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Logística reversa de medicamentos

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Enquanto ainda existe o imbróglio referente a logística reversa de medicamentos, a Indústria Farmacêutica, consciente das consequências, vem fazendo sua parte, e pagando um alto preço por sua responsabilidade ambiental e social.

Em 2013 foi formado um GT (Grupo de Trabalho) com várias instituições envolvidas com o descarte de medicamentos, onde foi elaborado e publicado no Diário Oficial da União um edital de acordo setorial para implantação de sistema de logística reversa de resíduos de medicamentos.

“O edital chamava os setores interessados a apresentarem, em 120 dias, sugestões que contemplassem todas as etapas do ciclo de vida dos medicamentos. O grupo recebeu propostas da indústria, dos distribuidores e do comércio varejista. “Como as propostas recebidas não estavam a contento do acordo, o grupo pediu e ficou aguardando novas propostas, que não chegaram, e o plano parou”, relembrou Rossana Spiguel.”

O GT de Descarte de Medicamentos e a Logística Reversa foi instituído pelo CFF, em 19 de outubro de 2016, com a finalidade de resgatar as atividades que foram realizadas sobre resíduos de medicamentos, desde a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) - Lei 12.305/2010 e Decreto nº 7404/2010 - até os dias atuais, a fim de subsidiar tecnicamente as diversas Comissões do CFF e dos CRFs, promover discussões e ações relacionadas a este tema e contribuir com a implantação da logística reversa de resíduos de medicamentos no país.

Com a instituição da PNRS, um novo marco regulatório foi estabelecido para a gestão de resíduos sólidos no Brasil. Entre os instrumentos definidos pela PNRS está a implantação da logística reversa para os resíduos sólidos por meio de acordos setoriais relacionados aos resíduos de medicamentos.

Enquanto aguardam o impasse a respeito da logística reversa de medicamentos, as indústrias vão fazendo o possível para ajudar, seja com

a própria logística reversa, seja com doações para instituições por conta própria.

O certo é que muito dinheiro é gasto com a logística reversa, e poucas empresas realizam tal serviço. A burocracia e a necessidade de fornos de incineração especiais, raros no Brasil, encarecem demais a logística reversa de medicamentos.

Pensando na parte social e ambiental, unindo a tecnologia e a vontade de ajudar o planeta, surgiu a PegMed, uma startup de impacto sócio-ambiental, que veio para ajudar as indústrias a economizar e terem descontos em impostos, além de agregar valor a marca ajudando o social e o ambiental.

Com 120 dias antes da data de validade, os medicamentos não podem mais ser comercializados e a indústria tem que descartar esse medicamento, que está dentro da validade e podendo ajudar muitas pessoas. A solução da PegMed é cadastrar esses medicamentos na sua plataforma, onde já tem instituições de caridade legalizadas cadastradas (a indústria pode escolher ou indicar as de sua preferência), a instituição recebe a lista desses medicamentos sobrando e escolhe o que necessitam. Algumas indústrias tem seus próprios programas de doação, mas muito manuais e burocráticos ainda, fazendo o medicamento chegar à instituição com pouca data de validade. A plataforma da PegMed consegue otimizar esse tempo, além de desburocratizar e conseguir métricas importantes para a indústria. Tudo online, com memorando, assinatura eletrônica, cadastro de instituições e renovação e o que mais a indústria necessitar.

Ganha o meio ambiente, ganha a sociedade, ganha a indústria e é feita uma corrente do bem, onde todos são beneficiados.

O futuro na indústria farmacêutica, como em qualquer área, passa pela tecnologia para economizar, otimizar e aperfeiçoar os métodos.

Sobre o autor

Rodrigo Miranda, CEO PegMed.

Médicos adotam tecnologia para orientar seus pacientes

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De acordo com CEO da Doctoralia, medida pode aumentar a expectativa de vida dos pacientes, além de permitir uma gestão de consultório completa aos profissionais de saúde

Nos dias atuais, não é segredo que as relações pessoais e profissionais se dão majoritariamente no meio online. De acordo com o estudo Global Digital 2018, publicado por We Are Social e Hootsuite, cerca de 4 bilhões de pessoas ao redor do mundo têm acesso à internet, sendo que boa parte desse número se conecta preferencialmente pelos smartphones.

Por ser de fácil manuseio, esses aparelhos caíram no gosto da população, que não pensa duas vezes em utilizá-lo para conversar com os amigos, solicitar um táxi, encaminhar um e-mail profissional e consultar o saldo bancário. Contudo, uma relação que até pouco tempo atrás era impensável acontecer por meios virtuais começa a ganhar corpo também: aquela entre médicos e pacientes.

