Ressecção Linfonodal sem esvaziamento axilar: Estudo confirma conduta

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Atualização do estudo ACOSOG Z0011, fase 3, reafirma mudança de conduta no tratamento de pacientes com câncer de mama com nódulo sentinela positivo. A investigação comandada pelo Dr. Armando E. Giuliano, do John Wayne Cancer Institute (Califórnia), evidenciou que pacientes com doença T1-2 N0 M0 com linfonodo sentinela positivo tratadas com cirurgia conservadora, irradiação da mama e terapia adjuvante apresentaram resultados semelhantes às submetidas a esvaziamento axilar.

AC-7876“Os resultados apresentados correspondem a follow up de 10 anos dos grupos formados por 446 mulheres submetidas a biópsia do linfonodo sentinela seguida de radioterapia e 446 a esvaziamento axilar”, esclarece Dr. João Nunes, do Centro de Câncer de Brasília (Cettro). Ambos os grupos são similares em idade, score Bloom-Richardson, status do receptor de estrogênio, terapia adjuvante sistêmica, além de tamanho, tipo e estadiamento do tumor.

A sobrevida livre de progressão e a sobrevida global em 10 anos foram semelhantes no grupo submetido apenas à ressecção do linfonodo sentinela e naquele submetido ao esvaziamento axilar independente de ter sido realizada quimioterapia ou tratamento adjuvante hormonal. “A taxa de recorrência local também foi semelhante, o que era uma grande preocupação da comunidade médica (3,8% no grupo do linfonodo sentinela e 5,6% no grupo do esvaziamento axilar)”, conclui Dr. João.

Brasil: Capital estrangeiro quer grandes hospitais

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Uma revoada de investidores desembarcou no Brasil desde o ano passado. Por que? A aprovação de uma lei que permite a entrada de investimentos estrangeiros nos hospitais brasileiros e as cifras começaram generosas, dando indícios intensos de consolidação no setor, a matéria é do Portal Valor.

O americano Carlyle e o Fundo Soberano de Cingapura (CIG) fizeram aportes de aproximadamente R$ 5 bilhões na Rede D'Or e a UnitedHealth comprou o Hospital Samaritano de São Paulo, por R$ 1,3 bilhão.

No entanto, devido a crise econômica que sucedeu no país e as barreiras estruturais de entraves econômicas que tem barrado a conclusão das transações no setor, o movimento não ocorreu até o momento. Empecílhos são apontados como: carência de hospitais de grande porte, dependência das Unimeds como fonte pagadora, principalmente fora do estado de São Paulo, atendimento ao SUS, gestão pouco profissionalizada e indisposta dos fundadores para abrir mão do controle do hospital.

Os investidores estrangeiros demonstraram estar em busca de hospitais brasileiros de ativos com mil leitos, mas as opções são limitadíssimas e, ainda assim, são hospitais que já tem sócios investidores como a Rede D'Or, ou já pertencem a operadoras de planos de saúde que usam seus hospitais basicamente para atender seus clientes. Esse foi o motivo apontado como maior entrave, a média de leitos dos hospitais são de 70 leitos e não são considerados rentáveis uma vez que os custos fixos de um hospital são elevados.

A Amil, dona de 32 hospitais e a NotreDame Intermédica, que tem 845 leitos e já foi vendida há dois anos ao fundo americano Bain Capital. A operadora Hapvida, que ainda não tem investidor, deve chegar ao fim de 2016 com 3 mil leitos, mas voltados apenas aos clientes da própria Hapvida.

“A Rede D’Or e o Edson Bueno começaram a consolidação antes e compraram os melhores ativos”, diz Roberto Schahin, sócio da MTS Health Partners, banco de investimento americano especializado em saúde. Bueno é controlador de uma rede com seis hospitais, que juntos têm 1,5 mil leitos, com marcas reconhecidas na comunidade médica como Santa Paula e Nove de Julho, ambos em São Paulo. Já a Rede D’Or é a maior do setor no Brasil, com faturamento de R$ 6,5 bilhões e mais de 30 hospitais, como o paulista São Luiz, o Santa Luzia, em Brasília, e as unidades D’Or, no Rio.

