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Nova análise de mercado vê potencial imenso para nano-revestimento

HÜLZWEILER, Alemanha, 27 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- Boas notícias dos íntimos da indústria:

Importantes analistas preveem outras consideráveis perspectivas de crescimento no setor da nano tecnologia, nos próximos anos.

Os especialistas calcularam um valor mundial de mercado de 3,8 bilhões de dólares, até o ano 2020, somente para o segmento de nano-revestimento. Isto está demonstrado no relatório comercial dos "Analistas Globais da Indústria" ("Global Industry Analysts").

Para a Nanopool, uma fabricante de sistemas de revestimento de alto desempenho, esses números afirmam a direção estratégica de seu desenvolvimento de produtos. Logo no inicio de 2006, o escritório alemão de marcas registradas e patentes (DPMA) concedeu uma patente para um revestimento antibacteriano, entre outras, ao diretor-executivo da Nanopool e inventor, Sr. Sascha Schwindt. Isto dá à Nanopool o monopólio sobre a produção e a aplicação de sistemas de proteção antimicrobiana de superfícies em toda a Europa até 2027. Em particular, isso inclui embarcações, instalações portuárias, plataformas de petróleo e oleodutos, os quais estão expostos a extremo estresse na água do mar e precisam ser protegidos contra o apodrecimento e outras contaminações.

Além disso, os produtos patenteados da Nanopool são também adequados à prevenção da humidade ocorrendo nas embalagens. Os revestimentos protetores antibacterianos são adicionalmente usados em hospitais e lares para idosos, cozinhas de cantinas, unidades de processamento de alimentos, bem como em trens e ônibus.

A Nanopool foi fundada como uma empresa distribuidora de nanoprodutos da região alemã do Sarre, em 2002. Durante 10 anos, a Nanopool se especializou em sua própria pesquisa, desenvolvimento e produção de revestimentos de alto desempenho, e seus produtos podem ser encontrados em muitos segmentos de mercado diferentes. Devido à longa experiência e abrangente portfólio da Nanopool a empresa está apta a oferecer soluções sob medida para clientes particulares e industriais. "A orientação estratégica de nossa empresa em 2006 foi a decisão certa", diz o diretor-executivo da Nanopools Sascha Schwindt. "Isso é demonstrado nas mais recentes análises de mercado, e comprovado pela satisfação de nossos clientes e parceiros".

Contato de imprensa: info@nanopool.eu

Telefone: +49(0)6831-8902712

FONTE Nanopool GmbH

Gestão transformadora para saúde pública pauta Almoço-Debate LIDE com Ministro Barros

SÃO PAULO, 27 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- O ministro da Saúde, Ricardo Barros, é o convidado do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais para palestrar sobre "Gestão transformadora para a saúde pública", no próximo Almoço-Debate. Sob o comando de Luiz Fernando Furlan, chairman of the Board do LIDE, o evento será realizado em 8 de agosto, das 12h às 14h30, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo.

Barros apresentou recentemente o Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS) para a Olimpíada e Paralimpíada Rio 2016. Segundo o ministro, há expectativa de que cerca de 20 mil atendimentos médicos e 700 remoções sejam feitas durante os jogos. O Ministério da Saúde investiu R$ 72 milhões para colocar 146 ambulâncias à disposição nos dois maiores eventos desportivos do mundo. De acordo com o governo, a rede terá 235 leitos de retaguarda, em casos de acidentes.

Um dos prováveis questionamentos de lideranças empresariais durante o debate deverá ser a proposta de criação de planos de saúde mais baratos, mas com menos serviços de atendimento obrigatórios. Defendida pelo ministro, a proposta – segundo ele – pode ajudar a ampliar o número de beneficiários de saúde suplementar, reduzir a demanda do SUS e, consequentemente, dar maior folga de recursos para financiar o atendimento na rede pública. Apesar de apoiar a iniciativa, o ministro disse recentemente não ter expectativa de que ela "acabe com a fila do SUS".

