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São Paulo ganha espaço voltado para o cuidado e saúde da mulher

São Paulo ganha espaço voltado para o cuidado e saúde da mulher

A ginecologista obstetra e especialista em reprodução humana Dra. Ana Lucia Beltrame inaugura em São Paulo um centro de tratamento voltado para a saúde da mulher. O Ella – Centro de Saúde Feminina é resultado de muito trabalho e pesquisas, que analisaram o perfil e as necessidades das mulheres, projetando um local para que receba o público de maneira acolhedora e moderna, com equipamentos de primeira linha no que se diz respeito à tratamentos e exames.

A clínica possui equipe composta por renomados especialistas. Entre eles, Dr. João Frederico Luciano de Mello, também idealizador do projeto, ginecologista e radiologista de formação, atuando no âmbito da medicina fetal, de alterações mamarias, tireoidianas e pélvicas, com destaque no diagnóstico e estadiamento pré cirúrgico da endometriose, o que torna o Ella saúde, referência na descoberta e tratamento desta doença, que atinge pelo menos 6 milhões de mulheres brasileiras.

Associado a um serviço de diagnostico por imagem de excelência, a clínica também oferece a possibilidade de realizar exames laboratoriais no seu espaço através de uma parceria com Hospital Albert Einstein e o Laboratório SalomãoZoppi Diagnósticos, permitindo maior conforto para os pacientes, melhor interação entre os profissionais e agilidade no tratamento.

Além de consultas ginecológicas, tratamentos para engravidar e acompanhamento pré-natal, a clínica conta com uma equipe multidisciplinar composta por cardiologista, endocrinologista, dermatologista, fisioterapeuta uroginecológica e enfermeiras obstetras, visando sempre excelência no atendimento.

Com projeto assinado pelo escritório ACR Arquitetura, a clínica foi projetada pensando no cuidado com o público feminino, buscando acolhimento e privacidade. Além do atendimento exclusivo, um dos destaques é a recepção com pé direito duplo, o que torna o espaço amplo, claro e com design diferenciado para um espaço comercial. Para as mamães, foi preparada uma sala de amamentação aconchegante, que possui poltrona confortável, bancada para troca, aparelhos e produtos à disposição.

Sobre Dra. Ana Lucia Beltrame

Médica formada pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo. Especializou-se em Ginecologia e Obstetrícia fazendo residência médica no Hospital das Clínicas na Universidade de São Paulo. Realizou sua pós-graduação como mestra em ciências na Universidade de São Paulo, tornando-se especialista na área de Reprodução Humana. Também é especialista em laparoscopia e histeroscopia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Anualmente participa de congressos internacionais e é Membro da ASRM (American Society for Reproductive Medicine) e da ESHRE (European Society of Human Reproduction and Embriology).

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia tem dezenas de médicos na Olimpíada

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O ortopedista Marcelo Campo dará apoio a área de levantamento de peso durante a Olimpíada do Rio, Vicente Andreoli estará à disposição do setor de basquete, a Fábio Krebs Gonçalves caberá o tênis, Cristiano Laurindo ficará a cargo do Atletismo e a Paulo Lobo Jr. o futebol. Esses são apenas alguns dentre as dezenas de médicos da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - SBOT que já estão envolvidos na área médica da Olimpíada.

O evento movimentará ao todo 4.500 pessoas, contadas apenas as ligadas ao setor de Saúde. O próprio diretor médico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos, João Grangeiro, é ortopedista e integra ainda a Comissão Científica da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte, a SBRATE, cujo presidente, Lucio Erlund, também está a postos, atendendo ao voleibol de praia.

“Temos muito orgulho da participação e do apoio que os integrantes da SBOT estão dando ao maior evento esportivo jamais realizado no Brasil”, diz Paulo Lobo, que é também diretor de Comunicação da instituição. João Granjeiro, que participará do trabalho nos Jogos Olímpicos pela décima vez, complementa, explicando que os médicos brasileiros selecionados serão os ‘venue medical management’, isto é, os responsáveis pelas equipes médicas que atuarão nas instalações esportivas.