Segundo Camila Crispim Bastos, “head” do setor de saúde do Banco Modal, entre os investidores estrangeiros que analisaram ativos brasileiros neste último ano, entre 45% a 50% não fecharam negócio por causa do tamanho do hospital. Nos Estados Unidos, o número de leitos por hospital é em média três vezes maior em relação ao Brasil, segundo Anahp e BTG.

No mercado brasileiro, há 3,8 mil hospitais privados com ou sem fins lucrativos, ao todo o faturamento dos hospitais somam cerca de R$ 50 bilhões de acordo com um levantamento realizado pela MTS Health Partners. Deste valor, estimam-se que R$ 23 bilhões são provenientes dos 72 maiores grupos hospitalares do país.

Na falta de hospitais de grande porte, o movimento mais comum seria de aquisições de ativos menores para formar grupos, como já ocorreu em outros setores da saúde como laboratórios de medicina diagnóstica e operadoras de convênios médico e dental. “Mas a lógica não é tão simples no caso dos hospitais devido à complexidade e risco iminentes ao negócio”, diz a sócia do banco Modal, complementando que o valor do cheque não tem sido o maior problema para os investidores estrangeiros.

O setor afirma que sua rentabilidade está sob pressão. “Nos últimos três anos, a variação dos custos médicos cresceu mais do que a receita”, disse Francisco Balestrin, presidente da Anahp. A dependência das Unimed é outro ponto que vem causando insatisfação entre os estrangeiros. Em muitas regiões do país, são a única fonte pagadora para os prestadore. Regiões fora do estado de São Paulo e do Sul do Brasil. Os investidores estão receosos de construir novos hospitais inclusive nessas áreas brasileiras.

Em meio à essas dificuldades para fechar grandes transações, os hospitais filantrópicos privados estão se destacando. No período de um ano, o Samaritano de São Paulo foi comprado pela UnitedHealth, dona da Amil o Hospital Bandeirantes mudou sua razão social para fins lucrativos.

“Os filantrópicos estão nos procurando para ver os modelos viáveis. Há interesse deles em expandir com capital estrangeiro. Mas tenho dito que há outros formatos e não só mudar a razão jurídica”, destaca Elysangela de Oliveira Rabelo, advogada e sócia da Tozzini Freire, escritório de advocacia que tem uma área específica para atender o setor. Elysangela exemplifica como opções aos filantrópicos a criação de subsidiárias, licença de marcas ou gestão de hospitais.

O sócio da MTS Health levanta outro empecilho ainda pouco discutido: a grande parcela de atendimentos a pacientes da rede pública (SUS) por alguns hospitais filantrópicos particulares. É o caso da Beneficência Portuguesa, de São Paulo. “Há uma carência enorme de leitos SUS no país.

Como eu vou chegar numa prefeitura e informar que o hospital foi comprado e aqueles leitos passarão a ser privados? Não dá para fazer isso”, explica Schahin.

Os sócios do Modal, da MTS Health e da Tozzini Freire dizem que a falta de governança corporativa no setor é outro grande problema. É comum o fundador do hospital acumular as funções de presidente, médico responsável e ainda ter consultório dentro do próprio hospital. Outra característica é que muitos hospitais de menor porte têm vários sócios médicos que estão em busca de aportes financeiros, mas não querem abrir do controle. “Para o investidor levar adiante a consolidação ele quer comprar 100%”, diz Camila.

Leia o artigo completo aqui.

Dia da Logística: ampliar conhecimento é ampliar soluções

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Nesse dia da logística, uma área tão ampla e que tem abraçado tantos setores, me cabe comemorar os seus avanços na área da saúde e continuar esperançando no futuro e na evolução desta atividade tão essencial.

A logística hospitalar, quando praticada em toda a sua completude, configura em resultados de excelência, que facilitam processos, agilizam operações, economizam investimentos, rentabilizam insumos, asseguram profissionais e pacientes.

Mas, em seu processo evolutivo, cabe ainda abrirmos mais frentes de divulgação para ampliar o conhecimento sobre a logística em saúde para mais gestores – públicos privados, ampliar o debate em eventos do setor, e expor os cases de sucesso Brasil afora.

É preciso desmistificar sua complexidade, quebrar paradigmas e romper com o “conforto” de seguir fazendo sempre o mesmo, com o discurso de preservação da “história”, da cultura da gestão. O mundo evolui, todos os segmentos se profissionalizam, se aperfeiçoam e ganham novos gadgets para potencializar a aplicação do conhecimento adquirido. Não existe mercado difícil, não existe segmento intocável, existem pessoas engajadas em fazer o melhor.