Uma pesquisa recente realizada pela Associação Paulista de Medicina e pelo Global Summit Telemedicine & Digital Health apontou que cerca de 82% dos médicos paulistas usam a tecnologia para auxiliar seus pacientes, sendo que a maioria aponta o WhatsApp como uma ferramenta útil para contato eficaz entre ambos.

Carlos Eduardo Spezin Lopes, CEO da Doctoralia no Brasil, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, vê com otimismo tal mudança. "É evidente que, nos últimos anos, as tecnologias da informação avançaram em todas as áreas de nossas vidas, incluindo a saúde, e que os especialistas precisam se adaptar a elas. Um médico do século 21 deve estar familiarizado com as ferramentas digitais disponíveis, o que também implica num novo relacionamento com o paciente", afirma.

Para o executivo, essa facilidade de contato pode aumentar a expectativa de vida das pessoas, já que as incentiva a marcarem consultas médicas com mais frequência. "Com as tecnologias atuais, o paciente, além de ter um contato quase instantâneo com o seu médico, pode realizar agendamentos de consulta com um simples toque de celular, evitando assim longas filas de espera ou até mesmo ligações intermináveis para uma central. Dessa forma, se sente motivado a sempre estar cuidando da saúde".

A pesquisa realizada pela Associação Paulista de Medicina confirma essa tendência. Quase 68% das respostas concordam com a frase "a tecnologia não vai substituir o médico, mas pode substituir o médico que não usa tecnologia". Já 83,89% acreditam que os aparelhos celulares serão capazes de funcionar como guardiões da saúde, possibilitando que as pessoas monitorem certos aspectos da saúde em suas próprias casas.

Por outro lado, o médico que opta pela adoção de serviços tecnológicos consegue otimizar o seu tempo e se dedicar mais a tarefas estratégicas. "Agora, ao invés de recorrer apenas a agendas e controles manuais, o profissional de saúde já tem à sua disposição ferramentas digitais que fazem a gestão completa de seu consultório, tendo, assim, acesso a informações estratégicas que deixam seu paciente cada vez mais satisfeito", explica Lopes.

Engineering lança Digital Lab para concentrar suas iniciativas de inovação

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Além da Europa e Estados Unidos, companhia estrutura seu laboratório no Brasil e dedica atualmente 200 colaboradores para esta frente. O plano de investimento na área é de 20% do EBTIDA nos próximos três anos

A Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital, está ampliando suas iniciativas voltadas às demandas digitais. A empresa reuniu toda a sua estrutura de especialistas e criou uma nova frente, denominada Digital Lab. O objetivo é potencializar essa prática por meio da concentração do time e alavancar os projetos de Transformação Digital, que se tornaram a essência da companhia.

"Esta iniciativa tem importância singular na organização. Além de comportar 25% do time de especialistas digitais presentes na operação brasileira e que estão distribuídos entre os escritórios de São Paulo e de Belo Horizonte, a companhia tem como meta investir no laboratório 20% do seu EBTIDA nos próximos três anos", comenta Filippo Di Cesare, CEO da Engineering. Além dessa iniciativa na América Latina, a empresa mantém centros de pesquisa e inovação na Europa e nos Estados Unidos.

A estratégia de Transformação Digital da companhia está baseada em uma abordagem focada no framework denominado DigitalOne, que envolve o apoio às empresas no desenvolvimento de seus próprios roadmaps digitais com foco nos objetivos de negócio e no nível de maturidade na jornada da Transformação Digital. "Não é só um diagnóstico. O principal objetivo é desenhar junto com o cliente a sua trajetória, ou seja, o que ele precisa para, de fato, percorrer a jornada da transformação digital, digitalizar os processos e evoluir o nível de maturidade", explica Filippo.

Três pilares sustentam uma estratégia DigitalOne – Customer Experience, Digital Operation e New Business Models. Nesta estrutura, a Engineering trabalha para que seus clientes promovam experiências personalizadas, ampliem a eficiência operacional e identifiquem novos modelos de negócios e de monetização.

"Com base neste framework, priorizamos as implementações de acordo com a geração de valor do negócio. Todo o processo, desde o assessment até a aplicação das tecnologias, é realizado com base na metodologia ágil, o que permite lidar com imprevisibilidades e mudanças de cenários no decorrer dos percursos", afirma Rafael Lategahn, Head de Digital Architecture & Innovation da Engineering.

