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Phlips inaugura centro de excelência em tecnologia em Blumenau

Phlips inaugura centro de excelência em tecnologia em Blumenau

A Philips, empresa líder em inovação para saúde e bem-estar, inaugura sua nova sede sustentável em Blumenau (SC). Por meio do conceito Workplace Innovation (WPI), a Philips criou um ambiente de trabalho que oferece todas as condições necessárias para estimular a criatividade e a inovação das equipes, no qual não existem paredes separando as equipes ou locais fixos de trabalho. A nova sede ocupa uma área de aproximadamente 4 mil m2 e está localizada no bairro Itoupava Norte.

A sede da Philips em Blumenau é especializada em Tecnologia da Informação para o mercado de saúde, emprega cerca de 600 profissionais e atende clientes no mundo inteiro. “O Vale do Itajaí é uma região muito próspera no nosso país e a Philips reafirma seu interesse em continuar investindo e apostando no desenvolvimento desse polo de tecnologia. Mais do que uma nova sede, estamos inaugurando um centro de excelência em tecnologia responsável pelo desenvolvimento de diversas soluções em saúde da empresa comercializadas até mesmo em outros países, como o sistema de gestão de informação Xper IM”, comenta Solange Plebani, gerente geral de EMR da Philips, área responsável pela informática médica dentro do segmento de Informática Clínica.

O novo centro de excelência da Philips em Blumenau (SC) concentrará toda a produção e desenvolvimento de sua área de Informática Clínica, responsável por inovações como o Tasy. Referência no mercado de saúde, esse software de gestão em saúde com tecnologia 100% brasileira é capaz de atender todas as necessidades clínicas e administrativas de hospitais, operadoras de planos de saúde e bancos de sangue. “No Brasil, mais de 850 hospitais e clínicas já utilizam o Tasy, um produto que nasceu aqui em Blumenau e que, neste momento, está sendo exportado para outros países”, completa a executiva.

Imagem Divulgação Philips Blumenau_02Totalmente sustentável, o projeto arquitetônico do centro de excelência possui uma série de soluções como o sistema de ventilação natural interno, que combina a disposição das janelas com a ventilação vinda do telhado, e o sistema de ar condicionado com refrigeradores de água que funcionam com água captada da chuva e das instalações prediais. Por meio dele, toda a água é recolhida e tratada internamente para reutilização no próprio sistema de ar condicionado, economizando água e energia.

O sistema de iluminação inteligente da Philips funciona com luz natural proveniente de clarabóias (aberturas ou frImagem Divulgação Philips Blumenau_03estas) que filtram os raios de luz e o calor, amplificando a luz natural no interior do edifício. As luminárias inteligentes são ativadas e reguladas por meio de sensores, que medem a ocupação e a intensidade de luz natural e calculam a quantidade de luz artificial necessária para iluminar o interior do edifício de forma adequada. O sistema é digital e totalmente autônomo, pois ao detectar movimento no ambiente ele liga as luminárias, dimeriza a quantidade de luz e, ao final do dia, desliga sozinho.

Os ambientes criados para estimular a criatividade e a inovação costumam ser agitados com muitas pessoas falando ao mesmo tempo, por exemplo. Para atenuar a questão do ruído, a Philips instalou uma parede verde que absorve o som e auxilia no controle da temperatura interna. Em formato curvo, a parede especial é feita com um revestimento chamado Clipso Sound que também diminui a reverberação do som nos ambientes.

Todo o trabalho de implementação do WPI busca o equilíbrio de três pilares fundamentais: Pessoas, Ambiente e Tecnologia, ingredientes fundamentais para uma receita equilibrada de produtividade e qualidade de vida. “A inauguração desse prédio representa um momento muito importante para a Philips no Brasil, uma empresa com mais de 90 anos de história ao lado de médicos, gestores do sistema de saúde e pacientes, desenvolvendo e criando inovações significativas para a vida das pessoas. Estamos presentes nos principais hospitais, clínicas e entidades de saúde, por meio de equipamentos, softwares de imagem, de gestão hospitalar e de gestão clínica”, completa Solange.

Gesto Saúde e Tecnologia e SOC fecham parceria para promover integração inédita entre saúde ocupacional e assistencial

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No período em que a discussão da saúde no ambiente corporativo ganha destaque em dois importantes eventos do setor, a Hospitalar e o Corporate Health Conference, duas companhias líderes no segmento de saúde para grandes corporações anunciam acordo operacional para uma integração inédita no mercado. A Gesto Saúde e Tecnologia – GST, criadora do primeiro big data de saúde no Brasil e o SOC – Software Integrado de Gestão Ocupacional assinaram compromisso de cooperação tecnológica, técnica e comercial que promoverá pela primeira vez a junção das informações de saúde assistencial e ocupacional de forma simples e ao alcance de cada um dos médicos do ambiente empresarial.

