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ASISA Dental

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Conferência Global MedTech, em Paris, teve participação e apoio oficial da ABRAIDI

Conferência Global MedTech, em Paris, teve participação e apoio oficial da ABRAIDI

A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI – foi apoiadora institucional oficial dos eventos setoriais em saúde mais importantes do mundo. A Conferência Global MedTech Compliance – GMTCC e o Fórum MedTech 2019, realizados de 14 a 16 de maio, na Cité des Sciences et de l'Industrie, em Paris, na França, foram organizados pela MedTech Europa e com apoio da AdvaMed, dos Estados Unidos. Os eventos anuais reunem, há mais de uma década, a comunidade internacional para debater e aprimorar o compliance em saúde, principalmente no setor de Dispositivos Médicos.

“Nos debates preliminares da Conferência Global foram apresentados os princípios comuns de AdvaMed e MedTech Europa em relação ao compliance. Ambas estão caminhando para harmonizar os conceitos de ética com os seus membros”, informou Bruno Bezerra. As reuniões são realizadas, normalmente, apenas com membros da Global MedTech Alliance – GMTA, e representantes dos fabricantes, associações de fabricantes e distribuidores de vários países. A ABRAIDI representou o setor de fornecedores de Dispositivos Médicos do Brasil.

O diretor-executivo contou que houve uma apresentação da federação internacional dos fabricantes de medicamentos sobre compliance, onde mostraram o que estão fazendo em nível global, dificuldades e resultados até agora. E completou que os próximos passos serão “resolver eventuais problemas que ainda persistem para uma harmonização ainda maior, bem como discutir a implementação disso pelas empresas e associações nos países, além de outros itens relevantes como certificação, governança e transparência”.

Fórum MedTech

O Fórum MedTech 2019 é um espaço de discussões para compartilhar idéias e experiências de maneiras que mobilizem novas parcerias e soluções inovadoras para os desafios constantes em relação ao compliance na indústria de Dispositivos Médicos. Neste ano, a Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde participou de uma sessão de debates com foco nos distribuidores que reuniu palestrantes da Europa e dos Estados Unidos que tratou de due diligence, auditoria em distribuidores, programas de treinamento e os principais países de risco atualmente. O diretor-executivo da ABRAIDI, Bruno Bezerra, foi um dos palestrantes.

Bruno Bezerra enfatizou o trabalho que a ABRAIDI tem feito em termos de qualificar o distribuidor em compliance. Ele lembrou que o Brasil, por ser um país enorme, possui realidades regionais de mercado muito diferentes, e isso faz com que as empresas distribuidoras também possuam diferentes níveis de organização e profissionalização. “Após a máfia das próteses e a criação do Instituto Ética Saúde, pela ABRAIDI, os distribuidores continuaram nesse movimento de abertura ao compliance, através da qualificação e estruturação dos programas internos”, completou.

“No ano passado realizamos o 1° Workshop Compliance para Distribuidores com amplo apoio da AdvaMed e participação efetiva dos associados”, destacou Bezerra. O diretor-executivo ainda ressaltou a importância dos fabricantes serem parceiros dos seus distribuidores e dos treinamentos trazerem mais questões do dia a dia do distribuidor, questões práticas e não só legislação, realidade de outros países que não existem ou não são aplicáveis no Brasil.

Soluções de Apoio à Decisão Clínica

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Soluções de Apoio à Decisão Clínica são ferramentas fundamentais para a redução na variabilidade do atendimento na saúde

De acordo com o último Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, cerca de 58 mil pessoas chegaram a óbito nos hospitais brasileiros por conta de eventos adversos, ou seja: falhas de profissionais no cuidado de pacientes, equívocos na medicação, problemas nas cirurgias e infecções hospitalares.

A transformação digital na área de saúde tem como objetivo modificar essa triste realidade. Nesse processo, as Soluções de Apoio à Decisão Clínica são essenciais para reduzir os eventos adversos por intermédio da padronização de protocolos, integrados ao prontuário eletrônico, com conteúdos atualizados, confiáveis e baseados em evidência. Esta mudança de paradigma torna o cuidado mais seguro, já que evita a variabilidade no atendimento aos pacientes, mas não deixa de prover um atendimento personalizado.

Para falar sobre esse tema e sobre as melhores práticas no mundo, Tim Morris, diretor de Produtos e Parceria da Elsevier vem do Reino Unido ao Brasil para uma palestra no HIMSS@Hospitalar 2019. O tema é “Sistemas de Decisão Clínica: papel na redução das variações da qualidade dos serviços de saúde”.

