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[Especial] Telemedicina: uma área cinza

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A Telemedicina é a evolução natural do cuidado de saúde no mundo digital. Essa é definição dada pela Associação Americana de Telemedicina. Para especialistas da área, nada mais é do que a prática da medicina à distância, de um modo mais acessível, custo-efetivo e que, de certa forma, aumente a experiência e o engajamento do paciente. Para deixar claro: não será uma substituta da medicina tradicional, mas uma forma adicional de entregar cuidado de acordo com as preferências/condições do paciente.

Atividades que, antigamente, só eram possíveis de modo presencial, como transações bancárias, compras ou estudo, agora podem ser feitas por aplicativos, por aqueles que desejam. Por que não estender essa opção para a saúde? O debate pode parecer novo, mas existe desde 1880, quando o Lancet publicou um artigo sobre o uso do telefone para reduzir as visitas desnecessárias ao médico. Especula-se que o estudo foi motivado por consultas e pedidos de medicamento por telégrafo durante a Guerra Civil Americana (1861-1865).

Avançando um pouco​ para o século XX, na década de 50, quando a TV em preto e branco era novidade e smartphones nem pensavam em existir, os Estados Unidos realizaram a primeira consulta a distância, em um circuito fechado dentro de um hospital.

Frequentemente chamada de “Telehealth” ou de “Connected Health”, a telemedicina ainda tem o seu escopo em definição pelos especialistas. De modo geral usa-se telemedicina para o exercício do cuidado/serviços assistenciais remotos para pacientes, como transmissões digitais de imagens ou consultas. A “Telehealth” é mais abrangente, cobrindo educação médica virtual, treinamentos e eventos administrativos relacionados. Não é um serviço específico, mas um conjunto de métodos para melhorar a entrega de cuidado. Por fim, “Connected Health” é a intersecção entre o que se considera médico e os cuidados de bem-estar, de forma digital.

Sobre telemedicina, são estipulados dois tipos de programa, o síncrono e o assíncrono. O primeiro acontece em tempo real com a interação entre as duas partes envolvidas, utilizando algum device conectado à internet. No segundo, também conhecido como “store and forward”, consiste no envio de informações ou transferência de arquivos, de modo que as partes não estejam online ao mesmo tempo.

Originalmente a ferramenta surgiu para suprir a necessidade de cuidado para pacientes em áreas remotas, mas está sendo gradualmente adotada por pacientes que não necessariamente vivem fora da área de cobertura. Outro paradigma a ser quebrado é a associação da telemedicina a serviços de vídeo. “A maioria das soluções começam com vídeo, o que é um fracasso. Não é sobre o vídeo. É sobre melhorar o processo. Tornar uma vitória para todos os envolvidos. Se você está pensando em escalar, você deve pensar em modos muito melhores de fazer as coisas”, diz Alan Pitt, neuroradiologista do Barrow Neurological Institute e advisor de empresas de Healthcare IT.

Dr. Eric Topol, autor do livro “The Patient Will See You Now”, é um dos maiores defensores do aumento do uso de tecnologia na assistência. Ele enfatiza que apesar da cultura médica ser conservadora, as oportunidades são muito grandes para serem desperdiçadas.

Pacientes podem consumir saúde em qualquer lugar que desejarem. O tempo de deslocamento é reduzido a zero, e poderá ser melhor utilizado para o trabalho ou lazer. Um grande número de pessoas são removidas das filas de espera nos hospitais, em especial, nas emergências. Já que milhões de visitas nesta porta de entrada são justificadas não pela gravidade, mas pela ansiedade do atendimento imediato. Custos, com atendimentos desnecessários, são melhor alocados. Pacientes em sub monitoramento podem ser melhor atingidos.

Apesar dos vários benefícios, existem algumas desvantagens, como o pensamento de que médicos que realizam atendimentos a distância são inexperientes ou de baixa formação, e algum criticismo em relação à confiança estabelecida entre as partes, e até redução na qualidade do diagnóstico. Acima de tudo, há a preocupação com regulamentações e como serão as políticas de reembolso e segurança de dados.