Com isso, os clientes que têm no SOC a solução ideal para operar todo o ambulatório e a saúde ocupacional agora poderão, ao exportar os dados para o Big Data Gesto Inteligente 2.0, ter uma visão integrada de saúde ocupacional e assistencial. As informações de utilização do plano médico serão carregadas pela Gesto, que conta com mais de 150 clientes e cerca de 2 milhões de vidas, e tratadas por meio dos algoritmos e modelos preditivos exclusivos.

Esse prontuário com visão global do colaborador ficará disponível na interface do SOC, com informações detalhadas sobre a existência de doenças crônicas, seus hábitos de utilização do benefício de saúde, quais os últimos exames realizados e qualquer outra particularidade identificada. Ou seja, ao clique de um botão o médico terá na tela um arquivo que simplifica a leitura da situação de saúde do paciente.

A diretora executiva da Gesto Saúde e Tecnologia, Fabiana Salles, destaca o ineditismo da parceria, que faz com que o SOC vá além do seu pioneirismo na saúde ocupacional e com que a Gesto assuma um papel ainda mais estratégico na evolução da gestão de saúde no país. “É preciso que os gestores se conscientizem sobre a importância de uma gerência estratégica completa com a integração de informações e aplicação de inteligência no processo. O acordo entre a Gesto e o SOC facilita o trabalho dos profissionais do mercado ao trazer pela primeira vez soluções complementares que atuam em sinergia. Existe uma preocupação muito grande nossa em gerar uma dinâmica de facilidade para os clientes em comum e para os futuros clientes, de forma que eles ganhem agilidade na tomada de decisão e no cuidado da saúde dos seus colaboradores.”

Dessa forma, todos os envolvidos na cadeia são beneficiados. Para a empresa, ter um panorama geral da saúde significa a possibilidade de colocar em prática iniciativas que promovam a saúde e que ocasionem menos desperdício de recursos. E conhecer o histórico do paciente permite um atendimento mais completo por parte do médico, o que resulta em orientações e tratamentos mais assertivos e consequente ganho em qualidade de vida para os colaboradores. Esse processo é cíclico e uma situação se alimenta da outra.

Na visão de Alexandre Ehrenberger, diretor executivo do SOC, este é um grande passo rumo à gestão de saúde ao invés da atual gestão de doença. “Nós acreditamos que o futuro da saúde ocupacional é integrada à saúde assistencial, evoluída tecnologicamente e atuante na prevenção da saúde dos colaboradores. E agora com essa parceria o SOC está mais perto desse futuro ao oferecer aos clientes condições de realizarem gestão completa, ampla e eficiente de saúde empresarial, assistida por inteligência analítica preditiva para contribuir na saúde de cada colaborador da empresa.”

Sobre a Gesto

A Gesto Saúde e Tecnologia – GST é pioneira no desenvolvimento de big data para gestão de saúde para auxiliar as grandes companhias e operadoras a gerir de maneira eficiente os gastos com a saúde. Sua principal ferramenta, o Big Data Gesto Inteligente 2.0 armazena, combina e analisa os dados de uma população por meio de mais de 120 algoritmos e modelos preditivos exclusivos e produz um panorama de todos os dados de saúde de colaboradores, como informações sobre planos de saúde, atestados médicos, afastamentos, folha de pagamento, riscos ocupacionais e programas de promoção de saúde.

A empresa nasceu há 14 anos como startup por meio de uma parceria entre os sócios-fundadores: o médico Bento de Toledo e a engenheira Fabiana Salles e foi incubada pelo Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec). Em 2012, recebeu um aporte do fundo DGF Inova, um dos mais importantes fundos de private equity do Brasil, com aproximadamente 1 bilhão de reais investidos em empresas que atuam na área de tecnologia e inovação. Hoje a companhia conta com mais de 150 clientes e gerencia mensalmente um banco de 2 milhões de vidas, maior do que a população de 95% das cidades brasileiras, por exemplo. Além disso, a empresa gere anualmente mais de R$ 3,5 bilhões de investimentos em saúde.

Sobre o SOC

O SOC conta com mais de 15 anos de experiência e que conta com o maior time de profissionais focados em TI de Saúde e Segurança do Trabalho do Brasil! Para garantir o melhor serviço, a empresa ocupa dois andares de um bem localizado centro empresarial em Santos, no litoral de São Paulo.

O SOC é o primeiro software e a primeira rede de serviços online do país. Líder no mercado de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), apresentou o conceito de nuvem e criou o primeiro software integrado para Gestão Ocupacional 100% Internet. Com foco nas demandas e necessidades da Gestão Ocupacional, o software oferece recursos integrados para Medicina e Segurança do Trabalho, proporcionando soluções ideais para médicos, engenheiros e técnicos destas áreas.

