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Analytics: um poderoso remédio para uma gestão saudável

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Não é novidade que o conceito de analytics é fundamental para uma gestão eficiente, independentemente do segmento. Sem informação, as decisões são baseadas apenas nos sentimentos ou percepções, o que, no mundo competitivo em que estamos inseridos, representa no mínimo um risco desnecessário. Essa atitude desinformada é ainda mais crítica na gestão de saúde, que envolve, entre outros aspectos, a vida humana. Abrir mão da informação para tomar decisões pode beirar a irresponsabilidade.

Todo e qualquer dado relacionado à saúde é extremamente importante para ser descartado. Do ponto de vista estratégico e de negócio, o apoio do BI pode determinar o sucesso de um empreendimento. Uma gestão adequada, que saiba exatamente medir e acompanhar os custos, a relação com os prestadores e as receitas de clientes, é fundamental para manter a saúde financeira das empresas deste setor. Também é substancial para uma gestão efetiva e proativa, conhecer detalhes dos demais processos administrativos, assim como dos diagnósticos e procedimentos hospitalares realizados dentro de uma instituição. Isso garantirá não só um maior controle, como o estabelecimento de um padrão no atendimento.

Já quando se fala dos cuidados com os pacientes, integrar os dados de maneira holística é extremamente importante, trazendo a tona uma visão do todo e não somente sob a dimensão de um único tratamento, procedimento ou doença. Manter um prontuário eletrônico com as informações detalhadas dos atendimentos, exames, diagnósticos e tudo que se sabe sobre o estado de saúde do paciente, permite aumentar (e muito) a assertividade dos trabalhos realizados pelos médicos. Mesmo o melhor especialista é incapaz de reter o resultado de milhares de artigos científicos, exames e diagnósticos para compará-los no momento do atendimento. Consultar bases anônimas de doenças e diagnósticos e confrontá-los com os dados provenientes das pessoas que está assistindo, com certeza, incrementa a qualidade do tratamento e traz subsídios para que os profissionais da saúde ajam com mais segurança, rapidez e efetividade. E esta é uma funcionalidade básica permitida por uma ferramenta de analytics.

Por outro lado, a percepção de que o custo para implantar uma solução de BI está ao alcance apenas das grandes instituições de saúde, atrasa a adoção deste tipo ferramenta e impede que ela avance em larga escala. Pensamento este que, além de equivocado, demonstra total desconhecimento do assunto. Obviamente, é preciso realizar algum investimento. Porém, existem soluções capazes de suprir as necessidades de organizações dos mais variados portes, incluindo operadoras de planos de saúde, hospitais, centros de diagnóstico e até algumas clínicas. Além disso, um cálculo simples de ROI (retorno sobre o investimento) é capaz de provar que cada centavo investido retornará com grande lucro para as instituições e mais do que isso, proporcionará a fidelização e a satisfação dos clientes, que receberão atendimento de excelência.

A área da saúde é muito ampla e complexa e, claro que, a implantação do BI, assim como de qualquer outra tecnologia deve ser cuidadosamente pensada. Não há um caminho mais fácil ou um atalho, sem que se pague caro por isso no futuro. O importante é realizar “quick wins”, ou seja, começar com pequenas vitórias, mas sempre pensando grande ao olhar para o futuro. É necessário entender que, para percorrer uma grande distância, ainda vale o lema de dar o primeiro passo. E conhecer muito bem o negócio é parte fundamental para que um projeto de analytics tenha início e, mais do que isso, traga resultados positivos para a organização. Enfim, sempre haverá relutância pela falta de compreensão dos benefícios que o BI proporciona para a área da saúde, especialmente entre os membros da alta gestão. Mas, esta resistência será resolvida mais cedo ou mais tarde. E tudo isso, com certeza, culminará em uma saúde mais saudável e bem gerida.

celso_poderosoCelso Poderoso é Diretor América Latina da área de Professional Services da MicroStrategy empresa líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, que atende com sua solução inovadora MicroStrategy 10 Secure Enterprise™ tanto as necessidades de implementações departamentais self-service como de âmbito corporativo

A Finesse e a One Hill Solutions lançam a plataforma SmartLab(TM) para otimização de bioprocessos em escala laboratorial

SANTA CLARA, Califórnia, 21 de junho de 2016 /PRNewswire/ --  A Finesse Solutions, Inc., fabricante de soluções de medição e controle para aplicações em processos de ciências de vida, em parceria com a One Hill Solutions, uma inovadora desenvolvedora de software em Massachusetts, anunciaram o lançamento  da plataforma SmartLab para otimização de bioprocessos em escala laboratorial. A SmartLab é o primeiro sistema completo de gerenciamento de dados a integrar softwares líderes de planejamento de experimentos (DoE – design-of-experiment) de terceiros, análise de dados multivariáveis (MVDA – mulltivariable data analysis), gerenciamento de receitas, visualização de dados e conexão perfeita com o analisador.

