Ferramentas de auto-cuidado estão sendo desenvolvidas no Reino Unido

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O Serviço Nacional de Saúde no Reino Unido está planejando implantar monitores cardíacos gratuitos e aplicativos digitais para estimular o aumento da auto-gestão de saúde, especificamente para os cidadãos gerir os problemas cardíacos e diabetes.

De acordo com o The Guardian, os dispositivos de monitoramento em smartphones pode detectar atividade cardíaca irregular e ajudar a conter a morte súbita , que mata 100.000 no Reino Unido por ano. Os aplicativos vão ajudar diabéticos e pacientes cardíacos gerir melhor as condições, bem como hábitos de vida e de saúde.

O CEO da NHS (National Health Service) está conduzindo o processo e para ele, as ferramentas digitais podem conduzir melhor o auto cuidado que um hospital, em certas ocasiões, porque pode limitar o comportamento e falhar ao engajar o paciente.

As ferramentas serão distribuídas gratuitamente pelo NHS a partir de 2017, de acordo com o artigo do The Guardian e serão entre 10 a 15 ferramentas.

Acelerando Startups na Europa: Startupbootcamp Digital Health Berlin

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Como parte da Health 2.0 Europe, que ocorreu no mês passado, o Startupbootcamp promoveu uma de suas FastTracks no primeiro dia da conferência em Barcelona. O grupo é uma aceleradora global com 14 diferentes programas – de Digital Health a Internet das Coisas – em 10 cidades no mundo.

A fim de promover sua nova aceleradora de Digital Health na Europa, baseada em Berlin, o evento reuniu mentores do programa, investidores e startups em busca de aceleração. Juliane Zielonka, diretora administrativa do Startupbootcamp Digital Health Berlin, coordenou o evento e as apresentações.

Além de ser chapter leader da Health 2.0 Berlin, Juliane tem experiência prévia com duas startups, Uterus Myomatosus e LARAcompanion. Sua inspiração para esses projetos vieram de experiências insatisfatórias com o sistema de saúde alemão, além do interesse por tecnologia desde que era criança.

Para saber mais do programa em Berlin e entender o ambiente para as startups de saúde na Europa, convidei Juliane para compartilhar com o público brasileiro um pouco de sua experiência em uma entrevista.

José Eduardo: Qual a sua formação originalmente? Saúde, negócios?

Juliane: Vamos dizer que eu comecei quando tinha seis anos, quando ganhei meu primeiro computador. Desde então, sou dedicada à tecnologia. Medicina humana e tecnologia são áreas que me mantém interessada em inovar e criar negócios que agreguem valor e resolvam problemas na saúde.

No meu contexto acadêmico, estudei Alemão, Inglês e Psicologia e tenho treinamento profissional em design gráfico com foco digital, além de um mestrado em marketing e comunicação. No entanto, com relação a negócios, o que você aprende não pode ser ensinado na escola. Tudo é baseado na sua própria experiência, em aprender fazendo, tentando, falhando, levantando-se de novo, tendo sucesso e construindo o seu próprio caminho. Graças a essas experiências, fico feliz em ensinar às startups como evitar erros. Com o Startupbootcamp, é muito recompensador compartilhar meu conhecimento.

José Eduardo: Como exatamente funciona o programa no Startupbootcamp?

Juliane: Para se inscreverem, as startups devem ir ao nosso website para escolher uma de nossas aceleradoras e aplicar. Isso significa que as startups nos dão todas as informações que gentilmente perguntarmos, e geralmente um “mini-pitch”é solicitado: qual o seu produto, qual a sua solução, como você adiciona valor, quão grande é o seu time, se você recebeu investimento e o que você pode fazer para contribuir para o programa são perguntas importantes para nós.

No programa de Digital Health em Berlin, as startups selecionadas têm 3 meses de aceleração. Nós oferecemos a elas coworking space gratuito por 6 meses (3 durante o programa e 3 depois) e €15.000 em dinheiro. Com isso, as startups podem viver aqui e talvez registrar a companhia. Durante a aceleração, as startups são expostas a mais de 100 investidores-anjo, corporações e contatos exclusivos dos nossos mentores e parceiros.

