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Congresso Brasileiro de Cardiologia confirma palestra magna de Paul Whelton

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, onde irá proferir uma palestra magna no dia 23 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará. O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC.

Paul Whelton é professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública e Medicina Tropical da Universidade Tulane, em Nova Orleans, nos Estados Unidos e elaborou importantes pesquisas mundiais sobre hipertensão e doença renal. Atualmente, o professor Whelton é coordenador em dois dos mais importantes estudos na área de hipertensão arterial, o ALLHAT (Antihypertensive and Lipid Lowering Treatment to Prevent Heart Attack Trial) e o SPRINT (Systolic Blood Pressure Intervention Trial).

O SPRINT é um dos mais importantes ensaios clínicos recentes na área de hipertensão. Nele, 9.361 pessoas com pelo menos 50 anos de idade, pressão arterial sistólica entre 13 e 18 e risco cardiovascular elevado, porém sem diabetes, participaram do ensaio controlado aleatório que visa o conhecimento do efeito de intervenções em saúde. Os pacientes receberam tratamento anti-hipertensivo intensivo (atingir pressão arterial sistólica menor que 120mmHg) ou tratamento padrão (alcançar pressão arterial sistólica menor que 140mmHg).

O grupo de tratamento intensivo reduziu significativamente a incidência de infarto, outras síndromes coronárias agudas, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca aguda ou morte por causas cardiovasculares. Entretanto, este grupo de tratamento intensivo também apresentou taxas mais elevadas de eventos adversos graves, incluindo a hipotensão, síncope, alterações eletrolíticas ou lesão renal aguda.

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"O pesquisador irá detalhar os resultados do estudo publicado no New England Journal of Medicine em Fortaleza” afirma David Brasil, coordenador de Relações Internacionais da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

SERVIÇO

71° Congresso Brasileiro de Cardiologia

Data: 23 a 25 de setembro

Local: Centro de Eventos Ceará

Endereço: Av. Washington Soares, 999 | Bairro Edson Queiroz – Fortaleza – CE

site: http://congresso.cardiol.br/71/

O contact center tradicional para o setor de saúde não é suficiente

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Recentemente, em outro artigo, observei que o perfil atual do cliente de contact center exige os serviços de acordo com as suas próprias condições. Isso significa ter uma experiência que requeira o mínimo de esforço para encontrar uma solução para o seu problema. Ele espera que, além do serviço, as eventuais soluções sejam dadas por meio de todos os dispositivos e canais possíveis em qualquer momento. E isso em todos os setores do mercado.

O conceito de Customer Engagement Center está cada vez mais relacionado a essas preferências e necessidades, e no setor da saúde não é diferente. Um cliente que se vale dos serviços deste setor deve ser bem atendido por agentes especializados e que resolvam seus problemas mais essenciais, pois isso pode significar a diferença entre a vida e a norte.

Penso que, atualmente, os consumidores de serviços de saúde estão frustrados de modo geral, uma vez que, ao tentar agendar uma consulta com seu médico pessoal ou outros serviços, podem ser atendidos por profissionais mal treinados, que não apenas burocratizam o atendimento como pedem sempre as mesmas informações de praxe.

Mas existem fatores mais preocupantes: se a chamada destina-se a localizar um pronto-socorro mais próximo em função de uma emergência, a frustração cresce ainda mais, pela falta de objetividade do agente. Agora, suponhamos que o consumidor também tente se comunicar com o hospital, médico ou enfermeiro por meio de uma mensagem de texto ou e-mail. Garanto que o resultado será o mesmo, porque o erro incide na estrutura errática do serviço. Nesse caso, não há dúvidas de que ele buscará um novo prestador de serviços, por não ter uma resposta rápida e concisa à sua emergência.

O que muitos não entendem é que existe uma nova geração de consumidores digitais que veem na multicanalidade a saída para interagir com o serviço que contrataram de modo rápido, dinâmico e eficiente. A multicanalidade não é apenas mais uma opção, mas uma necessidade. Os contact centers do setor de saúde devem concentrar seus esforços não só para atender as exigências feitas pelo consumidor, mas lidar com a difícil tarefa de oferecer uma experiência totalmente dinâmica de Customer Engagement Center.

O conhecimento do agente em um ambiente de Customer Engagement Center será determinante para um bom atendimento. Ele deverá estar a par do histórico médico, pedidos anteriores e interações do consumidor por meio de diferentes canais de comunicação. Esses pontos de contato permitirão contextualizar o agente para que ele possa traçar todo o perfil do paciente, desde seu quadro clínico a medicações ministradas. Desse modo, o agente atuará em tempo real proativamente e não de modo reativo como nos tradicionais contact centers, oferecendo soluções antes mesmo que o paciente faça o pedido.

As organizações do setor de saúde precisam olhar para além das estratégias convencionais de comunicação e interação com os clientes e transcender soluções de contact center inovadoras, que não apenas gerem resultados mensuráveis ​como garantir a satisfação completa do consumidor. Eles também devem se concentrar em mudar sua mentalidade e foco na geração de compromisso com seus pacientes para construir relacionamentos a longo prazo e transformar os pacientes em verdadeiros embaixadores de suas empresas prestadoras de serviços de saúde.