O ambiente do Digital Lab, que atua na arquitetura de soluções, atende tanto à implementação de projetos demandados pelos clientes, como também por meio do conceito de Produto Mínimo Viável, do inglês, Minimum Viable Product, ou simplesmente MVP, que não as versões mínimas de desenvolvimento, como o próprio nome diz, para iniciar a jornada digital do cliente, assim como desenvolve Provas de Conceito (POCs), que antecipam às empresas soluções já testadas, uma iniciativa que ocorre em 80% dos projetos da companhia. No formato de POC, o mercado tem demandado, por exemplo, soluções de análise de sentimento de rede social, assim como plataformas de omnichannel e assistentes virtuais projetada para setores específicos.

"Podemos dizer que o Digital Lab se tornou o coração da companhia. Neste ambiente se respira as inovações que são aplicadas nos clientes para torna-los digitais e guiados por dados para desfrutarem de novos ecossistemas digitais, como Application Programming Interface (API), Inteligência Artificial, Machine Learning, Intelligent Data Platforms, Omni-Channel, Chatbot, Big Data & Analytics, IoT, DevOps, entre outras soluções que impulsionam a jornada digital dos clientes", finaliza o CEO da companhia.

Sobre a Engineering 

A Engineering é uma companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital. A partir do Digital Transformation, do Business Integration, da TI Consulting e do Outsourcing, a Engineering transforma os processos de negócio das empresas em modelos operacionais alinhados com a Era Digital. 

Diagnósticos do Brasil bate recorde e assume a liderança do mercado nacional

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No mês de maio, o laboratório superou a incrível marca de 7 milhões de exames processados em todo país

Com 8 anos de história, o Grupo Diagnósticos do Brasil (DB), laboratório exclusivo de apoio no país, ou seja, especializado em prestar serviços de terceirização de exames de análises clínicas para outros laboratórios, tem motivos de sobra para comemorar. No mês de maio, a empresa quebrou recordes e superou a casa de 7 milhões de exames processados, assumindo a liderança do mercado nacional. Atualmente, o DB conta com três grandes unidades técnicas no país localizadas nos estados do Paraná, São Paulo e Pernambuco, duas unidades especializadas, localizadas no estado de São Paulo, o DB Molecular e o DB Patologia, além de mais de 40 unidades regionais de atendimento distribuídas em diferentes estados.

“Nos últimos anos, conseguimos inovar muito dentro de um segmento tão complexo e desafiador. Com investimentos contínuos, desenvolvemos e aplicamos ações de melhorias em nossos serviços, dedicando uma atenção especial para a excelência dos processos e de atendimento, tudo para proporcionar as melhores soluções para os nossos clientes”, comenta Tobias Thabet Martins, diretor comercial do DB.

Levando em consideração as principais tendências e conceitos do mercado, o grupo atua em todas áreas de análises clínicas, realizando mais de três mil exames diferentes, e apostou na segmentação de seus serviços em três marcas: DB Toxicológico, que tem como carro-chefe o exame de larga janela de detecção e toda medicina ocupacional; DB Patologia, focado em áreas como anatomopatologia, citopatologia e imuno-histoquimica; e DB Molecular, especializado em biologia molecular, genética e citogenética.

“Remodelamos toda a nossa marca e trabalhamos de forma dedicada a cada uma delas. São 3 empresas voltadas a diferentes segmentos, com áreas comerciais, técnicas e de assessoria científica distintas. Mesmo oferecendo as vantagens da atuação como laboratórios de nicho, as unidades especializadas desfrutam da capilaridade do grupo, que conta com regionais de atendimento, distribuídas pelo país, além de uma estrutura logística que permite que os laboratórios recebam amostras de qualquer lugar do Brasil em menos de 24 horas”, explica o diretor do DB. Dessa maneira, o DB consegue atender o mercado nacional colocando em prática suas principais premissas: foco em qualidade e gestão de pessoas, investimento constante em tecnologia e pesquisa, assessoria científica especializada para atendimento ao cliente e agilidade na entrega de resultados.

Investimento em infraestrutura

Motivado pelos números positivos do mercado, o Diagnósticos do Brasil vai inaugurar, no início do segundo semestre uma mega unidade na Região Metropolitana de Curitiba. O projeto da nova matriz da empresa, fruto de um investimento de mais de R$ 20 milhões, contará com mais de 7.400 m² de área construída. “Os nossos resultados são incríveis, mas não podemos nos dar por satisfeitos. Sendo assim, os investimentos em infraestrutura irão continuar, tudo para oferecermos serviços cada vez mais completos, atendendo a demanda do mercado nacional com muita agilidade e eficiência. A nova unidade nos dará um fôlego extra para continuarmos na liderança do mercado nacional. Com ela, teremos nossa capacidade de processamento de exames aumentada consideravelmente”, explica Martins.