A escolha dessa plêiade de ortopedistas brasileiros trabalhando na Olimpíada segue o mesmo padrão que deu certo na Copa do Mundo. O objetivo é facilitar o trabalho dos médicos das delegações dos vários países, os quais, embora resolvam por conta própria pequenos problemas de seus atletas, precisam de apoio quando há necessidade de um exame mais sofisticado de imagem ou de um atendimento hospitalar, por exemplo. Nesses casos, é o médico brasileiro que orienta e até acompanha o médico e o atleta da delegação estrangeira aos hospitais de referência que em diversos bairros da cidade foram previamente destacados para atender á demanda das delegações.

Paulo Lobo exemplifica com um problema de uma delegação cujos integrantes pouco conhecem do Brasil, da Hungria, por exemplo. Se um atleta húngaro tiver uma intoxicação, uma suspeita de fratura ou um problema dermatológico que não pode ser revolvido ‘in loco’, por hipótese, o médico da delegação entra em contato com o ortopedista brasileiro a serviço da Olimpíada, que responde pelo atendimento pré-hospitalar. Caso necessário, o acompanha ao hospital, contata os profissionais da especialidade, serve de ponte, de intérprete, se for o caso e resolve os inúmeros problemas que um estrangeiro enfrenta por estar em território estranho, com costumes e idioma diferente.

O esquema se repete fora do Rio de Janeiro, nas cidades onde se disputará jogos de futebol, como Belo Horizonte, onde o escolhido foi o ortopedista Sérgio Ricardo Gonçalves Freire, em Salvador, onde o destacado é Luiz Marcelo Bastos Leite e em Manaus Eduardo Machado de Menezes.

Esses profissionais farão os atendimentos de emergência nos locais de competição, na Policlínica com capacidade para atender 20 mil pessoas, pois não só atletas podem necessitar de atendimento, mas também técnicos, preparadores físicos, administrativos e demais residentes da Vila Olímpica. O ortopedista paulista Moisés Cohen será o especialista voluntário na Policlínica, apoiado por um grupo de ortopedistas estrangeiros.

João Grangeiro lembra que mesmo agora, às vésperas dos jogos, ainda há possibilidade de médicos se inscreverem como voluntários, enviando um e-mail para adriano.valadao@rio2016.com. “Trabalhar no maior evento esportivo do mundo é uma experiência única e que enriquece oi currículo de qualquer médico”, lembra. Grangeiro reconhece que é um grande desafio, mas como foi atleta, na Olimpíada de 1980, diz que apenas mudou de lado no balcão. “Antes, eu era um tomador de serviço e agora, serei o provedor e como conheço as demandas dos atletas e das equipes, tenho condições de atender da melhor forma as necessidades das delegações”, completa.

Como os Estados Unidos têm modernizado a área da saúde?

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Países como os Estados Unidos já implementaram soluções de mobilidade na área da saúde. Os benefícios são impressionantes e o nível de atendimento de hospitais e clínicas estadunidenses está cada vez mais elevado.

Apesar do país de primeiro mundo ter regras mais flexíveis nas questões éticas, como por exemplo, considerar válida a consulta on-line, é possível usufruir das mesmas soluções no Brasil dentro da realidade e regulamentações nacionais.

Conheça as entidades modelo:

Um dos melhores hospitais dos EUA,  o Hennepin County Medical Center (HCMC), em Minnesota, adotou a solução tecnológica que permite um controle financeiro detalhado, oferecendo, assim, tratamento para pacientes sem seguro e mobilidade para  médicos e funcionários. A equipe já está treinada para acessar documentos, fazer laudos, evoluções de pacientes e uma série de outros serviços usando aparelhos pessoais ou computadores do hospital e toda a informação é sigilosa e segura. Além disso, a solução utilizada atende todos os requisitos do HIPAA.

O Kaweah Delta Medical Center (KD), na Califórnia Central, atua com um sistema de "seis acertos".

  1.  Dar a informação correta para as pessoas;
  2. Oferecer para isso o lugar certo de trabalho;
  3. Exibir arquivos da melhor maneira;
  4. Assegurar o valor da entidade;
  5. Estar disponível para todos os tipos de aparelhos (desktop, notebooks,  celulares e tablets);
  6. Possuir um desktop virtual seguro e dentro da conformidade normativa.

Com 75.000 funcionários e $6 bilhões de receita, o Kindred Healthcare expande sua atuação através de projetos que promovem serviço de saúde conectado.  Através dele, as informações podem ser acessadas por profissionais diferentes, oferecendo tratamentos de saúde mais facilmente.