Para exemplificar a adoção, na Kaiser Permanente, uma operadora verticalizada americana, 52% dos mais de 100 milhões de pacientes por ano, realizam consultas virtuais por mensagens, ligações, emails ou vídeo conferências.

No Brasil, parte dos serviços de telemedicina são utilizados tanto nos setores públicos quanto privados, por hospitais e operadoras. São comuns consultas informais por Whatsapp, troca de imagens, dúvidas sobre prescrições ou até ligações emergenciais para o pediatra, no caso de mães de primeira viagem, por exemplo. Uma área cinza, cujo escopo de regulação ainda fica à mercê de interpretações.

Em fevereiro deste ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou sua nova resolução em Brasília, regulamentando consultas online, assim como telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de atendimento médico à distância. O destaque foi a liberação das consultas diretas entre pacientes e médicos por meios digitais, desde que tenha ocorrido uma primeira consulta presencial. Existem exceções para casos específicos, como em comunidades situadas em áreas geograficamente remotas. No mesmo mês, após uma série de protestos das entidades médicas e alto número de solicitações de alterações da proposta, a Resolução 2.227/2018, que regulamentaria a prática da telemedicina a partir de Maio, foi revogada. Por alguns meses o CFM abriu consulta pública para receber sugestões afim de obter material para revisitar a proposta. A resolução que continuou em vigor é a 1.643/2002, que define e disciplina a prestação de serviços através da Telemedicina.

No início de julho, a Amil, maior operadora do Brasil com mais de 4 milhões de usuários, lançou um serviço de atendimento médico por videoconferência, em parceira com o Hospital Albert Einstein, apesar da não definição oficial quanto ao tema pelo CFM. Segundo Lottenberg, presidente da UHG Brasil, controladora da Amil, o serviço deve ser expandido a outras categorias de planos conforme a demanda, e os resultados da primeira fase de implantação. "No Brasil não há nenhuma lei que proíba expressamente a prática", disse o executivo. Em resposta, o CFM disse que o desrespeito deverá ser alvo de apuração e outras providências

RCS Med adquire participação em empresa alemã

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Com a transação, holding amplia portfólio de produtos trazendo ao mercado brasileiro solução que alivia dor e desconforto de pacientes em tratamento de câncer

A RCS (Rede de Cuidados de Saúde – Minas Gerais) acaba de adquirir participação na subsidiária brasileira da empresa alemã HilotHerm. Com a transação, a holding amplia o portfólio de produtos e serviços para a área médica e passa a oferecer no país solução para o tratamento de pacientes com câncer: o Hilotherm ChemoCare.

“Estamos sempre buscando soluções inovadoras que possam trazer conforto e alívio. Ao nos depararmos com uma tecnologia que é utilizada como prevenção e tratamento de Polineuropatia e Síndrome Mão-Pé tivemos a certeza de que muitas pessoas submetidas à quimioterapia poderão se beneficiar com o alívio proporcionado”, explica Dr. Ricardo Cabral, médico e fundador da RCS.

Recurso utilizado no tratamento de diversos tipos de câncer, a quimioterapia pode levar a uma complicação chamada Polineuropatia Induzida por Quimioterapia (CIPN) ou Síndrome mão-pé (HFS). Este é um efeito colateral da quimio, devido ao uso de alguns agentes no tratamento.

O quimioterápico que entra e circula por todo corpo pode danificar os vasos sanguíneos menores das mãos e pés. “Muitas vezes o médico nem mesmo alerta ao paciente deste possível efeito, pois, na prática, tinha muito pouco o que fazer para controlar.”, acrescenta o médico. O maior problema é que esta síndrome mão-pé pode ser grave, levar a incapacidade funcional e perdurar alguns anos, informa Cabral.

“Como tudo em medicina moderna, temos que pensar em prevenção. Em algumas análises que fizemos, além do benefício aos pacientes, aliviando as sequelas que impedem a rotina cotidiana como dores, o uso do HiloTherm durante a quimio pode levar a uma economia real de milhares de reais, que seriam gastos em médicos, tratamentos e exames complementares”, enfatiza o médico.