A plataforma SmartLab é baseada no mecanismo de software RECONN, desenvolvido pela One Hill Solutions. Ela também inclui  o TruBio®, TruPur™, o software TruChrom™ de controle de biorreator e o SmartSystems, desenvolvidos pela Finesse. A plataforma SmartLab fornecerá tanto aos grupos de pesquisa sobre ciências da vida quanto de desenvolvimento de processos uma solução nova e econômica de arquivamento de dados, extração centralizada de dados/receitas para DoE ou análise estatística e acesso remoto aos relatórios de processos, gráficos e visualização de tendências em tempo real contra um "lote de ouro". O software SmartLab também terá a capacidade de notificar os usuários por e-mail ou texto quando os relatórios sobre os lotes estão prontos para visualização, quando os valores on-line estão defasados ou quando as conexões de rede não estão funcionando.

"RECONN, como o nome indica, foi originalmente desenvolvido para obter informações sobre as atividades dos sistemas inteligentes de bioprocessamento e para proteger os dados de um lote em particular", disse Rami Mitri, Presidente da One Hill Solutions. "Reconhecemos a necessidade da execução eficiente da visualização instantânea de dados e análise de experimentos em laboratórios que possuem qualquer número entre 4 e 100 biorreatores. A plataforma SmartLab incorpora ferramentas modernas tais como o Microsoft.NET e o historiador OSIsoft PI System™".

"Através da combinação do RECONN com o software de controle de biorreatores líder da indústria e o SmartSystems  da Finesse com nossa  plataforma SmartLab, a Finesse continua a liderar o fornecimento de ferramentas de última geração para a pesquisa e o desenvolvimento dos bioprocessos",. disse a Dra. Barbara Paldus, CEO e co-fundadora da Finesse. "A flexibilidade de harmonizar analisadores e controladores de biorreatores de uma grande variedade de fornecedores com ferramentas de análise estatística e relatório eletrônico de lotes, permitirá que nossos clientes obtenham eficiência em seus desenvolvimentos de novos produtos biológicos. Estamos empolgados por ampliarmos as capacidades de nossas plataformas SMART com uma nova ferramenta de gerenciamento de dados que permite fácil configuração de DoE, uma interface moderna com o usuário e acesso instantâneo às informações do lote. Este é o primeiro passo do objetivo da Finesse de acelerar a adoção tanto da Automation 4.0 e da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) no bioprocessamento, que já deveriam ter sido adotadas há tempos".

Sobre a Finesse Solutions, Inc.

A Finesse Solutions, Inc., sediada na Califórnia, estabeleceu um histórico comprovado no fornecimento de soluções prontas para uso e escaláveis para bioprocessamento upstream descartável e começou a inovar também com soluções para bioprocessamento downstream. A plataforma de produtos da Finesse inclui sensores descartáveis de última geração, hardware de automação modular e software inteligente que pode harmonizar transferência de dados e tecnologia mundialmente. A Finesse também oferece um conjunto completo de serviços, incluindo preparação e validação para implementação rápida e confiável de equipamentos descartáveis. Para mais informações visite o endereço www.finesse.com.

Sobre a One Hill Solutions, Inc.

A One Hill Solutions, Inc. é uma companhia de desenvolvimento de software localizada em Hopedale, Massachusetts. A One Hill Solutions se concentra em todos os aspectos da visualização e análise do gerenciamento de dados juntamente com a integração OSI-PI, apoio ao início de operações e comissionamento.

FONTE Finesse Solutions, Inc.

