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Comprar bem passou a ser mais importante que vender bem

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Não é uma afirmação tendenciosa ou leviana – pode ser comprovada com números, em um hospital “normal” pode-se trabalhar com o seguinte perfil de compras:

Materiais Descartáveis3167
Medicamentos28
Material de Alto Custo8
Insumos de Retaguarda (Escritório, Lavanderia e Higiene)15
Peças e Insumos de Manutenção8
Insumos do SND6
Outros (uniformes, utensílios, instrumental, etc.)4

Nele observamos que 67 % do que se compra pode ser item de venda direta. Houve uma época em que os hospitais “viviam” da venda de insumos, mas como tudo na vida, isso é coisa do passado – hoje os insumos estão cada vez menos “presentes” nas contas.

Não temos necessidade de justificar isso quando falamos de contas do SUS – nelas:

Materiais descartáveis nunca existiram; apenas uma “meia dúzia” de medicamentos de alto custo são faturados; somando o faturamento OPME e o que se consegue faturar de medicamentos, não se chega à 9 % do que se compra.

Na saúde suplementar “de antigamente” materiais e medicamentos eram minuciosamente apresentados nas contas. A “margem de comercialização” destes insumos eram, talvez, a mais importante margem de contribuição.

Com a inflação tecnológica da saúde, e o vertiginoso aumento dos serviços, foi tomando corpo o movimento de simplificação das contas (pacote, “diarião”, procedimentos fechados, etc.), e boa parte destes insumos estão “embutidos” no preço de “alguma coisa”.

Antes praticamente 100 % do MAT/MED era apresentado, e representava 60 % do que se comprava. Hoje “trabalhamos” com 45 %, quando assumimos uma “conduta conservadora”.

Antes tinha menos importância comprar bem, porque “a margem de contribuição” compensava uma eventual incompetência na gestão de suprimentos. Hoje, quanto mais o insumo vai sendo incluído no preço de algo, sem margem de comercialização explícita, a única forma de maximizar o lucro é comprando mais barato.

O preço do medicamento e do material descartável sobe constantemente – as Tabelas Brasindice e Simpro são dinâmicas. Quando o insumo está “embarcado” no preço de algo que é reajustado anualmente, esta atualização de preços que antes era favorável ao hospital, passa a ser totalmente desfavorável: você vai pagando mais caro e vendendo pelo mesmo preço, até que um dia consiga reajustar o preço do pacote, diarião, etc.

Cansamos de ver hospitais que não primavam muito pelo rigor em evitar desperdício de insumos. Como tudo era repassado ao cliente, se gastasse mais, cobrava-se mais. Conforme a política de preços vai migrando do varejo (item a item) para o atacado (pacote, diarião, etc.) vamos observando os hospitais se reposicionarem em relação ao desperdício.

Já estamos observando a mudança dos gestores hospitalares, que antes davam mais importância à técnica de apuração de custos, do que em ações para reduzir os custos. Diziam em alto e bom som que tinham controle sobre os custos, mas nunca ouvíamos alguém dizer que sua maior preocupação era a de buscar a redução dos custos.

Hoje vemos a grande preocupação com o controle dos insumos, principalmente nos processos em que ele não posse ser diretamente associado a uma prescrição médica, e seu controle é mais difícil.

Poucas pessoas sabem que dos 67 % do que se compra de MAT/MED, quase 30 % não pode ser diretamente associado a uma prescrição.

Vale a pena terminar comentando que nem tudo nas crises é ruim. A atual crise está lembrando os gestores hospitalares sobre 2 das mais importantes métricas da administração:

O custo começa com o valor da aquisição da matéria-prima. Quanto maior o preço de compra, maior o custo;

A margem de contribuição, que leva ao lucro, é resultado de 2 fatores: valor da venda e custo. Como na área hospitalar não se pode vender pelo preço que se deseja, é mais importante comprar bem do que vender bem!

Casa de Saúde São José participa do 11º Congresso Mundial de Tomografia Cardiovascular

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A equipe de Cardiologia Casa de Saúde São José irá participar em junho, nos Estados Unidos, do 11º Congresso Mundial de Tomografia Cardiovascular. Esta é a quarta vez consecutiva que os médicos do Hospital apresentam trabalhos no evento, que reúne profissionais de diversos países para debater as aplicações e os avanços tecnológicos relacionados à tomografia cardiovascular.

