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Hospital de Copacabana investe 1,5 milhões em tecnologia predial

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Central de Operações, com monitores ligados 24h, aumentam a segurança e a qualidade dos sistemas operacionais

O Hospital São Lucas Copacabana está investindo cerca de 1,5 milhões em projetos de automação predial.  A modernização visa garantir cada vez mais segurança e qualidade nos processos e sistemas operacionais hospitalares. Para isso, está implantando uma Central de Operações, que monitora em tempo real sistemas utilitários do ambiente hospitalar, tais como todos os aparelhos de ar condicionado; subestações de energia elétrica – que inclui geradores e equipamentos de nobreaks -; consumo e abastecimento de água e os gases medicinais.

Na prática, a Central de Operações funciona com monitores conectados 24h por dia, todos os dias da semana, onde é possível identificar qualquer início de instabilidade nesses sistemas em tempo real. Na Central, além dos analistas – que acompanham os monitores em tempo integral, dependendo da gravidade da não conformidade, algumas chefias estratégicas do hospital recebem simultaneamente, por e-mail e SMS as informações sobre esses acontecimentos. Dessa forma, a equipe de Segurança Operacional consegue atuar antes que algum dano prejudique a rotina hospitalar, os pacientes em atendimento e as equipes de saúde em atuação.

Segundo Yuri Xavier Gianerini, Coordenador de Engenharia Predial do São Lucas, diferentemente de outras empresas prestadoras de serviços onde desajustes nos sistemas são considerados transtorno, desconforto ou apenas um impacto na harmonia, num hospital as proporções podem ser graves. “Aqui trabalhamos para salvar vidas, por isso é fundamental que todos os nossos sistemas estejam em pleno funcionamento, principalmente, para garantir a total segurança dos equipamentos e as condições ambientais com destaque para as Unidades de Terapia Intensiva e das salas do Centro Cirúrgico”, enfatiza o engenheiro.

O projeto de automação predial prioriza também a sustentabilidade dos sistemas operacionais, uma vez que pode monitorar e identificar desajustes que gerem desperdícios de consumo de água e energia elétrica, por exemplo. O projeto já está em curso e deverá estar finalizado até o primeiro semestre de 2020.

Assinatura digital manuscrita em hospitais: o mundo digital chega ao setor da saúde

Closeup of hand signing paper workspace
Closeup of hand signing paper workspace

A Certificação Digital possibilitou ao setor de saúde garantir a autenticidade e a validade jurídica de documentos no meio eletrônico. Com a integração do Certificado a um sistema de prontuário eletrônico, o médico pode realizar, por exemplo, a autorização de um procedimento a partir de sua assinatura digital. Sem dúvidas, a eficiência operacional é um dos maiores benefícios da medida, ainda mais quando consideramos as deficiências do setor, que podem ser bastante reduzidas com mais celeridade no atendimento aos pacientes.

Se por um lado a Certificação Digital permite a assinatura eletrônica de documentos pelos médicos, garantindo a integridade de informações e o compartilhamento de laudos, prescrições, exames e atestados para todos os envolvidos, do outro lado da ponta há o atendimento aos pacientes na chegada à recepção dos hospitais, que também envolve um processo de requisição de assinaturas para o preenchimento da documentação tanto para a instituição, quanto para os convênios médicos.

Toda essa jornada do cliente que acontece no papel pode se tornar digital. Aquela coleta de assinaturas de pacientes no momento de registro e que requer a impressão de formulários e, posteriormente, a digitalização das informações para adicionar ao prontuário eletrônico e ao arquivo, processo que traduz em falta de agilidade e altos custos financeiros devido ao uso e gestão do ciclo de vida do papel, se transferido para um tablete, que pode capturar a assinatura biométrica manuscrita, trará uma nova experiência de atendimento, alinhada às demandas do novo consumidor, além de gerar ganhos de produtividade e segurança.

Para um hospital ser considerado 100% digital, a transformação digital também tem que chegar aos pacientes/acompanhantes. Sim, estamos falando de Customer Experience! E o processo também pode ser aplicado fora das dependências. Quando um centro médico vai até o paciente – assim como ocorre com o programa Mais Médicos, do Governo Federal - ter um modelo de assinatura digital assegura não só a validação do atendimento, como também promove segurança, redução de fraudes e de custos administrativos.

A aplicação do tablete utilizado para a captura da assinatura do documento também pode ser estendida para outras possibilidades, visando um atendimento mais digital. Captura de fotos dos documentos e carteirinha do plano de saúde, captura de selfie do paciente para verificação biométrica facial como prevenção de fraude, informações sobre procedimentos, pesquisas de atendimento, vídeos institucionais, interações personalizadas... ou seja, uma completa experiência para um setor que tem focado num novo consumidor, que está cada vez mais exigente.

