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Nova Lei de Proteção de Dados pode impactar o setor de saúde

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A advogada Paula Tudisco, do escritório Küster Machado Advogados, explica porque o setor de saúde deve ter maior atenção com a proteção de dados de pacientes e médicos

A Lei Geral de Proteção de Dados tem gerado muitas dúvidas e questionamentos em todos os setores, mas, especialmente na saúde, em que os dados são considerados sensíveis e é por isso que a advogada Paula Tudisco, do escritório Küster Machado Advogados, explica porque o setor da saúde deve ter atenção com a proteção de dados de pacientes e médicos.

Ela explica que hospitais, clínicas médicas, clínicas odontológicas, clínicas de exames laboratoriais e de imagem estão envoltas com cadastros, envio de amostras para laboratórios, checagem de dados do plano de saúde, placas de identificação nos quartos, troca de fichas de pacientes, laudos de exames, debate de diagnósticos etc, ou seja, uma infinidade de dados. “Nesses ambientes é comum encontrar computadores desbloqueados, sem a necessidade de login e senha de acesso, sistemas desatualizados, sem antivírus, redes wi-fi abertas, servidores de e-mail desprotegidos e até mesmo equipes que compartilham informações de pacientes e médicos livremente, sem qualquer tipo de criptografia. Também não é incomum profissionais que já foram desligados da instituição continuarem como usuários ativos dos sistemas, com acesso aos prontuários médicos”, comenta.

Nos dias de hoje, há notícias de diversos incidentes envolvendo hospitais e clínicas médicas, tais como sequestro de dados, manipulação de resultado de exames, vazamento de prontuários, compartilhamento indevido de dados de saúde para fins comerciais, para dificultar a contratação de plano de saúde em razão de doenças pré-existentes ou alavancar os preços dos planos. “Um dos casos de ampla divulgação na mídia ocorreu em Singapura, no qual o maior grupo de saúde, o SingHealth, sofreu ataques em busca de dados pessoais do primeiro-ministro Lee Hsien Loong e junto, informações pessoais sensíveis de aproximadamente 1,5 milhão de pacientes foram furtadas”, conta a especialista.

Quais medidas tomar para se adequar?

A advogada diz que não há motivos para pânico, pois o dever de sigilo quanto aos dados pessoais não é algo novo na área da saúde, uma vez que o Conselho Federal de Medicina possui regras rígidas sobre manuseio e armazenamento de prontuário de paciente. “A Lei Geral de Proteção de Dados vem ao encontro do dever de sigilo já presente na área da saúde, de forma a preservar os dados pessoais dos pacientes armazenados nos bancos de dados das diversas instituições do sistema de saúde”, diz.

Para Paula Tudisco, neste contexto, as instituições de saúde deverão se adequar a fim de se prevenirem em relação às sanções por vazamentos de dados de pacientes, ataques hackers e falha humana decorrente da atuação de seus funcionários que tiverem acesso aos dados de pacientes.

A advogada cita alguns pontos importantes a serem observados pelo setor de saúde, como:

1.    Fazer uma identificação de todos os dados coletados e armazenados pela instituição;

2.    Levantamento de pacientes (novos e antigos), colaboradores, prestadores de serviços, parceiros, sócios. É necessário que essas informações sejam categorizadas e monitoradas;

3.    Revisar as regras de privacidade para que fique muito bem definido quem poderá acessar, controlar, processar e transferir os dados;

4.    Revisar os termos de consentimento assinados pelo paciente e informa-lo para que, quando e por quem os seus dados foram utilizados, bem como a possibilidade de solicitar a exclusão desses dados;

5.    Investir em proteção física e virtual – as informações necessitam ser armazenadas em ambientes comprovadamente seguros e controlados;

6.    Implantar soluções de proteção e segurança, com redes criptografadas e softwares de monitoramento;

7.    Atenção com a hospedagem desses dados em servidores estrangeiros, em países que não possuam qualquer regulamentação sobre a segurança da informação;

8.    Para uso de inteligência artificial terá que explicar ao paciente o que exatamente será feito com seus dados e como será o auxílio da IA no tratamento.

Hospital usa ferramenta de BI para melhorar acompanhamento de pacientes

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weKnow BI padroniza processos de atendimento de Pequeno Príncipe, maior centro de atendimento pediátrico do Brasil

O Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), carrega uma enorme responsabilidade nas costas. Maior centro de atendimento pediátrico do país, a instituição é referência na área e recebe crianças e adolescentes de todo o Brasil. Para garantir que isso seja feito da melhor forma possível, o HPP utiliza o weKnow BI, plataforma de business intelligence voltada para o setor de saúde.

A ferramenta concentra todas as informações geradas pela operação do hospital e ajuda a transformar um cenário completo de dados em dashboards e relatórios de fácil visualização e compreensão. “Essas planilhas com informações ‘prontas’ são enviadas automaticamente a vários departamentos, tanto clínicas, como enfermagem e corpo médico, quanto financeiras, como custos e faturamentos”, diz José Álvaro da Silva Carneiro, diretor do Complexo Pequeno Príncipe.

O weKnow BI traz uma série de indicadores previamente construídos. Além disso, os usuários conseguem configurar e estabelecer novos cruzamentos de dados conforme as particularidades e demandas do local. No caso do hospital paranaense, uma das criações foi um dashboard batizado de “Linha de cuidado”. É um fluxo de atendimento padronizado, que inclui a jornada do paciente conforme a patologia. De acordo com Carneiro, há resultados significativos no que tange o tratamento com casos delicados que demandam atenção especial, como evolução de sepse e deterioração clínica.

