Air Liquide ressalta fortalecimento de parcerias em Feira Hospitalar

Empresa participou da última edição do evento e comentou sucesso no relacionamentos com novos clientes

airliquideA Air Liquide Healthcare esteve presente em mais uma edição da Feira Hospitalar, o maior evento da industria hospitalar na América Latina. A presença da empresa foi marcada pela importância do bom relacionamento. Érico Coelho, gerente comercial nacional da área medicinal, afirma que o destaque deste ano foi o fortalecimento de parcerias. “Novas tecnologias também estão no foco, como o monitor multiparamédico”, explica.

“A Hospitalar superou nossas expectativas. Nosso time fez uma série de ações antes e durante a feira, visando atrair os clientes ao nosso estande para conhecer lançamentos e ofertas. Os efeitos destas ações, associado ao engajamento de todo o time, transformou o evento num sucesso. Foram dias de trabalho intenso. Fechamos negócios, recebemos visitantes e fortalecemos nosso relacionamento com novos clientes e outros estratégicos. Mostramos ao mercado de homecare que somos uma empresa sólida e com o melhor nível de serviço neste segmento”, disse Pedro Caires, gerente nacional de vendas VitalAire.

Para o diretor da Air Liquide Healthcare, Miguel Bernardo, o mais importante da feira são os contatos, as parcerias, os relacionamentos que são construídos ou fortalecidos no evento. “A Hospitalar é um instrumento para divulgar a imagem da empresa pelo País”, diz. 

Golden Cross fecha parceria com Drogarias Pacheco e São Paulo

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A Golden Cross acaba de firmar uma parceria com as Drogarias Pacheco e São Paulo. De acordo com o diretor de Marketing da operadora de saúde Cláudio Brabo, a iniciativa busca oferecer descontos para os associados da empresa em todo o Brasil.

O executivo explica que o benefício faz parte do programa de Descontos em Medicamentos da Golden Cross, que, no último ano, possibilitou mais de 200 mil compras com custo reduzido. O acordo começará a valer a partir de hoje, dia 14 de junho.

“Vamos oferecer redução de preço a partir de 30% em genéricos, 20% em medicamentos de marca e 5% em itens de higiene pessoal e perfumaria. Para garantir o benefício, o cliente precisa apresentar a carteirinha da Golden Cross no ato da compra”, afirma Brabo.

Os associados podem ter mais informações sobre a parceria pelo site www.goldencross.com.br.

Anestesia Ortopédica

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Anestesia ortopédica atualizada em tempos de mais acidentes de trânsito e envelhecimento da população

Livro ilustrado e com acesso a 50 vídeos de técnicas e 250 imagens, Anestesia em Ortopedia e Bloqueio de Nervos Periféricos tem como base condutas dos grandes centros mundiais na especialidade

Considerada a maior área da medicina perioperatória - período que vai desde a indicação cirúrgica até o retorno do indivíduo às suas melhores condições -, a anestesiologia engloba a avaliação do paciente antes da cirurgia, para minimizar os riscos anestésicos; a condução anestésica durante a cirurgia; e os cuidados pós-cirúrgicos, com a finalidade de sempre proporcionar o maior conforto possível ao paciente, principalmente no controle da dor.

Nesta busca, as técnicas de bloqueios de nervos periféricos são cada vez mais utilizadas, pois têm o objetivo de bloquear, por períodos maiores, a condução nervosa da dor a partir do local cirúrgico. No caso das cirurgias ortopédicas, a analgesia efetiva tem grande importância, uma vez que a dor pós-operatória costuma ser intensa e exigir eventual necessidade de mobilização precoce do local operado.

O livro Anestesia em Ortopedia e Bloqueio de Nervos Periféricos (Elsevier), do especialista Affonso Henrique Zugliani, responsável pela área de Anestesiologia do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), procura auxiliar os anestesiologistas que trabalham na ortopedia e aqueles em processo de formação na especialidade, afinal é crescente a necessidade de profissionais adequadamente capacitados nesta área.