O protocolo desenvolvido a partir de um estudo que vem sendo conduzido na Alemanha pelo Dr. Dipl-Med René Schubert e Dr. rer. Nat. Trudi Schaper, do Luisenhospital, Düsseldorf, para a prevenção da Polineuropatia e também no tratamento de sintomas já apresentados em pacientes que estão fazendo quimioterapia mostra que o uso do Hilotherm protege diretamente até 93% dos pacientes que aplicam a técnica no momento certo.

Além disso, quando os pacientes já desenvolveram CIPN e iniciam o uso da Hiloterapia, é possível reverter o quadro dos sintomas e, com um acompanhamento de longo prazo é possível constatar a recuperação e a realização das atividades do dia a dia normalmente.

Sobre a Hilotherm

A Hilotherm GmbH, empresa fundada em 2003 na Alemanha desenvolveu o equipamento Hilotherm que realiza a Hiloterapia - Crioterapia e Termoterapia, com temperatura controlada e constante e no intervalo térmico ideal - para obter os melhores resultados.

Hospitais investem em agendamento e referenciamento para otimizar processos e melhorar experiência do paciente

Rinaldo Guazzelli

O serviço estruturado de agendamento e referenciamento é uma estratégia cada vez mais implementada pelos hospitais brasileiros para otimizar os processos, ampliar os negócios e proporcionar uma jornada diferenciada para o usuário. Um recente relatório da Optum, especializada em análise de dados e serviços de gestão de saúde populacional, mostra que a prática de agendamento e referenciamento por meio de call center especializado ampliou em torno de 60% a acessibilidade aos serviços médicos e hospitalares, a qualidade do atendimento e a ocupação (o uso de equipamentos).

Os dados fazem parte de um levantamento da Optum que avaliou o uso de serviços de agendamento e referenciamento em um grupo de hospitais brasileiros.  Além dos ganhos relacionados diretamente aos negócios, o agendamento e referenciamento também melhoraram os índices positivos dos serviços e dos atendimentos. Os pacientes estão 9% mais satisfeitos de acordo com a pesquisa de satisfação (NPS – Net Promoter Score).

Outros indicadores do levantamento revelam que para cerca de 70% dos gestores dos hospitais, a implantação do call center proporcionou melhor acesso do paciente ao agendamento de consultas e/ou exames.

Segundo Rinaldo Guazzelli, diretor de operações da Optum, os indicadores do relatório comprovam que a estratégia de atendimento ao usuário por meio de um call center estruturado e especializado traz melhoria na utilização de equipamentos e agendas, identifica problemas de ocupação e alocação e oferece locais alternativos para o paciente. “Com inteligência e harmonização de dados identificamos erros de agendamento, estudamos o perfil de pacientes, fazemos contatos ativos para captação de clientes externos, visando ampliar a capacidade de atendimento e geração de receita”, afirma.

Gestão mais eficiente

O serviço de Agendamento e Referenciamento de consultas, exames e procedimentos é uma solução inteligente, que ajuda a aumentar o volume de negócios, diminuindo a capacidade ociosa dos hospitais e clínicas e unificando os sistemas.

Além de outros benefícios, como a identificação de pacientes no estágio de consulta para fazer contato ativo, o aumento da taxa de conversão de chamadas, a harmonização da base de dados e o aumento da satisfação do cliente. “Os hospitais e clínicas precisam inovar cada vez mais para facilitar o acesso dos pacientes aos serviços, melhorar sua eficiência operacional e transformar a gestão de saúde da população”, conclui Guazzelli.

Plataforma de Edge Computing da Azion melhora experiência do usuário e reduz em até 90% os custos

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• Ao atuar de maneira distribuída, a tecnologia permite a construção de aplicações com menor latência, processamento de dados em tempo real e redução de custos

• Segundo pesquisa da Vertiv, Edge Computing deve triplicar sua presença até 2025

Num mundo cada vez mais conectado e que vive uma explosão de projetos de Internet das Coisas (IoT), Edge AI, VR/AR e 5G, o volume de dados gerados não para de crescer.

