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Jornada do Paciente na Telemedicina

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Jornada do Paciente na Telemedicina é apresentada na Hospitalar 2019

Elsevier, Spectator e BIS, levam ao evento uma amostra completa de como a telemedicina é fundamental para a melhora da eficiência da saúde no Brasil

Telemedicina é um dos assuntos quentes do país no momento. E não é para menos: com a utilização desse modelo de prática da medicina, é possível reduzir barreiras de tempo, disponibilidade de profissionais, diminuição na variabilidade do cuidado e localidade geográfica.

Para que a experiência com a Telemedicina seja mais completa, a utilização de Soluções de Apoio à Decisão Clínica (CDS, em inglês) traz ganhos de eficiência no sistema de saúde. Entrega-se cuidado com qualidade, que oferece um fluxo de atendimento com protocolos predeterminados que levam aos pacientes cuidado realizado com qualidade no diagnóstico, não importando quem está do outro lado da linha. Dessa forma, cria-se uma cadeia de processos baseados em evidência, o que é muito positivo para todos os envolvidos: paciente, equipe médica e multidisciplinar.

As Soluções de Apoio à Decisão Clínica fornecem informação com segurança atualizada e baseada em evidências. Ao estar em contato com esse volume de dados organizados, as instituições podem passar à criação de protocolos com parâmetros seguros que trazem mais confiança em fazer diagnósticos a distância. São, então, grandes aliados para que a Telemedicina seja muito mais do que um atendimento via vídeo. Esse atendimento se torna empoderado com as melhores referências científicas atualizadas e baseadas em evidência, que proporcionam a melhor jornada para o paciente. Promove também a diminuição de eventos adversos e a eficiência de todo o sistema, com acentuado valor agregado.

Para demonstrar como a tecnologia relacionada à Telemedicina pode se tornar uma grande experiência para melhorar a eficiência do cuidado e ainda pode ser utilizada em toda a Jornada do Paciente, a Elsevier, a Spectator e a BIS apresentam em parceria na Hospitalar 2019 o Showcase de Telemedicina em Evidência, que demonstra , incluindo médicos, pacientes, equipes interprofissionais e familiares.

Durante o evento, os parceiros apresentam a jornada desde o primeiro momento, com o paciente em casa se sentindo mail; entrando em contato via recursos de telemedicina da Spectator; passando pelo atendimento remoto no hospital com EHR da BIS. A equipe médica então acessa as Soluções da Elsevier Clinical Key, Order Sets e Care Planning para realizar o cuidado e então o showcase apresenta o paciente em casa, realizando o tratamento.

“A Telemedicina é um rico ecossistema que pode ficar ainda mais poderoso com a utilização das CDS, visto que são ferramentas que oferecem conteúdo atualizado e baseado em evidência, o que facilita ainda mais a decisão das equipes envolvidas nos atendimentos. Demonstrar a nossa tecnologia para o público da Hospitalar é uma grande oportunidade de colaborar ainda mais com o setor de saúde brasileiro”, explica Claudia Toledo, diretora de Clinical Solutions da Elsevier Brasil.

“Estamos muito satisfeitos em realizar essa parceria com a Elsevier e a BIS no mercado brasileiro de saúde. Por meio dessa colaboração, forneceremos soluções de assistência médica integradas e sustentáveis, não apenas para melhorar a eficiência e reduzir custos, mas também para melhorar o acesso à qualidade de vida e à saúde de todos os cidadãos brasileiros que precisam de cuidados primários crônicos. Cuidados e Assistência ao Idoso e Apoio”, explica Frans Hermes, fundador e CEO da Spectator Video Technology.

“A Brasil Inovação em Saúde (BIS), em parceria com a Elsevier e a Spectator, lançam de forma pioneira soluções com nível de abrangência que convergem a Jornada do Paciente monitorada com medicina em evidência”, diz Carlos Sá, CEO da BIS.

Além do Showcase de Telemedicina, a companhia ainda apresenta suas Soluções de Apoio à Decisão Clínica em Prescrições Padronizadas (Order Sets), Planos de Cuidados (Care Planing) e Soluções de Auxílio ao Diagnóstico (ClinicalKey e Clinical Pharmachology).

AGENDA

HOSPITALAR 2019

21 a 24 de maio

Expo Center Norte - Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme, São Paulo

Rua C10 – Estande 22-60

Feira Hospitalar - MV participa do maior evento do setor

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A Saúde Digital é o caminho para extrair das tecnologias tudo que elas têm a oferecer, em especial, melhorias no sistema de Saúde como um todo. A MV, líder nacional em software de gestão para o segmento e protagonista no avanço da transformação digital desse setor no Brasil, aprimora sempre seus produtos para ampliar cada vez mais o acesso de todos a uma saúde eficiente, qualificada e integrada por meio da TI. Com a visão de que toda unidade hospitalar deve ser inserida na cultura de inovação para uma evolução completa do sistema que beneficia, sobretudo, o paciente, a MV participa da 26ª Feira Hospitalar com suas plataformas de gestão e novos recursos.