Onde houver processo interno que utilize papel e não seja crítico a ponto de exigir um Certificado Digital, é possível adequar ao uso do tablete com assinatura biométrica  manuscrita. Uma limpeza de leitos, por exemplo, pode receber este mesmo procedimento. Ou seja, as instituições de saúde podem reduzir o tempo de atendimento e os custos com impressão, assim como acelerar o processo de documentação, arquivamento e descarte de papel, melhorando seus controles, além de garantir uma operação 100% digital informatizada.

Sobre o autor

Alexandre Corigliano é CEO da Nexyon, desenvolvedora de soluções para formalização de negócios sem papel.

Sobre a Nexyon

Desenvolvedora de soluções para formalização de negócios sem papel que tem como objetivo apoiar às empresas a migrarem seus processos para o mundo paperless de forma transparente, simples e com baixo impacto na arquitetura de TI.

Pesquisa mostra que 7 em cada 10 pacientes recebem informações falsas sobre diagnósticos na internet

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Apesar da facilidade, informações genéricas podem preocupar sem necessidade ou tratar como insignificante um problema sério de saúde

Uma dor de barriga ou de cabeça que não passa e você corre para o Google para ler sobre o assunto, certo? O que pode parecer uma facilidade em conseguir informações sobre doenças, também pode na verdade ser um dos maiores vilões nesse caso, porque além de sermos "máquinas complexas" e termos históricos únicos de vida, o site de busca não é um médico, e isso faz toda a diferença.

Um pesquisa realizada com 570 médicos registrados na Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que ao final descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% desses profissionais notaram um aumento desses casos, ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são fidedignas.

Por exemplo, uma dor de cabeça no campo de busca do Google pode trazer diagnósticos de febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou, no pior dos casos, passar uma falsa sensação de tranquilidade. Esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem preocupados com o que eles estão chamando de "cibercondríacos", aqueles pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

"Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações contidas ali não substituem uma consulta médica. Aqui mora o principal problema das pesquisas na internet: as informações acerca de uma condição de saúde ou doença disponíveis online muitas vezes são tratadas como diagnóstico pelo usuário", diz o Dr. Frederic Llordachs, médico cofundador da Doctoralia.

De acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais, etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. As razões que levam as pessoas a pesquisarem seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

Mas, 9 a cada 10 médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. "Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo, ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é feito em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado", explica Dr. Frederic.

Mas há como ter tudo isso com um respaldo profissional. A Doctoralia, por exemplo, é uma plataforma gratuita para pacientes na qual um médico especialista, ou vários, respondem em até 48h qualquer pergunta sobre saúde em diversas especialidades. Além disso, o sistema busca um médico que esteja próximo da sua localidade e já apresenta os horários disponíveis para o agendamento da consulta.

O diferencial é enorme, afinal de contas existe um profissional lendo a pergunta do usuário, ou seja, uma personalização de atendimento online e não uma informação colocada da mesma maneira para milhares de visitantes diferentes de um site. A pergunta do usuário é enviada para todos os especialistas compatíveis que estão cadastrados no site, dessa forma, o remetente pode receber mais de uma avaliação, algo impossível de se fazer fisicamente em apenas 48h.

Na Doctoralia, o usuário pode inclusive fazer sua pergunta de forma anônima, o que em alguns casos nos quais a descrição dos sintomas podem constranger a pessoa é uma ferramenta bastante interessante. A dica do site na hora de perguntar é simples: faça uma pergunta de saúde clara, objetiva, seja breve. Dessa forma a resposta pode ser muito mais assertiva do que sua pesquisa no "Dr. Google" e você pode evitar uma dor de cabeça maior ainda.

Liderança e Qualidade de Vida foram os temas do 6º Encontro ABQV

diretoria da ABQV e palestrantes

Evento contou com presença de profissionais do setor e transmissão online.

A ABQV – Associação Brasileira de Qualidade de Vida promoveu o 6º Encontro Mensal do ano, na última sexta-feira (19), no auditório do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na Capital Paulista.

O evento, que destacou a temática da liderança nas organizações, promoveu o intercâmbio de conhecimento para os profissionais do setor, com transmissão online para todo o país, sobre os diversos aspectos e desafios envolvidos tanto na gestão de pessoas, como no engajamento dos líderes.