Segundo Barros, a ideia é reduzir a exigência mínima de cobertura definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para planos de internação hospitalar. "Plano de saúde acessível tem uma cobertura menor e um custo menor. Todo tipo de procedimento que pudermos oferecer às pessoas com segurança, qualidade e que não sejam feitos pelo SUS significam um alívio na fila. Todo recurso que entrar é um recurso para saúde", declarou em recente entrevista. Para o ministro, a oferta privada não vai diminuir gastos, só ampliará o atendimento à população.

"Pretendemos fazer muito pelo SUS. Melhorar a qualidade das consultas, informatizar o sistema. Vamos, ainda, otimizar a aplicação de recursos. E investir muito em promoção e prevenção na saúde", finaliza Barros.

Esta edição do Almoço-Debate LIDE conta com o patrocínio de COUROMODA, GOCIL e MAPFRE. Como fornecedores oficiais, estão as empresas AMIL, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE, DELONGHI, ECCAPLAN e MISTRAL. AMÉRICA ECONOMIA BRASIL, rádio ANTENA 1, jornal DCI, GRUPO KALLAS, PR NEWSWIRE, revista e TV LIDE, e WINNERS são mídia partners do evento.

Mais informações à imprensa
Rose Rocha – (11) 3643-2952 / rose-rocha@cdn.com.br
Cristiane Felix – (11) 3643-2753 / cristiane.felix@cdn.com.br

FONTE Almoço-Debate

Guardiões da saúde, o aplicativo contra o Zika Vírus para os Jogos Olímpicos 2016

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Lançado pelo Ministério da Saúde, o aplicativo Guardiões da Saúde serve para monitorar e relatar sintomas do Zika e outras epidemias de residentes e participantes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

O maior foco da ferramenta é impedir a propagação das doenças brasileiras para os 500.00 visitantes que o Rio de Janeiro aguarda durante os jogos. O Guardiões está disponível em sete línguas diferentes, Português, Inglês, Francês, Espanhol, Russo, Árabe e Chinês.

O consumidor é incentivado a relatar seus sintomas diariamente, incluindo problemas respiratórios, diarreia e erupções cutâneas. relatórios consistentes irá para a função Mapa de Saúde do aplicativo, encorajando os outros utilizadores a exercer a consciência em áreas consideradas críticas.

O aplicativo foi lançado em parceria com a norte-americana Skoll Global Threats Fund e foi inspirado no Saúde na Copa, utilizado para a Copa do Mundo de 2014

Instalação de forros acústicos em hospitais aumenta a produtividade do corpo clínico

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No Brasil, de acordo com dados divulgados em março deste ano pelo CNS - Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde – há 6.615 hospitais no Brasil, sendo 70% pertencentes à rede privada e os demais 30% se dividem em 21% hospitais municipais; 8% em estaduais e 1% federal. Apesar de ser um ambiente onde o silêncio é fundamental, hospitais e clínicas possuem diversas fontes de ruído inerentes aos processos de atendimento, tratamento e monitoramento. Desde o pronto-socorro até setores internos, como UTI, pode-se ouvir alarmes dos equipamentos de monitoramento, campainhas dos sistemas de atendimento, choro de crianças, além da conversação entre pacientes e acompanhantes, entre outros.

Atualmente a arquitetura hospitalar tem seguido uma nova tendência de humanização, contrário aos padrões anteriores com ambientes brancos e assépticos, devido aos estudos que têm mostrado resultados positivos sobre a recuperação do paciente em ambientes com aspecto mais familiar. Pesquisas realizadas pelo Centro Multidisciplinar de Arquitetura e Medicina da Universidade do Texas, considerando fatores de conforto (nível de ruído, ventilação e iluminação natural, mobiliário, acabamentos de piso, entre outros) demonstraram o impacto direto destes sobre a velocidade de recuperação dos pacientes. O conforto acústico, especificamente, proporciona melhores condições para o sono, reduz o stress e a pressão arterial dos pacientes, sendo um fator importante para promover a boa recuperação.