Atenção primária para uma saúde integral

Quando a MV reforça que trabalha com promoção de saúde para todos, isso vai além do que a empresa oferece em soluções de TI para instituições de pequeno, médio e grande porte. A visão se estende aos benefícios que as tecnologias são capazes de prover às pessoas a partir do conceito de saúde integrada e integral. Por isso, no SOUL MV – plataforma de gestão hospitalar que facilita o fluxo de dados nas instituições do setor – a solução de Atenção Primária traz à iniciativa privada uma estratégia proveniente da Saúde Pública e dissemina a prática da medicina preventiva.

Com recursos para controle ambulatorial, agrupamento de pacientes de risco, formulação de programas de Saúde e monitoramento de pacientes crônicos, a solução de Atenção Primária no SOUL MV possibilita aos profissionais de Saúde a visualização em tempo real do andamento de tratamentos, além de integrar os pacientes aos cuidados da própria saúde. Por meio de aplicativos usados tanto pelos médicos como pelos pacientes, esse acompanhamento ocorre ainda após consulta ou alta hospitalar consolidando a prática da Atenção Primária.

A partir de alertas emitidos diretamente nos aplicativos confirmando se o plano de cuidado é seguido corretamente, as equipes médicas e de enfermagem têm ciência sobre pendências no roteiro traçado individualmente e conseguem se comunicar via chat com o paciente. Diante dos mais diversos diagnósticos, o objetivo do recurso é dar continuidade aos devidos tratamentos para o melhor reestabelecimento da saúde das pessoas. “Queremos promover mais saúde por meio da prevenção. Precisamos mudar a visão de que esse é um setor que trata apenas de doenças”, afirma Paulo Magnus, fundador e presidente da MV.

Saúde para todos também a partir da gestão

Para que os clientes não estejam somente automatizados e, sim, alcancem a alta performance no uso da plataforma SOUL MV, está sendo lançada uma solução responsiva (web e mobile) chamada Torre de Controle. O recurso para gestão facilitada de processos garante qualidade das informações e permite o acompanhamento de conformidades, não conformidades e metas diárias em todas as áreas que compõem um ambiente hospitalar e exigem de gestores decisões rápidas para casos específicos.

No contexto da enfermagem, por exemplo, gráficos disponíveis podem ser acompanhados para conhecimento em tempo real de diversos índices, como balanços hídricos e procedimentos invasivos. Dessa forma, em qualquer um dos setores monitorados na Torre de Controle, os gestores conseguem agir imediatamente diante de algo que foge a padrões ou afeta a performance desejada. Isso aumenta a adesão dos usuários aos processos, gera mais segurança, melhora o desempenho das operações e os resultados.

Incluindo a MV também como agente ativo nesse monitoramento, a solução emite alertas a especialistas da empresa que ajudam os clientes a tomar decisões e solucionar problemas na instituição clientes. “Com isso, participamos melhor do alcance de alta performance. Temos especialistas com grande expertise em gestão hospitalar que estão a postos para, a partir de um alerta acionado, promover suporte para a maximização da capacidade produtiva do hospital”, diz Paulo Magnus.

Inteligência artificial

A área da Saúde dá sinais de que será um dos mais importantes campos de aplicação da inteligência artificial. Por isso, a MV está investindo para integrar cada vez mais a tecnologia às suas plataformas. Um exemplo é o primeiro recurso com inteligência artificial da Radiologia no Brasil que está integrado ao VIVACE MV – plataforma que, dentre diversas soluções para centros de diagnóstico, reúne o Picture Archiving and Communication System (PACS) para gestão de imagens médicas.

Tendo como uma das bases o deep learning, o recurso automatiza achados radiológicos ao elencar prioridades na worklist do médico radiologista. Assim, funciona como um assistente virtual de análise que realiza uma triagem no banco de exames para verificar automaticamente, antes do radiologista, o que deve ser tratado como prioritário. Isso, além de otimizar o fluxo de atendimento nos centros de diagnóstico, beneficia principalmente o cuidado com o paciente.

Em processos manuais ou com tecnologias pouco avançadas, o comum é a emissão de laudos pela lógica First In, First Out, o que significa que o primeiro exame a entrar na lista do médico é também o primeiro a sair laudado, independente do caráter de urgência. Na Saúde, a lógica não é eficaz porque a não priorização de emergências pode ser prejudicial à condição clínica do paciente ou fatal em casos graves. Com a inteligência artificial no VIVACE MV, isso pode ser evitado fazendo diferença no cuidado da saúde das pessoas. “Estamos investindo em mais recursos de inteligência artificial para abrir outras possibilidades de melhorias na Saúde. Num futuro próximo, essa tecnologia exercerá, inclusive, importante papel no apoio a decisões clínicas e assertividade dos diagnósticos”, prevê Paulo Magnus.