De acordo com Sâmia Simurro, vice-presidente da ABQV, a qualidade de vida nas organizações precisa ser desenvolvida com a participação de todos, porém o gestor compõe um papel fundamental no processo. “Para que uma empresa se desenvolva e conquiste o melhor desempenho de seus trabalhadores é fundamental investir nos programas de qualidade de vida. É a partir dos colaboradores que surgem as novas ideias, sugestões, melhorias e críticas para o crescimento do negócio”, declarou.

Cleusa Ramos, Superintendente de desenvolvimento humano do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ministrou a palestra “A liderança na organização como fator crítico de sucesso” e mencionou a importância do feedbackcomo ferramenta de desenvolvimento da empresa. “Mais do que auxiliar o profissional a melhorar, o feedback tem reflexo direto no sucesso de uma organização. Por isso, é fundamental saber qual a sua real influência no dia a dia do negócio”, disse Cleusa.

Seguindo a programação, outros temas foram abordados por palestrantes convidados. A coach em saúde e bem-estar, Daniele Kallas falou sobre “Habilidades e Formação de um Líder”. Iracema Costa, da Secretária de Adm. Penitenciária do Estado de São Paulo, apresentou o tema “Barreiras a serem vencidas por um líder” e Victor Cremasco, sócio da consultoria Mandalah fez a última apresentação sobre “O desenvolvimento do líder”.

“Quando olhamos para a comunicação estamos provocando a nossa reflexão sobre ser capaz de escutar, ser capaz de fazer boas perguntas e ser capaz de fazer reflexões. Isso abre um mundo de relacionamento saudável”, destacou Daniele.

“Liderança não dá para dissociar de qualidade de vida. Um bom líder que sabe desafiar e sabe se importar com as pessoas, tenta construir um contexto muito mais forte de cultura e de performance. Quando uma empresa tem clareza do seu propósito e da impressão que ela tem na sociedade, existe uma razão por traz do produto ou do serviço que ela comercializa. Isso tem um impacto muito mais sistêmico e a probabilidade é que você tenha colaboradores muito mais engajados e motivados no que fazem, que naturalmente irão performar melhor e entregar a melhor a experiência para o cliente”, mencionou Victor.

Depois da apresentação individual, o debate, coordenado por Leonardo Piovesan, membro do conselho deliberativo da ABQV e coordenador de saúde ocupacional e qualidade de vida do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, teve como objetivo discutir os temas e tirar dúvidas dos participantes. Os palestrantes responderam às perguntas do público presente e dos internautas.

As inscrições para os próximos eventos da ABQV podem ser realizadas direto no site da Associação.

Sobre a ABQV

Fundada em 1995, a ABQV – Associação Brasileira de Qualidade de Vida, é uma organização sem fins lucrativos, que tem como objetivo estimular ações e programas de qualidade de vida em ambientes corporativos, bem como desenvolver parcerias e convênios com importantes entidades da sociedade brasileira. Tem como foco desenvolver e integrar profissionais para atuação em Qualidade de Vida e influenciar processos de transformação organizacionais e sociais. Para atingir tal meta, oferece subsídios atualizados e relevantes a profissionais que desejam ampliar seus conhecimentos na área, e atuar como multiplicadores de uma rotina que alie harmoniosamente trabalho e bem-estar. Atua em âmbito nacional e possui empresas associadas em todo o Brasil.

A ABQV é parceira do Global Healthy Workplace Awards (GHWA), premiação internacional que reúne os principais líderes em saúde e bem-estar do mundo, idealizada com o objetivo de reconhecer os programas de promoção da saúde no ambiente de trabalho que se destacam globalmente, que também estejam de acordo com o Modelo de Ambiente de Trabalho Saudável estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Precisamos falar sobre os planos de saúde individuais

Precisamos falar sobre os planos de saúde individuais

Como pode um produto que tem alta demanda reprimida não ser comercializado em larga escala pelas empresas? Esse fenômeno acontece com os planos de saúde individuais no Brasil. Segundo pesquisa Ibope, o plano de saúde é o terceiro maior desejo do brasileiro, perdendo apenas para a educação e a casa própria. Nesse cenário, há uma realidade muito paradoxal: se o consumidor deseja, por que tantas operadoras deixaram de ofertar planos individuais? A resposta é simples, as operadoras de planos de saúde precisam ter garantias de que a carteira ou conjunto vendido de planos individuais permanecerá solvente e economicamente viável ao longo do tempo. Caso contrário, perdem todos: as empresas, que ficarão insolventes e irão encerrar suas operações, e o consumidor, que ficará sem a proteção contratada. Em outras palavras, as regras impostas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – especialmente a política de reajuste – inviabilizaram economicamente as carteiras de planos individuais, levando as operadoras a suspenderem as vendas e, em alguns casos, a alienar as carteiras existentes.

