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Articles from 2016 In June


Air Liquide lança novo site que conecta página de 80 filiais

airliquide64445564A líder mundial em gases e tecnologias e serviços para a indústria e saúde, Air Liquide, lança um novo site que permite ao usuário navegar pelas páginas dos 80 países onde a empresa está presente.

Em uma mesma URL, o internauta encontra informações sobre os diferentes segmentos em que a Air Liquide Brasil atua, como industrial, engenharia e construção, e medicinal. Uma melhor experiência de navegação é outro ponto de destaque no lançamento do novo website, que têm design responsivo para todos os tipos de dispositivos e um conteúdo mais imersivo para o usuário, permitindo compreender a proposta de valor das soluções da Air Liquide e solicitar diretamente uma cotação.

 A página do Brasil foi a primeira a ser migrada para esta nova plataforma, marcando o início de um novo posicionamento digital da empresa. Na plataforma, também estão presentes informações sobre a atuação em responsabilidade social, carreiras, notícias e eventos da empresa, assim como mapa com contatos das filiais existentes no país e da ficha de informação de segurança de produtos químicos.


Clique aqui para acessar o novo website da empresa

Leia mais:
Air Liquide ressalta fortalecimento de parcerias em Feira Hospitalar

Cuidado hospital: os crackers vêm aí!

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Aconteceu de novo: um cracker anunciou ter vendido mais de 100 mil dólares em prontuários eletrônicos roubados de instituições de saúde americanas e, no total, tem mais de 9,3 milhões de registros à venda. As transações aconteceram em uma Darknet, uma espécie de Internet privada nos confins da Web, e pagas em bitcoins.

Prontuários eletrônicos são documentos de grande valor para o mercado negro e são vendidos por até U$ 100 cada para uma lista de compradores que incluem organizações criminosas mundialmente famosas, como a máfia russa. Com os dados contidos neles, criminosos articulam fraudes a seguradoras e bancos.

E, se há quem pague, há quem faça. Sob o apelido de “thedarkoverlord”, esse cracker - espécie de criminoso que invade ilegalmente sistemas para tirar proveito disso - vêm faturando alto com lotes e mais lotes de prontuários eletrônicos extraídos de diversos provedores de saúde dos Estados Unidos. O que renderam os primeiros U$ 100 mil foram de Georgia e específicos do seguro Blue Cross Blue Shield. Em uma entrevista anônima ao site Motherboard, o cibercriminoso contou detalhes sobre o ataque.

A brecha de segurança utilizada foi a dos protocolos de gerenciamento remoto de computadores, que possibilitam que pessoas autorizadas controlem computadores a distância pela Internet, muito usados para suporte técnico. O cracker, então, conseguia acesso como uma pessoa autorizada e vasculhava tudo até chegar a máquina com acesso aos prontuários eletrônicos.

Infelizmente, essa não é a primeira vez que publico sobre brechas de segurança em saúde nesse ano. Em março, o famoso caso do “sequestro” do hospital de Hollywood veio a tona e tantos outros foram relatados na mídia. Acompanhado da corrida pela informatização da saúde que vêm acontecendo no mundo nos últimos anos, novos desafios são anunciados aos gestores. E os desafios da segurança da informação do paciente, sensível e legalmente protegida, ainda vão custar centenas de milhões de dólares as instituições.

Hoje, o mercado financeiro forma e captura a maioria dos profissionais de segurança de informação no mundo. Nós vamos saber que o setor de saúde trilhou um caminho saudável, quando ele passar a se tornar um mercado promissor para esses profissionais. Se hoje as brechas em segurança vazam, principalmente, informações jurídicas sensíveis a fraudes, num futuro próximo será nosso sequenciamento genético que vai estar dando sopa na Deep Web.

E é para discutir esse e outros assuntos relacionados a cibersegurança, que nós vamos dedicar um congresso inteiro dentro Hospital Innovation Show ao tema. Dias 27 e 28 de setembro, em São Paulo, venha discutir com profissionais referência de mercado sobre cibersegurança no maior trade show de inovação hospitalar da América Latina. Confira o site e marque na sua agenda!

Porque hospitais com PACs ainda usam papel

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De acordo com um estudo publicado pela Applied Clinical Informatics, médicos adeptos ao prontuário eletrônico ainda tem o papel como recurso de resolução de alguns problemas alternativos.

