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Eurofarma reforça presença no Chile com aquisição da Medipharm

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Com aquisição, a companhia passa à 21ª posição no ranking no mercado chileno e torna-se a 4ª maior farmacêutica de capital regional no país.

A Eurofarma, empresa de capital brasileiro entre as maiores farmacêuticas da América Latina e com presença em 20 países, acaba de reforçar suas operações no Chile com a aquisição da Medipharm, da Empresas SB. Com a transação, a companhia passa do 45º para o 21º lugar no mercado chileno.

A aquisição proporcionará um significativo crescimento da operação e está alinhada aos objetivos definidos no plano estratégico - visão 2022, o qual estabelece que as operações internacionais respondam, neste horizonte de tempo, por 30% das receitas da companhia, como explica Maria del Pilar Muñoz, vice-presidente de Sustentabilidade e Novos Negócios. “A Medipharm está no mercado desde 1985 e fez um trabalho intenso junto ao ponto de venda e construção de marcas. Com a aquisição, teremos um incremento de até 10% no total das vendas internacionais e, especificamente no Chile, devemos figurar entre as 4 maiores de capital latino-americano”.

Para a Empresas SB, a motivação da venda está relacionada com a aposta no ‘core’ da empresa. “Decidimos focar em nossa principal atividade, os negócios de varejo e o gerenciamento de nossa rede de farmácias. Essa transação cumpre com a decisão estratégica da empresa que pretende concentrar esforços e investimentos nas vendas e distribuição de medicamentos”, explica Matías Verdugo, gerente Geral da Empresas SB.

O canal farmácia no Chile teve vendas auditadas de US$ 1,73 bilhão em 2018, um crescimento de 4,4% sobre o ano anterior, o país responde por 5,3% das vendas da região. A Medipharm possui um portfólio de mais de 140 medicamentos, entre os quais neurológicos, respiratórios e gastrointestinais, agregando mais valor ao portfólio da Eurofarma, que conta com mais de 100 produtos em linha no território chileno. “A aquisição da empresa vai nos possibilitar um incremento de 75% nas receitas da Eurofarma Chile. Além disso, adquirimos uma planta fabril de última geração, com 13.700 m2 e capacidade para produzir 1,3 milhão de unidades ao ano”, ressalta Marco Billi, gerente de Novos Negócios e Corporate Venture.

Sobre o Grupo Eurofarma

A Eurofarma é uma empresa de saúde, concentrada em oferecer produtos e serviços para melhorar a vida das pessoas com qualidade, inovação e preço justo em todos os principais segmentos farmacêuticos: Prescrição Médica, Genéricos, Hospitalar, Oncologia, Isentos de Prescrição e Veterinária. Só no Brasil, a companhia oferece 287 diferentes moléculas e mais de 600 produtos. Líder em receituário médico, atende 30 diferentes especialidades e cobre 101 classes terapêuticas, que representam 89% das vendas do varejo farmacêutico.

Sobre Empresas SB

Empresas SB é uma holding dedicada a entregar uma ampla gama de produtos e serviços no âmbito da saúde e beleza, que é composto por dez filiais, conta com aproximadamente 10.000 colaboradores e mais de 600 pontos de venda por todo o país.

Instituto do Câncer do Ceará traz inteligência artificial para o tratamento do câncer no Brasil

Doctors and patients sit and talk. At the table near the window in the hospital.Doctors and patients sit and talk. At the table near the window in the hospital.
Doctors and patients sit and talk. At the table near the window in the hospital.

ICC relata impacto para equipes de saúde e pacientes do Sistema Único de Saúde com uso do IBM Watson for Oncology

A IBM (NYSE: IBM) e o Instituto do Câncer do Ceará (ICC) revelaram como o uso da inteligência artificial (IA) está apoiando o tratamento oncológico e a tomada de decisões clínicas no Brasil. Além disso, os médicos do ICC apresentaram dois estudos na ASCO, reunião anual da American Society of Clinical Oncology, que ressaltam o impacto da tecnologia no tratamento do câncer. As pesquisas trazem, respectivamente, a avaliação da aceitação médica relativa ao uso da IA, tendo como amostragem o Corpo Clínico do ICC, e a aplicação da Inteligência Artificial para o tratamento de Câncer de Próstata, trazendo resultados animadores.

Primeira instituição a utilizar o modelo de Linha de Cuidado, o ICC potencializa a aplicação da Inteligência Artificial com a validação da tomada de decisão terapêutica por parte das equipes de saúde da instituição. Nos últimos 18 meses, o ICC utilizou o Watson for Oncology para suportar o tratamento de cerca de 300 pacientes por mês, ajudando a apresentar um tratamento mais assertivo para a população do sistema público de saúde de acordo com as melhores propostas terapêuticas globais e com a chancela do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, instituição referência mundial no tratamento do câncer e que treina a solução Watson for Oncology, da IBM.

IA, uma aliada na saúde

No primeiro estudo, realizado com 48 pacientes com câncer de próstata, foi avaliada a terapêutica dos pacientes realizada pelo ICC e as sugestões de tratamento do Watson for Oncology (WfO) no processo de tomada de decisão compartilhada. A concordância total ou parcial entre o Watson for Oncology e decisões compartilhadas de tratamento foi observada na maioria dos pacientes.

