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Hospital Santa Isabel realiza milésimo transplante de fígado

Instituição realizou 96% dos transplantes hepáticos de Santa Catarina

santaisabelO Hospital Santa Isabel de Blumenau alcançou a marca de mil transplantes de fígado nesta terça-feira (28). O primeiro transplante hepático de Santa Catarina aconteceu em 2002 e, desde então, a instituição realizou 96% dos procedimentos no estado.

mesadecirurgia2“Este marco mostra que apesar de toda a crise e dificuldades enfrentadas na realização dos transplantes, a equipe multidisciplinar tem conseguido se superar. É uma satisfação ter beneficiado todas essas pessoas”, afirmou o chefe do serviço de transplantes hepáticos, Dr. Marcelo Nogara.

A captação do órgão aconteceu em Lages, em Santa Catarina, por meio da  doação da família de um jovem de 18 anos, que faleceu em decorrência de um traumatismo craniano e beneficiou oito pacientes.

A paciente Inezilda Alves Trindade, de 63 anos, foi uma das pessoas favorecidas com a doação. Ela esperava pelo transplante há sete meses para tratamento de cirrose e, após 6h de cirurgia, ela passa bem e segue estável se recuperando.

Consultoria premia melhores empresas da Saúde para trabalhar

Pesquisa teve participação de 143 empresas que representam mais de 119 mil funcionários; Ranking selecionou 60 instituições do setor que foram avaliadas em três etapas

FOTOFEIAA consultoria (GPTW) GreatPlacetoWork premiou na noite desta segunda-feira (27) as melhores empresas para trabalhar na área da saúde em 2015. O ranking foi elaborado em parceria com a Live Healthcare Media e contou com a participação de 143empresas que representaram mais de 119 mil funcionários.

No ranking aparecem 60 instituições distribuídas nas seguintes categorias: 13 farmacêuticas, 7 farmácias e distribuidoras, 6 hospitais, 9 empresas de Indústria e Serviços para o setor, 5 de Medicina Diagnóstica, 16 planos de saúde e 4 clínicas. As vencedoras de cada categoria foram, respectivamente: Genzyme, Acripel, Hospital de Olhos Francisco Vilar, H. Strattner, Laboratório Sabin, Unimed Missões e UPA Imbiribeira.

A pesquisa considera três etapas para chegar a nota final: a primeira é uma avaliação quantitativa com os funcionários, sendo necessário que a empresa atinja a amostra mínima de respostas estipulada e que obtenha uma nota igual ou superior a 70%. Atingindo essas condições, passa-se para a segunda etapa, a avaliação dos comentários dos funcionários e, por fim, a avaliação das práticas das empresas.

O Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcellos alcançou a segunda posição no ranking e compõe a lista de melhores hospitais para se trabalhar pelo terceiro ano consecutivo. “Estamos muito honrados em fazer parte pela terceira vez consecutiva deste ranking, que analisa o desempenho das empresas a partir da sua política de gestão. Isso nos dá ainda mais ânimo para continuar implementando práticas bem-sucedidas em Recursos Humanos”, comemora o Diretor Administrativo do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Dario Antonio Ferreira Neto.

A importância da tomada de decisões na Logística Hospitalar

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Realizar uma logística hospitalar de qualidade requer processos bem estruturados, pessoal capacitado e tecnologias de ponta, que juntos somam para evitar desperdícios, erros na administração de medicamentos, equilibrar estoques e muitas outras questões dentro das operações de hospitais privados ou públicos, clinicas médicas, postos de saúde, Secretarias de Saúde de um Município ou Estado. É uma atividade complexa, mas perfeitamente aplicável em qualquer operação, de qualquer porte, de forma customizada e, sempre, com resultados comprovados.

Sobre isso já falei um pouco neste espaço e por isso, hoje, quero me concentrar em um ponto fundamental dentro deste processo para que os resultados propostos pela logística hospitalar sejam, de fato, atingidos: o entendimento pelo cliente/instituição sobre o mapeamento das necessidades gerado em relatórios gerenciais, bem como a tomada de decisões sobre os erros ou desvios encontrados e as soluções sugeridas.

Embora isso pareça óbvio, não é o que se vê em muitas operações e, não raro, os prestadores destes serviços de logística são os primeiros apontados por falhas do sistema, como falta de remédios, ou medicamentos comprados em excesso – além da demanda utilizada, produtos vencidos, entre outros.