Para processá-los em tempo real – de aplicações web, como um e-commerce ou banco on-line, a áudio, vídeo e qualquer outro tipo de dado gerado ou enviado para usuários e equipamentos - é que se tornou indispensável a tecnologia de Edge Computing. Com ela, é possível que as requisições sejam processadas na ponta, mais próximas ao usuário ou device, com o mínimo de latência possível, o que proporciona uma experiência de uso mais rápida e positiva.

De acordo com o estudo Data Center 2025: explorando as possibilidades, feito com a Vertiv, o Edge Computing está mudando a maneira como os líderes da indústria pensam o data center do futuro.

Para o estudo foram ouvidos mais de 800 profissionais em todo o mundo. Dos participantes que hoje têm sites de edge ou planejam tê-los em 2025, mais da metade (53%) espera que o número de sites de edge aos quais eles dão suporte cresça em pelo menos 100%. Outros 20% esperam um aumento de 400% ou mais. Coletivamente, os participantes da pesquisa acreditam que seu número total de sites de edge computing possa avançar 226% nos próximos cinco anos.

Na Azion, o Edge Computing já é uma realidade. De acordo com o CEO Rafael Umann, a plataforma da Azion se baseia no conceito serverless, o que significa que as equipes gastam menos tempo gerenciando a infraestrutura e mais tempo desenvolvendo e fornecendo aplicações, o que pode reduzir custos em até 90%, dependendo do projeto.

Atualmente, os principais players do Brasil em e-commerce já utilizam a plataforma de Edge Computing da Azion. Além deles, grandes bancos, empresas de educação e mídia também aproveitam das vantagens da plataforma. "O fato de trazer a informação para a borda contribui para a construção de experiências personalizadas. A tecnologia, por meio de algoritmos, é capaz de detectar o usuário e direcioná-lo para o edge ideal naquele momento, proporcionando uma melhor experiência ao cliente, com mais agilidade e eficiência nas operações", destaca Umann.

"Embora algumas companhias pensem nesta tecnologia apenas no futuro, podemos afirmar que há uma série de empresas colhendo, hoje, ótimos resultados", acrescenta o CEO.

Vários especialistas acreditam que o Edge Computing pavimentará as principais inovações tecnológicas daqui para frente. Trata-se de uma disrupção em como as aplicações são construídas e escalam para qualquer número de usuários, mas com uma inteligência que permite adaptações suaves para que as empresas se beneficiem desde o primeiro dia de uso.

Neste cenário, o número de aplicações de borda (ou Edge Applications) deve se expandir exponencialmente para atender as demandas de vários segmentos. Na indústria, os dados podem auxiliar a evitar falhas, atuar preventivamente e reduzir o consumo de energia. No segmento de saúde, os wearables poderão ser adquiridos com maior facilidade e garantir que as informações dos pacientes sejam compartilhadas com os médicos a tempo de evitar incidentes e salvar vidas.

A plataforma Azion soluciona os mais complexos desafios de computação e rede, incluindo escalabilidade, confiabilidade, desempenho e segurança, sendo ideal para arquiteturas web de missão crítica inovadoras para e-commerce, games, finanças, mídia e aplicações como IoT, realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR).

Sobre a Azion

Fundada em 2011, a Azion permite que você construa e execute suas próprias aplicações serverless no Edge da rede, mais próximo a usuários e devices. A plataforma de Edge Computing da Azion é ideal para aplicações que exigem baixo tempo de resposta (latência) ou processamento de dados em tempo real. Ajuda a resolver alguns dos mais complexos desafios de computação e rede, incluindo escalabilidade, disponibilidade, performance e segurança de aplicações de missão crítica. Considerado pelo Gartner uma das 10 principais tendências tecnológicas que impactam as áreas de infraestrutura e de operações, o Edge Computing viabiliza serviços de missão crítica inovadores necessários para construir o futuro do e-commerce, games, finanças, mídia e aplicações como IoT, Edge AI, 5G, Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR).