O futuro chegou: 10 Tendências do mercado de saúde (Parte 1)

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“The future starts today, not tomorrow.” Papa João Paulo II

Em 2016 a inovação tecnológica, antes somente projetada futuramente, mostra avanços expressivos no setor de desenvolvimento em saúde via online. A integração médico-paciente, a facilitação do acompanhamento de doentes e a administração de medicamentos passam a ter acessibilidade quase ilimitada via rede e alimentação por um imenso banco de dados que abrange quase todas as possibilidades existentes solicitadas.

A interação paciente e serviços de forma não presencial eficiente fica cada vez mais próxima da realidade. A valorização da coleta e análise de dados vem criando nos últimos anos um imensurável banco de dados cumulativo, que permite um melhor estudo da saúde como mercado e segue com propostas minimamente mensuradas com grandes probabilidades de sucesso.

A busca pelo desenvolvimento de novas vias de atendimento facilitadas e menos custosas às grandes operadoras e até às clínicas e hospitais tem sido constante. Para aperfeiçoar serviços e reduzir valores, a alternativa surge em investimentos nos antes marginalizados setores de TI e na busca de parcerias ou mesmo fusões que promovam bases mais sólidas e serviços mais diversificados.

Enquanto isso, a emergência de novas propostas relacionadas à área de saúde americana, graças ao conturbado período de eleições, que se segue, deixa-nos às margens de um futuro incerto, mas promissor.

Como ferramenta demonstrativa das estratégias utilizadas para prosperar nesse grande mercado, o balanço realizado em 2015 pelo Health Research Institute da PwC nos permite prever com certa segurança as 10 tendências para esse ano:

1 – Mania de parcerias: na primeira metade do ano de 2015 mais de 400 bilhões de dólares em acordos haviam sido efetuados, quebrando recordes em relação a valores do mesmo período em 2014. Já no segundo semestre, houve foco na elaboração de grandes acordos para fusões de operadoras americanas, e caso as negociações em andamento sejam concretizadas, as perspectivas são para que haja domínio do seguimento por somente três dessas instituições até 2017.

Este ano parece seguir sobre os mesmos trilhos; em busca da criação de um monopólio, consolidação do logo, e expansão e ramificação de serviços e locais, operadoras e seguradoras têm buscado parcerias com objetivo de aumento da lucratividade e melhora do atendimento aos pacientes. Porém, há a resalva da associação da marca a serviços de menor qualidade, já que diferentes empresas não conseguem manter uma total uniformidade entre si. Mesmo assim, o mercado de parcerias tem se mostrado amplamente vantajoso, expandindo-se para clínicas e hospitais, que unem forças para obter uma maior área de abrangência ligada a somente um logo.

A união faz da marca mais significativa e adquire maior procura e cofiabilidade dos pacientes. As indústrias farmacêuticas aderem a tendência se unindo majoritariamente a outros seguimentos para promover a maior aderência aos medicamentos agregando os chamados produtos “beyond-the-pill” (”além da pílula” em tradução literal), que unem tecnologia e necessidade dos compradores em setores como vendas de medicamentos via rede, renovação de prescrições, acompanhamento de pacientes que utilizam de certa medicação, entre outros.

2- Custos e não valores: o cada vez mais frustrante cenário protagonizado pelos pacientes que necessitam de medicamentos de alto custo e não tem condições de pagar pelos tratamentos e procedimentos vem entrando em colapso. Medidas governamentais vêm sido adotadas a favor da redução do valor de remédios e mais propostas vêm a tona nesse ano eleitoral americano, amedrontando indústrias farmacêuticas e ameaçando tornar insustentável a produção de certos medicamentos que possuem grande numero de variáveis que encarecem seu valor final, em exemplo é a própria patente, extremamente polêmica e resistente no sistema de saúde americano.

O aumento dos preços sobre a inflação ocorre há anos, e torna o balanço desfavorável aos compradores que não tem acesso a justificativas tangíveis para continuar consumindo tais produtos. A chave para que o consenso seja criado entre consumidores e fabricantes é a comunicação efetiva entre eles, a tendência da produção de medicamentos cada vez mais especializados e de alto custo permanece em 2016 e cria a necessidade da indústria farmacêutica elucidar os altos custos por trás da produção de seus produtos.

Para que os pacientes não se sintam injustiçados ao gastar suas economias o valor agregado aos remédios deve ter um conjunto de valor agregado a um logo de confiança, e bancos de dados que demonstrem a efetividade daquele sobre os demais. Uma fórmula para o cálculo dos preços deve ser então criada: eles devem ser baseados em resultados clínicos, impacto econômico, efetividade comparativa, entre outros eventos que impactam diretamente a demanda, e , assim, diferenciar casos onde o valor do medicamento deve ser priorizado no cálculo ( menores valores finais porém tem maior parcela de valor agregado por logo e outros fatores ) , e quando o custo deve ser levado em conta ( medicamentos de alto custo cada vez mais presentes que são impagáveis se agregados a muito valor).