MV também dissemina conhecimento

Como impulsionar a Saúde Digital é o compromisso da MV, entra no ar este mês a Universidade MV. Reunindo cursos e treinamentos sobre os sistemas da empresa, a plataforma dissemina conhecimentos e expertises da MV a usuários clientes, profissionais de Saúde e qualquer outra pessoa interessada. Segundo Paulo Magnus, “constantemente recebemos solicitações de treinamentos e algumas dessas solicitações são feitas por pessoas em busca de aprimoramento profissional ou melhor adequação ao mercado de trabalho”. Com vídeos interativos, aulas ao vivo, cursos presenciais, infográficos e guias práticos, a Universidade MV está disponível no www.universidademv.com.br e também oferece conteúdo sobre processos, gestão e tecnologia em Saúde.

Sobre a MV

Norteada pela missão de tornar a Saúde mais humanizada e eficiente por meio da TI, a MV oferece há mais de 30 anos soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de Saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de Saúde pública e privadas. Líder nacional em desenvolvimento de softwares de gestão para a Saúde, a empresa construiu um legado no sistema brasileiro. São mais de 1500 instituições utilizando as soluções MV para oferecer eficiência, agilidade, precisão e segurança na prestação de serviços na Saúde. E esse número cresce a cada ano, sobretudo, com a expansão da atuação na América Latina e os reconhecimentos internacionais da qualidade das soluções MV. Para saber mais, acesse nosso site. Acompanhe-nos também no Facebook, Twitter e LinkedIn.

Localização do estande da MV

Estande 90 | Rua 15 | Pavilhão Vermelho

Presidente da ABIMED, Carlos Goulart, antevê crescimento para este ano

A partir de amanhã, o Expo Center Norte, em São Paulo, recebe a 26ª edição da Hospitalar, um dos maiores eventos do setor da Saúde na América Latina. Especialistas do Brasil e do exterior se preparam para marcar presença nos diversos eventos e congressos que vão promover discussões com gestores sobre os mais variados temas relacionados aos novos rumos do mercado de saúde.

A ABIMED - Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos, é uma das parceiras que vai marcar presença no evento. O presidente da instituição, Carlos Goulart, conversou com o blog da Hospitalar e, além de revelar as expectativas para a feira, comentou também sobre o setor da saúde.

Confira a entrevista na íntegra:

Hospitalar: Qual a expectativa da ABIMED para a Hospitalar?

Carlos Goulart: Ao adotar o tema do engajamento e experiência do paciente, a Hospitalar dá um passo importante para propiciar a união da cadeia assistencial e produtiva da saúde em torno dessa questão que é extremamente oportuna e necessária. As transformações que a Saúde está atravessando em função das novas tecnologias colocam o paciente em uma nova posição e tê-lo como centro dos debates é fundamental para sua educação e criação de uma nova cultura, mais alinhada com a crescente responsabilidade que lhe cabe nos cuidados com a própria saúde e qualidade de vida.

H: A ABIMED vai apresentar um painel sobre tecnologia no evento. Como a tecnologia tem sido aliada no engajamento e experiência do paciente?

CG: A tecnologia hoje em dia já influencia a vida do paciente por meio do acesso a um grande número de aplicativos e vestíveis. Essa tendência ajuda a consolidar na saúde uma via de mão dupla cujos resultados são extremamente promissores: se por um lado a tecnologia tem promovido uma mudança de comportamento e de perfil do paciente, que é cada vez mais exigente e exerce maior poder sobre sua saúde e qualidade de vida, por outro, essas mudanças de cultura influenciam o desenvolvimento de tecnologias que precisam estar mais conectadas com a experiência desejada e necessidades do paciente. É uma nova situação, que leva tanto os elos produtivos quanto os assistenciais da cadeia de saúde a buscar e explorar novos espaços e posicionamentos.

H: Qual a expectativa da associação para o setor este ano?

CG: Embora a economia não tenha dado sinais claros de recuperação no curto prazo, ao contrário do que se esperava, o mercado continua demandando, e também existem necessidades de assistência ainda não supridas. Desse modo, o setor não sentiu queda e antevê um crescimento para este ano, ainda que modesto.

Healthcare Alliance participa da Feira Hospitalar 2019

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Com o objetivo de criar a maior rede de acesso a produtos e serviços de Saúde no Brasil e, assim, facilitar o contato de empresas nacionais e internacionais com instituições do setor a procura de soluções especializadas, a Healthcare Alliance se lança ao mercado e participa da Feira Hospitalar 2019 com novidades oferecidas exclusivamente na plataforma. Um biosensor de sinais vitais produzido e patenteado pela israelense VITALERTER, é uma das tecnologias disponíveis para comercialização.