Além disso, outra pesquisa, desta vez realizada com um grupo de oncologistas do ICC, revelou altos níveis de satisfação dos médicos com o Watson for Oncology. A maioria disse que a tecnologia excede as expectativas e concordou que a ferramenta é fácil de entender e fornece informações completas, relevantes e acionáveis em um momento apropriado. 71,4% dos participantes da pesquisa expressaram afirmações positivas (concordam ou concordam fortemente) referentes ao uso do Watson for Oncology para apoiar melhores decisões no tratamento. Estes resultados indicaram que mais de 85% concordaram que o WfO fornece informações relevantes e acionáveis no momento certo em seu fluxo de trabalho. Além disso, mais de 50% afirmaram que o WfO superou suas expectativas como uma ferramenta de apoio à decisão clínica para o gerenciamento de pacientes.

Visão 360º do paciente

O modelo de Linha de Cuidado desenvolvido pelo ICC coloca o paciente oncológico no centro da assistência, que é acompanhado a partir de uma visão integral e personalizada. Para isso, integra médicos e equipe multiprofissional com o suporte da tecnologia para validar e reforçar o caminho terapêutico que é tomado, paciente por paciente. Com 12 mil novos casos de câncer atendidos por ano, o ICC usa a solução cognitiva da IBM, trazendo para a jornada do paciente a excelência da tecnologia e das possíveis opções globais para o tratamento.

"O Watson for Oncology tem um impacto real, impulsionando as equipes de saúde a ter em mãos o suporte tecnológico das mais atualizadas referências em literatura oncológica. Isso otimiza a tomada de decisões baseadas em evidências, trazendo para o SUS a personalização e a assertividade, fundamentais para a terapêutica do câncer", disse Pedro Meneleu, CEO do ICC. A aplicação da tecnologia no Sistema Único de Saúde, que tem um grande volume em termos de demanda assistencial, traz para esse público de forma pioneira a assistência integral aliada da tecnologia de um Sistema Especialista como o Watson for Oncology, aponta.

Transformação digital na Saúde

Espera-se que os dados médicos dobrem a cada 73 dias até 2020. Profissionais de saúde diariamente têm que tomar decisões críticas sobre tratamentos e drogas e é impossível ler milhares de estudos na literatura.

"Como mostra a experiência do ICC, nossa tecnologia está melhorando a maneira como os médicos escolhem tratar o câncer no mundo real", disse Fabio Mattoso, líder de Watson Health da IBM no Brasil. "Em meio à explosão de informações valiosas na área de saúde globalmente, a IA é uma tecnologia poderosa para lidar com os grandes dados da literatura médica e para ajudar a aumentar o poder dos profissionais de tomar decisões baseadas em evidências".

Sobre o ICC

O Instituto do Câncer do Ceará atende, somente em casos SUS, 70% da demanda do Estado, com atendimento também para pacientes de outras unidades da Federação. Com seis aceleradores lineares em operação, o ICC colocou o Ceará no patamar de segundo maior polo de Radioterapia do Norte-Nordeste, com a realização de técnicas como Arco Volumétrico Dinâmico e Radiocirurgia Intracraniana e Extracraniana. Na fronteira do conhecimento para o sucesso do paciente oncológico, os investimentos realizados no ICC permitem que os pacientes não precisem se deslocar para Estados mais distantes, como São Paulo e Rio de Janeiro, para a realização dessas técnicas de Radioterapia, trazendo mais qualidade e comodidade na assistência.

Sobre a IBM Brasil

Somos uma empresa de pessoas que estão transformando o mundo em um lugar melhor para todos, cocriando o futuro das empresas, governos e da sociedade por meio do forte investimento em pesquisa, pelo uso da inteligência artificial e tecnologias disruptivas. Há mais de 100 anos no País, temos impactado a vida de milhões de brasileiros, sempre colocando em primeiro lugar a transparência, segurança, privacidade e confiança dos dados. Nossa missão é ser protagonista da reinvenção digital das empresas e da sociedade e, para isso, democratizamos o acesso às mais importantes tecnologias, com Watson, blockchain, segurança e IoT, disponíveis na nuvem.

Como reduzir impacto por falhas de segurança em sua empresa

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Diversas aplicações, dispositivos de rede e de controles de acesso são utilizados por organizações no desempenho de suas atividades. Esses sistemas geram diariamente milhares ou mesmo milhões de registros (logs), o que torna difícil a identificação de ameaças ou ataques, mesmo quando gerenciados de forma centralizada.

Frequentemente, uma ameaça real tenta remover ou dificultar a identificação de eventos. Dessa forma, a ausência de logs também pode indicar o comprometimento da segurança. Outro ponto preocupante é que muitas organizações não possuem ferramentas apropriadas nem pessoal capacitado para identificação e investigação de incidentes de segurança. Segundo o relatório M-Trends 2019 (Fireye), em 2018 as organizações levaram em média 78 dias apenas para detectar que foram atacadas. E, uma vez comprometidas, em 64% dos casos se tornaram alvos recorrentes de outros ataques. Os setores de finanças, educação e saúde são os mais atacados.

É imperativo que o tempo médio de detecção de ameaças seja reduzido, assim como o tempo médio de resposta, para diminuir o impacto causado por falhas de segurança. Organizações com esse objetivo devem otimizar as tarefas do ciclo de detecção e resposta às ameaças de segurança.