Segundo o autor, “o aumento do contingente cirúrgico de vítimas de trauma musculoesquelético, cujos pacientes ocupam uma parcela significativa dos leitos hospitalares, tem ocorrido na proporção direta da frota de veículos automotores, enquanto a longevidade crescente contribui para a grande demanda cirúrgica, que visa às correções ortopédicas das lesões decorrentes das doenças degenerativas”.

Anestesia em Ortopedia e Bloqueio de Nervos Periféricos tem o objetivo de atender a atualização do anestesiologista frente às demandas da crescente sofisticação da técnica cirúrgica ortopédica, alavancada por materiais de avançada tecnologia que possibilitam sínteses ósseas, substituições articulares e outros reparos ou correções osteoarticulares que eram impraticáveis, há bem pouco tempo.

Com a colaboração de clínicos e cirurgiões especialistas nas diversas áreas de atuação cirúrgica do INTO, o título é didático, ilustrado e complementado por aproximadamente 50 vídeos de técnicas e banco com 250 imagens no ambiente ExpertConsult, da Elsevier. Inclui a utilização de ultrassom como auxiliar na realização de bloqueios de nervos periféricos.

Anestesia em Ortopedia e Bloqueio de Nervos Periféricos

Editora Elsevier

Autor: Affonso Henrique Zugliani

Formato: 21x28cm

Páginas: 352

Preço: R$ 409,90

Baixe um capítulo degustação do livro : http://migre.me/tZ7bi

O AUTOR:

Affonso Henrique Zugliani tem título superior em Anestesiologia (TSA) pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), é mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e responsável pela área de Anestesiologia do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Atua ainda como anestesiologista da Equipe de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Copa D’Or.

Sobre a Elsevier

Líder mundial em publicações de Saúde, Ciência e Tecnologia, a Elsevier responde por 25% de todo o conteúdo científico publicado no mundo e atende a uma comunidade demais de 30 milhões de cientistas, estudantes e profissionais de informação e saúde. A editora publica ainda mais de 2.000 periódicos e cerca de 20.000 livros e enciclopédias de selos como Mosby, Saunders e Churchill Livingstone.

Estudo da Frost&Sullivan aponta a solução de Radiografia Digital da Agfa HealthCare como melhor tecnologia

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A plataforma de radiografia direta da Agfa HealthCare, empresa líder entre os fornecedores de diagnóstico por imagem e soluções de IT para a área da Saúde, foi reconhecida como o melhor produto disponível no mercado de acordo com a pesquisa Raising the Bar by Lowering the Dose (Elevando o padrão, diminuindo a dose - em português), da Frost&Sullivan. De acordo com o estudo, o software de processamento de imagem MUSICA produz excelente qualidade de imagem, mantendo a dose de radiação no nível mais baixo possível.

O software MUSICA utiliza um processador de resultados de multi-escalas fracional, proporcionando imagens de alta resolução, ricas em detalhes e com alto contraste, o que aumenta a confiança do médico em seu diagnóstico. Segundo dados divulgados pela Frost&Sullivan, os profissionais da área de saúde reconheceram a alta qualidade produzida pela plataforma da Agfa HelathCare e sua habilidade de impactar no fluxo de trabalho, fazendo com que escolhessem o produto ao invés dos competidores.

Para Louis Kuitenbrouwer, vice-presidente da Divisão de Imagens da Agfa HealthCare, a tecnologia da empresa foi desenvolvida de acordo com as necessidades do próprio cliente. “Nós estamos muito animados com nosso sistema de radiografia digital por ser avaliado como tecnologia de ponta no mercado. Conforme foi apontado na pesquisa, nós conquistamos a alta qualidade da imagem com a diminuição da dose de radiação, otimizando a produtividade dos serviços hospitalares e aumentando o benefício no trabalho”, explica o executivo.