3- Acessibilidade ilimitada: as demandas da sociedade moderna cosmopolita incluem cada vez mais a necessidade de dispositivos chamados “anytime anywhere”, a acessibilidade já permitida por conexão à internet sem fio disponível para grande parte da população urbana deve ser agregada também aos dispositivos de saúde. Esse ano o uso de dispositivos móveis já difundidos como tablets e smartphones e de outros específicos para a área da saúde terá grande maximização. A explicação para esse fenômeno se deve a recente imersão de seguradoras, operadoras e indústrias farmacêuticas no mundo da acessibilidade e conectividade em saúde, além da difusão dos aplicativos ligados à área, que duplicou nos últimos dois anos.

A possibilidade de um amplo levantamento de dados é combinada a  redução de custos por acompanhamento de pacientes de risco a longo termo, a menor necessidade de ocupar leitos; é a nova geração dos “bedless hospitals”. A tecnologia nos oferece otimização de valores e de serviços concomitantemente, o que atrai todos os setores do mercado da saúde.

4 – Ameaça virtual: o preço a pagar pela aparentemente sem falhas tecnologia pode ser alto, como qualquer dispositivo conectado à rede, os sistemas de saúde estão sob ameaça de invasão de hackers e criminosos. Como a execução ainda é precoce, sua interface ainda se localiza fundida à dos sistemas hospitalares, o que facilita muito a invasão dos dispositivos interligados via conexão sem fio.

Além disso, bancos de dados com valor comercial também encontram-se vinculados a esse mesmo sistema, podendo gerar prejuízos milionários e dados irreparáveis a reputação da empresa que presta o serviço. Com estratégias de proteção insuficientes, o consumidor fica receoso de optar pelo acompanhamento via online para patologias mais sérias e o ciclo antes harmônico de benefícios para o paciente e a indústria é quebrado.

Em 2015 houve o primeiro alarme governamental de que dispositivos controlados via sem fio podiam estar sob ameaça, e esse ano não será diferente. Quanto maior a difusão e o capital investido no desenvolvimento na tecnologia portátil de saúde, maior será o número de pessoas interessadas em invadir o sistema e, até mesmo, causar danos letais a saúde das pessoas que utilizam esses dispositivos.

5 – Novos financiamentos: Diante de planos de saúde com preços e adesões insustentáveis, despesas quilométricas com medicamentos e internações, e procedimentos hospitalares a preço de ouro, o mercado americano vem reagindo com uma nova proposta para o financiamento em saúde que se tornará ainda mais significativa em 2016.

Um novo programa de benefícios e custeios na área é vinculado a programas de metas e consumo de diferentes empresas, possibilitando que o cliente, majoritariamente público jovem, “ganhe” pontos quando realizar atividades propostas por aquelas que oferecem o programa, como o Hancock Vitality Program e o Walgreens’ Balance Rewards, ambos criados em 2015.

Atingindo metas de comportamento saudável, utilizando o cartão da empresa, investindo em fundos de poupança para gastos em saúde, entre outras atividades, o paciente acumula benefícios e de forma indireta demonstra para a empresa sua custo-efetividade. Realizando um balanço de custeio total de procedimentos àqueles menos custosos e de custeio parcial daqueles que mais utilizam o serviço, é possível criar um sistema harmônico entre gastos e serviços prestados sem desagradar o paciente, que se encontra conformado sob um “sistema de recompensas”.

Na semana que vem, publicaremos a continuação da lista de tendências, não perca o final desse texto para entender melhor ainda o mercado de healthcare e as diretrizes que ele está caminhando.

Operadoras de plano de saúde são impactadas pelo aumento do desemprego

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O último estudo publicado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) resultou em uma conjuntura desse mesmo mês que conclui por números o fato de que a recessão econômica prejudicou o número de beneficiários de planos de saúde consideravelmente.

Ao fim do primeiro trimestre de 2016, o PIB brasileiro caiu 4,7% na variação acumulada em 12 meses. Esse resultado representa quinto resultado trimestral negativo em sequencia. Com isso, a taxa de desocupação medida pela PNAD/IBGE atingiu 10,9%, o maior valor desde que o indicador passou a ser divulgado em 2012.

O país vem enfrentando uma recessão econômica que leva a uma deterioração do mercado de trabalho e isso afeta diretamente a contratação de planos coletivos empresariais.

Com alguns gráficos desenvolvidos pelo próprio estudo podemos ilustrar o que de mais interessante é ressaltado na conjuntura, no gráfico a seguir observa-se que a um crescimento da taxa de variação do número de beneficiários de planos coletivos em 12 meses conduzem a taxa de variação da população ocupada: quando em set/15, a população ocupada passou a cair, o número de beneficiários de planos coletivos empresariais também passou a apresentar queda.