Uma forma de resolver esse problema é utilizar uma abordagem de plataforma unificada, para garantir que capacidades críticas de inteligência de segurança sejam entregues de forma integrada, na qual todos os componentes são projetados para trabalhar elegante e eficientemente em conjunto.

Os principais benefícios da abordagem de plataforma unificada são:

  • Visibilidade abrangente e análise de big data: utilizando-se de security analytics de forma integrada, todos os dados adquiridos de logs são processados para retenção de dados forenses, em tempo real, com custo de aquisição reduzido por dispensar outras ferramentas de análise.
  • Análise contextual holística: a compreensão do contexto de eventos (atribuição de nível de risco a hosts e redes conhecidas, lista de contas privilegiadas ou vulnerabilidades conhecidas, por exemplo) é essencial para esforços de análise e resposta. Isso ajuda a garantir análises mais precisas e respostas mais rápidas a incidentes, reduzindo o custo total de propriedade.
  • Gerenciamento global para priorização de ameaças: potenciais ameaças devem ser priorizadas para ciclos de análise gastos de forma eficaz. A visibilidade abrangente e a análise de big data, combinadas com um contexto holístico, permitem que o sistema não apenas detecte uma classe de ameaças, mas também priorize as que são detectadas por ele e por outras tecnologias. Essa capacidade reduz muito o tempo médio de detecção de incidentes.
  • Resposta agilizada para incidentes: quando uma ameaça é descoberta, começa uma corrida para a resposta eficaz ao incidente. O tempo para investigação e resposta é criticamente impactado por quão rápido o analista consegue acesso aos dados forenses e contextuais relacionados ao incidente.

Reduzir o tempo de detecção e resposta a ameaças deveria ser uma prioridade para qualquer organização. Proteger os ativos da empresa evita prejuízos, não só cibernéticos e financeiros, mas de reputação também. Pensando nisso, as questões de segurança da informação devem sempre ser uma prioridade no âmbito corporativo.

Sobre o autor

Diego Sebastiany é analista de segurança da informação da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI especializada em outsourcing e consultoria.

Sobre a Service IT

Integradora de soluções e serviços de TI desde 1995, a Service IT é especializada em outsourcing e consultoria. A empresa possui uma equipe de profissionais altamente treinados e distribuídos em escritórios em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires e Santiago, com estrutura preparada para atender toda a América Latina. Com um Centro de Operações próprio, a Service IT monitora e gerencia o ambiente de TI de seus principais clientes.

Empresa de tecnologia otimiza vendas de gigantes da indústria médico-hospitalar com gestão inteligente de recorrência

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Ao organizar o departamento comercial e trazer maior engajamento de vendedores e gestores, CRM desenvolvido pela Ploomes eleva a quantidade de negócios das indústrias do setor de saúde no Brasil

Visando promover maiores oportunidades de negócio e ajudar na retomada do setor, a Ploomes lançou há quatro anos uma solução para trazer evolução na capacidade de vendas das indústrias e distribuidoras no Brasil. No segmento médico-hospitalar, diversos players do mercado, como Philips Healthcare, Nipro, TEB, CEI Group e RTS Rio, já utilizam o software de CRM criado pela empresa com objetivo de possibilitar o controle e tomada de decisões estratégicas baseadas em dados em tempo real, além de atender as necessidades de gestores e vendedores ao mesmo tempo.

Validado, o produto hoje já é utilizado por mais de 200 indústrias, distribuidoras e escritórios de revenda do País (no total são mais de 1.000 empresas), localizados principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em 2019, o sucesso do modelo de negócio também atraiu a atenção do experiente investidor Jander Martins, com mais de 35 anos de atuação na área da Tecnologia da Informação e fundador de empresas como Nexaas e MasterSAF, que aportou R$ 1 milhão na empresa. Com isso, a empresa de tecnologia projeta aumentar 300% o faturamento anual em relação a 2018.

Matheus Pagani, CEO e fundador da Ploomes, informa que as indústrias médicos-hospitalares implantam o sistema principalmente para colocar em prática processos de vendas baseados em tecnologia, além de definir estratégias e ferramentas de operação para automação e otimização da gestão de carteira de clientes. “Em suma, todos os players que aderem ao Ploomes conseguem elevar a performance de seus vendedores, aumentando a recorrência de vendas junto aos seus compradores”, explica.

Ainda de acordo com o empreendedor, a ideia da empresa é trazer maior organização e simplicidade na gestão dos seus departamentos comerciais. “Com o aumento da capacidade das indústrias em colocar seus produtos no mercado, certamente elas terão maior capacidade de investimento para promover inovação e continuar crescendo, adaptando-se cada vez mais ao conceito da Indústria 4.0”, complementa.

Primeira plataforma do mercado que traz funções estratégicas dos CRMs mais modernos com a parte operacional de indústrias e distribuidoras B2B, o Ploomes garante o engajamento da equipe de vendas pelo fato de unir, em um único local, funcionalidades como ferramentas para criação automática de orçamentos e pedidos de vendas (CPQ), cadastro de clientes com segmentação avançada, histórico do cliente, integração com ERPs e funil de vendas com fluxo de trabalho. A ferramenta concede ainda a possibilidade de criação de regras por estágio da etapa de vendas, aprovações, automações de disparo de e-mail, criação de tarefas, etc. “Além disso, somos o único player do mercado capaz de atender as complexas regras dos impostos brasileiros de forma nativa”, conclui Pagani.

