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Advil convida população para mutirão de acessibilidade em 28 de julho

SÃO PAULO, 21 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- Trabalhar, passear, fazer compras ou estudar. A rotina está repleta de atividades que não podemos deixar de cumprir. Só percebemos a importância da mobilidade para realizar essas tarefas quando algum obstáculo atrapalha nosso caminho. Idosos, gestantes, pais com carrinhos de bebê, obesos ou pessoas com deficiência física também precisam ter seu direito de ir e vir garantido. Dessa forma, por acreditar que facilitar a vida é também pensar na necessidade de todos e, principalmente, para inspirar as pessoas a realizarem o que elas desejam, Advil – o analgésico mais vendido no mundo - promove a campanha #Nada Atrapalha Meu Caminho e incentiva o movimento pela mobilidade.

A marca acredita que empoderar as pessoas com informação e acesso permite que elas tenham mais autonomia e qualidade de vida. Por isso, uma das iniciativas da campanha é o apoio ao aplicativo Biomob, ferramenta que promove o compartilhamento da informação, acessibilidade e mobilidade urbana. O gerente de grupo de produtos da Pfizer Consumer Healthcare, Elio Dilburt, destaca que a campanha "é uma inspiração para que as pessoas não desistam de seus objetivos por causa de obstáculos, sejam eles originados pela dor ou, neste caso, pela dificuldade de mobilidade".

Para mapear lugares acessíveis e valorizar boas iniciativas, será realizado um mutirão em São Paulo, no dia 28 de julho. A população está convidada a participar, avaliando a acessibilidade de estabelecimentos por meio do aplicativo Biomob e, assim, promover cidades melhores para todos. Após um rápido treinamento, todos sairão às ruas para visitar lugares acessíveis e, em tempo real, dar uma nota para cada item de acessibilidade. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo link https://goo.gl/tym21S.

Quem não puder comparecer à ação presencial ou estiver em qualquer outra cidade do Brasil pode contribuir mesmo assim. Ao visitar um local, basta procurá-lo no aplicativo e fazer a avaliação, a qualquer momento. Bares, restaurantes, academias, teatros, shoppings, hotéis e parques são avaliados com base na norma NBR 9050 – que estabelece as regras de acessibilidade para edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos - e recebem notas de 0 a 5 para todos os itens.

Informações para imprensa:
Ana Luiza Petry – (11) 5090-8900 ramal 8828 analuiza.petry@ketchum.com.br

FONTE Advil e Pfizer Consumer Healthcare

Quatro maneiras de impedir o ransomware

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Ransomware é a técnica usada pelos hackers para bloquear o acesso aos prontuários e ficou conhecida como método para alguns casos de sequestros de registros médicos mais comentados mundialmente.

O que pouca gente sabe é que as soluções de segurança atuais não são totalmente eficazes, porque o phishing dos hackers envolve uma lógica social, como links corrompidos disfarçados em e-mails. Por isso, uma educação adequada sobre como trabalhar pela rede é tão importante quanto realizar manutenções de TI nas organizações.

Um estudo publicado pela Applied Clinical Informatics divulgou  quatro dicas que não devem ser ignoradas pelos hospitais para defender seu sistema de prontuário eletrônico de sequestros:

1. Garanta que os programas estejam instalados corretamente. Isso pode parecer básico, mas, aparentemente, foi assim que se resultou no caso do ataque a Medstar, um servidor mal implantado que apresentou brechas para os hackers.

Além disso, é importante aplicar controles técnicos como arranjos up-to-date ou backups diários e fazer testes regulares para garantir a funcionalidade. Outra indicação é manter uma lista de softwares que são seguros e links que podem ser mau intencionados.

2. Proporcione simulações para a equipe. Nesse campo, a equipe de TI de uma companhia pode enviar mensagens aos funcionários para mostrar e-mails legítimos e seguros e os que não são, contribuindo para uma identificação mais precisa.

3. Acompanhamento contínuo. Para garantir que as atividades estejam correndo bem e ainda prever uma atividade suspeita no sistema, é importante estar avaliando qualquer tipo de comportamento, estando a par do cenário de novos ataques e métodos de hackers e a evolução deles.

4. Caso atacado, aja rapidamente. Convoque as autoridades, polícia, equipe de TI do hospital, para assumir uma rápida posição de defesa e redirecionamento para garantir a segurança de novos ataques.

Leia mais sobre o estudo da Applied Clinical Informatics.

