MV mais uma vez apoia cliente na conquista do EMRAM 6

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Proporcionando qualidade à assistência por meio do uso da TI no processo de cuidado do paciente, a MV foi fundamental na conquista da certificação Electronic Medical Record Adoption Model (EMRAM) nível 6 pela unidade Santana da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. Após investimentos em infraestrutura, equipamentos, treinamentos de profissionais e ajustes de processos, a Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS) Analytics inseriu a unidade no grupo de elite mundial de hospitais com maturidade digital.

Esse já é o terceiro hospital cliente MV a conquistar a certificação, que se baseia no modelo avançado de adoção do prontuário eletrônico do paciente. Entre os requisitos mínimos definidos pelo EMRAM 6, estão o circuito fechado da administração de medicamentos com checagem à beira leito e a interação da documentação médica com sistemas de apoio à decisão clínica. Segundo o diretor de TI da Rede de Hospitais São Camilo, Klaiton Simão, por ser uma ferramenta muito aderente aos processos preconizados pelo EMRAM, a solução MV facilitou a adequação da parte assistencial do hospital. “Tudo que a HIMSS exige, o prontuário eletrônico do sistema SOUL MV realiza. Então, o terreno já estava preparado para a consolidação dos novos processos.”

Quando foi implantado, o PEP do SOUL MV proporcionou mais eficiência nos processos clínico-assistenciais e, consequentemente, aumentou a satisfação e a confiança dos pacientes. “Causa um impacto muito positivo no cliente quando ele vai a uma consulta e o médico já tem todo o seu histórico, desde a última data em que ele esteve na instituição até as medicações que foram prescritas”, afirma Klaiton em depoimento [assista em http://www.mv.com.br/pt/cases/rede-sao-camilo-garante-mais-seguranca-para-a-area-assistencial] concedido à MV sobre as mudanças percebidas na instituição com o uso do sistema de gestão da informação.

Avaliado como a solução com melhor performance e maior market share da América Latina pelo instituto norte-americano de pesquisa e insights KLAS, o PEP do SOUL MV também é utilizado nas outras duas unidades da Rede de Hospitais São Camilo. Além de facilitar a rotina de cerca de quatro mil médicos e outros profissionais de saúde, a solução possibilita o registro de forma segura e descomplicada de todos os procedimentos de atendimento e ainda garante eficiência operacional ao contribuir com a otimização da capacidade instalada e o aumento da taxa de ocupação sem comprometimento ao tratamento do paciente.

Como a certificação da HIMSS tem como premissa controles que proporcionam segurança e rastreabilidade ao processo assistencial, para Klaiton é muito perceptível os ganhos conquistados na unidade Santana com apoio da MV. “A partir do momento que são fixados processos e criadas barreiras sistêmicas, a chance de ocorrência de erros na administração do medicamento, por exemplo, cai praticamente a zero. Com a unidade Santana trabalhando nesses preceitos, os investimentos serão agora estendidos às unidades Pompéia e Ipiranga para, em 2017, consolidar a conquista do nível 6 e, a partir de 2018, buscar o nível 7.”

Sobre a MV

A MV é líder em software de gestão de saúde no Brasil. Com soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de saúde pública, detém o melhor Prontuário Eletrônico do Paciente na América Latina e o maior market share da região, segundo a empresa norte-americana de pesquisa e insights, KLAS, que concedeu à MV o Prêmio 2015/2016 KLAS Category Leader for Global Acute EMR – Latin America. Atualmente, mais de 1000 instituições e 375 mil usuários utilizam as soluções MV para responder com eficiência, agilidade, precisão e segurança as necessidades de gestão de informações de saúde. Para saber mais sobre a MV, acesse www.mv.com.br. Acompanhe-nos também no Facebook, Twitter e LinkedIn.

7º Seminário de Gestão em Saúde do Mater Dei

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Representantes da Rede Mater Dei de Saúde, dos Hospitais Albert Einstein, Mãe de Deus, HCOR e Grupo Vita, da Agência Nacional de Saúde – ANS, da Associação Nacional de Hospitais – Anahp e das Operadoras de Saúde, Amil, Bradesco Saúde Cassi e Vale, estarão reunidos no 7º Seminário de Gestão em Saúde do Mater Dei no dia 17 de junho, das 7h30 às 17h, no Centro de Convenções do Mater Dei Contorno (Avenida do Contorno, 9000 - Belo Horizonte/MG).

“Agregando Valor para o Sistema de Saúde: o que Realmente Importa” é o tema do Seminário. Os maiores especialistas da Saúde do Brasil discutirão cinco temas que abordam o valor para o paciente e para o sistema de saúde, produtividade e regulamentação. Este ano, a palestra magna abordará “Como Desenvolver Equipes Multidisciplinares de Alto Valor”, com Betania Tanure, da Betania Tanure Associados. A expectativa é que 600 pessoas compareçam ao evento.

Além da comemoração dos 36 anos do Mater Dei, o evento marcará a inauguração do Centro de Convenções Drª. Norma Salvador no Mater Dei Contorno, onde será sediado. O Seminário já integra o calendário de eventos relevantes da área e é uma oportunidade para compartilhamento de experiência, repasse de conteúdo de qualidade e das melhores práticas em gestão para os profissionais de saúde de todo o Brasil.

Mater Dei 36 anos - 7º Seminário de Gestão em Saúde – “Agregando Valor para o Sistema de Saúde: o que Realmente Importa”

Data: 17/06/2016

Horário: das 7h30 às 17h

Local: Centro de Convenções Drª. Normal Salvador (Mater Dei Contorno, 9000 – Barro Preto – Belo Horizonte – MG).

Programação:

7h30 – Credenciamento

8h30 – Abertura – Henrique Salvador – Presidente da Rede Mater Dei de Saúde

9h30 – Mesa redonda: Valor Para o Paciente

Coordenação: Paulo Muradas – Gerente Executivo da CASSI

Acesso – Welfane Cordeiro Júnior – Consultor em Serviços de Saúde e Presidente do Grupo Brasileiro de Classificação de Risco

Hospital Integrado do Câncer – José Henrique Dias Salvador – Diretor Comercial da Rede Mater Dei de Saúde

Visão da Operadora – Thaís Jorge de Oliveira e Silva – Diretora da Bradesco Saúde

11h – Coffee break

11h30 – Mesa redonda: Incorporando o Conceito de Produtividade Operacional em Hospitais – Experiências Práticas

Coordenação: Adriana Jesus de Lacerda Campos – Diretora de Operações da Vale

Marcus Reusch – Superintendente Médico Assistencial do Hospital Mãe de Deus

José Henrique Germann Ferreira – Diretor Superintendente do Instituto Israelita de Consultoria e Gestão Albert Einstein

Márcia Salvador Géo – Vice-presidente Operacional, Assistencial e Diretora Clínica da Rede Mater Dei de Saúde

12h30 - Lunch box

13h - Palestra Magna: Como Desenvolver Equipes Multidisciplinares de Alto Valor

Betania Tanure – Diretora da Betania Tanure Associados

Coordenação: José Salvador Silva – Presidente do Conselho de Administração da Rede Mater Dei de Saúde

14h - Palestra: O Papel da Regulação no Sistema de Saúde Suplementar

Coordenação: Maria Norma Salvador Ligório – Vice-presidente Administrativa Financeira e Comercial da Rede Mater Dei de Saúde

A visão da Agência – José Carlos de Souza Abrahão – Diretor-presidente da ANS

A visão do Prestador – Francisco Andrade Balestrin – Presidente do Conselho de Administração da Anahp e Vice-presidente do Grupo Vita

15h – Coffee break

15h30 – Mesa redonda: Agregando Valor Para o Sistema de Saúde: Qualidade com Efetividade – Experiências Práticas

Coordenação: Daniel Coudry – Diretor Executivo de Gestão de Rede Nacional da Amil

Ary Costa Ribeiro – Superintendente Comercial e de Serviços Ambulatoriais e Comercial do HCOR

Alceu Alves da Silva – Superintendente Executivo do Sistema de Saúde Mãe de Deus

Elaine Sclearuc – Diretora Técnica da Rede Mater Dei de Saúde

17h30 – Encerramento

Pacientes crônicos têm apoio especializado na Unimed-Rio

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Garantir mais saúde e qualidade de vida para pacientes portadores de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes e cardiopatias. Esse é o principal objetivo do Programa de Gerenciamento de Crônicos - ou Programa para Controle de Doenças Crônicas (PCDC) - desenvolvido pela Unimed-Rio, desde 2005, e que conta, atualmente, com cerca de 11 mil beneficiários ativos assistidos.