A nova unidade do DB, localizada próxima ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, levando em consideração a facilidade para o transporte das amostras, terá capacidade para realizar mais de 5 milhões de exames por mês, reunindo tudo o que há de mais moderno em inovação, tecnologia e serviços. Com a conclusão do espaço, a empresa será capaz de realizar mensalmente 15 milhões de exames, atingindo a incrível marca de 180 milhões de exames ao ano. “Os investimentos realizados reforçam a excelente atuação do Diagnósticos do Brasil no mercado. Além da estrutura física de excelência, contamos com uma logística exclusiva, que consegue atender o mercado nacional com agilidade por meio de dezenas de unidades de atendimento e mais de 400 rotas que atendem, aproximadamente, 1.800 cidades”, detalha o diretor do DB, que conta com uma rede de quase 5 mil laboratórios clientes em todos os estados do país.

Além dos investimentos no Estado do Paraná, as unidades técnicas de Sorocaba e Recife irão passar por ampliações nos próximos meses. Para completar, o DB está iniciando as obras de sua unidade especializada em exames de toxicologia, espaço com mais de 3.500m² que receberá um investimento de R$ 30 milhões. “Com esses mais de R$ 50 milhões investidos em nossas unidades, consolidaremos o nosso crescimento de forma robusta e sustentável. Com toda essa excelência, conseguimos oferecer, ainda, apoio para nossos clientes em diferentes setores, seja na assessoria da gestão dos exames, treinamento para a coleta, auxílio em tecnologia da informação e marketing, tudo para que eles sejam fortes e sustentáveis, pois, dessa forma, nós seremos também”, completaTobias Thabet Martins.

Terapias Digitais 24 Horas

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Não é de hoje que uma onda silenciosa vem se formando no horizonte, e pelo jeito se trata de um daqueles tsunamis tecnológicos que levam ideias e hábitos de consumo para um passado esquecido na velocidade de uma rolagem de tela.

Apesar de soar como mais um futurismos sem conexão alguma com nossa vida, o fato é que as DTx (Digital Therapeutics) já começaram a mostrar que terão um papel cada vez mais crucial na forma como a saúde é entregue e consumida ao redor do mundo.

Na última semana, por exemplo, a rede de drogarias americana CVS passou a incluir em seu programa de benefícios em medicamentos (PBM) um app criado para tratar insônia. Isso mesmo. Os pagadores do sistema de saúde americano passarão a custear terapias digitais para seus beneficiários, da mesma forma que é feito com remédios para artrite ou qualquer outra doença crônica.

Mas não se trata apenas de pagar por um aplicativo de saúde baixado no seu smartphone. Diferentemente do que ocorre muitas vezes com esses apps, as terapias digitais são baseadas em evidências científicas e têm a função de entregar intervenções terapêuticas diretamente aos pacientes. Ou seja, trata-se de uma nova categoria no mundo da Saúde Digital!

As soluções DTx vão desde combos de software e hardware (também chamados de SaMD – Software as Medical Devices) para melhorar o controle de doenças, como asma, até ferramentas como calculadoras de doses de insulina para adultos com diabetes tipo 2.

E já começam a surgir tantas aplicações ao redor do mundo que nos fazem pensar se DTx já não seriam, na verdade, uma low hanging fruit. No Reino Unido, por exemplo, o NHS já incluiu em seu protocolo para tratamento de diabetes o uso de um desses aplicativos.

E ainda existem diversos outras soluções para doenças como TDAH, insônia e doença pulmonar obstrutiva crônica, em fase de avaliação visando a incorporação a outros protocolos. Não é sem motivo que algumas plataformas de prescrição eletrônica já começaram a incluir em seus bancos de dados DTx a fim de apoiar os médicos na hora de prescreverem quais downloads poderão ser indicados para seus pacientes.

Trata-se de uma verdadeira revolução digital na forma de cuidar da nossa saúde. E que em breve estará mais perto de nós do que aquela farmácia 24 Horas aberta logo ali na esquina.

FIDI reduz 15% dos custos com armazenamento de exames na nuvem

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Cloud computing concept. Hand with ethernet cable connecting into cloud.

Com o objetivo de armazenar imagens de exames de seus pacientes de maneira segura, a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) – responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde – é hoje um cliente no Brasil de grande demanda de serviços em nuvem da Amazon Web Services (AWS), uma empresa da Amazon.com (NASDAQ: AMZN), utilizando um espaço de 600 terabytes para o armazenamento de exames de imagem e laudos. A instituição realiza cinco milhões de exames de imagem por ano - ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X, hemodinâmica e densitometria óssea.