Inovador em funcionalidades e serviços, o software atende Prestadores de Serviços e empresas com SESMT próprio. Basta um dispositivo com acesso à internet (computador, notebook, tablet, smartphone...) e o usuário pode atualizar as suas informações em tempo real, de qualquer lugar do país! Presente em 23 estados atendidos, mais o Distrito Federal, o SOC gerencia mais 5 milhões de funcionários, possui mais de 85 mil usuários registrados ativos e mais de 600 empresas associadas.

O futuro chegou: 10 Tendências do mercado de saúde (Parte 2)

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Ontem (Quarta-feira) publicamos o começo desse artigo e agora vamos falar do resto dela, completando nossa lista de 10 tendências do mercado de saúde no mundo. Acompanhe o começo das tendências aqui.

6- Medicina comportamental : sob as pressões impostas pela sociedade e seus padrões, a depressão se tornou a doença do século, o âmbito psicológico abrange cada vez a área de interesse de grandes industrias quem buscam a otimização do bem estar e dos serviços dos seus funcionários. Porém, o tratamento das doenças da mente se mostra caro, árduo e escasso, mais adiante de a mistificação ligada aos quadros mentais estar consolidada nos mais profundos tabus da sociedade moderna.

Em 2016, o contexto do crescente interesse tanto das áreas empregadoras quanto do próprio público jovem em solucionar esse quadro debilitante, favoreceu a valorização da medicina comportamental como alternativa. O acompanhamento continuado de hábitos saudáveis por meio de startups, aplicativos interativos e teleconferências possibilita a drástica redução dos quadros patológicos psicológicos.

O incremento da tecnologia atinge fortemente o público jovem, grande atingido por transtornos como depressão, anorexia, transtornos de ansiedade, entre outros e facilita que as contratadoras desses serviços atinjam seus objetivos. O cuidado primário, porém, não deve ser ignorado, a chave para a viabilidade desse tipo de abordagem é a coligação entre o acompanhamento e incentivo de bons hábitos e o indicação para a busca de médicos especializados se for o caso.

7 – Deslocando para os centros locais: pela busca por um sistema cada vez mais custo-efetivo, 2016 será o ano da desconcentração de pacientes internados em hospitais de alta complexidade americanos. Enquanto o regime de internação é muito caro nos centros referidos, já que eles disponibilizam serviços mais especializados, esse custo pode ser reduzido caso os pacientes com patologias de menor complexidade possam ser realocados para hospitais locais e mais acessíveis.

É notável então, que a parceria entre centros de referência e menores instituições guarda uma boa relação custo-efetiva e vantagens aos pacientes diminuindo filas de espera e aumentando recursos para o atendimento individual. Além da política de realocação entre hospitais, o mercado encontrou espaço para os chamados “bedless hospitals”, que apesar de possuírem serviços especializados de qualidade, não tem leitos. Nesses locais, então, o problema do paciente pode ser identificado por profissionais de qualidade e se necessária a internação deve ser remanejada para hospitais mais acessíveis.

Coligações entre hospitais de ponta, hospitais acessíveis, bedless hospitais e ainda clínicas populares, possibilitam um serviço de qualidade prestado a pequenos valores, e torna a saúde acessível a uma parte maior da população.

8 – A atualização e flexibilização das bases de dados: a coleta de dados é fundamental para todas as instituições que envolvem a área da saúde. Fatos nos permitem prever, planejar e executar programas que sejam sustentáveis, custo-efetivos e tragam benefícios aos consumidores. A área médica, porém, tem um dilema: apesar da maioria da população estar disposta a compartilhar seus dados com médicos e com o sistema de saúde, a via pela qual o médico diferencia pacientes e tratamentos não é ainda totalmente padronizada.

Esse ano a urgência do levantamento de dados personalizados promoverá modernização dos sistemas de coleta e armazenamento de dados, para que eles possam abranger as informações que o médico queira referir que não se enquadram nas categorias que a base já oferece. Evoluindo o sistema de base de dados de um conjuntos de letras , números e tabelas, para uma ferramenta ativa na melhora do tratamento individual de cada tipo de paciente, teremos um grande avanço na metodologia de se conduzir saúde, uma metodologia agora mais eficiente, detalhada e rápida.

9 – Biossimilares: Esse ano será marcado por uma nova e mais acessível categoria de medicamentos biológicos, que invade o mercado com a proposta de concorrer com aqueles fabricados a altos valores por grandes marcas monopolizadores. A onda dos biossimilares provavelmente mimetizará o fenômeno ocorrido em 1984, ano da aprovação e início da difusão dos medicamentos genéricos, que ofereceram à população mais humilde um melhor e mais eficaz tratamento, além de incluir na pauta de convênios mais acessíveis terapias que refletem em melhores prognósticos.