Já o  Miami Children’s Hospital (MCH) utiliza solução móvel para ajudar médicos. O corpo clínico conversa com profissionais do mundo inteiro e usa o potencial pediátrico da instituição para salvar a vida de muitas crianças. Tudo isso com flexibilidade  de acesso remoto e seguro. O Medical University of South Carolina (MUSC) oferece serviço de saúde para pacientes locais e oferta suporte médico para pesquisas que acontecem ao redor do mundo. A eficiência do trabalho foi incrementada através da mobilidade.

Por fim, o Seattle Children’s Hospital oferece para a equipe uma série de recursos: o histórico médico eletrônico que pode ser acessado de qualquer lugar e com qualquer dispositivo, acompanhamento remoto de pacientes, permitido nos EUA, e monitoramento à distância em tempo real. Com isso, a troca de informações é mais rápida e transparente com custos mais baixos.

Oferecer solução móvel para a equipe, que está de acordo com as normas do país, é uma excelente forma de aumentar a produtividade e diminuir os custos de sua empresa.

Software integrará informações sobre a saúde dos atletas antes e durante os Jogos Rio 2016

Solução realizará o registro eletrônico de todas as interações médicas dos atletas e contará com uma versão totalmente em português, atendendo às leis de saúde brasileiras

softwaretletaPlataforma possibilita o gerenciamento da saúde do atleta, evitando procedimentos desnecessários.A GE fechou acordo com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para fornecer um inovador software de gestão da saúde para toda a estrutura oficial de atendimento médico dos Jogos Rio 2016, incluindo a Policlínica, que atenderá atletas de todos os lugares do mundo. A empresa é patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Segundo Daurio Speranzini Jr, presidente e CEO da GE Healthcare para a América Latina, a tecnologia, chamada Centricity Practice Solution, foi desenvolvida inicialmente para o United States Olympic Committee (USOC) que a tem utilizado com muito sucesso desde os Jogos Olímpicos Londres 2012. “A GE é a maior empresa digital industrial do mundo. Nada mais natural do que oferecer uma de nossas grandes inovações em Healthcare IT para uma das maiores competições esportivas do mundo e, assim, expandir nossa capacidade analítica para atletas vindos de diferentes países”, explica o executivo.

A solução, que realiza o registro eletrônico de todas as interações médicas dos atletas, contará com uma versão totalmente em português, atendendo às leis de saúde brasileiras, além de possuir os conteúdos e aplicações em inglês.

“Mais que um prontuário eletrônico, essa solução possibilita unificar todas as informações de atendimento em uma mesma plataforma na nuvem e também realizar análises, tornando viável uma avaliação evolutiva das condições físicas dos atletas, até mesmo para edições futuras dos Jogos”, complementa. “Será possível não só oferecer um atendimento mais rápido durante os Jogos, como também contribuir para a análise e acompanhamento da performance dos atletas a médio e longo prazo”, comenta Daurio.

“A medalha de ouro dos serviços médicos é poder contar com uma solução de saúde integrada e abrangente para a prevenção de lesões. Sem um registro médico adequado é difícil prever quais lesões serão mais comuns em determinados esportes no futuro", salientou Dr. Richard Budgett, diretor Médico e Científico do Comitê Olímpico Internacional.

Entre as vantagens de quem já usou essa plataforma destacam-se a qualidade das informações, as análises e respostas rápidas, além da possibilidade de gerenciar a saúde do atleta, evitando procedimentos desnecessários.

Segundo o Dr. Bill Moreau, diretor de Medicina Esportiva do USOC, há um exemplo emblemático dos benefícios do software para os atletas do Comitê. “Nos Jogos Paralímpicos Sochi 2014 tivemos um atleta com lesão medular causada por uma queda de esqui na neve, o que comprometeu sua capacidade de respiração. O atleta foi levado para Frankfurt, na Alemanha, para um cuidado adicional, mas quando chegou era incapaz de falar e não conseguíamos saber se ele tinha algum tipo de alergia. Ao acessar seu registro de saúde no meu smartphone, pude verificar que ele tinha alergias que influenciariam seu tratamento, além de saber a quantidade de anticoagulantes que ele já tinha ingerido”, explicou. “Não é difícil imaginar que apenas um ou dois anos antes éramos incapazes de ter acesso a essa informação”, complementou.