A metodologia do programa consiste na orientação e acompanhamento da saúde do paciente por meio de visitas domiciliares e contatos telefônicos realizados por uma equipe multiprofissional (enfermeiro, nutricionista, fisioterapeuta e assistente social), além do estímulo à relação mais próxima com o médico cooperado assistente.

- Com o programa, queremos estimular o autocuidado com a saúde através do monitoramento mensal contínuo dos pacientes e suas patologias, assim como incentivar que procurem o médico regularmente e mantenham hábitos de vida mais saudáveis. Nosso objetivo é o bem estar e a satisfação de cada paciente - ressalta Dra. Eliane Guimarães, gerente de Gestão de Riscos Assistenciais da Unimed-Rio.

Bons resultados - Entre os resultados positivos obtidos pelo PCDC está a redução de 20% nas consultas em Pronto Atendimentos e 50% nas internações. A faixa etária dos participantes está acima dos 40 anos, sendo a maioria com idade entre 70 e 79 anos. Todos são acompanhados por tempo indeterminado com alto índice de fidelização e satisfação.

Empoderamento, feedback e big data: Conheça o OWise

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Na era do Big Data, inúmeras ferramentas têm surgido para coletar dados e organizá-los de forma útil. De softwares de gestão mais sofisticados a aplicativos de celular, a ideia principal é compartilhar dados entre os stakeholders e tornar a entrega dos serviços de saúde mais eficiente.

Durante a Health 2.0 Europe, que ocorreu no mês passado em Barcelona, tive a oportunidade de conhecer David Bruinvels, co-fundador e diretor médico da Px Healthcare. Na conferência, a empresa estava divulgando o OWise, um aplicativo que busca não só empoderar pacientes com câncer, oferecendo informações e a possibilidade de gravar áudios das consultas, mas também compartilhar de forma inteligente dados que podem ser preciosos para profissionais de saúde e para a indústria farmacêutica.

Diferentemente de outras empresas, a Px Healthcare possui motivação social. Segundo David, mesmo que no futuro algo ocorra com a empresa, todos os dados obtidos com o app continuarão a salvo e sob anonimato, já que as informações estão vinculadas a uma Public Benefit Foundation.

Outro diferencial do aplicativo são as evidências de experiências positivas. Em estudo realizado pelo University Medical Center Utrecht e recentemente publicado no JMIR Cancer, 15 pacientes usaram o recurso de gravar áudios de consultas e 14 deles acharam-no útil. Entre os profissionais da saúde, 9 de 10 acharam as gravações úteis para os pacientes e além disso, recomendariam o aplicativo. Embora a pesquisa tenha envolvido poucos pacientes, há a intenção de se conduzir estudos maiores futuramente.

Para entender um pouco mais do que está por trás do OWise, entrevistei David, que gentilmente fez questão de vir ao Leiden University Medical Center, onde estudo, para a nossa conversa.

José Eduardo: Qual foi a inspiração para desenvolver o aplicativo?

David: Quando um dos primeiros iPhones foram lançados, eu notei que vários pacientes nas salas de espera estavam passando o tempo com jogos nos celulares. Talvez fosse bacana se eles não estivessem apenas jogando, mas também se preparando para a consulta com o médico(a) ou enfermeiro(a), pensei. Essa ideia me manteve pensativo e então conversei com minha irmã, que tinha interesse em desenvolver algo em eHealth. Como uma dupla, nós somos bastante completos: sou epidemiologista e médico e minha irmã, empreendedora e farmacêutica. Baseados nesse ponto inicial, fizemos um protótipo com câncer de mama.

José Eduardo: Um dos principais objetivos do aplicativo é oferecer uma visão geral sobre as opções de cuidado para os pacientes?

David: Exatamente. É uma ferramenta de decisão compartilhada, tentando colocar pacientes e profissionais em um nível mais próximo. Se um médico não é adepto de decisões compartilhadas, ele terá de fazê-las com pacientes que, usando o aplicativo, estarão informados. Quando criamos o aplicativo, outra intenção era fazer com que os pacientes percebessem as etapas que as guidelines propõem. Nós traduzimos essas guidelines à mão em etapas simples e com um algoritmo, inserimos isso no app. Isso fortalece o programa já que as guidelines são sempre baseadas em evidência e logo, o aplicativo apresentará as melhores opções de tratamento, de acordo com evidências e guidelines.

José Eduardo: Como o OWise segue as novidades da literatura científica?

David: A maneira mais fácil, mas ainda dura, é fazer uma pesquisa personalizada no PubMed e buscar uma nova guideline holandesa para o câncer de mama, por exemplo. Se houver uma nova guideline, alguém publicará a respeito e nós teremos a informação no nosso sistema. Outra forma é visitar regularmente o site de criadores de guidelines, como o Oncoline ou NICE, e inscrever-se para receber atualizações por email.

Envolver-se no desenvolvimento de guidelines também é uma possibilidade. Porém, isso toma bastante tempo. Dessa forma, nós provavelmente entraríamos em contato com pessoas conhecidas do grupo que produz as guidelines e regularmente perguntaríamos sobre novidades para tentar antecipar algumas informações. Se a evidência for adequada e as mudanças tornarem-se oficiais, nós podemos inseri-las no aplicativo.

Além disso, algumas vezes nós usamos senso comum também. Agendia, uma empresa holandesa, desenvolveu o MammaPrint®, que atualmente é parte das guidelines holandesas. Nesse caso, nós não esperamos pela guideline e colocamos no app há três anos porque sabíamos da grande chance desse recurso ser incluído. Naquela época, nós não fazíamos a recomendação do uso, mas dizíamos que era uma opção, mostrando a eficácia e como obter o recurso.

Novamente, o aplicativo é na maior parte das vezes baseado em guidelines, mas às vezes nós apontaremos, de forma responsável, novos campos interessantes em que provavelmente evidências irão surgir e serão inclusas nas guidelines em alguns anos.

José Eduardo: Como o aplicativo pode ajudar profissionais da saúde?

David: Vamos usar um exemplo real. Alguns hospitais filiados ao NHS (National Health Service, Reino Unido) precisam melhorar a experiência do paciente, pois ela não é tão boa como em hospitais privados. Para mudar isso, você pode, por exemplo, redecorar hospitais ou contratar mais enfermeiras e dar mais tempo para que elas ajudem o paciente, mas isso tornará a saúde mais cara. Uma opção mais realista é empoderar pacientes. Isso tornará a sua experiência melhor, tornando possível que eles compartilhem suas preocupações e sentimentos com seus cuidadores, algo que pode ser feito com o aplicativo. Com essas informações, médicos e outros profissionais saberão o que os pacientes querem e logo, poderão melhorar a experiência como um todo.

O aplicativo também oferece aos pacientes a opção de gravar áudios de consultas, que deve ser usada apenas com permissão explícita do médico(a)/enfermeiro(a). Em um primeiro momento, nós não tínhamos certeza se os profissionais gostariam da ideia. No entanto, pela nossa experiência e considerando a pesquisa feita pela Utrecht University, eles realmente gostaram disso. Como as conversas são protegidas e ninguém pode torná-las públicas, o recurso é seguro para os profissionais.