Nós temos cinco parceiros de cooperação: Arvato Bertelsmann, Sanofi, Philips, Apobank e Munich Health. Diferente de outras aceleradoras, nós podemos adicionar diferentes valores para as startups graças a esses parceiros. Além disso, as startups podem entrar em contato diretamente com os cinco parceiros enquanto elas estão na aceleradora. Com isso, poupamos o tempo que elas gastariam se não estivessem no programa.

José Eduardo: Quais são os requisitos para entrar? Vocês estão procurando por algo em especial nas ideias ou modelos de negócio das startups?

Juliane: Uma startup deve ter pelo menos um protótipo pronto ou ser capaz de nos mostrar de alguma forma que ela está um pouco além de ter apenas uma ideia. Estamos falando de saúde, então a jornada será bastante longa já que trata-se de um mercado restrito. É difícil entrar, mas uma vez que você está dentro, é muito recompensador. E como é difícil entrar, nós procuramos por times que estejam comprometidos e determinados a transformar a saúde.

Nós fazemos isso porque sabemos que tocar uma startup é um trabalho muito, muito, muito duro. Eu fiz isso duas vezes e sei que apenas 2% das startups sobrevivem. Ninguém ficaria feliz se nós aceitarmos um time em nossa aceleradora (nós selecionamos 10 times) que diga: “sim essa é uma ideia mas, ops, não funcionou, desculpe-me”. É desmotivante para os outros 9 times.

Escolhemos oito áreas de interesse: mudança de comportamento, programas que ajudem no manejo de doenças, diagnósticos/genômica, Big Data e análises, telemedicina/Platforms-as-a-Service (PaaS) conectando paciente/provedor/pagante, monitoramento remoto (pequenos sensores, sensores em smartphones), medicina personalizada e uma última área que guardamos para outros temas em geral, que podem ser doenças cardiovasculares, saúde da mulher ou fraudes, por exemplo. Startups nessas áreas são muito bem-vindas a juntar-se a nós!

José Eduardo: Quantas startups foram aceleradas até então pelo Startupbootcamp?

Juliane: Desde 2010, o Startupbootcamp acelerou, com seus diferentes programas, 315 startups e 72% delas tiveram um investimento adicional de €650.000 euros. Nós ajudamos startups a tornarem-se prontas para os investidores, em vez de deixá-las buscando investidores e dizer “Ei, sou uma startup, sou demais”, e os investidores por outro lado responderem “Desculpe-me, mas você ainda precisa amadurecer”. É exatamente aqui que nosso programa preenche as lacunas e constrói uma ponte. Nós fazemos o processo de screening e uma vez que você tenha passado em nossa aceleradora, você não só estará melhorando sua performance, seu produto e seu conhecimento de mercado, mas também terá contato com pessoas importantes dos negócios e assim, talvez o investidor esteja pronto para te ajudar.

José Eduardo: O Startupbootcamp é em sua maioria de financiamento privado ou público?

Juliane: Nós podemos solicitar recursos governamentais, mas leva certo tempo para consegui-los. O Startupbootcamp é conhecido por sua velocidade, então talvez não seja uma combinação perfeita. Dessa forma, focamos em parceiros da indústria que investem em nós. Se nós solicitarmos agora um recurso governamental, provavelmente teremos o dinheiro em 2018. No entanto, estamos abertos a financiamento público.

José Eduardo: Onde a aceleradora geralmente busca novas startups?

Juliane: Procuramos por startups pelo mundo todo. Estamos em Berlin porque a cidade é uma das principais com cena vibrante para startups. Além disso, nós temos vários contatos em Digital Health na cidade, sendo uma vantagem e tanto para as startups se fixarem aqui durante o programa. E bom, a economia alemã está estável, então temos orgulho em ter o espaço aqui e convidar startups para o nosso programa. Temos também colegas no governo que dão suporte com obtenção de vistos.

José Eduardo: Na sua opinião, você acha que a maioria das startups tem vida própria ou no fim elas acabam sendo adquiridas por grandes companhias?