Tim Morris tem mais de 30 anos de experiência no setor de saúde. Esta expertise engloba todos os aspectos da indústria, incluindo cuidados clínicos como enfermeiro responsável em um Pronto Socorro de Londres, vendas diretas e desenvolvimento de produtos com uma variedade de empresas públicas e privadas em todo o mundo. Atualmente, ele é o diretor de Portfólio e Parcerias da Elsevier, responsável por garantir que as ferramentas de Apoio à Decisão Clínica atendam às necessidades locais das regiões que atendem e impactem positivamente os clínicos e pacientes em suas vidas diárias.

A palestra de Tim Morris acontece durante o HIMSS@Hospitalar: “Digital Health.19 - Predição, Prevenção e Cuidados de Precisão”. O executivo tem espaço na vertical Hospital Innovation, cujo objetivo é mostrar como as ferramentas de Digital Health estão transformando o conceito de medicina hospitalar, permitindo a redução da variabilidade e a melhora na qualidade e segurança do paciente.

AGENDA

HIMSS@Hospitalar

Palestra Tim Morris da Elsevier

“Sistemas de Decisão Clínica: papel na redução das variações da qualidade dos serviços de saúde”

Acontece dia 21 de maio, às 9h45, no HIMSS@Hospitalar 2019, 2o Mezzanino – Sala 17.

26ª edição da Hospitalar apresenta soluções inovadoras para a área de Facilities

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A área se traduz hoje como um dos principais pilares para a modernização e o crescimento das instituições de saúde em todo o mundo.

Entre os dias 21 e 24 de maio acontece o mais importante evento de saúde e principal plataforma de negócios e networking da América Latina, a feira Hospitalar. Entre os destaques desta edição está o segmento de Facilities, que abrange os serviços de apoio e Hotelaria e é um dos principais pilares de crescimento para o setor de saúde.

“A presença estratégica da área de Facilities nos hospitais vem ganhando cada vez mais força, uma vez que contribui para o direcionamento eficaz dos investimentos, a modernização e a manutenção das estruturas, além de favorecer o reconhecimento da qualidade daquele espaço por parte do paciente e seu acompanhante”, declara Marcelo Boeger, coordenador científico de Facilities na Hospitalar.

O Hospitalar Facilities reunirá dois espaços para promover debates, palestras e demonstrações, em tempo real, de equipamentos e soluções. O primeiro deles, o Facilities Innovation, gratuito e aberto ao público, traz exemplos concretos de como este setor pode auxiliar a reduzir os custos em hospitais, clínicas e laboratórios, melhorando a eficiência no atendimento e a segurança do paciente. Já o segundo, o Facilities Congresso, promoverá uma série de debates sobre cases atuais que destacam a importância da integração na cadeia do setor, a fim de favorecer fluxos e otimizar processos.

Destaques 2019 - @Hospitalar Facilities

Como destaques desta edição, o público terá acesso a produtos e soluções inovadoras, entre elas um dispensador automático de uniformes e privativos - produzido por uma empresa Israelense e representada no Brasil pela IDtrack.  “Atualmente, a evasão do vestuário em hospitais que possuem bons processos para controle está entre 3 e 5% ao mês; já em espaços que não contam com esta mesma gestão, o índice é muito maior, podendo girar em torno de 10%. Com este distribuidor inteligente é possível, por exemplo, garantir que os uniformes adequados estejam sempre disponíveis nos locais certos para os usuários. O sistema ainda permite a identificação dos uniformes não devolvidos e os respectivos usuários, bem com a taxa de utilização por usuário ou departamento.

Além de controlar a vida útil dos vestuários o foco está em garantir um processo de uniformização mais eficiente, contribuindo inclusive para a redução da contaminação, além da redução de custos. Ainda existe a possibilidade de integração com a tecnologia RFID (sigla em inglês para Radio Frequency Identification), fundamental para auxiliar na gestão e higiene de todo o vestuário hospitalar – das equipes clínicas aos centros cirúrgicos, torna a nova solução ainda mais interessante”, afirma Marcelo Boeger.

Além das demonstrações com o equipamento no estande da empresa, ao lado do Innovation, haverá a palestra do executivo Achim Schäfer, gestor de Logística e Facilities do Hospital Thurgau AG - Suíça, que já utiliza o sistema. A apresentação será às 10h30, no Congresso, no dia 24 de maio. “O controle do vestuário e enxoval hospitalar é um dos grandes desafios do setor, dada a dimensão e as necessidades específicas da área da saúde.”, comenta o executivo.