Além disto, o barulho em excesso prejudica o desempenho profissional do corpo clínico. Portanto, é imprescindível um projeto acústico para avaliar o condicionamento acústico e condições de privacidade recomendados para cada setor, sem esquecer os itens de segurança requeridos por ambientes de saúde. Para atender a esta necessidade eminente, a OWA Sonex desenvolveu uma linha de forros acústicos especialmente para hospitais: Sanitas e Humancare, que apresentam proteção comprovada contra microrganismos atendendo às normas internacionais de controle de contaminação em ambientes hospitalares (NFS 90-350) sendo indicados para ambientes de risco 1, 2, 3 e 4 e salas limpas Classe ISO 5 (ISO14644-1). Uma solução simples e rápida, que permite fácil acesso ao entreforro para manutenção das instalações. Os forros minerais Sanitas e Humancare podem ser instalados tanto numa construção nova como em hospitais existentes.

Além da proteção à microorganismos (fungos e bactérias), os Forros Minerais OWA Sanitas e Humancare apresentam design elegante, elevada performance acústica (NRC 0,70 e 0,85), resistência ao fogo (Classe A2-s1, d0), e sustentabilidade (créditos LEED) sendo ideais para projetos hospitalares, que visam um ambiente sofisticado, seguro e aconchegante.

Os forros minerais OWA são certificados por selos internacionais como o RAL - que visa o respeito à saúde e garante a qualidade permanente da fibra mineral. Já o selo Blue Angel qualifica os forros minerais OWA como produtos de baixa emissão de VOC´s, além de certificar que são produzidos com matérias primas naturais, não oferecendo risco à saúde e ao meio ambiente, sendo indicados para áreas como hospitais, clínicas, berçários, casas de repouso entre outros ambientes de saúde.

Para mais informações www.owa.com.br .

Como o mundo vê o tratamento de saúde integrado? [Infográfico]

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Os avanços da tecnologia da área da saúde trouxeram grande desenvolvimento para os âmbitos mais diversos, proporcionando agilidade e eficiência para o dia-a-dia das instituições médicas. Tanto no gerenciamento desses prestadores quanto no tratamento do paciente, multilateralmente integrar soluções e dados é a grande aposta do mercado.

O Infográfico a baixo foi desenvolvido pelo estudo apoiado pela Philips, o Future Health index 2016, pesquisa desenvolvida em 13 países, com 2600 profissionais e 2500 pacientes para entender como é visto o tratamento de saúde integrada globalmente.

Os sistemas de saúde sofrem transformações, de acordo com o estudo e diferente do que você possa imaginar, um número significativo de profissionais são contra a digitalização e integração de tecnologias conectadas porque acreditam que isso apenas aumenta o custo geral do tratamento.

Os mercados emergentes são os que mais crescem e adotam tecnologias conectadas, cerca de 80% desses países, enquanto os países desenvolvidos encontram uma resistência maior. E mais da metade dos profissionais entrevistados acreditam que a burocracia do sistema é o maior empecilho para a implementação.

Mesmo assim, a maioria das respostas na pesquisa, 69% dos pacientes e 85% acreditam que um sistema integrado na saúde, auxiliam o tratamento de forma mais veloz e mais assertiva.

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Prontuário médico digital: benefícios para hospitais e centros de saúde

Vantagens são inúmeras, começando pela possibilidade de eliminar pilhas de papel, economizar tempo na localização de fichas de pacientes antigos e contar com a segurança de ter as informações médicas protegidas

prontuarioA urgência na adoção de tecnologias para aumentar a eficiência e a qualidade nos processos clínico-assistenciais já faz parte da realidade de muitas instituições de saúde no Brasil. Características como alto custo com a saúde, necessidade de maior produtividade das equipes médicas e exigência por atendimentos de qualidade estão transformando o modelo de cuidado da saúde e inserindo mais rapidamente recursos tecnológicos nesse contexto. Prova disso é que em 2014 foi aprovado pelo Senado Federal o PL (Projeto de Lei) 167, que autoriza profissionais de saúde, clínicas e hospitais a digitalizar todos os documentos reunidos nos prontuários dos pacientes e a eliminação posterior do original impresso, desde que a digitalização seja certificada digitalmente. A notícia foi bem recebida pela área médica, que há anos enfrenta dificuldades em relação ao acúmulo de papel.


Seguindo a tendência mundial de discussão sobre temas ligados às tecnologias digitais no ambiente de healthcare (eHealth), a Hospitalar deste ano contou com um fórum totalmente voltado para o eHealth, que vem mudando a área de serviços de cuidados e está no centro dos sistemas de saúde. O evento destacou que não há mais como fugir do investimento em digital healthcare.

“O mundo mudou, o mercado está mudando (se globalizando), e o cenário nacional precisa se reinventar. Precisa de reformas, de inovação, de oxigenação e, acima de tudo, de investimentos”, justificou Guilherme Hummel, do eHealth Mentor Institute, empresa de mentorização corporativa para investidores, provedores e empresas consumidoras de eHealth e responsável pelo conteúdo do evento. A apresentação de Hummel centrou-se na atuação dos fundos de Venture Capital nesta fase de transição em que os investimentos em tecnologia na área de saúde já superam os de outras áreas basilares do mercado.

SOLUÇÕES INOVADORAS

A Agfa HealthCare, empresa belga fornecedora de diagnóstico por imagem e soluções de TI ao redor do mundo, é detentora do Prontuário Eletrônico de Paciente, ou PEP, cuja funcionalidade dos Sistemas de Gestão de Saúde é manter o registro de informações clínicas. Integrado ao Sistema de Gestão Hospitalar (HIS – Hospital Information System), no qual ficam armazenados os dados demográficos e administrativos/financeiros do paciente, além das regras de negócio da instituição de saúde, o PEP permite o gerenciamento amplo do fluxo de cuidado com o paciente, além da gestão global da instituição e suas relações com o SUS (Sistema Único de Saúde) e o Sistema de Saúde Suplementar.

“O PEP também pode eliminar o registro em papel das informações do paciente com a utilização da assinatura digital, mantendo todas as informações de prescrições em meio eletrônico. O acesso às informações e às ferramentas de prescrição de medicamentos, cuidados e dietas, entre outros dados, se torna mais rápido e disponível de qualquer lugar”, destacou Americo Rodota, gerente de negócios da Agfa HealthCare da área de healthcare information solutions para a América Latina.

prontuarioMVA MV Sistemas é um dos principais players da área e em 2015 recebeu o prêmio KLAS Category Leader for Global Acute EMR – Latin America, baseado no feedback de profissionais de diversas instituições de saúde no mundo que compartilham informações e experiências relacionadas ao uso de tecnologias da informação na saúde. “O Prontuário Eletrônico do Paciente é uma ferramenta que reúne em um único local todo o histórico clínico-assistencial, além de permitir o registro e o controle de toda a programação do plano de cuidado multidisciplinar de cada paciente. Simplificando o armazenamento de dados, a solução auxilia o corpo clínico no apoio à decisão clínica por meio da disponibilização de protocolos e do acesso a bases de conhecimento”, ressaltou Ubirajara Maia, diretor corporativo de sistemas da MV.

prontuariototvsJá a TOTVS desenvolveu a quatro mãos o Prontuário Eletrônico de 2ª Geração (PEP2.0) com o apoio de médicos e enfermeiros, o que resultou na criação de um produto que oferece, em forma de solução tecnológica, a experiência e a facilidade de uma prescrição em papel. Assim, foi possível quebrar o preconceito que alguns profissionais de saúde ainda têm em relação à adoção de prontuário eletrônico. “Quando um paciente chega à instituição de saúde, inicialmente é realizado o seu cadastro, onde são coletadas as informações gerais. Após esse registro, o paciente é encaminhado para o primeiro atendimento, diretamente com o médico ou com a equipe de enfermagem da triagem. Neste momento, as informações sobre o quadro clínico são registradas em seu prontuário eletrônico, que o acompanhará durante toda a permanência na instituição”, enfatizou Marcelo Souccar, head do segmento de healthcare da TOTVS, empresa de soluções de negócio.

Transporte Aeromédico investe em tecnologia de ponta para ganhar mercado

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Dados do Sistema Único de Saúde (SUS – 2013) apontam 170.805 internações por acidentes de trânsito no Brasil. Quando são somados acidentes domésticos e transferências entre unidades de saúde, o número de brasileiros que em algum momento utilizam um veículo de resgate aumenta consideravelmente. Dentro deste panorama, um segmento que vem ganhando destaque é o de transporte aeromédico, que utiliza jatos e helicópteros em suas operações, tornando o socorro mais rápido. A Magnamed, empresa nacional voltada para o mercado de critical care, aponta o crescimento da venda de equipamentos Oxymag e OxyMag Agile, ventiladores pulmonares portáteis, para este tipo de atendimento.

Além do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), várias empresas que seguem normas e legislações específicas vigentes do Comando da Aeronáutica, estipuladas pelo Departamento de Aviação Civil, estão aptas para prestar este tipo de serviço para as redes particulares e públicas de saúde. Um exemplo é a Helisul, empresa paranaense que atua no Brasil e em todos os países do continente americano com uma frota de 2 aviões e 13 helicópteros.

De acordo Rodrigo Vechi, diretor da Helisul, para estarem aptas a esta prestação de serviço as unidades se transformam em UTIs aéreas, com todos os equipamentos necessários para atendimento inicial ao paciente (no local da chamada) visando sua estabilização inicial, preparo e transporte com condições de suporte avançado à vida até instituição de saúde que dará a continuidade do atendimento. “Um dos equipamentos de suma importância nesta estrutura é o ventilador pulmonar”, explica o executivo. A empresa utiliza, para este fim o Oxymag, equipamento compacto, com interface intuitiva, fabricado pela Magnamed.

Vech explica o motivo da escolha. “O Oxymag é pequeno, de fácil manuseio e atende diferentes perfis de pacientes (bebês, crianças ou adultos). Se em um transporte atendo um adulto, no seguinte posso atender um bebê e modificar os parâmetros em segundos. Não há necessidade de ter vários ventiladores pulmonares a bordo”, ressalta.

Para poder trabalhar no resgate aéreo, a equipe (composta por um médico, um enfermeiro e o piloto) precisa passar por um treinamento específico e também se adequar. Os profissionais de saúde, além do ensino superior, devem estar habilitados para ações de atendimento pré-hospitalar e aeromédico nas modalidades de resgate e transporte Inter-Hospitalar. Já os pilotos devem ser habilitados de acordo com as normas e regulamentos vigentes do Comando da Aeronáutica, Código Brasileiro de Aeronáutica e Departamento de Aviação Civil.

Para atuação em ações de resgate em helicópteros, sob a orientação do médico da aeronave, é recomendável que o piloto possua capacitação em manejo auxiliar de pacientes, em caso de apoio ao médico responsável, se necessário. “O manejo do Oxymag é tão simples que agilizou inclusive o treinamento de nossas equipes”, completa Vechi.

Com planos de expansão, o executivo afirma que manterá a parceria com a Magnamed. “Nosso espaço físico de trabalho é limitado ao tamanho das aeronaves. Por isso os ventiladores pulmonares compactos atendem às nossas exigências. O fato da interface ser de fácil utilização também faz toda a diferença”, finaliza o diretor.

Nota de Esclarecimento da SBC e Sobrac

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A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), tendo em vista a matéria veiculada no programa Fantástico, da TV Globo, do dia 24 de julho, sobre o processo judicial que investiga o reprocessamento de cateteres em procedimentos invasivos de eletrofisiologia por parte de planos de saúde, médicos e serviços do Estado do Rio de Janeiro, vêm a publico manifestar o seu repúdio a qualquer ato que infrinja as leis vigentes e, em especial, que coloque em risco a saúde da população.

As entidades consideram importante, contudo, esclarecer que os produtos de reprocessamento proibido são aqueles que não atendem aos requisitos das RDC/ANVISA n. 156/2006, RDC/ANVISA 2605/2006, RDC/ANVISA 2606/2006, RDC n. 15 de 15 de março de 2012 e a Nota Técnica 001/2013/GMAT/GGTPS/ANVISA; os demais, que estejam de acordo com as referidas normas, desde que atendidas as demais regras legais atinentes à espécie, especialmente no que se refere à assepsia, eficiência e segurança, não contêm expressa proibição de reprocessamento.