Solução completa de Healthcare IT

Outras duas vertentes da solução departamental, RIS e PACS, também serão implantadas na Policlínica com o objetivo de gerenciar o tráfego dos laudos e dos exames de imagem realizados no local, garantindo um diagnóstico mais preciso. Essas soluções também foram utilizadas para os Jogos Londres 2012 e Sochi 2014. 

Prontuário eletrônico do paciente: as 5 principais barreiras

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Foi-se o tempo que em a principal barreira para a implantação do prontuário eletrônico do paciente (PEP) era a cultural. "Os gestores de hospitais de médio e grande porte estão cada vez mais conscientes de que em algum momento vão precisar do PEP", afirma Heitor Gottberg, consultor e sócio da consultoria Folks.

Para ele, é possível dividir o mercado brasileiro de prestadores de serviços hospitalares em três grupos: aqueles que ainda não pretendem fazer a adoção; entidades que estão na fase de seleção ou implementação de prontuário eletrônico; e aqueles que já fizeram a primeira rodada da implantação, viram os benefícios e, agora, estão em processo de renovação.

Ainda, contudo, existem limitadores para a entrada ou evolução do prontuário eletrônico do paciente. Para o especialista, as críticas hoje estão em outras questões, que variam conforme o perfil e tamanho do hospital:

  • Orçamento: não necessariamente pelo valor dos projetos, mas pela falta de cultura em se investir em TI. "O percentual do orçamento de saúde que é gasto com TI no Brasil é de apenas 2%, na média”, explica Gottberg. "A proporção tem crescido em relação ao que se via nos últimos anos, mas para quem nem aderiu ao PEP ainda, trata-se de uma barreira", completou.
  • Evolução do PEP: o prontuário eletrônico do paciente  entrou nos hospitais para melhorar a rotina administrativa, gerindo leitos, registrando altas e garantindo que a prescrição seja acessível. Agora, a nova etapa é a de introduzir o conceito de segurança do paciente, com checagem de medicação beira leito, alerta de exames, suporte à decisão clínica, e outras melhorias previstas no modelo da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society, ou Sociedade de Informações e Sistemas de Gestão em Saúde). A inserção de atribuições, em alguns casos, esbarra na cultura local, que é de manter essas atividades sob cuidados tradicionais.
  • Tempo de implementação: o período médio de implantação do sistema  - que vai de 12 meses a 18 meses, segundo Gottberg -, ainda exige um grande esforço do ponto de vista do hospital e dos colaboradores. "O nível de tensão sobe muito. Essa transformação é crítica, porque envolve sistemas, como de gestão e atendimento, que não podem parar", explica.
  • Tecnologia obsoleta: inserir uma tecnologia requer integração com o legado  que, no mercado de saúde brasileiro, é composta em grande parte por softwares caseiros. “É preciso realizar adaptações para o sistema atender ao PEP, mas softwares caseiros nem sempre conseguem atender a esses requisitos.”
  • Rotinas médicas: se o PEP é encarado como um dificultador do trabalho do médico, sua implantação fica mais difícil. "Não pode ser somente um trabalho a mais. É preciso haver funcionalidades que os ajudem no dia a dia", diz o especialista, detalhando que o sistema deve agregar inteligência e não travar a flexibilidade necessária à função ou gerar dificuldade na prescrição. De forma geral, quando o médico percebe que os dados estão integrados com departamento de radiologia, farmácia, entre outros, facilitando o fluxo da informação sobre o paciente no hospital, ele passa a ser um defensor do sistema.

"O Modelo da HIMSS, que já tem oito hospitais no estágio 6 e alguns se preparando para 7, tem feito a diferença, porque foca não apenas no sistema, mas em sua utilização. Isso é algo que começa no Brasil mais fortemente, e com sua evolução, vai estimular o crescimento da TI na saúde", finaliza Gottberg.

Como o analytics ajuda no tratamento individual dos pacientes?

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Não é necessário muito para entender como o analytics ajuda a cuidar mais e melhor dos pacientes: uma ferramenta que integre informações de diversas fontes - como sistemas de gestão ERP, prontuário eletrônico do paciente e PACS (Picture Archiving and Communications System) - e que identifique padrões de saúde demográficos e específicos da pessoa fortalece a tomada de decisões dos médicos. É como ter uma biblioteca individualizada e acessível a cada consulta.

Essa profusão de dados está estimulando a evolução da Saúde, gerando novas abordagens, como saúde populacional e medicina de precisão. As novas tendências, porém, só terão resultado se puderem apoiar-se em informação de qualidade, o que se mostra um desafio frente à complexidade desses dados, usualmente divididos entre vários silos.