Ao utilizar os serviços e infraestrutura em nuvem da AWS, a FIDI melhorou a gestão das informações e a velocidade de recuperação das imagens, além de ter diminuído suas despesas operacionais. "Reduzimos os custos de armazenamento em 15%, evitando renovação do parque e incremento de disco por meio do uso da Amazon S3. Além disso, notamos um aumento no desempenho de 10% em relação a antiga arquitetura, usando o Amazon S3 e a AWS Direct Connect", relata Hélio Ajzen, superintendente de Infraestrutura da FIDI.

O uso de serviços em nuvem AWS permite crescimento do negócio da Fundação. “A FIDI escolheu a Amazon Web Services por ser referência global de provedor em serviços de nuvem no mundo, por fornecer os melhores recursos para nossas necessidades específicas e pelo apoio da sua equipe de web services”, ressalta Hélio.

A escalabilidade e proteção dos dados aliado à redução de custos foi um dos grandes desafios da FIDI, que conta anualmente com uma média de atendimento de cinco milhões de exames. “Uma das principais adversidades desse trabalho era a necessidade de armazenamento seguro em larga escala maximizando os recursos. Armazenar o histórico dos pacientes de forma segura, permanente e escalável era um desafio, pois a FIDI dependia de uma solução baseada em disco de envelhecimento”, conta o superintendente.

Atualmente, a FIDI utiliza o Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2) para hospedar sua plataforma web de acesso as imagens e laudos para os pacientes; o serviço Amazon Simple Storage Service (Amazon S3) para armazenamento de mais de 600 terabytes de dados e imagens e a AWS Direct Connect para conexão segura, dedicada entre o seu principal centro de dados e o AWS Cloud.

Sobre a FIDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização.

Os desafios do setor da saúde e como a tecnologia pode mudar

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O serviço prestado por médicos, enfermeiros, equipe administrativa, pacientes e, em geral, toda a equipe humana que faz parte das instituições de saúde, está em constante avaliação tanto pelo sistema regulatório quanto por seus pacientes. Cumprir com as regulamentações do setor e oferecer um serviço excelente todos os dias, muitas vezes pode fazer a diferença entre a vida e a morte de um paciente. Não é segredo que o setor enfrenta desafios importantes. Entre eles, a redução ou eliminação de erros em medicamentos e procedimentos, a racionalização dos processos para cobrir todos os casos que solicitam o atendimento e a elevação dos padrões de qualidade no mesmo. No entanto, há também outros desafios que não são precisamente enfrentados pelos pacientes, mas exigem a mesma atenção e cuidado que os percebidos pelo cliente, para cumprir os regulamentos e ter visibilidade máxima do que acontece dentro da entidade.

Ter procedimentos adequados de assepsia e antissepsia, bem como a visibilidade da manipulação de equipamentos, instrumentos médicos, uniformes, roupas de cama e macas, entre outras ferramentas necessárias para a prestação do serviço de saúde, também pode significar a recuperação ou agravamento da doença de um paciente. Como fazer a diferença? Essas instituições encontraram na tecnologia a melhor maneira de gerenciar seus ativos.

Segundo o Estudo Zebra 2022 sobre Hospitais, espera-se um aumento de 40% no uso de dispositivos móveis para 2020, o que permite a captura de informações sobre pacientes, ativos, medicamentos, equipe, entre outros. Dessa forma, é possível saber se um paciente já recebeu uma medicação específica, mas também a localização e o status dos diferentes ativos, como equipamentos, instrumentos cirúrgicos, roupas de cama, uniformes, entre outros. Esses dispositivos podem ser computadores móveis, scanners de códigos de barras ou tablets, com os quais é possível acessar informações em tempo real dos processos operacionais e médicos da clínica, de qualquer lugar onde o usuário esteja.

Da mesma forma, tecnologias como a Identificação por Radiofrequência (RFID) estão facilitando a administração de inventários de medicamentos e ativos no setor, por meio de tags que são incorporadas aos ativos da instituição, e instaladas antenas de captura de dados, podem ser capturadas massivamente ativos de informação, sem ter que fazer um por um, não só em tempo real, mas a uma velocidade sem precedentes. Isso permite que os processos de atenção sejam muito mais rápidos e, acima de tudo, evitem perdas, o que, por sua vez, reduz os custos operacionais.