Juliane: Depende do valor que a startup cria e do modelo de negócio. Se existe um modelo de negócio adequado, é possível criar algo sustentável e mais cedo ou mais tarde fazer uma Initial Public Offering (IPO). Também é possível tornar-se tão atrativo que outra companhia adoraria fazer uma acquisição. No fim, meu pensamento é: uma vez que você crie sua própria receita, isso mostra que você tem clientes. Isso te ajuda a melhorar e bem, se você cria receita suficiente para que sua empresa cresça, isso é maravilhoso para um empreendedor. Outras formas também são aceitas, desde que agreguem valor e resolvam problemas na saúde, criando benefícios para mais de um lado.

Para os empreendedores interessados, as inscrições para o Startupbootcamp Digital Health Berlin vão até 31 de agosto deste ano!

Interoperabilidade: poupando tempo e poupando vidas

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Informações desconexas, ausência de comunicação entre os setores e perda de dados operacionais e de pacientes são peças presentes no caótico cenário do sistema de saúde brasileiro. A desorganização da infinidade de dados coletados em um sistema hospitalar gera grandes custos operacionais, além do déficit indireto gerado pelo tempo perdido por profissionais da saúde, que tentam traduzir esses dados para a mesma linguagem para então poderem atender seus pacientes.

Nessa grande brecha do sistema de saúde brasileiro que já opera com 52% dos hospitais funcionando em bases de prontuário eletrônico, a Infor, empresa desenvolvedora de softwares de interoperabilidade, viu uma grande oportunidade de implantação de um de seus sistemas.

A Infor traz ao Brasil, país já parceiro há 21 anos, a solução Cloverleaf Suite, um software de interoperabilidade focado no sistema de saúde. O sistema se fundamenta na padronização dos diferentes códigos gerados pelos sistemas já presentes em diferentes áreas de um hospital.

Como diz o diretor de Healthcare da Infor Joel Rydbeck em entrevista a Saúde Business “os dados de um hospital se assemelham à passagem bíblica da Torre de Babel, todos falam diferentes idiomas e nada pode ser compreendido, o Cloverleaf vem como um tradutor universal para essa situação”. Além de padronizar códigos de dados, o Cloverleaf tem uma plataforma de tradução simultânea e comunicação dentro e entre as instituições conectadas.

Assim, é possível comunicar dados de pacientes que chegam em diferentes locais e setores do hospital conectados ao sistema, e atendê-los com acesso a todo histórico desse paciente, além da interação de diferentes setores como farmácia, administração e financeiro. Rydbeck comenta também que o grande destaque do sistema é disponibilizar todas essas informações de forma simultânea, poupando tempo, e, assim, poupando vidas.

O sistema Cloverleaf representaria grande evolução na interoperabilidade nos sistemas de saúde brasileiros também pela sua implantação já no padrão FHIR ( rápida interoperabilidade de recursos em saúde na sigla em inglês), mais avançado que o conhecido HL7, e que tem previsão de ser finalizado em até dois anos. Como refere Rydbeck, o Brasil tem uma grande oportunidade de aprender com os erros do padrão HL7 e já partir de um sistema mais moderno e melhorado, sem ter que passar por essa transição diretamente.

Para comprovar a eficiência do software, o CEO afirma que ele é utilizado pela maior rede de hospitais dos Estados Unidos no padrão HL7, e que o FHIR já está sendo implantado em hospitais americanos com sucesso.

Na perspectiva da Infor, o grande desafio da implantação do software no Brasil é educar o sistema de saúde do fato de que a transição para registros e bases de dados eletrônicas integradas é extremamente vantajosa e que, apesar de representar um custo inicialmente, poupa grandes gastos futuros, além de muito tempo.  O principal foco da utilização do software de interoperabilidade é evitar erros que podem ser facilmente cometidos quando se lida com uma quantidade milionária de códigos e mensagens trocados entre pessoas e máquinas em um hospital. Dados não serão mais duplicados ou perdidos e tudo poderá ser resumido a um só sistema portando todas as informações em tempo real.