Os pesquisadores examinaram dados de 2.554 médicos de cuidados primários no Departamento de Assuntos de Veteranos sistema e revistos soluções em gestão de resultados do teste. A utilização de PACs pode melhorar o atendimento ao paciente, mas eles ainda sofrem de problemas com layouts, fazendo médicos compensarem com soluções alternativas e isso pode causar imprecisões e tornar muito mais difícil de rastrear informações dentro do sistema.

O estudo revelou que 43% dos doutores questionados já tiveram que utilizar soluções alternativas para acompanhar os resultados dos testes. Dentro desse número, 70%  usaram soluções à base de papel, tais como notas, faxes e listas de papel. Mais de 22% do total da pesquisa usaram uma combinação de papel e métodos eletrônicos, tais como e-calendários, para acompanhamento.

Essas soluções são usadas principalmente como auxiliares de memória, para melhorar a eficiência e facilitar as coordenações de cuidados internos e externos. Os entrevistados relataram achar mais difícil localizar informações e resultados do teste no PACs uma vez que o médico havia examinado uma vez; também responderam ser difícil de controlar a informação digitalmente.

Para a maioria dos médicos, essas soluções melhoram a eficiência porque o prontuário eletrônico acaba gerando uma sobrecarga de alertas, lembretes e outras informações. Outro motivo para a insistência do papel é pelos fornecedores dos hospitais, como de alguns laboratórios que não implementaram VNA em seu sistema, por exemplo.

A pesquisa sugere uma reestruturação dos prontuários de maneira que inclua bilhetes e lembretes digitais, redução dos encargos administrativos e ainda melhorar o suporte para o processamento de notificações.

Leia a pesquisa completa.

InsulinAPP: Controle glicêmico mais eficiente no hospital através de inovação tecnológica.

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O InsulinAPP é um aplicativo médico que foi desenvolvido para facilitar a prescrição médica hospitalar de insulina especialmente a médicos não habituados ao manejo glicêmico em ambiente hospitalar, de acordo com as condutas de diretrizes internacionais. O resultado do aplicativo foi uma plataforma com um formulário simples e rápido com as informações de seus pacientes e, em seguida, um modelo de prescrição médica será gerado, contendo os itens relacionados ao controle glicêmico.

Foi publicado em dezembro de 2015, o artigo científico relacionado ao aplicativo: "New digital tool to facilitate subcutaneous insulin therapy orders: an inpatient insulin dose calculator". https://www.researchgate.net/publication/286400296_New_digital_tool_to_facilitate_subcutaneous_insulin_therapy_orders_an_inpatient_insulin_dose_calculator

Para quem tiver interesse, agora está disponível no Google Play Store para celulares com sistema Android.

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.wInsulinApp&hl=pt_BR

Para desktops ou outros sistemas de celulares:

http://www.insulinapp.com.br. Em breve, estará disponível em sistema iOS.

Página do Facebook:

https://www.facebook.com/insulinapp/

Grupo Hospitalar Vida’s investe em implantação de sistema para gestão de exames

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Para gerir seus equipamentos de raio-x e fazer a gestão de parte dos 30 mil exames de imagem realizados ao mês no Grupo Hospitalar Vida’s, a instituição investiu na aquisição de tecnologia para gestão e armazenamento de imagens, adquirindo o PACS Aurora, sistema de gestão de imagem desenvolvido pela Pixeon.

“Escolhemos a Pixeon pela sua maturidade e por ser a empresa desenvolvedora de softwares nacional para gestão na saúde número um em qualidade”, explica Jihan Zoghbi, diretora de Tecnologia da Informação do Grupo Hospitalar Vida’s. "Temos como objetivo com a implantação otimizar nossos processos de forma que possamos entregar aos pacientes cada vez mais qualidade em nosso atendimento”, completa.

O Grupo Hospitalar Vida’s está investindo não apenas na aquisição de soluções modernas, mas também na aquisição de novos equipamentos de tomografia e ressonância magnética e um novo datacenter para gerir as informações. “Com isso, visamos ter um maior grau de escalabilidade, gerando a oportunidade de atender mais pacientes, com agilidade, contando sempre com segurança na entrega de exames”, diz Everardo Isalberti, Superintendente do Hospital Vida’s.