Sobre o autor

Matheus Pagani, CEO e fundador da Ploomes: solução para indústrias médico-hospitalares aumentarem a produtividade da equipe de vendas e capacidade de gestão estratégica dos processos

Habilidades em alta na área de Ciências da Vida

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Na era de transformações tecnológicas quase impensáveis, a indústria de ciências da vida mostra que segue na vanguarda dessa mudança: em nenhum lugar isso é mais evidente do que em hospitais modernos, onde robôs realizam cirurgias, pacientes são receptores de articulações, membros e próteses, e dados pessoais moldam a maneira como remédios e tratamentos são formulados.

Este impulso em direção a uma era tecnotrônica está revolucionando o trabalho em Ciências da Vida – área que envolve o mercado farmacêutico e o setor da saúde como um todo. Com tanta inovação acontecendo, é óbvio que algumas habilidades estarão em falta, já que a demanda por "transformação digital" supera o número de profissionais qualificados para cumprir essas tarefas. Em outras palavras, há uma lacuna de habilidades sendo criada pelo ritmo radical de mudança.

Nesse cenário, como o candidato pode se preparar e desenvolver habilidades necessárias para superar essa transição? O diretor global da área de Ciências da Vida da Hays, Paul Strouts, lista algumas das áreas em que se percebe que os conjuntos de habilidades são insuficientes – e essas podem ser áreas nas quais o profissional deve se concentrar para encontrar seu emprego ideal.

1. Habilidades digitais

Os gerentes de contratação estão encontrando dificuldades para preencher vagas em que as habilidades digitais estão no topo da lista de requisitos. De programadores estatísticos a especialistas em Real World Data, o setor de ciências da vida está enfrentando obstáculos para encontrar profissionais nessa área. Desenvolva suas habilidades digitais e você se moverá na mesma direção que o mercado. 

2. Habilidades de liderança

A US Skills Index Analysis, que utilizou dados do LinkedIn para rastrear a oferta e a demanda de habilidades específicas em sete setores principais, mostra que havia uma lacuna de quase 40% em habilidades de gerenciamento de projetos para a indústria de ciências da vida/saúde. Treinamentos e cursos de liderança agora são amplamente acessíveis, então considere aproveitar esta oportunidade para reforçar suas competências. 

3. Habilidades em tecnologia médica

Um recente relatório da Deloitte sobre força de trabalho e habilidades em tecnologia médica na Austrália indicou uma lacuna de 15% nas habilidades de pesquisa de produtos e uma diferença de quase 30% nas habilidades de desenvolvimento de produtos. Notavelmente, 84% das empresas acreditavam que essas lacunas de habilidades estavam afetando negativamente seus negócios, principalmente nos últimos cinco anos. Com o ritmo acelerado da inovação tecnológica, adquirir habilidades em tecnologia médica é uma maneira segura de acelerar sua carreira.

4. Habilidades de venda

Enquanto no passado, a experiência clínica era um bônus para os representantes de vendas de produtos farmacêuticos, a nova tendência é que, em equipes menores, mais enxutas e colaborativas, boas habilidades comerciais sejam favoráveis. Você pode aumentar sua atratividade para potenciais empregadores, desenvolvendo e demonstrando seu valor para a prospecção para a linha de fundo da empresa.

Para os profissionais com as habilidades certas, existem oportunidades de emprego em ciências da vida como nunca visto antes. À medida que os velhos estereótipos são repassados em favor do novo, os candidatos com visão e agilidade irão fechar a lacuna de habilidades e chamar a atenção para um sistema de saúde totalmente novo.

Sobre a HAYS

Hays, a líder mundial em recrutamento de pessoas qualificadas, profissionais e capacitadas. A Hays plc (o "Grupo") é um grupo líder global de recrutamento profissional. O Grupo é especialista no recrutamento de pessoas qualificadas, profissionais e capacitadas em todo o mundo, sendo líder de mercado no Reino Unido e Ásia-Pacífico, e um dos líderes de mercado na Europa Continental e na América Latina. O Grupo opera nos setores público e privado, atuando em posições permanentes, contratos e trabalhos temporários. Em 31 de dezembro de 2018, o Grupo totalizava 11.700 funcionários, trabalhando em 262 escritórios, em 33 mercados e mais de 20 especialidades.

Corretoras de planos de saúde terão Selo de Qualidade

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Resultado de parceria entre a ABNT e o Sindiplanos, o programa de certificação será lançado no próximo dia 25, em São Paulo

O Selo de Qualidade Sindiplanos (SQS) será lançado no dia 25 de junho, às 9 horas, em evento na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em São Paulo. A iniciativa, destinada a disseminar as melhores práticas do mercado de corretagem de planos de saúde e odontológicos, trazendo mais transparência e profissionalismo ao setor, é resultado de parceria entre a ABNT Certificadora e o Sindicato das Corretoras de Planos de Saúde e Odontológicos do Estado de São Paulo (Sindiplanos).

As empresas serão avaliadas pela ABNT, como certificadora independente, atendendo a um programa que avaliará conhecimentos, habilidades e competências. Ao final do processo, as corretoras aprovadas receberão o Selo de Qualidade, um atestado de que adotam as melhores práticas de corretagem de planos de saúde e afins. O certificado terá validade de um ano e poderá ser renovado mediante auditorias anuais de manutenção.