Outra área de destaque é a forma de armazenamento de dados que o Cloverleaf oferece, o sistema em nuvem, que possibilita uma abertura muito maior e quase ilimitada de acesso aos arquivos desejados de qualquer lugar conectado pela internet, o que facilita ainda mais a comunicação entre setores.

O diretor de Healthcare da Infor comenta da forte tendência dos sistemas em nuvem de dominar todas as áreas em que a empresa trabalha, e acredita que o sistema brasileiro deve aderir a essa modernização,  para facilitar ainda mais a administração das instituições de saúde, naturalmente muito intolerantes às falhas que refletem diretamente em vidas.

Por fim, quando questionado sobre o diferencial da Infor na produção de softwares de interoperabilidade, Rydbeck diz que a empresa se destaca na estratégia corporativa, personalizando o serviço nas diferentes áreas em que atua, como redes de saúde, distribuidores industriais, bancos, marcas de luxo, entre outros.

A esse fator e à eficiência dos softwares oferecidos, o CEO atribui o sucesso da empresa no ramo de saúde business, sendo 72% dos hospitais com 150 leitos nos Estados Unidos utilitários das soluções Infor, além de aproximadamente 5 mil outros clientes distribuídos por cerca de 30 países.

Hospital Sepaco comemora sucesso de procedimento hemodinâmico híbrido em Neurologia

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Os procedimentos de hemodinâmica são muito comuns. Porém, poucas instituições contam com infraestrutura e equipes para a realização de um procedimento híbrido em Neurologia e o Hospital Sepaco conseguiu realizar, com êxito, o atendimento de um paciente de 31 anos que apresentava um sangramento cerebral.

Por se tratar de um caso raro, já que ele não tinha nenhum acesso endovascular possível, foi necessário unir as equipes de Neurointervenção Intervascular e de Neurocirurgia da Instituição para a realização em conjunto.

Segundo o Dr. João de Deus, médico neurointervencionista endovascular, apesar das abordagens híbridas já existirem, são bem infrequentes em casos neurológicos. O desafio é encontrar um hospital que tenha este diferencial no serviço para permitir que duas equipes distintas realizem a intervenção no ambiente de hemodinâmica.

“Encontramos isso no Hospital Sepaco, que disponibilizou toda a sua infraestrutura para que nós conseguíssemos executar com precisão as duas técnicas em conjunto”, declara o Dr João de Deus. O procedimento foi bem sucedido com a exclusão da lesão e alta hospitalar em 72 h, diferente da abordagem neurocirúrgica exclusiva na qual o tempo de internação e morbidade são bem maiores.

Business Intelligence como aliada na Gestão de Saúde Corporativa

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Muitas empresas estão com suas atenções voltadas para o uso da Inteligência de Negócios na gestão de saúde. Esta preocupação premente e inevitável tem justificativa a partir de um cenário constituído por envelhecimento populacional, aumento da incidência de doenças crônicas e dos índices de absenteísmo no mercado corporativo. E é no conhecimento que está a resposta para atuar sobre essa realidade.

Cada vez mais vistas como verdadeiras aliadas no segmento da saúde, as ferramentas de Business Intelligence (BI) proporcionam uma integração efetiva de dados, a fim de mapear e conhecer a saúde das pessoas. É uma ferramenta poderosa que permite conhecer e entender o perfil clínico, os hábitos e o estilo de vida de seus funcionários e dependentes, contribuindo para uma atuação mais efetiva, com maior controle e resultado.

Um estudo realizado pela AxisMed, empresa que pertence ao grupo Telefónica, ressalta a importância das ferramentas de Business Intelligence na saúde corporativa. Segundo os dados, as corporações que utilizam informações de forma dinâmica e estruturada conseguem tomar decisões rápidas e assertivas, pois seus planos de ações são efetivos.

Apenas 15% das empresas avaliadas revelaram ter domínio de informações sobre a saúde corporativa e adotam programas de gestão. Outras 51% têm conhecimento da realidade de seus funcionários e dependentes, mas suas iniciativas ainda encontram-se em estágio inicial. Já 32% das companhias estão cientes da relevância do tema, mas não as colocaram em prática, enquanto 2% simplesmente não fazem nada.