Em comparação feita entre os produtos da indústria e o software de processamento de imagens MUSICA da Agfa HealthCare, a Frost&Sullivan determinou que, atualmente, a diferença de imagem depende da sofisticação do software de radiografia digital, que atende a complexidade de demanda dos usuários. Além disso, quando utilizado com sistemas CR e DR, o software MUSICA proporciona uma redução de até 60% da dose de radiação, em comparação com outros sistemas existentes no mercado.

Para baixar o White Paper, acesse: http://goo.gl/aUyjYa

Sobre a Agfa HealthCare

Agfa HealthCare, membro do Grupo Agfa-Gevaert, é líder global dentre os fornecedores de diagnóstico por imagem e soluções de TI para a área da saúde. A organização tem mais de um século de experiência no setor da saúde e tem sido pioneira no mercado de TI desde o início dos anos 90. Atualmente, a Agfa HealthCare projeta, desenvolve e entrega sistemas de ponta para capturar, administrar e processar imagens de diagnóstico e informações clínico-administrativas para instituições de saúde, fornecendo serviços de consultoria, soluções de gestão hospitalar e clínica (HIS/CIS) e solução de gestão de conteúdo corporativo (ECM) para o setor. Para mais informações sobre a Agfa HealthCare, por favor acesse www.agfahealthcare.com, blog.agfahealthcare.com ou por e-mail: healthcare.br@agfa.com

Sete exemplos de como a tecnologia pode facilitar a vida do médico

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Quando se fala em tecnologia na área médica, logo vem à mente das pessoas as modernas máquinas de cirurgias e diagnósticos. De fato, elas ajudaram a aumentar a expectativa de vida da população mundial nas últimas décadas. Porém, as soluções tecnológicas para profissionais de saúde não se restringem apenas ao tratamento de pacientes. Existem ferramentas que conseguem otimizar e automatizar a gestão de clínicas e consultórios, deixando o médico livre para fazer aquilo que mais sabe: cuidar das pessoas. Confira sete exemplos de como a tecnologia facilita a medicina em sua parte administrativa:

Informação unificada – com softwares de gestão, é possível reunir em uma única plataforma todas as informações úteis para a clínica, como o histórico de paciente, exames realizados, movimentação financeira, entre outros pontos. A medida agiliza o atendimento e melhora a prestação do serviço.

Prontuário Eletrônico – este recurso simplificou a gestão da saúde. Agora, os profissionais da área não perdem tempo no preenchimento de receitas, exames de pacientes, recibos e quaisquer documentos inerentes ao funcionamento do consultório. Resumindo: grande parte dos processos burocráticos pode ser automatizado.

Gerenciamento de e-mail e agenda – a integração da agenda com a caixa de e-mail do médico possibilita estreitar o relacionamento com os pacientes. O recurso permite enviar desde mensagens de confirmação de consulta até mesmo um e-mail marketing para ocasiões especiais, como aniversário.

Preenchimento de convênios – preencher os documentos das operadoras de planos de saúde era um dos pontos mais complexos da gestão de clínicas. Qualquer informação errada pode fazer com que o convênio não repasse o valor da consulta ao médico. Agora, existem softwares que automatizam esse processo, desburocratizando e reduzindo a chance de erro.

Presença digital – montar um site e expor na web os seus serviços não é exclusivo apenas de empresas do setor de comércio. Atualmente, os médicos podem – e devem – ter uma página de seu consultório na Internet para atraírem novos pacientes e, até mesmo, disponibilizar um agendamento online.

Acesso na palma da mão – antes, em caso de emergência, o médico precisa se deslocar até seu consultório para conferir o histórico de um paciente. Hoje a situação mudou: é possível acessar todos os dados de um simples aplicativo no smartphone.

Visibilidade em portais de busca – a tecnologia amplia o alcance do médico por conta das plataformas de busca. Páginas como o Google se tornaram a porta de entrada dos pacientes mais jovens na hora de pesquisar consultórios. Investir em Adwords e SEO faz com que o profissional apareça nas primeiras posições desse ranking e, assim, conquiste a atenção dos usuários.