A estrutura de custo das operadoras é fortemente impactada pela inflação médica – aumento das despesas com consultas e exames, elevação da frequência do uso do plano pelos beneficiários, compra de materiais e insumos cada vez mais caros, utilização intensa de tecnologia, aumento das despesas com internações e inclusão de novas coberturas, tratamentos e medicamentos no Rol de Procedimentos da ANS (cobertura mínima obrigatória) a cada dois anos, entre outras. Além disso, as empresas arcam com despesas administrativas e outras não previstas, como o gasto crescente com a chamada judicialização da saúde – ações judiciais que a cada tempo obrigam as operadoras a assumirem despesas inesperadas em seus contratos. Inevitavelmente, o somatório do impacto nos custos dessas variáveis precisa ter a contrapartida no valor das mensalidades dos planos que os beneficiários pagam.

É preciso destacar que toda e qualquer atividade econômica requer regulação para coibir distorções prejudiciais a todas as partes envolvidas – o fundamento econômico para qualquer regulação é a existência de falhas de mercado, típicas na Saúde Suplementar. O excesso de interferência governamental, no entanto, acaba inibindo o desenvolvimento do mercado.

Historicamente, já vimos que controle de preços e, no caso em questão, dos reajustes anuais não protege o consumidor, apesar da falsa sensação de segurança que traz no primeiro momento. Na verdade, políticas de controle de preços e reajustes acabam tirando conquistas do consumidor no curto, médio e longo prazo. No Brasil, um bom exemplo é o desaparecimento do Banco Nacional de Habitação (BNH) e do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) – ambos criados pelo governo para viabilizar a aquisição da casa própria e, ao mesmo tempo, ajudar a fortalecer a indústria da construção civil. Ao longo do tempo, no entanto, banco e programa sucumbiram ao excessivo controle de preços e às taxas de juros subsidiados que os sucessivos governos impuseram e que não asseguraram a sustentabilidade das iniciativas, que poderiam ter tido vida longa e ajudado milhões de brasileiros a ter seu imóvel.

O exemplo acima tem semelhança com o contexto que se observa no segmento de planos de saúde individuais e familiares. O fato é que a política de reajustes da ANS adotada até 2018 resultou em fortes desequilíbrios das carteiras existentes, e na inviabilidade econômica de novos produtos. Esse tipo de política de reajuste pode ter ajudado no desaparecimento de mais de três centenas de operadoras nos últimos 11 anos, segundo dados do próprio órgão regulador, reduzindo a oferta e a concorrência no mercado. De acordo com cálculos da FenaSaúde, de 2008 a 2018 os reajustes autorizados pela ANS para os planos individuais totalizaram 155%. No entanto, as despesas assistenciais per capita atingiram 192% no mesmo período. A conta, portanto, não fecha!

A FenaSaúde tem defendido nos últimos anos a revisão das regras e da metodologia de reajustes adotada pela ANS. É fato que as propostas de mudanças da fórmula de reajuste apresentada pelo órgão regulador, em 2018, já indicaram avanços importantes, mas é preciso mais. A nova fórmula ainda é única para todos os planos individuais que são comercializados Brasil afora. Para a FenaSaúde, criar uma única regra que estabelece os mesmos percentuais de reajuste para todos os planos individuais e familiares, oferecidos por operadoras dos mais diversos portes, nas mais diversas regiões do Brasil, acaba por alimentar as distorções que persistem no sistema de saúde privado.

A FenaSaúde entende que, no caso dos reajustes de planos individuais, é preciso considerar as particularidades de cada região do Brasil assim como dos produtos comercializados e suas características específicas de redes credenciadas, desenho de plano, amplitude geográfica etc.  Somente com regras que permitam a manutenção do equilíbrio atuarial e a viabilidade econômica das carteiras de planos individuais, as operadoras voltarão a comercializar tais planos.

Não existe mágica e nem almoço grátis nesse segmento de planos individuais. A regulação excessiva – incluindo a metodologia que limita os reajustes – não gera valor para ninguém. É preciso deixar que o mercado encontre o melhor caminho para criar produtos que sejam viáveis tecnicamente, que atendam a demanda por planos individuais e, principalmente, que tenham preços que “caibam no bolso” dos consumidores.

Finalmente, que os bons ventos liberais, que surgiram nos últimos meses, soprem também na direção do setor de Saúde Suplementar.