José Eduardo: Quais são as outras utilidades do app?

David: Nós coletamos vários dados. Chamamos essas informações de patient reported outcomes (PROs). Esses dados nos permitem perceber o que está acontecendo no mundo real, com o paciente. Quando olhamos para a forma como as drogas são desenvolvidas, com ensaios clínicos e um regime bastante rigoroso, temos que um grupo de pacientes homogêneos é necessário, de tal forma que o efeito máximo e comparações com outras drogas sejam viáveis. Portanto, esses pacientes têm de ser perfeitos. Quando as medicações são lançadas no mundo real, onde as pessoas não são tão perfeitas, é difícil esperar o mesmo resultado. É aqui que podemos ajudar, coletando dados em efeitos colaterais que não foram encontrados nos ensaios e em subgrupos específicos.

Como os pacientes são anônimos no aplicativo, não nós sabemos quem eles são, porém sabemos muito sobre eles. Nós podemos agrupá-los e obter grupos específicos de pessoas, sendo possível analisá-los e fazer previsões, como o porquê de alguns deles pararem o tratamento e outros terminarem normalmente. Baseados nisso, podemos procurar por alguma solução que previna pacientes de parar o tratamento antes do fim.

O interessante sobre tudo isso é que todos estão tendo vantagens com esse tipo de pesquisa que fazemos: pacientes terão benefícios; médicos terão benefícios com pacientes mais felizes e vivendo por mais tempo; hospitais estarão felizes com melhores taxas de sobrevivência e bem, a indústria farmacêutica ficará feliz com pacientes usando medicamentos por mais tempo.

José Eduardo: Basicamente, o maior impacto do aplicativo tem a ver com o compartilhamento desses dados?

David: É justamente nessa parte que podemos fazer impacto. Não somos só outro app de decisão compartilhada ou para pacientes: somos a única empresa usando o aplicativo também para que pacientes oncológicos se beneficiem dele como um grupo. Na perspectiva desses pacientes, nós estamos principalmente interessados no longo prazo. Se você nos perguntar, em termos de receita, quanto geramos nessa fase inicial de start-up, eu direi que não geramos ainda, e estamos felizes com isso porque é algo que não está no nosso caminho ainda. No momento, nós recebemos financiamentos europeus e prêmios de pitches/competições. No entanto, no futuro nós planejamos gerar receitas pela venda de insights para partes comerciais, a fim de melhorar o aplicativo e mantê-lo atualizado. Nosso objetivo é tornar-se a principal plataforma digital para coleta de PRO e melhoria da experiência do paciente.

José Eduardo: Vocês planejam incluir mais tipos de cânceres e outros idiomas no aplicativo?

David: Neste estágio inicial, nós temos uma primeira versão do aplicativo apenas para pacientes com câncer de mama. Nós planejamos fazer uma versão genérica do aplicativo para todos os outros cânceres e nela incluiremos módulos especializados para os cânceres mais comuns ou tipos menos comuns em que pacientes estejam em necessidade de um aplicativo para empoderá-los, como os de bexiga e de rim. Algumas entidades de pacientes já se comprometeram a colaborar conosco, tentando mobilizar um grande número de pacientes com esses tipos de câncer para usar o aplicativo. Nesse contexto, esperamos lançar a versão genérica no começo de 2017.

Com relação aos idiomas, nós agora temos a versão holandesa e a do Reino Unido. Como nós já temos uma versão em inglês, nós primeiro planejamos desenvolver uma versão para os Estados Unidos. Em segundo, com a ajuda de um financiamento Phase I pelo Horizon2020, nós vamos desenvolver uma estratégia de marketing para outros países europeus e línguas. Primeiramente, selecionaremos os 10 mais promissores, considerando legislação, qualidade dos cuidados de saúde e infraestrutura para usar o aplicativo. Mais tarde, uma análise de mercado mais profunda será feita, e a partir disso determinaremos os 5 melhores países e incluiremos a linguagem destes.

Empresários da saúde se reúnem em missão na Holanda

A presidente da Feira Hospitalar, Dra. Waleska Santos, e outras lideranças participarão de uma programação com workshops e visitações a instituições de saúde do país europeu

holandaEntre os dias 12 a 16 de junho, profissionais e empresários da saúde se reunirão em uma missão à Holanda a fim de descobrir oportunidades do setor no país. Entre as lideranças que participarão da missão, organizada pelo consulado holandês, confirma-se a presença da presidente da Feira Hospitalar, Dra. Waleska Santos, do coordenador adjunto do BioBrasil - Comitê de Saúde e Biotecnologia da Fiesp, Eduardo Jacomassi, e do superintendente da ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios), Paulo Henrique Fraccaro.


Um dos objetivos da missão é fomentar as relações entre Holanda e São Paulo, tendo como principal foco a inovação e também as pesquisas em empreendedorismo e educação. Será realizada uma apresentação às empresas e instituições holandesas de saúde e será criado um panorama de oportunidades de cooperação do setor.

Na programação também estão previstos workshops com o Ministério da Saúde, Bem-Estar e Esporte, seminários especializados e visitações a hospitais, que serão divididas em três etapas: design, construção e mobiliário de centros de saúde; saúde para idosos, reabilitação e envelhecimento saudável; e instituições de saúde com estrutura de e-health (telemedicina).

Por fim, os participantes ainda terão um espaço para realizar networking, trocar informações sobre o segmento nos países e discutir sobre alternativas e soluções para o desenvolvimento sustentável da saúde. Um passeio cultural também está previsto na agenda da missão.

Pacientes da campanha Cirurgia Plástica, Anestesiologia e Hospitais Solidários serão operados na próxima semana

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Os pacientes selecionados na primeira etapa da campanha Cirurgia Plástica Solidária, promovida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Regional Goiás (SBCP-GO), serão operados na próxima semana. As cirurgias vão ser realizadas simultaneamente nos dias 15 e 16 (quarta e quinta-feira), em Goiânia.

Os pacientes vão ser operados por cirurgiões plásticos voluntários, que estão abrindo mão de 100% de seus honorários para fazer o bem. A campanha, rebatizada de Cirurgia Plástica, Anestesiologia & Hospitais Solidários, conta também com apoio de médicos anestesiologistas, que vão trabalhar voluntariamente, e hospitais da capital, que estão subsidiando os custos hospitalares, o que reduziu consideravelmente os valores a serem pagos pelos pacientes.

A campanha foi lançada no final de abril com o objetivo de atender pessoas que carecem de cirurgias reparadoras e não dispõem de recursos para arcar com os custos totais dos procedimentos. As inscrições aconteceram no início de maio e mais de 2 mil pessoas se candidataram.

Os organizadores fizeram uma pré-seleção, excluindo as cirurgias estéticas e priorizando as reparadoras mais urgentes. Cerca de 300 pessoas foram selecionadas para a triagem socioeconômica e clínica, que aconteceu no dia 14 de maio e foi realizada por assistentes sociais e cirurgiões plásticos voluntários.

Um grupo de aproximadamente cem pacientes foi aprovado nesta triagem. Nas últimas semanas, eles passaram por consultas médicas e exames e tiveram suas cirurgias agendadas. Entre os procedimentos a serem realizados estão correção de cicatrizes, otoplastia (orelha de abano), reparação de sequelas de tratamentos oncológicos e cirurgias nas mamas e abdome de pacientes que eram obesos e foram submetidos a procedimentos bariátricos.

O presidente da SBCP-GO, Luiz Humberto Garcia de Souza, considera a campanha um sucesso, com grande participação da população e a adesão expressiva dos cirurgiões plásticos, anestesiologistas e hospitais goianos. “Estamos unidos para fazer o bem”, diz o presidente, que, em conjunto com a diretoria da SBCP-GO, já programa uma segunda etapa da campanha para o final deste ano.