O ingresso dos biossimilares promete ser semelhante, a alta complexidade dos medicamentos produzidos derivados de organismos vivos reflete em um alto valor que pode ser reduzido pelos descontos oferecidos pela categoria. A resposta das indústrias farmacêuticas, porém, é inevitável, a criação de estratégias de proteção de vendas e a fabricação própria de biossimilares já está em vigor em metade das maiores farmacêuticas estadunidenses. Mesmo assim, a aprovação desses medicamentos esse ano prometeu ser facilitada pelo FDA, que em 2015 aprovou o primeiro biossimilar para a prevenção de infecções de pacientes oncológicos nos Estados Unidos.

10- Planejamento de custos: A grande dificuldade do emergente mercado na área da saúde consiste na dificuldade de administrar e documentar custos de uma enorme variedade de itens a serem cobridos, desde internações extensas de pacientes graves em UTIs em centros de alta complexidade, até medicamentos básicos para doenças infecciosas comuns. A movimentação bilionária de recursos transmitidos para setores muito distantes e ramificados também dificulta a quantificação de recursos para cada área com precisão.

Em 2016, esse modelo começa a mudar, baseados em bons resultados obtidos pelo cálculo preciso de valores de procedimentos e materiais da Universidade de Utah, outros centros de saúde passam a dar mais atenção à quantificação de valores individuais, em vez de grandes volumes. A organização de comissões multiprofissionais para a análise de dados, e obtenção de um valor final específico para cada setor tem obtido sucesso. A composição desses times por desde médicos a técnicos de informática possibilita análises de diferentes pontos de vista e não deixa de abranger pontos que antes eram esquecidos.

Com uma quantificação certa, é possível estimar e realocar recursos para os locais de maior necessidade, assim temos significativa redução de gastos sem comprometer a efetividade do sistema e conseguimos atingir a tão sonhada sustentabilidade do sistema de saúde custo-efetivo.

Fonte: PwC

Programa de Benefício Medicamento da Orizon dá descontos de até 38,43% em remédios para Diabetes

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Um estudo realizado pela Orizon, empresa referência em dados de saúde suplementar no Brasil, constatou que o custo médio com hipoglicemiantes (utilizados no tratamento de Diabetes) aumentou 20,37% no ano de 2015, em comparação com 2014.

Os princípios ativos mais utilizados são o Cloridrato de Metformina (49,04% do total), seguido de Glibenclamida e Glimepirida (8,87% e 8,01% respectivamente). Os outros 32 princípios ativos representam 34,08%. Foram analisados 95.351 usuários da base de dados da empresa, que fizeram uso de hipoglicemiantes nos últimos dois anos.

Por meio do programa Benefício Medicamento da Orizon, que atende mais de 12 milhões de brasileiros, é possível comprar os medicamentos com descontos consideráveis. “O custo médio de todos os remédios da nossa base com o princípio ativo Cloridrato de Metformina foi 20,22% mais barato do que o praticado pelo mercado, por conta do desconto Orizon. Com o princípio ativo Glibenclamida o desconto médio foi de 9,74% e com Glimepirida foi de 38,43%”, afirma o pesquisador da Orizon, Bruno Luiz de Carvalho.

Por meio do aplicativo chamado “Orizon”, o usuário pode consultar a lista dos medicamentos mais baratos, localizar farmácias mais próximas, gerar extrato com histórico de compras e substituir o cartão de identificação do usuário do Benefício Medicamento na hora da aquisição de itens com descontos.

Sobre a Orizon

A Orizon trabalha há mais de 15 anos para simplificar o setor da saúde, gerando mais eficiência e resultados para os clientes através de suas soluções em: Transformação de Processos, Conectividade, Benefícios em Saúde e Inteligência em Saúde.

Hoje, um em cada três usuários do sistema de saúde privado se beneficia com as soluções da Orizon. São mais de 18 milhões de pessoas, conectadas a 140 mil prestadores e mais de 10.000 farmácias, efetuando uma média de 140 milhões de transações por ano. Além disso, são processados mais de 40 milhões de sinistros e contas médicas neste mesmo período, trazendo importante ganho operacional para os clientes.

Devido a esse grande volume de dados, a Orizon é capaz de gerar informações estratégicas para o mercado e assim auxiliar na tomada de decisão das empresas e agregar valor na gestão de saúde da população do país.

Núcleo de Ensino da FIDI abre inscrição para curso de utilização de contraste em ultrassonografia

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O Núcleo de Ensino da FIDI - Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem abre inscrições para o curso de utilização de contraste no diagnóstico ultrassonográfico de nódulos hepáticos, que acontecerá no dia 20 de agosto (sábado), na sede da Fundação, no horário das 8h ao meio dia.