Sobre o autor

João Alceu Amoroso Lima, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde)

Indústrias médico-hospitalares investem em tecnologia para melhorar desempenho comercial

matheus pagani

Consolidado no varejo, softwares de CRM também passam a serem utilizados pelas indústrias do setor; Estimativas apontam que atualmente o mercado industrial seja um dos principais compradores desse tipo de software no Brasil

Cada vez mais as indústrias médicos-hospitalares estão colocando em prática processos de vendas baseados em tecnologia, além de definir estratégias e ferramentas de operação para automação e otimização da gestão de carteira de clientes por meio de um software de CRM. Diversos players do mercado, como Philips Healthcare, Nipro, TEB, CEI Group e RTS Rio, já utilizam a ferramenta a fim de aumentar a recorrência da comercialização dos seus produtos junto a atual base de clientes, além da liderança ter a possibilidade de acompanhar e tomar decisões estratégicas baseadas em dados em tempo real.

Dados coletados pela consultoria Gartner revelam que o mercado global de CRM cresceu 15,6% em 2018, movimentando mais de US$ 48,2 bilhões. O setor já ultrapassou o mercado de ERP e lidera o segmento de softwares corporativos. A previsão é de que esse mercado atinja US$ 80 bilhões até 2025 com a tendência de centralização das operações das empresas em torno do cliente (Customer Centric). Ainda não há dados oficiais para o mercado nacional, porém estimativas apontam que o setor industrial hoje em dia seja um dos principais compradores desse tipo de produto.

A explicação para o cenário atual é a maior organização e simplicidade na gestão dos departamentos comerciais trazida pelos softwares de CRM. “As indústrias médico-hospitalares perceberam o efeito cascata ao aumentar o giro de seus produtos no mercado, uma vez que elas terão maior capacidade de investimento para promover inovação e continuar crescendo, adaptando-se cada vez mais ao conceito da Indústria 4.0”, afirma Matheus Pagani, CEO e cofundador da Ploomes, empresa criadora de CRM voltado especificamente às indústrias e distribuidoras.

Outro benefício que as indústrias do setor aferem rapidamente com a adesão desse tipo de tecnologia é o crescimento de performance dos vendedores, uma vez que ao integrar o ERP com o software de CRM, o profissional consegue aumentar sua produtividade no dia a dia e elevar seus ganhos financeiros com a maior recorrência de vendas dentro de sua carteira de clientes. “Em suma, líderes, gestores e vendedores saem vencendo com a implementação da tecnologia no departamento comercial”, conclui Pagani.

ABRAIDI participou de evento da Coalizão Interamericana

ABRAIDI participou de evento da Coalizão Interamericana

A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI – esteve representada, em Buenos Aires na Argentina, em uma reunião da Coalizão Interamericana de Ética Empresarial, pelo presidente, Sérgio Rocha, e pelo diretor-executivo, Bruno Bezerra. O evento, em 24 de julho, foi organizado pela própria Coalizão Interamericana e pela Câmara Argentina de Insumos, Implantáveis e Equipamento Médico – CADIEM, que foi a anfitriã do encontro. Além da ABRAIDI e CADIEM, participam a APIS, e ADIMECH do Chile, AMID do México, Advamed dos Estados Unidos, ANDI da Colômbia, ASEDIM do Equador, ComSalud do Peru e ABIMED, ABIIS, CBDL e Instituto Ética Saúde do Brasil.

O diretor-executivo da ABRAIDI, Bruno Bezerra, fez uma apresentação inicial da Associação e ainda tratou das situações política e econômica do Brasil, em relação ao setor de dispositivos médicos implantáveis. Destacou que, em virtude das ações de capacitação em 2018 – com o programa Compliance em Ação – a associação conseguiu aumentar o número de empresas que tem algum projeto de integridade de 72% para 90%. “Assumimos o compromisso de concluir a atualização do Código de Ética ABRAIDI até abril de 2.020”, acrescentou.

O presidente da ABRAIDI, Sérgio Rocha, promoveu uma palestra com dados macroeconômicos da saúde no Brasil e informações sobre o tamanho e a representatividade da Associação. Rocha destacou que o país é um dos únicos onde as companhias de seguros compram os DMIs diretamente dos fornecedores e ainda há um discurso de que tecnologia aumenta os custos da saúde. “Pela primeira vez, um estudo da ABRAIDI constatou que os valores de DMIs praticados no Brasil caíram, nos últimos cinco anos, em ritmo semelhante aos preços praticados em outras dez nações estudadas, como Argentina, México, Colômbia, Estados Unidos, e Alemanha”.

O presidente também revelou as três importantes distorções que existem na saúde do Brasil, que somadas representaram R$ 1,17 bilhão em retenção de faturamento (fonte pagadora - plano de saúde ou hospital, após a realização de uma cirurgia previamente autorizada, não permite o faturamento dos produtos consumidos, postergando assim o pagamento), glosas praticadas, mesmo depois de procedimentos previamente autorizados e inadimplência. As perdas chegaram a 55% do faturamento das empresas e são ainda maiores do que o índice apurado, em 2017, que foi de 42%, em pesquisa semelhante.