De acordo com o Dr. Ilan Gottlieb, chefe do setor de Radiologia da Casa de Saúde São José, o Hospital irá apresentar três trabalhos nessa edição do Congresso. O principal destaque é a avaliação de isquemia feita por tomografia.

“Essa tecnologia é nova e muito promissora, uma vez que aliamos a avaliação anatômica dos vasos coronarianos com a informação de isquemia miocárdica. Na Casa de Saúde São José, estamos testando uma metodologia de aquisição com imagem espectral e decomposição de materiais, o que melhora a qualidade das imagens e diminui o potencial de falsos-positivos. Estamos concorrendo ao prêmio de melhor trabalho com esse método ”, explica o médico.

Ainda segundo Dr. Ilan Gottlieb, com a participação desse ano, o seu time se firma como o grupo brasileiro que mais apresentou trabalhos nesse Congresso, totalizando 13 estudos. O evento será entre os dias 23 e 26 de junho, em Orlando, nos Estados Unidos.

Sobre a Casa de Saúde São José:

Há mais de 93 anos no mercado da saúde no Rio de Janeiro, a Casa de Saúde São José (CSSJ) se consolidou com um dos mais renomados hospitais do Rio de Janeiro. A instituição ocupa 28 mil metros quadrados de área construída, conta com 205 leitos e cerca de 3 mil médicos cadastrados. Por mês, são realizadas aproximadamente 20 mil internações e quase 1 mil consultas nos Pronto Atendimentos Cardiológico e Ortopédico. Ao todo, são mais de 240 mil atendimentos por ano e toda a assistência aos clientes é realizada por uma equipe formada por 1,4 mil colaboradores diretos.

A CSSJ possui um corpo clínico composto pelos mais qualificados e experientes médicos do Rio de Janeiro e realiza atendimento em aproximadamente 30 especialidades. Para dar suporte aos procedimentos de alta complexidade, conta com Unidades de Tratamento Intensivo especializadas, como CTI Adulto, CTI Neonatal, Unidade Semi-Intensiva, Unidade Semi-Intensiva pós-operatória, Unidade de Hemodinâmica e Unidade Coronariana. Sua infraestrutura inclui ainda um Centro de Diagnóstico por Imagem.

Ortopedistas cariocas terão sessão de educação continuada sobre problemas do joelho

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Para o ortopedista Roberto Sobania, que coordena o Programa de Educação Continuada, eventos como esse são necessários – e outros 11 estão se realizando em outros Estados – para aprimorar as práticas, a qualificação dos médicos e, consequentemente, a melhoria dos serviços que beneficia, em última instância, a população brasileira.

Ele ressalta que a SBOT desenvolveu o projeto levando em conta a rápida e constante evolução na área da Ortopedia e do Trauma, que exige constante atualização dos especialistas, para que possam absorver os novos conhecimentos, fruto das pesquisas e técnicas que se desenvolvem no mundo inteiro.

Ultrassom Samsung ajuda a antecipar diagnóstico de endometriose

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No Brasil, seis milhões de mulheres tem o diagnóstico de endometriose e em 80% dos casos a doença causa infertilidade, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva. Trata-se de uma doença inflamatória, causada pelo crescimento do tecido endometrial que reveste o útero. Usualmente, o endométrio deveria ser expelido durante o período menstrual, mas quando há a patologia, a corrente sanguínea acaba levando esse tecido para outros órgãos e regiões do corpo, como ovários, intestino, reto, bexiga e vagina, causando dores intensas.

A Samsung, líder mundial em tecnologia, investe constantemente no desenvolvimento de soluções tecnológicas e equipamentos médicos que possam agilizar, de forma mais prática e precisa, diagnósticos de várias doenças. De acordo com Denílson Kuratomi, diretor da divisão de HME da Samsung Brasil, “a companhia sabe a importância de oferecer equipamentos e soluções que possam ajudar os profissionais da área da saúde a antecipar diagnósticos de doenças como a endometriose, que afeta o dia a dia de milhares de brasileiras”, reforça o executivo.

Atualmente também é possível diagnosticar a patologia por meio do ultrassom. Anteriormente a endometriose era detectada prioritariamente por meio de uma laparoscopia (procedimento cirúrgico minimamente invasivo na cavidade abdominal). O aparelho WS80A Elite da Samsung possui software com tecnologia multiplanar e por meio dele é possível visualizar imagens nítidas, desde o campo proximal até o mais profundo, possibilitando analisar as lesões e o endométrio em uma histerossonografia virtual em 4D. Para o médico, essas funcionalidades permitem melhor demonstração da área lesionada e, para o paciente, uma melhor visualização e entendimento da doença.