Também será possível conhecer a Solução ProXper Health, uma solução de controle, conforto e segurança centrada no paciente. Desenvolvida pela empresa Evolutix, a solução será demonstrada dentro de um quarto digital, que traz automação em tablets, white board digital, entre outras soluções. “Teremos uma instalação no local, para que o público tenha a experiência real desta solução, com simulações de comando de voz para a realização de atividades cotidianas, como controle da iluminação, abertura e fechamento de cortina, chamada de voz. Além disso, a tecnologia confere segurança ao paciente e seus familiares que podem ter acesso a toda a equipe clínica que vai realizar o seu atendimento no hospital via White Board Digital. A solução também integra um prontuário digital, agenda do paciente, controle de acesso, filmes e vídeos institucionais, que poderão ser acessados do quarto do paciente”, afirma Boeger. A Solução ProXper Health já está disponível em alguns hospitais no Rio de Janeiro, Porto Alegre e, mais recentemente, São Paulo. Segundo o especialista Marcelo Boeger, “o paciente está no centro do cuidado e sua experiência deve ser cuidadosamente desenhada”. A percepção do cliente é fortemente afetada pelos serviços que serão apresentados, pois demonstra ao paciente a qualidade em serviços e, para o hospital, há inúmeros ganhos em eficiência de processos e produtividade.

Uma outra inovação tecnológica que pode ser apropriada pela área e que será apresentada serão os robôs interativos, que poderão ser utilizados para auxiliar nos diversos processos hospitalares, favorecendo a agilidade das atividades internas e reduzindo custos. “A inteligência artificial veio para ficar e a cada dia se torna mais relevante para o desenvolvimento de soluções inovadoras para as mais diversas áreas, como a saúde”, comenta Marcelo Boeger. Desenvolvidos pela empresa Pluginbot, os robôs humanóides contam com capacidade de reconhecimento facial de emoções, são interagentes, conectados e equipados com módulos de mapeamento dos espaços, além de sensores de toque, câmeras e microfones.

Uma Arena Gourmet também está entre as novidades da @Hospitalar Facilities 2019. Neste espaço, o público poderá conhecer todo sistema de montagem e distribuição de dietas com a tecnologia revolucionária do Cook & Chill, que consiste em eliminar riscos de contaminação devido a preparação rápida em cozinhar, resfriar, regenerar e servir as dietas com total qualidade, satisfação e segurança do paciente. É importante ressaltar o quanto o hospital economiza com esta tecnologia, pois permite maior planejamento da gastronomia e da alimentação nos hospitais, além de oferecer maior variedade nos cardápios, customização para as diferentes dietas, tudo sem perder o valor nutricional dos alimentos” - afirma o executivo.

Além disso, serão estudados alguns resultados reais trazidos pela integração de processos do Gerenciamento de Leitos com a área de Facilities, utilizando o sistema da Voice Technology. A empresa Verzani Sandrini também irá marcar presença para demonstrar os pontos críticos de uma limpeza terminal “ao vivo” no quarto de demonstrações. Novas tecnologias também serão apresentadas pela empresa W Energy para a gestão de recursos hídricos e redução das contas. “Este é um evento imperdível para quem busca inovações nesta área”, afirma Boeger.

Localizado no @Facilities Innovation, um dos ambientes mais aguardados da 26ª edição da @Hospitalar é o Hospital do Amor, antigo Hospital do Câncer, com sede em Barretos (SP). O espaço cenográfico permitirá interação e demonstrações de toda a jornada do paciente a partir da sua chegada à instituição. Distribuídos em um amplo ambiente, além de um quarto funcional, haverá um espaço voltado à fé e a espiritualidade, o que reforça um dos pontos de maior relevância nos dias de hoje sobre tratamento e recuperação da saúde, que é a questão da positividade e conforto emocional.

Cadeia Fria: O Grande Desafio da Logística Farmacêutica

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Preocupação com a integridade dos medicamentos faz hospitais cobrarem manutenção da cadeia do frio no transporte 

Cadeia fria é um sistema de conservação, manuseio e transporte de produtos com temperatura controlada em todas as etapas do processo, ou seja, a mercadoria em questão não sofrerá possíveis consequências com variações de temperatura. Dentro do universo da logística de medicamentos, esse modelo é fundamental para garantir a qualidade do remédio que o paciente irá receber.

É justamente a qualidade dos fármacos que preocupa a Organização das Nações Unidas (ONU), que, por meio da Organização Mundial de Saúde (OMS), estima que até 50% das vacinas produzidas em todo o mundo são entregues já deterioradas devido ao modelo de armazenamento. “A quebra da cadeia do frio é um ponto importantíssimo que deve ser tratado na logística hospitalar com muita atenção. Sem uma cadeia fria bem estruturada e moderna, não é possível ter eficiência na gestão de medicamentos de um hospital”, afirma Roberto Vilela, presidente da RV Ímola, empresa de logística hospitalar.

Precauções

O objetivo da cadeia fria é evitar que haja comprometimento no efeito do remédio causando a perda de suas propriedades físico-químicas, zelando pela saúde do paciente. Pensando nisso que, desde 1979, o Ministério da Saúde publica manuais da rede do frio para auxiliar empresas da saúde e organizações governamentais no melhor entendimento da cadeia do frio.