Diretamente de Israel, polo de inovação e concentração de uma das maiores quantidades de startups do mundo, a VITALERTER traz ao Brasil o biosensor com algoritmo de aprendizado profundo e mecanismos de inteligência artificial para monitoramento de sinais vitais e movimentação de pacientes em leitos hospitalares, home care e casas de repouso. Acoplado a camas ou cadeiras de rodas, além de detectar as ações corporais do paciente para evitar quedas, ele acompanha e registra de forma não invasiva frequências cardíaca e respiratória, ajudando profissionais de Saúde a intervirem rapidamente.

“O monitoramento contínuo de sinais vitais é considerado por muitos especialistas como o principal facilitador para prever deterioração da saúde e eventos adversos. Por serem alertas precoces para uma variedade de condições, monitorá-los é crucial em todo ambiente de cuidado”, comenta o fundador e CEO da VITALERTER, Miki Raviv. Problemas de irregularidade no coração ocorrem geralmente de 6 a 8 horas antes de um paciente apresentar parada cardíaca. Disfunções como taquicardia, bradicardia e movimentos rápidos são comuns em convulsões epilépticas. Qualidade de sono e tempo do paciente na cama são indicadores de estado físico-mental e desenvolvimento de condições patológicas, como depressão.

Sem o auxílio de tecnologias como a da VITALERTER, numa UTI, o controle de sinais vitais é geralmente realizado a cada duas horas por um profissional de Enfermagem que registra os dados em um modelo de formulário manual ou eletrônico que difere de hospital para hospital. “Como o biosensor faz o acompanhamento contínuo desses sinais, tudo pode ser visto em tempo real via painéis em interfaces móveis, como tablets ou smartphones. Assim, equipes de Saúde gerenciam mais facilmente os protocolos de atendimento e realizam assistência emergencial ou preventiva nos casos necessários”, destaca Raviv.

Mais soluções na Healthcare Alliance

De acordo com o diretor da Healthcare Alliance, Fábio Sinisgalli, “como o objetivo da plataforma é facilitar o dia a dia de quem procura produtos e serviços e garantir disponibilidade a quem quer oferecê-los, trabalhamos para o desenvolvimento de um ambiente digital cada vez mais completo, integrador e necessário à Saúde”. Líder nacional em desenvolvimento de software de gestão e consultoria para o setor, a MV é a principal impulsionadora dessa iniciativa. “Como temos a preocupação de oferecer sempre por meio da TI benefícios à área onde atuamos e conhecemos bem os desafios, apostamos no pioneirismo da plataforma e na sua capacidade de aliar expertises a necessidades. Se o iFood é um dos mais populares aplicativos de alimentação, faremos com que a Healthcare Alliance dissemine o mesmo propósito de disrupção na Saúde”, diz o presidente da companhia, Paulo Magnus.

Além da VITALERTER, a plataforma já contempla mais de 20 outras empresas e possui cerca de cem em processo de adesão. Na Feira Hospitalar 2019, algumas estarão apresentando produtos e serviços, como a Indyxa, a GREEN Soluções Sem Papel e a Apoio Cotações. Com mais de 15 anos de experiência, a Indyxa integra em seu portfólio infraestrutura de TI com inteligência de negócios, cloud computing, segurança e projetos, como o programa de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A GREEN Soluções Sem Papel agrega inteligência a processos totalmente sem papel a partir de soluções para compartilhamento de documentos com certificação digital. Como uma plataforma de gestão de suprimentos hospitalares, a Apoio Cotações viabiliza relações comerciais transparentes e garante segurança em compras de insumos.

“As instituições de Saúde no Brasil têm muitas necessidades latentes, mas o País também possui muitos fornecedores qualificados a atendê-las. O que não encontrarmos aqui como oferta adequada, buscaremos em outros locais que são referência. O objetivo é fazer a plataforma crescer com uma rede de parceiros homologados e capacitados para todos os nichos do mercado”, completa Sinisgalli, executivo com amplo conhecimento do setor hospitalar e experiências vinculadas à Anahp (Associação Nacional dos Hospitais Privados), ao Sindhosp (Sindicato dos Hospitais do Estado de São Paulo), ao Fehoesp (Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo) e outras instituições da área da Saúde.

Sobre a Healthcare Alliance

A Healthcare Alliance visa promover e desenvolver alianças na Saúde, criando um portfólio com parceiros de renome para atender necessidades de compradores nesse setor. Funcionando como um marketplace, a plataforma conecta as melhores empresas especializadas em soluções para hospitais, laboratórios, operadoras de Saúde, clínicas e demais instituições do setor. Dessa forma, agrega de forma integrada, tanto digital como operacional, excelência em produtos e serviços, o que contribui para a evolução do setor Saúde e a criação de um sistema de valor sustentável. Para saber mais, acesse o site.