Sobre a Samsung Electronics Co., Ltd.

A Samsung Electronics Co. Ltd. inspira o mundo e molda o futuro com ideias e tecnologias transformadoras. A empresa está redefinindo o mundo de televisores, smartphones, dispositivos vestíveis, tablets, câmeras, linha branca, impressoras, equipamentos médicos, sistemas de rede e soluções de semicondutores e LED. Para conhecer as últimas novidades, visite a Samsung Newsroom em news.samsung.com.

Bristol-Myers Squibb lança a campanha Lembre-C, voltada para a conscientização e prevenção da Hepatite C

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A biofarmacêutica Bristol-Myers Squibb lança em junho a campanha Lembre-C, cujo foco é informar e conscientizar a sociedade para os riscos da Hepatite C, especialmente em pacientes coinfectados com os vírus HCV-HIV. Para atingir esta população, a companhia irá promover testes rápidos para HCV e incentivará a prevenção por meio de material informativo a respeito da doença que atinge cerca de 2,5 milhões de brasileiros e que anualmente contabiliza aproximadamente 10 mil novos casos.

A campanha, que se estenderá ao longo do ano, deve atender a população de diferentes regiões do País em parceria com ONGs que contam com profissionais de saúde e pessoas capacitadas para identificar e orientar os grupos que apresentarem resultados positivos nos testes para as duas doenças. A diretora médica de virologia da Bristol-Myers Squibb, Patricia Faustino, afirma que o combate à doença é a diretriz da campanha. “A Hepatite C pode ser tratada e tem chances de cura em todos os estágios. O que precisamos garantir é que esse paciente descubra precocemente que é portador do vírus e que busque orientação de seu médico. ”

A coinfecção por HCV é comum em pacientes com HIV, uma vez que as formas de transmissão são semelhantes. Quando presentes de forma conjunta no organismo, ambas as doenças se tornam mais perigosas, nestes casos a Hepatite C pode evoluir em um curto período de tempo para fibrose e cirrose hepática, ainda mais agressivas, e câncer de fígado. Nesta população observa-se o avanço dos estágios da doença hepática de 12 a 16 anos mais cedo.

O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e cura para o HCV. “Esperamos que as pessoas que estão em dúvida sobre a coinfecção consigam fazer a testagem e, recebendo o resultado positivo, possam buscar o tratamento indicado para o seu caso. Queremos também, auxiliar na conscientização sobre a possibilidade da reinfecção, sobre os riscos e a prevenção, melhor arma para o combate ao vírus”, conclui a diretora médica da BMS.

Segundo a Organização Mundial de Saúde pelo menos 3% da população mundial está infectada pelo vírus HCV, aproximadamente 170 milhões de pessoas, enquanto uma média de 34 milhões de pessoas são portadoras do vírus HIV.

Sobre a BMS

A Bristol-Myers Squibb é uma biofarmacêutica global cuja missão é descobrir, desenvolver e disponibilizar medicamentos inovadores que ajudem os pacientes a superar doenças graves. Para mais informações sobre a Bristol-Myers Squibb, visite http://www.bristol.com.br.

MV chega ao Uruguai

Assinatura de contrato no Uruguai

Expandindo ainda mais a atuação no exterior e reforçando a qualidade da tecnologia brasileira para o mercado internacional, a MV conquistou mais um cliente na América Latina. Dessa vez, no Uruguai. A primeira instituição de saúde do país a contratar a empresa líder no Brasil em desenvolvimento de software de gestão para a saúde foi o Círculo Católico de Obreros del Uruguay Mutualista.

Com mais de 120 anos, matriz em Montevidéu e 46 filiais distribuídas pelo país, o Círculo Católico inicia neste mês a implantação do sistema SOUL MV para a gestão hospitalar e de operadora de plano de saúde. Utilizando há alguns anos um sistema próprio pouco abrangente e com um prontuário eletrônico precário, a instituição de saúde privada contratou a MV com a perspectiva de integrar todas as suas unidades e alcançar o conceito de hospital digital, fornecendo atenção integral e serviços de qualidade aos seus usuários.