Para que sejam úteis, os dados precisam ser avaliados de forma muito mais acurada e criteriosa e devem estar completos, integrados e acessíveis por uma fonte exclusiva e confiável.

Dessa forma, o uso de analytics no cuidado à saúde passa por três etapas:

  1. Agregação de dados
  2. Analytics

  • Coordenação do atendimento
  • Estratificação de risco
  • Visualização

  1. Cuidado ao Paciente

  • Gestão do atendimento
  • Engajamento do Paciente
  • Registros

Quando olhados por uma perspectiva de pessoas, processos e tecnologia, chega-se ao seguinte cenário, necessário para se tirar proveito do conceito:

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Todo esse ambiente permite o que é conhecido como análises prescritivas, consideradas a fronteira final do processo de analytics na saúde. Trata da inserção de big data histórico, que sugere o processo de tratamento ou modelo de intervenção e abarca descobertas de padrões jamais imaginados. Apesar de aparentemente complexo, o modelo promete mais facilidade no atendimento, gestão, redução de custos e, o mais importante, melhoria de qualidade e assertividade no atendimento e segurança do paciente.Fonte: Oracle

Sistema de Gestão Hospitalar e PEP vão mudar o atendimento e o papel do paciente

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Pacientes empoderados, uberização da saúde e interligação das informações entre os diversos prestadores de serviços e fontes pagadoras estão entre as principais tendências impulsionadas pela TI em Saúde. Em entrevista, o CEO do Grupo Benner, Severino Benner, fala sobre o uso do sistema de gestão hospitalar (ERP) para gerir essa mudança de cenário.

1) O percentual de adoção de ERP nas instituições de saúde brasileiras ainda é baixo. Qual são, em sua opinião, os principais obstáculos para a disseminação dos sistemas de gestão?

Severino Benner: As instituições de saúde já utilizam alguns tipos de software ou alguns módulos de ERP, mas de forma desintegrada. Apenas 150 a 200 hospitais têm o atendimento clínico informatizado, com Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e prescrição eletrônica, que é o negócio deles. A adoção de um sistema especializado em saúde, com gestão clínica, é um desafio. Hoje, há controle administrativo, mas o core business ainda é muito básico na informatização. A TI precisa conseguir implantar o ERP de forma integrada e envolver o médico: romper a barreira cultural de que ele não enxerga valor na automação e mostrar que ela pode oferecer uma segurança maior ao paciente, com alertas de alergia e outros registros com informações que já constam no prontuário; eliminar a redundância de exames; possibilitar que o profissional acesse as informações rapidamente... Além da segurança do paciente, há uma questão importante de custos envolvida.

2) Quais instituições precisam de um ERP e por quê?

Benner: O uso do ERP acaba se tornando obrigatório, tendo em vista a contabilidade digital e o padrão de troca de informações determinado pela Receita Federal. As micro e pequenas empresas e instituições de saúde, como consultórios médicos, podem usar sistemas mais simplificados, mas hospitais e laboratórios estão sujeitos a essas normas tributárias. No fim, todas as instituições de saúde precisam de um ERP, porque não dá para prestar serviços e eliminar processos sem informatizar, interligar e controlar tudo, do atendimento ao recebimento.

3) Por que algumas instituições de saúde não obtêm bons resultados com o ERP?

Benner: Um grande erro que as empresas cometem é colocar um sistema novo informatizando práticas antigas. Existe a necessidade de repensar o processo de atendimento, faturamento, prescrição, assim por diante, ou seja, redesenhar os processos para absorver um sistema que seja sem papel.

4) O que muda com o prontuário eletrônico do paciente?

Benner: Tornar a saúde realmente digital significa interligar o paciente, desde o laboratório ou ambulatório, passando pelo hospital e mantendo o registro médico no celular dele, sem envolver papel. Com isso, o paciente teria uma nova atribuição, como corresponsável pela gestão de sua saúde. Hoje, achamos que é só consumir os recursos, como exames e consultas, e o plano de saúde se vira com os custos.

No futuro, assim como gerenciamos a manutenção do carro, teremos de ser proativos na gestão da saúde. A saúde está cada vez mais cara, nossa população terá 65 milhões de idosos em 2025 e, se não houver gerenciamento e prevenção, não teremos recursos para manter o sistema.