A instituição visa, com a instalação do PACS Aurora, se tornar filmless e assim atingir um alto nível de digitalização. Além disso, com a ausência do filme, irá otimizar a visualização em tempo real dos exames realizados e consequentemente, economizar tempo na entrega para o médico solicitante, o que trará mais comodidade, rapidez e eficiência no tratamento ao paciente.

Agfa HealthCare une forças com a IBM Watson

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Iniciativa auxilia na construção de uma plataforma de imagem para Gestão de Saúde mais abrangente e integrada, que complementará ferramentas como Enterprise Imaging, Big Data e Clinical Analytics a fim de aprimorar o gerenciamento de saúde da população

A Agfa HealthCare, empresa líder entre os fornecedores de diagnóstico por imagem e soluções de TI em saúde, juntou-se à IBM Watson em um projeto para aprimoramento de plataformas de imagem na prática diária, a fim de auxiliar os médicos no tratamento de cânceres, diabetes, problemas oculares, doenças cerebrais e cardíacas.

O programa colaborativo de imagens médicas, denominado Watson Health, foi lançado pela IBM em abril de 2015 e é formado por mais de 15 sistemas de assistência médica, centros médicos acadêmicos, prestadores de serviços de radiologia ambulatorial e empresas de tecnologia de imagem. A plataforma Watson Health contribuirá ainda mais para a coleta de informações e dados de imagem chamados ‘não estruturados’.

Uma vez com acesso a estes dados, o programa irá combiná-los com documentos de outras fontes, como prontuários médicos eletrônicos, relatórios de radiologia e patologia, resultados laboratoriais, anotações médicas sobre a evolução do tratamento, periódicos especializados em medicina e diretrizes de tratamento clínico, e estudos com resultados publicados.

Com o intuito de reunir informações baseadas no mundo real, a tecnologia Watson Health pode ser implementada em instalações ambulatoriais independentes e em redes de prestação de assistência médica integrada. Desta forma, a comunidade médica poderá identificar e reduzir ineficiências operacionais e financeiras. Além de proporcionar um tratamento mais personalizado, a junção das expertises visa melhorar os fluxos de trabalho e adotar uma abordagem centrada no paciente para aperfeiçoar os resultados e o atendimento.

Segundo Anne Le Grande, vice-presidente da Divisão de Imagem para Watson Health, a computação cognitiva pode transformar a forma como o corpo clínico realiza diagnóstico, tratamento e monitoramento dos pacientes. “Por meio da colaboração da unidade de imagem médica da IBM, a tecnologia Watson Health poderá criar oportunidades para que radiologistas extraiam informações amplas, consigam imagens de alta resolução e, ainda, gerenciem os custos”, declara.

De acordo com o vice-presidente de negócios de TI de Imagens e Soluções de Cuidados Integrados da Agfa HealthCare, James Jay, os sistemas de cuidados médicos buscam melhorar a produtividade constantemente. Nesse sentido, o conhecimento da Agfa HealthCare possibilita condições de aproveitar a capacidade inexplorada da tecnologia para entregar os ganhos que, até agora, só foram alcançados em casos de uso isolado. “Juntos poderemos identificar formas de aperfeiçoar o atendimento de nossos clientes e otimizar o poder analítico da Watson Helath, combinado com nossa própria plataforma de Enterprise Imaging”, explica.

Ainda, segundo Luc Thijs, presidente da Agfa HealthCare, a empresa contribuirá para o sucesso da tecnologia Watson Health, por contar com experiência clínica em seu DNA, estar presente em um em cada dois hospitais no mundo e por seu desenvolvimento de plataformas de ponta para e-Health para Enterprise Imaging, Integrated Care, Population Health Management and Analytics.

Sobre a IBM Watson Health

Criada pela IBM, a Watson é a primeira plataforma tecnológica de computação cognitiva comercialmente disponível, que representa uma nova era na computação. O sistema, armazenado em nuvem, analisa grandes volumes de dados, compreende questões complexas apresentadas em uma linguagem natural e propõe respostas baseadas em evidências. Em abril de 2015, a IBM lançou as plataformas IBM Watson Health e IBM Watson Health Cloud, que ajudam a melhorar a capacidade de médicos, pesquisadores e companhias seguradoras de inovar, ao obter informações de um enorme volume de dados de saúde pessoal que são criados e compartilhados diariamente. A Watson Health Cloud permite que essas informações tenham suas identificações descontruídas, compartilhadas e combinadas com uma visão dinâmica, agregada e em constante crescimento de dados de saúde clínicos, de pesquisa e sociais. Para obter mais informações sobre a IBM Watson, acesse ibm.com/watson. Já para mais informações sobre a IBM Watson Health, acesse: ibm.com/watsonhealth.