Esses e outros tópicos serão debatidos por líderes referências do setor no maior trade show de inovação em saúde da América Latina, o Hospital Innovation Show, em uma trilha de conteúdo específica para TI. Venha conversar sobre usabilidade, interoperabilidade, nuvem e cibersegurança nos dias 27 e 28 de setembro em São Paulo e extraia todo o potencial da TI para assistência a saúde em sua instituição. Confira o site do evento

Depois da onda de consultas com o “dr. Google”, chegam as “consultas com os drs. Facebook e WhatsApp”

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Nos últimos anos, com a popularização da internet, se tornaram comuns as perigosas “consultas médicas” com o “dr. Google”. Ao menor sinal de qualquer dor ou desconforto, o internauta acessa o site de busca, digita os sintomas e logo se vê diante de uma infinidade e variedade de diagnósticos e tratamentos.

Ao mesmo tempo em que auxilia ao disseminar e democratizar informações sobre saúde e bem-estar, esse tipo de consulta também pode prejudicar, e muito, o diagnóstico precoce e o tratamento correto de doenças com a proliferação de conteúdos falsos ou incompletos. Portanto, os pacientes devem ficar atentos e cientes que nada substitui uma boa consulta médica.

Novas ameaças

Para agravar a situação e os riscos das “consultas virtuais e impessoais”, o “dr. Google” tem, agora, novos e ameaçadores concorrentes: os grupos de Facebook e WhatsApp. Criados com o objetivo de facilitar o compartilhamento de informações entre pacientes, esses grupos estão se transformando em perigosos consultórios.

Na área da cirurgia plástica, por exemplo, a situação é assustadora. Integrantes destes grupos chegam a afirmar em postagens que não precisam pagar uma consulta médica apenas para saber qual o procedimento mais indicado, a técnica cirúrgica a ser usada ou o volume de prótese mais adequado para o seu caso, pois acreditam que as experiências de outros membros são suficientes para orientá-los em qualquer decisão.

Campanha

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Preocupada com a situação, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Goiás (SBCP-GO) lançou uma campanha para alertar as pessoas sobre os riscos da disseminação nas redes sociais de informações sem comprovação científica e enfatizar a importância da consulta médica.

A primeira peça da campanha, divulgada nas redes sociais e que já conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) nacional e de outras regionais, orienta que grupos fechados de Facebook ou WhatsApp não são canais seguros para a escolha do cirurgião plástico e explica que muitos deles são criados por pessoas que tentam se beneficiar com a indicação de pacientes conquistados por meio de anúncios irregulares de médicos.

A segunda peça, alerta que médicos são proibidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) de divulgarem fotos de pacientes do tipo “antes e depois” da cirurgia. O presidente da SBCP-GO, Luiz Humberto Garcia de Souza, explica que a proibição visa proteger a imagem do paciente e também evitar que novos pacientes venham a acreditar que alcançarão o mesmo resultado apresentado nas fotos, o que não é verdade.

A SBCP-GO conta também com uma Comissão de Mídias Sociais atuante, que vem trabalhando no monitoramento das divulgações irregulares em grupos de Facebook e WhastApp. Médicos que participam destes grupos e infringem as normas do CFM podem ser punidos pelo Conselho Regional de Medicina.

Onde a tecnologia e o cuidado se encontram?

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Há algum tempo, o software para hospital tinha uma única função principal, a gestão do negócio. O que se via eram módulos de faturamento, contas a pagar e receber, cálculo de folha e tarefas administrativas sendo geridas através dele. O corpo clínico e os computadores, portanto, viviam em mundos diferentes dentro da mesma instituição.

Como muito da prática médica é sobre coletar e analisar informações, a Tecnologia da Informação passou a ter um papel crítico também na assistência a saúde. O surgimento de softwares especializados para o corpo clínico criou a necessidade de um novo olhar sobre os provedores de saúde no que diz respeito à tecnologia, agora onipresente na organização.

Os benefícios da informatização na assistência à saúde são inúmeros. Tantos que o governo americano estabeleceu, em 2009, o que foi chamado de HITECH (Health Information Technology for Economic and Clinical Health), que distribuiu mais de U$ 20 bilhões para adoção de prontuário eletrônico do paciente em hospitais e consultórios médicos e impulsionou a TI para saúde no mundo inteiro com esse reconhecimento de importância da área.