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Esse tipo de contratação, que representa 66,4% do total dos planos de saúde, apresentou redução do número de beneficiários de 2,7% no 1ºtri/2016 em relação ao 1ºtri/2015.

Além disso, os planos de saúde individuais também sofreram uma redução contabilizados em 2,3% no 1ºtri/2016 em relação ao 1º tri/2015. Esse tipo de contratação claramente também  foi impactado pela retração do mercado de trabalho, pois a renda é uma variável que interfere diretamente no poder de consumo em geral, incluindo o de planos de saúde individuais.

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O gráfico acima mostra a taxa de variação do PIB em doze meses em que podemos ver que o crescimento real (descontado a inflação) em 12 meses das receitas de contraprestações foi de 1,0% enquanto que o

das despesas assistenciais foi de 0,5%.

Nessa mesma comparação, o PIB geral apresentou redução de 5,9% e a retração generalizada nos gráficos de despesas e receitas representam a situação econômica atual do país,  que tem levado à uma

menor taxa de crescimento do número de beneficiários de planos. Isso ocorre não só pelo aumento do desemprego, mas também pela diminuição do crescimento da renda da população ocupada também, afetando planos individuais.

No gráfico abaixo, está ilustrado como está distribuída a taxa de crescimento nas regiões brasileiras, podemos notar que com o número de beneficiário majoritário no sudeste, a taxa de crescimento apresenta números negativos no período de doze meses. No resto do Brasil, a taxa ainda se mantém acima do número de beneficiários.

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No ultimo gráfico apresentado, os números indicam o maior índice de variação de custos médicos-hospitalares. Desde julho de 2015, a VCMH/IESS apresenta tendência de crescimento, sendo que, de dez/14 à dez/15, a VCMH passou de 15,3% para 19,3%, o que corresponde à um aumento de 4,0% p.p.

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Existem dois fatores principais para o alto resultado, que são: a incorporação tecnológica e o modelo de pagamento de hospitais fee-for-service que incentiva o aumento dos custos sem necessariamente melhorar a saúde do paciente. Outro fator é a regulamentação do reajuste desse tipo de plano pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em que o índice autorizado para ser usado pelas operadoras para o reajuste de planos individuais no período de maio de 2016 a abril de 2017 é de 13,57% (divulgado em junho de 2016).

A sustentabilidade econômico-financeira das operadoras pode ser afetada porque esse índice nos demais períodos é inferior ao índice de variação de custo.

Baixe a conjuntura completa no Portal do IESS.

Hospitalar participa de mesa-redonda São Paulo – Amsterdam sobre Inovação na Saúde

Evento é complementar à missão na Holanda, que aconteceu entre os dias 12 e 16 de junho, reunindo dezenas de lideranças para fomentar a relação entre os países

MESARODANDOO consulado holandês promoveu uma mesa de debate São Paulo – Amsterdam para fortalecer as oportunidades de cooperação entre as capitais e discutir a inovação na saúde. O evento aconteceu na manhã de segunda-feira (20), no Hotel Renaissance, em São Paulo, e contou com a presença da presidente e fundadora da Feira Hospitalar, Dra. Waleska Santos, e a diretora da Feira, Monica Araujo.

O conselheiro de Inovação, Tecnologia e Ciência do consulado geral do reino dos países baixos, Nico Schiettekatte, abriu o evento discursando sobre o fortalecimento de negócios entre as regiões e destacou que 30% dos estudantes brasileiros na Holanda estudam na área da saúde. Em seguida, o diretor internacional da Netherlands Enterprise Agency, Bas Pulles, falou sobre inovação no setor Ciências da Vida e Saúde na Holanda e a importância do e-Health para a prevenção de doenças.

HOLLAND59No evento, líderes da saúde paulista também puderam palestrar sobre suas atividades. O presidente da Anahp (Associação Nacional dos Hospitais Privados), Francisco Balestrin, destacou que atualmente 3,5 milhões de pessoas trabalham no setor, colocando o Brasil como sétimo mercado da área em escala mundial. Balestrin também ressaltou que o sistema de saúde brasileiro é maior que o de muitos países desenvolvidos e comentou sobre desafios e oportunidades para a cooperação internacional.

A mesa-redonda é um evento complementar a missão à Holanda, que aconteceu entre os dias 12 a 16 de junho, a fim de descobrir oportunidades do setor no país e fomentar as relações entre os países, tendo como principal foco a inovação e também as pesquisas em empreendedorismo e educação. Durante os quatro dias, a programação dos participantes incluiu workshops com o Ministério da Saúde, Bem-Estar e Esporte, seminários especializados e visitações a hospitais.

“O evento em São Paulo foi mais uma oportunidade de estreitar relações e trocar experiências sobre os sistemas de saúde dos países. Acredito que tanto a mesa-redonda quanto a missão à Holanda foram encontros muito positivos para todos os envolvidos, uma vez que criaram muitas oportunidades para diferentes centros de pesquisas e hospitais. Nós demos um passo para o futuro”, afirma o coordenador adjunto do Comitê da Bioindústria BioBrasil da Fiesp, Eduardo Giacomazzi.