Preocupação obvia e recorrente na hora de terceirizar o armazenamento e distribuição de medicamentos dos hospitais, é importante pensar em parceiros logísticos  que tenham expertise no segmento de armazenagem hospitalar e cadeia fria. Todas as regulamentações precisam ser atendidas para garantir total eficiência do medicamento e benefício total ao paciente.

Tecnologia

O transporte adequado de vacinas, biomedicamentos, hemoderivados e outros produtos necessitam de controle de temperatura para não perderem suas propriedades. “Contar com uma completa e moderna infraestrutura logística adequada ao controle de temperatura é essencial. Buscamos o que há de mais moderno no mercado e oferecemos um serviço que, dependendo do medicamento, chega a ser 100% feito em cadeia fria”, afirma Vilela.

Os dados da OMS deixam explicita a necessidade crescente de se aprimorar os procedimentos ligados à cadeia fria devido ao alto nível de descarte de substâncias por carência no cuidado com a temperatura.

Sobre a RV Ímola

RV Ímola é uma empresa especializada em Logística Hospitalar, que conta com antecâmaras climatizadas e docas climatizadas para dar mais segurança na armazenagem e no transporte de seus medicamentos. Para saber mais sobre nossos serviços de armazenamento em cadeia fria, entre em contato.

Especialista aponta 7 tendências para o setor de saúde

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A tecnologia hoje é um dos maiores ativos da área de saúde. Do diagnóstico ao tratamento, passando pela gestão do negócio, todos os setores vêm sendo positivamente impactados por soluções que otimizam de alguma forma a rotina dos médicos e, sobretudo, dos pacientes.

Felipe Lourenço, fundador e CEO da iClinic, plataforma de soluções em saúde e uma das principais health techs brasileiras, acredita que o setor vai passar por uma forte revolução tecnológica nos próximos dez anos. Graduado em Informática Médica e especialista em gestão em saúde pela Universidade de São Paulo (USP), Lourenço pontua três etapas para o avanço da tecnologia aplicada em medicina. “Precisamos digitalizar os processos, padronizá-los e aí conectá-los. Com os sistemas interligados, a medicina vai alcançar altos níveis de resolutividade a um custo cada vez menor. Já existe tecnologia para isso, mas elas ainda atuam de forma individual e pontual”, avalia.

Confira abaixo as 7 tendências em saúde listadas pelo CEO da iClinic.

1 Digitalização, padronização e conexão

No mundo ideal, todo o histórico de um indivíduo deve estar disponível para qualquer instituição de saúde acessar. E por incrível que pareça, muitos consultórios e instituições ainda estão na fase do papel. E estamos falando não só de regiões mais interioranas, mas de grandes centros urbanos, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro. Se usam um prontuário eletrônico, ele não é completo. E se é completo, não conversa com outros prontuários, o que inviabiliza a conexão. Por isso, a primeira etapa para que a tecnologia possa ter impacto real na medicina em larga escala é a digitalização, padronização e conexão dos sistemas. Dessa forma, todos os dados ficam disponíveis e acessíveis.

2 Inteligência artificial

Uma vez online, os dados de saúde podem ter infinitas utilidades, especialmente quando aplicadas soluções de inteligência artificial. A IA permite que uma máquina aprenda e chegue a conclusões lógicas baseadas em casos anteriores, uma vez que tem muito mais capacidade de memória e processamento que um ser humano. Partindo desse princípio, os desdobramentos da IA no campo da saúde são diversos. Uma vez que a medicina trabalha com protocolo, a IA deve ser cada vez mais utilizada para nortear diagnósticos, modelos de prevenção, tratamento e gestão. A decisão será sempre do médico, mas a tecnologia será cada vez mais decisiva nas análises de possibilidades.

Além disso, uma vez que a base de dados de um determinado grupo populacional esteja bastante completa, a inteligência artificial também poderá prever o tempo que um paciente em determinada condição tende a ocupar um leito, quando possivelmente receberá alta, entre outros fatores. Também é possível que o próprio sistema seja capaz de disparar automaticamente avisos de retorno periódicos aos pacientes baseado em monitoramento em tempo real. Todas essas possibilidades terão forte impacto na gestão de instituição de saúde, na prevenção, no diagnóstico e no tratamento dos pacientes.

3 Value based care

Outra revolução na área da saúde deve se dar no campo de gestão e remuneração dos prestadores de serviços de saúde como um todo. Trata-se da value based care, ou em português, da assistência médica baseada em valor. Neste modelo, médicos, hospitais, convênios, entre outros, são remunerados pela qualidade dos resultados clínicos alcançados, o que deve ser entendido como a melhor resolução possível para o problema de saúde do paciente e/ou a manutenção de seu estado saudável, pelo menor custo. Na prática, a ideia é elevar a régua da qualidade, alcançando resultados melhores com menos orçamento, o que se torna viável pela aplicação de tecnologia.