O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma ferramenta tecnológica crucial para extrair plenamente esses benefícios. Além de centralizador da informação dos pacientes, ele se tornou um aliado do médico na prática diária. Hoje, esses sistemas geralmente são equipados com ferramentas de apoio a decisão clínica, que indicam possíveis interações medicamentosas e até auxiliam no diagnóstico através de referências de casos similares. Sem contar no acesso fácil a resultados de exames e imagens, evitando, inclusive, solicitações desnecessárias.

E com adoção crescente de softwares pelo corpo clínico, sobretudo o Prontuário Eletrônico, as instituições acabaram se transformando em grandes geradores de dados de saúde estruturados. O que antes estava amontoado no Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME) em pastas e papéis embolorados, agora é largamente disponível de forma informatizada. Esse é o contexto certo para se aplicar o termo Big Data, contribuindo não só para gestão inteligente do próprio hospital e a saúde populacional do país, como avanços científicos na medicina, por análises e interpretação desse crescente conjunto de dados.

Essa aproximação do corpo clínico e da TI é irreversível e muito proveitosa para todo o sistema de saúde, o que, no final das contas, significa melhoria no cuidados dos seres humanos. Mas novas soluções trazem novos desafios: temas como nuvem de dados, cibersegurança e interoperabilidade devem fazer parte da agenda dos gestores da área saúde para que seja possível habilitar todo o potencial da informática nesse ambiente de múltiplos players e informações sensíveis e confidenciais protegidas por leis.

Para citar um caso real, em fevereiro desse ano, o hospital Hollywood Presbyterian Medical Center foi atacado eletronicamente através de uma técnica chamada de ransomware, onde os criminosos implementaram um software malicioso que bloqueava o acesso a registros médicos de pacientes, obrigando o uso de uma senha para o desbloqueio. Esse sequestro, digno de Hollywood, se repetiu em outras instituições e vem acontecendo com alguma frequência nos EUA. Além disso, o mercado negro paga até 100 dólares por informações médicas roubadas para prática de crimes como fraude ao seguro saúde.

Por isso, uma área de competência antes valorizada majoritariamente pelo mercado financeiro, está invadindo o setor de saúde. Tão importante quanto o saldo bancário, a proteção aos dados de saúde, confidenciais por lei, tem elevado a importância da cibersegurança para área. E não só isso, mas quando o uso de softwares de saúde é crucial para o atendimento, é preciso garantir que, além de não serem roubados, os dados não sejam danificados, comprometendo o funcionamento de toda a instituição.

No suporte a toda operação de TI dentro de um provedor de saúde, existe ainda a preocupação com a infraestrutura tecnológica. É comum observar salas climatizadas com servidores caros dentro de instituições para cumprir esse papel. A tendência, no entanto, é que essas estruturas sejam menos comuns. Empresas estão direcionando suas ofertas de Cloud Cumputing (nuvem) para o mercado de saúde com foco em redução de custos, redundância, fácil gerenciamento e segurança - indo de encontro com a demanda do setor.

A interoperabilidade também é um ponto importante na informatização da saúde. Dentro de um hospital existem muitos players interdependentes, como operadoras, centros de diagnóstico e laboratórios. A comunicação eletrônica entre eles é fundamental para otimização do workflow de atendimento ao paciente, consolidação dos dados clínicos e até o acesso de histórico médico entre diferentes instituições. Para isso, existem padrões para transmissão e semântica de dados estabelecidos por órgãos como o Instituto HL7 e o IHE, que trabalham para que a interoperabilidade seja possível.

O hospital do presente requer uma visão holística de TI - da implementação do software certo e interoperável à infraestrutura. E isso, no Brasil, vem de encontro com a profissionalização do setor, que está empoderando cada vez mais o gestor de tecnologia, agora mais próximo do profissional de saúde.

Pensando neste contexto, o Hospital Innovation Show unirá as maiores lideranças do setor de saúde para discutir Inovação, Tecnologia e tendências para o setor de saúde. E, dado o papel da Tecnologia da Informação, uma trilha de conteúdo será dedicada ao tema. Nas próximas páginas, você verá ainda entrevistas  e matérias que nos inspiraram a criar este encontro, que já foi em 2015 e promete continuar sendo um dos maiores pontos de discussão do tema na América Latina.

Esses e outros tópicos serão debatidos por líderes referências do setor no maior trade show de inovação em saúde da América Latina, o Hospital Innovation Show, em uma trilha de conteúdo específica para TI (Para saber mais, clique aqui). Venha conversar sobre usabilidade, interoperabilidade, nuvem e cibersegurança nos dias 27 e 28 de setembro em São Paulo e extraia todo o potencial da TI para assistência a saúde em sua instituição.