Sobre a Agfa HealthCare

A Agfa HealthCare é líder entre os fornecedores de diagnóstico por imagem e soluções de TI para hospitais e centros de atendimento ao redor do mundo. A divisão de saúde do Grupo Agfa é considerada como um dos fabricantes mais importantes do setor de diagnóstico por imagem, oferecendo tecnologia analógica e digital, assim como soluções de TI adaptadas de acordo com as necessidades dos médicos especializados. Esta divisão do grupo também é um fornecedor-chave de soluções de gestão hospitalar e clínica, integrando fluxos de trabalho administrativos, financeiros e clínicos de hospitais e grupos hospitalares. Para mais informações, acesse www.agfahealthcare.com, blog.agfahealthcare.com ou envie uma mensagem para healthcare.br@agfa.com.

Informações para a Imprensa

A4&Holofote Comunicação - www.a4eholofote.com.br

Gabriela Meschini - gabrielameschini@a4eholofote.com.br - (11) 3897-4123 / (11) 97544-5257

Mariana Bertolini - marianabertolini@a4eholofote.com.br - (11) 3897-4133 / (11) 99916-8091

Zambon lança suplemento de ferro com nova tecnologia lipossomal

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O Laboratório Zambon lançou, neste mês, Fisiogen Ferro, um novo suplemento alimentar destinado a pessoas que necessitam complementar e suplementar a dieta em casos de deficiência de ferro. Ele é inédito no Brasil porque traz uma nova tecnologia chamada lipossomal.

A tecnologia lipossomal facilita o uso do produto, especialmente quando existe necessidade do suplemento por períodos prolongados. O ferro, por estar protegido pelo lipossoma, não entra em contato direto com a mucosa gástrica, permitindo seguir diretamente ao intestino, onde deve ser absorvido, com isso não ocorrem eventos de intolerância gástrica observado com os suplementos comuns disponíveis. As outras vantagens que a tecnologia traz são absorção três vezes maior do que outras opções de mercado, baixo evento adverso ao organismo (como intolerância gástrica) e ausência de sabor metálico.

A suplementação de ferro é uma indicação do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para a prevenção da anemia. A anemia é bastante comum em mulheres, muito embora homens - adolescentes e adultos - e os idosos também podem ser afetados. É comum na gravidez, especialmente no segundo e terceiro trimestres, pois há uma redução da quantidade de hemoglobina no sangue e um aumento das necessidades de ferro. Qualquer pessoa, entretanto, pode apresentar necessidade de suplementação do mineral quando há o consumo insuficiente de alimentos fonte da substância.

Sobre o Zambon do Brasil

Com mais de 200 colaboradores, a unidade brasileira do Zambon, localizada em São Paulo, é a quarta maior do grupo e referência para as demais subsidiárias. As três principais áreas de atuação do laboratório são: saúde feminina, dor e inflamação e respiratória. Em seu portfólio, o Zambon do Brasil possui uma linha de produtos com mais de 30 apresentações, entre eles medicamentos como Monuril® (fosfomicina trometamol), Spidufen® (ibuprofeno arginina) e Fluimucil® (acetilcisteína).

Hospital de Niterói salva vida de gestante com H1N1 e de seu bebê

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Pela primeira vez na região Leste Fluminense um pulmão artificial salvou a vida de uma paciente com quadro grave de insuficiência respiratória. Pioneiro na utilização da chamada oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO, na sigla em inglês), o CHN (Complexo Hospitalar de Niterói) fez uso da tecnologia em Andrea Vasconcelos, de 29 anos, grávida de 29 semanas, que, após a internação com quadro grave de tosse e febre alta, foi diagnosticada com o vírus Influenza A/H1N1.

De acordo com o Ministério da Saúde, gestantes integram o grupo de risco para a doença, por isso são prioridade na hora de receber a vacina nos postos de saúde. Grávidas são quatro vezes mais suscetíveis do que a população em geral a terem complicações severas causadas pelo vírus H1N1 e foi esse o caso de Andrea.