A revolução do hospital digital

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Em entrevista ao Saúde Business, o diretor geral da MV, Luciano Regus, enumera as vantagens do hospital digital e sinaliza que a tecnologia será cada vez mais aliada da prática médica, evitando eventos adversos e promovendo a medicina baseada em evidências.

  1. Por que um hospital deveria se tornar digital?

Luciano Regus: Porque o hospital digital vai na direção de criar um ambiente mais controlado pela TI, para aumentar a segurança do paciente. Aspectos importantes do atendimento passam a ter um uso mais intensivo da tecnologia, visando eventos adversos e situações de risco, como dosagens, horários e medicamentos errados. Nos Estados unidos, a HIMSS (Healthcare Information Management Systems Society – Sociedade de Sistemas de Informação e Gestão em Saúde) criou uma certificação internacional para isso, a EMRAM (Electronical Medical Record Adoption Model – Modelo de Adoção do Registro Médico Eletrônico). É também uma estratégia complementar às acreditações, com grande ênfase em automação e foco em aumento da produtividade.

  1. Como sair de um hospital analógico para um digital?

O primeiro passo envolve criar, dentro do hospital, uma cultura de integração dos serviços, para que a instituição percorra o caminho de ampliar o controle de medicamentos ministrados ao paciente, do pedido à avaliação farmacêutica, para chegar na beira do leito e ter a dispensação controlada por dispositivo móvel. Depois, vem a adoção de protocolos de apoio à decisão médica. Geralmente, o médico prescreve, mas o sistema dá poucos alertas para riscos de eventos adversos. Essa camada nova vai sugerir determinadas condutas, com medicina baseada em evidências.

A migração de um hospital analógico para digital começa com uma unidade hospitalar, como a UTI, por exemplo, e gradualmente alcança o hospital inteiro. A instituição, aos poucos, cria processos e supera desafios culturais, como um de séculos, que é trabalhar com papel. Já houve uma evolução para o computador, mas agora é preciso aprender a não imprimir mais e buscar tudo em meio eletrônico. Dessa forma, é possível usar melhor a estrutura e aumentar a produtividade.

  1. Como esse investimento se paga?

Os retornos se dão em diversas áreas, com enfoque especial na qualidade. Na área de medicamentos, a digitalização gera uma economia importante na farmácia, porque se evitam tratamentos dispendiosos e, por vezes, desnecessários. O paciente também tem uma experiência melhor e se sente mais seguro, porque tudo é checado por códigos de barras. Já para o médico, o benefício está nos alertas que evitem que ele erre, que sugiram protocolos e apoiem sua decisão. Esses controles em todas as áreas resultam ainda em aumento do faturamento, porque mais itens são gerados e a conta é fechada mais rapidamente. Além disso, os ganhos do hospital digital se refletem no tempo de internação e capacidade de monitorar eventos que antecipem situações de risco para o paciente. Assim, evita-se o custo do erro.

  1. Quais são as principais tendências quando se fala em hospital digital?

O próprio hospital digital já é uma nova tendência e deve ser expandir, assim como impulsionar várias tecnologias embarcadas nele, como a interface entre sistemas e equipamentos médicos, eliminação do papel, integração das imagens médicas com o Prontuário Eletrônico do Paciente, avaliação e dupla checagem farmacêutica e a verificação dos 5 Certos na beira do leito (data, hora, paciente, via e dose). Aliar segurança e produtividade é muito estratégico, por isso esse assunto vai ser pauta nos hospitais.

6 passos para evitar o fracasso em cuidados de transição

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Embora haja dados concretos (inserir link do texto 14: 5 perguntas para entender os cuidados de transição) sobre a efetividade dos cuidados de transição - redução de custos e readmissões e melhores resultados assistenciais - a literatura médica aponta, também, para o fracasso da iniciativa, a depender das circunstâncias.