FUCAM trata 1.000 pacientes de câncer de mama com o Sistema TomoTherapy®

SUNNYVALE, Califórnia, 21 de junho de 2016 /PRNewswire/ -- A Accuray Incorporated (NASDAQ: ARAY) anunciou hoje que a Fundación de Cancer de Mama na Cidade do México (FUCAM) tratou 1.000 pacientes de câncer de mama com o Sistema TomoTherapy®. O marco foi atingido em menos de  18 meses após o centro ter instalado a tecnologia, destacando seu valor como uma importante opção de tratamento para maximizar o controle de tumores com baixa toxicidade, em uma gama completa de casos de câncer de mama, do comum ao mais complexo.

Para mais informações sobre o Sistema TomoTherapy acesse www.accuray.com.

"A FUCAM é um centro grande e com alta atividade dedicado a fornecer os melhores cuidados possíveis às mulheres com câncer de mama. Precisamos de um sistema de radioterapia que possa acompanhar as demandas de nossa clínica e nos permita fornecer radioterapia precisa para qualquer tumor no menor tempo possível", disse Dra. Judith Huerta Bahena, chefe de radioterapia, Instituto de Doenças da Mama, FUCAM. "O Sistema TomoTherapy nos ajuda a obter exatamente isso com seus módulos de tratamento TomoHelical™ e TomoDirect™. O sistema proporciona a flexibilidade necessária para adaptar a dose de radiação à forma do tumor e reduzir significativamente a dose em órgãos e tecidos adjacentes saudáveis."

O Sistema TomoTherapy é o único sistema especificamente projetado para radioterapia de intensidade modulada e orientada por imagem (IG-IMRT). Aproveitando-se da plataforma baseada em scanner de TC, o módulo TomoHelical™ possibilita fornecimento contínuo de 360 graus ao redor do paciente com uma dose altamente conformada e homogênea para o tumor. O médico pode também escolher o tratamento por ângulos fixos específicos através do módulo TomoDirect™. A arquitetura exclusiva do sistema ajuda a garantir os mais altos níveis de precisão, enquanto minimiza a dose em órgãos de risco. Isto é especialmente importante para mulheres diagnosticadas com câncer na mama esquerda, onde o tumor possa estar próximo a órgãos críticos como o coração.

"Estamos orgulhosos do incrível trabalho inovador que a FUCAM está realizando no México e de sua dedicação à melhoria dos cuidados oferecidos às mulheres vítimas do câncer de mama. O marco do tratamento foi atingido em um espaço de tempo curtíssimo, demonstrando a imensa necessidade de tratamentos eficazes para o câncer de mama no México", disse Joshua H. Levine, presidente e CEO da Accuray. "O Sistema TomoTherapy proporciona versatilidade e eficiência no tratamento do câncer de mama, possibilitando a médicos, como a Dra. Huerta e sua equipe, fornecer o melhor tratamento possível aos seus pacientes."

A FUCAM é uma parceira civil que tem a missão de fornecer diagnósticos e tratamentos para o câncer de mama, principalmente em grupos socioeconômicos mais vulneráveis, e de educar sobre a detecção precoce desse câncer. É a primeira instituição sem fins lucrativos estabelecida no México e na América Latina, com serviços, equipamento e pessoal altamente especializado e treinado no tratamento de doenças da mama.

A FUCAM desenvolveu uma das campanhas mais importantes no México para educar as mulheres sobre a importância da mamografia na detecção precoce do câncer de mama. Para mais informações sobre a FUCAM acesse www.fucam.org.mx/

Sobre o Sistema TomoTherapy®
O Sistema TomoTherapy® é usado no tratamento de todas as indicações padrão de radioterapia, além de em casos complexos como a irradiação da medula total. Radiologistas tratam vários tipos de câncer com o Sistema TomoTherapy, incluindo mama, próstata, pulmões, cabeça e pescoço e pediátrico. O sistema capacita médicos a personalizar eficientemente planos de tratamento para uma gama completa de pacientes de radioterapia e tipos de doenças. Seu design inovador possibilita que planos de tratamentos sejam fornecidos com orientação diária de imagens de TC, com maior exatidão e radiação altamente precisa de intensidade modulada para a melhor proteção possível de tecidos saudáveis e estruturas críticas.