O que gostaria de enfatizar com isso é que, por mais recursos que a tecnologia forneça para uma instituição pública ou privada de saúde, com apontamento do volume necessário de compra, da demanda utilizada, que monitore os trajetos da operação para evitar desvios, que revele equívocos de prescrição ou de administração, que informe o momento certo da compra, e assim por diante, estes não terão valia se não forem acatados e geridos pelos gestores.

O fato é que a logística hospitalar é atividade essencial dentro da operação de medicamentos e insumos médicos, mas não pode tomar decisão sobre que o que vê e indica, cabendo ao gestor uma atenção especial para tornar tangível e fazer valer o investimento realizado sobre ela.

Domingos Fonseca, Presidente da UniHealth Logística Hospitalar

O uso de mídias sociais no mercado de saúde [Infográfico]

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As redes sociais desempenham vários papéis na nossa rotina, entre eles, o papel fundamental é de aproximar pessoas. Em healthcare, esse fato não poderia ser diferente, médicos e pacientes se conectam cada vez mais pelas redes e plataformas e adquirem informações valiosas a partir delas.

O Infográfico vai ilustrar quais mídias sociais são mais usadas pelos provedores, pacientes e hospitais, além do mais, quais os tópicos mais comentados dentro de saúde.

O infográfico aponta que 28% das publicações compartilhadas são relacionadas à causas que as pessoas apoiam em healthcare, em seguida 27% das pessoas estão falando sobre experiências e atualizações da própria de saúde , por último com 16% das publicações são de vídeos ou imagens do setor.

Quando o assunto é informação, o médico é o mais confiável nas redes sociais, na opinião dos usuários as informações dos médicos são 60% confiáveis, as informações compartilhadas pelas enfermeiras são 56% confiáveis, do hospital 55%, 54% de advocacias para pacientes e 48% informações compartilhadas pelo varejo farmacêutico.

Aproximadamente 1.500 hospitais norte-americanos estão na internet com redes sociais de interação, o Facebook é a plataforma mais popular, seguida pelo 4Square e o twitter.

29Junho

Hospital São José inaugura nova torre com o investimento de R$ 140 milhões

Nova torre

O Hospital São José, que faz parte da Beneficência Portuguesa de São Paulo, inaugura uma nova torre, que aumentará a capacidade de atendimento da unidade em 70%, passando de 67 para 110 leitos. Reconhecido como um centro de excelência em cuidados avançados da saúde, o hospital complementa sua estrutura para assistência à casos complexos.

“A abertura do novo bloco reforça a nossa missão de oferecer tratamento de ponta para os nossos pacientes, com profissionais altamente capacitados. A Beneficência Portuguesa de São Paulo investe constantemente na oferta de equipamentos e no aprimoramento de suas equipes pensando em promover o que existe de melhor na saúde do Brasil” afirma Denise Santos, CEO da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Inteiramente projetado para que o paciente tenha uma experiência personalizada em suas dependências, a estrutura contará também com um novo Pronto Atendimento. Lá, ao passar pela triagem, o paciente é colocado em um leito, no qual receberá o atendimento completo, com consulta médica, coleta de exames laboratoriais e administração de medicação, sem a necessidade de deslocamento para outras alas do hospital. A proposta é que esse seja um atendimento personificado e acolhedor, além de confortável e seguro.

Outro destaque da nova torre será o Centro de Transplante de Medula Óssea, que contará com sete leitos equipados com a mais alta tecnologia para transplantes autólogos e halogênicos. Além disso, o hospital colocará à disposição do paciente um andar dedicado à medicina integrativa focado em pacientes oncológicos, seguindo uma tendência mundial que complementa as terapias tradicionais, e que será lançado em agosto deste ano.

A nova torre contará com a contratação de 350 novos profissionais, que reforçarão um corpo clínico composto por médicos renomados no Brasil e no exterior, como os oncologistas Antônio C. Buzaid e Fernando Maluf, os hematologistas Nelson Hamerschlak e Philip Scheiberg e os radioterapeutas Robson Ferrigno e Erlon Gil.

Fact Sheet

- 15 pavimentos – 10 andares

- 350 novos colaboradores

- 150 novos médicos

- 30 apartamentos para administração de quimioterapia;

- 6 blocos para aplicação rápida;

- 17 consultórios de atendimento;

- 43% de incremento na receita bruta do Hospital São José.