Em tempos de crise, de urgência de decisões assertivas, que envolvam investimentos estratégicos na área da saúde, não podemos nos dar ao luxo de negligenciar as soluções já atestadas pela logística hospitalar.  Vamos em frente, sempre!

Domingos Fonseca, presidente da UniHealth Logística Hospitalar

Startup Weekend Saúde 2016 (22, 23 e 24/7) : Um final de semana para mudar a saúde

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Nos dias 22, 23 e 24 de Julho irá acontecer em São Paulo, o 2 Startup Weekend de Saúde do Brasil, que será realizado no INRAD do Hospital das Clínicas do HCFMUSP. O evento que contará de 100 a 125 pessoas, será uma ótima oportunidade para profissionais de saúde empreendedores desenvolverem seu talento empreendedor.

O evento terá início no dia 22 às 18 horas (sexta-feira) e terá término no dia 24 (domingo) à tarde. Durante o evento excelentes empreendedores e executivos de saúde realizarão palestras e teremos mais de 15 mentores acompanhando as 20 startups que estarão desenvolvendo seus novos produtos e serviços.

Pessoalmente, participei de um Startup Weekend em 2012, que foi realizado na ESPM, e foi a segunda melhor experiência de aprendizado empreendedor da minha vida. A startup com a qual participei, a joalheria virtual NinaBruni, continua crescendo e se expandindo vigorosamente.

Todos os envolvidos na organização do evento são voluntários e este é um evento sem fins lucrativos, o que permite o envolvimento de diferentes organizações e pessoas na realização do evento.

Foi num Startup Weekend no Rio de Janeiro em 2011, que o empreendedor Thales Gomes teve a idéia para criar o Easy Taxi e, ao redor do mundo, muitas startups disruptivas já foram criadas baseadas.

Estamos com um time excelente e muito dedicado na organização do evento e estamos muito comprometidos a proporcionar uma experiência inesquecível para todos os envolvidos. Os palestrantes e mentores não serão bons, serão fenomenais podem ter certeza!

Faça sua pré-inscrição através do link: CLIQUE AQUI

Um grande evento como este se constrói através de grandes apoiadores, assim te convidamos para engajar conosco e tornar este evento um grande sucesso! Vamos conversar ? CLIQUE AQUI

Startup WeekendEspero vocês no Startup Weekend Saúde (22.23 e 24 de Julho no INRAD),

Fernando Cembranelli

CEO Berrini Ventures

Não tratar corretamente o Câncer de Mama HER2 Positivo faz mal à saúde

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O conceito de medicina personalizada é um dos paradigmas da oncologia. Um dos melhores exemplos é o Câncer de Mama HER2 positivo. Além de identificar um alvo molecular específico, foram desenvolvidos tratamentos dirigidos a esse alvo, com melhor controle da doença e cura de mais pacientes. Desde 1998, o medicamento anti-HER2 Trastuzumabe é aprovado pelo FDA (EUA) para o câncer de mama metastático e desde o ano 2000 vem sendo usado no Brasil. Em 2005, foi adotado na doença mais inicial, para reduzir o risco de recidiva.

As autoridades brasileiras que controlam a gestão da saúde não permitiram o acesso de Trastuzumabe às pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) até Janeiro de 2013, questionando a veracidade do benefício, mesmo com as inúmeras tentativas da SBOC e de entidades do terceiro setor, como o Instituto Oncoguia e a FEMAMA, de sensibilizar gestores públicos a rever essa posição. Centenas de ações ainda sobrecarregam o Judiciário para pleitear o acesso. Quando finalmente o SUS incorporou, proibiram o tratamento para as pacientes com doença metastática, o que ainda tira em 2016 o acesso ao medicamento. A OMS atualizou em 2015 a “cesta básica” de medicamentos essenciais., incluindo o Trastuzumabe para todas as suas indicações. No Brasil, a comissão do SUS (CONITEC) segue negando o benefício na doença mais avançada. Prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida não parece uma prioridade para o governo. No SUS, a sobrevida mediana esperada para os casos avançados é de cerca de 22 meses, no cenário privado, 56 meses.