O uso do BI fornece aos gestores um escopo completo da sua população e de todos os departamentos da empresa, possibilitando mais organização no gerenciamento de resultados. Além disso, também propicia o detalhamento de todas as questão ligadas à área operacional, como o mapeamento do quadro clínico do paciente e análise de riscos, para que se atinja a eficácia no atendimento. Assim, evita-se duplicidade de exames, consultas desnecessárias e visitas constantes em prontos-socorros.

Exemplo disso é screening populacional, que consiste no levantamento do risco de saúde dos funcionários e dependentes, seja por meio da análise das contas médicas (número de consultas e exames), do uso farmacêutico ou frequência de utilização. Com base nestas informações, é possível mapear o perfil de risco do grupo estudado e, a partir daí, estabelecer ações de prevenção e gerenciamento específicas para cada situação.

Com o screening é possível identificar procedimentos específicos que podem indicar a necessidade de acompanhamento em relação a alguma doença crônica, quem mais utiliza a rede credenciada ou busca atendimento fora da rede, ou mesmo uma utilização contínua sem motivo aparente.

A possibilidade de obter rapidamente informações amplas e detalhadas também permite que os profissionais de saúde respondam a situações de risco com mais precisão e eficiência. A ferramenta armazena relatórios e indicadores com dados de exames, hábitos alimentares, internações, altas, entre outras informações sobre os pacientes. A demonstração da plataforma, eficaz para acompanhar a qualidade do serviço que está sendo oferecido, gera também confiança aos futuros clientes ou prospects.

Concluindo, para atingir a eficácia na gestão de saúde populacional é fundamental que as empresas disponham de uma ferramenta que ofereça periodicamente um perfil atualizado de monitoramento de crônicos, que informe os funcionários sobre os trabalhos de gestão da empresa e que apresente subsídios para definir planos estratégicos, identificando grupos segmentados de atuação.

* Cesar Rodriguez Dominguez é diretor global de eHealth da

Telefónica e membro do Conselho de Administração da AxisMed

Simpósio de lentes de contato reúne 80 oftalmologistas em São Paulo

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Nos dias 18 e 19 de junho, aconteceu o ‘Simpósio Super Lentes – Lentes de contato do básico ao avançado’, realizado pelo Centro de Excelência em Ceratocone (Conus) e apoiado pelo Santa Cruz Laser Center Oftalmologia, parceiro do Hospital Santa Cruz. O evento foi voltado a médicos oftalmologistas e residentes da área, e reuniu mais de 80 profissionais.

O simpósio apresentou uma visão abrangente dos principais temas relacionados a lentes de contato na atualidade, divididos em oito módulos: bases em lente de contato; lentes de contato gelatinosas; adaptação ao vivo – LC gelatinosas; lentes de contato gás permeáveis; lentes de contato esclerais e semi-esclerais; discussões de questões da prova CBO; situações especiais; adaptação ao vivo – LC gás permeáveis.

Os temas envolveram os níveis do básico ao avançado, com dicas para situações especiais e atualizações nos lançamentos de lentes de contato. Ainda, houve discussões com profissionais de referência nacional: Dra. Cleusa Coral-Ghanem, de Joinville, Dr. Luiz Formentin, de São Paulo, Dra. Tânia Schaefer, de Curitiba, e Dr. Leonardo Gontijo, de Belo Horizonte. Ao final de cada dia, foi possível acompanhar a aplicação prática dos conhecimentos discutidos e aprendidos com casos reais de adaptação ao vivo de lentes gelatinosas e gás permeáveis.

Sobre o Hospital Santa Cruz

O Hospital Santa Cruz completou em 29 de abril 77 anos de atividades ininterruptas, sendo a única entidade fundada pelos primeiros imigrantes em plena atividade e considerado um marco de intercâmbio nipo-brasileiro na área da saúde. Conhecido antigamente como “Nihon Byouin”, que significa Hospital Japonês, o Santa Cruz é referência em Oftalmologia, Ortopedia, Neurologia, Cardiologia entre outras especialidades e é reconhecido pelo atendimento humanizado e personalizado com profissionais bilíngues. Hospital de médio porte, com centro cirúrgico capacitado para atender todos os tipos de procedimentos, desde os mais simples até os de alta complexidade, dispõe de quatro salas para cirurgias oftalmológicas, nove salas para cirurgias em geral, 30 leitos de UTI (geral, neurológica e coronariana, sendo 10 leitos em cada um) e 139 leitos de internação. O Pronto Atendimento, bem como o Ambulatório, está preparado para atender as mais variadas especialidades médicas. Para mais informações sugerimos visitar o site: www.hospitalsantacruz.com.br.