“O Sindiplanos tem atuado como entidade “nucleadora” das melhores práticas do mercado de corretagem de planos de saúde e odontológicos, e irá declarar tais práticas na forma de um conjunto de requisitos, já que não existe Norma Brasileira para a padronização das atividades do setor”,  informa Moacir Marques Pereira, diretor de Desenvolvimento Organizacional  da Viva Saúde Consultoria e Corretora de Seguros e idealizador do programa de certificação.

Para se habilitar à certificação, a empresa deve ser associada ao Sindiplanos, atuar formalmente no mercado há pelo menos três anos e ainda comprovar atendimento  aos seguintes requisitos: obrigações financeiras, fiscais e tributárias; adequações de instalações; adequações de organogramas;  procedimentos ou fluxogramas para atividades críticas; controle de documentos físicos e eletrônicos; política de segurança de informações; código de ética/conduta; e relacionamento de mercado.

A conquista do Selo, entre outros fatores, deverá agregar maior credibilidade para as corretoras e, segundo Pereira, é interessante para todos os envolvidos, desde os beneficiários, operadoras até outras entidades de classe ou órgãos reguladores. “Além disso, a operação de uma corretora detentora do certificado certamente representará maior segurança para qualquer operadora, seguradora, administradora ou beneficiário, o que, no fim do ciclo, poderá ser mensurado por meio da redução de custos para todos, já que as melhores práticas tenderão a reduzir as despesas relacionadas à falta de qualidade e à não conformidade regulatória”.

Capacitação

Depois do lançamento formal do SQS, o Sindiplanos promoverá workshops de capacitação com suas associadas, com o intuito de divulgar as regras e os requisitos necessários para que uma corretora associada possa se candidatar à certificação. “Com esta capacitação os executivos do setor poderão iniciar um processo gradual de adesão, até que se sintam preparados para a auditoria de obtenção do selo”, afirma Moacir Pereira.

Na etapa seguinte, as corretoras candidatas e o Sindiplanos firmarão um contrato com a ABNT Certificadora, que então realizará as auditorias. De acordo com o idealizador do programa, esse procedimento terá o objetivo de verificar se a operação da corretora está em conformidade com os requisitos mínimos estabelecidos pelo Sindiplanos. Após a auditoria, se a ABNT atestar a conformidade, recomendará ao Sindiplanos a emissão do Selo.

Internamente, para avaliar o processo de candidatura, de engajamento e os resultados de auditoria para obtenção ou manutenção do Selo, o Sindiplanos contará com um comitê especificamente criado para a Direção do SQS. E para dirimir questões relativas a equívocos ou outros problemas durante ou após o processo de obtenção do SQS, o Sindiplanos contará com um conselho de mediação e arbitragem, também especialmente composto para este fim.

Moacir Pereira reforça que as empresas candidatas ao Selo não precisam, necessariamente, apresentar certificação de Sistema de Gestão da Qualidade, cujos requisitos são definidos, no Brasil, na norma ABNT NBR ISO 9001:2015, mas admite que são iniciativas que podem coexistir. “Em uma fase mais avançada, a empresa certificada também poderá trilhar o caminho da certificação ISO 9001, com apoio do Sindiplanos e certificação da ABNT”, ele explica.

O mercado de planos de saúde e odontológicos é amplo. Dados do sindicato apontam que cerca de 500 empresas estão aptas a participar do programa de certificação, entre elas, as 60 maiores plataformas de São Paulo.

Sobre a ABNT

A ABNT é o único Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional naInternational Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission(IEC).

Desde 1950, a ABNT atua também na área de certificação, atendendo grandes e pequenas empresas, nacionais e estrangeiras. A ABNT possui atualmente mais de 400 programas de certificação, destinados a produtos, sistemas e verificação de gases de efeito estufa, entre outros. A sociedade identifica na Marca de Conformidade ABNT a garantia de que está adquirindo produtos e serviços em conformidade, atendendo aos mais rigorosos critérios de qualidade. A ABNT Certificadora tem atuação marcante nas Américas, Europa e Ásia, realizando auditorias em mais de 30 países.

Precisamos falar sobre fraudes, medicina e saúde suplementar

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No Brasil, vivenciamos um fenômeno bastante interessante: denúncias surgem, ganham peso, chegam ao ápice do interesse público, algumas vezes até prisões ocorrem. Em outras, o parlamento instaura uma CPI, para depois de um tempo, tudo cair em total esquecimento. O envolvimento de parlamentares e do Ministério Público em investigações também têm data de vencimento. Alguns casos acabam sendo degraus de visibilidade, mas, em curto espaço de tempo, são engavetados e novos assuntos entram em pauta.

Temos hoje um Congresso e Senado renovados, com um número inédito de parlamentares em primeiro mandato, acontecimento que representa uma mudança positiva na expectativa de ruptura deste “status quo”. No entanto, neste momento, assuntos absolutamente relevantes para o Brasil estão parados no Congresso Nacional. Findo o primeiro trimestre de adaptações deste renovado parlamento, é preciso que as comissões sejam retomadas, assim como os assuntos urgentes de interesse da população.

Um destes temas, que ganhou enorme destaque em 2015, e ainda sem desfecho, é o caso das máfias das Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), que desencadeou uma CPI e continua gerando grande impacto para a saúde, tanto na rede pública, como às operadoras e planos de saúde. No início do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou medidas para evitar fraudes na compra e fornecimento de órteses epróteses ao SUS, com o lançamento de um conjunto de editais para registro de preços desses produtos. Entretanto, na prática, o que se nota é que nada evoluiu e as fraudes continuam sendo praticadas.