Atualmente, o modelo difundido é exatamente o oposto: conhecido como volume based care ou fee for service (pagamento por serviço), o sistema consiste na rentabilidade proveniente da quantidade de procedimentos, ou seja, quanto mais exames, quanto mais tempo o paciente fica internado, mais os prestadores ganham. Ao redor do mundo, é sabido que esse modelo vem se mostrando insustentável e pouco resolutivo.

4 Medicina preventiva

As alternativas anteriores invariavelmente colocam o foco da medicina no paciente e não mais na doença. Logo, todos os esforços médicos e tecnológicos devem ser empregados na saúde e bem-estar do paciente. Além do benefício óbvio ao indivíduo, a manutenção de sua saúde custa menos que o tratamento de possíveis doenças, o que, em larga escala, desafogaria o sistema como um todo, público e privado. Os recursos poupados seriam então direcionados para quadros graves, que realmente não puderam ser evitados.

5 Blockchain

O tema que ficou conhecido principalmente por conta das moedas digitais pode ter um grande potencial na saúde. As iniciativas nesse sentido ainda são poucas, mas a proposta de rastreabilidade e inviolabilidade das informações trazida pelo blockchain é muito interessante para garantir maior segurança aos dados de saúde. Na prática, o blockchain é uma estrutura de dados que só pode ser acessada por pessoas autorizadas. Ele pode ser usado para certificar documentos, registrar contratos, entre muitas outras aplicações. Na saúde alguns exemplos de usos são: segurança das informações dos pacientes; armazenamento e compartilhamento de ensaios clínicos ou do histórico do paciente.

6 Impressão 3D

Muito se fala na impressão 3D na indústria e seu uso também vem crescendo na medicina. A tecnologia pode ser usada em diferentes frentes, como criação de dispositivos médicos, impressão de próteses e materiais e até impressão de órgãos e tecidos. Nesse último caso, a matéria-prima de impressão são células-tronco, que são induzidas a um processo de reprodução.

A tecnologia ajuda a resolver o problema de “substituição”, tendo em vista que ganhar um novo rim ou um novo braço, por exemplo, não é algo simples. Mas vai além disso: ela permite a precisão. A impressora 3D “traz à vida” um projeto que foi desenhado para aquele paciente, o que propicia ganhos de “exatidão” em próteses e cirurgias plásticas, por exemplo, mas também em transfusões de órgãos com a diminuição do risco de rejeição. Vale lembrar que há algumas semanas, um grupo israelense imprimiu, ainda em caráter experimental, o primeiro coração humano em uma impressora 3D, com células do próprio paciente.

7 Edição de genes

Com o avanço da bioinformática e o maior conhecimento do genoma humano, técnicas de manipulação e edição de material genético vêm ganhando escala. O tema abre inúmeras possibilidades, como testes genéticos para predição de doenças; criação de tratamentos personalizados para quadros que envolvem o DNA e até mesmo a edição de genes em organismos.

Uma ferramenta chamada CRISPR é uma das mais recentes nesse campo. Ela funciona quase como um bisturi molecular, permitindo incisões precisas no genoma, que levam à edição do mapeamento dos genes. Essa ferramenta possibilita a modificação com uma precisão nunca atingida até então. Ela pode auxiliar no avanço de cura de doenças genéticas, mas também pode levar a uma era de “design de bebês”.

Presidente do SINDHOSP fala sobre desafios do setor e revela o que espera da feira deste ano

Entre os dias 21 e 24 de maio, o Expo Center Norte vai ser palco da 26ª edição da Hospitalar, um dos maiores eventos do setor na América Latina. Especialistas do Brasil e do exterior se preparam para conferir os mais de diversos eventos simultâneos e congressos que debaterão com gestores sobre os mais variados temas relacionados aos novos rumos do mercado de saúde.

O Sindhosp - Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo é um dos parceiros que vai marcar presença no evento. O presidente da instituição, Yussif Ali Mere Jr., conversou com o blog da Hospitalar e além de ressaltar a importância da realização de eventos com o porte da feira, também falou dos possíveis efeitos das reformas previdenciária e tributária e do processo de desospitalização que já é considerado uma tendência mundial.

Dr. Yussif Ali Mere Jr. é formado médico nefrologista e mestre em Clínica Médica pela Universidade de São Paulo. Possui MBA em Economia em Gestão de Saúde pelo Centro Paulista de Economia da Saúde da Universidade Federal de São Paulo. Atualmente, é Diretor Executivo do Grupo Lund de Nefrologia e Presidente da FEHOESP, do SINDHOSP e da ABCDT (Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante).

Confira a entrevista na íntegra:

Hospitalar: Levando em consideração o tema da Hospitalar 2019 (Experiência e engajamento do paciente: Uma abordagem de negócio), como o senhor avalia o papel dos hospitais para a melhoria da experiência e engajamento do paciente?

