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A cada 10 brasileiros, 8 estão satisfeitos com planos de saúde, aponta Ibope

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Pesquisa realizada a pedido do IESS indica que qualidade do atendimento é o principal diferencial dos planos

A cada 10 brasileiros com planos de saúde médico-hospitalares, 8 estão “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com o benefício. O sentimento foi captado por pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Confira a íntegra.

“O estudo compreendeu as diferentes razões de satisfação do consumidor brasileiro, como a qualidade do atendimento e dos profissionais, cobertura e facilidade de acesso para consultas e procedimentos, entre outros, o que mostra que quem utiliza o plano de saúde está bastante satisfeito com os serviços recebidos”, avalia José Cechin, superintendente executivo do IESS.

A percepção do executivo é reforçada pelo fato de 80% dos entrevistados também afirmarem que indicariam o plano que possuem para amigos e parentes e por 88% que pretendem permanecer com o benefício que possuem, sem trocar de plano. “São níveis de satisfação dificilmente encontrados em outros segmentos, mas que se justificam pela qualidade assistencial ofertada”, pondera Cechin. “Os números demonstram que os planos de saúde são um elemento-chave na estrutura da saúde do Brasil e o sistema de saúde suplementar é bem avaliado e recomendado pela maioria dos beneficiários”, completa.

Entre abril e maio de 2019, o IBOPE Inteligência ouviu 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais (p.p.) para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Outro indicativo da satisfação com os planos de saúde é que este permanece como o 3° maior desejo da população brasileira (tanto entre os que contam com o benefício quanto entre os que não o fazem), atrás apenas de educação e moradia própria. Entre os não beneficiários, ou seja, aqueles que não contam com plano de saúde, 89% valorizam o benefício e 73% gostariam de contar com ele.

A pesquisa destaca, ainda, que o plano de saúde é um fator decisivo também na hora de aceitar um emprego. Para 97% dos entrevistados, a oferta desse benefício é considerada “importante” (17%) ou “muito importante” (80%) para decidir entre um trabalho ou outro. O superintendente executivo do IESS explica que, especialmente no momento econômico pelo qual o País está passando, é claro que ninguém irá deixar de aceitar um emprego se este não ofertar o benefício de plano de saúde. Mas se tiver a possibilidade de optar entre oportunidades semelhantes, este certamente será o fator decisivo. “A pesquisa deixa transparente o anseio do brasileiro pela qualidade assistencial ofertada pelos planos médico-hospitalares”, analisa Cechin.

Motivos da satisfação e do desejo pelo plano

Os principais motivos citados para a satisfação dos beneficiários com seus planos de saúde são: qualidade de atendimento e das equipes assistenciais; qualificação dos médicos que atendem pelo plano; cobertura do plano (possibilidade de realizar exames, internação etc.); e, rapidez na marcação de consultas e autorização de procedimentos.

A pesquisa também apontou que entre os beneficiários que utilizaram o plano nos últimos 12 meses, 91% tiveram as solicitações de serviço aprovadas. Do restante, 6% tiveram a negativa explicada e 3% receberam outras opções.  No total, de cada 100 beneficiários que solicitam autorização para procedimentos de saúde, apenas 2,6 afirmaram que tiveram o procedimento negado sem explicação ou alternativa. “Claro que o ideal é ter 100% dos beneficiários atendidos, mas os números indicam que o serviço está sendo bem feito e que não são feitas negativas de cobertura sem motivo”, avalia Cechin. “O que reforça a percepção dos especialistas que acompanham o setor de que a judicialização da saúde tem ocorrido prioritariamente por pedidos que realmente não estão cobertos nem no Rol de Procedimentos da ANS nem no contrato com o plano de saúde. O que acaba por prejudicar o coletivo”, completa.

De forma semelhante ao que apontaram os beneficiários, o padrão do atendimento dos planos de saúde, considerado rápido e de qualidade, com bons profissionais e hospitais, foi a principal razão para os não beneficiários desejarem contar com os planos de saúde, apontada por 88% dos entrevistados.

“Segundo os entrevistados, esses atributos garantem mais segurança, conforto e tranquilidade em relação à saúde de suas famílias e dão mais respaldo em casos de emergências, internações e cirurgias” conclui Cechin.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

ONA lança cursos presenciais voltados para os temas da acreditação e qualidade

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Serão cinco cursos abordando os temas mais procurados pelo público para compreender, melhorar e aplicar os padrões de qualidade desenvolvidos pela ONA nas instituições de saúde

De agosto até setembro de 2019, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) disponibilizará uma série de cinco cursos presenciais que serão realizados na sede da própria organização. O primeiro deles será “Como conquistar a Acreditação”, no dia 23 de agosto, de 8h às 17h. Serão apenas 25 vagas e as inscrições já estão abertas no site da ONA até o próximo dia 18 de agosto.