5) E como atingir esse objetivo de tornar o paciente dono de sua informação e personagem ativo na definição do tratamento?

Benner: É preciso interligar a cadeia de forma colaborativa. Hoje a colaboração não está funcionando. É tudo muito segmentado, cada um defende o seu lado.

O paciente precisa ser dono de seu prontuário. Os grandes hospitais estão investindo no PEP, mas seu eu viajar e passar mal, um outro hospital que me atenda e não seja o de minha referência não vai conseguir acessar minhas informações. É muito dinheiro investido num negócio que só interessa ao hospital, não ao cliente. É como criar um negócio não focado no cliente e isso precisa mudar. Precisamos dar poder ao paciente, torná-lo dono da informação, assim como acontece com os dados do Imposto de Renda. É uma quebra de paradigma. Aí ele pode levar a informação para quem lhe atende melhor, não para quem tem seu histórico de saúde. O hospital vai precisar chegar nesse nível de informatização. Hoje, mesmo dentro das grandes redes, os sistemas ainda não são interligados, imagine entre as pequenas instituições.

6) Você fala da “uberização” da saúde. Explique esse conceito.

Benner: Se você quer transporte, em dois minutos o Uber está na sua porta, é só chamar pelo aplicativo. Agora, se passar mal, vai para a fila e ainda corre o risco de não encontrar seu médico. Se tudo funcionasse de forma integrada, o paciente poderia ter uma orientação prévia e ser direcionado ao especialista. Isso é que eu chamo de uberização da saúde: mudar a forma de se fazer o atendimento, para que o paciente escolha como vai ser atendido e com quem vai compartilhar suas informações. No SUS, por exemplo, as pessoas pegam fila, mesmo na chuva, só para conseguirem uma senha e depois serem atendidas. Por que o agendamento não é online, como para solicitar o passaporte? Estamos tão atrasados e com um mau nível de informação, que ainda não eliminamos a fila na chuva.

7) Quais são as áreas mais críticas do hospital e como a TI pode ajudar a resolver seus problemas?

Benner: Uma área é suprimentos, especialmente a gestão de medicamentos, que envolve controle de estoque, vencimento e também como vão ser ministrados, garantindo o medicamento certo, a dose certa, para o paciente certo, na via certa e no horário certo.

Outra é o atendimento clínico eletrônico, principalmente para enfermaria e prescrição, para evitar eventos adversos e ajudar o médico a tomar a decisão de onde estiver e para não precisar contar com a memória para definir uma conduta.

Por fim, o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), para que o cliente possa ter acesso à sua informação e mudar o paradigma da saúde.

8) Quais são as principais tendências para ERP em Saúde?

Benner: Eu apontaria a interligação da cadeia, com médicos, laboratórios, seguradoras e hospitais compartilhando as informações de utilização dos recursos pelo paciente, como acontece hoje com os cartões de crédito; o monitoramento remoto do paciente, com dispositivos e smartphones para que eles continuem o tratamento em casa e liberem os leitos de alta complexidade.

Com essas duas tendências, podemos ter outras mudanças, como a expansão dos hospitais de retaguarda, que têm um custo menor e focam na recuperação do paciente, o que liberaria os leitos de UTI para os casos mais críticos; e o avanço da acreditação. Aqui, a acreditação não é obrigatória, mas em outros países é pré-requisito para abrir um hospital. Isso aceleraria a informatização e também a interligação do atendimento, então, uma coisa melhoraria a outra.

Merck relança centros de colaboração com os clientes com novo conceito e nome M Lab(TM)

-- Laboratórios modernos para suporte total a desenvolvimento de processos e treinamento ponta a ponta

-- Habilita explorações de novas tecnologias e soluções para lidar com dificuldades de desenvolvimento e fabricação

-- Estrutura dinâmica em grandes centros farmacêuticos e biotecnológicos promovem colaboração com os clientes da produção pré-clínica à produção em grande escala

DARMSTADT, Alemanha, 18 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- A Merck, empresa líder de mercado em ciência e tecnologia, está relançando sua rede global de centros de colaboração com os clientes, fornecendo a eles um ambiente exploratório compartilhado com cientistas e engenheiros, trabalhando para solucionar seus desafios mais difíceis na produção biotecnológica (biomanufacturing) e ajudar a acelerar o desenvolvimento de novas terapias.