No encontro, a Coalizão Interamericana anunciou que todas as entidades membro têm um código de ética e conduta, considerada uma das conquistas mais significativas, desde a sua fundação. Bruno Bezerra sugeriu que é preciso investir mais em treinamento e suporte para que as empresas desenvolvam os seus programas de compliance, principalmente as pequenas e médias. “Precisamos também aprofundar a colaboração entre fabricantes e distribuidores, fortalecer e adotar ações para o cumprimento dos códigos, adotar ações de valorização das empresas que trabalham de forma ética e transparente, transformar o compliance em métrica de desempenho e expandir a discussão das más condutas do mercado para outros players, como hospitais, prestadoras de saúde e profissionais da saúde”, finalizou.

Você está atrasado para a LGPD?

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Falta pouco mais do que um ano para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrar em vigor. Segundo Edgar D’Andrea, as instituições que ainda não nomearam um Encarregado de Dados estão atrasadas e provavelmente não estarão em conformidade com a Lei em 16 de Agosto de 2020.

Edgar que é sócio e especialista em Cibersegurança e Privacidade da PwC Brasil, nos recebeu juntamente com Maressa Juricic, gerente sênior em Cibersegurança e Privacidade, para uma conversa sobre os impactos e repercussões da LGPD.

Diferentemente do Marco Civil da Internet, a Lei Geral de Proteção de Dados vai a fundo na questão, especificando os conceitos e elementos fundamentais da proteção de dados, ou seja, as bases legais que acomodam a legitimidade de uma coleta ou tratamento de dados. “Acredito que o Brasil precisa amadurecer em termos de cultura. Nós nunca nos preocupamos muito com a privacidade de dados, enquanto que em outros países, principalmente na Europa, isso é mais forte”, disse Edgar, e complementa, “A Lei tem o propósito de disciplinar. Existe o uso indiscriminado de dados pessoais por empresas que vendem suas informações, muitas vezes sem você saber”.

Em relação a isso, recentemente surgiram discussões sobre o aplicativo FaceApp. Que, no caso, recolhe dados mediante autorização do usuário. Para “descobrir” como será a sua aparência ao envelhecer através de filtros, o usuário concede acesso à empresa russa Wireless Lab, criadora do app. Segundo a sua política de privacidade, será construída uma base de dados no que diz respeito, por exemplo, ao histórico de navegação do browser: nomes de domínio, emails abertos ou links que os destinatários clicam. Ainda que a empresa informe que existam mecanismos para que um usuário em específico não seja identificado, ela confirma que as informações podem ser partilhadas com empresas terceiras.

Maressa completa dizendo que o timing da aprovação da LGPD logo após a GDPR - General Data Protection Regulation, provavelmente está relacionada à uma pressão comercial para o estabelecimento de negócios a nível global.

As empresas poderão coletar e tratar dados segundo dez princípios: finalidade, adequação, necessidade, livre acesso, qualidade dos dados, transparência, segurança, prevenção, não discriminação, e responsabilidade e prestação de contas. Edgar exemplifica com a minha entrada no prédio, no qual dados pessoais são requeridos. Segundo ele, a finalidade é a segurança de acesso, e a necessidade é exigência contratual da empresa prestadora do serviço de segurança, informado com transparência no momento da coleta.

“Eu até brinco, uma vez fui fazer uma cirurgia ortopédica em um hospital e uma moça perguntou a minha religião, e eu disse: Eu quero viver, mas se eu morrer você pode chamar qualquer um que me leve para o céu”, disse o especialista. Logo depois perguntou o motivo da pergunta e foi informado que segundo algumas religiões, não é permitido a transfusão de sangue. “Então eles perguntaram a minha religião para inferir se era possível ou não um procedimento médico. A pergunta está errada, não há transparência, e o dado que se coleta, a religião, não é necessário. É um exercício para as empresas avaliarem quais dados são coletados e sob quais bases legais ele está legitimado.”

Uma figura essencial nesse contexto é a do, mencionado acima, Encarregado de Dados, também chamado de Data Protection Officer (DPO). No Brasil não há formação específica para este cargo, e Maressa acredita que isso seja um ponto positivo. “Tem que ser uma pessoa que conheça do tema privacidade de dados, e que consiga trabalhar entre as áreas. Ele não vai fazer a gestão sozinho, em alguns momentos precisará da TI, outros do jurídico, controles internos, auditoria...É importante que a pessoa não esteja em um conflito entre deliberar e executar. Ela deve ser independente, e saber lidar com órgãos reguladores.”