- Radioterapia

- Mais de 1.175 trabalhadores envolvidos

- 3.736,5 m³ de concreto utilizados

Air Liquide Brasil lança novo site

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A Air Liquide, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, já está com o novo website de suas atividades no Brasil no ar. A página passou por uma completa revitalização e agora se destaca por integrar todos os seus conteúdos junto com o website global institucional do Grupo Air Liquide, o www.airliquide.com

Ao acessar a página inicial, o usuário pode selecionar e navegar pelos sites dos 80 países onde a Air Liquide está presente. A página do Brasil foi a primeira a ser migrada para esta nova plataforma, marcando o início de um novo posicionamento digital da empresa.

Em uma mesma URL (www.airliquide.com.br), o usuário encontra informações sobre os diferentes segmentos em que a Air Liquide Brasil atua, como Industrial, Engenharia e Construção, e Medicinal. Uma melhor experiência de navegação é outro ponto de destaque no lançamento do novo website, que têm design responsivo para todos os tipos de dispositivos e um conteúdo mais imersivo para o usuário, permitindo compreender a proposta de valor das soluções da Air Liquide e solicitar diretamente uma cotação.

No novo website da Air Liquide Brasil estão presentes ainda informações sobre a atuação em Responsabilidade Social, carreiras, notícias e eventos da empresa, mapa com contatos das filiais existentes no País, além das FISPQs – Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos.

A Air Liquide Brasil convida profissionais, empresas, pessoas interessadas nos segmentos de gases industriais e medicinais e os internautas, em geral, a acessar e conhecer as novas funcionalidades de seu novo website.

Air Liquide Brasil

A Air Liquide Brasil é uma das maiores empresas de gases, tecnologias e serviços para a Indústria e a Saúde do país, onde está presente desde 1945. Empregamos mais de 1.200 profissionais, distribuídos em mais de 73 localidades que atendem mais de 80% dos estados brasileiros. Inovamos em mais de 64 setores, da indústria até a saúde hospitalar e domiciliar, atendendo às crescentes demandas do país e as necessidades de nossos clientes com comprometimento de longo prazo. Em 2015, a receita da região das Américas corresponde a 3,595 bilhões de euros, que corresponde a 24% do faturamento total do Grupo.

Sobre a Air Liquide

Líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a Indústria e Saúde, a Air Liquide está presente em 80 países, com aproximadamente 68.000 empregados, atendendo a mais de 3 milhões de clientes e pacientes*. Oxigênio, Nitrogênio e Hidrogênio estão no centro de suas atividades desde a fundação da empresa, em 1902. A ambição da Air Liquide é ser líder em seu segmento, com desempenho duradouro e atuação responsável.

As ideias da Air Liquide criam valor ao longo do tempo. No seu núcleo de desenvolvimento habitam o comprometimento e a inventividade de seus talentos.

A Air Liquide antecipa os desafios de seus mercados e investe local e globalmente, com soluções de alta qualidade para seus clientes, pacientes e a comunidade científica.

A empresa se baseia na competitividade de suas operações, nos investimentos direcionados aos mercados em desenvolvimento e nas suas inovações para gerar um crescimento rentável no longo prazo.

As receitas da Air Liquide somaram 16,4 bilhões de euros em 2015, sendo suas soluções de proteção à vida e ao meio ambiente mais de 40% das vendas. Em maio de 2016, a Air Liquide completou a aquisição da Airgas, que teve receitas de US$ 5,3 bilhões (cerca de € 4.8 bilhões) em seu último ano fiscal.

A Air Liquide está listada na bolsa de valores Euronext de Paris (seção A), é membro dos índices CAC 40 e Dow Jones Euro Stoxx 50.

*Após a aquisição da Airgas

Instituto Ética Saúde e Ministério Público de São Paulo discutem convênio

Instituto Ética Saúde e Ministério Público de São Paulo discutem convênio

O Ministério Público de São Paulo recebeu muito bem a proposta de parceira feita pelo Instituto Ética Saúde, durante reunião realizada na capital paulista, nesta quarta-feira (22/06). Estiveram presentes a diretora-executiva do Instituto Ética Saúde, Claudia Scarpim, o Subprocurador-Geral de Justiça, José Antonio Franco da Silva, a promotora de Justiça, Aline Jurca Zavaglia Vicente Alves, e o advogado do escritório Correia da Silva, Rodrigo Correia da Silva.

Seguindo a estratégia de mobilizar e firmar parcerias com órgãos públicos, a diretora-executiva do Instituto Ética Saúde, Claudia Scarpim, apresentou o Acordo Setorial e convidou o MP para integrar o projeto.