Um levantamento feito pelo organismo de acreditação Joint Commission International (JCI) mostra que cuidados de transição ineficientes levam a eventos adversos, readmissões e custos assistenciais mais altos.

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A principal causa, que responde por 80% dos erros assistenciais, é a comunicação inefetiva durante a passagem do paciente de um serviço ou profissional para outro, especialmente nessas três situações:

1) Quebra da comunicação: os profissionais que prestam o serviço não compartilham informações importantes entre eles, os pacientes ou seus cuidadores. Entre os principais riscos estão: expectativas diferentes entre quem presta e quem recebe o serviço; uma cultura que não promove trabalho em equipe e respeito nas passagens de plantão ou de um serviço para outro; tempo inadequado e falta de processos para fazer a transição, como a utilização da metodologia SBAR (da sigla em inglês situation/situação, background/histórico, assessment/avaliação e recommendation/recomendação).

2) Educação do paciente: pacientes e cuidadores são muitas vezes excluídos do planejamento do processo de transição e recebem recomendações conflitantes. Por isso, não se engajam em seguir seu plano de cuidados, por falta de conhecimento ou habilidade.

3) Responsabilidade: em muitos casos, não fica claro quem será o profissional ou entidade que irá se responsabilizar pela coordenação da assistência entre diferentes serviços. Os pacientes ficam confusos e não há garantias de que os recursos necessários estarão disponíveis em outros locais e serviços.

A JCI faz seis recomendações para superar essas dificuldades:

1) A equipe multidisciplinar deve colaborar e coordenar a assistência desde a admissão até a alta: isso inclui ensinar o paciente a praticar o autocuidado e seguir o plano de tratamento.

2) Envolvimento dos médicos e responsabilidade compartilhada em todos os pontos da transição: eles devem ser identificados pelo nome e manter uma troca constante de informações durante a transição.

3) Planejamento abrangente e avaliação de riscos durante a internação hospitalar: é preciso saber se há algo que limite a capacidade de o paciente desempenhar o autocuidado, como doenças crônicas, dificuldade de obter medicamentos e até mesmo baixa capacidade de leitura.

4) Planos de transição, procedimentos e formulários padronizados: os documentos ideais contêm informações como questões ativas, diagnósticos, medicação, serviços requeridos, alertas de piora das condições do paciente e quem contatar em casos de emergência.

5) Treinamento padrão: a organização deve definir o que constitui uma transição de sucesso e, a partir daí, ensinar sua equipe a completar os passos necessários para atingi-la e para oferecer feedback em tempo real.

6) Acompanhamento, apoio e coordenação no tempo correto quando o paciente sai da internação: por telefone ou pessoalmente, follow-ups entre 24 e 48 horas pós-alta hospitalar ajudam no sucesso da recuperação.

Theranos perde parceria com Walgreens

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A gigante norte-americana Walgreens anunciou neste domingo o fim de suas atividades com o laboratório de exames de sangue, Theranos.

A Walgreens é um varejo dos Estados Unidos e oferece, por todo o país, produtos de bens de consumo, serviços de fotografia, de exames e de farmácia. É dividida em serviços de saúde,  Saúde e Bem-estar e anunciou fechar 40 das bases da Theranos que estão nas 8.177 farmácias, principalmente no Arizona.

Já a empresa de diagnósticos laboratoriais, Theranos, quando lançada, chegou a valer U$ 9 bilhões, grande parte graças à parceria com a Walgreens, apresentando a promessa revolucionária de realizar exames de microfluídos com apenas uma gota de sangue, reduzindo o custo do exame pela metade.

Em outubro do ano passado, o Jornal Wallstreet publicou uma matéria que deflagrava a tecnologia da Theranos, apresentando falhas. Autoridades federais identificaram problemas graves no carro-chefe do laboratório e os reguladores americanos podem barrar a indústria por até dois anos se for a decisão final.