Novo tratamento para doença de Parkinson ajuda na manutenção da autonomia do paciente

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A Teva, líder global no setor farmacêutico com longa tradição em pesquisa e desenvolvimento, traz ao mercado brasileiro uma inovação para o tratamento da doença de Parkinson. O mesilato de rasagilina melhora a qualidade de vida do paciente ao promover maior controle motor durante dia e noite, com segurança e boa tolerabilidade em todas as fases da Doença de Parkinson1,2,3,4, permitindo ao paciente manter por mais tempo a autonomia em suas atividades diárias. O Parkinson é a segunda enfermidade neurológica crônica mais comum em adultos, após a doença de Alzheimer.

Além de crônica e progressiva, a doença ainda não tem cura e é causada principalmente pela queda dos níveis de dopamina no cérebro ao longo do tempo. Existem cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com Parkinson, de acordo com a ONU. Com o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população, há a previsão que esse número dobre até 2040. No Brasil, estima-se que 250 mil pessoas tenham a doença.

Embora, tradicionalmente, a doença seja associada com sintomas motores (como tremores, rigidez, lentidão do movimento, desequilíbrio, andar arrastado ou perda de expressão facial), também ocorrerem sintomas não motores, tais como depressão, dor, disfunção cognitiva e desordens de sono. Atualmente, o paciente conta com diferentes estratégias terapêuticas para controlar os sintomas.

Comprovação científica

“A rasagilina é um inibidor da MAO que pode ser usado na fase inicial da doença de Parkinson como monoterapia ou quando surgem as flutuações motoras, como o fenômeno de wearing off, quando o paciente relata que necessita antecipar a próxima dose da medicação por que ocorre a diminuição do efeito da mesma” explica a neurologista da Universidade Federal de São Paulo, Roberta Arb Saba.

Os estudos PRESTO5 e LARGO6 comprovaram que a rasagilina usada em conjunto com a levodopa diminui as dificuldades motoras dos parkinsonianos. O estudo LARGO com 687 pacientes demonstrou que a rasagilina reduziu o tempo “off” (intervalo em que termina o efeito do levodopa e os sintomas voltam a aparecer) em uma hora, sem aumentar os movimentos anormais conhecidos como discinesias. Esse estudo também comprovou uma melhora significativa no congelamento de marcha e instabilidade postural (sintoma incapacitante que afeta mais de 50% dos pacientes). “Esses resultados mostram que o tratamento com a rasagilina pode trazer benefício aos pacientes que apresentam flutuações motoras”, continua Roberta Saba. Já o estudo PRESTO envolveu 472 pacientes e demostrou que a rasagilina aumentou o período de “on”.

Um terceiro estudo, denominado TEMPO7, com 404 indivíduos, concluiu que rasagilina é eficaz como tratamento único inicial em pacientes com Parkinson. Os pacientes foram acompanhados por seis anos e quase metade dos pacientes (47%) permaneceu com os sintomas controlados apenas tomando a rasagilina. “Essa pesquisa demonstrou que a rasagilina melhora a função motora, principalmente em relação a tremores e a lentidão dos movimentos, o que resulta em mais autonomia nas atividades comuns diárias dos pacientes”, explica a professora de Neurologia.

“A rasagilina, vendida no Brasil com o nome comercial de Azilect, demonstra como a empresa está focada na área de neurociências e no seu compromisso em oferecer tratamentos avançados para as doenças neurológicas. Esse medicamento, assim como todo portfólio da Teva é focado na melhoria do bem-estar dos pacientes e é mais um aliado para ajudar quem sofre com o Parkinson a ter um controle motor maior, mesmo durante a noite”, conta o gerente geral da Teva no Brasil, Nicolás Lódola.

Para mais informações acesse www.teva.com.br.

Sobre o mesilato de rasagilina

O mesilato de rasagilina mostrou-se eficaz em controlar os sintomas da enfermidade. Administrado por uma dose única diária, o medicamento é indicado para o tratamento de pacientes com diagnóstico da doença de Parkinson. Aproximadamente, 1,6 milhão pacientes/ ano usam o medicamento8. Azilect já foi aprovado em 55 países9.

Sobre a Teva

Teva Farmacêutica é líder global no setor farmacêutico que oferece soluções com alta qualidade voltadas para a melhora da qualidade de vida. Com sede em Israel, Teva é o maior produtor de medicamentos genéricos do mundo, aproveitando um portfólio com mais de 1.000 moléculas para produzir uma ampla gama de produtos genéricos para quase todas as áreas terapêuticas. Além disso, a Teva tem uma posição de liderança mundial em tratamentos inovadores para doenças do sistema nervoso central, incluindo a dor, bem como um forte portfólio de produtos para a área respiratória. A divisão de pesquisa e desenvolvimento da Teva integra medicamentos genéricos e de marca criando novas formas de abordagem para as diferentes necessidades dos pacientes e combinando o desenvolvimento de novas drogas com dispositivos, serviços e tecnologias. No Brasil desde 2006, oferece produtos para Saúde Feminina, Oncologia, Respiratória, Neurologia, Hematologia e Infectologia. A receita líquida global da Teva totalizou US$ 6,17 bilhões em 2015.

Referências:

1- Azilect®: monografia do produto;

2- Lew MF, Hauser RA, Hurtig HI, Ondo WG,Wojcieszek J and the TEMPO Extension Study Group. Long-term efficacy of rasagiline in Parkinson’s disease. Poster presented at 16th International Congress on Parkinson’s Disease and Related Disorders, June 5-9, 2005, Berlin, Germany;

3- Elmer L for the Parkinson Study Group. Rasagiline is effective and well tolerated in the treatment of Parkinson’s disease (PD) patients with levodopa-related motor fluctuations receiving other adjunctive therapy. Poster presented at The Movement Disorder Society’s 9th International Congress of Parkinson’s Disease and Movement Disorders. March 5–8, 2005; New Orleans, USA;

4- Olanow CW, Rascol O for the ADAGIO investigators. Early rasagiline treatment slows UPDRS decline in the ADAGIO delayed start study. Poster presented at the American Neurological Association’s 133rd Annual Meeting, September 21-24,2008; Salt Lake City, Utah, USA. 29;

5- Parkinson Study Group.A randomized placebo-controlled trial of rasagiline in levodopa-treated patients with Parkinson disease and motor fluctuations. The PRESTO study. Arch Neurol 2005;62:241–248;

6- Rascol O, Brooks DJ, Melamed E, et al, for the LARGO Study Group. Rasagiline as an adjunct to levodopa in patients with Parkinson’s disease and motor fluctuations (LARGO, Lasting effect in Adjunct therapy with Rasagiline Given Once daily, study): a randomised, double-blind, parallel-group trial. Lancet 2005; 365:947–954;

7- Parkinson Study Group. A controlled trial of rasagiline in early Parkinson Disease. The TEMPO study. Arch Neurol 2002;59:1937–1943;

8- PERIODIC SAFETY UPDATE REPORT No. 752/01/15 - Rasagiline mesylate;

9- Israel, Áustria, Bélgica, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia,Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia, Reino Unido, Romênia, Bulgária, Croácia, Islândia, Noruega, Liechtenstein, Argentina, Suíça, Peru, EUA, México, Canada, Peru, Chile, Sérvia, Rússia, África do Sul, Colômbia, Taiwan, Hong Kong, Austrália, Tailândia, Puerto Rico, Macau, Coréia, Ucrânia, Filipinas, Cazaquistão e Brasil.

Análise Preditiva: a Aplicação “Killer” de Big Data em Saúde

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Nesse cenário da Saúde do futuro temos uma série de componentes que serão muito importantes na transformação da medicina, a saber: inteligência artificial (que inclui “machine learning” e “deep learning”) [2], telemedicina [2.1], genômica, edição de gene [3], microbiome [3.1], medicina personalizada [4-5], impressão 3D, diagnóstico digital [6], sistemas de “cloud”, entre outros.