Ascenty lança nova oferta de conectividade que viabiliza projetos de nuvem híbrida

Pablo Campagnac

Solução ACCX chega ao mercado latino-americano para integrar e otimizar trocas de tráfego entre múltiplos ambientes de cloud

A Ascenty, empresa líder no mercado de data centers com foco na América Latina, anuncia a disponibilidade da solução Ascenty Cloud Connectivity Exchange (ACCX), que tem como objetivo interconectar ambientes de dados distribuídos entre nuvens públicas e privadas, por meio de conexões diretas. A plataforma permite que todas as clouds públicas se comuniquem em um único ecossistema, com baixa latência (tempo de resposta) e alta eficiência.

O novo serviço faz parte da vertical de conectividade da Ascenty, denominada Cloud Connect, que possibilita interconexões privadas entre as nuvens públicas, data centers da Ascenty, escritório de clientes e ambientes compartilhados, de duas forma: por meio do backbone da Ascenty (link direto que vai do escritório da empresa até a rede de dados), ou por uma cross conexão de dentro dos data centers da companhia, que interliga esses ambientes diversos a cada provedor de nuvem.

Com o ACCX, a Ascenty amplia essa oferta ao conectar ambientes de dados armazenados em diferentes nuvens públicas, como Amazon Web Services, Google Cloud, Microsoft Azure, Oracle Cloud e IBM Cloud, à uma plataforma unificada, integrada ao seu backbone IP/MPLS (rede de dados). Essa ligação direta entre os ambientes viabiliza projetos de cloud híbrida com mais segurança, além de diminuir o tempo de resposta da conexão, aumentando a eficiência das operações.

"Esse serviço foi desenhado para atender a demanda do mercado, uma vez que as empresas distribuem o armazenamento de seus dados em diversos ambientes, conhecida como cloud híbrida. A solução facilita a conexão dos ambientes de nossos clientes à diferentes nuvens públicas e garante a interoperabilidade de redes por meio de uma estrutura única, de forma simplificada e rápida", comenta Pablo Campagnac, vice-presidente de novos negócios da Ascenty. "Já contamos com muitas conexões de inúmeros clientes operando em nosso sistema e esperamos crescer esse número por meio de novas parcerias", completa o executivo.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de data center da América Latina, com 17 data centers atualmente em operação e construção, interconectados por 4.500 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e se concentra na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo a algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo. Para apoiar seu projeto de expansão, a Ascenty conta, hoje, com investimento estratégico da Brookfield, uma das maiores gestoras de ativos do Brasil nos segmentos de infraestrutura e private equity. E, com a Digital Realty, agrega expertise à sua performance ao integrar uma rede global de mais de 210 data centers localizados em toda a América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália.

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Prescrição médica digital: o que está disponível hoje?

Ricardo Moraes_CEO e Co Founder

A legibilidade da prescrição médica é um fator essencial para facilitar a comunicação na relação médico-paciente. Problemas na mesma levam desde não-adesão ao tratamento a potenciais erros fatais. Dentro de grandes hospitais este processo já se encontra digitalizado mas foi pensando no ambiente ambulatorial que os irmãos Ricardo e Rafael Moraes criaram a Memed, uma plataforma de prescrição digital 100% voltada para médicos.

O software não é um prontuário eletrônico, mas pode ser integrado a um. Trata-se de uma prescrição web-mobile ou integrada via um API. “Se o médico não usa prontuário nenhum, ele pode usar a Memed no site ou baixar o aplicativo”, explica Ricardo.

Com um layout simples, imitando uma folha de papel em branco, o médico preenche as informações do paciente, escolhe os medicamentos e posologias dentro de um banco de dados com mais de 60 mil itens e consegue colocar suas informações no rodapé. Além disso, o banco de dados conta com cadastro de interações medicamentosas, exames laboratoriais, materiais e alerta de alergias.

Quando gerada a prescrição, solicita-se o número de telefone do paciente e o receituário é impresso em via única quando é simples, em 2 vias quando existe algum medicamento de controle especial ou em formato de alto custo quando necessitar um LME. Não sendo necessário o médico escolher estes padrões.

O paciente recebe via SMS uma mensagem informando que seu médico enviou uma receita digital que pode ser acessada através de um link. Ao clicar, a receita abre automaticamente no navegador do paciente, não sendo necessário ter nenhum aplicativo baixado.