Potenciais efeitos colaterais da radioterapia 
A maioria dos efeitos colaterais da radioterapia, inclusive da radioterapia oferecida pelos sistemas Accuray, é moderada e temporária; geralmente envolve fadiga, náusea e irritação cutânea. Porém os efeitos colaterais podem ser severos, causando dores, alterações nas funções normais do corpo (por exemplo, na função urinária e salivar), deterioração da qualidade de vida, lesões permanentes e até a morte. Podem ocorrer durante, logo após ou meses e anos após a radioterapia. A natureza e a severidade dos efeitos colaterais dependem de vários fatores, entre outros do tamanho e da localização do tumor tratado, da técnica do tratamento (por exemplo, da dose da radiação) e do estado clínico geral do paciente. Para informações mais detalhadas sobre os efeitos colaterais da radioterapia, e para saber se o tratamento com um produto da Accuray é indicado para seu caso, converse com seu médico.

Sobre a Accuray
A Accuray Incorporated (NASDAQ: ARAY) é uma empresa de tecnologias de radiação oncológica que desenvolve, fabrica e comercializa soluções precisas e inovadoras de tratamento definindo o padrão dos cuidados e visando ajudar o paciente a ter uma vida mais longa e de melhor qualidade. As tecnologias de ponta da empresa fornecem uma gama completa de tratamentos de radioterapia e radiocirurgia. Para mais informações acesse www.accuray.com.

Declaração de isenção de responsabilidade 
As declarações contidas neste comunicado de imprensa não são declarações históricas; são declarações prospectivas sujeitas às disposições de "isenção de responsabilidade" do Private Securities Litigation Reform Act (Ato de Reforma de Litígios sobre Valores Mobiliários Privados) de 1995. As declarações prospectivas contidas no comunicado estão relacionadas, entre outros, aos usos clínicos, resultados de pacientes e à posição de liderança da Accuray na inovação e tecnologias de radiação oncológica. As declarações prospectivas estão sujeitas a riscos e incertezas que podem causar resultados reais substancialmente diferentes das expectativas, incluindo entre outros, os riscos detalhados periodicamente na seção "Fatores de risco" do relatório da empresa no Formulário 10-K, registrado no dia 28 de agosto de 2015, dos relatórios da empresa no Formulário 10-Q, registrados no dia 5 de novembro de 2015 e 1 de fevereiro de 2016 e 29 de abril de 2016, e demais registros da empresa na SEC.

As declarações prospectivas são referentes apenas à data na qual foram feitas e são baseadas nas informações disponíveis para a empresa no momento em que forem feitas e/ou na boa-fé da administração em relação a eventos futuros. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar as declarações prospectivas para que reflitam o desempenho ou os resultados reais, as alterações nas suposições ou mudanças em outros fatores que afetem as informações prospectivas, exceto na extensão do requerido pelas leis de valores mobiliários aplicáveis. Sendo assim, investidores não devem depositar confiança indevida em declarações prospectivas.

Contatos para a mídia:
Fabiana Lima
Diretora de marketing para a América Latina
+1 (954) 864-6663
[email protected]

Dra. Judith Huerta
Instituto de Doenças da Mama, FUCAM
[email protected]

Logo - http://photos.prnewswire.com/prnh/20160108/320376LOGO

FONTE Accuray Incorporated

Defensoria Pública no Rio pede anulação do teste da "pílula do câncer"

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De acordo com o Estadão, a Defensoria Pública da União do Rio vai entrar com ação civil pública contra o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) pedindo a anulação dos testes feitos com a fosfoetanolamina sintética, conhecida popularmente como a "pílula do câncer".

Em um relatório divulgado pelo MCTI em Março com os resultados das pesquisas in vitro apontaram que a substância não era pura e não conseguia destruir as células cancerígenas. No final de maio, o órgão apresentou os primeiros resultados dos testes feitos em cobaias, com camundongos e ratos contaminados com dois tipos de câncer: carcinossarcoma 256 de Walker e sarcoma 180. Mais uma vez, a fosfoetanolamina sintética não foi capaz de reconhecer nenhum tumor.

Para o defensor público, Daniel Macedo e os pesquisadores que criaram a substância, os resultados podem ter sido alterados devido a falhas na condução dos testes.

Durante o seminário sobre a pílula, feito pelo Sindicato de Farmacêuticos no estado de São Paulo, Macedo argumentou que o grupo escolhido no MCTI foi o do professor Gilberto Chierice da USP de São Carlos, mas o estudo foi refeito pelos pesquisadores da Unicamp, olhando a patente que está no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) e para ele, o uso da cápsula ressintetizada pode ter prejudicado os resultados.