Carrossel da Ortopedia reunirá médicos em Manaus para mesas redondas sobre trauma e processos

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Será em Manaus, no dia 1º de julho, mais um ‘Carrossel da Ortopedia’, um evento para atualização dos ortopedistas, que constará de seis mesas redondas com debates sobre fratura de rádio distal, lesão muscular, fratura de cotovelo em criança e fratura de platô fibral, além de um workshop.

O ‘Carrossel’ é promoção da área de Educação Continuada da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, que é dirigida por Roberto Luiz Sobania e estão convidados os ortopedistas não apenas de Manaus, mas também das cidades próximas.

Sobania explica que como a especialidade é muito dinâmica e novos procedimentos, técnicas e conhecimentos se sucedem com frequência, o ‘Carrossel’ foi desenvolvido como uma forma de atualização do conhecimento nas diversas áreas da Ortopedia. As mesas redondas são consideradas como a melhor forma para que os especialistas convidados apresentem e debatam os temas selecionados, como também para que os médicos que assistem ao evento possam fazer seus questionamentos.

As seis mesas redondas funcionarão no auditório ‘Coronel Pedro Henrique Cordeiro Júnior, no palacete da praça Eliodoro Balbi (antiga praça da Polícia). Cada mesa terá um professor e até seis participantes, que terão 20 minutos para discussão de casos. A cada ciclo os ortopedistas trocarão de mesa, por isso o nome de ‘Carrossel’.

Os interessados podem se inscrever na SBOT/Amazonas, pelo e-mail sbotam@outlook.com ou pelo telefone (92) 98230-0191 com Ana Paula.

Com sistema MV, Hospital Mãe de Deus vence desafios de gestão

Com sistema MV, Hospital Mãe de Deus vence desafios de gestão

A demora de quase 60 dias para a chegada da conta do paciente pós-alta até o faturamento era um dos principais desafios enfrentados pelo Hospital Mãe de Deus. Muitos eram os fatores que contribuíam com isso, entre os mais frequentes estava o registro inadequado das ações de saúde às quais os pacientes eram ou não submetidos. Além de erros e atrasos no preenchimento de guias e formulários durante o atendimento, faltavam registros de prescrição, checagem de medicamentos, justificativas sobre realização de procedimentos que não atendiam peculiaridades exigidas por convênios médicos e planos de saúde, e, principalmente, ausência de processos completamente informatizados.

Na tentativa de mudar esse cenário e ter um controle mais efetivo sobre os processos, a solução da instituição era a contratação de mais profissionais, o que resultava em novos custos operacionais. Até que, com a necessidade de crescimento, o Hospital Mãe de Deus percebeu que precisava de outro tipo de solução. “Fomos para o mercado e passamos quase dois anos criando réguas de decisão para contratar uma empresa de sistema de gestão hospitalar. Em 2006, identificamos a oportunidade na MV”, comenta Alceu Alves, diretor geral do Sistema de Saúde Mãe de Deus, que atualmente é composto por mais oito hospitais e outros centros de atendimento.

Segundo ele, a MV apresentou a melhor solução para o que mais interessava à instituição: rapidez; integração dos processos clínico-assistenciais com as áreas de suprimentos e faturamento dentro de um padrão único de operação, informação e gestão; e plasticidade para permitir que a estratégia de crescimento fosse acompanhada com qualidade e eficiência.