Um estudo recente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) apontou que fraudes e procedimentos desnecessários corresponderam a quase R$ 28 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do país em 2017. Já as despesas assistenciais das operadoras somaram R$ 145,4 bilhões no mesmo ano. Ou seja, os gastos com excessos e fraudes, como as realizadas pelas máfias das OPME, representaram 19% do total das despesas assistenciais, que incluem também consultas em pronto socorro, terapias, internações, exames, medicamentos e demais despesas médico-hospitalares.

Há cerca de um mês, outro estudo, desta vez do Insper, evidenciou que a judicialização na saúde cresceu 130% entre 2008 e 2017. A análise, solicitada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) atribuiu a maior parte dos processos contra a saúde pública envolvendo o acesso a medicamentos, enquanto no setor privado é mais comum pedidos de cobertura de procedimentos, especialmente ligados às OPME.

Quem acredita que a questão não chega ao bolso da sociedade, se engana. A inflação médica, que no Brasil tem alcançado patamares três vezes maiores que a inflação geral de preços, a alta sinistralidade, a superlotação da rede pública e também os atendimentos aos clientes de planos privados são significativamente impactados. Contudo, o mais preocupante é que continuamos a permitir que atitudes espúrias, patrocinadas por médicos que maculam a nossa profissão, advogados, representantes e proprietários corruptos de distribuidoras destes materiais continuem ganhando dinheiro, realizando cirurgias desnecessárias e colocando, inclusive, os pacientes em risco.

Como resultado da CPI instalada em 2015, foram propostos quatro projetos de lei e indiciamentos de vários envolvidos. Os projetos, porém, seguem parados em diferentes instâncias: PL 2451/2015 (disciplina a tutela de urgência em demandas judiciais), PL 2542/2015 (tipificação penal), PL 2453/2015 (sistema de educação) e PL 2454/2015 (regulação geral). Quem irá assumir projetos já maduros, importantes e necessários para a regulamentação e profissionalização deste segmento? Quando os novos governantes e parlamentares eleitos assumirão discussões tão necessárias para a saúde?

Enquanto esperamos atitudes efetivas para essas questões, as operadoras e planos tentam fazer a sua parte - aplicando regras de compliance, monitorando e buscando alternativas éticas para os pacientes com indicação de cirurgias para a implementação de dispositivos médicos.

Ainda assim, ao negar um procedimento, com todo o embasamento técnico, o beneficiário recorre sistematicamente à judicialização e, novamente, temos a questão vista sob uma ótica invertida. Não é o plano de saúde negando tratamento e sim apontando que algo deve ser revisto dentro do sistema de saúde. As máfias das OPME continuam lucrando, explorando pacientes desavisados e juízes sem os devidos embasamentos técnicos. A consequência é uma desinformação geral. Afinal, aquilo que não está na mídia, não tem relevância, certo? Só que neste caso, tem sim.

Sobre o autor

Alexandre Ruschi é médico e presidente da Central Nacional Unimed.

Entenda como a telessaúde pode melhorar a medicina no Brasil

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Telessaúde contribui para melhora na qualidade e acesso aos serviços médicos

O segmento de medicina está constantemente em evolução acompanhando as inovações tecnológicas e as novas pesquisas que melhoram a qualidade e efetividade dos serviços médicos.

O surgimento e difusão da telessaúde é fruto dessa tendência de adoção da tecnologia na área médica. A seguir saiba do que se trata esse modelo e os principais benefícios dele à realidade brasileira.

O que é telessaúde?

A telessaúde consiste em um modelo que visa à prestação de serviços de saúde à distância por meio das tecnologias da informação e comunicação (TICs). Algumas subáreas da telessaúde são a telemedicina e a telerradiologia, que também utilizam esses recursos, mas têm aplicações mais específicas.

Além dessas subáreas, a telessaúde abarca uma série de outras que fazem com que o modelo seja mais amplo e completo, como:

● tele-educação;

● gestão em saúde;

● redes de investigação;

● tele-epidemiologia.

Dessa forma, tanto um treinamento da equipe à distância quanto um procedimento executado por um robô utilizando internet das coisas (IoT) estão dentro do escopo da telessaúde.

Quais são as vantagens desse modelo?

A difusão da telessaúde no território brasileiro deve-se aos muitos benefícios observados com a adoção da solução, seja em clínicas e hospitais particulares como também no Sistema Único de Saúde (SUS).

A seguir conheça as principais vantagens desse modelo que têm contribuído para a expansão das soluções utilizando tecnologias de comunicação na área da saúde.

Superação de barreiras geográficas

Um aspecto determinante da telessaúde é que ela permite que um paciente de São Paulo e outro do interior do Amazonas sejam atendidos pelos mesmos profissionais.

Ainda que um lugar tenha maior infraestrutura, o atendimento digital permite que pessoas que moram em regiões afastadas ou com menor infraestrutura possam acessar bons serviços de saúde, superando barreiras territoriais que determinavam as chances de recuperação e tratamento.

Universalização dos serviços

Levando em consideração o mesmo exemplo apresentado acima, o modelo viabiliza a universalização dos serviços de saúde, incluindo tanto o atendimento médico, como avaliação de exames, realização de procedimentos e monitoramento contínuo.