Um componente tecnológico que será muito importante no futuro da Saúde é o “dado” [6.1]. Simples assim! Nos próximos anos o “dado” vai ajudar a transformar a Saúde fazendo com que os 90% dos dados não-estruturados hoje existentes nesse setor – e que não são utilizados – sejam transformados em informação estratégica e, consequentemente, utilizados. Essa é a visão estratégica da Sra Ginni Rometty que vem a ser a CEO da IBM [7]. O “dado” será muito importante na “eficiência operacional” das organizações (incluindo as de Saúde) [7.1].

O “novo tempo” da importância do “dado” na Saúde traz à baila o conceito de “Data-driven Healthcare” (ou “Saúde Orientada a Dados”) [8-9]. O dado médico é (e será mais ainda) um “tópico muito quente” para os investidores e para inovação de produtos e, a recompensa, será uma melhor saúde, com certeza!

Entre alguns exemplos de dados não-estruturados na saúde temos: imagens (p. ex., mamografia), campo de Observações/Notas (“EHR Notes”) dos PEPs (Prontuários Eletrônicos dos Pacientes), Exames Médicos de Pacientes (que normalmente estão no formato .Doc ou .Pdf), PEPs manuscritos e outros documentos ou relatórios manuscritos de saúde. Cabe ressaltar, que no Brasil acreditamos que muitas organizações de saúde ainda possuem prontuários de pacientes não automatizados, o que complica mais ainda mais a situação!

A nova realidade da relevância do “dado” na saúde destaca a importância da NOVA tecnologia de Big Data (com seus algoritmos de “machine learning”). Big Data está atualmente presente em vários segmentos da Saúde [10] mas nós compartilhamos uma visão com vários analistas de mercado que a aplicação “killer” de big data é a Análise Preditiva [11] (ou “data analytics” [12]). Para mais detalhes da tecnologia de Big Data em Saúde ver as referências [12.1] e [12.2].

A tecnologia de Big Data traz – agora - a oportunidade de explorar novos modelos de negócios na saúde de forma geral [12.3] e, notadamente, a Análise Preditiva nos possibilita explorar diferentes “ofertas” de novos negócios no segmento de Saúde. A Análise Preditiva permite explorar ofertas de Saúde Preventiva – a partir de dados estruturados e não-estruturados - que sem ela não seria possível! Segundo o analista de indústria McKinsey o negócio de Saúde tinha um orçamento de 2 TUS$ em 2013 e o negócio de Big Data girava em torno de 375 BUS$ (em média) e a grande maioria desse valor é “prevenível”. É aqui então que temos uma grande oportunidade para utilizarmos os algoritmos de Análise Preditiva [13] para prever doenças na população e, consequentemente, reduzir custos na Saúde.

Com evolução da tecnologia na Saúde temos um ponto importante: a partir de agora, cada pessoa individualmente vai querer uma ação personalizada de saúde para ela e não para outra pessoa qualquer. Isso é um grande efeito motivador quando conseguimos “prever” a doença (ou doenças) a que ela pode ser submetida [14]. Aqui temos um grande diferencial para reduzir o custo da saúde se ampliamos o foco dessa prevenção para uma população em vez de uma pessoa isolada apenas! Um exemplo: hoje temos um percentual de 7% de pacientes na população brasileira que sofre de Diabetes Tipo 2 [14.1]. Em dez anos a expectativa é que esse percentual suba para 15%. Imagine então quanto o custo do tratamento da doença Diabetes Tipo 2 poderia ser reduzido se utilizássemos a tecnologia de Big Data para ajudar às pessoas a não se tornarem pacientes dessa morbidade, ou melhor, não deixar uma pessoa Pré-Diabética tornar-se Diabética Tipo 2. Uma quantidade gigantesca de recursos poderia ser economizada apenas em uma doença crônica, se ampliamos o foco dessa prevenção para uma maior quantidade de pessoas.

A ação preventiva na identificação de doenças é muito importante na área da Saúde. Considere um algoritmo que avalias os aspectos do comportamento de saúde de uma pessoa a partir dos seus dados médicos e do uso de medicamentos para definir as suas rotinas particulares de exercícios físicos e de alimentação. Os técnicos de Big Data já estão trabalhando em programas computacionais que podem ser aptos para prever se a pessoa passará parte do ano que vem saudável ou no hospital onde um tratamento mais caro de saúde é prestado. A Modelagem Preditiva (baseada na Análise Preditiva) vai permitir que operadoras de saúde, médicos e empresas de “bem-estar” (“wellness”) desenvolvam planos de ação (intervenção) com os pacientes. Esses desenvolvimentos não somente reduzem os custos de saúde como também salvam vidas. Em 2020, nos EUA muitas morbidades crônicas (Cardíaca, Diabetes Tipo 2 e Câncer) serão provocadas pela obesidade. Os especialistas americanos em saúde esperam que em 2020 a obesidade mate mais nos EUA que o cigarro! [14]. Os EUA gastam 17% do seu PIB em Saúde mas não significa que seus resultados nessa área não sejam algumas vezes piores do que de outros países desenvolvidos. Nesse cenário, muito poderia estar sendo feito utilizando a Modelagem Preditiva!

A seguir destacamos 03 casos de Modelagem Preditiva na saúde, a saber: Reospitalização (ou reinternação) de Pacientes com ICC (Insuficiência Cardíaca Congestiva), Prevenção da Diabetes e Prevenção na Insuficiência Renal, a saber:

(a) Reospitalização de Pacientes com ICC

Um caso interessante de Análise Preditiva utilizando algoritmos de Big Data é aquele para reduzir o risco de “reospitalização” (retorno ao hospital de um paciente por causa da mesma enfermidade) de pacientes com ICC. A doença de ICC tradicionalmente é uma morbidade de alto custo. Nos EUA, o total das reospitalizações em geral é de 20% em 30 dias e de 32% em 60 dias. Em termos apenas de ICC, temos que 25% das reospitalizações são de ICC. Adicionalmente, em termos gerais, o custo de reospitalizações por ano nos EUA representam um custo de 17 BUS$ e a grande maioria de 76% das reospitalizações poderiam ser evitadas (sic!).

A estimativa do risco de reospitalização de pacientes de ICC tem sua Análise Preditiva elaborada a partir de algoritmos de “machine learning”.

Para implementar a Modelagem Preditiva nesse caso, as variáveis de risco (ou “preditoras”) utilizadas nos algoritmos segundo a referência [15] são: variáveis demográficas, testes de laboratórios, sinais vitais, “comorbidades” e parâmetros de internação/reospitalização.

Para mais detalhes desse caso de reospitalização de pacientes de ICC acessar as referências [15-17].

(b) Prevenção da Diabetes

Quem trabalha com Saúde sabe que a Diabetes é uma doença “silenciosa” mas de um potencial destrutivo gigantesco quando não controlada. A Diabetes é uma enfermidade que tem graves consequências para a saúde dos pacientes: cegueira, amputação de membros, impacto em insuficiência cardíaca e/ou renal, entre outras. Quando o quadro clínico evolui para uma situação aguda, o custo do tratamento do paciente cresce muito e impacta nos resultados das Organizações de saúde.

A Diabetes é hoje uma enfermidade em ascensão no mundo. Calcula-se que a nível mundial 382 milhões de pessoas sofrem dessa doença e espera-se que em 2035 em número suba para 592 milhões de pessoas. Noventa por cento dos casos de Diabetes correspondem a Diabetes Tipo 2 [18]. A rápida urbanização e a mudança nos hábitos alimentares, combinadas com o estilo de vida progressivamente sedentário, têm causado uma ampla propagação da Diabetes Tipo 2 e o seu aumento recente nas últimas décadas. Em resumo: hábitos pouco saudáveis e pouco exercício físico! Com vimos acima, atualmente 7% da população brasileira sofre dessa enfermidade.