Entre outras lideranças presentes, destacam-se o coordenador adjunto para Ciências da Vida da Fapesp, Carlos Negrão; a chefe do departamento internacional no Rabobank S.A., Tanja Jungen; o diretor de inovação do Hospital Israelita Albert Einstein, Claudio Terra; e a gerente de marketing da ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios), Clara Porto.

Coca-Cola Brasil, Ambev E PepsiCo Brasil anunciam mudança no portfólio de bebidas para escolas em todo o país

RIO DE JANEIRO, 22 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução. A partir de agosto, a Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil vão ajustar o portfólio de bebidas vendidas diretamente às cantinas de escolas no país. A principal mudança é que as empresas venderão às escolas para crianças de até 12 anos (ou com maioria de crianças de até essa idade) apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos. O novo portfólio tem como referência diretrizes de associações internacionais de bebidas. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.

No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis, e crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo. Coca-Cola Brasil, Ambev e PepsiCo Brasil entendem que devem auxiliar os pais ou responsáveis a moldar um ambiente em escolas que facilite escolhas mais adequadas para crianças em idade escolar, assim como estimular a hidratação e a nutrição, contribuindo para uma alimentação mais equilibrada.

A escolha do portfólio no Brasil também foi baseada em conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças. A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa.

As três companhias também estão trabalhando com a ABIR (Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas) para que essas diretrizes de venda de bebidas a escolas sejam um compromisso de todo o setor.

SOBRE A COCA-COLA BRASIL

O Sistema Coca-Cola Brasil é o maior produtor de bebidas não alcoólicas do país e atua em cinco segmentos – águas, chás, refrigerantes, néctares e bebidas esportivas – com uma linha de mais de 125 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. Composto por 10 grupos parceiros de fabricantes, o Sistema emprega diretamente 69 mil funcionários, gerando cerca de 600 mil empregos indiretos. Em 2015, o total investido na operação no Brasil foi de R$ 2,7 bilhões, reforçando a continuidade do compromisso da Coca-Cola Brasil com o país: entre 2012 e 2016, terão sido investidos R$ 14,1 bilhões, valor 50% superior ao dos cinco anos anteriores. O Sistema Coca-Cola Brasil está empenhado em incentivar iniciativas que melhorem o desenvolvimento econômico e social das comunidades em que opera. Para isso, conta com uma plataforma de valor compartilhado, o Coletivo Coca-Cola, que já impactou a vida de mais de 100 mil pessoas por meio de toda a cadeia de valor da empresa.

SOBRE A AMBEV

"Ser a melhor empresa de bebidas, unindo as pessoas por um mundo melhor". Esta é a visão da Ambev, empresa de capital aberto, sediada em São Paulo, no Brasil, com operações em 19 países das Américas (Argentina, Brasil, Bolívia, Barbados, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Nicarágua, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai, Dominica, Antigua e St. Vincent).

Dona de um portfólio de "estrelas" como Antarctica, Brahma, Bohemia, Budweiser, Skol, Original, Stella Artois; os refrigerantes Guaraná Antarctica, Soda, Pepsi, Sukita, Antarctica Citrus e H2OH!; o isotônico Gatorade e o chá Lipton, além do energético Fusion e da Brahma 0,0%, totalmente sem álcool, a Ambev é líder no ranking das cervejarias na América Latina.

Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Ambev tem em seus funcionários – mais de 32 mil só no Brasil – sua maior fortaleza. Por isso, investe continuamente no desenvolvimento e sucesso de sua Gente, que é incentivada a se sentir dona da companhia e pensar grande.

Pioneira, a companhia desenvolve o Programa Ambev de Consumo Responsável desde 2003, fazendo campanhas de conscientização sobre o uso indevido do álcool, norteada pelas premissas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre seus principais projetos estão o Papo em Família, o Na Responsa! e, em parceria com a CervBrasil, o Cidade Responsável. Todos voltados a evitar o consumo de álcool por menores de idade, em excesso e associado à direção.

Referência em práticas ambientais, a Ambev criou o Movimento CYAN – Quem vê água enxerga seu valor (www.movimentocyan.com.br), uma ampla iniciativa de mobilização e conscientização da sociedade para o uso racional desse recurso natural. Um dos principais destaques de maior impacto do Movimento é o Projeto Bacias, que atua em conjunto com as ONGs WWF e The Nature Conservancy para preservar bacias hidrográficas. E, para estimular a reciclagem de resíduos pós-consumo, a companhia desenvolve inúmeras ações por meio do Ambev Recicla.

SOBRE A PEPSICO

Os produtos da PepsiCo são apreciados pelos consumidores mais de um bilhão de vezes por dia em mais de 200 países e territórios ao redor do mundo. Com receita líquida de mais de US$ 63 bilhões em 2015, impulsionada por um portfólio complementar de alimentos e bebidas, que inclui as marcas FRITO – LAY®, GATORADE®, PEPSI-COLA®, QUAKER® e TROPICANA®, a companhia possui 22 marcas que geram mais de US$ 1 bilhão cada em vendas estimadas anualmente no varejo.