Dr. Yussif Ali Mere Jr.: – Os hospitais têm papel importante quando falamos em engajamento e experiência do paciente por serem instituições asilares, ou seja, o paciente fica internado. Dorme, acorda, se alimenta, se trata, toma banho e recebe suas visitas no local; ele “mora” temporariamente ali. Os hospitais no Brasil, principalmente os privados, estão atentos a essa tendência e desenvolvendo iniciativas que visam maior interação e colaboração com o paciente. Mas quero frisar que o engajamento e a experiência são importantes em todo o elo da cadeia assistencial de saúde, e não somente nos hospitais.

H: A desospitalização é o tema do congresso promovido pelo SINDHOSP e também é assunto amplamente debatido no setor. Como este processo pode promover a melhoria dos serviços de saúde e o aumento da qualidade do atendimento e bem-estar do paciente?

YAM Jr.: – A desospitalização já está ocorrendo e é uma tendência mundial. Ela também é uma iniciativa que visa melhorar a experiência do paciente, já que ele pode receber cuidados em ambiente extra-hospitalar ou em sua residência. O 1º Congresso Brasileiro de Desospitalização, que acontece no dia 22 de maio, pretende debater os critérios de elegibilidade para que ela ocorra de maneira consciente. Vamos reunir em um mesmo palco todos os atores ligados direta ou indiretamente ao processo de desospitalização: da indústria aos serviços de home care e clínicas de transição.

H: Como o senhor avalia o atual cenário econômico para o fortalecimento e recuperação do setor da saúde, em especial para os hospitais e todo o seu universo serviços?

YAM Jr.: – A saúde é um setor que está diretamente ligado ao crescimento econômico do País. E algumas propostas, como a reforma da Previdência, precisam ser discutidas e aprovadas com urgência para que possamos criar um ambiente mais propício aos negócios, aos investimentos e à geração de empregos. A falta da reforma previdenciária inviabiliza novos investimentos em setores essenciais para a sociedade, como saúde, educação, infraestrutura e segurança. Depois, precisamos fazer uma reforma tributária que simplifique o dia a dia das empresas, diminua a burocracia e traga mais justiça social.

H: Na sua avaliação, qual é o papel e a representatividade de um evento como a Hospitalar para os diversos players que integram a cadeia da saúde?

YAM Jr.: – A Hospitalar é palco de negócios, debates, conhecimento e interação. Ela já faz parte do calendário obrigatório de autoridades, empresários, gestores e profissionais que atuam no setor. Ter uma feira do porte da Hospitalar no Brasil, mostra a importância e a pujança do setor de saúde brasileiro.  

H: Além das reformas previdenciária e tributária o que pode ser feito para melhorar o setor e o atendimento de saúde da população?

YAM Jr.: – O setor tem uma pauta grande de reinvindicações. A FEHOESP e seus sindicatos filiados entregaram a todos os candidatos a cargos executivos nas eleições passadas, propostas que realmente podem fazer a diferença para o crescimento do setor de saúde e para a melhoria da qualidade assistencial. Entre as propostas que defendemos cito uma maior integração entre os setores público e privado. O sistema de saúde brasileiro precisa ser mais eficiente e estudos internacionais mostram que os serviços geridos pela iniciativa privada na saúde são de 20% a 30% mais eficientes quando comparados ao setor público. Maior integração entre público e privado é o caminho que pode melhorar o atendimento prestado à população, fortalecendo o SUS. E essa integração pode e deve funcionar da assistência básica à alta complexidade.

Entenda porque a segurança no armazenamento de dados é tão importante para o segmento de saúde

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Segurança no armazenamento de dados e infraestruturas que sejam capazes de suportar tanto as necessidades de negócios quanto as de atender às regras de compliance é uma grande preocupação de empresas de todos os segmentos. Essa questão torna-se ainda mais sensível com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em 2020. Muito ouvimos a respeito, esse é o assunto do momento. Porém, quando falamos em hospitais, laboratórios e clínicas, o cuidado com o armazenamento deve ser muito maior e a proteção desses dados precisa ser feita da maneira mais segura possível.

Consegue imaginar a quantidade de dados pessoais e informações sensíveis que precisa ser armazenada? São milhares de pacientes, exames, equipamentos, receitas médicas, prontuários eletrônicos, ressonâncias magnéticas, etc. E tudo cada vez mais disponível no ambiente digital. Os números são infinitos e até existe uma discussão a respeito de quem seria a propriedade desses dados: do paciente, da instituição ou até mesmo dos médicos. Sem tecnologia é impossível ser eficiente, especialmente no que tange ao armazenamento de dados. E já existe um movimento no setor, pois se espera que a área de saúde invista pelo menos US$ 2,7 trilhões por ano até 2020 em infraestrutura de TI, globalmente, segundo estudo da International Data Corporation (IDC).