No caso da Diabetes Tipo 2 temos uma grande oportunidade de redução de custos operacionais quando gerenciamos antecipadamente os pacientes pré-diabéticos para que eles não se tornem diabéticos.

Para implementar a Modelagem Preditiva das pessoas pré-diabéticas com o potencial de se transformarem em Diabéticos Tipo 2 temos que escolher as principais variáveis de risco (ou “preditoras”) que comandam essa transformação (de pré para diabético).

No caso da Diabetes Tipo 2 esse gerenciamento deve ser feito com pacientes de um “grupo de risco” com síndrome metabólica que é um grupamento com 05 fatores de risco tais como: medida da cintura (e/ou peso), alta taxa de açúcar no sangue, pressão alta, alto nível de triglicerídeos e baixo nível de colesterol (“bom”) HDL. Uma pessoa com três ou mais desses fatores de risco é cinco vezes mais suscetível de desenvolver a morbidade Diabetes Tipo 2 [19].

Para se ter uma ideia, de como é muito importante o gerenciamento da comunidade pré-diabética, nos EUA atualmente para uma população de 324 milhões de habitantes, existem 29 milhões de Diabéticos Tipo 2 e 85 milhões de pré-diabéticos [20].

Dessa forma, para uma organização de saúde é importante desenvolver um Plano de Prevenção de Diabetes [21] integrado a uma estratégia de Big Data [19] e [22-23].

No futuro, a tarefa de monitoração dos pacientes diabéticos, e a consequente coleta do nível de glicose, será facilitado através das novas tecnologias de “monitoração contínua de glicose” [24-25].

(c) Prevenção na Insuficiência Renal

Uma outra morbidade também “silenciosa” (pelo menos no estágio inicial) similar a Diabetes é a Insuficiência Renal cujo a adoção de um Programa de Prevenção é muito “benvinda” pois impede que um paciente com Insuficiência Renal evolua para um quadro de Crônico Renal onde o custo do tratamento aumenta substancialmente por causa da necessidade de diálise rotineira ou de transplante. O estágio Crônico Renal é irreversível e de alto custo.

De maneira similar à Diabetes que vimos anteriormente, para implementar a Modelagem Preditiva das pessoas com Insuficiência Renal com o potencial de se transformar em Crônico Renal temos que escolher as principais variáveis de risco (ou “preditoras”) que comandam essa transformação do estágio da doença. Embora o estágio de evolução da Modelagem Preditiva da Insuficiência Renal ainda esteja menos desenvolvido que o caso de Diabetes que vimos anteriormente, já existem trabalhos científicos que estabelecem algumas variáveis “preditoras” [26-28]. Essas variáveis incluem o nível de ureia e creatinina mas pode também incluir outras variáveis. Na referência [28] temos uma abordagem de diferentes cenários de variáveis de risco. Um fato de destaque: Diabetes e Hipertensão são responsáveis por 2/3 dos casos de insuficiência renal. Outros movimentos de modelagem do risco de Insuficiência Renal constam das referências [29-30].

Recentemente, alguns pesquisadores manifestaram “explicitamente” o interesse no uso da tecnologia de Big Data para “tratar melhor” os pacientes com Insuficiência Renal [31]. A taxa de hospitalização de pacientes com Insuficiência Renal é alta (430 por 1.000 pacientes-ano). Mas se conseguimos identificar os pacientes com maior risco de serem hospitalizados por Insuficiência Renal, nós temos como concluir quais os principiais fatores preditivos que levam ao declínio das hospitalizações.

Para mais detalhes de Programas de Prevenção de Insuficiência Renal ver as referências [32-33].

Destacamos aqui apenas 03 casos – a título de exemplo – da utilização da tecnologia de Big Data em Saúde Preventiva mas diversos outros podem ser explorados.

Finalmente, pelo que vimos acima, existe – ainda - um caminho longo a ser percorrido no uso da tecnologia de Big Data na Análise Preditiva em Saúde. Esse investimento pode ser fundamental na redução dos custos das doenças crônicas pois, com o uso da Modelagem Preditiva baseada em algoritmos de Big Data, poderemos apostar mais em ações de Saúde Preventiva em vez de “ficar apagando incêndio” das doenças crônicas e reclamando do aumento em “espiral” dos custos da Saúde!

Referências:

[1] Ten Predictions That Will Transform Healthcare, Genetic Engineering News, 04.jan.2016

http://www.genengnews.com/insight-and-intelligence/ten-predictions-that-will-transform-healthcare/77900592/

[2] A Euforia da Inteligência Artificial, Saúde Business, 11.abr.2016

http://saudebusiness.com/a-euforia-da-inteligencia-artificial/

[2.1] American Well Will Allow Telemedicine Patients to Pick Their Doctor, The New York Times, 16.may.2016

http://www.nytimes.com/2016/05/17/business/american-well-will-allow-telemedicine-patients-to-pick-their-doctor.html?_r=0

[3] CRISPR: o impacto da edição do DNA na medicina, Saúde Business, 11.fev.2016

http://saudebusiness.com/crispr-o-impacto-da-edicao-do-dna-na-medicina/

[3.1] Medicine's next frontier: The microbiome, CNBC News, 19.jun.2015

http://www.cnbc.com/2015/06/19/medicines-next-frontier-the-microbiome.html

[4] Big Data no combate ao Câncer: medicina personalizada do futuro [Parte 01], Saúde Business, 08.out.2015

http://saudebusiness.com/big-data-no-combate-ao-cancer-medicina-personalizada-do-futuro-parte-01/

[5] Medicina personalizada: Big Data no combate ao Câncer [Parte 02], Saúde Business, 15.out.2015

http://saudebusiness.com/medicina-personalizada-big-data-no-combate-ao-cancer-parte-02/

[6] Reconhecimento de imagens: Um novo aliado do diagnóstico Digital na Medicina, Convergência Digital, 01.mar.2016

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41782&sid=15

[6.1] THE DATA: Next Big Wave = Leveraging this unlimited connectivity & storage to collect / aggregate / correlate / interpret all of this data to improve people’s lives & enable enterprises to operate more efficiently, from Internet Trends Report 2016, Mary Meeker, KPCB, 01.jun.2016

http://dq756f9pzlyr3.cloudfront.net/file/2016_internet_trends_report_final.pdf

[7] Amazing Video: CEO Ginni Rometty Leads IBM With Big Bets, The Wall Street Journal, 20.apr.2014

http://www.wsj.com/video/ceo-ginni-rometty-leads-ibm-with-big-bets/CC81A8D1-B152-415F-9EA3-7221614D0306.html

[7.1] Big data poised to become its own platform, says Kleiner Perkins Caufield Byers Internet Trends Report 2016, Healthcare IT News, 03.jun.2016

http://www.healthcareitnews.com/news/big-data-poised-become-its-own-platform-says-kleiner-perkins-caufield-byers-internet-trends

[8] Can Technology Fix Medicine?, MIT Technology Review, 21.jul.2014

https://www.technologyreview.com/s/529011/can-technology-fix-medicine/

[9] Referências do Google sobre “Future Medicine + Data Driven + Healthcare”

https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1QJDA_enBR621BR649&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=Future+Medicine+%22Data+Driven%22+Healthcare

[10] Big Data and Healthcare: Where Miracles can become Reality, Vigyanix

http://www.vigyanix.com/blog/big-data-and-healthcare-where-miracles-can-become-reality/

[11] Predictive Analytics, Wikipedia

https://en.wikipedia.org/wiki/Predictive_analytics

[12] Data Analysis, Wikipedia

https://en.wikipedia.org/wiki/Data_analysis

[12.1] Internet das Coisas: Como “Big Data” pode guiar a transformação da Saúde?, Convergência Digital, 06.abr.2015