Os representantes do MP ficaram muito bem impressionado com a proporção que o Ética Saúde tomou em menos de um ano e se mostraram muito receptivos, uma vez que as questões envolvendo compliance na saúde também são uma preocupação do órgão.

“Existe um grande chance de ser firmado o convênio. A partir de agora, o Instituto Ética Saúde e o Ministério Público vão trabalhar em conjunto os termos deste acordo”, comemora Claudia Scarpim.

Sobre o Ética Saúde

O Ética Saúde surgiu em junho de 2015 com o Acordo Setorial - Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos para autorregular o mercado. Uma iniciativa do Instituto Ethos e da ABRAIDI, logo se tornou um marco na saúde. No início de 2016, o Ética Saúde passou a ter personalidade jurídica e virou um Instituto.

O Instituto Ética Saúde busca garantir a segurança do paciente por meio de uma conduta ética entre paciente e médico em um ambiente de concorrência justa e transparente. Os objetivos consentidos do Instituto Ética Saúde incluem evitar incentivos ilegais ou antiéticos para agentes públicos e privados, prática de atos médicos ilegais ou antiéticos, evasões fiscais, irregularidades regulatórias, concorrência desleal, violação de direitos do consumidor e falsificação.

Este arcabouço será fiscalizado por meio de denúncias anônimas ou identificadas, com apuração justa e realização de um cadastro público positivo, para revelar à sociedade quais empresas atuam efetivamente de forma ética. O Canal de Denúncias é o www.eticasaude.com.br ou o 0800-741-0015 e é administrado de forma independente pela ICTS Protiviti, empresa premiada pela Controladoria Geral da União – CGU como sendo "Pró-Ética", em 2015.

O Instituto Ética Saúde tem a governança formada por uma Assembleia Geral, onde fazem parte todos os associados; um Conselho de Administração, com mandato de dois anos e eleito pela Assembleia Geral; um Conselho Consultivo com representantes de entidades de todos os segmentos do setor de saúde; e o Conselho de Ética, órgão de caráter disciplinar formado por três integrantes, sem qualquer vínculo com o setor de saúde. São atualmente integrantes do Conselho de Ética: o subprocurador da República, Antônio Fonseca, o presidente do Fórum Nacional Contra Pirataria, Edson Luiz Vismona e o professor da Universidade de São Paulo, Celso de Hildebrand e Grisi.

Nova opção de tratamento da Novartis para DPOC reduz o número de crises e melhora a função pulmonar

SÃO PAULO, 28 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- A Novartis anuncia a publicação do estudo FLAME no New England Journal of Medicine, pesquisa que compara a eficácia de Ultibro® (indacaterol / brometo de glicopirrônio), nova terapia recentemente aprovada no Brasil, com o atual padrão de tratamento para pacientes com Doença Pulmonar Crônica Obstrutiva (DPOC)1. Os resultados demonstram que Ultibro®, medicamento que faz parte de uma classe terapêutica que combina broncodilatadores, é mais eficaz na redução de exacerbações (crises), além de prolongar o tempo de intervalo entre as crises quando comparado com a combinação salmeterol e fluticasona1.

A prevenção das exacerbações é um dos principais objetivos dos tratamentos de longa duração para pacientes com DPOC, já que elas têm um efeito negativo sobre a qualidade de vida e progressão da doença2, promovendo a diminuição da função pulmonar3,4 e, em casos graves, gerando hospitalização5 e até mesmo a morte2..  A doença será a terceira maior causa de morte no mundo até 20206,7 e no Brasil, na última década, foi a quinta maior causa de internação no SUS entre os maiores de 40 anos com cerca de 200 mil hospitalizações por ano.8

"Reduzir as exacerbações é absolutamente fundamental para melhorar os resultados e qualidade de vida de pacientes", sustenta Dr. José Jardim, Pneumologista e Professor-Livre Docente da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP. "A terapia combinada de broncodilatadores já é considerada o melhor tratamento disponível para boa parte dos pacientes com DPOC, principalmente, devido à redução do número de crises e por facilitar a aderência ao tratamento".

Os broncodilatadores são a base do tratamento para DPOC e são divididos nas classes LABA e LAMA, a primeira responsável por "abrir" o brônquio para que o paciente respire melhor, enquanto a segunda por mantê-los abertos garantindo a passagem do ar aos pulmões9,10.  Atualmente, essas classes de medicamento são disponibilizadas separadamente, as chamadas de monoterapia.  Ultibro® (indacaterol / brometo de glicopirrônio) é uma terapia combinada que une os dois tipos de broncodilatadores11.

A doença pulmonar obstrutiva crônica é pouco conhecida, mas já acomete cinco milhões de pessoas apenas no Brasil.13 Apesar disso, estima-se que 70% dos pacientes permanecem não diagnosticados12

Para mais informações: http://dpoc.novartis.com.br/

Sobre a Novartis

A Novartis oferece soluções inovadoras de cuidados com a saúde que atendem necessidades em constante mudança dos pacientes e da população. Com sede em Basileia, na Suíça, a Novartis oferece um diversificado portfólio para atender estas demandas: medicamentos inovadores, cuidados com os olhos e medicamentos genéricos. Novartis é a única empresa global com posições de liderança nessas áreas. Em 2015, as operações do Grupo atingiram vendas líquidas de US$ 49,4 bilhões, enquanto cerca de US$ 8,9 bilhões foram investidos em pesquisa e desenvolvimento. As empresas do Grupo Novartis empregam aproximadamente 118.000 colaboradores e seus produtos estão presentes em mais de 180 países ao redor do mundo. www.novartis.com.br

Contato:
Bárbara Toledo
S2Publicom (agência externa)
(11) 3531-4955
[email protected]

 Referências

1. Wedzicha JA, Banerji D, Chapman KR, et al. Indacaterol/Glycopyrronium Versus Salmeterol/Fluticasone for COPD Exacerbations. N Engl J Med. 2016;374(23):2222-34.

2. Soler-Cataluña JJ, Martinez-Garcia MA, Sanchez PR, et al. Severe acute exacerbations and mortality in patients with chronic obstructive pulmonary disease. Thorax. 2005 Nov;60(11):925-31.

3. Donaldson GC, Seemungal TA, Bhowmik A, et al. Relationship between exacerbation frequency and lung function decline in chronic obstructive pulmonary disease. Thorax. 2002 Oct;57(10):847-52.

4. Vestbo J, Edwards LD, Scanlon PD, et al.Changes forced expiratory volume in 1 second over time in COPD. N Engl J Med. 2011 Sep 29;365(13):1184-92.

5. Müllerova H, Maselli DJ, Locantore N, et al.Hospitalized exacerbations of COPD: risk factors and outcomes in the ECLIPSE cohort. Chest. 2015 Apr;147(4):999-1007.

6. Murray CJ, Lopez AD. Alternative projections of mortality and disability by cause 1990-2020: Global burden of disease study. Lancet. 1997 May 24;349(9064):1498-504.

7. Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). Global Strategy for  Diagnosis, Management, and Prevention of Chronic Obstructive Pulmonary Disease. Revised 2016. Disponível em: http://www.goldcopd.org/guidelines-global-strategy-for-diagnosis-management.html

8. Ministério da Saúde – DATASUS. Disponível em: http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0203. Acessado: 13 de junho de 2016

9. Cazzola M, Molimard M. The scientific rationale for combining long-acting beta2-agonists and muscarinic antagonists in COPD. PulmPharmacolTher. 2010 Aug;23(4):257-67.

10. Cohen JS, Miles MC, Donohue JF, et al. Dual therapy strategies for COPD: the scientific rationale for LAMA + LABA. Int J Chron Obstruct Pulmon Dis. 2016 Apr 15;11:785-97.

11. Bula Ultibro®, Novartis, 2016. Aprovada pela ANVISA em 28/03/2016.

12. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). II Consenso Brasileiro sobre Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica-DPOC. J Bras Pneumol,. 2005;30(5).

13. Moreira GL, Manzano BM, Gazzotti MR, et al. PLATINO, estudo de seguimento de nove anos sobre DPOC na cidade de São Paulo: o problema do subdiagnóstico. J Bras Pneumol. 2013;40(1):30-37

FONTE Novartis

Como conquistar o ROI nos cuidados de transição

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Estudos internacionais, como o conduzido pela professora de gerentologia Mary Naylor, comprovam a necessidade de se elaborar um plano de cuidados de transição, especialmente frente ao avanço das doenças crônicas e comorbidades.

O desafio agora é comprovar seu ROI (sigla em inglês para Return on Investment – retorno sobre o investimento) e disseminar a estratégia entre as instituições de saúde.

Embora requeiram um investimento inicial, os planos de cuidados de transição se tornam custo-efetivos ao reduzir readmissões, estimular a continuidade do tratamento, evitar a agudização dos casos e viabilizar o acompanhamento dos pacientes, especialmente os crônicos e em reabilitação, no pós-alta.

Uma pesquisa da American Medical Association mostra que a cada US$ 1 milhão gastos na transição do hospital para a casa, home care ou hospice, o Medicare poupa US$ 4 milhões em custos de readmissão.

Hoje, nos Estados Unidos, um em cada cinco pacientes que recebem alta sofrem um evento adverso; apenas metade agenda uma consulta de acompanhamento (follow up) em até 30 dias após a alta e, muitas vezes, o médico de referência não tem acesso a todos os dados do prontuário ou aos detalhes da internação.

Outro levantamento, da revista Health Affairs, mostra que, num sistema de assistência integrada do Colorado (EUA), as reospitalizações em menos de 30 dias caíram 30% após uma intervenção com foco em cuidados de transição. Na Filadélfia, seis hospitais conseguiram reduzir seus custos com internações em 39%.

Um plano de cuidados de transição que provará o retorno sobre o investimento inclui:

1) Avaliação abrangente do paciente logo após a admissão e desenvolvimento de um plano de cuidados para pacientes com múltiplas doenças crônicas;

2) Visitas ao domicílio após a alta para coordenar a assistência complexa com múltiplos médicos;

3) Ensinar o autocuidado e o gerenciamento dos medicamentos;

4) Promover acesso a serviços não-hospitalares de longo prazo e apoiar as necessidades do paciente;

5) Facilitar a comunicação entre pacientes, familiares, cuidadores e prestadores de serviços;

6) Trabalhar com prestadores de serviços para garantir acesso adequado a serviços referenciados com especialistas e exames, entre outros.

Iniciativas de sucesso nos EUA estimulam também a coordenação dos cuidados em diferentes ambientes nos quais o paciente receberá assistência, melhorias na comunicação entre os diversos prestadores de serviços e empoderamento do paciente, que passa a ser dono de seu prontuário, discute com o médico seu tratamento e condição de saúde e é orientado para observar sinais de alerta, como efeitos adversos e deterioração de seu estado de saúde.

Gestão de saúde populacional: cliente como aliado na redução de custos

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A atual crise financeira brasileira não só tira clientes da saúde suplementar – as operadoras perderam mais de 2 milhões de beneficiários desde setembro do ano passado - , como também torna mais difícil o reajuste dos planos de saúde de pessoa jurídica, que respondem por  67% dos benefícios comercializados no Brasil. Apostar em uma estratégia de gestão de saúde populacional (GSP), engajando o comprador, mostra-se uma medida altamente eficaz na tarefa de manter as empresas do setor economicamente viáveis.

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, o índice combinado de saúde, que é resultado da divisão das despesas administrativas, comerciais, outras despesas operacionais e assistenciais pelas contraprestações efetivas, ficou em 99,6%, o que significa que a soma das despesas operacionais tem sido semelhante à soma das receitas operacionais. Se não é possível aumentar receita, as margens só poderão ser mantidas com uma utilização mais racional dos recursos, especialmente por quem mais precisa deles: 15% da população de doentes crônicos de uma empresa representa 70% dos gastos.

Tanto as instituições de saúde como os pacientes têm produzido e coletado uma série de dados, via sistemas de gestão ERP, prontuário eletrônico do paciente (PEP), aplicativos, wearable devices e smartphones. Com o uso de ferramentas de TI, como big data e analytics, tudo isso vira informação essencial para programas de gestão de saúde populacional focados em prever riscos e estratificar os perfis mais adequados aos programas de prevenção e monitoramento de doenças.

De posse dos dados, cabe à operadora apresentá-los à área responsável pela gestão do benefício no cliente e, juntos, trabalharem em programas educativos ou campanhas de antitabagismo, perda de peso e combate ao sedentarismo, por exemplo.

Segundo a Aliança para a Saúde Populacional (Asap), entre as determinantes que influenciam na condição física das pessoas, hábitos, comportamentos e prevenção são responsáveis por 50%, genética, 20%, ambiente, 20%, e acesso à atenção médica, 10%. Um bom programa de gestão de saúde populacional  poderia, então, teoricamente, reduzir em 50% a incidência de crônicos numa carteira de beneficiários.

A adesão das empresas a esses programas ainda é baixa, mas, considerando que os planos de saúde são a segunda maior despesa nas empresas, perdendo apenas para folha de pagamento, isso logo deve mudar. Além de responder por 30% dos gastos, seu uso intensivo está ligado ao presenteísmo e absenteísmo, indicando uma população pouco saudável e pouco produtiva. Manter os funcionários em boas condições físicas significa ter os custos sob controle e garantir a competitividade das empresas.