A paciente deu entrada no hospital, no dia 22 de abril, com todos os sintomas de infecção por H1N1, e, após nove dias de internação na Unidade de Terapia Intensiva (Geral e Cardiológica) do CHN, houve a confirmação da doença. Logo após a internação, a paciente – ainda grávida – teve uma piora em seu estado de saúde, o que levou a equipe médica a tomar a decisão de interromper a gravidez, realizando a cesárea.

“Dependendo da idade gestacional, é uma opção tirar a criança para salvar a mãe. Naquele momento, a paciente ainda não tinha o diagnóstico fechado para H1N1. Optamos, então, por fazer o parto com plena certeza e segurança, pois contávamos com todo o suporte tecnológico e humano da UTI – setor onde Andrea estava por causa de seu estado de saúde –, além de um centro cirúrgico obstétrico moderno, uma equipe especializada em gravidez de alto risco e uma UTI neonatal totalmente preparada para receber o bebê, que nasceu com 29 semanas, pesando cerca de 1.200 gramas”, relatou Leonardo Nese, coordenador do Setor CHN Materno-infantil.

Andrea ficou cerca de quatro semanas em coma induzido, e, na UTI Cardiológica, foi submetida, por uma semana, à ECMO, que substitui a função dos pulmões e permite que o órgão descanse para se recuperar. Segundo Valdênia Souza, cardiologista do CHN Cardiovascular, Andrea utilizava dois equipamentos para se manter oxigenada adequadamente: ventilador mecânico e membrana extracorpórea. A estrutura do CHN, que inclui uma equipe multidisciplinar, está preparada para a utilização da tecnologia de suporte ao pulmão e ao coração na hipótese da falência desse último, que pode ocorrer em conjunto ou não com o pulmão.

“Com essa tecnologia, o pulmão do paciente passa a repousar, e a máquina mantém, através de cateteres, o fluxo contínuo de captação do sangue, que circula pelo equipamento e é responsável por equilibrar os níveis de oxigênio e gás carbônico sanguíneo, concluindo o ciclo respiratório, ou seja, o sangue volta 100% oxigenado para o paciente. Além disso, o doente fica entubado, para manter o pulmão protegido, com a ajuda do ventilador mecânico. O pulmão artificial permite que o organismo funcione de forma mais lenta, e o órgão original descanse para se recuperar da infecção”, explica a cardiologista.

Durante a internação, Andrea foi assistida por uma equipe multidisciplinar, que incluiu médicos intensivistas, que acompanharam o caso e ofereceram todas as alternativas terapêuticas para mantê-la viva. “O fato de a paciente estar em um hospital especializado em casos de alta complexidade nos deixou seguros para fazer uso dessa tecnologia de ponta, especialmente em uma paciente puérpera e com H1N1”, afirma Moyzes Damasceno, coordenador das UTIs do CHN.

A tomada de decisão rápida e multidisciplinar também foi determinante para o sucesso do caso. Andrea, que precisou fazer uma cesárea de emergência, necessitou de muita presteza da equipe de obstetrícia, liderada pela médica Daniela Machado. “O parto, que durou 20 minutos, foi difícil, principalmente pelo estado de saúde grave da mãe, que estava sob cuidados intensivos, então, representou altíssimo grau de risco, mas estávamos totalmente preparados, contando com uma grande equipe de profissionais envolvidos e todo o suporte da maternidade com a estrutura de um complexo hospitalar”, diz Daniela.

Mas não foi só Andrea que lutou pela vida, seu filho também resistiu bravamente às 29 semanas de prematuridade e veio ganhando peso e força durante a internação na UTI Neonatal do CHN. “Desde os primeiros momentos, o recém-nascido recebe total assistência para se desenvolver, mesmo fora da barriga da mãe. Com aproximadamente 1.200 gramas, o bebê evoluiu muito bem, sem intercorrências”, confirma Leonardo Nesse, coordenador do Setor CHN Materno-infantil e da UTI Neonatal.

Andrea recebeu alta hospitalar dia 22/6 e seu bebê, após mais de dois meses de internação na UTI Neonatal, foi para casa dia 28/06 pesando 2,886 quilos.