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=39314&sid=15

[12.2] Por que “big data” é “big” em Saúde?, Saúde Business, 27.jun.2015

http://saudebusiness.com/por-que-big-data-e-big-em-saude/

[12.3] Big Data is Driving New Health Care Business Models, Stanford Business, 04.jun.2015

http://www.gsb.stanford.edu/insights/robert-chess-big-data-driving-new-healthcare-business-models

[13] The “big data” revolution in healthcare: Accelerating value and innovation, McKinsey, 2013 [PDF]

http://www.mckinsey.com/~/media/mckinsey/industries/healthcare%20systems%20and%20services/our%20insights/the%20big%20data%20revolution%20in%20us%20health%20care/the_big_data_revolution_in_healthcare.ashx

[14] Video: Michael Nova, CIO, Pathway Genomics - Deep Learning in Healthcare Summit 2016 #reworkDL, 27.apr.2016

[14.1] Diabetes mellitus tipo 2, Wikipedia

https://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus_tipo_2

[15] Presentation: Predicting Congestive Heart Failure Risk of Readmission: Machine Learning + Microsoft Azure, Microsoft Research, 22.may.2014

http://msrvideo.vo.msecnd.net/rmcvideos/217993/dl/217993.pdf

[16] Video: Deploying Machine Learning Algorithms for Predicting Risk of Readmission for Congestive Heart Failure (CHF) on Microsoft Azure, Microsoft Research, 22.may.2014

http://research.microsoft.com/apps/video/default.aspx?id=217993&r=1

[17] Big Data Solutions for Predicting Risk-of-Readmission for Congestive Heart Failure Patients, 2013

http://cwds.uw.edu/sites/default/files/publications/Big%20Data%20Solutions%20for%20Predicting%20Risk-of-Readmission%20for%20Congestive%20Heart%20Failure.pdf

[18] Diabetes: pueden pasar 15 años antes de los primeros síntomas, Vivecondiabetes.com

http://htl.li/4nu7eE

[19] Using “Big Data” to Predict – and Improve – Your Health, June 2014, Aetna

https://news.aetna.com/2014/06/big-data-can-predict-and-improve-health/

[20] Video - The New World Of Digital Therapeutics: The New World Of Digital Therapeutics by Sean Duffy, 12.jan.2016

[21] Diabetes Prevention Program (DPP), National Institute of Diabetes and Digestive Kidney Diseases of NIH, 2008 [PDF]

http://www.niddk.nih.gov/about-niddk/research-areas/diabetes/diabetes-prevention-program-dpp/Documents/DPP_508.pdf

[22] Population-Level Prediction of Type 2 Diabetes From Claims Data and Analysis of Risk Factors, Mary Ann Liberter, 11.jan.2016

http://online.liebertpub.com/doi/full/10.1089/big.2015.0020

[23] Using data analytics to improve diabetes prevention, Big Data Made Simple, 05.mar.2015

http://bigdata-madesimple.com/using-data-analytics-to-improve-diabetes-prevention/

[24] Referência do Google sobre “Continuous Glucose Flow”

https://www.google.com.br/search?q=Continuous+Glucose+Flow&rlz=1C1QJDA_enBR621BR649&oq=Continuous+Glucose+Flow&aqs=chrome..69i57.748j0j8&sourceid=chrome&ie=UTF-8

[25] Abbott, Free Style Libre

https://www.freestylelibre.com.br/

[26] A Predictive Model for Progression of Chronic Kidney Disease to Kidney Failure, JAMA, 14.apr.2011 [PDF here]

https://vincentbourquin.files.wordpress.com/2011/04/jama-2011-tangri-jama-2011-451.pdf

[27] Multinational Assessment of Accuracy of Equations for Predicting Risk of Kidney Failure:

A Meta-analysis, Siditalia, 14.jan.2016 [PDF]

http://www.siditalia.it/images/joi150162.pdf

[28] Video de Webinar: Revolutionizing Renal Care with Predictive Analytics for CKD, Viewics [acesso sob registro grátis]

https://viewics.com/resources/revolutionizing-renal-care-with-predictive-analytics-for-ckd/

[29] Big Data Analytics Improves Chronic Disease Risk Stratification, Health IT Analytics, 24.dec.2015

http://healthitanalytics.com/news/big-data-analytics-improves-chronic-disease-risk-stratification

[30] Innovations in Chronic Care Delivery Using Data-Driven Clinical Pathways, AJMC, 23.dec.2015 [PDF here]

http://www.ajmc.com/journals/issue/2015/2015-vol21-n12/innovations-in-chronic-care-delivery-using-data-driven-clinical-pathways/p-3

[31] Big data, better care for chronic kidney disease patients, Science Daily, 18.may.2016

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/05/160518141418.htm

[32] National Kidney Disease Education Program (NKDEP)

http://www.niddk.nih.gov/health-information/health-communication-programs/nkdep/Pages/default.aspx

[33] Referências do Google “prevenção da doença renal”

https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=preven%C3%A7%C3%A3o+da+doen%C3%A7a+renal

Doctoralia e DocPlanner anunciam fusão e tornam-se o maior marketplace de saúde do mundo

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Doctoralia, plataforma líder que conecta pacientes e médicos na Espanha e América Latina, anuncia a fusão com a DocPlanner. Com isso, as empresas unem forças e criam o maior marketplace de saúde global, presente em 25 países e gerenciando mais de 200 mil consultas por mês.

Tornando-se uma referência em tecnologia na área de saúde

Ao longo dos últimos anos, as duas empresas estabeleceram forte presença em seus principais mercados. Doctoralia e DocPlanner conectam os profissionais de saúde aos pacientes e também oferecem software para a gestão de profissionais de saúde (médicos, dentistas, psicólogos, nutricionistas e clínicas). Os profissionais que se inscrevem podem utilizar os serviços para gerenciar o perfil profissional, acompanhar e responder perguntas de pacientes, oferecer um calendário online para consultas e melhorar a administração do consultório.

A união entre Doctoralia, líder na Espanha e na América Latina, com 9 milhões de usuários por mês, e a DocPlanner, com 8 milhões de usuários mensais, sendo 90% europeus, resultará em grandes números: serão 17 milhões de usuários em 20 mercados e o maior banco de dados de médicos em todo o mundo - 5 milhões de profissionais de saúde que poderão se conectar com 3 milhões de pacientes registrados.

"As empresas têm geografias complementares e grandes equipes. Ao unir forças, podemos alavancar as melhores práticas e fornecer um software e produto ainda melhor para médicos e pacientes em uma escala verdadeiramente global", comentou Mariusz Gralewski, fundador e CEO da Docplanner.

Investimento de US$ 20 milhões para a DocPlanner.

O crescimento rápido da DocPlanner na Europa, além do aumento da procura de serviços de saúde online, tem contribuído para que novos investidores se interessem pela expansão da plataforma. Recentemente, a empresa garantiu US$ 20 milhões por meio de financiamento liderado pelo Target Group, com a participação de fundos de capital de risco ENERN Investimentos e BERD. O total de recursos captados pela DocPlanner é de US$ 34 milhões e entre seus investidores estão RTAVentures, Lukasz Gadowski (Delivery Hero) e Fabrice Grinda (Airbnb, Uber).

"Temos a ambição de ser a plataforma global número um em cuidados de saúde online. O foco agora é a construção de uma presença global forte, reforçando as posições em mercados-chave (Polônia, Turquia, Itália, Espanha e América Latina) e entrando em mercados de alto crescimento, seja organicamente ou por meio de aquisições. Gradualmente, a presença e a utilização de plataformas de saúde estão sendo reconhecidas por pacientes e profissionais de saúde", disse Gralewski. "Em nossos mercados-chave, estamos aumentando ativamente o fornecimento de agendas médicas online para os pacientes, enquanto nos concentramos em fornecer uma experiência de qualidade superior para os usuários".