O Sanatório Finochietto, um dos hospitais mais importantes de Buenos Aires, na Argentina, é um exemplo de como a implementação da tecnologia tem um impacto positivo na gestão de ativos no setor da saúde e está em constante movimento na região da América Latina. Com a implementação das soluções de RFID da Zebra Technologies e de sua parceira Telectronica, a entidade otimizou sua gestão de estoque e processo de lavanderia de roupas de cama e uniformes, cumprindo as regulamentações do setor e economizando até US $300.000.

O hospital argentino teve um problema de fluxo de uniformes e roupas de cama, o que impactou em perdas e custos. Anteriormente, a equipe lavava seus próprios uniformes em casa, o que, por motivo de assepsia e cuidado com o paciente, não era ideal. Desta forma, o hospital implementou um processo interno de lavanderia, instalando um túnel RFID através do qual passam os sacos de roupa suja. As roupas no túnel são contabilizadas em menos de 30 segundos e passam para a área de limpeza. Depois de devidamente manuseadas, as roupas são devolvidas pelo mesmo caminho para a área de inventário e são recebidas e organizadas em menos de 20 minutos. Quando a equipe precisa tirar o uniforme, ele faz isso usando a impressão digital e a transação é registrada no sistema.

Este é apenas um exemplo de como a tecnologia está impactando as operações da indústria. Quando o tempo dedicado aos processos administrativos é reduzido por atividade manuais, diminuem erros e custos e a equipe da instituição médica pode dedicar mais tempo ao que é realmente importante, cuidar dos pacientes.

Os pacientes que, segundo o estudo do Futuro da Saúde da Zebra, já percebem esse impacto tecnológico no setor. 77% deles sentem-se mais calmos quando veem o pessoal da instituição com tecnologia móvel. O mesmo certamente acontecerá com outras tecnologias disruptivas que já desempenham um papel de liderança no setor, como monitoramento remoto de pacientes, assistência médica por meio de um dispositivo, inteligência artificial (IA), conectividade entre computadores e informações na nuvem.

O futuro do setor hospitalar depende da eficiência, produtividade e segurança de suas operações. Não em vão, até 2022, 96% dos hospitais esperam investir em tecnologia para rastreabilidade de pacientes, 98% de amostras e exames, 98% de ativos e 97% de rastreabilidade de pessoal.

A evolução do setor é por vezes medida pelo serviço prestado ao paciente. No entanto, os passos gigantescos estão sendo apresentados no "backstage" da atenção direta ao usuário, impactando positivamente a reputação das instituições médicas, o trabalho diário da equipe e, definitivamente, a vida dos pacientes.

Para mais informações sobre a tecnologia disruptivas para o setor da saúde, visite o site da Zebra.

Choosing Wisely: precisamos mesmo fazer tantos exames médicos?

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Apesar de ser comum encontrarmos pessoas resistentes e até mesmo contrárias à realização de exames médicos, já é grande e preocupante o número de análises laboratoriais que estão sendo solicitadas sem necessidade.

Uma pesquisa promovida pela American Board of Internal Medicine (ABIM Foundation) revelou que 48% dos médicos solicitam exames em caso de insistência dos pacientes, por exemplo. Outro estudo, realizado pela Harvard Medical School, juntamente com o Beth Israel Deaconess Medical Center, apontou que 30% dos exames no mundo são desnecessários, enquanto outros 30% podem ser reavaliados.

Por isso, alguns centros de referências, com o objetivo de reduzir o gasto em saúde pública e de energia da equipe médica, desenvolveram tratativas conhecidas como Choosing Wisely, ou “Escolhendo com Sabedoria”, em tradução livre.

“Entender essas normas e aplicar no cotidiano garante ao médico uma melhor fluência da sua rotina, ao paciente, menos preocupações e, ao Estado, uma economia de processos e verba”, explica Raul Canal, presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM).

No Brasil, por exemplo, o número de procedimentos que buscam sinais de nódulos na tireoide, realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aumentou de 384 mil para 570 mil entre 2010 e 2017, e a proporção do valor de verbas públicas subiu de R$ 9 milhões para R$ 14 milhões. Esses são os dados mais recentes dos SUS.

No entanto, o número de diagnósticos de câncer na tireoide sequer era estimado em 2010 pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA). Atualmente, a entidade prevê cerca de 10 mil casos por ano no país, sendo que menos de 2% dos exames realizados encontram sinais da doença.

O aumento de exames também não representa uma necessidade de alerta de saúde, pois os casos graves, que culminaram em mortes, não tiveram grande representatividade entre os óbitos gerais no país no mesmo intervalo de tempo.