As tecnologias viabilizam que todas as pessoas possam receber o atendimento médico especializado, fazendo com que a universalização dos serviços seja um objetivo mais próximo.

Otimização dos recursos

Um dos aspectos que sempre foram determinantes na área médica é a disponibilidade dos recursos, principalmente considerando a atuação do SUS.

A telessaúde, entretanto, é favorável a uma política de contingenciamento de recursos, pois permite a otimização dos atendimentos e relacionamento entre médico e paciente, facilitando, por exemplo, a prevenção de doenças.

Redução dos custos

Para que seja possível universalizar o acesso à saúde é determinante que os serviços possam ser mais baratos. A tecnologia auxilia ao reduzir custos com deslocamentos, infraestruturas ociosas e desperdício de insumos.

Ao baratear os custos de acesso aos serviços médicos, como por meio de parceiras especializadas em cada tipo de demanda, como é o caso da telerradiologia, permite-se que mais pacientes possam utilizar um serviço especializado e altamente qualificado sem pagar a mais por isso.

Como a telessaúde pode melhorar a medicina no Brasil?

Pensando nos desafios no Brasil para melhorar os serviços médicos, alguns dos benefícios da telessaúde destacam-se e justificam os investimentos públicos e privados no modelo.

Maior acesso aos serviços

Como afirmado anteriormente, um dos desafios no Brasil é garantir acesso aos serviços médicos principalmente em regiões de menor densidade populacional, como regiões interioranas, rurais, em tribos indígenas, entre outros locais.

Outro desafio refere-se ao atendimento especializado. Em geral, esses locais recebem profissionais generalistas, dificultando o atendimento por especialistas como ginecologistas, cardiologistas, neurologistas etc.

Por meio da telessaúde, profissionais especializados podem realizar esses atendimentos para garantir mais qualidade no diagnóstico e tratamento, além do monitoramento do paciente.

Gestão de serviços

Um problema no Brasil é a concentração de investimentos nas regiões Sul e Sudeste em detrimento das demais, atraindo também os profissionais mais qualificados.

Dessa forma, tanto médicos quanto gestores concentram-se nessas regiões, fazendo com que outras partes do país tenham déficit de profissionais qualificados para realizar a administração eficiente dos recursos de saúde.

A telessaúde promove essa articulação entre as áreas, facilitando a gestão em saúde e também a qualificação de profissionais alocados em regiões afastadas, o que permite que mesmo áreas mais carentes e suscetíveis beneficiem-se dessas trocas.

Qualificação profissional

Como visto, a concentração de profissionais em determinadas regiões do país limita a disponibilidade e qualidade dos serviços médicos em outras.

Um dos desafios sempre foi a qualificação dos profissionais, pois muitos enfermeiros, gestores, radiologistas, atendentes e mesmo médicos não conseguem se deslocar para fazer atualizações e treinamentos.

Com a telessaúde voltada a tele-educação a difusão do conhecimento torna-se possível, promovendo cursos e atualizações que viabilizem o avanço e inovação dos serviços médicos independente das limitações regionais. Dessa forma, a telessaúde tem sido um elemento-chave para melhorar e ampliar o acesso à saúde no Brasil, garantindo mais satisfação para profissionais da área médica e também pacientes.

Conheça o aparelho que identifica a fibrilação atrial, uma das principais causas do AVC

Conheça o aparelho que identifica a fibrilação atrial, uma das principais causas do AVC

Distribuído com exclusividade pela MedLevensohn no mercado brasileiro, device tem 98% de índice de acerto

Alinhada a um dos principais temas do Congresso anual da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), o uso da tecnologia no mercado de saúde, a MedLevensohn estará presente no evento com o Microlife Afib, um aparelho revolucionário que é capaz de detectar a Fibrição Atrial (FA) em poucos minutos.

O funcionamento do device é bastante simples: por meio de uma aferição de pressão arterial, ele identifica a arritmia que mais ocasiona Acidente Vascular Cerebral (AVC) de causa tromboembólica. Segundo o Ministério da Saúde, o AVC é a segunda maior causa de mortes no Brasil, além de ser a doença que mais debilita pacientes.

Conforme explica o médico consultor da MedLevensohn, Alexandre Chieppe, a identificação prévia e o início do tratamento correto fazem com que as consequências da FA sejam totalmente evitáveis. Os episódios de AVC relacionados à FA tendem a ser mais graves, porque há maior chance de ocorrer um infarto associado. “Existe, também, acréscimo no risco de morte hospitalar e na recorrência da doença”, afirma o especialista.

O AVC pode deixar sequelas e limitações nos indivíduos e exige, muitas vezes, um longo período de reabilitação até que o paciente retorne às atividades cotidianas. Segundo o CEO da MedLevensohn, José Marcos Szuster, o Afib pode ser incluído na rotina de triagem, monitoramento e tratamento em emergências, em Unidades Básicas de Saúde (UBS), clínicas e hospitais.

Poucas situações na medicina são tão significativas quanto a detecção oportuna da FA, já que possibilita a correção de um fator de risco com muita rapidez. Em torno de 25% dos pacientes portadores de fibrilação atrial não apresentam nenhum sinal ou sintoma clínico, dificultando muitas vezes o correto diagnóstico. “Após o rastreio da FA, o paciente pode ser encaminhado a um especialista, que deve solicitar a realização de um eletrocardiograma, somente para confirmar o diagnóstico do Afib, e inicia-se, assim, o tratamento”, comenta Szuster.