Neste momento, um chatbot ajuda o paciente a engajar no tratamento mostrando onde os medicamentos prescritos estão disponíveis de acordo com sua localização. Aqui ele já consegue comprar diretamente, através de uma plataforma de pagamento, os produtos oferecidos nos locais com convênio com a Memed.

Semelhante acontece com prescrição de exames, sendo possível realizar um agendamento nos locais selecionados. “A ideia para o futuro é que seja possível também prescrever aplicativos com um link para seu download”, comenta Ricardo. Isso otimizaria o monitoramento do paciente pelo médico.

A base de dados de medicamentos da empresa é realmente impressionante. Em cima de bases tradicionais de informação, como Anvisa, Micromedex e UpTodate, existe um trabalho diário e inesgotável de atualização de todas informações de mercado, desde disponibilidade do produto a atualização de apresentação farmacêutica.

Ricardo conta que tiveram experiência com a rede pública durante um programa estadual do governo de São Paulo, chamado Pitch Gov. Foram selecionados para resolver alguns problemas e digitalizar processos na área de saúde, integrando a solução ao prontuário eletrônico no Hospital Pérola Byington e no IAMSPE. “Recentemente, fechamos um contrato com o HC e vamos começar a integrar com o ambulatório de lá”, informa Ricardo.

O principal movimento daqui pra frente, durante uma nova rodada de investimentos que receberão, será melhorar ainda mais a experiência do paciente. “Até agora o foco foi muito na ponta do médico”, diz Rafael.

Foi preciso provar que o modelo oferecido à classe traria vantagens e ganhar sua confiança. “Estamos falando de um modelo padrão de como sempre foi. É duro quebrar o hábito do papel e caneta”, completa Rafael. De agora em diante o desafio será mudar a mentalidade dos outros clientes também:  pacientes e farmácias, com toda a pulverização que existe neste mercado.

Janssen Brasil tem novo presidente

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Roy Benchimol é o novo presidente da Janssen Brasil - empresa farmacêutica da Johnson & Johnson -, posição antes ocupada por Bruno Costa Gabriel, que assume a liderança comercial global da linha Cardiovascular e Metabolismo da Janssen, nos Estados Unidos. O executivo chega com o desafio de maximizar o acesso dos pacientes às terapias inovadoras e dar continuidade ao crescimento da operação brasileira, que posicionou a companhia como uma das líderes do mercado.

Roy é argentino e traz na bagagem uma experiência acumulada como Presidente da Janssen América Latina Sul, que engloba Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, onde atuou nos últimos três anos. Durante esse período, a região obteve forte crescimento, graças ao lançamento de novos medicamentos e à ampliação de acesso a produtos chave da empresa.

Na Janssen desde 2007, o executivo integrou a equipe de Marketing Estratégico da América Latina e ocupou a posição de Diretor Comercial da América Latina Norte. Recentemente, também atuou como membro do Comitê Executivo da Câmara de Especialidades Médicas e do board da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, ambas na Argentina.

Roy é formado em Farmácia pela Universidade de Buenos Aires (UBA) e possui MBA pela Universidade de Salvador – Deusto, além de especialização em Marketing pela Pontificia Universidad Católica (UCA).

Sobre a Janssen

Na Janssen, estamos criando um futuro no qual as doenças são parte do passado. Somos a empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, trabalhando incansavelmente para fazer com que esse futuro seja uma realidade para pacientes de todos os lugares, combatendo as doenças com ciência, melhorando o acesso com engenhosidade e curando a falta de esperança com paixão. Focamos nas áreas da medicina em que podemos fazer a maior diferença: Cardiovascular e Metabolismo, Imunologia, Doenças Infecciosas e Vacinas, Neurociência, Oncologia e Hipertensão Pulmonar.

Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. é uma das Empresas Farmacêuticas da Johnson & Johnson.

Setor de Dispositivos Médicos desacelera no primeiro trimestre

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Crescimento foi de 0,5%, com alta de 9,9% na produção doméstica e recuo de 5,7% nas importações

O Boletim Econômico da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS – revela que o setor de Dispositivos Médicos cresceu 0,5% no primeiro trimestre de 2019, comparado a igual período do ano passado. O número positivo é resultado, principalmente, da produção doméstica, que teve alta de 9,9%. Já as importações recuaram 5,7%, com um total de US$ 1,3 bilhão em negócios. No acumulado de 12 meses, o setor apresenta alta de 14,2% nas importações e 7,9% nas exportações.