A necessidade é indiscutível. O que muitas vezes não se sabe é onde armazenar esse volume de dados gigantesco. Qual o melhor modelo? Na nuvem, em casa, híbrido? E depois, se eu optar por guardá-los fora de casa, onde eles ficarão hospedados? E por quanto tempo deverei guardá-los? Quais os tipos de arquivos devem ser realmente armazenados? E por aí vai. As dúvidas e perguntas não param.

Antes de qualquer coisa, é muito importante contextualizar a responsabilidade dos hospitais quanto às informações que eles guardam. A instituição é a encarregada por aqueles dados e qualquer tipo de vazamento dos mesmos ou um ataque cibernético no servidor será, obviamente, responsabilidade da empresa que está armazenando essas informações. Com os documentos e exames sendo cada vez mais digitalizados, o volume aumenta exponencialmente e tudo isso exige uma camada de proteção. Tanto em soluções de backup, de data recovery, quanto em armazenamento em nuvem, em todas é preciso haver segurança.

Partindo para as questões técnicas, é fato também que a escolha de onde armazenar, seja por meio de um salvamento de dados local, em uma estrutura específica ou em uma cloud pública, é fundamental para a proteção desses documentos. O primeiro passo é identificar, levantar as necessidades e, a partir disso, montar a infraestrutura mais adequada para seu negócio. Aí vem toda a parametrização, qualificação, separação do que pode estar exposto ou não e dimensionar os insumos necessários na infraestrutura para acomodar toda essa separação. Inclusive, essa estrutura precisa ser definida de acordo com a legislação que rege o mercado de saúde especificamente.

Mas, por exemplo, se a opção escolhida for a nuvem, ela é interessante não só para o armazenamento de dados, mas também para a parte de processamentos e sistemas. Graças a ela, médicos, enfermeiros e toda a equipe médica podem acessar exames, prontuários eletrônicos, listas de medicamentos, informações pessoais de pacientes e mais de maneira remota, prática e segura. Os benefícios vão além das questões de custos e acabam impactando também no resultado do atendimento que é prestado ao paciente. O profissional da saúde terá a possibilidade de acessar informações de atendimentos passados, experiências anteriores do paciente no hospital, checar diagnósticos e a instituição terá uma visão clinica integral, algo que pode ser muito valioso para o gestor do hospital.

É fato que para evitar dúvidas e estresse, o apoio e o know how de um especialista, que tenha uma visão 360º, que seja de preferência agnóstico e que ainda tenha experiência no setor de saúde, pode fazer toda a diferença. Sempre digo que esse é um tipo de trabalho que precisa ser conduzido a “quatro mãos”, afinal, as mudanças não são fáceis de serem implementadas e exigem uma jornada. Só assim é possível realizar um bom planejamento e, com isso, tomar as melhores decisões no que diz respeito ao armazenamento de dados.

Sobre o autor

Silnei Kravaski é diretor executivo da Planus, empresa responsável pelo desenvolvimento do Planus IT 360°, portfólio que ajuda as empresas a prepararem-se para as novas demandas da transformação digital

Digisystem apresenta tecnologias inovadoras para Hospital 4.0

IOT

Com tecnologia IoT aplicada ao monitoramento para evitar a queda em leitos e GPS para localização de pacientes e de equipamentos hospitalares, companhia mostra sua elevada expertise para a jornada da transformação digital em hospitais

A Digisystem, companhia brasileira fornecedora de Soluções de Negócios com tecnologias avançadas, participa da Feira Hospitalar 2019, que acontece do dia 21 a 24 de maio no Expo Center Norte, em São Paulo, com Soluções de Negócios que empregam tecnologias de ponta como Internet das Coisas (IoT) para saúde. O objetivo é apresentar às instituições de saúde a expertise da Digisystem enquanto parceira para a jornada da transformação digital neste segmento.

De acordo com Alexandro Croce, Diretor Executivo de Inovação e Tecnologias Avançadas da Digisystem, "a aplicação de tecnologia traz hoje grandes melhorias na qualidade dos serviços e do atendimento nos hospitais, proporcionando benefícios na área clinica, no relacionamento entre médico e paciente, assim como nos processos de gestão. Neste evento, apresentaremos Soluções de Negócios que respondem as demandas dos hospitais hoje, porque impactam diretamente no atendimento aos pacientes como a redução de riscos de quedas em leitos e a orientação na circulação dentro do ambiente hospitalar", explica Alexandro.