Fototerapias Fanem com Super Leds completam 52 mil horas de uso contínuo

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As lâmpadas empregadas na família Bilitron para tratamento da bilirrubinemia alcançaram uma vida útil 2,5 vezes maior do que a esperada. O rigoroso processo de avaliação foi realizado nos últimos seis anos com o Bilitron Bed, utilizado por grande parte dos hospitais brasileiros

Seis anos após testes consecutivos em seus laboratórios, a Fanem alcançou parâmetros que comprovam a durabilidade e a eficiência da família Bilitron de fototerapia para tratamento de bilirrubinemia neonatal. As lâmpadas Super LED que compõem o Bilitron Bed completaram 52 mil horas de funcionamento ininterrupto. A multinacional brasileira, que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratório, em 2004, inovou na substituição das lâmpadas fluorescente pelas de LED e recebeu pela invenção, em 2013, a carta-patente do United States Patent and Trademark Office - USPTO (Escritório de Marcas e Patentes dos EUA). Os testes tiveram início no dia 15 de abril de 2010, às 15h10.

Segundo Orlando Rossi, engenheiro responsável técnico da Fanem, a vida útil alcançada pelas lâmpadas de LED superou até mesmo a expectativa da área de engenharia, que esperava uma durabilidade de cerca de 20 mil horas. Essa vantagem pode ser atribuída ao sistema de refrigeração de alta qualidade embarcada nos equipamentos Bilitron, que permite que os circuitos eletrônicos trabalhem na temperatura ideal e com mais potência. Isso além de poupar as lâmpadas, que ficam ligadas por menos tempo, reduz em 40% o tempo de tratamento.

“Grande parte dos hospitais brasileiros já utilizam o equipamento, que tem como principal vantagem o fato de proporcionar elevado grau de irradiação, tratando bilirrubinemia em um tempo muito menor quando se comparado às fototerapias tradicionais. Trata-se ainda de um aparelho pequeno, que não ocupa muito espaço, ideal para as UTIs neonatais, por exemplo”, completa Rossi.

Além de aumentar a segurança para o paciente e a sobrevida entre os prematuros extremos, a utilização do LED diminui de forma significativa a necessidade de realização do invasivo processo de exsanguinea transfusão, consolidando definitivamente este tipo de fototerapia como uma das mais avançadas e eficientes terapêuticas para tratamento da bilirrubinemia.

O Bilitron é o produto com maior número de certificações do mercado brasileiro de equipamentos médicos. São cerca de 10 certificados e selos nacionais e internacionais na área da saúde, incluindo o FDA (Food and Drug Administration), que permite sua comercialização nos EUA e em outros países que também utilizam este rigoroso certificado como condição para a entrada de produtos estrangeiros; o CE – certificação europeia referência e padrão global em segurança e qualidade de produtos; e do Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.

Dia do Hospital: é preciso cuidar melhor da saúde das instituições

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Neste dia em que é celebrado o Dia do Hospital, gostaria de escrever algo que nos fizesse realmente comemorar. Porém, nosso sistema e seus constantes problemas, não nos dão muita margem para tal. Especificamente no âmbito das instituições, fico triste ao ver dados divulgados pela Associação Nacional de Hospitais Particulares (Anahp), e que revelam que dos R$ 450 bilhões gastos com saúde em 2015, 20% foram desperdiçados, frutos do uso exagerado de recursos, de falhas na prestação de serviço e na formação de preços, e fraudes.

Paralelamente, medicamentos, materiais e insumos hospitalares foram responsáveis por 45% de tudo o que entrou no caixa das instituições privadas de saúde – com grande aumento de custos.  A solução? Gestão profissional e especializada.

Customizar processos, aproveitar ao máximo os espaços, capacitar pessoas e, sempre que possível, terceirizar inteligências para quem é do core business de atividades estratégicas e fundamentais para a instituição, aumenta a eficiência de todas as áreas.

Tendo em consideração os altos custos envolvidos na cadeia de suprimentos e o notório desperdício e desvios envolvidos em seu segmento, a logística hospitalar apoiada em automação e processos especializados, se faz essencial para o devido mapeamento das demandas, rotinas, necessidades e atores envolvidos em cada etapa de suas operações.

O ditado “sabendo usar, não vai faltar” pode aqui ser aperfeiçoado como “sabendo quanto, quando e em quem usar, não vai faltar”. Esperamos que possamos avançar neste conceito e no próximo ano, enfim, celebrar de fato, esta temática.