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Anteriormente conhecidos como centros de ciência e treinamento de produção biotecnológica, os novos M Lab™ Collaboration Centers (Centros de Colaboração M Lab™) modernos fornecem um ambiente de produção simulada para experimentos, identificação de falhas em produtos ou processos (troubleshooting) e solução de problemas, em uma instalação não GMP, que encoraja a educação e o suporte total ao desenvolvimento de processos ponta a ponta. Os clientes participam de demonstrações de produtos, treinamento prático e trabalho de prova de conceito, bem como aplicam melhores práticas e novos métodos para desenvolver, otimizar e aumentar a escala de processos e simplificar a transferência global de tecnologia.

"Esses centros têm sido um recurso importante para nossos clientes e para o setor biofarmacêutico por mais de duas décadas", disse o membro do Conselho Executivo da Merck e CEO da Life Science, Udit Batra. "Agora, reinventada e reprojetada como M Lab™ Collaboration Centers, levamos nosso conceito líder do setor para um patamar mais alto. Estamos criando instalações únicas e inspiradoras em que os clientes podem explorar novas maneiras de aumentar a produtividade e aperfeiçoar processos, em estreita colaboração com nossa equipe de especialistas".

A Merck apresentou seu primeiro centro remodelado em Tóquio, Japão, em 29 de junho de 2016. A rede, estabelecida em 1995, também terá unidades no Brasil, China, França, Índia, Cingapura, Coreia do Sul e Estados Unidos, com os relançamentos formais dos centros em todo o mundo programados para o restante de 2016 e 2017.

Cada M Lab™ Collaboration Center irá acolher clientes e parceiros de colaboração de governos, mundo acadêmico, órgãos regulamentadores e associações do setor, oferecendo melhores práticas de aplicação e compartilhamento de conhecimentos, ajustados para atender as necessidades específicas de fabricantes de produtos farmacêuticos locais. Os clientes terão acesso a ferramentas de classificação por tamanho e simulação e metodologias, bem como suporte de analítica e de modelagem e programas de educação do cliente.

Clique aqui para saber mais sobre os M Lab™ Collaboration Centers e ver vídeos das instalações da Merck.

Todos os comunicados à imprensa da Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no website da Merck. Por favor, visite www.merckgroup.com/subscribe para se registrar online, mudar suas escolhas ou suspender esse serviço.

Sobre a Merck

A Merck é uma importante empresa de ciência e tecnologia na área de saúde, ciência da vida e materiais de alto desempenho. Cerca de 50.000 empregados trabalham para desenvolver tecnologias que melhoram e expandem a vida -- de terapias biofarmacêuticas para tratamento do câncer ou esclerose múltipla, sistemas avançados para pesquisa e produção científica, a cristais líquidos para smartphones e televisores LCD. Em 2015, a Merck gerou vendas de € 12,85 bilhões, em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a empresa farmacêutica e química mais antiga do mundo. A família fundadora mantém uma participação majoritária no grupo corporativo de capital aberto. A empresa detém os direitos globais do nome e da marca Merck. As únicas exceções estão nos Estados Unidos e Canadá, onde a empresa opera como EMD Serono, MilliporeSigma e EMD Performance Materials.

FONTE Merck

Tecnologia cognitiva: já chegou a nova era da computação

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Os sistemas de computadores regulares que conhecemos hoje funcionam a partir de uma série de instruções desenvolvidas por programadores humanos, capaz de acessar e armazenar dados, é uma ferramenta que pode auxiliar ou até dificultar buscas de infinitos dados que vemos soltos na nuvem e agora com o desenvolvimento da computação cognitiva, o modelo tradicional tem seus dias contados.

O surgimento do sistema cognitivo veio para marcar uma nova era na computação, porque, diferente do modelo defasado com informações pouco aproveitadas, o computador equipado por algoritmos de aprendizados resulta em uma tecnologia capaz de interpretar esses dados, gerando lógicas e insights a partir da estruturação e cruzamento da informação, assim como os humanos.

Watson é o nome do sistema cognitivo produzido pela IBM que promete entregar uma nova experiência em conhecimento para as empresas. Imagine uma plataforma que não só disponibiliza todos os dados do paciente, mas também entrega ao profissional diagnósticos e até a melhor forma de tratamento baseado num histórico muito mais aprofundado do paciente.