“É um curso que contribuirá muito com a qualificação dos profissionais, pois a utilização de contraste em ultrassonografia ainda é pouco difundida no Brasil. O curso terá início com uma aula teórica que abordará o estudo de nódulos hepáticos por ultrassonografia com contraste e na sequência os alunos poderão conferir a demonstração em pacientes, com acompanhamento ao vivo pelo telão instalado na sala de aula”, comenta o Dr. Harley De Nicola, gerente médico da FIDI e coordenador dos cursos.

Serviço:

Curso: Utilização de contraste no diagnóstico ultrassonográfico de nódulos hepáticos

Data: 20 de agosto (sábado).

Horário: das 8h às 12h.

Informações: (11) 5088-9013 – [email protected] - www.fidi.org.br/cursos

Sobre o Núcleo de Ensino

Proporciona aprendizado profundo para todos que procuram por capacitação profissional com método diferenciado em que são desenvolvidos em conjunto temas teóricos e práticos durante todos os treinamentos. O grande diferencial são as salas de simulação equipadas com o que há de mais moderno para aprimorar as habilidades dos alunos.

Na área de pesquisa, por meio de alta tecnologia, ciência e inovação o núcleo se apresenta como um novo conceito em medicina diagnóstica para o desenvolvimento de estudos no País.

Sobre a Fundação IDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem atua há mais de 15 anos na saúde pública de São Paulo. Mantém convênio para operar a área de diagnóstico por imagem de diversos hospitais das Secretarias de Saúde do Estado e Município de São Paulo, prefeituras próximas à capital (São Caetano do Sul e Diadema), além dos Estados de Goiás e Bahia.

Possui cerca de 2 mil funcionários e 500 médicos especialistas, que atendem em mais de 70 unidades de saúde realizando mais de 4 milhões de exames por ano, sendo o maior provedor de exames de diagnósticos por imagem do país para a área pública.

Instituto Movere comprova a melhora da aptidão física em crianças e adolescentes com obesidade

Estudo

O Instituto Movere, organização que atua desde 2004 com crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade, promoveu um estudo com 100 crianças e adolescentes da faixa etária entre 6 e 17 anos, durante um ano, e comprovou, que por meio de intervenção de atividade física, nutrição e mudança de comportamento, 95% destas crianças melhoraram no teste de resistência de força abdominal, 89% na flexibilidade, 84% no teste de membros inferiores, 89% o testes de membros superiores e 95% na agilidade. Esta pesquisa foi realizada em conjunto com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD) e Prefeitura de São Paulo.

O grupo apresentou, antes de iniciar o programa de intervenção, todos os parâmetros relacionados à aptidão física, abaixo do esperado. O excesso de gordura corporal pode refletir nos baixos índices de aptidão física e na composição corporal dessas crianças e adolescentes. Porém, após os doze meses, foi observada a melhora em todas as variáveis mencionadas anteriormente. Tal resultado foi estatisticamente significante, demonstrando que o protocolo de exercícios estabelecido, associado à orientação dietética promoveu modificações importantes na aptidão física para esse grupo.

Para esta avaliação, foi realizada uma bateria de testes neuromotores antes e após o programa de intervenção. Quanto maior o número de experiências, maior será o desempenho realizado por elas. Crianças e adolescentes com obesidade apresentam padrões diferenciados em relação aos que não estão obesos, tais como: menor eficiência mecânica, maior gasto energético em tarefas, que exigem deslocamento ou projeção da massa corporal e diferentes respostas metabólicas e hormonais. Um estudo realizado em 1995, pela Fundação BYK, chamado Atividades Motoras na Obesidade, mostrou que as crianças com obesidade tinham piores desempenhos em todos os parâmetros de aptidão física em comparação com os seus pares. Este atraso motor pode ser causado pela inatividade ligada ao estado de obesidade, dificuldade para realização de atividades e vergonha da exposição de sua aparência corporal.

Este cuidado para não se expor proporciona à criança com a condição a escolha de atividades com baixo gasto calórico. Muitos jovens com obesidade não suportam o sentimento de exclusão em suas atividades diárias e acabam muitas vezes se isolando socialmente.

O programa de treinamento físico desenvolvido pelo Instituto é adaptado para crianças e adolescentes com obesidade com o objetivo de proporcionar ganho de força, flexibilidade e condicionamento físico sem que ocorram lesões. Todo o trabalho foi coordenado pela presidente do Instituto Movere, Vera Lúcia Perino Barbosa, Doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa.

Para saber mais informações sobre o trabalho do Instituto Movere, acesse: www.institutomovere.org.br.