O primeiro dos cinco cursos abordará a metodologia da ONA, destacando as principais dificuldades e necessidades para aqueles que pretendem se dedicar à conquista da acreditação. Esse curso é uma das principais demandas dos profissionais que buscam por capacitação na organização.

“A aula presencial é uma grande oportunidade para desenvolver ainda mais o que já trabalhamos na plataforma de educação a distância. Aqui poderemos tirar as dúvidas ao vivo, discutir ações e estratégias que farão a diferença para quem almeja trilhar o caminho da acreditação na sua instituição de saúde”, comenta Gilvane Lolato, gerente de Educação da ONA.

O curso “Como conquistar a Acreditação” trará aos alunos temas como envolvimento dos profissionais no processo de qualidade, responsabilidade da alta gestão, mudança e criação de uma nova cultura de qualidade, engajamento, entre outros.

As atividades serão ministradas por professores do corpo docentes da ONA, que conta com uma equipe multiprofissional com ampla experiência na área da saúde, tanto na metodologia quanto na gestão da qualidade e segurança do paciente.

A demanda dos cursos presenciais surgiu a partir de uma análise do Conselho de Administração da ONA, que percebeu a oportunidade de atender a demanda do público EAD utilizando a nova sede da organização, que agora possui um auditório próprio para receber atividades de educação.

“Com o sucesso dos cursos EAD, a ONA tem recebido também muitos pedidos para cursos presenciais. A ideia é fazer uma atividade de 8 horas de forma prática, rápida e que possibilite a disseminação do nosso conteúdo”, detalha Gilvane.

Sobre a ONA

A ONA é responsável pelo desenvolvimento dos padrões nacionais de segurança e qualidade em saúde no Brasil e tem um papel importante na elaboração de conteúdo de apoio para avaliadores, profissionais de saúde, alunos, Instituições Acreditadoras, Organizações Prestadoras dos Serviços de Saúde e Serviços de Apoio à Saúde.

Com 20 anos de atuação, a ONA possui mais de 800 instituições certificadas e se consolida como a principal metodologia de acreditação de saúde do país. Sua metodologia possui padrões definidos para 16 diferentes tipos de serviços para saúde, tais como: hospitais, ambulatórios, laboratórios, pronto atendimento, atenção domiciliar, hemoterapia, nefrologia e terapia renal substitutiva, medicina hiperbárica, atendimento oncológico, diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear, clínicas odontológicas, processamento de roupas para serviços de saúde, esterilização e reprocessamento de materiais, dietoterapia e manipulação.

Cinco serviços que o prontuário eletrônico agiliza na rotina médica

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Novidade há alguns anos, os prontuários eletrônicos já se transformaram em realidade na rotina de médicos e enfermeiros. O avanço da tecnologia e a facilidade de uso ajudaram na popularização deste recurso, capaz de otimizar e agilizar inúmeros serviços nos consultórios. Hoje, até mesmo os profissionais mais conservadores e resistentes à inovação já se renderam a esses sistemas. O objetivo, claro, é ganhar tempo para se dedicar àquilo que eles tanto se prepararam – ou seja, o bom atendimento de seus pacientes. Confira cinco serviços que foram impactados com o prontuário eletrônico:

1 – Controle dos dados dos pacientes

O prontuário eletrônico funciona como aqueles grandes arquivos físicos que ocupavam um espaço considerável nos consultórios até pouco tempo atrás. Nele, há todas as informações relevantes dos pacientes, como histórico médico, medicamentos, dados cadastrais, entre outros. O fato de estar em uma única plataforma facilita a gestão destes documentos, permitindo o acesso em poucos cliques. Além disso, é uma opção mais segura, uma vez que não há o risco do conteúdo se perder em gavetas e pastas.

2 – Gestão do consultório

Um médico não deve apenas ser bom no atendimento, diagnóstico e tratamento de seus pacientes, mas também deve ser responsável pela administração de seu próprio consultório. Não é uma tarefa fácil para a grande maioria dos profissionais, que não acostumados a estes conceitos. O prontuário eletrônico surge como uma alternativa interessante, uma vez que reúne todos os processos necessários, como preenchimento de fichas cadastrais, agendamento e demais situações de seus pacientes.

3 – Equilíbrio financeiro

Da mesma forma que a administração, os profissionais de saúde têm pouco (ou nenhum) conhecimento sobre finanças. É um ponto crucial para o desempenho do consultório, uma vez que a falta de equilíbrio neste ponto pode comprometer a operação como um todo. Os melhores sistemas eletrônicos do mercado também auxiliam ao permitirem a gestão controlada de todas as receitas e despesas – além de facilitar o preenchimento dos formulários de convênios, evitando que o médico receba menos do que realmente merece.

4 – Monitoramento do receituário

Fazer o controle de receitas e medicamentos manualmente é um esforço muito grande e sempre suscetível a erros humanos. O avanço da tecnologia e dos prontuários eletrônicos permitiu que esse procedimento ficasse mais ágil e eficiente. Agora, o médico consegue controlar a emissão de receitas, identificando a necessidade de aumento ou manutenção de dosagem em alguns pacientes e o histórico de medicamentos que uma determinada pessoa já tomou em um período de tempo.