A SBC e a SOBRAC esperam ver devidamente elucidadas as muitas dúvidas do processo em curso, para que sejam identificados e punidos os reais responsáveis por ações comprovadamente ilegais, assim como esclarecida e divulgada com a mesma ênfase a inocência de profissionais e serviços que tenham sido inapropriadamente envolvidos na ação judicial e consequente exposição pública.

Startups de Saúde não percam o Startup Saúde Lounge no HIS 2016

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 Criado em 2015, o Hospital Innovation Show é o maior evento de inovação, tecnologia e empreendedorismo em saúde da América Latina. Em 2015, foi realizado no Centro de Convenções Rebouças com um público estimado superior a 3.000 pessoas.

Este ano, o evento ocorrerá nos dias 27 e 28 de Setembro, no SP Expo, o espaço mais moderno de eventos da cidade de São Paulo, sendo que o público esperado é superior a 5.000 pessoas.

O HIS 2016 terá 8 Congressos (Saúde Business Conference, Medtech, RH e outras), a Hackathon Hack4Health, Startup Lounge, Food Trucks, e uma vibe SUPER POSITIVA, com muitas pessoas que querem, DE FATO, TRANSFORMAR A SAÚDE!

Cientes da importância das startups de saúde fazerem uma conexão qualificada durante estes eventos, que atraem líderes das principais organizações de saúde do pais, foi desenvolvido o Startup Lounge, um espaço de acesso para que as startups possam demonstrar seus produtos e serviços de modo estruturado.

Teremos até 30 startups numa posição única para conversar com os grandes players da saúde.

Benefícios:

 Startup Lounge:

  • Duas banquetas
  • Um table top
  • Placa com nome da empresa
  • Um ponto de energia
  • Não pode levar banners
  • Pode ser com ou sem TV

Benefício extra:

        -     Encontro com investidores na Berrini Ventures

O ano passado tivemos o Startup Lounge com o apoio da Amazon, com mais de 30 startups, onde muitas oportunidades surgiram e muitos negócios foram fechados.

Neste ano, esperamos que o evento seja ainda mais transformador para TODOS os envolvidos.

INSCREVA-SE NO STARTUP LOUNGE: CLIQUE AQUI

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Foto: Arena principal do Hospital Innovation Show 2016

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Foto: Startup Lounge (ao fundo na foto superior à direita) e outros espaços do evento

Adobe aponta: consumidores querem experiência digital na área de saúde, mas indústria não atende essa demanda

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A área de assistência à saúde está ficando para trás em comparação a outros setores quando se trata de colocar o cliente em primeiro lugar, isso é o que mostra o novo relatório da Adobe Digital Insights (ADI).

O relatório – que ouviu 1.000 consumidores norte-americanos, analisou a forma como os consumidores estão respondendo às ferramentas online a sua disposição para administrar suas necessidades da área de saúde e de fitness.

Conclusões:

- Muitas pessoas que já usam seus smartphones para tarefas relacionadas à saúde querem migrar suas experiências exclusivamente para o smartphone. Essa é a vontade de 63% das pessoas que usam o mobile para rastreamento de seus objetivos esportivos e de 61% que acompanham metas de perda de peso, por exemplo. 

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Essa mentalidade voltada para computadores não levará essas empresas muito longe, de acordo com pesquisa da ADI. Os consumidores que se auto identificam como digitalmente mais ativos estão duas vezes mais propensos a dizer que a qualidade da assistência à saúde melhorou, do que aqueles que não se consideram digitalmente ativos.

"Estamos definitivamente vendo que um consumidor digital mais engajado se traduz em uma visão melhor da qualidade da assistência", afirma Roberts. "Os convênios médicos que não inovam por meio de canais digitais correm o risco de perder sua participação no mercado para os concorrentes e perdendo a oportunidade de proporcionar uma melhor experiência de assistência à saúde para os pacientes".

Para acessar o estudo completo, clique aqui.

Sobre a Adobe Systems Incorporated 

A Adobe está mudando o mundo por meio de experiências digitais. Para mais informações, visite www.adobe.com/br/