Mater Dei Contorno conquista Acreditação Internacional

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– JCI e está entre os 29 hospitais do Brasil com esta certificação internacional. Os auditores brasileiros e americanos avaliaram desde a entrada do paciente no Hospital até a alta, a conformidade das práticas hospitalares, focando na segurança assistencial do paciente e na segurança do ambiente físico. A validade da acreditação é de três anos, com permanente monitoramento. O processo que começou a ser planejado desde a concepção do Mater Dei Contorno e foi finalizado em maio deste ano, envolveu as áreas assistencial, operacional e administrativa, enfermagem e corpo clínico em treinamentos e capacitações. O Hospital passou por avaliações diagnóstica e educativa simulada até a auditoria definitiva, e foi avaliado em 1156 requisitos, distribuídos em 14 categorias:

1) Metas Internacionais de Segurança do Paciente

2) Acesso a cuidados e continuidade dos cuidados

3) Direitos dos pacientes e familiares

4) Avaliação dos pacientes

5) Cuidados dos pacientes

6) Anestesia e Cuidados Cirúrgicos

7) Gerenciamento e uso de medicamentos

8) Educação de pacientes e familiares

9) Melhoria da qualidade e segurança do paciente

10) Prevenção e controle de infecções

11) Governança, liderança e direção

12) Gerenciamento e segurança da instalação

13) Educação e Qualificações profissionais

14) Gerenciamento de informações

“É um orgulho porque o trabalho envolveu toda a Rede, colaboradores e gestores do Mater Dei Contorno e também do Mater Dei Santo Agostinho. Num resultado que coroou o esforço e a consistência na preparação do Hospital, tivemos zero não-conformidades (NC). A acreditação reafirma ainda mais nosso compromisso com a qualidade pela vida. O grande diferencial do Mater Dei é o compromisso das pessoas que aqui atuam. Elas são as grandes responsáveis pelo atendimento diferenciado, humanizado e personalizado aos nossos clientes”, afirma o presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador.

“Para nós é motivo de muita satisfação alcançar a acreditação JCI, que avalia os melhores hospitais do mundo. A aprovação dos nossos processos assistenciais confirma a nossa linha de atuação de ter sempre o paciente no centro do cuidado. O sentimento é que estamos cumprindo a nossa missão de oferecer atendimento em saúde com acolhimento, qualidade e segurança e correspondendo às expectativas dos nossos clientes. Parabéns a todas as equipes” conclui a vice-presidente operacional, assistencial e diretora clínica da Rede Mater de Saúde, Márcia Salvador.

ACREDITAÇÕES REDE MATER DEI DE SAÚDE:

Mater Dei Santo Agostinho

- Organização Nacional de Acreditação - ONA 3 - Nível Excelente

- National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations - NIAHO

- ISO 9001/2008

Mater Dei Contorno

- Joint Commission International - JCI

Sobre a JCI

A Joint Commission International - JCI identifica, mede e compartilha as melhores práticas de qualidade e segurança do paciente com o mundo. Fundada em 1994, a JCI já chegou a mais de 90 países e conta com uma equipe de avaliadores e consultores de acreditação internacionais. A missão da JCI é melhorar a segurança e a qualidade dos cuidados médicos na comunidade internacional por meio da prestação de serviços de educação, publicação, consultoria e avaliação. O conjunto de padrões é endossado pela ISQua (International Society for Quality in Health Care). Essa acreditação garante que os padrões, treinamentos e processos usados pela JCI para avaliar o desempenho de instituição de saúde atendam aos mais altos padrões internacionais de referência para entidades de acreditação. A JCI é detentor do Gold Seal of Approval® reconhecido mundialmente.

Governo federal paga até 330% a mais por medicamento em caso de ações judiciais

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Desperdício de recursos públicos acontece devido ao crescimento da modalidade “depósito em conta judicial”, em que o governo dá ao paciente o dinheiro para a compra do medicamento. INTERFARMA lança cartilha sobre judicialização

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O financiamento público da saúde, já insuficiente para garantir o atendimento adequado à população, está ficando ainda mais comprometido pelo crescimento das ações judiciais. Um modelo de pagamento chamado “depósito em conta judicial” cresceu 227% entre 2012 e 2015, gerando mais de R$ 440 milhões em despesas.

Essa modalidade de pagamento consiste na transferência de recursos públicos para que o próprio paciente compre os medicamentos que necessita, nos casos de ações ganhas na Justiça contra o Governo Federal. O grande problema é que não é possível aplicar os descontos nos preços dos medicamentos, obrigatoriamente praticados em outras situações de compras públicas.

Dessa forma, o governo deposita para o paciente um valor que pode ser até 170% superior ao que pagaria, se o medicamento fosse adquirido via ação judicial pela modalidade “compras” (governo negocia diretamente com o fornecedor). O desperdício é ainda maior se comparado ao valor pago por medicamentos incorporados ao SUS. Recentemente, o governo incorporou três medicamentos novos para hepatite C crônica, gerando uma economia que variou entre 352% e 607% por unidade.