Localização na Feira Hospitalar

Estande 90 | Rua 16 | Pavilhão Vermelho

Aliados na luta contra a infecção hospitalar

Aliados na luta contra a infecção hospitalar

O risco de infecção hospitalar é uma preocupação constante dos gestores da área de saúde. Afinal, ninguém deseja que o paciente tenha sua situação clínica comprometida por contrair uma superbactéria ou vírus dentro de um ambiente construído com a finalidade oposta, que é zelar pela saúde. Manter o ambiente hospitalar livre de micro-organismos é um dos maiores desafios, pois não basta a limpeza de paredes, chão e utensílios, quando o próprio ar pode estar contaminado. Além do mais, o odor dos produtos de limpeza pode causar desconfortos e alergias nos pacientes.

A contaminação do ambiente é causada por fatores diversos como a circulação de pessoas, que ao chegarem de áreas externas trazem, sem querer, organismos microscópicos que podem ser prejudiciais à saúde e, quando saem, transportam germes e bactérias que já estavam no ambiente interno. Os sistemas de ar-condicionado também contribuem para o aumento do problema, pois são propagadores de fungos e bactérias, principalmente quando a manutenção é falha. A umidade que se forma no interior dos aparelhos se transforma em ambiente propício para a proliferação desses micro-organismos, lançados ao ar quando os equipamentos estão em funcionamento.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), dos mais de 234 milhões de pacientes operados por ano no mundo, um milhão deles morrem em decorrência de infecções hospitalares e sete milhões apresentam complicações no pós-operatório. No Brasil, um estudo feito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) mostrou que 95% dos jalecos médicos estão contaminados. Vale ressaltar as recentes notícias sobre o fungo Candida auris, resistente a medicamentos, responsável por casos de infecção hospitalar em vários países, inclusive nos Estados Unidos, com chances de chegar ao Brasil. Na Inglaterra, na Espanha e na Venezuela centros hospitalares tiveram de fechar setores inteiros para fazerem a desinfecção.

O quadro exige investimento em meios mais modernos e eficientes para descontaminação do ambiente. Em vigor desde 4 de janeiro de 2018, a Lei Federal 13.589 torna obrigatória a execução de um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) de sistemas e aparelhos de ar condicionado em edifícios públicos e de uso coletivo. A lei se aplica também aos ambientes climatizados de uso restrito, que devem obedecer a regulamentos específicos como a norma NBR 7256. Houve um prazo de seis meses para a devida adequação, que terminou em julho do ano passado. Quem não cumprir a nova regra pode ser multado em valores que vão de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.

A boa notícia é que o mercado oferta um amplo portfólio de tecnologias para medição e descontaminação do ar nos ambientes internos como de hospitais e em sistemas de ar condicionado. Além dos filtros tradicionais que atuam passivamente esperando o contaminante passar por dentro dele para ser anulado, o Brasil já conta com uma solução ativa que usa o ar como meio de transporte para que oxidantes naturais efetuem a descontaminação do ambiente e outra que utiliza luz ultravioleta na serpentina do aparelho de ar-condicionado, descontaminando através da eliminação do biofilme.

Tais sistemas são verdadeiros aliados da área de saúde na medida em que contribuem para a redução de casos de infecção hospitalar, com diminuição de custos derivados da ampliação do tempo de internação e uso de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Vale ressaltar que o ambiente não fica mais saudável apenas para os pacientes, mas também para funcionários e visitantes.

Sobre o autor

Henrique Cury é membro atuante do Qualindoor, Departamento Nacional de Qualidade do Ar Interno da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) e diretor da EcoQuest do Brasil.

HIMSS@Hospitalar Forum 2019 antecipa tendências em saúde digital

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Sob o tema Digital Health.19 – Previsão, Prevenção e Cuidado Preciso, as 47 conferências proferidas por profissionais de 11 países discutirão as melhores práticas, produtos e serviços de eHealth.

Serão quatro dias de palestras e debates estruturados em cinco verticais de conteúdo: Hospital Innovation; Health Consumerization; Telehealth, EHR/Big Data, Digital Health e Health Analytics. Este é o HIMSS@Hospitalar-International Digital Healthcare Forum, uma parceria com a HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society), que acontecerá de 21 a 24 de maio de 2019, das 9h às 17h, no Expo Center Norte, em São Paulo. Organizado pela Informa Markets, o congresso é o único evento nacional que representa o fórum global de tecnologia e inovações para a saúde da HIMSS e contará com a presença de speakers do Brasil, Canadá, Colômbia, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Holanda, Israel, Noruega e Reino Unido.

Diante das mudanças em curso na regulação da consulta médica realizada à distância, e considerando-se a estimativa da OMS - Organização Mundial de Saúde de que 60% dos problemas relacionados ao primeiro atendimento poderiam ser encaminhados via on-line, há uma previsão de que até 2022 de 20% a 25% de todas as consultas médicas realizadas no Brasil sejam feitas de maneira remota. “Nos próximos 5 anos a área de telehealth deve movimentar entre US$ 7 e 8 bilhões de dólares somente no Brasil, sendo que a grande porta de entrada para transformações em larga escala será o modelo de consultas on-line”, explica Guilherme Hummel, coordenador cientifico do HIMSS@Hospitalar e head mentor do eHealth Mentor Institute. Entre os 11 melhores Sistemas de Saúde  do mundo, 7 serão representados na  programação do congresso, com temas como “Telemedicina emergencial para Localidades Extremamente Remotas”, do Hospital Israelita Albert Einstein, ou “Teleconsulta e Telediagnose na Espanha – caso Costaise”.

No campo de EHR e Big Data será realizado o painel “Edison, Plataforma de Inteligência Artificial – Conectando milhões de imagens para a eficácia da decisão clínica”, em que será apresentada pela primeira vez no país a Plataforma Edison, lançada pela GE, na Alemanha, em agosto de 2018. O sistema faz a busca por dados de imagem dispersos em diferentes bases de dados, estabelecendo uma correlação entre esses registros, criando valor e conhecimento inéditos sobre o histórico de saúde do indivíduo.

Outra vertente de serviço amplamente impulsionado pelos avanços digitais é o de teletriagem, área fundamental para a melhoria dos serviços de orientação e atendimento hospitalar. Atualmente, apenas 15% dos 7 mil hospitais brasileiros adotam algum serviço gerenciado de triagem, o que eleva não apenas o tempo de atendimento, como os custos dos serviços, impactando toda a cadeia de saúde. “A teletriagem chega para solucionar um dos maiores gaps nos provedores de atendimento de saúde no Brasil, uma vez que possibilita uma melhor pré-avaliação dos sintomas e avaliação diagnóstica, como também no direcionamento do paciente dentro da cadeia de saúde, que pode ser feito de acordo com a proximidade geográfica entre paciente e o especialista”, afirma Guilherme Hummel.

O Himss conta com o patrocínio da InterSystems, Salesforce, Cisco, Pixeon, GE Healthcare, Abbott e Poloit.

Grupo Pardini deve expandir núcleos técnicos do L2L

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Novas unidades seriam instaladas no Nordeste e no Sul do Brasil para atender ao apoio

Com o objetivo de apresentar ainda mais agilidade, melhor nível nos serviços e segurança nos resultados de exames, além de aumentar a capacidade produtiva, o Grupo Pardini vai expandir o serviço do Lab-to-Lab (B-2-B) em todo o país. A Companhia deve instalar Núcleos Técnicos Avançados (NTAs), em cidades-polo no Nordeste e no Sul do país semelhantes aos que já existem em São Paulo, Goiânia e Rio de Janeiro para atender exclusivamente o negócio L2L.

O objetivo é melhorar ainda mais o nível de serviço para o cliente, por meio de entregas rápidas e digitalização de processo, tudo isso amparado em altos padrões de qualidade, característica que destaca a Companhia no mercado L2L.

Essas áreas produtivas, mais próximas de boa parte dos clientes do Lab-to-Lab, poderão entregar os resultados dos exames com ainda mais rapidez, o que é fundamental quando se fala em acesso a um diagnóstico que pode ser decisivo na tomada de decisão de um tratamento ou terapia médica.

Essa expansão de Núcleos Técnicos foi viabilizada pelo Projeto Enterprise, que permite que a companhia produza em qualquer lugar do Brasil, com a mesma tecnologia e mesmo custo da produção do seu Núcleo Técnico Operacional (NTO) em Vespasiano/MG.

O Projeto Enterprise é a maior automação laboratorial do mundo e aumentará a capacidade produtiva do Grupo Pardini para 160 milhões de exames anuais. Em 2018, a Companhia realizou quase 93 milhões de exames. O Enterprise está em fase avançada de implantação em Vespasiano e nos NTAs existentes, com mais de 70% realizado.

Os novos NTAs, assim como os que já existem, serão conectados ao NTO, em Vespasiano, por meio da sala de controle, chamada de Comand Center. Lá estarão reunidas as informações de todas as linhas produtivas do Grupo, em tempo real. Além disso, essas novas unidades produtivas serão construídas com as premissas, plataformas e metodologia própria desenvolvida por meio do projeto Enterprise.

Sobre o Grupo Pardini

O Grupo Pardini está entre as maiores empresas de Medicina Diagnóstica do país, com faturamento de R$ 1,3 bilhão em 2018. Conta com quatro canais de venda: Laboratório de Referência (Lab-to-Lab); Medicina Personalizada; Toxicologia; e Unidades de Atendimento ao Paciente (Patient Service Center - PSC), que processaram mais de 92,8 milhões de exames em 2018.

No Lab-to-Lab, a companhia ocupa liderança nacional na prestação de serviços de Apoio Laboratorial, com o atendimento a mais de 6 mil clientes em todo o país. No PSC são 120 unidades próprias nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo. O Grupo foi pioneiro no Brasil na montagem de um parque automatizado em grandes proporções.

Congresso discutirá critério nacional para desospitalização na Hospitalar

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Serviços extra-hospitalares que promovem a continuidade do cuidado não são regulamentados e, por sua vez, não aparecem no Rol da ANS

Processo atende a uma tendência mundial de humanização do atendimento, diminuição de custos e priorização do atendimento multiprofissional

Evento é promovido pelas entidades SINDHOSP, FEHOESP, CNS, FENAESS, IEPAS e pela Nobre Saúde. Grupo de trabalho sobre o assunto deve ser criado

A Hospitalar, principal feira de saúde da América Latina, recebe na edição de 2019 o 1º Congresso Brasileiro de Desospitalização, promovido pelas entidades SINDHOSP (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo); FEHOESP (Federação dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas e Demais Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de São Paulo), CNS (Confederação Nacional de Saúde), FENAESS (Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde; IEPAS (Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde); e pela Nobre Saúde, unidade médica de transição e retaguarda que tem o objetivo de proporcionar um serviço especializado de internação voltado aos pacientes crônicos e/ou de recuperação prolongada.

O sócio-diretor da Nobre, Eduardo Santana, explica que o processo de desospitalização – um modo de prosseguir o tratamento de pessoas enfermas, propiciando a elas um ambiente fora dos hospitais que favoreça sua melhora – é caminho indispensável para a população brasileira em processo de envelhecimento e que este processo atende a uma tendência mundial de humanização do atendimento, diminuição de custos e priorização do atendimento multiprofissional.

Os assuntos para o 1º Congresso Brasileiro de Desospitalização foram escolhidos após conversas com os principais líderes do setor de desospitalização no Brasil. "Ainda não temos um critério nacional para desospitalização. Com isso, os serviços extra-hospitalares que promovem a continuidade do cuidado não são regulamentados e, por sua vez, não aparecem no Rol da ANS. Isso prejudica a transição de cuidados e aumenta, portanto, a taxa de permanência hospitalar, o que coloca em risco a segurança do paciente", explica Santana, que mediará os debates de uma mesa. "Após a construção coletiva de critérios de elegibilidade, a saúde do país poderá ter uma ferramenta para tornar o sistema mais seguro, eficiente e sustentável", completa.

O objetivo do evento durante a Hospitalar é alcançar o primeiro critério universal e nacional de desospitalização do país. "Sabemos que o desafio é grande, por isso um encontro não será suficiente; assim, com o importante apoio do SINDHOSP e do FEHOESP, iremos criar um grupo de trabalho para dar seguimento e refinamento à ferramenta de desospitalização que teremos ao final do congresso."

PROGRAMAÇÃO

Grandes nomes foram escolhidos para a discussão, que terá Yussif Ali Mere Junior,– presidente da FEHOESP; Breno Monteiro, presidente da CNSaúde e FENAESS e José Carlos Barbério, presidente do IEPAS, na abertura. O evento contará também com a participação de Ana Maria Malik, coordenadora do FGVsaúde da Fundação Getulio Vargas; William Dib, diretor-presidente da Anvisa e profissionais representantes de planos de saúde e hospitais. Para maiores informações acesse o site.

Telemedicina e a compaixão em saúde

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Uma polêmica recente na saúde é a regulamentação da telemedicina. Os defensores afirmam que se trata de recurso já amplamente usado na assistência médica atual, como, por exemplo, na troca de mensagens e no compartilhamento de fotos via celular para o pedido de opinião. Os opositores entendem que os atendimentos de saúde mediados pela tecnologia promovem a quebra da relação pessoal entre médicos e pacientes e prejudicam moradores de municípios distantes - que correm o risco de passar a vida sem ver um profissional de carne e osso. Os argumentos são consistentes de ambos os lados e é consenso que são necessárias adaptações.Inicialmente, deve-se reconhecer que a telemedicina é parte da realidade. Se não olharmos para as soluções digitais na saúde, não estaremos olhando para todas as soluções. Ao mesmo tempo, no recentemente lançado livro The Revolutionary Scientific Evidence that Caring Makes a Difference (em tradução livre é A Revolucionária Evidência Científica de que Cuidar Faz a Diferença), os médicos Stephen Trzeciak e Anthony Mazzarelli trazem um conjunto robusto de dados científicos que mostram que a compaixão modifica desfechos.Empatia é a capacidade de o indivíduo sentir e compreender a emoção de outras pessoas, a compaixão envolve fazer algo mais, envolve ação. Conforme os autores, bastam 40 segundos de esforço em ouvir, confortar, demonstrar vontade de ajudar, que níveis de ansiedade são reduzidos. Vários desfechos foram estudados em centenas de publicações, desde controle de dor, diabetes, necessidade de hospitalização e, um dos mais interessantes, redução do estresse do próprio profissional de saúde.Em resumo, usar o tempo para uma atividade simples e nobre beneficia a todos. Da mesma maneira que o progresso tecnológico é inexorável, os robôs não substituirão os médicos. Os cenários não são mutuamente excludentes. A tecnologia não só deve conviver com bom atendimento médico como também pode ajudar o profissional a focar naquilo que mais importa: cuidar bem de outro ser humano.