Daniel Macedo também criticou o fato dos pesquisadores de Chierice não participarem do estudo financiado pelo ministério. "Eles foram chamados para as duas primeiras reuniões para debater como seria o estudo e depois não foram mais. Eu não posso ignorar a opinião de três químicos, um biomédico, um oncologista e um biólogo que, há 25 anos, estudam a fosfoetanolamina. A opinião de como faz a solubilidade (da substância), como é o processo terapêutico não podem ser ignoradas, isso é um erro gravíssimo". Contou o Defensor Público para o Jornal Estadão.

De acordo com a assessoria de imprensa do MCTI, as pesquisas continuarão e será aguardado o comunicado oficial sobre a ação civil pública.

Leia mais sobre o comunicado. 

Modelos de remuneração e venda de planos de saúde on-line são debatidos pela ANS

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar realizou na última Segunda-feira (13/06) mais uma edição do Laboratório de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação setorial (LAB-DIDES) no Rio de Janeiro.

O objetivo da reunião foi debater propostas e diretrizes para os temas relacionados à Modelos de Remuneração e Quesitos para contratos on-line entre operadoras e beneficiários. Participaram operadoras de plano de saúde, prestadores de serviço e entidades de defesa do consumidor.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) estavam presente contando suas próprias experiências em contratação de serviços on-line.

Paulo Kurpan da CNseg contou que no setor há uma peculiaridade da seguradora haver um prazo de 15 dias para se pronunciar quanto à proposta de seguro.

A diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira ressaltou no evento que é necessário debater os modelos de remuneração incentivando mudanças de paradigma no setor. “Estamos desenvolvendo projetos-piloto centrados na saúde do paciente que propõem novos modelos de remuneração, tais como o Projeto Parto Adequado e o Projeto Idoso bem cuidado, além disso, estamos estudando outros modelos aplicados fora do Brasil”, comentou explicando que também há necessidade de adequação ao mundo virtual das normas sobre contratação de planos de saúde.

Carolina Lavorato, da Gerência de Regulamentação da Anatel, contou que a oferta e contratação remota de serviços já era realidade no setor de telefonia. “Foi necessário focar no acesso à informação clara e adequada sobre a contratação dos diferentes produtos e serviços”. Ressaltou.

Leia mais sobre o evento no site da ANS.

SBHCI homenageia o Dr. J. Eduardo Souza no SOLACI 2016

SBHCI homenageia o Dr. J. Eduardo Souza no SOLACI 2016

Entre os dias 8 e 10 de junho, o Centro de Convenções do Windsor Hotel Oceânico, do Rio de Janeiro, recebeu o maior encontro de cardiologistas intervencionistas da América Latina. Durante o Solaci SBHCI 2016, o Dr. Marcelo Cantarelli, presidente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) entregou um quadro simbolizando a homenagem prestada ao pioneiro da cardiologia intervencionista, Dr. J. Eduardo Souza na abertura do evento. Organizado pela Sociedade Latinoamericana de Cardiologia Intervencionista (Solaci) em parceria com SBHCI, o SOLACI acontece anualmente e recebe milhares de especialistas.

O quadro, produzido pela artista plástica Ana Lúcia Moraes Rego Souza, registrou o semblante do Dr. e a realização da 1ª coronariografia por suas mãos no Brasil há 50 anos, que contribuiu para inserir o país entre os mais relevantes da cardiologia intervencionista mundial.

Médicos internacionais marcaram presença no evento entre eles estavam Patrick Serruys (UK), Martin Leon (USA), Gregg Stone (USA), Roxana Mehran (USA), Ajay Kirtane (USA), Josep Rodés- Cabau (Canadá), Eric Bates (USA), Neal Kleiman (USA), Conrad Simpfendorfer(USA), Michael Lincoff (USA), Samir Kapadia(USA), entre outros. Durante o evento foram apresentados procedimentos ao vivo, como angioplastias coronárias e implantes de válvulas cardíacas por cateter, transmitidos via satélite diretamente da Clinique Pasteur, localizada em Toulouse- França e também da Columbia Univertity Medical Center, em Nova York, EUA.