IoT para saúde

Em parceira com a TechData, a Digisystem apresentará duas Soluções de Negócios baseadas em tecnologias avançadas (IoT e GPS). A primeira delas, intitulada Digifall, realiza o monitoramento de pacientes com risco de queda nos leitos e utiliza o conceito IoT, ou internet das coisas, combinando recursos como sensores, inteligência artificial, analytics e dashboards. Diante de números alarmantes de quedas de pacientes em hospitais, com índices que podem variar de 1,4 a 13,0 quedas para cada 1.000 pacientes-dia, a Digisystem oferece uma tecnologia que evita a ocorrência desse tipo de incidente. Por meio de sensores de pressão nos colchões e nas grades das macas, acompanhados por câmeras de calor, o Digifall aponta, em tempo real, se o paciente está deitado, sentado ou se está fora da cama. Caso haja risco de queda, o sistema alerta imediatamente a enfermaria.

A segunda solução que será destacada no evento é o Asset Tracking, desenvolvida com a finalidade de orientar os pacientes em sua circulação dentro do edifício hospitalar, para que encontrem o local correto para a realização de procedimentos. O recurso também pode ser aplicado pela área administrativa do hospital na gestão de ativos e localização dos equipamentos e outros objetos. Para demonstrar o funcionamento do Asset Tracking na Hospitalar, uma cadeira de rodas estará circulando pelo espaço de exposições para que a equipe da Digisystem e TechData possam mostrar no estande a sua localização, em tempo real.

"Participar da Feira Hospitalar é estratégico para a Digisystem. O conhecimento do segmento saúde é uma de nossas expertises e temos desenvolvido projetos pioneiros com tecnologias avançadas para este segmento. Nossas Soluções de Negócios certamente serão grandes aliadas dos hospitais, trazendo segurança, eficiência, controles e redução de custos", finaliza Alexandro.

Endereço durante o evento: Estande 2283

Sobre a Digisystem

Somos uma empresa 100% brasileira, com 28 anos de experiência e unidades de negócios focadas nas tecnologias mais avançadas, capaz de entender as necessidades dos clientes e propor soluções de negócios end-to-end desde a consultoria, planejamento, processos, implementação e sustentação, para ser o seu melhor parceiro na jornada da transformação digital. Também temos relação próxima e de confiança com os principais provedores/fabricantes de tecnologia, sendo parceiros estratégicos: Microsoft | Oracle | WMWare | Symantec | Veritas | CommVault | IBM | Philips | UiPath. A Digisystem conta com 600 profissionais atuando em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Maranhão, Amazonas, Piauí, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Atende mais de 300 clientes dos segmentos de educação, governo, indústria, saúde, finanças, utilities e varejo.

Inatel leva projetos de Engenharia Biomédica para Hospitalar 2019

inatel

Entre os dias 21 e 24 de maio, o Inatel vai marcar presença no maior evento voltado para o setor de Saúde da América Latina, a Hospitalar. Em sua 26ª edição, a feira vai reunir empresas e profissionais da área no Expo Center Norte, em São Paulo, a fim de promover o networking e incentivar a geração negócios.

A instituição será representada pela equipe do CDTTA, centro voltado para pesquisa e desenvolvimento de soluções em Engenharia Biomédica, que demonstrará alguns dos projetos de destaque desenvolvidos ao longo dos seus sete anos de existência.

Os visitantes poderão interagir com uma mão robótica feita em impressora 3D, que pode ser utilizada por pessoas que sofreram amputação dos membros superiores. A intenção do projeto é oferecer uma prótese de baixo custo, com funcionalidades que permitam aos pacientes realizar movimentos meticulosos por meio da estimulação neuromuscular.

De acordo com o engenheiro biomédico Filipe Bueno, coordenador do CDTTA, o projeto integra uma pesquisa maior que prevê o sensoriamento de todo o corpo humano utilizando eletrônica. “Colocamos biosensores na mão robótica que fazem com que os músculos do paciente ativem seus movimentos para que sejam tão precisos a ponto de ser possível segurar uma casca de ovo sem quebrar”, explica.

A equipe também irá expor dois jogos voltados para reabilitação e acompanhamento da progressão de pacientes com restrição motora dos membros superiores. O Rehab e o Armotion são jogos interativos que têm a intenção de fazer com que o paciente se esqueça de que está em um tratamento convencional, deixando o processo de reabilitação mais divertido.

Conheça nossos projetos no estande 57, da rua 19, no Pavilhão Vermelho.

Engenharia Biomédica no Inatel

O Inatel iniciou sua atuação na área de tecnologias voltadas para a Saúde há 15 anos com a criação do curso de pós-graduação em Engenharia Biomédica e Engenharia Clínica, oferecido em Santa Rita do Sapucaí, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A instituição foi uma das pioneiras no Brasil a oferecer graduação em Engenharia Biomédica, tendo formado a primeira turma em 2010. Desde 2012, a instituição concentra o desenvolvimento de projetos voltados para a área no Centro de Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia Assistiva (CDTTA), criado com o apoio do governo de Minas Gerais. Em seu 7º ano de atuação, o centro acumula 16 projetos, alguns inclusive em transferência para o mercado.