Segundo Diego Hernandez, gerente de produtos da MedLevensohn, o aparelho é diferente do que os que se apresentam atualmente no mercado. “É fácil de ser usado, pequeno e mais barato do que uma máquina grande, além de poder ser utilizado como um adicional à aferição comum de pressão e temperatura, por exemplo, em triagens de hospitais”, afirma.

O 40º Congresso da Socesp será realizado entre 20 e 22 de junho, no Transamérica Expo Center. O estande da MedLevensohn é o de número 2 e fica na área de expositores, onde profissionais estarão disponíveis para atender aos congressistas. São esperados mais de 7 mil participantes durante os três dias do evento.

Além do Microlife Afib, A MedLevensohn irá mostrar diversos outros produtos, como os testes rápidos de detecção de Dengue, Malária, HIV, Sífilis, Hepatites A e B, Troponina I Cardíaca e Influenza A e B (H1N1), e os monitores de Colesterol, Glicemia e Diabetes, por exemplo.

Sobre a MedLevensohn

Distribuidora brasileira especializada em saúde, que oferece, além de sistema de testes rápidos, produtos e serviços que auxiliam no diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial, colesterolemia e Acidente Vascular Cerebral (AVC). No mercado há mais de 15 anos, é distribuidora e importadora Master Dealer, referência de alta tecnologia, segurança, agilidade e preço competitivo na promoção da qualidade de vida e bem-estar de seus clientes e parceiros.

Air Liquide Brasil começa a implantar IA em suas unidades em parceria com start-up

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Empresa do setor de gases industriais e medicinais firma contrato com a start-up SVA Tech para a aprimorar controles e segurança em suas plantas

Air Liquide, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, está iniciando a implantação de soluções em Inteligência Artificial em suas unidades do Brasil, resultado do contrato firmado com a start-up SVA Tech, empresa de tecnologia e inovação, com foco em Visão Computacional e Inteligência Artificial. A start-up fornece para a Air Liquide soluções para o monitoramento das plantas e controle do fluxo de entrada e saída de materiais 100% on-line.

Segundo Renato Schröter, gerente de inovação da Air Liquide Brasil, as ferramentas de monitoramento desenvolvidas junto com a SVA Tech têm como objetivo principal a qualidade de dados e controles e a segurança dos colaboradores nas plantas produtoras de gases medicinais e industriais. “Por meio das soluções em vídeo implantadas pela start-up, conseguimos identificar, por exemplo, se um funcionário está em uma área de alto risco na unidade; também é possível identificar se está utilizando ou não os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI’s), entre outros cuidados relacionados à segurança”, explica. “Acompanhamos tudo de forma remota e, ao identificar uma eventual situação de risco,é possível acionar rapidamente a unidade e tomar as providências necessárias”, completa.

O software que a SVA Tech fornece para a Air Liquide Brasil é chamado “SmartVision” e se caracteriza por ser uma ferramenta de vídeo analítico. A partir das imagens captadas pelas câmeras já existentes na Air Liquide, o sistema identifica situações configuradas como sendo de risco e oferece duas possibilidades de resposta: local, na qual o software pode ser programado, por exemplo, para acender automaticamente uma luz de alerta no local de risco, caso uma pessoa entre no mesmo; e remota, em que o sistema envia uma notificação para o smartphone do(s) responsável(is) que têm acesso ao software, para que tomem providências remotamenteorientando as equipes locais sobre procedimentos adequados.

A Inteligência Artificial também vem sendo utilizada em algumas plantas da Air Liquide Brasil em processos logísticos, igualmente em parceria entre a SVA Tech e a área de Engenharia da Air Liquide. Uma das soluções desenvolvidas possibilita o controle de acesso dos caminhões que entram e saem das unidades, gerando informações como: identificação do motorista, do veículo e do carregamento nele contido, inclusive a pesagem e tempo gasto nos procedimentos. “Tudo isso, sem a necessidade de digitar qualquer informação ou incluí-las de forma manual, aprimorando controles e minimizando retrabalhos”, destaca Schröter.

As soluções da SVA Tech estão sendo implantadas de forma gradativa nas plantas da Air Liquide Brasil. Atualmente, são quatro as que contam com as ferramentas desenvolvidas pela start-up em 2019. Até o final de 2020, outras três devem ter integradas essas tecnologias.

A Air Liquide tem intensificado sua proximidade às start-ups por meio de diferentes iniciativas, com o objetivo de identificar aquelas que podem agregar valor às suas operações e contribuir para estimular internamente a “cultura da inovação”. A parceria entre a multinacional de origem francesa e a start-up é resultado da convivência no Inovabra Habitat, espaço criado pelo Grupo Bradesco para fomentar a inovação nas empresas.

Sobre a Air Liquide

Líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a Indústria e Saúde, a Air Liquide está presente em 80 países, com aproximadamente 66.000 empregados e atende mais de 3,6 milhões de clientes e pacientes. Oxigênio, Nitrogênio e Hidrogênio são moléculas essenciais à vida, matéria e energia. Elas incorporam o território científico da Air Liquide e estão no centro de suas atividades desde a fundação da empresa, em 1902.