“Apesar da desaceleração no crescimento, os resultados são satisfatórios, diante da realidade econômica do país e queda acumulada de 0,7% na produção industrial brasileira, nos três primeiros meses do ano, comparado com o quarto trimestre de 2018”, afirma o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira Gomes. “A alta no número de novos hospitais e serviços de diagnóstico explica o crescimento. Entre janeiro e março deste ano, foram abertos 280 novos estabelecimentos dedicados à atividade de complementação de serviços de diagnóstico e terapia e 44 hospitais”, analisa.

Em 2019, foram abertas 1850 vagas nas atividades industriais e comerciais do setor de Dispositivos Médicos, totalizando o contingente de 140.790 trabalhadores no setor, número que não inclui os empregados em serviços de complementação diagnóstica e terapêutica. Entre os segmentos, destaca-se a criação de 917 postos de trabalho na ‘Indústria de instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e de artigos ópticos’.

“Estamos apostando em um segundo semestre melhor, com investimentos no setor. Há indícios de crescimento em fusões e aquisições em diversas áreas, inclusive na Saúde. Em 2018, foram 43 fusões e aquisições no segmento, 10 a mais que em 2017. Esta é uma tendência”, avalia José Márcio Cerqueira Gomes.

O Boletim ABIIS é desenvolvido pela Websetorial Consultoria Econômica.

Sobre a ABIIS

A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS nasceu em 2011, da união das entidades Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – ABIMED, Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI e Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial – CBDL; interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em Saúde no Brasil. Com o apoio da Advanced Medical Technology Association – AdvaMed, a ABIIS é formuladora de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade. A ABIIS trabalha com foco em cinco pilares: Incorporação Racional de Tecnologias, Ambiente de Negócios Ético, Redução dos Custos da Saúde no Brasil, Aprimoramento Institucional dos Reguladores e Regulação Inteligente.

Mamografia digital é implantada em hospital público de São Caetano do Sul

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Tecnologia introduzida pela FIDI também reduz a incidência da radiação em até 50%

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde, acaba de implantar a mamografia digital no Hospital Maria Braido, em São Caetano do Sul. O equipamento reduz, em média, 50% da incidência da radiação, comparado com o método convencional. Além disso, elimina o tempo de espera dos pacientes após o exame no hospital.

Comparando com o exame convencional que utilizava insumos químicos, a tecnologia trará diversos benefícios para as pacientes como a redução de até 50% da incidência da radiação em média, maior definição das imagens, redução do tempo de exame em 50% na sala e eliminação do tempo de espera dos pacientes após o exame no hospital.“São vários os benefícios com esta nova tecnologia. Para viabilizar estamos fazendo as adaptações técnicas necessárias para a garantia de sucesso do novo sistema, tais como infraestrutura de salas e preparação dos equipamentos. Com a tecnologia, o técnico de radiologia verifica a qualidade da imagem em tempo real, durante o exame. Portanto, não é preciso refazê-la e a imagem é disponibilizada imediatamente para o médico e o paciente de forma online.”, explica Hélio Ajzen, Superintendente de Infraestrutura da FIDI.

“Antes, a paciente realizava o exame e tinha de aguardar o resultado. Em caso de pouca nitidez, tinha que refazer a mamografia. A tecnologia digital, graças à maior resolução das imagens, acaba com essa necessidade. Os resultados saem na hora e com muito mais precisão”, destaca a secretária municipal de Saúde, Regina Maura Zetone.

Sobre a FIDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização.

Com 2.500 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI realiza anualmente 5 milhões de exames entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios X e densitometria óssea. Desde 2006, a FIDI deixou de ser Instituto e passou a ser denominada Fundação. Em 2009 ganhou status de Organização Social, expandido sua atuação e hoje está presente em 85 unidades de saúde nos estados de São Paulo e Goiás, além de ter participado da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia.