerenciados pela entidade.

A certificação, concedida em parceria com a Epimed Solutions, reconhece a Gestão de Indicadores de Qualidade e Desempenho no trabalho desenvolvido nas UTIs das unidades.

O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua (PA), gerenciado sob contrato de gestão com a Secretaria de Saúde do Estado do Pará (Sespa), foi certificado pela segunda vez pela AMIB.

A acreditação atesta que a UTI adulto do Metropolitano está em consonância com os parâmetros estabelecidos pela resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Hospital insere de forma contínua os dados clínicos e epidemiológicos dos pacientes internados na Unidade por meio do Sistema Epimed Monitor.

O Metropolitano possui duas Unidades de Terapia Intensiva Adulto, cada uma com dez leitos — e é referência no tratamento de média e alta complexidades em traumas e queimados para a região Norte do país pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A unidade dispõe de 198 leitos operacionais nas especialidades de traumatologia, cirurgia geral, neurocirurgia, clínica médica, pediatria, cirurgia plástica exclusivo para pacientes vítimas de queimaduras, além de leitos de UTI.

Já o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), em Vitória (ES), pelo terceiro ano consecutivo, também recebeu a certificação da Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Para alcançar o reconhecimento, o HEUE atestou os resultados alcançados na gestão das UTIs, cujo objetivo é atender aos padrões de funcionamento, visando a redução de riscos aos pacientes, visitantes, profissionais e meio ambiente.

O Hospital Estadual de Urgência e Emergência é referência capixaba em atendimento ao trauma. Ele é gerenciado desde 2015 pela Pró-Saúde, por meio de contrato de gestão firmado com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

A Unidade possui 121 leitos de enfermaria, 40 leitos de UTI e 14 leitos de UADC (Unidade de Alta Dependência de Cuidados), além de possuir um pronto-socorro com atendimento 24 horas.

Para a Pró-Saúde, o reconhecimento por parte das certificações representa a excelência dos cuidados aos pacientes críticos, além do direito a uma saúde pública de qualidade voltada aos serviços de assistência ao cidadão.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos.

3 impactos da transformação digital no setor de saúde

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Filas de espera, atendimento que às vezes deixa a desejar e instalações que não passam confiança. Essa é a descrição do maior pesadelo de instituições ligadas à área da saúde.

Hospitais, laboratórios e clínicas começam a investir no conforto dos seus clientes, aplicando tecnologias para aprimorar o atendimento prestado, seja na agilidade do serviço ou no bem-estar do paciente.

A transformação digital tem sido o meio para implementar novas tendências. Conheça três das principais aplicações:

1) Totem de autoatendimento

Essa aplicação pode ser empregada no registro de entrada de pacientes, facilitando o direcionamento interno, além de auxiliar com informações sobre instalações e pagamentos de serviços. O uso desses terminais eletrônicos diminui filas de espera, riscos de descaso e ainda custos operacionais. O novo fluxo confere agilidade no atendimento e reflete diretamente na qualidade da prestação de serviços.

2) Registro eletrônico dos pacientes

O armazenamento digital dos dados agrega muitos benefícios para uma instituição de saúde. A eliminação do papel não só favorece o meio ambiente, mas também reduz a necessidade de espaço físico e os erros humanos, como troca de pulseiras, perda de arquivos, etc. Porém, esse não é o ponto de destaque.

A consolidação dos dados agiliza o fluxo de informações dentro das instalações hospitalares, pois permite uma visão geral do histórico do paciente. Tal solução gera uma grande base de dados e a possibilidade de utilização de técnicas de machine learning e deep learning, que podem contribuir para diagnósticos rápidos de tendências e desenvolvimento de doenças, por analisar informações de vários pacientes, além da identificação de problemas de saúde pública.

3) Etiquetas de identificação por rádio frequência (RFID)

A segurança de pessoas mais vulneráveis, como crianças, idosos ou pacientes com alguma patologia mental, também é um ponto de atenção em ambientes de saúde. Pensando nisso, uma solução com etiquetas de identificação por rádio frequência (RFID) pode localizar esses pacientes dentro das instituições. As etiquetas também podem ser utilizadas na rastreabilidade e no registro de equipamentos, o que colabora com a redução de despesas em função de acúmulo ou perda de ativos hospitalares.

Questão de energia...

Todas as inovações citadas até o momento dependem de uma fonte segura e disponível de energia elétrica. De nada adianta melhorar a eficiência dos serviços se eles podem falhar no primeiro surto de eletricidade. Nesse contexto, novas tecnologias podem ser implementadas para proteger todos os equipamentos, a exemplo dos nobreaks.

Por uma questão de segurança para o paciente, é imprescindível o uso de nobreaks em salas de anestesia, de cirurgia e em unidades de tratamento intensivo. No entanto, podemos aumentar o leque de proteção para outros sistemas de missão crítica localizados em hospitais.

Hoje, é possível encontrar nobreaks on-line que fornecem energia de alta qualidade e que podem ser gerenciados à distância, tendo tamanhos compatíveis com o espaço disponível.

O uso de softwares não somente para o gerenciamento, mas também para a predição de possíveis falhas já é uma realidade, como oferece a Schneider Electric com o Galaxy VS integrado ao EcoStruxure IT.

Além disso, para reduzir ainda mais o espaço ocupado por esse tipo de sistema e o custo de manutenção, é possível utilizar baterias de lítio, que possuem um tamanho 60% menor do que as de ácido de chumbo reguladas por válvula (VRLA) e exigem menos trocas ao longo do tempo.

Atualmente, na área da saúde, não se trata somente de oferecer tratamentos de qualidade. Prestar atenção à jornada do cliente dentro das instalações, desde o momento em que ele chega até o momento em que vai embora, é crucial para o sucesso da instituição. Investir no conforto e na proteção do paciente garante um alto índice de satisfação, gerando uma reputação positiva.

Sobre o autor

Engenheiro elétrico de formação, Alan Satudi é gerente de Marketing de Produtos da Schneider Electric Brasil.

3 Health Techs que estão ajudando a mudar a saúde mundial

3 Health Techs que estão ajudando a mudar a saúde mundial

No último mês tive a oportunidade de viver uma experiência profissional bastante rica. Fui uma das finalistas da premiação internacional Cartier Women's Initiative Awards 2019. A Vittude, startup da qual sou fundadora, era a única empresa brasileira entre as 21 finalistas globais.

Como parte da programação, tivemos 8 dias intensos de visitas, workshops e treinamentos. Durante esse período tive a oportunidade de visitar três Health Techs no Vale do Silício.

Compartilho abaixo um pouco da inovação que essas empresas estão produzindo para a saúde global, bem como os insights e aprendizados obtidos com seus fundadores.

Heartflow

Eleita pela Fast Company como uma das empresas mais inovadoras do mundo em 2019, a Heartflow utiliza deep learning para melhorar a forma como doenças coronarianas são testadas e tratadas. Usando um modelo do coração humano em 3D, a empresa aplica inteligência artificial para prever os impactos de bloqueios (entupimentos das coronárias) nos fluxos sanguíneos e prescrever um plano de tratamento mais efetivo e sem necessidade de uma cirurgia invasiva.

Em 2018, a empresa lançou um APP para médicos, permitindo que eles obtenham as informações necessárias para verificar o status dos pacientes. Nos Estados Unidos, a UnitedHealthcare começou a cobrir os serviços da empresa, o que tornou a HeartFlow disponível através do seguro para cerca de 75% dos americanos.

Medable

Fundada por Michelle Longmire, eleita pela Fast Company uma das pessoas mais criativas do mundo em 2018. A Medable oferece a médicos e pesquisadores uma plataforma para realização de testes clínicos. Através de um app são coletadas informações de saúde de pacientes, sem a necessidade de ida a um laboratório. Os dados, que trazem informações sobre fatores ambientais de saúde, contribuem para a criação do que Michelle chama de "Digitome", um análogo digital do genoma humano. No digitome podem ser encontrados os elementos de saúde que estão fora do código genético. Esses dados conseguem revelar a forma como vivemos e como isso afeta nossa saúde.

Atualmente a plataforma já foi utilizada para mais de 6 mil testes clínicos, sendo aplicada por grandes hospitais e empresas farmacêuticas ao redor do mundo. Até o momento já alcançou cerca de 15 milhões de pacientes. A empresa utiliza inteligência artificial para buscar padrões na forma como pacientes adquirem doenças e blockchain para permitir troca de dados médicos dentro da plataforma.

Tiatros

Uma das empresas que estava ansiosa para conhecer. Fundada por Kimberlie Cerrone, após os filhos retornarem do serviço militar com um quadro de Transtorno de Estresse Pós Traumático, a Tiatros tem como propósito oferecer programas seguros e efetivos de saúde mental, baseados nos conceitos da terapia cognitivo comportamental. Os programas ajudam os clientes a aumentarem a resiliência, a reduzirem a incidência de doenças psicossomáticas e atua na promoção de crescimento pessoal e sucesso profissional. Tem atuação focada no ambiente corporativo, oferecendo os serviços para empresas americanas de grande porte. O objetivo principal é ajudar as empresas a reduzirem os custos de saúde e aumentarem a produtividade.

Ao incorporar tecnologias avançadas de análise e inteligência artificial, personalizam a experiência do participante e melhoram os níveis de envolvimento e os resultados clínicos. Oferecem aos clientes ferramentas para maximizar a saúde e o bem-estar de seus colaboradores, além de gerenciar os gastos com assistência médica.

O Tiatros CarePod usa uma API de processamento de linguagem natural do Watson da IBM. Através disso, obtém informações de saúde dos colaboradores e integra os dados de forma a obter uma visão mais completa da saúde emocional do paciente.

Principais aprendizados

Durante a conversa com os 3 empreendedores, tive a oportunidade de ouvir suas histórias, motivações e principais desafios ao longo da jornada. Mesmo estando no coração de um dos ecossistemas de startups mais importantes do mundo, todos os fundadores compartilharam desafios vividos para captar investimentos, recrutar e reter bons talentos e escalar suas soluções de forma global e sustentável.

Em conversa com o Charles, CTO e fundador da Heartflow, ele compartilhou que seu projeto começou na década de 90, durante seu PHD em Stanford, onde foi professor por anos. No início do projeto, que era inovador e demandava muita pesquisa, encontrou dificuldades em levantar investimentos. Ele compartilhou que o fato de estar dentro de Stanford foi super importante, para a continuidade da sua ideia. Ele conseguiu incubar seu projeto dentro da universidade por quase uma década, ganhando musculatura, inúmeros resultados de pesquisas, patentes, até estar pronto para de fato crescer a empresa, buscar investidores e escalar o negócio, que acaba de receber um aporte de U$$500 milhões, com a participação de investidores como a GE Ventures.

Me peguei pensando: se foi difícil para ele, que era PHD em Stanford, imagine para nós que estamos em um ecossistema ainda jovem como o Brasil. Mas, o que realmente ficou marcado foi a persistência e resiliência dele enquanto fundador. Se você acredita em um negócio, precisa transformá-lo em realidade e isso só depende de você. Ele encerrou nossa conversa com uma frase que trouxe na bagagem: eu acredito que ninguém precisa morrer com um ataque cardíaco, assim como ninguém precisa cometer suicídio por conta de uma depressão. Siga acreditando no seu projeto e dando seu melhor, tenho certeza que terá sucesso.

A Michelle, da Medable, compartilhou que seu maior desafio é gerir uma equipe global. Na competição pelos melhores talentos, ela possui um time de cientistas, engenheiros e médicos situados em diversos países. Alguns ela ainda nem conhece pessoalmente. Quando questionada sobre a eficácia do modelo de trabalho remoto, ela respondeu que o segredo é construir uma cultura forte. Ela afirmou fazer reuniões frequentes com o time e compartilhou que o mais importante é garantir que todos estejam alinhados com relação ao propósito e à visão de futuro da empresa.

Com a Kimberlie, CEO da Tiatros, descobri que o problema de saúde mental nos EUA está ainda mais crítico que no Brasil. Segundo ela, dentro das empresas americanas, mais de 50% dos colaboradores já apresentam sintomas de alguma doença mental e o burnout é cada vez mais presente. No entanto, um dos grandes desafios é produzir soluções inovadoras e escaláveis que não dependam somente do profissional de psicologia. Segundo ela, os problemas relacionados aos transtornos mentais cresceram tanto na última década, que não há mais psicólogos disponíveis para atender os pacientes. Ao contrário do que vemos no Brasil, onde os profissionais possuem ociosidade na agenda, por lá há uma problema na oferta. Por essa razão a inteligência artificial passa a ser crucial e importante.

Em resumo: três ideias geniais, disruptivas, focadas em problemas globais, sendo conduzidas por empreendedores brilhantes, com um desejo genuíno de transformar o mundo em lugar melhor e impactar bilhões de vidas.

Sobre a autora

Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

Automação é diferencial estratégico para Santa Casa de Maceió

Automação é diferencial estratégico para Santa Casa de Maceió

Trabalhar a Tecnologia da Informação como um dos pilares estratégicos para o desenvolvimento e longevidade da instituição tornou a Santa Casa de Misericórdia de Maceió (AL) referência em sustentabilidade financeira em meio ao cenário de crise enfrentado pelas Santas Casas de todo o país.

Uma das aliadas ao processo de automação adotada foi a ferramenta de Workforce Management (WFM) desenvolvida pela SISQUAL, que auxiliou a organização em diversos processos administrativos, trazendo mais agilidade ao BackOffice e à área assistencial.

A entidade, que é parte de um seleto grupo de hospitais centenários no Brasil, também se destaca em qualidade e segurança assistencial, sendo acreditada com nível de excelência pela ONA(Organização Nacional de Acreditação), categoria diamante da Acreditação Canadense e foi considerada a terceira melhor empresa no segmento saúde do Brasil pela revista Dinheiro em 2018.

Sobre a implantação

A SISQUAL atua na Santa Casa de Maceió desde outubro de 2016. Ao entrar na instituição para implementar suas soluções, o processo foi dividido em três etapas: a primeira foi a apresentação e construção dos processos junto aos executivos do hospital filantrópico. Na segunda, em abril do ano seguinte, foi contemplada a implementação do sistema e treinamento das equipes e, na terceira e última etapa, as equipes da Santa Casa, junto com o time técnico alocado no hospital realizaram os últimos ajustes no sistema para que ele atendesse 100% das necessidades corporativas.

O sistema implementado contempla todo o quadro da instituição, desde a diretoria até a equipe assistencial. “No caso de um hospital geral como o nosso, a ferramenta contempla todo o quadro administrativo, operacional e assistencial. Após o início do uso da ferramenta, notamos que processos como montagem de escalas de trabalho, aquisição de benefícios e fechamento de horas extas se tornaram muito mais ágeis”, complementa o gerente corporativo de gestão de pessoas da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, Silvio Melo.

Melhoria dos processos

Melo detalha que a ferramenta de WFM possibilita que a entidade trabalhe seis processos distintos e considerados complexos para as unidade de saúde:

• Sistema de justificativas relacionadas a ausências e atrasos.

• Formulação da escala de trabalho, uma vez que, no hospital existem duas dinâmicas de horários distintas, a comercial, voltada para a área de administrativa e as escalas das equipes assistenciais.

• Economia e organização com o gerenciamento dos benefícios: a ferramenta possibilitou que a Santa Casa realizasse a aquisição do benefício de vale transporte de forma automatizada.

• Avaliação de horas extras trabalhadas: possibilitou ao hospital utilizar este recurso tanto na remuneração de horas extras quanto na concessão de folgas por banco de horas.

• Funcionamento do quadro de colaboradores: permitiu que a administração identifique gargalos operacionais e em qual área há a necessidade de mais ou menos mão-de-obra.

• Gestão de férias dos colaboradores: a ferramenta simplificou a identificação dos colaboradores aptos ao benefício e realocação de mão-de-obra para que a ausência deles não impactasse a operação do hospital.

Impacto assistencial

A área assistencial foi onde a ferramenta apresentou os maiores, e mais significativos, resultados. De acordo com Melo, a definição das escalas de trabalho passou a ser realizada de maneira mais simples, rápida e auxiliou as lideranças no remanejamento dos colaboradores sem impactar no atendimento.

O executivo afirma ainda que o sistema desenvolvido foi complementar à estratégia da Santa Casa de Maceió. “O principal objetivo para termos buscado a SISQUAL foi melhorar a gestão das lideranças por meio de uma visão mais ampla e rápida, reduzindo custos com vale transporte e horas extras e, em terceiro lugar, a automação dos processos administrativos forçando o BackOffice a abandonar as planilhas de Excel”.

”A solução da SISQUAL gerou uma grande contribuição para a Santa Casa eliminando pendências históricas existentes quanto a falta de transparência em relação ao nosso controle de escala. A ferramenta permitiu que a instituição desse autonomia e poder para que cada líder de equipe pudesse fazer o acompanhamento e definição das escalas de trabalho, trocas, justificativas de ausência ou atraso e, principalmente, o dimensionamento de cada setor. A tendência é que esta solução enriqueça ainda mais nossa gestão e que os projetos em andamento, junto à SISQUAL, tragam ainda mais ganhos para a Santa Casa”, completa o diretor administrativo-financeiro da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, Dácio Guimaraes.