Fizemos uma estimativa (eu e o prof Dr C. Barrios da PUC-RS, publicada em 2015 no J Clin Oncol - Brasil) conservadora do impacto da ausência deste medicamento. No cálculo, consideramos o número de casos novos, a proporção de pacientes atendidas pelo SUS, o percentual de pacientes que poderiam receber o medicamento em caráter (neo)adjuvante (i.e. antes ou após a cirurgia) e o fato de que 20% são HER2 positivas.

Utilizando os dados internacionais chegamos à estimativa de que, para cada ano no qual a medicação não foi oferecida no SUS, 696 brasileiras morreram ou ainda devem morrer em virtude da falta do tratamento. Estima-se que 4.872 mulheres morreram no Brasil pelo fato dessa intervenção ter-lhes sido negada durante sete anos.

Embora esses cálculos sejam limitados, eles nos aproximam de uma triste realidade: Um número expressivo de brasileiras com câncer de mama morreu de 2005 a 2012 por não ter acesso a um tratamento curativo. Reiteremos que na doença metastática o SUS segue negando o acesso ao melhor tratamento, e o que sabemos é que a diferença está aumentando, pois nos últimos anos foram incorporados: Lapatinibe, Pertuzumabe, T-DM1. As pacientes do SUS vivem menos e com pior qualidade de vida. Uma nova estimativa corrobora esta tese e será publicada em breve no Journal of Global Oncology. Com o tratamento “padrão SUS”, de cada 2000 mulheres tratadas apenas 808 chegam vivas ao final de 2 anos de acompanhamento e na Saúde Suplementar com o tratamento “correto”, cerca de 1500 conseguem completar estes 2 anos…uma triste realidade destes 2 “Brasis”.

Quem seria o responsável por essas mortes e por estas vidas “encurtadas”? Na minha opinião, provavelmente todos temos uma parcela de culpa. Alguns por questionar o benefício claro e incontestável do tratamento, outros por não fazer o diagnóstico correto da situação, e outros ainda por aceitar passivamente este quadro.

Saúde é um direito de todos e um dever do Estado. É um desafio, ainda mais agora com a crise econômica. Devemos (poder público, gestores da área da saúde, farmacêuticas, pacientes e sociedades médicas) discutir como incorporar tecnologias de alto custo, mas são mais de 13 anos de atraso…o preço pago em vidas é (e foi) alto demais. Em tempos de “fosfo-histeria”, um dos maiores sucessos da Oncologia vem sendo ignorado pelos nossos gestores há anos, e neste exato momento muitas brasileiras vem lutando para sobreviver por mais tempo. No SUS, perden-se meses na espera para o diagnóstico, para a cirurgia, a quimio e a radioterapia, e no caso específico do Câncer de Mama HER2 positivo, sofrem a ausência de medicamentos. Sobreviver ou viver mais tempo, é quase um milagre.

O Brasil, referência mundial em tratamento de AIDS, Hepatite e Vacinação, não poderia ser referência em Câncer? Câncer tem que ter uma política de Estado e não de Governo.

5 passos para tornar a Emergência mais eficiente e segura

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Num hospital que trabalha com o conceito de portas abertas, ou seja, em que o paciente procura atendimento diretamente, a cena já é bem conhecida: emergência lotada, tempos de espera que superam facilmente três horas, médicos sobrecarregados e diversas reclamações dos pacientes.

Muitas instituições alegam que as demandas são imprevisíveis, daí a dificuldade de se adequar o atendimento. Como, então, manter essa porta de entrada de forma a garantir a rentabilidade dos hospitais e manter os pacientes satisfeitos?

Baixe aqui o ebook “A tecnologia como aliada na gestão das instituições de saúde”

O uso de TI em saúde já se mostrou um aliado da alta gestão e prova sua utilidade também nos Pronto-Socorros:

  1. No acolhimento: a adoção de totens para a retirada de senhas ajuda a ordenar a entrada no hospital e permite a coleta de dados como tempo de permanência e locais por onde o paciente passou.
  2. Na recepção: a TI agiliza a coleta de dados do paciente e o armazenamento dessas informações pode gerar indicadores como períodos de pico de utilização dos serviços de Emergência e o percentual de clientes atendidos por fonte pagadora.
  3. Na triagem: o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e a Classificação de Riscos, baseada no Protocolo de Manchester, garantem a segurança do paciente, ao criar um repositório seguro e rapidamente acessível com as informações do cliente e priorizar os casos mais graves.
  4. No atendimento: o PEP, aliado a um sistema de inteligência clínica, apoia a decisão médica e evita a ocorrência de eventos adversos, como as interações medicamentosas.
  5. No back-office: o uso de TI em todo o fluxo do paciente pelo hospital gera dados para a tomada de decisões administrativas e financeiras, ao viabilizar a comparação entre os processos de emergência, entender como e quais são os serviços mais utilizados, criar perfis epidemiológicos, identificar gargalos e monitorar a produtividade.

Portanto, a gestão das informações geradas pela TI pode tornar o atendimento mais rápido, seguro e eficiente para o paciente e apoiar a alocação correta de recursos nos estabelecimentos de saúde.

Programa da ePharma reduz em 35% o custo do plano de medicamentos

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Além de um benefício essencial para o tratamento dos colaboradores e familiares, os planos de medicamentos ajudam a reter talentos e reduzir gastos com saúde. Por isso, a ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos, criou um programa que já contribuiu para a redução de até 35% nos custos do plano de medicamentos.

Pedro Oliveira, diretor médico da ePharma, explica que o programa foi criado a partir da demanda de um dos clientes. A empresa demandou uma consultoria para ajuste do plano de medicamentos, garantindo a integralidade da cobertura e abrangência.

“Realizamos um minucioso estudo e ofertamos uma nova Cesta de Medicamentos, considerando os remédios de referência, genéricos e similares, com a precaução de não restringir a utilização e oferecer opções de princípios ativos”, explica o diretor médico. Além disso, a ePharma e a sua empresa cliente desenvolveram uma campanha de uso racional do benefício.

Dr. Pedro Oliveira ressalta que os resultados da nova proposta, integrada às demais políticas de saúde da empresa, reforçou a importância do benefício para os usuários: “Mantivemos a integralidade da cobertura, o mesmo percentual de subsídio e a quantidade de classes terapêuticas, além da capilaridade da rede. O beneficiário percebeu ainda mais a importância do programa.”

Os resultados positivos agora fazem parte de um programa da ePharma, que já vem sendo aplicado em outras companhias, também com redução de custos. “Em tempos de crise, em vez de cortar investimentos, apresentamos soluções que ajudam a manter o benefício, com respostas positivas para todos os envolvidos: empresa e beneficiários”, afirma o diretor da ePharma.

Sobre a ePharma

Consolidada como principal player no recente mercado brasileiro de assistência farmacêutica, a ePharma dispõe de tecnologia que conecta, em tempo real, mais de 24 mil farmácias e drogarias de todo o país a um sistema autorizador ancorado em um potente banco de dados, dando acesso a medicamento a mais de 29 milhões de pessoas.

O portfólio de serviços da ePharma traz ainda serviços inovadores voltados à saúde e ao bem-estar dos beneficiários. Dentre eles, destacam-se o Plano de Medicamentos no modelo de pré-pagamento baseado no levantamento da estimativa de gastos com medicamentos de acordo com o perfil dos colaboradores, como o ePharma Plenus; o gerenciamento de doentes crônicos; o Concierge da Saúde, que é um serviço multidisciplinar de aconselhamento telefônico que oferece assistência nutricional, enfermagem, psicóloga, médica e farmacêutica; Unidade de negócios Farma responsável pelo acompanhamento dos pacientes via call center especializado; Specialty Care, direcionado a promover o acesso e a gestão do tratamento de pacientes portadores de doenças complexas e raras.

A companhia detém ainda mais da metade do mercado de assistência farmacêutica, com uma carteira de cerca de 150 empresas, constituindo 1.610 programas.

ADJ Diabetes Brasil e Kazue Kodama lançam o livro O Sabor da Arte na Livraria da Vila

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A ADJ Diabetes Brasil em parceria com a Kazue Kodama realizam noite de autógrafos no dia 9 de junho, na Livraria da Vila, em Pinheiros, em São Paulo, para lançar o Livro O Sabor da Arte. A obra traz panorama de cultura alimentar do Brasil, França, Itália, Índia e Japão e 50 receitas saudáveis de cinco dos mais importantes chefs em atuação no país. O evento ocorre na Rua Fradique Coutinho, 915.

Com a produção executiva e organização de Kazue Kodama e consultoria da ADJ Diabetes Brasil, a obra contem textos do jornalista gastronômico Xavier Bartaburu e fotos de Romulo Fialdini, a obra analisa as relações entre cultura e alimentação dos cinco países reconhecidos como os de culinária mais saudável do mundo, Brasil, França, Itália, Índia e Japão. Ao final, traz, ainda, um glossário com ingredientes identificados por médicos e nutricionistas como "superalimentos", ricos em antioxidantes e fitonutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo, com verbetes que vão de abóbora a tubérculos e raízes.

De caráter sociocultural e educacional, O Sabor da Arte terá 70% de sua tiragem doada à ADJ Diabetes Brasil, organização sem fins lucrativos que há 36 anos promove educação para pessoas com diabetes, familiares, profissionais de saúde e comunidade. Alguns dos chefs mais importantes em atuação no cenário gastronômico brasileiro participam deste livro, como a chef Morena Leite (dos restaurantes Capim Santo e Santinho) se dedica à culinária brasileira; Tatiana Cardoso (do premiado Moinho de Pedra) assina as receitas da culinária italiana; Danielle Dahoui (do charmoso Ruella), a culinária francesa; Madhava Lila (do pioneiro Gopala) ensina receitas da tradição indiana e Shinya Koike (dos restaurantes Aizomê e Sakagura A1), as japonesas.

Diante desse painel cultural e fotos que evidenciam o lado artístico dos pratos, a obra mostra que a saúde pode estar à distância de uma mordida. Unindo textos, fotos e receitas inspiradoras, "O Sabor da Arte" mostra como comer é, além de saúde, uma forma de prazer.

Ficha técnica:

Título: O Sabor da Arte Autor: Xavier Bartaburu Fotos: Romulo Fialdini

Ipsis Gráfica e Editora, São Paulo, junho de 2016. Formato: 24 cm x 25 cm

Páginas: 192 páginas.

Preço: R$ 79,90

Onde comprar: nas principais livrarias do país Vendas on-line: www.livrariadavila.com.br

Contato: ADJ Diabetes Brasil 11 3675-3266, www.adj.org.br

Projeto Cultural ProAC-ICMS código 14499

Mortes por DCV aumentarão um terço em menos de 10 anos

CIDADE DO MÉXICO, 2 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- Uma nova declaração científica - "O coração de 25 até 25: atingindo a meta de redução das mortes prematuras globais e regionais por doenças cardiovasculares e  AVC" - alertou que mortes prematuras por doença cardiovascular (DCV), que já é a primeira causa de mortes em todo o mundo com custo global de cerca de US$ 863 bilhões, poderá aumentar em 30% nas mulheres e em 34% nos homens na próxima década, caso os fatores de risco não sejam "tratados de forma agressiva" pelos profissionais de saúde e elaboradores de políticas em todo o mundo.

A declaração conjunta da Associação Americana do Coração (American Heart Association) e da  Federação Mundial do Coração (World Heart Federatiom) estudou os dados globais sobre mortes prematuras por DCV em pessoas de 30 a 70 anos. O estudo descobriu que a DCV é responsável por quase 6 milhões de mortes prematuras por ano, mas este número pode aumentar para quase 8 milhões até 2025. Regionalmente:

  • América Latina e Caribe – 22% de aumento no número de mulheres e 24% de aumento no número de homens
  • Sul da Ásia – 43% de aumento no número de mulheres e 56% de aumento no número de homens
  • África Subsaariana – 48% de aumento no número de mulheres e 52% de aumento no número de homens
  • Europa Central e Oriental e Ásia Central – 26% de aumento no número de mulheres e 16% de aumento no número de homens
  • Oriente Médio e Norte da África – 32% de aumento no número de mulheres e 35% de aumento no número de homens.

Entretanto, a pesquisa revelou que as taxas globais de mortes prematuras por DCV poderiam ser diminuídas e até revertidas em algumas regiões se os objetivos do fator de risco '25 até 25' da Organização Mundial de Saúde (WHO) para pressão arterial, tabagismo, obesidade e diabetes forem alcançados.

Para ajudar os líderes a implementarem práticas para alcançarem esses objetivos e protegerem suas populações da morte prematura por doença cardiovascular, o estudo faz diversas recomendações, incluindo leis antitabagismo, taxas mais altas para produtos de tabaco e regras mais rigorosas de propaganda, diminuição dos níveis de sódio dos alimentos embalados, mais campanhas públicas de conscientização e financiamento de terapia anti-drogas e aconselhamento para pessoas que já tiveram ou correm o risco de ter um ataque cardíaco ou AVC.

Esse estudo está sendo publicado pelo jornal Circulation da AHA, antes do Congresso Mundial de Cardiologia e Saúde Cardiovascular (World Congress of Cardiology and Cardiovascular Health) semestral, que será realizado na Cidade do México de 4 a 7 de junho.

Professor David Wood, Presidente-Eleito da Federação Mundial do Coração e co-autor do estudo, disse: "As conclusões desse estudo são claras: para impedir que as pessoas morram prematuramente de doença cardiovascular precisamos tanto de vontade política quanto de um firme compromisso dos líderes em saúde para implementar estratégias progressivas imediatamente".

FONTE World Heart Federation

Philips e a Grand Challenges Canadá anunciam parceria para ajudar no combate à morte por pneumonia infantil

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Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) e Grand Challenges Canada (GCC), financiada pelo governo do Canadá, anunciam uma parceria para desenvolver uma inovação a fim de melhorar o diagnóstico de pneumonia infantil em países de baixa renda. A Philips e a GCC assinaram um "contrato de subsídio reembolsável" para desenvolver a fabricação e distribuição do Monitor Respiratório Infantil da Philips (também conhecido como chARM) para torná-lo economicamente acessível e disponível aos agentes de saúde comunitários em localidades de baixa renda em todo o mundo.

O Monitor Respiratório Infantil Automático oferece aos agentes de saúde comunitários uma medição mais precisa da taxa respiratória de uma criança doente, contribuindo para o diagnóstico de pneumonia e potencialmente evitando muitas das 922 mil mortes infantis causadas pela doença todos os anos .

A pneumonia mata mais crianças do que a AIDS, malária e tuberculose juntas, e continua sendo a principal causa infecciosa de morte entre crianças menores de cinco anos, matando cerca de 2.500 crianças por dia . A maioria das vítimas tem menos de dois anos de idade e a maior parte das mortes ocorre em lugares de baixa renda nos países em desenvolvimento, que são tipicamente áreas rurais, com instalações de saúde ruins e onde o tratamento não está disponível para muitas crianças. A UNICEF e a Organização Mundial da Saúde (OMS) tornaram a pneumonia uma área foco dos esforços para reduzir a mortalidade infantil.

"Como uma empresa líder em tecnologias de saúde, a visão da Philips é melhorar a vida das pessoas por meio da inovação significativa", disse o Dr. Maarten van Herpen, Diretor da Philips Africa Innovation Hub. "Estratégias de inovações equitativas podem ajudar a impulsionar soluções sustentáveis que diminuam a distância entre os grupos sociais mais privilegiados e menos privilegiados, a fim de melhorar a qualidade de vida para todos. Graças às colaborações e coinvestimentos como o que assinamos com a Grand Challenges Canadá, empresas como a Philips podem desenvolver inovações que atingem uma população carente e, assim, integrar a Meta de Desenvolvimento Sustentável – 3 da ONU em suas principais estratégias de negócios”.

A parceria entre a Grand Challenges Canadá e a Philips para investir no chARM é uma resposta ao apelo mundial de inovação para prevenir e tratar a pneumonia, principal causa de morte entre as crianças menores de cinco anos . O subsídio reembolsável disponibilizado por essa parceria financiará o lançamento do chARM e apoiará o desenvolvimento da próxima geração do dispositivo que deverá incluir a oximetria de pulso. O acordo foi elaborado utilizando a Política de Acesso Global da GCC, que visa garantir preços acessíveis para a inovação.

O Dr. Peter A. Singer, CEO da Grand Challenges Canadá, disse que "a pneumonia é uma causa de morte infantil principalmente nos países em desenvolvimento. O chARM responde a uma necessidade crucial de reduzir as mortes por pneumonia infantil. Em parceria com uma grande empresa como a Philips, podemos ajudar as inovações a atingirem milhões de pessoas”.

Um aspecto importante no diagnóstico da pneumonia é o monitoramento da taxa respiratória da criança. Nos países em desenvolvimento, os agentes de saúde comunitários contam quantas vezes uma criança respira no período de um minuto para detectar e diagnosticar a doença. Entretanto, atingir uma contagem precisa pode ser difícil, visto que as respirações superficiais são difíceis de detectar, as crianças muitas vezes se movimentam e pode haver distrações e outras verificações a serem realizadas.

O Monitor Respiratório Infantil Automático da Philips é colocado ao redor do peito da criança, sem contato direto com a pele. O chARM oferece uma medição precisa e confiável da taxa respiratória, convertendo os movimentos do tórax detectados por acelerômetros em uma contagem de respiração precisa, utilizando algoritmos especialmente desenvolvidos. O monitor fornece não só feedback quantitativo como também feedback qualitativo ao profissional de saúde, com base nas diretrizes da IMCI (Gestão Integrada das Doenças Infantis) para diagnosticar a taxa respiratória rápida, que é um dos sinais vitais fundamentais para diagnosticar a pneumonia.

O chARM da Philips está sendo desenvolvido para lugares de baixa renda: o dispositivo será à prova de poeira, à prova de respingos de água e poderá ser utilizado em temperaturas extremas. A bateria de longa duração tornará o dispositivo independente de energia, sendo adequado para áreas sem eletricidade. O dispositivo será pequeno e facilmente portátil para uso em residências e clínicas nas comunidades. A interface de usuário é baseada em pictograma, desenvolvida para ser intuitiva e fácil de usar, adequada para fornecedores com baixo nível de alfabetização.

Nas mãos dos agentes de saúde comunitários, o chARM da Philips tem um potencial significativo para salvar e melhorar vidas. Em grande escala, mais de 100 milhões de crianças por ano poderão receber diagnósticos de pneumonia mais precisos com o ChARM, com base no potencial projetado pela Philips.

Os testes de campo do Monitor Respiratório Infantil Automático foram realizados na África Oriental e na Índia e as melhorias no design e na tecnologia foram incorporadas com base no feedback dos agentes de saúde comunitários locais e dos funcionários clínicos nesses lugares de baixa renda.

O Monitor Respiratório Infantil da Philips aguarda aprovação da CE marking, da EEA (European Economic Area), e espera-se que seja disponibilizado comercialmente a partir do terceiro trimestre de 2016.

Sobre a Royal Philips

Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) é uma empresa líder em tecnologia de saúde focada em melhorar a saúde das pessoas e possibilitar melhores resultados na saúde, desde uma vida saudável e prevenção até o diagnóstico, tratamento e cuidados em casa. A Philips aproveita a tecnologia avançada e os profundos insights clínicos e de consumo para oferecer soluções integradas. A empresa é líder em diagnóstico por imagem, terapia guiada por imagem, monitoramento do paciente e informática de saúde, bem como na saúde dos consumidores e cuidados em casa. A subsidiária Philips Lighting, totalmente de propriedade da Philips, é líder global em produtos, sistemas e serviços de iluminação. Com sede na Holanda, a Philips publicou em 2015 um faturamento de vendas de EUR 24,2 bilhões e emprega aproximadamente 104 mil funcionários em vendas e serviços em mais de 100 países.

Notícias sobre a Philips podem ser encontradas emwww.philips.com/newscenter.

Sobre a Grand Challenges Canadá

A Grand Challenges Canadá se dedica a apoiar Bold Ideas with Big Impact® [ideias ousadas com grande impacto] na saúde global. Somos financiados pelo governo do Canadá e apoiamos inovadores em países de baixa e média renda e no Canadá. As ideias ousadas que nós apoiamos integram ciência e tecnologia, inovação social e empresarial, o que chamamos de Integrated Innovation® [inovação integrada]. A Grand Challenges Canadá concentra-se nos desafios definidos pelo inovador, por meio de seu programa Stars in Global Health, e nos desafios específicos em seus programas Saving Lives at Birth, Saving Brains e Global Mental Health. A Grand Challenges Canadá trabalha em estreita colaboração com o Centro de Pesquisa de Desenvolvimento Internacional do Canadá (IDRC), Institutos Canadenses de Pesquisa em Saúde (CIHR) e Global Affairs Canadá para catalisar a dimensão, sustentabilidade e impacto. Temos um foco determinado nos resultados e em como salvar e melhorar vidas.

www.grandchallenges.ca