No Brasil desde 1953, a PepsiCo é uma das principais empresas de alimentos e bebidas do país e atua no mercado por meio de marcas preferidas e reconhecidas como QUAKER® (cereais, barras de cereais e biscoitos), TODDY® (achocolatado em pó, achocolatado pronto para beber e biscoitos), MÁGICO® (achocolatado em pó), TODDYNHO® (achocolatado pronto para beber), ELMA CHIPS® (pipoca, amendoins, snacks a base de trigo), LUCKY®, TORCIDA®, RUFFLES®, DORITOS®, CHEETOS®, FANDANGOS® e FOFURA®(snacks), EQLIBRI™ e MABEL® (biscoitos), GATORADE® (bebidas esportivas), LIPTON® Ice Tea (chá pronto, em parceria com a Unilever), KERO COCO® e TROP COCO® (água de coco), H2OH!®, MOUNTAIN DEW® e PEPSI-COLA® (bebidas com gás), e DRINKFINITY® (sistema de bebidas portátil e pessoal).

A companhia conta com 15 plantas e cerca de 100 filiais de vendas localizadas em todo território brasileiro e com o talento de mais de 13 mil funcionários. Desde 1997, a empresa mantém estreita parceria com a Ambev – Companhia de Bebidas das Américas – para a produção, comercialização e distribuição de PEPSI®, H2OH!®, GATORADE®, LIPTON® Ice Tea e MOUNTAIN DEW®, aos mais de um milhão de pontos de venda pelo país.

No coração da PepsiCo está a Performance com Propósito - nosso objetivo de entregar uma performance financeira ainda melhor e, ao mesmo tempo, criar um crescimento sustentável e valor para os acionistas. Na prática, a Performance com Propósito significa fornecer uma ampla gama de alimentos e bebidas que vão desde os produtos mais saborosos até os mais saudáveis; encontrar formas inovadoras para minimizar nosso impacto no meio ambiente e reduzir os custos operacionais; proporcionar um ambiente de trabalho seguro e inclusivo para nossos funcionários a nível mundial; e respeitar, apoiar e investir nas comunidades onde atuamos.

Para saber mais sobre a PepsiCo no mundo, acesse www.pepsico.com ou acompanhe:

MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

COCA-COLA BRASIL

Textual Comunicação

Liane Thedim – Gerente 
Tel.: (21) 2559-1414 / 3206-6224 / E-mail: [email protected]

Joana Carvalho – Categorias
Tel.: (21) 2559-1162 / 3206-6246 / E-mail: [email protected]

Lívia Oliveira – Desenvolvimento Econômico
Tel.: (21) 2559-1079 / 3206-6237 / E-mail: [email protected]

Paulo Ferreira – Sustentabilidade e Valor Compartilhado
Tel.: (21) 3206-6220 / E-mail: [email protected]

AMBEV

[email protected]
(11) 3147-7425 / 3147-7236 / 2122-1370 / 2122-1362

PEPSICO

Corporativo – Burson-Marsteller

Gabriel Guimarães 
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(11) 3094-2295

Leonardo Guariso
[email protected]
(11) 3094-2290

FONTE Coca-Cola Brasil

Big data em saúde: como torná-lo relevante para o negócio?

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Os dados vêm de todos os lugares: do prontuário eletrônico, dos wearable devices, dos smartphones, do ERP, dos equipamentos médicos, dos sistemas hospitalares e de radiologia.... Então, nesse oceano que é o big data, como colocar a informação a serviço da tomada de decisões clínicas e administrativas?

Primeiro é preciso definir as áreas que mais se beneficiariam do sistema. No que tange a assistência, medicina preditiva e personalizada são as áreas mais promissoras, estudando padrões epidemiológicos para antecipar surtos e epidemias ou mesmo a agudização de alguns casos; e customizando tratamentos de acordo com a suscetibilidade a uma determinada doença ou a resposta a um medicamento, por exemplo.

Quando adequadamente utilizado, o big data pode, também, ajudar a organizar a demanda assistencial, identificar novas oportunidades de prestação de serviços e melhorar a utilização de recursos materiais e humanos, identificando gargalos e áreas prioritárias.   

“Com os avanços tecnológicos, atingimos a Quarta Onda da Saúde, em que o envolvimento crescente do indivíduo na reunião de informações aprimora a emissão de alertas às condutas médicas, a formulação de hipóteses diagnósticas, o apontamento de melhores práticas de tratamento, a prevenção primária e o acompanhamento da evolução da saúde do paciente. Avaliando direcionamentos de tratamentos, sobretudo, de oncologia e outras condições crônicas, supercomputadores já interagem (inclusive, por voz) diretamente com médicos”, explica Paulo Magnus em artigo para o blog da MV.