Utilizando as soluções de gestão hospitalar da MV desde 2007, a instituição obteve controles mais adequados no faturamento e relatórios com informações mais precisas. Faturando mais de 35 mil contas/mês e reduzindo em mais de 60% o tempo médio entre a alta do paciente e a emissão/fechamento da conta no faturamento, conseguiu ao longo desse tempo quase triplicar a receita. Considerado a maior unidade de saúde privada prestadora de serviço ao setor público no Rio Grande do Sul, o Hospital Mãe de Deus tem as duas acreditações máximas, ONA III e Joint Commission International, e a Certificação Planetree, que sistematiza o cuidado com os pacientes e familiares do ponto de vista da humanização e espiritualidade.

Atualmente, com um total de 22 unidades assistenciais, mais de 1.400 leitos e uma operação de aproximadamente R$ 850 milhões por ano, o Sistema de Saúde Mãe de Deus passou a trabalhar sob uma gestão corporativa com processos transparentes entre a assistência, a prescrição, a dispensação e o faturamento. Quando um procedimento é prescrito, automaticamente o médico é notificado sobre a necessidade de solicitação de autorização; quando um medicamento que requer laudo é receitado, também é informado que é preciso preencher e assinar documentos. Assim, com a parametrização de outros alertas automáticos, o sistema de gestão da MV apoia o alcance de melhorias na qualidade assistencial e na segurança do paciente. “O sistema permite que se faça uma rastreabilidade fantástica a respeito do que acontece com os pacientes, com o desempenho das nossas especialidades e dos nossos médicos. Hoje, se tem muito mais domínio sobre a operação e o que efetivamente precisamos melhorar”, diz Alceu Alves, que já tem 17 anos de atuação na instituição.

Em pouco mais de um ano de uso do sistema, foram observados controles mais precisos sobre os processos, melhorias no tempo de entrega das contas para o faturamento, aumento do fluxo de caixa, rastreabilidade e segurança de que tudo o que foi produzido foi faturado, tudo que foi entregue foi cobrado e tudo que foi glosado foi recursado, recebido ou acatado. “Temos toda a certeza de que acertamos muito bem na escolha pela MV. A saúde continuará sendo uma área de grandes desafios – pessoais, profissionais e empresariais – e, certamente, o maior deles dentro do processo de crescimento é conseguir, cada vez mais, levar uma assistência à saúde para a população com mais qualidade e segurança.”

Empresa de tecnologia apresenta CRM para atender as ouvidorias de Planos de Sáude

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A M2G, companhia que atualmente administra mais de 60 contas dos principais planos de saúde em nosso país, habilita em sua CRM um módulo específico para atender demandas criadas por ouvidorias dessas empresas. Desenvolvida especialmente para tratar as solicitações de reanálise, seguindo o prazo definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o sistema permitirá uma completa classificação de cada Notificação de Investigação Preliminar (NIP) que estiver em Reparação Voluntária Eficaz (RVE) pelos planos de saúde.

"Devido a criticidade dos processos de atendimento das Ouvidorias, desenvolvemos um módulo prático e de alta qualidade para uso efetivo das operadoras. Agora, os processos de ouvidoria podem ser tratados de forma mais rápida e efetiva e com todas as particularidades necessárias para melhorar a qualidade do atendimento, garantindo assim todos os prazos definidos pela ANS”, comenta Fernanda Klava, Diretora Comercial da M2G.

Recentemente a M2G também lançou no mercado um CRM inovador, que tem como meta melhorar a qualidade de gestão das operadoras de planos de saúde perante o rol de procedimentos e seus respectivos prazos estipulados pela agência reguladora, conforme a norma RN 395. Entre autorizações prévias, franquia, coparticipação e outras solicitações, nota-se que a grande maioria destas demandas seriam mais rapidamente solucionadas com o uso de um CRM ideal composto de uma plataforma de Gestão de Relacionamento com o Cliente.

O que é a RN 395?

Desde 13 de maio de 2016 a RN 395, normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que é válida em todo território nacional, obriga as empresas prestadoras de serviço de saúde a proporcionar um melhor atendimento aos beneficiários, fornecendo mais rapidez, transparência, clareza e segurança das informações. Clique aqui para ver mais sobre a RN 395.