A coordenadora médica da IBM Watson na América Latina, Mariana Perroni explicou para a redação do Portal Saúde Business como o software vai revolucionar a cadeia de saúde e ainda afirmou: A computação cognitiva é uma questão de tempo.

Mariana Perroni“Um único paciente pode gerar um milhão de giga de informação de saúde em toda sua vida, somando o prontuário eletrônico, prescrição médica, histórico familiar e exames. Infelizmente o sistema atual só nos permite aproveitar 20% dessa informação, a computação cognitiva nos permite fazer um tratamento bem mais embasado com os dados da vida do paciente como um todo", explica a coordenadora médica.

O IBM Watson e o Câncer

A oncologia é uma área desafiadora na medicina em que a inteligência cognitiva vem como aposta para Perroni, possibilitando a realização de fortes avanços na área. “Atualmente, 600 mil artigos sobre câncer são publicados por ano, e nós, humanos, não temos como ler todos os artigos relacionados que vão surgindo, mas a partir do momento que temos uma ferramenta como o Watson, podemos correlacionar todos esses estudos e receber o aprendizado gerado pela plataforma única.”

Outra grande aposta para a computação cognitiva são as doenças crônicas. Considere esse computador capaz de rastrear todo o histórico de um paciente, agindo forma preventiva a respeito de enfermidades como diabetes e doenças cardíacas que são tratadas de forma reativas e pouco eficazes na medicina atual.

Mas, Mariana Perroni não exclui as doenças agudas da relação: “Doenças mais raras são aquelas com pouco embasamento acadêmico e a inteligência cognitiva é capaz de interpretar os casos mais remotos, aproximando-os e combinando a experiência real world a conhecimentos teóricos.”

Para ela, algumas áreas escuras da saúde podem ser resolvidas como o fundamento básico da tecnologia de compartilhamento “Podemos lidar com a saúde como lidamos com o Waze, (aplicativo em que usuários informam a situação do trânsito em que ele se encontra), por exemplo, em um cenário em que abrimos mão de dados privados pelo bem maior.”

A computação cognitiva, ao incluir todos os dados de um paciente, permite analisarmos holisticamente a saúde dele, aproximando o médico à essência da informação decodificada, entregando conceitos e somando experiências para tornar a capacidade de tomar decisões mais assertiva e embasada.

A Coordenadora médica destaca como um desafio o modelo de ensino atual das universidades brasileiras. “A grade horária do curso médico é pouco atualizada, diferente das universidades americanas em que já se inclui o estudo de big data, no Brasil, o médico acaba ficando muitas vezes defasado por não entender a quantidade de informação médica que não é captada e estudada corretamente.”

A IBM programou, no dia 10 de agosto, um encontro sobre o impacto da Computação Cognitiva na Medicina. Para se inscrever, clique aqui.

LABORIE anuncia site totalmente reformado apresentando vários produtos de urologia e gastrenterologia além de ofertas educativas

TORONTO, 15 de julho de 2016 /PRNewswire/ -- Laborie Medical Technologies ("LABORIE"), com sede em Toronto, Canadá, reformou seu site para incluir produtos de urologia e gastrenterologia da Medical Measurement Systems (MMS). O site recentemente reformado (http://www.laborie.com) agora apresenta linhas de produtos de urologia e gastrenterologia e recursos tanto da LABORIE quanto da MMS.  

As necessidades e desafios de seus clientes estão no centro da nova experiência digital da LABORIE. Isso se reflete na estrutura do novo site, que foi criado para fornecer uma experiência user-first com navegação melhorada e funcionalidade completa. Os usuários agora podem acessar facilmente valiosos recursos educativos e extensa informação de produtos em vários browsers e aparelhos.

Como a LABORIE vai continuar a crescer nos próximos meses, sua nova experiência digital também continuará. A equipe de LABORIE está trabalhando duro para expandir ainda mais as informações no site e construir uma experiência digital que reflita o compromisso da LABORIE com inovação e crescimento.

SOBRE A LABORIE

A LABORIE é líder global no desenvolvimento, fabricação e marketing de tecnologia médica inovadora e produtos ao consumidor para diagnóstico e tratamento em urodinâmica e gastrenterologia assim como outras desordens do assoalho pélvico. A LABORIE é uma empresa dentro do portfólio da Audax Private Equity.

Para mais informações sobre a extensa linha de produtos da LABORIE, visite www.laborie.com ou ligue para +1 905.612.1170.

FONTE LABORIE