Espanha e América Latina continuarão sendo prioridades para Doctoralia

Embora a nova empresa seja majoritariamente controlada pelos acionistas da DocPlanner, os fundadores da Doctoralia terão uma participação acionária significativa e se juntarão à equipe de gestão. A equipe, baseada em Barcelona, irá continuar promovendo a importância da fusão na Espanha e América Latina.

fb_doctoralia_logo_1500x768"Estamos entusiasmados para construir um líder global em saúde com a DocPlanner, especialmente porque as equipes compartilham as mesmas atitudes e podemos aprender muito uns com os outros. Nós não poderíamos ter encontrado um parceiro melhor", diz Albert Armengol, fundador e CEO de Doctoralia.

Sobre Doctoralia

Doctoralia é a plataforma líder mundial que conecta profissionais de saúde com os pacientes, transformando e melhorando a relação entre eles por meio do fornecimento de ferramentas que contribuem para melhorar a visibilidade online dos profissionais de saúde, ajudando-os a encontrar mais pacientes e a melhor gerenciá-los. No que diz respeito à saúde do usuário, proporciona um espaço para tirar dúvidas, dar opiniões e encontrar o melhor profissional de saúde para atender suas necessidades. Doctoralia tem 11 milhões de usuários mensais e está disponível em 20 países: Brasil, Espanha, México, França, Argentina, Itália, Reino Unido, Canadá, Portugal, Índia, Estados Unidos, Alemanha, Suíça, Holanda, Colômbia, Chile, Emirados Árabes Unidos, Áustria, Peru e Austrália. Conheça mais em www.doctoralia.com.br

Sobre DocPlanner

Docplanner é um dos maiores marketplace de saúde do mundo, permitindo que usuários encontrem médicos, leiam outras opiniões de pacientes e marquem consulta online. Com base na Polônia, opera em 25 países em todo o mundo. Atualmente, a empresa possui mais de 200 funcionários em escritórios em Varsóvia, Istambul e Roma. Todos os meses, mais de 8 milhões de pacientes visitam a Docplanner e pesquisam mais de 1,4 milhões médicos registrados na plataforma.

Consumer Health exercerá um papel fundamental na estratégia de crescimento da Merck na África

DARMSTADT, Alemanha, 9 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- A Merck, empresa líder de mercado em ciência e tecnologia, explicou hoje o papel que a divisão Consumer Healthirá exercer na nova estratégia de crescimento da empresa na África. A Merck, que vem prestando serviços de saúde na África desde 1897, revelou o objetivo ambicioso de mais do que dobrar suas vendas na África, atingindo o valor de € 500 milhões até 2020, durante uma visita do Conselho Executivo a dez países africanos, em novembro de 2015. Como parte dessa estratégia, 2016 será um ano de investimento em alguns países africanos para adivisão de Consumer Health da Merck. Entre outras coisas, a empresa planeja se focar em suas bem conhecidas marcas estratégicas globais Seven Seas®, Nasivin® e Neurobion® no continente. Ao se focar em inovação e acesso à saúde, a divisão de Consumer Health da Merck deve exercer um papel fundamental no compromisso da Merck de apoiar famílias, comunidades e economias saudáveis na África.

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A presidente e CEO da divisão Consumer Health da Merck, Uta Kemmerich-Keil, declarou: "O setor de negócios de saúde é uma prioridade na estratégia de crescimento da Merck na África.A divisão Consumer Health está inteiramente comprometida com a conscientização da população sobre a saúde no continente e com uma resposta às necessidades não atendidas do número crescente de consumidores africanos".

Campanha Além do Zero no Quênia

No Quênia, a marca confiável e inovadora de Saúde do Consumidor Seven Seas já está exercendo um papel fundamental ao apoiar a campanha Além do Zero de 2016 (2016 Beyond Zero), uma iniciativa liderada pela primeira-dama do Quênia, Sua Excelência Margaret Kenyatta, para combater ativamente a subnutrição. Em um país onde 35% das crianças são raquíticas, o Seven Seas, uma vitamina baseada em óleo de peixe, rica em nutrientes ômega-3, irá combater ativamente o problema da desnutrição. Como parte de seu apoio nacional à campanha Além do Zero de 2016, o Seven Seas irá contribuindo com mais de 80 anos de conhecimentos na pesquisa das riquezas do mar para apoiar as crianças africanas a cumprir o consumo recomendado de vitaminas e ômega-3, para manter saudável seu desenvolvimento físico e mental.

Uta Kemmerich-Keil acrescentou: "Estamos assumindo a liderança na promoção da saúde pessoal e da boa nutrição para criar gerações mais fortes no Quênia, com o lançamento da campanha de comunicação "Juntos para Gerações Mais Fortes" ("Together for Stronger Generations"). A campanha tem por objetivo capacitar as pessoas para desenvolver indivíduos, comunidades e a sociedade, como um todo, mais fortes, ao despertar a conscientização pública sobre a desnutrição. O nosso portfólio de produtos farmacêuticos comercializados sem prescriçãomédica está perfeitamente posicionado para ajudar a atender as necessidades do povo africano.Em breve, as nossas marcas Nasivin e Neurobion irão se juntar ao Seven Seas no suporte às famílias, comunidades e economias saudáveis na África".

Crescimento sólido dos negócios globais na área da Saúde do Consumidor

Os negócios da Merck na área de Consumer Health, que devem contribuir significativamente para a expansão da Merck no continente africano, tiveram um volume de vendas líquidas globais no primeiro trimestre de 2016 de € 215 milhões, indicando um crescimento orgânico de 6,1% em comparação com o mesmo período do ano passado, excluindo efeitos ocasionais. Quatro de seis marcas estratégicas globais superaram em desempenho os resultados do mesmo período do ano passado, com o Neurobion,  Dolo-Neurobion®, o Nasivin® e o Femibion apresentando os melhores posicionamentos. Os países onde a empresa apresentou um ímpeto mais forte de crescimento foram Chile, Peru e Brasil na América Latina e Indonésia, Índia e Tailândia na região da Ásia e do Pacífico.

Todos os comunicados à imprensa da Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no website da Merck. Por favor, visite http://www.merckgroup.com/subscribe para se registrar online, mudar suas escolhas ou suspender esse serviço.

Sobre a divisão Consumer Health da Merck

Marcas da divisãoConsumer Health, tais como Neurobion®, Bion®, Nasivin®, Seven Seas®, Dolo-Neurobion® e Femibion®, são líderes em inovação em importantes mercados, sendo apoiadas pela ciência e tendo a confiança de consumidores em todo o mundo. A divisão Consumer Health tem mais de 3.700 empregados globalmente, em mais de 40 mercados. O portfólio  composto por marcas com um faturamento anual de aproximadamente US$ 1 bilhão . A divisão Consumer Health faz parte do setor de saúde do Grupo Merck, com sede global em Darmstadt, na Alemanha.

Para mais informações, por favor, visite http://www.merck-consumer-health.com ou https:// twitter.com/merck_ch.

Sobre a Merck

A Merck é uma importante empresa de ciência e tecnologia na área de saúde, ciência da vida e materiais de alto desempenho. Cerca de 50.000 funcionários trabalham para continuar a desenvolver tecnologias que melhoram e prolongam a vida, desde terapias biofarmacêuticas para tratamento do câncer ou esclerose múltipla, sistemas avançados para pesquisa e produção científica, a cristais líquidos para smartphones e televisores LCD. Em 2015, a Merck gerou vendas de € 12,85 bilhões, em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a empresa farmacêutica e química mais antiga do mundo. A família fundadora mantém uma participação majoritária no grupo corporativo de capital aberto. A Merck, Darmstadt, Alemanha, detém os direitos globais do nome e da marca Merck. As únicas exceções estão nos Estados Unidos e Canadá, onde a empresa opera como EMD Serono, MilliporeSigma e EMD Performance Materials.

Contato:
Lars Atorf: +49-6151-856-3114

FONTE Merck