ABIMED promove debate na Hospitalar sobre o papel da tecnologia no engajamento e experiência do paciente

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Como a tecnologia pode contribuir para aumentar o acesso do paciente à assistência médica, melhorar sua adesão a tratamentos e lhe dar maior conhecimento e autonomia sobre sua saúde e qualidade de vida? Como esse novo perfil de paciente que está surgindo, mais exigente e empoderado, influencia o desenvolvimento de novas tecnologias médicas?

Esse será um dos temas do painel “A tecnologia no engajamento e experiência do paciente” que a ABIMED-Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde promove na próxima terça-feira, 21 de maio, das 16h às 18h, na Feira Hospitalar, em São Paulo.

A humanização da medicina, a mudança dos papéis não apenas do paciente como também do médico e das instituições de saúde, a sustentabilidade financeira do sistema de saúde, a entrada de uma nova indústria no mercado de saúde, – mais notadamente as empresas de Tecnologia da Informação – as inovações trazidas por startups e HealthTechs são aspectos das transformações em curso que também serão abordados pelos debatedores.

O painel será mediado pela jornalista Maria Prata, apresentadora do programa Mundo S/A da Globo News, e contará com os seguintes participantes:

·        Lívia Cunha – CEO e fundadora da Cuco Health, startup responsável pelo desenvolvimento de um aplicativo para ajudar pacientes na adesão ao tratamento. A Cuco foi a primeira HealthTech Latino Americana selecionada para participar do Apple Entrepreneur Camp, em Cupertino, Califórnia (EUA) e ganhou mais de 15 prêmios na América Latina. Lívia é formada em Administração de Empresas na Universidade Federal de Santa Catarina e, antes de fundar a CUCO Health trabalhou com Empreendedorismo Inovador na Fundação CERTI - Centro de Referência de Tecnologias Inovadoras. É filha de médico e apaixonada pelas oportunidades de melhorar a experiência de tratamento dos pacientes.

·        Scott Whitaker – CEO da AdvaMed (Advanced Medical Technology Association), a maior associação da indústria de dispositivos médicos do mundo. Com sede em Washington D.C., a entidade possui mais de 400 membros, de grandes companhias com presença global a pequenas empresas inovadoras de tecnologia. Whitaker tem sido um advogado do avanço da inovação tecnológica médica e do acesso de pacientes às novas gerações de tratamento. Antes da AdvaMed, foi chefe de operações da Biotechnology Innovation Organizations (BIO), que representa as companhias de tecnologia, e chefe de pessoal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) dos Estados Unidos. É formado em ciências políticas, com mestrado em assuntos governamentais pela Johns Hopkins University.

·        Sidney Klajner – Presidente da Sociedade Israelita Brasileira Albert Einstein e cirurgião do Hospital Albert Einstein, especializado em cirurgia geral e cirurgia do aparelho digestivo. É Fellow do American College of Surgeons e autor de inúmeros trabalhos em cirurgia digestiva publicados em revistas internacionais, além de coautor de vários livros.  Klajner é membro do Conselho Superior de Gestão em Saúde da Secretária de Estado da Saúde de São Paulo para o biênio 2019/2020 e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, e de diversas sociedades médicas de especialidade. Integra também o Conselho de Administração do Instituto Coalização Saúde e o Conselho Consultivo da Fundação Faculdade de Medicina (FMUSP).

·        Waldemir Cambiucci - Diretor do Microsoft Technology Center no Brasil, o maior centro de tecnologia Microsoft na América Latina, voltado a discussões e projetos em transformação digital para clientes e parceiros da empresa. Cambiucci é responsável pelas discussões de Internet das Coisas (IoT), Transformação Digital, Arquitetura de Soluções e Computação Quântica. É graduado em engenharia de computação, possui mestrado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP), MBA em finanças corporativas pelo Instituto Mauá e MBA executivo em administração pela FGV-SP. É certificado em Quantum Computing pelo Massachusetts Institute of Technology, e conquistou diversas outras certificações internacionais.