5 – Utilização de assinatura digital

Prontuários eletrônicos com a certificação NGS-2 do Conselho Federal de Medicina (CFM) com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) permitem a sincronização da assinatura digital em sua plataforma. Desta forma, além de gerar documentos já assinados, sem a necessidade de carimbos e assinaturas formais, faz o local dar o primeiro passo rumo à digitalização e à eliminação completa dos arquivos físicos em seu dia a dia.

SAS anuncia Alexandre Sapia como Diretor Executivo de Soluções e Serviços para a América Latina

Alexandre Sapia

O SAS, líder global em Analytics, anuncia a chegada de Alexandre Sapia como Diretor Executivo de Soluções e Serviços para a América Latina. Ele terá como objetivo fortalecer e estreitar o relacionamento do SAS com seus clientes, além de expandir a venda de tecnologias da companhia para diferentes segmentos da indústria. O executivo também tem como missão promover uma forte integração entre as diversas áreas do SAS e de seu ecossistema.

Sapia irá liderar mais de 300 profissionais distribuídos em sete países (Brasil, Argentina, Chile, Peru, México, Colômbia e Equador).

"É um orgulho muito grande trabalhar em uma empresa que conta, sobretudo, com uma reputação e credibilidade tão fortes no segmento no qual atua. Estou muito motivado com esse novo desafio e espero auxiliar o SAS na missão de continuar encantando os clientes por meio de tecnologias ágeis e inovadoras que geram impacto em seus negócios com resultados exponenciais", afirmou o executivo.

Alexandre Sapia conta com mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia, atuando em grandes empresas multinacionais, como Oracle, IBM e PwC.

Sobre o SAS

O SAS é líder global em Analytics e a maior empresa de software de capital fechado do mundo. Fundada em 1976, suas soluções são usadas em mais de 80 mil empresas em todo o planeta, incluindo 93 das top 100 companhias listadas na Fortune Global 500. No Brasil, o SAS está presente desde 1996 com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), atuando em setores como finanças, telecomunicações, varejo, energia, governo, educação, entre outros. A empresa também é mundialmente reconhecida por suas boas práticas de Recursos Humanos, inclusive no Brasil, onde foi incluída seis vezes consecutivas entre os três melhores empregadores do país pelo ranking Top Employers Institute.

19% dos CEOs investiriam em Transformação Digital por medo dos concorrentes, aponta pesquisa

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Globalização dos mercados, aumento de eficiência e redução de custos também estão entre os fatores de adesão. Pesquisa traz panorama atual da Transformação Digital nas empresas brasileiras sob a ótica de 203 líderes

Nos últimos cinco meses, a consultoria E-Consulting entrevistou 203 CEOs das 1000 maiores empresas do País para saber como a Transformação Digital é aplicada em seus negócios, atualmente. A pesquisa revela que, mesmo cedendo às pressões mercadológicas em pequenos movimentos de inovação, a maioria dos líderes entrevistados acreditam que no Brasil a Transformação Digital (TD) ainda é incipiente na prática e atrelada a uma visão mais futurista nas companhias.

Segundo a pesquisa, apenas 19% dos CEOs entrevistados disseram que o papel da Transformação Digital é mostrar o futuro dos negócios nas organizações. O levantamento também aponta que 15% acreditam que o conceito será o caminho mais rápido para acessar novos mercados, além de atender e entender mais rápido os consumidores. Um grupo de 13% dos entrevistados disse que a função da Transformação Digital é o aumento de eficiência, agilidade e simplicidade nos processos. Já 10% acreditam ser uma resposta à pressão de clientes, consumidores e usuários, cada vez mais, empoderados e conectados. Porém, só 9% acham que é um acelerador à inovação.

Em relação aos fatores externos que levariam os líderes a investirem em Transformação Digital nas suas gestões, 19% afirma que a pressão de competitividade dos concorrentes tradicionais é o maior motivo. A globalização dos mercados e a amplificação dos padrões de escolha e consumo são os principais fatores impulsionadores para 13% dos entrevistados, enquanto 12% dizem investir no conceito por causa da popularização do tripé: revolução tecnológica, universalização de acesso e barateamento das tecnologias. A maior conectividade dos usuários, principalmente por meio dos smartphones, é um ponto de destaque para 11%. A ameaça de novos concorrentes com modelos de negócio mais ágeis e modernos, do tipo "xtechs", animariam 10% dos entrevistados a injetar dinheiro em Transformação Digital.

Sob o ponto de vista interno, das razões que levariam os CEOS a investirem em Transformação Digital no dia a dia da operação, 13% deles disseram que o principal motivo é a combinação de aumento de eficiência, sinergia e produtividade com redução de custos aliados a novos modelos produtivos. Para 11%, investir em Transformação Digital é uma resposta interna à pressão do mercado e nada mais, enquanto 10% enxerga no conceito oportunidades para gerar novos modelos de negócios, de produtos e de serviços quando estes forem disponibilizados para o uso de suas equipes.

A pesquisa também constata que a maioria dos CEOs (52%) atribuem maior correlação entre Transformação Digital e inovação. Para eles, inovação não depende de Transformação Digital, mas é um grande facilitador para as empresas inovarem. Na contramão, 35% já acreditam que inovação só acontece quando há Transformação Digital na companhia. Já 14% dizem que Transformação Digital não tem nenhuma relação direta com inovação.

Para Daniel Domeneghetti, coordenador da pesquisa e CEO da E-Consulting, especialmente nos segmentos mais distantes do usuário final, os CEOs não são os principais impulsionadores da Transformação Digital de suas empresas. As raras exceções visionárias estão em companhias já nascidas com DNA digital, tanto em setores novos como nos tradicionais.

"Naqueles setores tradicionais em efetiva disrupção digital no seu core business e na lógica de sua cadeia, como financeiro, conectividade, educação e entretenimento, os CEOs deverão assumir o papel de protagonistas deste conceito nos próximos dois anos. Parte disso, está revelado nos altos índices de apostas e nos investimentos denotados na pesquisa", explica Domeneghetti.

Sobre a E-Consulting Corp. 

A E-Consulting Corp. é uma Boutique de Projetos 100% brasileira, líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em TI, Telecom e Internet para empresas líderes em seus mercados. Atuando no tripé Consultoria, Análise e Desenvolvimento Tecnológico, a E-Consulting desenvolve seus projetos e soluções a partir de metodologias proprietárias associadas às metodologias golden standard de mercado.

A empresa é, atualmente, formada por cerca de noventa profissionais multidisciplinares, com vasta experiência em bancos de investimentos, agências de publicidade, empresas de consultoria e tecnologia.

Seu modelo de negócios e atuação reúne somente clientes preferenciais, parcerias duradouras, metodologias comprovadas, experiências únicas, serviços exclusivos, atendimento personalizado e foco em resultados.

Unimed Fortaleza ganha mais agilidade com o processo de automação promovido pela Stefanini

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A unidade ganhou 36 horas semanais e 146 horas mensais para os colaboradores se dedicarem nas tarefas mais estratégicas dentro da organização

Unimed Fortaleza, em parceria com a Stefanini Scala, umas das Ventures do Grupo Stefanini, provedora global de soluções de negócios baseadas em tecnologia, apoia a Transformação Digital da operadora de planos de saúde por meio da implementação do Robotic Process Automation (RPA), que possui um alto nível de automação, incluindo soluções de robotização.

A operadora de planos de saúde precisava acelerar suas atividades rotineiras, e com o uso do RPA criou processos de automação para tarefas repetitivas por meio de interações automatizadas em vários sistemas, funcionando com a infraestrutura de TI já existente no local. A solução foi implementada rapidamente, eliminando falhas e direcionando os funcionários para tarefas mais nobres, dentro dos departamentos, que agregam maior valor à unidade da Unimed Fortaleza.

“Obtivemos resultados expressivos dentro da organização, conseguimos ganhar 36 horas semanais e 146 horas mensais para os colaboradores se dedicarem a tarefas mais estratégicas dentro da Unimed. Reduzimos o tempo em atividades no departamento de Recursos Humanos, áreas de Vendas e Tributária. Um dos principais exemplos é o ganho de 24h no processo de acesso ao site da prefeitura para realizar o aceite das notas das empresas que prestaram serviços para a Unimed, sendo que esse tempo passou a ser utilizado para executar outras demandas”, afirma Fabrício Diógenes, superintendente de TI da Unimed Fortaleza.

Outros exemplos são as áreas de Vendas e RH, que ganharam mais de duas horas em cada departamento, ao automatizar processo para aquisição de uniformes dos colaboradores; coletar e unificar arquivos disponibilizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e exportar resultados de forma muito mais simples.

Mirna Machado, diretora de Produtos da Stefanini Scala, ressalta que a Unimed Fortaleza investiu inicialmente em processos internos para começar a mensurar os resultados para a corporação. “O projeto tomou projeção e abriu espaço para discussão em outras atividades, aumentando a produtividade de diversas áreas dentro da operadora de saúde, gerando mais resultados significativos para a unidade. O próximo passo é ampliar essa automatização integrado com Inteligência Artificial e assim abranger as regras de negócios do setor de saúde”, explica.

O RPA faz parte de uma automatização de processos, aliada a uma máquina que é capaz de realizar tarefas de maneira automática. No caso de automação, os robôs são as máquinas controladas por essa tecnologia, que envia e executa as tarefas a serem realizadas. O uso de RPA permite que o próprio robô – nesse caso, o software – se adapte a novas necessidades, situações e demandas.

As empresas trabalham juntas há quatro anos nas operações de Backup, Licenças e Sustentação.

Sobre a Stefanini

A Stefanini é uma multinacional brasileira com 32 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação.

Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO).

Presente em 41 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018.

CPhI & P-MEC China recebe mais de 66 mil visitantes de 141 países

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O maior evento farmacêutico da Ásia amplia capacidade e atinge recorde na edição 2019 com mais de 66.000 visitas de 141 países

A CPhI &P-MEC China - organizada pela Câmara de Comércio da China para Importação e Exportação de Medicamentos e Produtos de Saúde (CCCMHPIE), Informa Markets e Shanghai Sinoexpo Informa Markets - registrou um número recorde de participantes. A China continua a crescer. O evento de três dias em Shangai contou com mais de 3.200 empresas expositoras, abrangendo toda a cadeia de fornecimento farmacêutico, e proporciona uma forte indicação dos padrões gerais de crescimento do mercado e desenvolvimento futuro.

O mercado farmacêutico da China continua a expandir-se a um ritmo implacável e a CPhI & P-MEC China vem refletindo essa tendência. O evento recebeu mais de 66.000 visitas em sua 19ª edição e contou com a participação de 141 países. Mais notavelmente, o número de visitantes internacionais continua a aumentar em mais de 74% desde 2017, com os participantes internacionais representando 23,4% do total de participantes este ano. Tal era a demanda, o evento teve que adicionar uma sala de exposição extra para acompanhar a demanda por acesso ao mercado.

“Uma das razões para a concentração no atendimento é que as empresas estrangeiras estão buscando acelerar o caminho para esse mercado de US$ 1,22 bilhão. Isso foi evidenciado pelo forte comparecimento ao workshop “Doing Business in China” - que explorou os aspectos práticos da entrada no mercado chinês: incluindo os fatores políticos, ambientais e regulatórios que precisam ser avaliados em um estágio inicial”, comentou Marie Lagrenee, Brand Manager na Informa.

De forma Integral para sustentar o boom do mercado farmacêutico chinês é o seu esforço contínuo de harmonização. Isso foi explorado por um painel moderado por Frances Zipp, presidente e CEO da Lachmann Consultants & Vice Chair no ISPE. O painel avaliou as medidas tomadas para alinhar o GMP com os padrões globais, os desafios enfrentados pelos fabricantes chineses e como os fabricantes nacionais e internacionais podem trabalhar em colaboração para continuar a melhorar os padrões de qualidade.

Como resposta direta ao aumento da internacionalização da China, a 3ª Semana da China Pharma realizou-se ao lado da CPhI & P-MEC China nos dias 17 e 21 de junho, com foco em liderança, negócios, rede, inovação, reconhecimento e conhecimento. A cúpula do CEO China-Mundial da CPhI envolveu trocas profundas de políticas regulatórias do setor, estratégias de desenvolvimento internacional, tendências de inovação global e abordagens de cooperação setoriais sino-internacionais.

Na verdade, esta é a maior tendência a emergir do maior evento farmacêutico da Ásia - os aumentos na produção doméstica agora também estão sendo apoiados pelo aumento do número de empresas internacionais que pretendem fabricar localmente. Como resultado, de ingredientes e genéricos a produtos inovadores, o mercado da China está crescendo com extrema rapidez. As empresas estão buscando tirar proveito dos incentivos fiscais de medicamentos fabricados localmente, juntamente com a flexibilização regulatória, químicos experientes e a crescente indústria de fabricação sob contrato.

"O evento deste ano demonstrou que estamos num momento muito empolgante para a indústria farmacêutica chinesa. Estamos vendo enormes oportunidades para parcerias sino-internacionais no CPhI e no P-MEC China, já que a fabricação de genéricos, APIs e dosagens acabadas cresce rapidamente. Nossa agenda destacou a importância da parceria com empresas locais como parte integrante da construção de uma presença chave neste mercado. É por isso que um evento como o CPhI China continua sendo tão importante. Nosso foco é estabelecer contatos, discutir soluções inovadoras e desenvolver novas formas de avançar ainda mais o setor”, acrescentou Lagrenee.

A CPhI e a P-MEC China voltarão em 2020 com sua 20ª edição. O evento será realizado de 22 a 24 de junho de 2020 no Novo Centro Internacional de Exposições de Shangai, juntamente com a 4ª edição da China Pharma Week.

Gestão de clínica Odontológica: como organizar os processos em todos os setores

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Manter uma clínica odontológica organizada pode não ser uma tarefa fácil, os profissionais da área sabem bem. A gestão de clínica odontológica requer um planejamento completo e muita atenção. Pequenas falhas de comunicação e alguns pontos como a organização, por exemplo, podem gerar grandes problemas, tanto na parte financeira, quanto na qualidade dos serviços prestados pelos consultórios. 

Para ter uma gestão assertiva e um atendimento eficiente, desde a recepção até a saída dos seus pacientes, é necessário que o profissional se preocupe e estabeleça procedimentos simples e padronizados. É fundamental que a clínica construa sua credibilidade para que, dessa forma, possa expandir os serviços prestados.

Manter uma clínica bem organizada com atendimentos ágeis, sem erros ou atrasos, pode ser um desafio constante para muitos doutores. E, justamente por isso, é fundamental que todos os gestores priorizem uma estrutura que seja adequada aos fluxos e rotinas do consultório.

É possível manter uma boa gestão de clínica odontológica, utilizando determinadas ferramentas e recursos que servem para ajudar os colaboradores durante a realização de tarefas, oferecendo mais praticidade e segurança.

Uma boa estratégia é utilizar e apostar nas ferramentas digitais. Dessa forma, é possível eliminar vários problemas da sua clínica, podemos mencionar alguns: perda de informações, falhas de agendamentos, erros de orçamento e muitos outros.

Existem diversos recursos oferecidos pela tecnologia, como os softwares odontológicos, que ajudam os dentistas na gestão dos seus consultórios e, ao mesmo tempo, otimizar processos. 

Além da tecnologia, existem outras formas, como oferecer treinamento para a equipe em busca de um atendimento adequado. Listamos, a seguir, algumas dicas que podem ser aplicadas em seu negócio para melhorar a organização e aprimorar, cada vez mais, os serviços e procedimentos prestados e, com isso, aumentar o lucro e a satisfação dos seus pacientes. 

Alguns pontos que devem ser analisados e que são fundamentais para a rotina odontológica, são: 

  • Contas do consultório;
  • Controle do fluxo de caixa;
  • Custo do funcionamento da clínica;
  • Demonstrativo de resultado e lucro.

Agora que você já sabe alguns dos pontos mais importantes, confira abaixo dicas que vão colaborar na organização e na gestão de clínica odontológica:

Tenha uma boa organização 

Com certeza você já deve ter escutado a famosa frase “a primeira impressão é a que fica”. Pois bem! No caso das clínicas odontológicas, ela também se encaixa!  Se a clínica passa uma impressão desorganizada em todos os processos, a chance de alcançar novos pacientes diminui. Por isso, é importante manter uma gestão de clínica odontológica organizada e que busque por um relacionamento próximo e agradável com os pacientes.

Agora, a dúvida é: como aplicar uma gestão de clínica odontológica organizada? Pode não ser uma tarefa fácil, mas é extremamente viável e pode contribuir, muito, com resultados positivos. Manter um ambiente organizado e, ao mesmo tempo, agradável para os seus pacientes, deve ser uma prioridade, pois é fundamental que eles tenham uma boa impressão do local. 

Uma das formas de fidelizar um paciente é oferecer um bom atendimento e fazer com que ele se sinta confortável e, por isso, ter um ambiente limpo e aconchegante pode ajudar o consultório a conquistar uma cartela ampla de pacientes.

Existe um conceito muito importante para ter em mente e utilizar na gestão de sua clínica: não é apenas a primeira impressão que importa. O ideal é que o paciente saia do seu consultório com a sensação de ter vivido uma experiência incrível, ou seja, ter passado por um bom atendimento, com procedimentos seguros e ágeis. Portanto, fique atento para não cometer erros que podem ser evitados e que podem ser reparados com mudanças simples na rotina.

Organize sua agenda

No decorrer da semana, a agenda está lotada de consultas e, você doutor, precisa fazer um encaixe em meio aos atendimentos, para os profissionais da área, esse tipo de situação é bem comum e uma agenda digital pode ajudar e muito.

Além disso, já parou para pensar que pode acontecer de um determinado paciente não comparecer e esquecer de avisar? Querendo ou não, é um imprevisto que pode prejudicar a programação da agenda do seu consultório. No entanto, existem algumas formas para ajustar melhor as consultas e, dessa forma, obter uma boa gestão de clínica odontológica. 

Um dos pontos mais importantes é conhecer a rotina. Você que tem experiência no ramo da odontologia, provavelmente, sabe que otimizar o tempo das consultas trata-se de um ponto fundamental para a organização da agenda do consultório.

Um erro muito comum é quando o profissional não mapeia as oportunidades e não organiza sua rotina. Imagine, por exemplo, o quanto seria desagradável agendar dois pacientes para o mesmo horário? É importante, portanto, buscar outras formas para organizar sua agenda e evitar situações desconfortáveis. 

Uma ótima dica é buscar inovações e optar, por exemplo, por uma agenda digital, afinal, a modalidade de hoje é o mundo digital. No caso da gestão de clínicas odontológica, utilizar aparatos digitais pode ser de grande ajuda, pois com uma agenda digital você pode evitar problemas como: perda de prontuários, desordem no local de trabalho, além de perda de tempo e de espaço para armazenamento. 

Manter o contato com o seu paciente após ele fazer o agendamento da consulta, é uma das melhores formas de evitar atrasos e desmarques. Existem, até mesmo, ferramentas que enviam lembretes automaticamente para confirmar o horário do paciente. Essa facilidade é uma ótima dica para ajudar na organização dos atendimentos e, além disso, pode aumentar o fluxo do consultório e reduzir, então, o número de desmarques. 

Não se limite, então, a consultar a agenda apenas no horário de trabalho. Utilize as funcionalidades de uma agenda digital e tenha os horários dos atendimentos em mãos, podendo verificá-los e organizá-los sempre que precisar.

Organize seu estoque

Um estoque padronizado e organizado pode ser uma tarefa complicada, ainda mais se a sua clínica ou consultório tiver grandes dimensões. Para uma boa gestão de clínica odontológica, é necessário ter uma boa organização do estoque, atividade que demanda um certo tempo de dedicação, afinal, é extremamente importante ter um bom controle de entrada e saída de materiais. 

Ter um estoque devidamente organizado ajuda no momento de ter acesso aos materiais utilizados nos procedimentos e, também, colabora para que os responsáveis pela compra de insumos saibam o que devem comprar e qual a melhor data.

Parece ser algo complicado, não é? Mas fique calmo: existem maneiras simples para você fazer uma organização eficiente e um bom gerenciamento do estoque de sua clínica. 

É fundamental separar alguns minutos do seu dia para conferir a organização da clínica, de forma geral. Todos os setores são importantes e devem ter a atenção especial. Se engana quem pensa que ter uma clínica é uma tarefa simples e que trata-se apenas da realização de procedimentos odontológicos. Vai além disso, é uma verdadeira gestão que engloba muitos processos e, são esses, que definem o sucesso do consultório. 

Atualize os processos

Hoje em dia, os avanços tecnológicos vêm conquistando o mundo e a área ligada à saúde não fica de fora. Os consultórios odontológicos buscam, cada vez mais, atualizar-se implantando sistemas, ferramentas e métodos que possam destacá-los e, com isso, fidelizar mais pacientes.

Além da organização dos processos administrativos, a preocupação com o atendimento, de forma geral, são estratégias que também estão relacionadas ao bem-estar do paciente durante os atendimentos, pois é fundamental que a qualidade dos serviços oferecidos seja  prioridade para o profissional. 

Um consultório odontológico possui muitos setores relevantes que exigem atenção e a administração correta, fator que é fundamental para definir o sucesso do negócio.Todas as atividades e procedimentos devem ser realizados pensando em uma boa posição no mercado odontológico, buscando sempre oferecer o que existe de mais completo e moderno no segmento da odontologia.

Sobre a autora

Naymara Ribeiro é produtora de Conteúdo do Clínica Ideal.

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A empresa registrou mais de 1 bilhão de passos, apenas neste ano, e possui como clientes empresas como Natura, Santander e Paypal

A GoGood é uma empresa de saúde corporativa que está revolucionando as práticas de RH dentro de grandes empresas nacionais, como Santander, Natura, PayPal, e Ambev. A organização desenvolve uma solução que atua diretamente na prevenção de saúde dos colaboradores, diminuindo a sinistralidade e os custos com plano de saúde. Nos últimos cinco meses, a empresa cresceu mais de quatro vezes e pretende expandir ainda mais suas atividades.

Através de um aplicativo gamificado, os colaboradores podem montar times e criar competições saudáveis, em busca dos melhores hábitos de vida. Os passos, exercícios e refeições são registrados na plataforma da GoGood, que conta com especialistas para avaliarem os dados. Atualmente, a plataforma é a única certificada como parceira do Great Place to Work (GPTW) — programa que une parceiros em torno de uma comunidade capaz de atender as necessidades organizacionais de empresas durante as etapas do ciclo de vida do colaborador.

Segundo pesquisa da consultoria Mercer Marsh Benefícios (MMB), 38% das empresas entrevistadas planejam aumentar seus investimentos em saúde. Atualmente, a média de investimento anual por colaborador já é de R$ 271,21. “As empresas estão percebendo que investir na prevenção e melhorar a qualidade de vida dos colaboradores é muito mais barato do que arcar com um colaborador pouco produtivo ou afastado”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood. “A expectativa é que em 2019 o reajuste nos planos de saúde corporativo suba quatro vezes mais do que a inflação. Ou seja, reverter esse custo é uma ação urgente para muitas companhias”, finaliza Bruno.

A plataforma da GoGood conta com quase 10 mil usuários, já contabilizou mais de 1 bilhão de passos, apenas em 2019, e mais de 21 mil registros de peso. Em uma semana, chegou a registrar 600 tipos de atividades físicas, 92 mil copos de água consumidos, 2 mil refeições avaliadas por especialistas da GoGood e perda de peso em 400 usuários. Ao todo, foram 270 quilos perdidos durante uma semana.

Ação social alinhada com a saúde

O engajamento com a plataforma é potencializado pela possibilidade de realizar ações sociais. As empresas se comprometem, conforme o time alcançar suas metas, a doarem uma quantidade de alimentos ou dinheiro para instituições de caridade ou pessoas em situação de vulnerabilidade social. Através da GoGood, apenas em 2019, já foram doados 115 mil copos de leite para ONGs, houve apoio para diversos programas sociais e o sonho de 4 crianças foram realizadas pelo Make A Wish.

Pelo seu diferencial, a empresa foi uma das selecionadas para a primeira turma do LinkLab, um projeto da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) que auxilia grandes empresas a encontrar soluções inovadoras, no ano de 2017. Também passou por um período de aceleração na Plug and Play Tech Center. Desde a sua criação, a GoGood já recebeu mais de R$ 1,5 milhão em investimentos, sendo o último do fundo Canary, em 2018.

Softplan investe em startup de saúde mirando crescimento na área

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BIO.aps é a startup de saúde que receberá investimento e irá ampliar o portfólio de produtos para healthcare da companhia, juntamente com o Dictas. Ambas as soluções são voltadas a redução de custos assistenciais e promoção da saúde, com foco em empresas e operadoras.

Uma das maiores desenvolvedoras de software do Brasil com mais de 29 anos de mercado, a Softplan está investindo em healthtechs (startups com foco em tecnologias para saúde). A primeira delas é a BIO.aps, que ingressará para ampliar o portfólio de produtos da companhia, juntamente com o Dictas.

A BIO.aps é uma solução completa de coordenação de cuidados, que tem como objetivo transformar a gestão de saúde. Seu principal diferencial é unir tecnologia e humanização, permitindo o contato direto do usuário com equipe de saúde 24h por dia, entregando saúde de forma contínua e não somente suporte pontual na doença. O investimento faz parte de uma estratégia de Corporate Venture da Softplan que, além de empresas estabelecidas, busca startups. A BIO.aps é liderada pelo Dr. Carlos Braga, especialista em Medicina de Família e Comunidade. Ele possui experiência consolidada em Saúde Suplementar, Atenção Primária à Saúde, Promoção e Prevenção em Saúde, Saúde Populacional, Inovação em Saúde e Home Care.

De acordo com Moacir Marafon, sócio-fundador e Diretor Executivo das Unidades de Gestão Pública e de Saúde da Softplan, a atuação da companhia via corporate venture faz parte da estratégia da empresa e esta prática também auxilia no desenvolvimento de startups com alto potencial de crescimento. “Investimentos de empresas estabelecidas em startups com fit nos negócios é uma relação em que ambas ganham: para a empresa estabelecida é uma forma de reforçar seu portfólio inovador; e para a startup, o “smart money”, é uma alavanca para ganhar mercado e acelerar o seu crescimento”, ressalta Marafon.

O portfólio com foco em saúde da Softplan é composto pelo Dictas, uma plataforma que utiliza ciência de dados para evidenciar os ofensores dos custos assistenciais que não geram saúde, além de reforçar ações para promoção da saúde. A solução é utilizada tanto por operadoras como por empresas. O BIO.aps chega para complementar o portfólio.

O que a BIO.aps faz — Por meio da Plataforma de Coordenação de Cuidados em Saúde BIO, registra, organiza e arquiva, com máxima segurança, todas as informações de saúde (prontuário médico + dados diários), permitindo que o usuário esteja sempre consciente e empoderado quanto ao próprio cuidado, além disso, oferece acesso irrestrito, 24h por dia, a equipe de médicos e enfermeiros, que atuam com tele orientação, garantindo melhor adesão terapêutica, orientações em saúde, e se necessário, a entrada nos serviços de saúde pela porta certa. Dessa forma garante ao usuário um melhor desfecho clínico e ao profissional médico praticidade, qualidade de informações, assertividade e acompanhamento de suas decisões clínicas.

Tecnologia para saúde com mais humanização — Para Dr. Carlos Braga, CEO da BIO.aps, a entrada da Softplan na startup é o passo seguinte para a consolidação do propósito da empresa no mercado, que é mudar a forma como se entrega saúde, colocando o usuário no centro das ações. “Não queríamos um investidor, por si só. Queríamos ao nosso lado pessoas que compartilhassem dos mesmos sonhos e que pudessem agregar conhecimento para a empresa. A expertise da Softplan em tecnologia, aliada a nossa em fazer saúde, possibilitará um impulso à BIO.aps. Conseguiremos com muito mais força, a partir de agora, ofertar ao mercado uma forma diferente de pensar e entregar saúde, muito mais humanizada e resolutiva, do ponto de vista do cuidado e desfecho clínico, e mais equilibrada, do ponto de vista econômico”, afirma Braga.

Sobre a Softplan

A Softplan é uma das maiores empresas de software do país, que promove a Transformação Digital através de soluções inovadoras, com aplicação das mais diversas tecnologias. Há 29 anos no mercado, a empresa desenvolve softwares de gestão para segmentos específicos de negócios: Indústria da Construção; Gestão Pública; Justiça e Saúde.