Brasil se torna alvo de empresas internacionais

Área de equipamentos médicos e hospitalares atrai companhias estrangeiras; em maio, mais de 500 empresas do setor compareceram à Feira Hospitalar para expor seus produtos e fazer negócios

empresasinterEmpresas estrangeiras de equipamentos médicos e hospitalares voltam cada vez mais seus olhares para o mercado brasileiro.O Brasil é considerado como um dos mercados de saúde mais lucrativos na América Latina, com classificação consistente entre os cinco principais destinos mundiais de turismo médico. O país atrai uma variedade de turistas médicos que vêm tirar proveito da indústria de cirurgia estética bem-sucedida e renomada mundialmente. A crescente demanda por serviços de saúde privados ajudou a alimentar um boom no setor, que continua a ser dominado por players locais e testemunhou recentemente uma série de fusões, uma vez muitos deles procuram capitalizar sobre maiores demandas e consolidar suas posições.

De acordo com relatório da ReportLinker, empresa internacional de pesquisa de marketing, “Panorama do Mercado de Saúde Brasileiro em 2020”, com melhores padrões de vida, as despesas de saúde no país têm aumentado continuamente, o que está impulsionando o setor de saúde.

As despesas com saúde no país estão previstas para crescer em uma CAGR (Compound Annual Growth Rather, que em português pode ser lido como “taxa de crescimento anual”) de cerca de 5,8% entre 2016 e 2020. Os principais fatores por trás do aumento das despesas de saúde incluem a prevalência de várias doenças no país, como a hipertensão. Outras principais doenças prevalentes abordadas no relatório incluem câncer, tuberculose, obesidade e diabetes.

De acordo com as descobertas do estudo, as futuras perspectivas do mercado brasileiro de saúde e a indústria de TI (Tecnologia da Informação) são bastante otimistas, já que o segmento tecnológico testemunhou fusões e aquisições significativas em 2015. As principais empresas de TI para saúde em todo o mundo também estão olhando para o Brasil como um destino ideal para a expansão de seus negócios. O Brasil aprovou uma nova lei permitindo que empresas estrangeiras possam investir capital em hospitais privados pela primeira vez – um movimento esperado para satisfazer os ansiosos pela capitalização em um mercado de saúde privado de alta demanda e trazer o financiamento tão necessário para o setor. Investidores de diversos países estão ansiosos para injetar recursos no setor de saúde brasileiro.

Empresas estrangeiras de equipamentos médicos e hospitalares voltam cada vez mais seus olhares para o mercado brasileiro. O preço competitivo e o crescente investimento de hospitais em soluções que otimizam tempo e facilitam a gestão da rotina de centros de saúde são os principais argumentos utilizados por empresas internacionais que vêm ao país para fazer negócios.

A alteração da Lei 8.080/1990 em janeiro do ano passado passou a permitir que empresas de capital estrangeiro participarem direta ou indiretamente na assistência à saúde e, inclusive, no controle de empresas privadas. O texto diz ainda que podem também atuar na área hospitalar, clínica geral e especializada, serviços de atendimento de empresas, laboratórios e atendimento filantrópico, aumentando ainda mais o interesse no Brasil como mercado-alvo.

Segundo o presidente da Abimed (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde), Carlos Goulart, o grande mercado interno tem demanda ainda não atendida na área da Saúde que, aliada ao aumento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis, como câncer, diabetes, hipertensão e obesidade, torna o mercado brasileiro ainda mais interessante. “O Brasil passa por uma situação transitória de dificuldades políticas e econômicas que influenciam a cotação do dólar e diminuem a arrecadação, impactando o custeio da saúde. Porém, apesar desse cenário adverso, o país tem características estruturais que o tornam potencialmente atrativo e abrem inúmeras oportunidades de investimento no setor de produtos para saúde”, afirma.

A Agfa HealthCare, empresa belga fornecedora de diagnóstico por imagem e soluções de TI ao redor do mundo, está no Brasil há 20 anos e percebe um mercado amplo na área de digitalização de imagens e integração de sistemas em hospitais. “Nós enxergamos o país como prioridade no planejamento estratégico. Nos últimos anos, inclusive, houve a aquisição de uma empresa brasileira para complementar o portfólio de produtos disponíveis no mercado”, diz o presidente da Agfa HealthCare para a América Latina, Roberto Ferrarini.