No relatório “The big data revolution in US Healthcare”, a consultoria McKinsey sugere quatro medidas para superar obstáculos e transformar a saúde com essa tecnologia:  

1) Técnicas tradicionais de gestão médica devem mudar, já que elas colocam fontes pagadoras e prestadores de serviços em lados opostos, baseando serviços no que é coberto, não no que é mais efetivo.

2) Os stakeholders devem reconhecer o valor do big data e agir de acordo com o que ele propõe, o que exige uma mudança de mentalidade que pode ser difícil de atingir. Os médicos não vão conseguir melhorar o prognóstico de seus pacientes se se recusarem a seguir os protocolos baseados no big data e, em vez disso, confiarem apenas em seu próprio julgamento.

3) Privacidade continua sendo uma questão importante e os stakeholders devem se manter vigilantes e alertas para problemas potenciais.

4) Por fim, a Saúde precisará aprender com outras revoluções dirigidas pelos dados e buscar criar valor para toda a cadeia, não somente em benefício próprio.

Contratação CLT reduz readmissões hospitalares pela metade na Geriatrics

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Até 2012, ano da regulamentação das cooperativas de trabalho pela lei 12.690, era comum para as empresas de home care contratar mão de obra terceirizada por meio dessas organizações, fora do regime CLT (Consolidação das Leis de Trabalho).

Quando as novas normas entraram em vigor, houve uma corrida para adaptar os modelos de negócios e, enquanto muitas corporações procuram ainda se ajustar ou contestar as restrições impostas por órgãos jurídicos e governamentais, outras encontraram oportunidades de melhorar o atendimento e gerar mais valor para as fontes pagadoras.

O Grupo Geriatrics, sediado no Rio de Janeiro, aumentou o percentual de profissionais registrados em carteira de 30% para 90% entre junho de 2013 e maio de 2015 e reduziu o turnover em 30%.

A empresa percebeu também que o índice de readmissões hospitalares entre seus clientes era inversamente proporcional ao número de funcionários CLT: em 2013, a incidência de reospitalizações estava pouco acima de 2,5 para cada 1 mil dias de assistência domiciliar e 2/3 de suas equipes eram terceirizadas. Em 2015, quando quase todos seus funcionários eram registrados, o índice caiu para pouco menos de 1,5.

Pelos cálculos do grupo, uma variação na incidência de 3 para 1,5 internações hospitalares a cada 1 mil dias de assistência domiciliar resultaria em uma redução de 16,28% dos custos assistenciais. Isso significa uma economia de R$ 5,2 milhões em um universo de 100 internações.

Os bons resultados são atribuídos à proximidade das equipes com a gestão, já que agora não há mais intermediadores, e aos esforços contínuos de capacitação. Em seu Centro de Excelência em Atenção Domiciliar (CEAD), a Geriatrics mantém seis laboratórios de treinamento prático em ventilação mecânica, ostomias, punções periféricas, curativos e nutrição enteral.

Fiscalização aumenta

Além da lei 12.690/12, a súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho considera a contratação de mão de obra terceirizada para a prestação de serviços relacionados à atividade-fim de uma tomadora de serviços ilegal.

Soma-se a isso a frequente subordinação dos funcionários à empresa contratante, não à cooperativa, o que indica vínculo trabalhista incompatível com a terceirização.

Essas condições, no julgamento do Ministério Público do Trabalho, caracterizam precarização das relações trabalhistas e, portanto, outras formas de contratação que não pela CLT, com registro em carteira, seriam fraudulentas. Por isso, muitas empresas passaram a ser multadas e precisaram assinar Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) que as obrigam a contratar formalmente seus profissionais. Em um caso recente ocorrido em Jundiaí, no interior de São Paulo, a empresa foi multada em R$ 1,7 milhão.

Terumo BCT anuncia contrato de financiamento de $ 17,4 milhões concedido pela Biomedical Advanced Research and Development Authority (BARDA)

LAKEWOOD, Colorado, 21 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- A Terumo BCT, empresa global de fabricação de dispositivos médicos, tem o prazer de anunciar que a Biomedical Advanced Research and Development Authority (BARDA – Administração de Pesquisa e Desenvolvimento Biomédicos Avançados) lhe concedeu um financiamento inicial de $ 17,4 milhões para dar partida em um estudo clínico que prevê o uso do Sistema Mirasol® de Tecnologia de Redução de Patógenos (PRT -- Pathogen Reduction Technology) -- as plaquetas Mirasol em estudo clínico do plasma (MIPLATE) -- nos Estados Unidos. A BARDA é uma divisão do Escritório do Secretário Assistente para Prontidão e Atendimento de Emergências do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA e fornece um método integrado e sistemático para o desenvolvimento e compra necessária de vacinas, medicamentos, terapias e ferramentas de diagnóstico para emergências médicas de saúde pública.