(R$ milhões)

Modalidade de pagamento 2012 2012% 2013 2013% 2014 2014% 2015 2015% Var. 2015 /2014 Var. 2015 /2012 Acum. 2012 a 2015 % Acum. 2012 a 2014

(Mi R$) (Mi R$) (Mi R$) (Mi R$) % % (Mi R$)

Compra (DELOG) 324,45 88,19% 438,82 79,37% 703,39 83,32% 618,58 81,33% -12,06% 90,66% 2.085,24 82,57%

Depósito em conta judicial (FNS) 43,44 11,81% 114,05 20,63% 140,82 16,68% 141,98 18,67% 0,82% 226,83% 440,29 17,43%

Total 367,89 100,00% 552,87 100,00% 844,21 100,00% 760,56 100,00% -9,91% 106,73% 2.525,53 100,00%

Fonte: Comprasnet e Fundo Nacional de Saúde. Elaboração: INTERFARMA

“Essa é uma situação gravíssima e absurda. Se faltam recursos para a gestão da saúde, todo investimento deve ser feito da melhor maneira possível e não podemos admitir um desperdício desses”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

A forma mais econômica, considerando a relação custo-benefício, seria a incorporação de mais medicamentos aos SUS. Isso também garantiria à população mais acesso aos tratamentos recentes e modernos. “Quando o governo fecha a porta da incorporação, as pessoas entram pela janela da judicialização”, argumenta Britto.

Cartilha de judicialização

A INTERFARMA acaba de lançar a cartilha “Por que o brasileiro recorre à Justiça para adquirir medicamentos? Entenda o que é a judicialização da saúde”, disponível para download gratuito aqui. A publicação reúne e esclarece as principais causas de ações judiciais movidas contra o governo, em busca de tratamentos.

Além disso, a cartilha contabiliza as despesas do governo federal e mostra que mais de R$ 1,7 bilhão foram gastos em três anos por conta de ações judiciais. Os tipos de medicamentos mais judicializados e a relação entre doenças raras e judicialização da saúde também são questões abordadas.

Em busca de soluções para o problema, a INTERFARMA sugere algumas estratégicas que podem ser adotadas para reduzir a necessidade das ações judiciais, favorecendo assim o equilíbrio das contas públicas, o planejamento da iniciativa privada e o acesso de terapias modernas e eficientes à população.

Importação de medicamentos biológicos é 10 vezes maior que a exportação

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A importação de medicamentos biológicos pelo Brasil supera em 10 vezes as vendas ao exterior. Enquanto o faturamento com exportações não passa de US$ 252 milhões, as compras já alcançaram US$ 2,5 bilhões em 2015. Essa diferença expressiva mostra que o país está perdendo, mais uma vez, a corrida pela competitividade internacional no setor farmacêutico. Isso pode agravar o déficit da balança comercial, que se aproxima de US% 5 bilhões.

“Sem inovação, estaremos condenados à dependência tecnológica e econômica”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa). Mesmo com muitas indústrias investindo em pesquisas para a criação de biossimilares, o máximo que isso pode proporcionar é uma redução temporária da situação comercial desfavorável, pois o lançamento de novos medicamentos pode tornar os biossimilares em uso obsoletos.

“Não podemos dizer que o Brasil melhorou. Não estamos competindo com o nosso passado e sim com outros países. Precisamos dizer que o Brasil se tornou inovador, responsável pela criação de tecnologias no setor farmacêutico que sejam atraentes mundo afora”, argumenta Britto.

Para isso, o primeiro passo é criar um ambiente favorável à pesquisa clínica. “Hoje, o Brasil leva 12 meses para ter um pedido de pesquisa clínica aprovado; isso é o dobro da média mundial”, compara o presidente-executivo da INTERFARMA. O principal entrave está na dupla aprovação do sistema CEP/Conep.

Os estudos aprovados pelos Comitês de Ética em Pesquisa (CEP) precisam ser novamente validados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Ano passado, mais de 40 dos principais médicos e pesquisadores do país escreveram uma carta aberta à então Presidente da República, Dilma Rousseff, pedindo atenção ao assunto.

Outro obstáculo é a falta de diálogo entre universidade e iniciativa privada. “Nos países mais inovadores, as empresas estão próximas das universidades e ambas trabalham juntas em busca de soluções originais, enquanto no Brasil há uma grande resistência dos profissionais acadêmicos em colaborar com a iniciativa privada”, compara Britto.