A formalização dessa parceria ocorreu após o Conectatón 2016. Promovido pelo Ministério da Saúde do Uruguai, o evento teve como objetivo promover a adoção de padrões de interoperabilidade na nova plataforma de Prontuário Clínico Eletrônico Nacional Compartilhado. Para isso, participaram organizações de saúde e empresas fornecedoras de software que testaram a conectividade dos seus sistemas com a plataforma para manter um único registro nacional de pacientes. Presente no evento com o SOUL MV, a MV confirmou a eficiência do seu sistema e a adequação a normas e protocolos do país, consolidando, assim, a decisão do Círculo Católico de contratá-la. “Com esse resultado, mostramos a capacidade do sistema e as condições de conquistar mercados similares na América Latina”, diz o diretor de Negócios Internacionais da MV, Marcos Sobral.

Diferente do brasileiro, o modelo de saúde uruguaio tem como base o mutualismo. O sistema se sustenta na arrecadação de parte da remuneração do trabalhador pelo governo e do repasse dessa arrecadação e outros subsídios para a instituição de saúde mutualista na qual o trabalhador escolheu se associar. Dessa forma, essas devem garantir aos seus associados o direito a consultas médicas, exames, internações e demais serviços assistenciais em unidades conveniadas (hospitais, laboratórios e ambulatórios) e também realizar eventuais atendimentos particulares, cujos valores são regulados pelo governo. Atualmente, há no Uruguai mais de 30 instituições de saúde mutualistas e, somente no Círculo Católico, cerca de 90 mil associados.

Sobre a MV

A MV é líder em software de gestão de saúde no Brasil. Com soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de saúde pública, detém o melhor Prontuário Eletrônico do Paciente na América Latina e o maior market share da região, segundo a empresa norte-americana de pesquisa e insights, KLAS, que concedeu à MV o Prêmio 2015/2016 KLAS Category Leader for Global Acute EMR – Latin America. Atualmente, mais de 1000 instituições e 375 mil usuários utilizam as soluções MV para responder com eficiência, agilidade, precisão e segurança as necessidades de gestão de informações de saúde. Para saber mais sobre a MV, acesse www.mv.com.br. Acompanhe-nos também no Facebook, Twitter e LinkedIn.

Projeto da Fundação IDI disponibiliza novos recursos tecnológicos nas unidades de saúde de Goiás

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Com o objetivo de solucionar uma demanda específica dos médicos nas unidades de saúde da região de Goiás, em relação à visualização rápida e eficiente de exames de imagem, a Fundação IDI (Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem), maior provedora de diagnósticos por imagem do país para a área pública, criou o Projeto Ponto de Visualização.

“Convidamos profissionais de diversas áreas justamente para termos a dimensão exata do cenário atual e o que precisávamos ajustar. Com o conhecimento de cada um conseguimos elaborar um projeto robusto que atendesse às necessidades das equipes médicas e resultasse em benefícios aos pacientes, tornando os protocolos de atendimento mais ágeis e eficientes, sem perder qualidade”, conta Willian Marins, responsável pela área de infraestrutura de TI da Fundação IDI.

A implantação teve início no HUGO (Hospital de Urgências de Goiânia) e envolveu as áreas de TI e operações da FIDI. Em pouco tempo os médicos do hospital puderam visualizar de forma eficiente e rápida os exames realizados. O projeto também possibilitou a integração de cinco das seis unidades geridas pela FIDI em Goiás, ou seja um exame realizado numa unidade pode ser visualizado em outra.

“Os sistemas RIS/PACS que utilizamos nas unidades, permite que o mesmo paciente que realiza um exame de ressonância magnética no HGG (Hospital Geral de Goiânia), por exemplo, possa ser visualizado pelo médico na unidade HDT (Hospital de Doenças Tropicais), pois cada paciente possui um cadastro único no sistema, proporcionando agilidade na busca do paciente”, explica Guilherme Romagnoli, assessor da superintendência em Goiás.

Outro benefício do projeto foi notado nas impressões de exames. Antes da implantação eram impressas cerca de 23 mil folhas de exames, volume que caiu para cerca de 2 mil representando uma redução de 91%. Algumas impressões ainda são realizadas nas unidades, porém somente para casos de pacientes externos.

“O projeto vai ao encontro da questão sustentável. Como consequência de toda essa tecnologia aplicada nas unidades, houve uma considerável redução não só no consumo de papel, mas também em insumos e energia elétrica”, revela Rafael Gallucci, gerente de projetos da Fundação IDI.