Edgar destaca que, apesar do Encarregado de Dados ser um cargo importante e fundamental em todas as instituições, deve haver um treinamento para que todos na empresa tenham condições de fazer o seu próprio julgamento. “Existe um conceito interessante que é o privacy by design, ou seja, pensar em conceitos de privacidade, coleta e tratamento de dados desde o início do processo. No caso de um aplicativo, o Encarregado seria o responsável por validar o fluxo de coleta, por exemplo, mas ele não pode ser o funil do tema. Em situações corriqueiras, a orientação já está dada pela Lei”.

A principal particularidade das instituições de saúde é que elas lidam basicamente com dados sensíveis. De acordo com a gerente, atualmente provedores se utilizam dos dados dos pacientes para outras finalidades além do tratamento exclusivo da sua saúde, como para desenvolvimento de novos produtos ou aumento de experiência, através de data lakes. A partir do vigor da LGPD, provavelmente essa atividade se adequará na base legal do consentimento. “Mas temos que observar que o consentimento tem que ser específico. Colocar na política de privacidade que os dados serão utilizados para melhorar a experiência ou produto, sem dizer exatamente para quê, de qual forma e quando, é genérico”, diz Maressa. As outras bases legais, além do consentimento, são: cumprimento de obrigação legal, execução de políticas públicas, estudos por órgãos de pesquisa, execução de contrato, exercício regular de direitos, proteção da vida, tutela da saúde, interesse legítimo e proteção de crédito.

“Não há problema se a instituição descaracterizar o dado, ou seja, anonimizar. Mas para isso há uma técnica sofisticada, não é somente excluir algumas colunas do Excel”, diz Edgar. A movimentação interna de dados, de forma irregular segundo a Lei, é muito mais intensa do que as empresas imaginam, e caso alguma informação vaze, haverão sanções administrativas.

O órgão que regulará a atuação das empresas em relação a isso é a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANDP), criada em julho deste ano. A agência poderá advertir as instituições impondo prazos para adoção de medidas corretivas, até multar em R$ 50M por infração realizada, somando-se no máximo a 2% de seu faturamento. Maressa diz que a tendência é a ANDP visar primeiramente grandes empresas e fazê-las de exemplo para o setor nas fiscalizações.

De modo geral, os executivos explicam que o roadmap para a adequação à lei se divide em três principais pontos. O primeiro é definir o Encarregado e dar a ele os fundamentos necessários para gerir o tema dentro da empresa, como orçamento para treinamentos de equipes que lidam com dados pessoais. O segundo passo é o mapeamento de dados pessoais existentes na empresa: quais dados são coletados, como ocorre o tratamento e armazenamento, além da revisão de contratos e políticas internas. Nessa etapa serão validados os fluxos de dados, legitimidade e bases legais. O terceiro é a elaboração de um relatório de riscos e planejamento estratégico para a implantação de um programa de privacidade.

“É importante que os executivos da alta administração de qualquer empresa deem atenção para este tema. Se houver um vazamento de dados de agosto a dezembro do ano que vem, essa empresa muito provavelmente será punida e terá um impacto na sua imagem muito forte. Se uma empresa não tem um plano até setembro deste ano, dificilmente ela se adequará com tranquilidade à Lei”, finaliza Edgar

Aplicações do certificado digital na área da saúde

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A partir da Resolução Normativa 438/2018 da ANS, que dispõe sobre a regulamentação da portabilidade de carências para beneficiários de planos privados de assistência à saúde, as operadoras que oferecem a contratação eletrônica de planos privados deverão disponibilizar também por via eletrônica a possibilidade de migração aos seus clientes. Este é um marco significativo, uma vez que considera o e-mail uma forma de comunicação oficial sem a necessidade de registros em cartório ou impressão em papel.

Entretanto, para que seja aceita desta forma, a mensagem precisa de ferramentas de segurança como a certificação digital e assinatura digital. Além da vantagem na agilidade do processo de troca de informações entre empresas e clientes, o uso de criptografia protege os dados de alterações e interceptações. A Certisigin atua neste contexto como uma autoridade certificadora que fornece soluções, incluindo o e-mail registrado.

História e inserção no mercado de saúde

A Certisign foi fundada em 1996, pouco após o início da internet comercial no Brasil. “Foi a 3ª autoridade certificadora a ser criada no mundo, a 1ª no Brasil, com o objetivo de identificar eletronicamente as pessoas físicas e jurídicas, entregando os documentos digitais chamados e-CPF e e-CNPJ”, conta Arthur Scarpato, gerente comercial da Certisign

A primeira onda de aplicações iniciou com a emissão de notas fiscais eletrônicas. Em um segundo momento, o judicial iniciou o uso dos certificados digitais, substituindo a assinatura de próprio punho pela digital.

“Na chamada terceira onda, a empresa observou o mercado de saúde e viu a oportunidade de ajudar os hospitais a migrar do prontuário papel para o prontuário eletrônico, quebrando a necessidade de impressão e guarda por 20 anos dos documentos físicos”, diz Arthur.

Desta forma, os profissionais da equipe multidisciplinar podem assinar digitalmente o prontuário eletrônico direto no sistema com a mesma validade jurídica. Isso permite não só a diminuição dos custos operacionais como também possibilitam que os hospitais se tornem digitais, conquistando acreditações como o HIMSS, JCI, ONA, entre outras.

E-mail registrado

Do certificado digital em si pode derivar uma série de soluções. É o que chamamos de cenários de uso”, explica Arthur. No caso do e-mail registrado, o resultado é garantir que a mensagem chegou ao destinatário. “Você substitui o Aviso de Recebimento dos Correios com uma solução digital”, compara o gerente.

Juliana Arias, Gerente de Produto na Certisign, demonstrou na prática como acontece. A ferramenta pode ser acessada através da plataforma da Certisign ou através de integração com o servidor de correio eletrônico do usuário.

O processo de envio do e-mail é igual a um envio comum. A diferença é a rastreabilidade que se consegue fazer após o envio. É gerado um certificado com os comprovantes de entrega, com data e hora, com um carimbo que garante a integridade de todas as informações ali presentes. “Tudo assinado digitalmente”, complementa Juliana.   

Futuro da marca

Arthur considera que o grande desafio é escalar hospitais e operadoras considerando o tamanho do Brasil. “Hoje em dia existem soluções que podem melhorar a vida deles, da mesma forma que os tribunais resolveram o problema do papel, da mesma forma que a receita federal, a área da saúde tem essa possibilidade de se desmaterializar e se tornar 100% digital”, finaliza.

SulAmérica amplia Médico em Casa nas Regiões Nordeste, Sul e Sudeste

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Disponível em 26 cidades brasileiras, serviço pioneiro do aplicativo SulAmérica Saúde permite solicitar atendimento médico em domicílio para crianças e idosos

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, amplia neste mês, nas Regiões Nordeste, Sul e Sudeste, o serviço Médico em Casa, que permite agendar, por aplicativo, um atendimento médico em domicílio para beneficiários de até 12 anos e a partir de 65 anos. Com a expansão, a iniciativa passa a estar disponível em 26 cidades brasileiras, tanto para residentes quanto para segurados em trânsito nessas localidades.

O Médico em Casa oferece até dois atendimentos ao ano por segurado, de forma rápida e segura, sem fila de espera ou deslocamento ao pronto-socorro. O serviço é voltado para atendimentos não emergenciais, como febre, vômito e gripe, e está disponível no período entre 7h e 23h. Pelo próprio aplicativo SulAmérica Saúde, o usuário agenda o melhor horário e acompanha o status da chegada do médico.

"Os clientes da SulAmérica passam a contar com mais um serviço inovador para cuidar da saúde da família. O Médico em Casa proporciona o cuidado e a conveniência de agendar um atendimento médico para crianças e idosos no conforto do próprio lar, promovendo uma melhor experiência de saúde e evitando idas desnecessárias ao pronto-socorro", afirma a diretora Técnica Médica e de Relacionamento com Prestadores de Saúde e Odonto, Tereza Veloso.

Nesta época do ano, em que muitas famílias viajam para aproveitar as férias escolares e na qual as doenças respiratórias são mais frequentes, contar com um serviço como o Médico em Casa proporciona ainda mais tranquilidade aos beneficiários, mesmo que não sejam moradores na cidade atendida pelo serviço. Desde o lançamento do Médico em Casa, em 2017, o índice de satisfação entre segurados é de aproximadamente 90%. Em 95% dos casos, a ida ao pronto-socorro mostrou-se desnecessária, comprovando a relevância da iniciativa.

Médico na Tela

O aplicativo SulAmérica Saúde traz também o recém-lançado serviço Médico na Tela, que permite aos segurados responsáveis por crianças de até 12 anos solicitar uma videochamada com médico pediatra para receber orientações e tirar dúvidas. Com a teletriagem pediátrica, é possível proporcionar ainda mais tranquilidade e comodidade às famílias com crianças, já que pais e responsáveis podem acionar rapidamente um pediatra para esclarecimentos sobre saúde, quando necessário. O app, que já registra 2 milhão de downloads, está disponível na Google Play Store (Android) e na App Store (iOS).