A multinacional japonesa Konica Minolta Medical Imaging já lançou cinco produtos somente este ano no país. “A Konica Minolta tem se transformado de uma importadora de soluções de imagem em uma empresa brasileira provedora de soluções completas por meio de investimentos, contratações, parcerias locais e aquisições”, afirma o presidente e CEO da companhia, David Widmann.

A empresa ressalta que, com o aumento da população para mais de 200 milhões de pessoas e o envelhecimento dela nos últimos anos, são necessários avanços técnicos significativos e ganhos de eficiência e custo. “A empresa não para de crescer, indo na contramão do cenário atual, o que certamente nos permitirá continuar investindo e expandindo a operação”, completa o gerente geral da unidade de negócios da empresa no Brasil, Daniel Martins.

Ambas estiveram na Hospitalar 2016 e consideram a feira uma ótima oportunidade de expandir contatos e criar novas oportunidades de negócios. “Tivemos a chance de dialogar com muitos novos clientes e também conseguimos manter o relacionamento com nossos compradores atuais, apresentando lançamentos e atualizando-os sobre nosso portfólio. Tudo isso fez nossa participação ser muito satisfatória”, disse Ferrarini.


Oportunidades de negócios

Segundo levantamento realizado pela Abimed, a estimativa de faturamento para produtos do segmento foi de US$ 10 bilhões no ano passado. Os números das exportações de equipamentos e itens da área são igualmente otimistas: até maio deste ano somaram US$ 277.524.090, de acordo com levantamento mensal realizado pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios).

Prova dessa procura pelo Brasil como mercado a ser explorado é o expressivo número de empresas estrangeiras que participaram da Feira Hospitalar. Das 1.250 empresas expositoras, 507 se deslocaram de 38 países para mostrar seus produtos e inovações, realizar negócios e conhecer o mercado brasileiro – o número representa mais de 40% do total de empresas participantes do evento. “A presença de empresas e de visitantes internacionais confirma que os empresários e compradores de todo o mundo consideram a feira um evento indispensável na agenda mundial de saúde. O evento funciona como uma plataforma de negócios que fomenta as relações entre a indústria fornecedora e diretores de hospitais, clínicas e profissionais de saúde. É o grande ponto de encontro anual do setor hospitalar nas Américas”, destacou Mônica Araújo, diretora do evento.  

A quantidade de empresas internacionais que estrearam no evento também é significativa: 205 participaram pela primeira vez na edição 2016. É o caso da TOA Corporation, empresa japonesa que fabrica equipamentos profissionais nas áreas de áudio e segurança. “No ano passado viemos visitar e decidimos fazer parte porque achamos muito interessante essa gama de empresas e produtos que são expostos aqui. Durante os quatro dias, pudemos fazer contatos bastante efetivos com hospitais e clientes finais que nos contataram depois de visitar nosso espaço para fechar negócio”, disse o gerente de negócios Francisco Pereira.

O diretor da Histo-Line Laboratories, Fabrizio Illuminati, viu no evento uma oportunidade de expandir os negócios para o Brasil e toda a América Latina: “A nossa participação é como uma porta de entrada no mercado brasileiro. Não temos muitos negócios com a América Latina, e foi uma oportunidade para fazer esse primeiro contato com os empresários e aumentar nossas projeções na região”, disse ele, ao afirmar que o Brasil é um mercado em expansão e que tem atraído a atenção de empresas que visam negócios em “médio e longo prazo”.

Foi em 2016 a terceira participação da Paramount Bed na Feira Hospitalar por meio da sua filial no Brasil. A especialista de produtos da empresa, Juliana Nery Ferreira, ressalta que a todos ficaram “bem satisfeitos com os resultados e com diversos contatos e demonstrações pós-feira”. “A Paramount Bed enxerga o Brasil como um mercado muito vantajoso para negócios na área da saúde. Estamos vivendo um momento delicado no país, todavia isso não impediu que os negócios fossem realizados. Estamos com diversos contatos pelo Brasil todo e com boas chances de fechar negócios”, complementou.

O gerente de projetos do pavilhão norte-americano, Ryan Klemm, acredita que um dos principais motivos que trouxeram as 51 empresas da região para expor no país foi a procura em manter contatos duradouros com o mercado brasileiro, já que a rede pública e a privada daqui têm grande poder de compra. “Os hospitais e as clínicas particulares parecem continuar expandindo mesmo com a desaceleração econômica e os contratempos políticos. O mercado brasileiro é, sem dúvida, muito atraente para os exportadores canadenses e americanos. É o país com a maior produção de equipamentos médicos na América do Sul, além de ser líder em importação”, afirmou dizendo que os resultados “foram muito positivos”.


Tecnologia Antimicrobiana Microban dá adeus ao bolor e ao cheiro de mofo nos armários e closets

SÃO PAULO, 20 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- A Microban, Líder em Soluções Antimicrobianas, anunciou recentemente em seu site, dicas para consumidores finais com algumas marcas líderes como Calvin Klein®, Reebok® e Under Armour®, que contam com a Proteção Antiodor e Antibolor incorporada nos tecidos. Mas, a solução não se destina somente aos tecidos, pois o próprio armário também pode sair de fábrica com a Proteção Antimicrobiana que impede o crescimento de fungos de forma ativa em sua superfície.

Cidades cada vez mais verticalizadas impedem a entrada do sol em todos os ambientes; bactérias e fungos - mofo e bolor - são vilões que precisam ser controlados e evitados. No entanto, países tropicais possuem alto índice de umidade no ar, e mesmo ambientes arejados acabam sendo locais propícios à proliferação destes microrganismos.

Armários feitos de painéis de madeira, que por sua vez são suscetíveis de absorverem umidade, são locais prediletos para o crescimento de fungos e bactérias que causam mau cheiro, alergias, problemas respiratórios, manchas e muito desconforto.

No entanto, é preciso prestar muita atenção, pois o verniz que vai no tratamento final da madeira contém uma certa capacidade de inibir o crescimento de bactérias e fungos por um curto período de tempo. Mas, se esta tecnologia não for permanente, em poucos meses se evaporará e o painel apresentará a proliferação de fungos natural à madeira, que é o habitat natural deste microrganismo.

Já com a Tecnologia Microban nos painéis de madeira, o consumidor pode ficar tranquilo, pois a Solução Antimicrobiana que impede a fixação e o crescimento de bactérias e fungos nos painéis promete permanecer ativa na superfície da madeira por toda a sua vida útil, durando mais de 10 anos na aplicação. Isto representa uma inovação muito bem-vinda, afinal, ninguém gosta de sentir cheiro de mofo em suas roupas, ou louças. Muito menos de ver seus sapatos e bolsas embolorados. Ter um mobiliário, cuja superfície ajuda a inibir a proliferação microbiológica, certamente diminuirá as chances do fungo se espalhar dentro dos armários e closets.

Saiba mais em: www.microban.com
Contato: (11) 4612-4420

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-07-19/original/3189.jpg)

FONTE Microban do Brasil Ltda.

Por que informações médicas são tão valiosas? [Infográfico]

Sabemos que na era da Informação, muitos tipos de dados precisam ser guardados com a segurança de um lar ou de um automóvel. Isso porque, para facilitar nossas vidas, permitimos que a tecnologia armazene nossas informações para que posteriormente sejamos capazes de acessá-las com mais facilidade e com mais qualidade.

Assim, recebemos a conformidade de não compartilhar números e senhas de conta bancárias e cartões de crédito, por exemplo. A manter nosso CPF e outros documentos em sigilo pelas infinitas possibilidades de utilização e fraudes que podem ser feitas com essas informações.

O infográfico de hoje explica porque nosso prontuário médico e outras informações da saúde precisam ser tão bem guardados quanto outras informações pessoais ou até mais do que elas.

Nossas informações médicas são bem mais sérias e pessoais do que acreditam e, como têm alta precisão, também apresentam alta qualidade e isso as tornam mais valiosas. Além disso, o histórico médico não sofre mudanças, como o número de um cartão de crédito, por exemplo.

As possibilidades de conseguir uma prescrição médica a partir do prontuário são enormes, o que o torna um agravante para a fraude e também para a chantagem. Subornos, a partir do sequestro desses dados médicos, já foram casos reais nos hospitais e, com segurança bem estruturada, podem ser evitados.

Why healthcare information is valuable -- KPMG infographic. (PRNewsFoto/KPMG LLP)

Mais Saúde Mater Dei inicia atendimento para pacientes com Artrite reumatoide

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A Artrite reumatoide - AR é uma doença reumática grave causadora de grande morbimortalidade quando não adequadamente tratada. Com grande prevalência, aproximadamente 1% da população mundial, acomete preferencialmente pessoas entre 30 e 50 anos.

A doença não adequadamente tratada leva à deformidades que podem incapacitar o paciente de forma permanente para o trabalho e comprometer as suas atividades diárias, além de levar à dor crônica. De acordo com a reumatologista da Rede Mater Dei de Saúde, Rafaela Bicalho, “quando o diagnóstico é estabelecido precocemente e o paciente é adequadamente tratado, a qualidade de vida e as funções motoras podem ser totalmente preservadas”.

Foi pensando nisso, que o Mais Saúde Mater Dei iniciou o atendimento direcionado aos pacientes com diagnóstico confirmado de AR e casos de suspeita da doença.“O tratamento da AR avançou muito nos últimos anos. As recomendações atuais para o seu tratamento contemplam formas de condução muito específicas e que os pacientes terão acesso no Mais Saúde”, conta Rafaela.

Sintomas: dor, edema e rigidez articular, principalmente em mãos e pés.

Prevenção: A Artrite reumatoide é uma doença multifatorial cuja etiopatogenia não é, completamente, esclarecida. “Existe um forte componente genético (histórico familiar de pacientes com AR tem mais chances de serem acometidos pela doença). Fatores ambientais têm sido postulados como causadores de AR, alguns ainda sob suspeita”, esclarece a médica Rafaela. Ela acrescenta que “um fator ambiental confirmado e bem estudado em AR é o tabagismo”.

3 vantagens da Certificação Digital para a saúde

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A partir de hoje (19/07), os laboratórios de análises clínicas devem atender a determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa, que prevê o uso do Certificado Digital para a assinatura digital de laudos emitidos pela internet. O objetivo é garantir a autenticidade e a integridade do documento, mas a Certificação Digital pode fazer muito mais pela área da saúde. Veja 3 exemplos:

1. Melhora da eficiência operacional: a Certificação Digital é a única tecnologia que possibilita a migração de 100% dos processos físicos para o digital. O Hospital Regional de Cotia (HRC) e o Hospital Geral de Itapecerica da Serra (HGIS), geridos pelo Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (SECONCI-SP), são exemplos. Eles integraram a tecnologia no Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). "O processo totalmente eletrônico facilita o armazenamento de dados, a consulta ao histórico e ao prontuário do paciente e a troca de informações entre os profissionais de todos os departamentos dos hospitais. Com essas mudanças, reduzimos a burocracia e retrabalhos, assim como o uso do papel", diz Luiz Sergio Almeida da Silva, Gerente de Tecnologia da Informação do SECONCI-SP.

Mauricio Balassiano, diretor de Tecnologia e Produtos da Certisign, explica que o Certificado Digital pode melhorar ainda mais a eficiência operacional dos hospitais se armazenado no celular. "Hoje, os profissionais de saúde têm a opção de utilizar o Certificado no smartphone, o que promove mobilidade e agilidade na tomada da decisão".

2. Segurança: processos no meio eletrônico são mais fáceis de serem administrados e rastreados, minimizam o risco de extravio de documentos e registros, reduzem o risco de interpretação errônea, por exemplo, de receitas manuscritas e, ainda, são mais seguros para os médicos e pacientes por conta da disponibilização completa do histórico do adoentado.

3. Sustentabilidade: "o PEP integrado à Certificação Digital elimina a necessidade do uso do papel para a assinatura/autorização de um procedimento. Todas as etapas podem ser assinadas ou autorizadas no meio eletrônico, com validade jurídica, por meio da utilização da assinatura digital, que é gerada a partir do uso do Certificado", explica Balassiano.

O Departamento de Saúde e Assistência ao Pessoal da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por exemplo, deixou de imprimir mais de 30 mil folhas de papel por mês, depois de integrar a tecnologia ao PEP.

Conta Aberta em hospital é como restaurante de Comida por Quilo

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Quando discutimos sobre formas de apresentação de contas hospitalares do Modelo GFACH, a melhor forma de fazer as pessoas entenderem porque pacotes sempre serão interessantes para operadoras e médicos, e nunca serão interessantes para hospitais, é comparar hospitais com restaurantes.

O Modelo descreve em detalhes diversos aspectos conflitantes na relação entre hospitais e operadoras. Vamos ficar com este conflito e esquecer o médico: se existe algo que podemos chamar de “suprassumo do conflito entre hospitais e operadoras” é a questão “conta aberta x pacote”.

Vamos exemplificar os tipos de restaurantes que conhecemos.

Existe o restaurante que vende comida por quilo. Dependendo da fome do cliente, vai pagar mais ou menos ... tão simples quanto isso: come mais, paga mais – come menos, paga menos.