Por fim, o terceiro obstáculo está na resistência de muitas indústrias farmacêuticas em assumir os riscos da inovação. “É muito mais cômodo fazer um financiamento no BNDES para copiar aquilo que já deu certo. O problema é que isso não favorece a balança comercial do setor. Não é possível ser competitivo mundialmente sem inovar”, diz Britto.

Os medicamentos biológicos representam uma tecnologia nova, alinhada com as tendências atuais da medicina, e que cresce mais rapidamente que qualquer outro segmento da indústria farmacêutica. A demora em criar um ambiente favorável à inovação pode desperdiçar o potencial dos cientistas altamente qualificados que o país possui, além da estrutura de muitas ilhas de excelência.

Sobre a Interfarma

A Interfarma possui 56 laboratórios associados, responsáveis pela venda de 82% dos medicamentos de referência do mercado e por 33% dos genéricos. As empresas associadas respondem por 43% da produção dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs) do mercado brasileiro e por 52% dos medicamentos tarjados - 50% do total do mercado de varejo. As farmacêuticas associadas à Interfarma investem por ano cerca de R$ 38 milhões para realizarem 2.200 ações de responsabilidade socioambiental. O relatório Responsabilidade Social-2015 mostra também que 20% dos funcionários se dedicam a atividades voluntárias, percentual acima da média nacional de 11%.

As farmácias como agentes transformadoras da saúde no Brasil

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A saúde pública no Brasil carece de medidas emergenciais. Uma recente pesquisa realizada pelo Ibope, com 2.002 pessoas em 143 municípios, revelou que a falta de orientação é mais um agravante à situação. De acordo com o instituto, 20% dos entrevistados possuem doenças crônicas como hipertensão e diabetes. No entanto, mais da metade (53%), não segue à risca as recomendações clínicas ou não costuma concluir os tratamentos (22%).

Como representante do varejo farmacêutico, sei o quanto este resultado justifica o importante papel que as farmácias desempenharão num futuro não tão longínquo. E este futuro já começou a ser construído pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), com a iniciativa de implementar o projeto de Assistência Farmacêutica Avançada. O modelo prevê a prestação de oito serviços de orientação clínica nas redes associadas, desde a imunização, testes de diagnóstico para identificação de riscos em saúde, até autocuidado, colocando as farmácias como um importante ator para solução dos problemas de saúde e da adesão ao tratamento.

Os serviços vão atender às principais necessidades da população por meio dos programas hipertensão em dia, diabetes em dia, colesterol em dia, revisão da medicação, autocuidado, imunização, parar de fumar e perda de peso. Eles serão oferecidos em um espaço privativo e confortável dentro da farmácia, chamado Care Center.

O modelo foi baseado nas drugstores norte-americanas, que contam com clínicas que oferecem atendimento básico de saúde e, caso necessário, encaminhamento aos médicos especializados. Sua adoção, sem dúvida, trará grandes benefícios aos consumidores brasileiros e ao Estado. A população brasileira terá, nas farmácias e drogarias, um ponto estratégico para ampliar seu acesso à saúde e possibilitar a continuidade do tratamento clínico. Ao mesmo tempo, contribuirá para desafogar o sistema de saúde pública, ao desestimular a procura por salas de emergências de hospitais em ocasiões que não demandam urgência, e reduzirá custos para pacientes e governo. Também é um grande reforço para campanhas de conscientização e imunização.

A idealização dos novos serviços foi possível com a sanção da Lei 13.021/14, que além de abranger aplicação de vacinas e testes rápidos – funcionando como uma espécie de triagem –, colocou o farmacêutico em evidência, concedendo ao profissional mais autonomia e segurança para exercício de sua função. Um bom exemplo é o respaldo legal que o especialista tem atualmente para manter o histórico do paciente, a fim de orientá-lo acerca de como interagir com sua doença. Entretanto, a lei que amplia e valoriza o papel do farmacêutico ainda depende de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

É desta maneira que o grande varejo farmacêutico nacional enxerga o futuro do segmento. Os empresários passaram a entender os estabelecimentos muito além de um simples canal de venda de remédios. A implantação dos serviços já foi iniciada em lojas-piloto de algumas das redes de farmácias associadas. O intuito do projeto é verificar como o público brasileiro interage com esta nova dinâmica.

Mas é importante frisar que as transformações dos estabelecimentos farmacêuticos jamais ambicionarão a substituição do papel dos médicos, como por exemplo, na prescrição de receitas. Mas não podemos ignorar a abrangência física das redes, que possuem mais de seis mil lojas espalhadas por 600 municípios brasileiros, alcançando regiões carentes em assistência médica e até mesmo, com pouca atuação do governo. Tenho a certeza de que, em um território imenso como o brasileiro, as farmácias são parte da solução e podem realizar ações preventivas, de diagnóstico precoce, e suporte para tratamentos, agindo com zeladoras do bem-estar populacional.