Ainda segundo o SUS, a alta de mortes por câncer de tireoide, de 2010 para 2017, passou de 617 para 805, o que significou algo em torno de 0,05% das mortes gerais no Brasil nos dois períodos analisados.

Novos rumos

Novas práticas e ideias no atendimento médico estão surgindo com a intenção de selecionar com precisão quais exames e procedimentos deverão ser feitos. Para Raul Canal, é preciso que este tipo de discussão passe pelos órgãos oficiais, além das sociedades.

“É necessário que o médico consiga reunir argumentos legais e técnicos para explicar ao paciente o porquê de não realizar determinado procedimento, sendo esse um zelo pela saúde e não desdém médico, como a população pode entender”, finaliza.

Sobre a ANADEM

Criada em 1998, a Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM) promove o debate sobre problemas relacionados ao exercício profissional da medicina. Por meio da análise de discussões relacionada a esse tema, a ANADEM apresenta soluções não só no campo jurídico, mas em todas as áreas de interesse do médico associado.

Administração hospitalar investe em renovação dos servidores com migração de banco de dados

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Mudanças na Santa Casa de Misericórdia de Mococa (SP), proporcionam melhorias no desempenho no uso dos sistemas, reduzem retrabalho e auxiliam na tomada de decisão.

Os avanços tecnológicos têm forte impacto no ramo da saúde e não estão limitados somente a softwares e equipamentos médicos modernos. O uso da tecnologia na saúde envolve também outro ponto importante: a renovação tecnológica de servidores, essenciais para garantir o funcionamento de toda a infraestrutura de TI de ambientes médicos e hospitalares, com necessidades de atendimento 24h por dia, sete dias na semana. Com os servidores e o banco de dados em dia, é possível adquirir benefícios como a otimização, objetividade e eficiência na gerência das atividades administrativas, mais precisão nos processos desenvolvidos, garantindo, ainda, a qualidade e segurança no atendimento aos usuários dos serviços.

Um exemplo de uso bem sucedido da tecnologia na área de saúde é a Santa Casa de Misericórdia de Mococa (SP), que recentemente renovou o parque tecnológico do seu servidor de banco de dados, com o objetivo de ter mais agilidade nos processos, maior controle dos recursos internos e externos, além da integração entre as diversas áreas de atuação na instituição. Com mais de um século de existência, o Hospital e Maternidade conta com cerca de 10,5 mil m² de área construída, 145 leitos e realiza 330 cirurgias por mês.

“Há sempre uma necessidade de inovação na saúde, tendo em vista que o produto está diretamente relacionado à saúde dos pacientes. A inovação ocorre para melhorar as condições de uso dos sistemas informatizados, evitando, muitas vezes, o retrabalho, tornando o processo menos burocrático e benéfico para o paciente, trazendo, ainda, informações concretas da situação em tempo real e tomada de decisão concisa”, destaca o coordenador de tecnologia da informação e comunicação da Santa Casa de Mococa, Guilherme Felipe Bachiega Soares.

Com mais estabilidade, a renovação do ambiente tecnológico aumentou a performance do negócio. Soares explica que a escolha da Indyxa se deu por conta da experiência da empresa em banco de dados. “Com a implementação, nós conseguimos alcançar um aumento de desempenho no uso dos sistemas, a possibilidade de novas funcionalidades e avanço tecnológico expressivo”, afirma.

Douglas Cassaniga, coordenador de PMO da Indyxa, empresa especializada em soluções e serviços de tecnologia, que realizou a migração de dados para o novo sistema, explica que o projeto seguiu algumas etapas. “Nós mapeamos todo cenário que se encontrava na organização, documentamos as rotinas e o formato que o ambiente estava provisionado. Após essa fase, realizamos as instalações e disponibilizamos o ambiente recém-implementado para testes”, comenta.

O especialista revela ainda que quando foi realizada a migração da infraestrutura de banco de dados para o novo servidor, foi feito um planejamento, análise e dupla checagem para ter certeza que não haveria necessidade de algum ajuste, uma vez que a solução é utilizada para cuidados médicos e segurança dos pacientes. Cassaniga também lembra que o planejamento na área de TI é fundamental para garantir a qualidade e sucesso no desenvolvimento do projeto, ou seja, a aplicação é indispensável para conquistar resultados positivos. “Ao final do projeto e com um planejamento bem executado, não tivemos nenhum incidente”, finaliza.

O coordenador de tecnologia da informação e comunicação da Santa Casa de Mococa comenta sobre os resultados obtidos com os serviços da Indyxa. “Adoramos o serviço que foi prestado, do início ao fim! A configuração dos servidores ficou impecável, a migração do banco de dados foi fantástica, entregou até mais do que foi proposto no projeto”, destaca.