“Conseguimos um resultado satisfatório atendendo essa demanda específica e atingindo os objetivos do projeto que são: a melhora na qualidade do exame diagnóstico do paciente obtido em vários pontos nas unidades, disponibilidade de acesso a todos os exames e laudos de paciente e agilidade no atendimento e condutas aos pacientes, além de promover redução dos custos de impressões”, comenta Guilherme Nunes analista de PACS e RIS da Fundação IDI.

Sobre a Fundação IDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem atua há mais de 15 anos na saúde pública de São Paulo. Mantém convênio para operar a área de diagnóstico por imagem de diversos hospitais das Secretarias de Saúde do Estado e Município de São Paulo, prefeituras próximas à capital (São Caetano do Sul e Diadema), além dos Estados de Goiás e Bahia.

Possui cerca de 2 mil funcionários e 500 médicos especialistas, que atendem em mais de 70 unidades de saúde realizando mais de 4 milhões de exames por ano, sendo o maior provedor de exames de diagnósticos por imagem do país para a área pública.

Novas ameaças digitais são desafio para a integridade dos sistemas de saúde

Ameaças digitais

Ameaças digitais estão cada vez mais presentes na Saúde. E-mails e servidores contaminados foram responsáveis por três casos recentes de ransomware (um malware que sequestra informações ou sistemas e só os libera após pagamento do resgate) nos Estados Unidos, na rede Medstar, em Columbia, Maryland, no Hospital Metodista, em Henderson, Kentucky, e na Prime Healthcare Management, na Califórnia.

No final do ano passado, outros ciberataques, também nos EUA, levaram ao vazamento de informações médicas de mais de 80 milhões de pessoas, os mais expressivos no sistema de saúde da Universidade da Califórnia e na seguradora de saúde Anthem Inc.

O roubo ou sequestro de dados em saúde está longe de acabar: eles são 200% mais frequentes do que em outros setores da economia e, no mercado de cibercrimes, informações de saúde valem até dez vezes mais do que dados de cartões de crédito.

Esse cenário alerta para a necessidade de aumentar a segurança dos sistemas e incrementar políticas que evitem as ameaças digitais. Na União Europeia, a agência para a Segurança das Redes e da Informação (Enisa – European Union Agency for Network and Information Security) elegeu a saúde como um de seus focos de investimento, tendo em vista, também o aumento do tráfego de informações nos wearable devices.

Dentro dos hospitais, principais alvos de ataques, é necessário atentar-se, principalmente, para os sistemas de gestão e prontuário eletrônico do paciente. É recomendável optar por soluções com certificados como o da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e que proporcionem a completa integração da gestão hospitalar. A solução deve garantir controle de acesso e gestão dos usuários e consolidar informações, de modo a facilitar o monitoramento ativo pela equipe de TI.

Outras medidas para combater as ameaças digitais incluem:

1) Eliminar contas compartilhadas e criar chaves de acesso únicas para cada usuário;

2) Definir níveis de acesso para os colaboradores, de acordo com as funções que exercem;

3) Implementar o provisionamento automático de usuários

4) Armazenar informações sobre os acessos dos usuários e ter um plano de backup;

5) Manter os funcionários cientes e engajados com as políticas de segurança da informação.

Sistemas expostos a ramsoware e roubo de dados deixam as instituições de saúde também vulneráveis em aspectos financeiros, operacionais, legais e de reputação. Por isso, priorizar a segurança é essencial para evitar danos futuros que vão muito além do vazamento de informações confidenciais.

10 elementos essenciais para os cuidados de transição

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Numa população em que são cada vez mais presentes as doenças crônicas e comorbidades, uma abordagem completa e aprofundada do plano de cuidados de transição é o que vai garantir uma boa recuperação do paciente e o uso mais eficaz do sistema de saúde.

Baixe aqui o ebook Cuidados de Transição e Case Management

Elaborado pela PhD da Universidade da Pensilvânia Mary Naylor, a principal referência no assunto, o Modelo de Cuidados de Transição é baseado em evidências e promete reduzir readmissões preveníveis, melhorar os resultados clínicos e a experiência do paciente no ciclo assistencial.

Os dez elementos essenciais são:

1)    Empenho de um enfermeiro especializado em cuidados de transição, com conhecimentos e habilidades avançadas e capazes de coordenar a assistência para pacientes idosos e de maior risco, dentro e entre os ambientes de saúde.

2)    Avaliação holística de cada paciente, considerando prioridades, metas e preferências.

3)    Colaboração com o paciente, familiares, cuidadores e outros membros da equipe na implementação do plano de cuidados, que deve promover resultados positivos tanto no aspecto clínico como no financeiro.

