Faculdade de Medicina da Unipar aposta em tecnologia 3D como alternativa ao uso de cadáveres

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Desenvolvido pela brasileira Csanmek, simulador digital é utilizado para treinamento cirúrgico e dissecação virtual nas aulas de anatomia

Os alunos do curso de medicina da Universidade Paranaense (Unipar) acabam da ganhar uma nova tecnologia como método alternativo ao uso de cadáveres em aulas de anatomia. Trata-se da Plataforma Multidisciplinar 3D, que funciona como um simulador digital para treinamento cirúrgico e dissecação virtual.

Utilizado atualmente em cerca de 70 cursos de medicina (humana e veterinária) no Brasil, Estados Unidos, México e Peru, o simulador 3D, desenvolvido pela empresa brasileira da Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional, funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano para treinamento de cirurgias virtuais.

A plataforma, que pode custar entre R$ 200 mil e R$ 400 mil, possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos alunos a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de pacientes, pois permite que os professores convertam tomografias e ressonâncias magnéticas em clones virtuais 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real.

Também utiliza algumas linhas de atlas anatômicos e fisiológicos, com mais de 6,55 mil estruturas anatômicas idênticas, incluindo todos os órgãos e sistemas do corpo masculino e feminino, e pode ser usada em cursos de medicina, veterinária e demais áreas da saúde.

Entre as instituições brasileiras que possuem a tecnologia estão Faculdade das Américas (FAM), a Universidade de São Caetano do Sul (USCS), A Uninove (5 unidades em SP), a São Leopoldo Mandic (RJ), uma das principais faculdades de medicina do Brasil, a Universidade Guanambi, na Bahia, e a Faculdade Claretiano, entre outras.

Segundo o fundador da Csanmek, Claudio Santana, a expectativa para este ano é dobrar de faturamento, à medida em que as instituições de ensino no Brasil estão mais atentas às novas tecnologias de ensino e aos métodos alternativos ao uso de cadáveres no estudo da anatomia. “Apesar de ser um equipamento para educação, a plataforma 3D também é utilizada por médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas”, comenta Santana.

Sobre a Csanmek  

A CSANMEK é uma empresa brasileira que surgiu com a missão de ser referência em novas tecnologias de simulação, para auxiliar as técnicas educacionais no uso das metodologias ativas. Desenvolve ferramentas e projetos educacionais para suporte aos docentes e discentes, visando melhor qualificação para futuros profissionais das diversas áreas da saúde. Com dois anos no mercado, a empresa atua no desenvolvimento de soluções para atender as necessidades das instituições de ensino, trazendo sempre o que há de melhor no mercado mundial.

Laboratório marca presença em feira oferecendo serviço inédito na área da saúde

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Maxilabor Diagnósticos estará de 26 a 29 de junho na ABF Franchising Expo explanando sobre suas franquias e sua tecnologia em análises toxicológicas

O Maxilabor Diagnósticos, centro de referência nacional e internacional em análises toxicológicas, que analisa as matrizes de cabelo, saliva, urina e ar expirado em suas instalações, dispõe de processo de franquias de serviços inédito na área da saúde: a coleta de exames toxicológicos. De 26 a 29 de junho de 2019, no Expo Center Norte, o laboratório estará mais uma vez na feira ABF Franchising Expo trazendo as inovações em análises toxicológicas.

A franquia de exames toxicológicos é um segmento que vem ganhando relevância e a tendência é expandir cada vez mais. O intuito é alcançar as principais capitais brasileiras e cidades com população acima de 200 mil habitantes.

O Maxilabor Diagnósticos, já possui cerca de 30 franquias espalhadas pelo território nacional. Um dos produtos que a franquia oferece, além dos exames toxicológicos, é o Programa CUIDE - Programa de Controle do Uso Indevido de Drogas nas Empresas. Um dos principais objetivos do programa é promover a segurança, saúde e maior produtividade ao dissuadir o uso de drogas lícitas e ilícitas no ambiente corporativo, com o acompanhamento de profissionais da área de saúde, especialistas em dependência química e comportamentos compulsivos.

As empresas que implantam o programa CUIDE ganham no aumento de produtividade, pelo fato de investirem na recuperação do usuário e na sua reintegração, evitando a perda do seu posto de trabalho e, demonstrando sua atuação no quesito Responsabilidade Social.

Para aquisição da franquia é necessário abrir uma empresa caracterizada como posto de coleta. As franquias são essenciais para o crescimento da marca e expansão da imagem e reputação. É imprescindível o olhar atento do franqueado para assegurar o suporte adequado do seu investimento e ao padrão de qualidade.

Serviço:

A ABF Franchising Expo - Estande Maxilabor: M167

Data: De 26 a 29 de junho 2019

Local: Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme - Expo Center Norte - Pavilhão Branco e Azul

Horário: 4ª, 5ª e 6ª das 13h às 21h - Sábado das 11h30 às 18h30

Sobre o Maxilabor

Fundado em 1999, o Maxilabor é um laboratório de análises toxicológicas com expertise para analisar as quatro matrizes: cabelo, saliva, urina e ar expirado. Essas análises são realizadas em território brasileiro, nas instalações da empresa, em São Paulo. Considerado um Centro de Referência Internacional em exames toxicológicos, o laboratório tem excelência em seus serviços e, por isso, sua gestão é baseada nos requisitos da Norma Internacional ISO 17025, sendo o primeiro laboratório deste segmento a obter tal acreditação (Certificado - CRL 0270).

Os laudos emitidos pelo laboratório são aceitos no exterior, pois a CGCRE/INMETRO mantém acordos de reconhecimento mútuo com 58 organismos de acreditação de 46 países, o que confere a aceitação da acreditação em todos esses países.

Hapvida celebra acordo para aquisição do Grupo América

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O fechamento da operação está ainda sujeito à aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), além da aprovação por parte da assembleia geral de acionistas da Companhia

O Sistema Hapvida anuncia que, neste domingo, 9 de junho, celebrou acordos para aquisição de empresas que compõem o Grupo América. A operação, que ainda está sujeita à aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), além da aprovação por parte da assembleia geral de acionistas da Companhia, será concretizada por meio da Ultra Som Serviços Médicos S.A. e da Hapvida Assistência Médica Ltda., sociedades de capital fechado controladas pela Companhia.

Com a operação, fixada em R$ 426 milhões, o Sistema Hapvida passará a deter, indiretamente, 100% do capital votante das empresas: Hospital Jardim América Ltda., Hospital Multi Especialidades Ltda., Jardim América Saúde Ltda. e América Clínicas Ltda., AME Planos de Saúde Ltda., PROMED Assistência Médica Ltda., Hospital PROMED Ltda., Clínica de Oftalmologia Jardim América Ltda., Centro de Diagnóstico e Laboratório Santa Cecília Ltda., e 47% do capital votante da empresa Saúde – Instituto de Análises Clínicas Ltda.

Fundado em 1982 na cidade de Goiânia, o Grupo América tem intensa atuação no setor de saúde suplementar na região metropolitana de Goiânia e na cidade de Anápolis, atuando também na prestação de serviços hospitalares, de análises clínicas e diagnóstico por imagem. O Grupo América é a operadora mais verticalizada da região Centro-Oeste com carteiras de planos de saúde de cerca de 190 mil vidas, cuja receita líquida foi de aproximadamente R$ 320 milhões referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018

"A aquisição trará sinergias operacionais relevantes que serão aproveitadas pela Companhia, além de expandir geograficamente seu perfil de atuação, intensificando esforços na Região Centro-Oeste do Brasil, em linha com a estratégia de expansão e crescimento da Companhia de abrangência nacional", pontua Bruno Cals, diretor superintendente Financeiro e de Relações com Investidores do Hapvida.

Com mercado americano em expansão, FIME movimenta indústria de saúde brasileira

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Evento será realizado entre 26 e 28 de junho em Miami, nos Estados Unidos, e funciona como uma ótima vitrine para a produção nacional de saúde

As inúmeras possibilidades de novos negócios geradas durante os três dias da FIME (Florida International Medical Equipment Trade), feira especializada em dispositivos para a área médica que este ano será realizada entre 26 e 28 de junho em Miami (EUA), despertam a atenção e o interesse da indústria de saúde brasileira que estará no evento dentro de um pavilhão nacional organizado pelo Brazilian Health Devices, projeto setorial executado pela ABIMO em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Os dados divulgados previamente pela FIME no relatório 2019 Healthcare Market Insights in Latin and North Americas foram motivadores para as marcas nacionais que já planejavam investir nessa exposição. Segundo o documento, os Estados Unidos gastam atualmente 17,8% do PIB com saúde. É o maior percentual do mundo, que gasta em média 6,8%. Grande parte desse movimento de saúde no território comandado por Donald Trump está relacionado à mudança epidemiológica do país. Segundo o relatório, 11,4% da população norte-americana têm diabetes; o número de novos casos de câncer deve atingir 2,1 milhões em 2025; e 39,5 milhões de americanos foram diagnosticados com asma ao longo da vida, enfermidade que gera um custo de US$ 30 bilhões por ano para o país.

Já para a América Latina, a publicação aponta três pontos fortes das mudanças que são percebidas no mercado: envelhecimento populacional, epidemia de obesidade e falta de eficiência nos sistemas.

Analisando os números de exportações brasileiras para as regiões das Américas, foi registrado um crescimento de 2,5% nas exportações entre 2017 e 2018. Somente as empresas inscritas no projeto setorial Brazilian Health Devices exportaram US$ 54 milhões para a região no ano passado, o que representa 60,58% do total das exportações apoiadas pelo projeto no ano.

Enquanto a grande maioria das marcas presentes visa ampliar suas relações comerciais com a América Latina, há quem esteja na FIME em busca de novos contatos com compradores norte-americanos e projetos vindos de outras partes do mundo. É o caso da Olsen, que estará pela quinta vez no evento tanto para se destacar em mercados como México, Chile e Panamá quanto para buscar oportunidades dentro do território dos Estados Unidos. "Embora a feira seja focada na América Latina, também recebe visitantes dos EUA e esperamos fazer contatos também com esse público", comenta Santiago Carrau, gerente de vendas. Para ele, quanto mais países a empresa contatar, melhor.

Já a FixIt, que expõe pela primeira vez na FIME, visa aos norte-americanos em uma estratégia de longo prazo. "No segundo semestre começaremos a atuar em alguns países da América Latina e, para 2020, visamos a uma maior abertura no mercado norte-americano", comenta o CEO Felipe Neves relembrando que a venda de produtos brasileiros para os Estados Unidos está sujeita à certificação do FDA.

Ainda no relatório divulgado pela FIME no início do ano, o mercado norte-americano está sendo altamente impactado pelas mudanças no consumo de saúde e nas forças de trabalho, pela necessidade de cuidados integrados para a melhor saúde da população, aceleração tecnológica, ruptura na cadeia de suprimentos e mudanças legislativas e regulatórias.

Ao tratar da América Latina, a publicação aponta a recuperação da economia brasileira como uma das principais tendências do mercado de saúde nos próximos cinco anos. Além de citar o Brasil, lista como tendências uma maior estabilidade do mercado mexicano, onde o FMI prevê crescimento de 1,9% em 2018; economias menores como Chile, Peru, Guatemala e Costa Rica despontando como grandes atores do segmento; e, para finalizar, o fato de que os orçamentos, mesmo apertados, impulsionam a busca constante por aquisições com preços mais competitivos.

Hoje entre os itens do setor médico-hospitalar mais exportados pela indústria de saúde brasileira para todo o continente americano estão instrumentos e aparelhos para medicina e cirurgias; artigos e aparelhos ortopédicos; artigos e aparelhos para fraturas; próteses auriculares femorais; artigos e aparelhos de próteses; e aparelhos de raio X, de diagnóstico e de tomadas maxilares panorâmicas.

A edição 2019 da FIME, que volta a ser realizada em Miami (EUA), reunirá 1.200 marcas expositoras representando 41 países, e ao longo dos três dias o evento deve receber 14 mil participantes. De 26 a 28 de junho, a feira atua como uma excelente plataforma de exposição para as marcas mais atraentes do mundo da saúde.

SOBRE O BRAZILIAN HEALTH DEVICES

O PS (Projeto Setorial) Brazilian Health Devices, executado pela ABIMO em parceria com a Apex-Brasil, tem como missão fomentar as exportações das indústrias de artigos e equipamentos da área da saúde. Brazilian Health Devices é a marca que reúne as indústrias exportadoras do setor e as representa internacionalmente.

SOBRE A ABIMO

A ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios) é a entidade representante da indústria brasileira de produtos para a saúde que busca promover o crescimento sustentável do setor no mercado nacional e internacional.

SOBRE A APEX-BRASIL

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) tem a missão de desenvolver a competitividade das empresas brasileiras, promovendo a internacionalização dos seus negócios e a atração de investimentos estrangeiros diretos. A Apex-Brasil apoia, atualmente, mais de 12 mil empresas de 80 setores produtivos da economia brasileira, que exportam para mais de 200 mercados. A agência também coordena os esforços de atração de IED (investimentos estrangeiros diretos) para o país.

Grupo H. Olhos avança em sua jornada de transformação digital

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O novo sistema de gerenciamento e prontuário eletrônico promoverá a integração e interoperabilidade entre as áreas da instituição, tornando a nossa operação  mais eficiente, promovendo maior segurança aos nossos pacientes e melhorando a performance financeira

Para dar suporte ao crescimento de suas operações, às novas demandas de gestão da informação e avançar em sua jornada de transformação digital, o Grupo H. Olhos, está implementando a Solução de Negócio Philips Tasy através da Digisystem. Com a nova tecnologia o grupo que é um centro avançado de referência em cuidados oftalmológicos com unidades na cidade de São Paulo, todas as cidades do ABCD paulista e em Mauá, irá centralizar e conectar todos os pontos de cuidado com os pacientes, além de agilizar diagnósticos, evitar erros humanos, aprimorar os processos e gerenciar as atividades financeiras e administrativas da instituição.

A escolha pela Digisystem com a Solução de Negócio Philips Tasy, baseada nas melhores práticas e regras de negócios do segmento Saúde, promoverá um salto de qualidade nos processos, segurança do paciente e otimização dos resultados operacionais e financeiros, oferecendo os pilares necessários para a continuidade do programa de certificações de qualidade, já que o grupo acaba de conquistar a acreditação ONA (Organização Nacional de Acreditação) nível 2. A parceria com a Digisystem, também prevê apoiar o Grupo H. Olhos para avançar em sua jornada da transformação digital com a adequação de processos e obtenção de certificados para entrar para o seleto grupo de hospitais com certificação HIMSS Analytics.

Segundo o Dr. Eduardo Parente, sócio fundador e diretor técnico, o grupo destaca-se pelo corpo clínico altamente especializado e pelo pioneirismo no uso das mais modernas tecnologias médicas para diagnósticos e cirurgias de precisão. Com o acentuado crescimento nos últimos anos, investimos em infraestrutura de TI e, agora em 2019, também em uma ferramenta de mercado para melhorarmos a gestão da informação, proporcionando mais sustentação aos novos processos e maior interoperabilidade junto aos projetos de tecnologia da instituição.

Esse processo de transformação digital será conduzido pelo CIO do Grupo H. Olhos, Alberto Lopes, profissional recém-contratado com grande experiência em projetos de tecnologia e inovação em saúde. Segundo ele, “o projeto é desafiador, pois estamos reconstruindo processos extremamente complexos que agora serão suportados por um sistema de mercado muito mais robusto”. Para assegurar o sucesso do projeto o Grupo H. Olhos dispõe de um comitê tático formado por gestores que representam as áreas mais críticas da operação. O Conselho Diretor é grande aliado, atuando de forma participativa com decisões mais estratégicas no grupo.

Expertise Digisystem em saúde alavanca a transformação digital

Neste contexto, cresce a importância de uma oferta de valor como a composta pela alta tecnologia Philips Tasy e a expertise da Digisystem. Atualmente utilizada por quase mil instituições de saúde, a Solução de Negócio Philips Tasy foi nomeada no KLAS PAS (Sistema de Administração do Paciente) Categoria Líder em 2016 e 2017 na América Latina. Além do posicionamento forte da marca, a solução tem sido a principal escolha de instituições da área de oftalmologia, o que levou a fabricante a criar um prontuário eletrônico voltado especificamente para a especialidade. “Recentemente realizamos fortes investimentos para reforçar nossa estrutura de serviços de tecnologia para a saúde e estamos capacitados a oferecer soluções end-to-end que atendam às necessidades específicas dos clientes. No caso do Grupo H. Olhos desenhamos uma solução que aprimora a gestão da informação, integrando as áreas e tornando os processos muito mais céleres”,  ressalta Eli Barranco, Diretor Comercial da Digisystem. “Entramos com um corpo técnico altamente capacitado e nossa experiência em projetos robustos no segmento da Saúde, oferecendo assim uma parceria consistente na jornada da transformação digital do Grupo H. Olhos”, completa Eli.

Melhorar a gestão da informação é o principal KPI do projeto H. Olhos. Por isso, para promover a integração e interoperabilidade entre as áreas da instituição, estão sendo implementados pela Digisystem os seguintes módulos do Philips Tasy: Controladoria, Financeiro e Assistencial (agenda, recepção, consultas, exames, centro cirúrgico, prontuário eletrônico, prescrição eletrônica).

A Philips Tasy EMR (Electronical Medical Record) é uma Solução de Negócio completa de informática em saúde que integra todas as áreas da instituição, conectando os pontos de cuidado dos pacientes e otimizando os processos. Evita desperdício,  retrabalho e aumenta a produtividade independente do porte da instituição e da complexidade dos processos, apoiando as empresas em suas jornadas de transformação digital.

Sobre a Digisystem

Focada em ser a melhor parceria na jornada da transformação digital com soluções customizadas end-to-end, desde a consultoria, planejamento, processos, implementação e sustentação. A Digisystem é 100% brasileira e possui 28 anos de experiência em serviços especializados em TI, conta com 600 profissionais atuando em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Maranhão, Amazonas, Piauí, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Atende mais de 300 clientes dos segmentos de educação, governo, indústria, saúde, finanças, utilities e varejo. A companhia já faz parte do ranking da Deloitte que indica as 250 pequenas e médias empresas (PMEs) que mais crescem no Brasil, na categoria de TI, informática e internet.

Médicos visitam Hospital da Unimed JF

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Mais de 250 médicos cooperados participaram, este mês, das visitas guiadas ao Hospital da Unimed Juiz de Fora. Acompanhados por diretores e corpo técnico, os grupos, de 25 a 30 médicos de várias especialidades, conheceram todos os andares, serviços e procedimentos que estarão disponíveis nesta primeira fase de ativação do hospital: apartamentos, Centro Cirúrgico, Centro de Diagnóstico por Imagem, Laboratório de Análises Clínicas e serviços de apoio como farmácia, hotelaria, nutrição e outros. “Além da tecnologia, com recursos exclusivos na região, o que mais impressionou o cooperado foi o nosso modelo de medicina hospitalista, que dará total suporte ao trabalho dele na assistência ao paciente”, comentou o anfitrião, o presidente da Unimed Juiz de Fora, Hugo Borges.

O Hospital da Unimed Juiz de Fora terá ativação controlada e começa a funcionar em regime hospital-dia, das 7h às 19h, com exames, procedimentos agendados de menor complexidade e internações que demandam permanência máxima de 12 horas do paciente. Durante a visita guiada, o cooperado tem acesso a protocolos de encaminhamento e atendimento ao cliente e ao perfil dos hospitalistas que estão sendo formados pela Unimed Juiz de Fora. Diferente do plantonista, este médico fará parte do corpo clínico e estará presente diariamente no hospital para acompanhar, exclusivamente, o cliente internado.

“É um profissional com autonomia de gestor para tomar todas as providências necessárias ao trabalho do médico assistente e aos cuidados do paciente. Além da estrutura do hospital, terá à disposição o apoio dos serviços especializados e da rede prestadora da Unimed Juiz de Fora”, completa o presidente. As visitas guiadas estarão suspensas nos próximos 15 dias, para segurança na instalação de equipamentos e serviços, mas continuarão até a abertura do hospital. Breve, a Unimed Juiz de Fora reinicia o cadastramento dos médicos interessados na área restrita do site da Unimed Juiz de Fora e no APP do cooperado.

Interoperabilidade nos sistemas na saúde

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No último HIMSS@Hospitalar o tema interoperabilidade também foi explorado por Lynda Rowe, Consultora Sênior de Sistemas baseados em Valor da empresa InterSystems. Lynda apresentou o case da Manifest MedEx, empresa americana que unifica dados de fontes provedoras e pagadoras de saúde na Califórnia utilizando o HealthShare da InterSystems. Dentro de uma mesma instituição de saúde o número de sistemas utilizados já é grande. Quando pensamos em conectar diferentes instituições e organizações o número é ainda maior. De qualquer forma as maiores dificuldades na implementação de sistemas interoperáveis podem se resumir a basicamente duas: pessoas e padronizações.

“Primeiro precisamos que as pessoas aceitem fazer suas tarefas de forma diferente das que estão acostumadas”, diz Lynda. Já os dados deveriam seguir um padrão - o que não é a realidade. Eles estão em muitos diferentes locais, com diferentes estruturas de base de dados e em diferentes padrões. Mesmo internacionalmente temos diferença, como por exemplo o IHE (Integrating the Healthcare Enterprise), uma iniciativa internacional de profissionais de saúde e da indústria para melhorar a forma como os sistemas de computação na área de saúde compartilham informações, são utilizados em diferentes proporções nos EUA e na Europa. Precisamos nos certificar que se temos uma prescrição médica de um sistema e outra prescrição de outro sistema ambas estarão representadas da mesma forma, no mesmo padrão. O mesmo acontece com dados laboratoriais. É difícil mapear tudo e garantir que haverá uma visão uniformizada, sem duplicidades.

Gerenciar os dados pode ser muito complexo, mas uma vez que se chega a este ponto de uniformidade são inúmeras as possibilidades de administrá-los. Para começar a operar desta forma tudo vai depender de onde se está começando. “É uma jornada se você estiver partindo do zero”, diz Lynda. Isso pode demorar de aproximadamente 18 meses a alguns anos.

Somado a isso, ainda há a questão de empresas “segurarem” seus dados, impedindo a informação de ser compartilhada. Nos EUA, o HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act) regulamenta a privacidade e a segurança dos dados na saúde. Não é permitido pesquisar aleatoriamente dados sem a permissão do paciente, a menos que este dado seja usado para tratamento, pagamento ou assistência do mesmo. De qualquer forma, o governo americano acabou de emitir uma nova regulamentação que penaliza sistemas de saúde que não compartilham seus dados. Tentando desta forma aumentar a fluidez do sistema. As organizações ou empresas que não disponibilizarem seus dados de forma voluntária serão assim punidas em nível federal.

Para o paciente e para os serviços haverá grandes ganhos. Não existirá mais a necessidade de levar todos seus exames laboratoriais, de imagem, prescrições médicas e atestados a cada consulta dentro do sistema de saúde, uma vez que tudo estará conectado. A grande preocupação neste momento será aquele paciente que “não vemos”, ou seja, que não está no sistema e o utiliza repentinamente, como em uma emergência, por exemplo. Está aí uma grande oportunidade: descobrir quem são os pacientes em risco de internação antes que eles sejam internados. Desta forma conseguiremos atuar de forma preventiva, como por exemplo controlando a asma para que um paciente não sofra um ataque asmático, ou sua hemoglobina glicada, prevenindo os maus desfechos da diabetes. Este é o objetivo – tornar as pessoas mais saudáveis.

Compliance: indispensável na área da saúde para excelência no atendimento

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Os recentes escândalos políticos e a crescente atuação do Poder Público para punir os corruptores demonstram que a área de compliance é indispensável para as empresas brasileiras. Na área da saúde não é diferente, por isso, a carreira está em alta e promete crescer cada vez mais.

Para a cofundadora do Compliance Women Committee, Juliana Nascimento, as operadoras de planos de saúde precisam ter um programa de compliance efetivo, pois devem observar frequentemente as normas determinadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que agora exige esta observância pela previsão da  Resolução Normativa ANS 443/2019.

“Os processos realizados pela operadora devem ser monitorados para que sejam promovidas melhorias no atendimento e para verificar se os processos estão em conformidade  devendo apresentar boas práticas de governança corporativa, com enfoque em controles internos e gestão de riscos, para fins de solvência das operadoras de plano de assistência à saúde”, ressalta Juliana.

Juliana que também foi Chief Compliance Officer da Unimed Cuiabá ainda reforça a necessidade de as instituições de ensino superior investirem em cursos na área.

“A instituição de programas de compliance é uma necessidade premente para as empresas nos dias atuais. Diante disso, se faz necessário que os profissionais estejam preparados para essa nova realidade do mercado. Para tanto, cursos de alta qualidade na área são muito importantes”, afirma.

Sobre a autora

Juliana também integra o time de professores da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), em parceria com o Brasil Jurídico, e é uma das coordenadoras do curso de pós-graduação à distância em compliance e governança corporativa, que terá início no dia 14 de junho.

A sua instituição financeira divide os resultados com você?

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Sicoob Credicom. A maior cooperativa financeira da área de saúde do Brasil.

O Sicoob Credicom é uma cooperativa financeira, que está há mais de 27 anos no mercado, apoiando a economia compartilhada e distribuindo parte dos seus resultados entre os cooperados. Já pensou em ser cliente e, ao mesmo tempo, dono? Na Credicom é assim. Somente nos últimos cinco anos mais de R$ 133 milhões foram depositados na Conta Capital dos cooperados.

O atendimento é consultivo e o portfólio de produtos é amplo e moderno para atender as necessidades dos cooperados de forma mais justa. Cartão de crédito e débito, investimentos, consórcios, seguros, cheque especial, previdência e poupança são alguns dos serviços disponíveis para os cooperados. Tudo isso com as melhores condições do mercado.

Venha viver uma experiência financeira diferente. No Sicoob Credicom os cooperados participam dos resultados e crescem juntos, compartilhando sonhos e conquistas.

Saiba mais em: credicom.com.br

Qualicorp participa do 1º Encontro Latino-Americano de Resolução de Conflitos

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A Qualicorp participou do 1º Encontro Latino-Americano de Resolução de Conflitos, promovido pelo Fórum Permanente de Métodos Adequados de Resoluções de Conflitos da EMERJ (Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro). O evento, realizado na sede da EMERJ no Rio de Janeiro, teve como tema central a discussão sobre como as novas tecnologias podem auxiliar na resolução de conflitos e contou com a presença de magistrados, professores e especialistas do Brasil, Argentina e México.

Juliana Pereira, Diretora de Clientes da Qualicorp, participou do debate sobre Tratamentos de Consumo. A executiva iniciou sua participação lembrando sobre as tratativas de consumo no início da década de 90, ocasião em que o Código de Defesa do Consumidor foi lançado e a tecnologia era muito inferior. “O relacionamento entre as empresas e os consumidores era muito diferente naquela época. O contexto era muito mais de conflito e o consumidor não tinha acesso aos canais de conciliação que possui hoje”, lembrou.

Ao longo dessas três décadas, a relação entre o consumidor e as empresas mudou muito. A partir da evolução tecnológica e da chegada das redes sociais, o perfil da sociedade também mudou, assim como a forma de as empresas se relacionarem com os clientes. De acordo com Juliana, “a abordagem para se relacionar com o consumidor tem que ser outra. O foco não pode ser o conflito, mas sim a solução. O cliente tem que estar no centro de qualquer estratégia. Para isso, é preciso conhecer e saber se relacionar com ele, utilizando as ferramentas disponíveis para oferecer opções de canais de atendimento que atendam à sua necessidade. Porém, não adianta falar de tecnologia se as empresas não priorizarem a solução das demandas do consumidor”.

Por fim, a executiva citou algumas das ações implementadas pela Qualicorp nos últimos anos que resultaram em mais agilidade e efetividade no atendimento ao cliente. “Na Qualicorp, nosso foco é compreender e resolver a reclamação do cliente. Entre as iniciativas que adotamos neste sentido, a Qualicorp se tornou a primeira administradora de benefícios do país a assinar um Termo de Cooperação com uma Defensoria Pública para agilizar a resolução dos problemas de nossos clientes. Por meio destes acordos, nos comprometemos a resolver as demandas urgentes de nossos clientes dentro de três horas por meio de um canal de comunicação exclusivo. Além disso, também alcançamos 90% de resolutividade em demandas de consumidores provenientes do Procon e reduzimos em 25% o número de reclamações de clientes neste órgão entre 2017 e 2018. A melhoria contínua dos processos e do relacionamento com os clientes é uma decisão estratégica da Qualicorp e priorizada diariamente”, enfatizou Juliana.

Sobre o Grupo Qualicorp

O Grupo Qualicorp é líder brasileiro na comercialização e administração de planos de saúde coletivos. Fundado em 1997, atua em nível nacional, possui 2 mil colaboradores diretos e representa cerca de 2,4 milhões de beneficiários, considerando-se todos os seus segmentos de atuação. O Grupo Qualicorp abriu seu capital em 2011 e mantém na Bovespa o nível “Novo Mercado”.