Sobre a Indyxa

Uma das maiores empresas de tecnologia do Sul do país, com mais de 120 colaboradores, distribuídos em quatro sedes (Blumenau, Brusque, São Paulo e Cidade do México), a empresa possui mais de 15 anos de experiência no segmento. Integramos em nosso portfólio soluções e serviços em infraestrutura de TI com inteligência de negócios, cloud services, segurança e continuidade, ativos e projetos e serviços gerenciados.

Peter Lachman: “O paciente aposta na roleta todos os dias”

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CEO da ISQua afirma que ainda é alto o risco do paciente sofrer algum dano durante seu atendimento

CEO da Internacional Society for Quality in Health Care (ISQua), Peter Lachman, esteve recentemente no Brasil para firmar uma parceria com o Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), para oferecer os cursos de especialização da ISQua ao mercado latinoamericano. Lachman disse que é um ótimo momento para abordar a segurança do paciente, visto que o tema teve destaque na Assembleia Anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), ocorrido recentemente. Segundo ele, os estados membros reconheceram que a segurança do paciente é uma prioridade na área da saúde e é necessária uma ação concentrada para reduzir os danos aos pacientes.

“Quando falamos de segurança do paciente, não basta querer fazer o melhor, é preciso saber o que fazer e aí sim, tentar o melhor. Infelizmente, muitos médicos e enfermeiros não sabem o que fazer para garantir a segurança do paciente. Eles não foram ensinados a agir da maneira correta para prevenir danos e isso é que tentamos fazer com os nossos programas de cursos. É preciso criar uma cultura de segurança”, explicou Lachman. Alguns dos maiores desafios para a melhoria dos cuidados de saúde, de acordo com ele são compreender melhor os dados obtidos a partir da mensuração de resultados, enxergar a questão da segurança com os olhos dos pacientes, focar mais em prevenção do que no tratamento e garantir equidade na atenção. “E por isso é tão importante a construção de uma rede de contatos, para que possamos resolver os problemas juntos”, frisou.

“As estatísticas apontam que são oito milhões de vidas perdidas, a cada ano. Acredito que esse número esteja subestimado. Para combater isso, precisamos de uma ação ampla do sistema, o que significa que precisamos de políticas públicas. No Reino Unido, em 2008, tivemos medidas de austeridade que causaram o aumento da pobreza e logo a saúde da população foi afetada. Decisões tomadas no Parlamento e em grupos comunitários são muito importantes e têm impacto em questões como a qualidade e segurança”, enfatizou o CEO.

Roleta

Lachman usou a figura de uma roleta de cassino para ilustrar a situação de quem busca um hospital. “O paciente aposta na roleta todos os dias. Quando ele chega a uma unidade de saúde, acredita que tudo vai correr bem. Mas ele tem uma chance em dez de sofrer algum dano. A segurança do paciente e a qualidade são como a roleta. O paciente paga e, como num cassino, o cassino nunca perde. Já o paciente...”. Ele esclareceu que há diversos processos utilizados para fortalecer a questão da segurança: a responsabilidade individual, o gerenciamento de riscos e também os fatores humanos e ergonômicos e um sistema de engenharia para a segurança que torne possível entender como o sistema funciona, a partir do macrossistema do hospital e a confiabilidade das organizações.

“A questão da segurança do paciente é bem complexa porque há várias teorias e nós sabemos o que fazer, mas a grande dificuldade é convencer as pessoas a fazerem o que é certo. Esta é a grande questão: como tornar as pessoas capazes para mudar esse jogo? Nossos programas, que trazemos em parceria com o CBA e o Medportal, têm esse objetivo. Levar conhecimento às pessoas. Mas transformar esse conhecimento em ações, isso é o mais difícil”, ressaltou.

Heleno Costa Junior, superintendente do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), trouxe à tona a questão do ensino de disciplinas relacionadas à qualidade e segurança nas escolas de Medicina. Ele lembrou que o problema começa na formação dos profissionais da saúde e que na graduação não há destaque para essas questões. Lachman ressaltou que são poucas as escolas que abrem espaço para a questão da qualidade e da segurança. “A maioria das escolas de Medicina alegam que não há como incluir ‘segurança do paciente’ como disciplina e fazem apenas uma palestra sobre o assunto. Mas isso não é o que precisa ser feito. O problema é que as faculdades de Medicina não entendem o que é necessário mudar a forma de pensar das pessoas”, defendeu Peter Lachman.