Sobre a SBCI

Fundada em 1993, a Sociedade Brasileira de Cardiologia Intervencionista (SBCI) congrega profissionais da saúde interessados na Cardiologia Intervencionista. A sociedade garante atendimento especializado, qualificado e eficiente em prol da comunidade. Os especialistas presentes nas cidades de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e nas regiões Norte e Nordeste promovem reuniões de caráter científico, cursos de atualização e zelam pela ética e eficiência técnica de um Cardiologista Intervencionista. O atual presidente, Dr. Marcelo Cantarelli é graduado em medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro, com especialização em cardiologia e área de atuação em cardiologia intervencionista pela SBHCI / SBC / AMB e doutor em medicina pela UNIFESP.

Site: www.sbhci.org.br

Como idiotizar o movimento de segurança do paciente

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Para o bem do movimento, evitemos a imbecilização das recomendações e das práticas. O ato ou efeito de idiotizar ou imbecilizar aspectos importantes da segurança do paciente tem sido mais contraproducente que a própria histórica inércia ao lidarmos com as reconhecidas falhas e erros assistenciais.

Porque desejo salientar uma grande mensagem, buscarei ser conciso e contundente, usarei de um único exemplo: a meta internacional de segurança #1identificação do paciente.

Tenho o privilégio de visitar muitos hospitais e não canso de ver o mau uso desta importante abordagem de segurança. Em um deles presenciei técnico de enfermagem brincando com um colega: - “Seu Renato (nome fictício) internou de novo, deve ser a décima vez este ano. Mas já chequei a pulseira de identificação e seu Renato é mesmo o seu Renato. Incrível, né? Não mudou! ?”.

Lhe é solicitado ainda que registre em prontuário algo como “avaliada a pulseira, identificado o paciente”. Tudo isto deve ainda ser avaliado no contexto do trabalho diário destes profissionais – onde há excesso de trabalho, de pacientes, de redundâncias, de cobranças, até de reclamações – e, quando chega a Acreditação, o excesso virá nevasca (leitura complementar sobre tempestade de iniciativas aqui).

O maior culpado é a ainda comum falta de preparo de nossas lideranças em segurança do paciente. Certo que é tudo muito novo. Eu próprio, há menos de 15 anos, devia achar que análise de causa raiz era alguma disciplina de curso de botânica ou biologia. Mas precisamos urgentemente fazer da segurança dos pacientes uma prioridade nas organizações, profissionalizar a gestão, e capacitar os profissionais nos diversos níveis.

É claro que, para muitas pessoas, em diferentes situações, será necessário confirmar quem é o paciente em sua frente. Mas no dia-a-dia de um enfermaria, a importância do uso da pulseira de identificação é muito mais para outras coisas, como identificar se aquele medicamento endovenoso em mãos, pronto para administração, é mesmo para o paciente que tão bem conheces e sabes o nome, comparando os dados completos da etiqueta do medicamento com os dados completos do paciente, já que nada impede que o medicamento (ou o sangue, ou a dieta enteral) seja para outro paciente de mesmo primeiro nome. Estaríamos identificando o binômio medicamento-paciente, e não somente o paciente.

O HCPA trabalha muito bem estas questões e aqui ressalta os momentos obrigatórios de conferência da pulseira:

[youtube] https://www.youtube.com/watch?v=iGphrsq639g&feature=youtu.be&t=1m13s [/youtube]

Uma orientação inadequada, banalizando a prática, faz com que profissionais da ponta não valorizem iniciativas de segurança – não somente a importância da pulseira e da correta identificação, mas passem a desconfiar das outras orientações também. Quando determinada prática já é motivo de piada nos corredores, não somente pelos profissionais boicotadores ou constipadores, é porque o trabalho em prol daquele nobre objetivo já é desserviço institucional.

As coisas, como premissa básica, precisam fazer sentido para quem na ponta executa. Ou que o processo seja todo automatizado!

Hospital Santa Mônica e Unidade Vila Nova realizam palestra ao Vivo pelo Facebook

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No próximo dia 22 de junho, às 13h, o Hospital Santa Mônica de São Paulo e a Unidade Vila Nova (Unidade Avançada do Hospital), promoverão uma palestra ao Vivo na página do Hospital no Facebook (http://bit.ly/1UiGFqS), aberta para a comunidade gratuitamente, cujo tema “Esquizofrenia e Maconha”, será proferida pelo médico psiquiatra e professor da UNIFESP, Dr. Rodrigo Bressan.

A esquizofrenia é resultado de uma associação de pontos-contra, que se acumulam conforme a pessoa envelhece. O primeiro deles é genético. Ter pais ou parentes próximos com o transtorno não significa que você vá desenvolver a doença, mas representa algum risco. Ao longo dos anos, conforme envelhecemos, nossos cérebros mudam. Algumas estruturas crescem, outras diminuem. Esse processo de amadurecimento saudável pode ser afetado pelo ambiente. Estresse, abuso sexual, uso de drogas na adolescência, desnutrição e uma sequência de outros fatores podem fazer o cérebro desviar do que os médicos chamam de “trajetória ideal de desenvolvimento”. A susceptibilidade de uma pessoa a esses estímulos é definida pela interação de centenas de genes. O acúmulo de alterações cerebrais, com o tempo, provoca o transtorno. “Hoje, entendemos a esquizofrenia como uma doença do neurodesenvolvimento”, diz Bressan.

Pesquisadores estimam que 1% da população mundial, cerca de 100 milhões de pessoas, sofram atualmente com a doença. No Brasil, a doença afeta mais de 2,5 milhões de pessoas, que apresentam algum transtorno mental grave ligado à esquizofrenia.

Acompanhe a palestra no próximo dia 22, e saiba mais sobre a Esquizofrenia e o efeito da Maconha no cérebro.

Sobre o Dr. Rodrigo Bressan

Rodrigo Affonseca Bressan é coordenador do Eixo de Pesquisa do Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento para Crianças e Adolescentes, está à frente do PROESQ, programa de pesquisa clínica sobre esquizofrenia e transtorno bipolar que é referência, e é coordenador do Laboratório Interdisciplinar de Neurociências Clínicas – LINC, com enfoque em neurociência translacional, incluindo neuroimagem estrutural e molecular, genética, neuropsicologia, biomarcadores em modelos animais e na pesquisa com seres humanos. Recentemente, o pesquisador fundou o Centro de YMind de Prevenção de Transtornos Mentais.

Dr. Bressan, que concluiu seu doutorado em psicofarmacologia e neuroimagem molecular de esquizofrenia na King’s College, em Londres, começou sua carreira como pesquisador estudando epidemiologia da esquizofrenia.

Atualmente, o pesquisador produz artigos de alto impacto, com mais de 250 artigos científicos internacionais e patentes científicas, literatura para educadores e presta consultoria técnica para a formulação de políticas públicas para sensibilização e combate ao estigma de pessoas com transtornos mentais. Seu índice h, segundo o Google Scholar, é de 27, com mais de 2.600 citações.

Currículo: http://lattes.cnpq.br/4824419385318370

Sobre o Hospital Santa Mônica e a Unidade Vila Nova

Com uma história de mais de 45 anos de atividades de prestação de serviços na área da saúde e idealizado pela iniciativa empreendedora do médico, doutor Romolo Bellizia, fundador e presidente, o Hospital Santa Mônica atua nos pilares:

• Cuidados em saúde mental (ambulatório e internações – quadros agudos e crônicos);

• Cuidados especializados em Dependência Química;

• Cuidados aos idosos;

• Cuidados nas mais diversas doenças que comprometem a autonomia do indivíduo (Alzheimer, doenças neurológicas incapacitantes, dentre outras);

• Suporte e cuidados paliativos em indivíduos com patologias sem possibilidades terapêuticas.

A Unidade Vila Nova traz uma proposta inovadora para o tratamento da Saúde Mental no Brasil

A Unidade Vila Nova é uma Unidade Avançada do Hospital Santa Mônica, onde os atendimentos são permeados pelo conceito da Medicina Integrativa, trazendo o cliente para o centro do tratamento, como agente ativo, corresponsável pelo seu tratamento e restabelecimento do seu bem-estar. A Medicina Integrativa é uma abordagem médica que valoriza a relação médico paciente, ampliando as possibilidades de tratamentos voltados para busca de Bem-estar, Equilíbrio e Qualidade de Vida.

Evento científico discute Ciência, Inovação e Segurança na Prática Assistencial

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A construção de um sistema de saúde capaz de garantir a criação de ambientes e estruturas de inovação tecnológica, a segurança do paciente e a melhor qualidade no atendimento e são alguns dos temas do 5º Simpósio Científico Internacional CEJAM, que será realizado nos dias 09 e 10 de agosto no auditório do Hospital Israelita Albert Einstein.

Idealizado pelo Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” - CEJAM com o objetivo de estimular o debate e promover a atualização dos profissionais, o evento receberá especialistas nacionais e internacionais para tratar do tema “Ciência, Inovação e Segurança na Prática Assistencial”, sob a ótica da qualidade e inovação do modelo de Organizações Sociais.

“O Simpósio terá uma abordagem em todos os níveis de atenção. Tratando de temas voltados ao atendimento de urgência e emergência, assistência hospitalar e suas complexidades, além de assuntos voltados à atenção básica”, afirma Sergio Dias Martuchi, presidente do 5º Simpósio Científico Internacional do CEJAM.

Sérgio ainda explica que o evento visa contribuir no aprimoramento científico dos profissionais de saúde. “Nossa programação procura interagir todas as áreas de interesse naquilo que representa nossa maior busca: uma rede de atenção à saúde integrada, informatizada, garantindo à população um atendimento digno de suas necessidades”, diz.

TRABALHOS CIENTÍFICOS E CURSOS

Os participantes do 5º Simpósio Científico Internacional CEJAM podem inscrever trabalhos científicos e trabalhos de melhoria contínua em PDCA para concorrer ao prêmio Dr. João Amorim. As inscrições já estão disponíveis e vão até o dia 1º de julho.

Além de palestras e mesas redondas, neste ano o 5º Simpósio oferecerá cursos de aperfeiçoamento em urgência e emergência, assistência hospitalar e atenção básica. Datas, valores e local de realização dos cursos estão disponíveis no site http://simposio.cejam.org.br

SOBRE O CEJAM

Fundado em 1991, o Centro de Estudos e Pesquisas "Dr. João Amorim" – CEJAM é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que se destaca pela excelência no gerenciamento de diversos serviços de saúde, por meio de contratos de gestão e convênios. Credenciada como Organização Social desde 2002, atua hoje nos municípios de São Paulo, Mogi das Cruzes, Arujá, Rio de Janeiro e Embu das Artes.

5º SIMPÓSIO CIENTÍFICO INTERNACIONAL CEJAM

Data: 09 e 10 de agosto de 2016.

Local: Hospital Israelita Albert Einstein - Auditório Moise Safra - Av. Albert Einstein, 627 - Morumbi - São Paulo – SP - 1º andar, Bloco A – Estacionamento1.

Investimento: R$150,00 a R$450,00 (confira os pacotes no site http://simposio.cejam.org.br)

Hospitais de Excelência oferecem mais segurança ao paciente

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A acreditação outorgada pela Organização Nacional de Acreditação – ONA é o reconhecimento formal, e público, de que um serviço de saúde atende a requisitos de qualidade previamente definidos e demonstra ser competente para realizar suas atividades com confiança.

A ONA é reconhecida pela Agência Nacional de Saúde – ANS como um mecanismo seguro de avaliação do padrão de assistência prestada à população. Por isso, recentemente a Agência divulgou uma lista de hospitais que atendem critérios de qualidade, na qual o Hospital Santa Marta, de Taguatinga, figura na seção das instituições com certificação máxima.

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O HSM conquistou o Nível III - Acreditado com Excelência - ONA, após auditoria realizada pela certificadora DNV GL. Isso significa que o Santa Marta atende aos requisitos de segurança do paciente, possui processos integrados, maturidade institucional e cultura organizacional de melhoria contínua da gestão da saúde, o que representa mais qualidade na assistência oferecida à sociedade.

Entenda a importância da acreditação para a segurança nos serviços de saúde:

- A estimativa é de que, no Brasil, são feitas 4 milhões de internações anualmente nos hospitais privados. Dados da Fiocruz mostram que até 73% dos erros que acontecem dentro de hospitais brasileiros poderiam ser evitados.

- O risco desse tipo de erro é reduzido quando há o cumprimento dos protocolos de segurança do paciente.

- A Organização Mundial de Saúde – OMS estabeleceu Metas Internacionais de Segurança do Paciente, cujo princípio é a prevenção de erros.

- A adoção de protocolos clínicos, como o de Cirurgia Segura e de AVC, promove a padronização no cuidado à saúde, gerando mais segurança para profissionais e pacientes.

- Estudos apontam que medidas para aumentar a segurança de cirurgias podem reduzir a mortalidade em 47%.

A acreditação de um serviço de saúde promove o gerenciamento dos riscos hospitalares e, consequentemente, a redução de erros.