4)    Visitas regulares à residência e apoio por telefone por, em média, dois meses após a alta hospitalar.

5)    Continuidade do cuidado entre hospitais, clínicas e serviços de atenção primária, o que pode ser facilitado pelo acompanhamento do enfermeiro especializado nas consultas, para prevenir ou seguir um plano de cuidados agudos.

6)    Engajamento ativo do paciente e dos familiares para o atingimento das metas.

7)    Ênfase em como o paciente responde a seus riscos de saúde e sintomas, evitando a agudização dos casos.

8)    Abordagem multidisciplinar, que inclui pacientes, cuidadores e prestadores de serviços de saúde como membros de um time.

9)    Forte colaboração e comunicação entre os membros envolvidos no plano de cuidados quando da agudização dos casos e no planejamento de outras transições, como para cuidados paliativos

10) Investimento na otimização dos cuidados de transição com monitoramento do desempenho e oportunidades de melhoria contínua.

Healthways participa da Corporate Health Conference 2016

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A Healthways, maior empresa independente do mundo em programas de gestão de saúde e bem-estar, participará da segunda edição da Corporate Health Conference 2016, evento sobre as melhores práticas em gestão integrada de saúde corporativa, que acontecerá nos dias 8 e 9 de junho, no Hotel Golden Tulip Paulista, em São Paulo.

Ana Claudia Pinto, diretora de Produtos e TI da Healthways no Brasil, marcará presença com a palestra ‘Gestão de Saúde Populacional – Melhores Práticas com Resultados’, no segundo dia de conferência, às 12 horas. Médica PhD, Ana Claudia dará destaque para a importância de se fazer gestão de saúde populacional e quais propósitos envolvem essa administração. A apresentação da especialista analisará as possíveis estratégias e ferramentas para a gestão de saúde dentro de empresas, além de apontar os resultados positivos nas despesas e na produtividade, frutos da mudança de comportamento.

A conferência será dividida em quatro blocos sobre Gestão Integrada da Informação, Gestão do Absenteísmo, Promoção à Saúde e Modelos de Saúde, respectivamente. No dia 8, diversas empresas mostrarão como têm alcançado grandes resultados em curto prazo a partir de uma gestão de saúde estratégica, mesmo em tempos de crise. Já no dia 9, as discussões darão destaque para as atividades adequadas que promovem a saúde e reduzem os índices de sinistralidade, como a prevenção de doenças e o combate a doenças crônicas não transmissíveis.

Trazendo especialistas de peso, a Corporate Health Conference 2016 focará nas oportunidades da saúde corporativa perante os desafios da atual crise econômica. Nesse cenário, soluções como as da Healthways são fundamentais para melhorar a saúde física dos colaboradores, a saúde financeira das empresas e, acima de tudo, promover o bem-estar de todos envolvidos.

SERVIÇO

Corporate Health Conference 2016

Data: 8 e 9 de junho de 2016

Local: Hotel Golden Tulip Paulista

Endereço: Alameda Santos, 85 - Jardins - São Paulo/SP

Palestra Healthways: ‘Gestão de Saúde Populacional – Melhores Práticas com Resultados’

Data: 9 de junho (quinta-feira)

Hora: 12 horas

Sobre a Healthways

A Healthways é a empresa líder mundial em programas de gestão de saúde e bem-estar, com mais de 68 milhões de pessoas em seus distintos programas, distribuídos em 4 continentes e operações nos Estados Unidos, Brasil, Austrália e França. Tem como objetivo gerenciar ativamente o risco de grandes populações, uma pessoa por vez, tornando o sistema de saúde mais sustentável por meio da redução de sinistralidade e promovendo o aumento de produtividade para empresas. A Healthways tem 35 anos de experiência e sólidas parcerias, como Gallup, John Hopkins, MIT e Pro-Change (Dr. James Prochaska). No Brasil desde 2009, é a única empresa a oferecer soluções completas de Gestão de Saúde Populacional, compostas de módulos que atuam na parte de promoção à saúde, prevenção e gestão de doentes crônicos. Em 2015 firmou uma joint-venture com a SulAmérica. Atualmente são 1,5 milhões de pessoas expostas nas plataformas digitas de bem-estar, 28 mil doentes crônicos sendo monitorados 24 horas por dia e 12 mil pessoas orientadas na mudança de comportamento para um estilo de vida mais saudável.