No restaurante “à la carte”, um cardápio indica previamente o preço da refeição – não pesamos o prato porque teoricamente foi feito o cálculo do valor total da “escolha do freguês”. Se comer menos (se sobrar) não tem desconto. Se quiser comer mais, vai ter que pagar outro prato.

Existe o restaurante tipo “rodízio” onde o glutão pode comer à vontade, também pagando preço fixo. Também não se pesa a comida – se quiser “encher o bucho”, ou se quiser comer pouquinho, vai pagar o mesmo preço. Existem 2 tipos de rodízio:

  • O que tem comida boa e o preço é “bem salgado”. Este restaurante tem pedigree – se vender sua comida por quilo, certamente o preço do quilo seria muito menor que o preço do rodízio, mas como a comida é boa ele “chama o cliente” com sua marca, e cobra mais caro sabendo que ele tem “um limite” natural chamado tamanho do estômago. Conheço alguns “ignorantes” que até parecem não ter este limite natural, mas têm !
  • O que tem comida ruim, e coloca no cardápio “um monte de coisa” barata, que pesa muito no estomago, e pouca coisa boa de alto valor. A carne, por exemplo, é de terceira com amaciante e já temperada com sal de fruta, para que o cliente volte de vez em quando.

É fácil associar a comida por quilo com a conta aberta hospitalar. E é a forma mais justa de remunerar os serviços hospitalares. Paga-se exatamente o que se utiliza – tão simples quanto isso.

Para o hospital o pacote só é viável quando comparamos a conta ao “à la carte”. Somente para procedimentos padronizados. Se o paciente necessitar consumir mais, deve comprar outro prato. Se comprou bife com arroz, ficou com fome e quer uma porção de fritas, deve pagar o adicional da porção.

Não existe hipótese do pacote ser rodízio para o hospital. A explicação está na comparação: o cliente do restaurante tem limite para consumir (o tamanho do estomago), o paciente não. O que vemos no mercado quando o pacote se enquadra em rodízio:

Alguns hospitais de pedigree dizem que vendem rodízio, mas quando você olha o termo que assina é o mais puro “à la carte”. Você paga pela marca por um prato feito pensando que vai comer tudo que quiser, até ver a conta;

A operadora impõe um pacote inviável, mas o hospital aceita em troca da oportunidade de “fisgar o cliente” para procedimentos de maior complexidade. Por exemplo: um pacote global em pronto socorro de urgência obstétrica, que acaba trazendo para a mãe para o futuro parto;

O hospital tem um serviço de baixíssima qualidade e/ou baixa ocupação e qualquer coisa que aparece serve para reduzir o custo fixo. O resultado do pacote no médio e longo prazo acaba piorando ainda mais sua agonia.

Nas aulas sempre escuto uma ou outra pessoa citando que o pacote é bom porque simplifica o processo de formação e auditoria das contas:

  • Se a pessoa trabalha em operadora eu entendo que foi ensinada a pensar desta forma – é natural;
  • Se a pessoa trabalha em hospital eu tenho pena. Geralmente está inserida em processos de faturamento e auditoria totalmente manuais, ou precariamente automatizados. Já passou a época em que era justificável dizer que compor e auditar contas hospitalares dá trabalho – hoje em dia isso é inadmissível. Pode também ser uma pessoa que trabalha em hospital “dominado” pelas operadoras: não tem um bom produto e as operadoras “deitam e rolam”.

Esta “brincadeira” que vivemos hoje, que equipou a saúde com uma estrutura gigantesca para faturar e auditar contas, encarece o sistema de saúde. No cenário que vivemos ainda é muito necessário alguém que fique olhando as bobagens que os hospitais fazem no faturamento, alguém que fique analisando as peripécias que as operadoras fazem na auditoria. Quem está no sistema e não se especializa para lidar com isso perde muito dinheiro.

O paradoxo que existe no interesse das operadoras e dos hospitais só tem uma chance de acabar: quando todos os hospitais forem de rede própria de operadoras, e prestarem serviço exclusivamente para sua mantenedora. Quando, inclusive, os médicos forem funcionários das operadoras. Embora acreditando ser a tendência natural da saúde suplementar, não creio que estarei vivo para ver.

Enquanto isso vamos continuar assistindo os hospitais vendendo comida por quilo, as operadoras querendo comprar rodízio, e o “à la carte” sendo o “fiel da balança” .