SOBRE A M2G

A M2G é uma empresa de soluções de atendimento especializada em Seguradoras e Operadoras de Saúde. Diariamente milhares de solicitações de clientes passam pela plataforma multicanal de atendimento que possuem mais de 60 clientes no setor de saúde. Sempre antenada com a forma como as pessoas utilizam a tecnologia no dia a dia, criaram sistemas de atendimento e CRM que gerencia demandas de telecom, chat, mobile, webform, fax virtual, redes sociais e Portais online de Auto Atendimento. O tratamento das demandas é feito pelo CRM, que possui histórico centralizado do cliente, analytics, follow-up gerenciáveis entre departamentos e controle de prazos por tipo de demanda. Todas as soluções são em nuvem, flexíveis e de fácil integração a sistemas e bases de dados já existentes nas empresas. www.m2g.com.br

Quais são as melhores empresas para trabalhar em saúde?

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Ontem à noite, a Live Healthcare Media e o Great Place to Work Brasil divulgaram a lista de Melhores Empresas para Trabalhar na área de saúde. O estudo contou com a participação de 143 empresas na lista GPTW – Saúde 2015, representando mais de 119 mil funcionários.

Na lista de premiadas, temos 60 empresas, distribuídas nas seguintes categorias: 13 farmacêuticas, 7 farmácias e distribuidoras, 6 hospitais, 9 empresas de Indústria e Serviços para o setor, 5 de Medicina Diagnóstica, 16 planos de saúde e 4 clínicas.

A pesquisa conta com três etapas. A primeira é quantitativa com os funcionários, sendo necessário que a empresa atinja a amostra mínima de respostas estipulada e que obtenha uma nota igual ou superior a 70%. Atingindo essas condições, passa-se para a segunda etapa, a avaliação dos comentários dos funcionários e, por fim, o terceiro passo, a avaliação das práticas das empresas. A soma das três avaliações forma a nota final.

Abaixo, segue a lista de empresas premiadas em cada categoria:

Categoria Farmacêuticas:

1 Genzyme

2 AstraZeneca

3 Astellas

4 Zambon

5 Novartis Biociências

6 Roche

7 Bristol-Myers Squibb

8 Takeda

9 Eurofarma Laboratórios

10 Novo Nordisk

11 Aspen Pharma

12 Grupo Natulab

13 Grünenthal Brazil

Categoria Farmácias e Distribuidoras:

1 Acripel

2 Farmaconn Ltda

3 Clamed

4 Byofórmula

5 Grupo Elfa

6 4bio Medicamentos

7 Farmácias Pague Menos

Categoria Hospitais:

1 Hospital de Olhos Francisco Vilar

2 Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

3 Hospital Leforte

4 Santa Casa de Fortaleza

5 Hospital Moinhos de Vento

6 Hospital Regional da Unimed

Categoria Indústria e Serviços:

1 H. Strattner

2 Roche Diagnóstica

3 Global Gestão em Saúde

4 Confiance Medical

5 Quintiles do Brasil

6 Stryker

7 Shift

8 SAFEMED - Medicina e Segurança do Trabalho

9 Magnamed

Categoria Medicina Diagnóstica:

1 Laboratório Sabin

2 Laboratório Leme

3 Clinica São Marcelo

4 Grupo Infinita

5 Laboratorio Vicente Lemos

Categoria Planos de Saúde:

1 Unimed Missões

2 Unimed MG Federação

3 Free Life Saúde

4 São Francisco Odontologia

5 Unimed Ceará

6 Unimed Litoral Sul/RS

7 Unimed Federação Rio

8 Clinipam

9 Unimed São José do Rio Preto

10 Unimed Campinas

11 Unimed Sobral

12 Unimed de Cascavel

13 São Francisco Sistema de Saúde

14 Unimed do Cariri

15 Unimed Governador Valadares

16 Unimed Juiz De Fora

Categoria Clínicas:

1 UPA Imbiribeira

2 UPA Palmeira dos Índios

3 Hiperbárica Hospitalar

4 Centro Oncológico do Triângulo

Aos premiados, parabéns! Esperamos vê-los no Referências da Saúde 2016! Não deixem de publicar seus cases de sucesso.