Patrocinado pela Terumo BCT, o estudo clínico MIPLATE é um estudo multicentros, controlado, randomizado e de não inferioridade, projetado para avaliar a eficácia clínica de plaquetas padrão versus plaquetas tratadas pelo sistema Mirasol em plasma de pacientes com trombocitopenia hipoproliferativa. O estudo vai envolver 15 hospitais, centros de sangue correspondentes e 556 pacientes que sofrem de malignidades hematológicas com trombocitopenia hipoproliferativa e que devem ter uma contagem de plaquetas menor que ou igual a 10.000/µL e precisam de pelo menos duas transfusões de plaquetas. O estudo é projetado para durar 3,5 anos.

O valor total do contrato, com todas as opções executadas, pode subir para até $ 169 milhões em financiamento total, em um período de 10 anos. Conforme as opções sejam implementadas, o trabalho adicional para configurações mais amplas pode incluir plaquetas tratadas com Mirasol (incluindo plaquetas armazenadas em solução aditiva de plaquetas, plaquetas coletadas em plataformas diferentes e/ou plaquetas derivadas de sangue total), promoção de dispositivos de próxima geração e desenvolvimento clínico do plasma tratado pelo sistema Mirasol.

"O financiamento para esse programa mostra a importância da segurança e da disponibilidade de sangue para agências como a BARDA, que são encarregadas de garantir apoio a tecnologias que tenham grande impacto no tratamento de saúde e importância para a população dos Estados Unidos", disse o vice-presidente e CSO (chief scientific officer) para Tecnologias de Redução de Patógenos Ray Goodrich, PhD. "A escolha da Terumo BCT como parceira para esse programa de trabalho reflete nossa posição no setor como líder e inovadora e a plataforma PRT Mirasol é uma solução realmente inovadora para as necessidades de segurança do sangue. A Terumo BCT assumiu o compromisso de liberar o potencial do sangue e melhorar a segurança do suprimento mundial de sangue com o Mirasol".

Esse projeto foi financiado no total, com fundos federais da Administração de Pesquisa e Desenvolvimento Biomédicos Avançados do Escritório do Secretário Assistente para Prontidão e Atendimento de Emergências do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, sob o contrato número HHSO100201600002C.

O sistema PRT Mirasol só pode ser utilizado para propósitos de pesquisa nos Estados Unidos e Canadá. Disponível em outros países selecionados.

Sobre a Terumo BCT
A Terumo BCT, líder global em componentes sanguíneos, aférese terapêutica e tecnologias celulares, é a única empresa com a combinação única de coletas por aférese, processamento manual e automático de sangue total e tecnologias de redução de patógenos. Acreditamos no potencial do sangue para fazer ainda mais pelos pacientes do que faz hoje. Essa crença inspira nossa inovação e fortalece nossa colaboração com os clientes.

Contato com a imprensa
Sherri Hughes-Smith -- Terumo BCT
Comunicações Corporativas Globais
Telefone: +1.303.542.5113
[email protected]

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FONTE Terumo BCT

Ministério da Saúde libera R$ 23,7 milhões para hospitais universitários

Recursos são destinados à ampliação dos atendimentos de saúde em 13 hospitais universitários da região sudeste do país

ministrodesaudeO Ministro da Saúde em visita à 23ª edição da Hospitalar, que aconteceu em Maio, em São PauloO Ministério da Saúde liberou R$ 23,7 milhões para ampliação e qualificação dos atendimentos prestados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) de 13 hospitais universitários da região Sudeste do país. O montante faz parte dos R$ 49,8 milhões liberados pelo governo federal por meio do REHUF (Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais), que foi instituído em 2010 para reforçar o orçamento das universidades mantenedoras de serviços de saúde.

Aprovados em lei orçamentária, os valores são liberados pelo Ministério da Saúde, em parcela única, para as instituições universitárias que comprovaram o cumprimento das metas de qualidade relacionadas a porte e perfil de atendimento, capacidade de gestão, desenvolvimento de pesquisa e ensino e integração à rede do SUS.

Com o investimento, as instituições podem estimular a oferta de ensino, pesquisa e atendimento de qualidade. Desde o início do REHUF já foram destinados mais de R$ 2,9 bilhões aos hospitais universitários. O Programa é desenvolvido e financiado em parceria com o Ministério da Educação.

De 2010 a 2015, o Ministério da Saúde repassou mais de R$ 2,6 bilhões aos 49 hospitais universitários de todo o país inscritos no programa. No ano passado, foram mais R$ 344 milhões a esses estabelecimentos, além de outros R$ 1,4 bilhão de incentivos a essas unidades.

Além de ser aplicado em pesquisas e na melhoria da qualidade da gestão e do atendimento, o REHUF também pode ser utilizado para reformas e aquisição de materiais médico-hospitalares, entre outras ações, conforme a necessidade e o planejamento da instituição. Os repasses liberados este ano já chegam a R$ 325 milhões.

“O REHUF é um programa que busca qualificar os serviços dos hospitais universitários para atender melhor a população e cumprir a função de hospital escola. Os recursos liberados são significativos e oferecem uma boa possibilidade de estruturação dessas unidades de saúde, que são importantes para a expansão dos atendimentos oferecido pelo SUS à toda população”, finaliza o ministro da Saúde, Ricardo Barros.