O Vice-presidente sênior da Wallgreens, Brad Fluegel, disse em um comunicado oficial que os sistemas de saúde, Centro de Serviço de Saúde Medicare e o Medicaid têm rejeitado sanções da Theranos e, para oferecer o melhor serviço e relacionamento com o consumidor, decidiram terminar o relacionamento entre as empresas.

A Theranos possui outras bases de exames à parte da Walgreens e essas continuarão abertas com total comprometimento com a informação médica, disse a porta-voz da companhia.

No entanto, a má publicidade da Theranos pode trazer momentos ruins: um dos pontos foi o questionamento do serviço diagnóstico. As autoridades publicaram que a tecnologia usada pela empresa, divulgada como inovadora, era, na verdade, a mesma usada por outros laboratórios. Além disso, tiveram de corrigir resultados e anular dezenas de milhares de testes.

No ano passado, a Forbes estipulou o patrimônio da proprietária da Theranos, Elizabeth Holmes, em U$ 4.5 bi. Recentemente, foi anunciado que este valor foi para zero.

InterSystems é reconhecida como líder em desenvolvimento de softwares para Big Data e Business Intelligence

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A InterSystems, provedora global de tecnologias para gerenciamento de dados, foi nomeada uma das 100 melhores empresas da indústria de software, e além disso foi considerada líder e inovadora pela revista americana SD Times 100, na categoria Big Data e Business Intelligence. A lista é reconhecida entre as mais tradicionais do setor de TI. De acordo com texto publicado na edição de junho, a revista honra as companhias, consórcios e projetos da indústria que traçaram um caminho para os outros seguirem, ou que tenham atingido a liderança no mercado atual.

Sobre a InterSystems

A InterSystems fornece os mecanismos por trás das aplicações mais importantes do mundo. Em Saúde, Serviços Financeiros, Governo e outros setores onde vidas e informações críticas estão em jogo, a InterSystems tem sido um fornecedor estratégico de tecnologia desde 1978. A InterSystems é uma empresa privada com sede em Cambridge, Massachusetts (EUA), com escritórios pelo mundo inteiro, e seus produtos são usados diariamente por milhares de pessoas em mais de 100 países. Para mais informações, visite: InterSystems.com.br.

Determinação da ANS obriga planos de saúde a oferecerem exames de zika

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A partir do dia 6 de Julho desse ano, os planos de saúde serão obrigados a oferecer três exames de Zika para seus clientes. A norma determinada pela Agência Nacional de Saúde no dia 6 desse mês está no Diário Oficial da União.

Os exames que passam a integrar a lista de cobertura obrigatória dos planos, Procedimentos e Eventos em Saúde, são os testes sorológicos IgM e IgG e também o PCR (Polymerase Chain Reaction).

Esses exames deverão ser assegurados para bebês filhos de mãe já diagnosticadas e recém nascidos com má formação congênita sugestiva de infecção pelo vírus.

A agência estabeleceu o prazo de trinta dias para que as operadoras de planos de saúde organizarem suas redes de atendimento e de laboratórios para oferecerem os exames.

O PCR é recomendado para os primeiros dias de suspeita da doença, é recomendado para gestantes que estejam com os primeiros sintomas, mas no período máximo de cinco dias do surgimento desses sintomas.

Para as primeiras semanas de gestação (o pré-natal), o exame indicado é o IgM, que identifica anti corpos na corrente sanguínea apresentando ou não sintomas do vírus. A repetição do exame no final do segundo semestre diagnostica a má formação dos bebês caso infectados.

Já o IgG é indicado para quem já fez o exame IgM e o resultado apresentado foi positivo. ajuda a verificar se a pessoa já teve contato com o vírus da Zika em algum momento da vida.

Karla Coelho, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS afirmou em nota, "A ANS realizou de forma extraordinária a revisão do rol de procedimentos para incorporação desses testes por se tratar de uma emergência em saúde pública decretada pela Organização Mundial da Saúde."