Ao acessar esse tipo de informação de maneira ágil e precisa, a equipe tem maior capacidade de tomar ações de correção e prevenção de forma mais efetiva, o que se traduz numa melhora da qualidade de relacionamento com o público. “Essa visualização da realidade do hospital também nos possibilita identificar pontos fortes e gaps e permite construir um planejamento eficiente”, explica o diretor do Pequeno Príncipe.

Diferente do mercado, onde a utilização de softwares de business intelligence ainda começa a se popularizar, o Hospital Pequeno Príncipe investe em ferramentas de BI há alguns anos. A mudança para o weKnow BI ocorreu em julho de 2017, por conta da melhor capacidade de integração com o ERP utilizado na instituição. Outro atrativo foi a facilidade de uso mesmo por gestores sem expertise em TI.

“Antes, demorávamos horas para conseguir informações importantes que o weKnow BI traz em alguns cliques. E os resultados são visualizados em gráficos atraentes e de fácil entendimento”, afirma Carneiro. É um ganho de gestão no hospital – e uma segurança extra para pais, mães e familiares, que têm como consequência um melhor cuidado com as crianças.

Sobre o weKnow BI

Empresa de business intelligence voltada para o mercado de saúde. Integrada a sistemas de ERP, a plataforma weKnow BI facilita a auditoria, cruzamento de dados e análise de todas as informações geradas pelo hospital, clínica, laboratórios, operadoras e consórcios de saúde ou negócios de diferentes áreas. Um de seus grandes diferenciais é já possuir milhares de indicadores previamente construídos para os principais ERPs da área da saúde no Brasil, como Philips Tasy, MV Sistemas, Pixeon, Senior, entre outros.

Lean Healthcare, transformação digital ágil na prática

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O conceito de Lean é proveniente da indústria de automóveis do Japão, mais especificamente da gigante Toyota, por isso o termo popular em algumas empresas "Toyotar o sistema de saúde brasileiro". Após passar por um período de gastos nos anos de 1950, as fábricas do setor se deram conta de que era preciso encontrar uma forma de reduzir despesas, considerando-se os altos custos provenientes da Segunda Guerra Mundial.

Com o objetivo da industria japonesa equiparar-se com as indústrias dos Estados Unidos, os japoneses optaram por investir nos seus processos de produção para alcançar a excelência. Diante do cenário e após muita pesquisa, foi criado na Toyota o que se denominou de filosofia Lean, que pode ser explicada como um sistema de gestão que elimina desperdícios em busca do aumento da produtividade e eficiência.

A filosofia Lean foi alicerçada e subsidiada por alguns princípios importantes:

  • O conceito de valor é definido a partir da ótica do cliente. No sistema de saúde, isso é observado no contato direto com o paciente, como no atendimento e em consultas e exames;
  • Fluxo de valor para cada processo, eliminando os desperdícios. Nesse caso, os desperdícios são definidos como tudo aquilo que não agrega valor, como atrasos, filas de espera, liberação de exames, etc;
  • Fluxo contínuo, em um cenário ideal, os pacientes só devem parar sua movimentação dentro do sistema para atividades que agreguem valor, diretamente relacionadas ao seu atendimento;
  • Melhoria contínua, o gerenciamento do sistema deve ter sempre como objetivo final a busca por aperfeiçoamento.

Por adotar essa filosofia, as organizações japonesas se tornaram líderes nos seus setores de atuação, estando passos à frente da concorrência na maximização da produtividade. Com seu sucesso, a cultura Lean foi introduzida em uma série de empresas de diversas áreas, inclusive na área de saúde.

Dessa forma, no início dos anos 2000, mais precisamente em 2002, surgiu o Lean Healthcare. Essa adaptação da filosofia Lean teve como meta a aplicação das ferramentas e conceitos em setores de saúde, como hospitais, clínicas, laboratórios e centros cirúrgicos. Inclusive nas áreas mais burocráticas de administração e processos, além das áreas diretamente ligadas ao atendimento de saúde, o Lean Healthcare também é aplicável a terceiros, como estoque, laboratórios e a rotina dos próprios funcionários desses estabelecimentos.

O aculturamento do mindset Lean Healthcare nas empresas do ecossistema de saúde leva como principal conceito o entendimento dos serviços de saúde como um produto, assim como é possível observar em outras indústrias e empresas. Dessa forma, é mais fácil entender o processo da oferta dos serviços de saúde pela ótica de um fluxo produtivo, objetivando a redução dos desperdícios e dos custos de operação.

Uma forma de enxergar esse fluxo de maneira mais clara é pensar em uma empresa de saúde de maneira análoga a uma fábrica automotiva. Assim como cada uma das peças, os pacientes passam por uma série de etapas, que podem ser a entrada dos planos de saúde, a triagem, a consulta com o médico, a internação e tratamento e, por fim, a alta.

Analisando essas etapas, é possível elencar uma série de desperdícios, assim como ocorre em qualquer indústria. Problemas de logística, processamento de peças defeituosas, atrasos na entrega, todos esses são problemas relativos a indústrias automobilísticas, por exemplo. Já em um hospital, esses problemas podem se manifestar de maneira análoga, levando em consideração algumas especificidades:

  • Superprodução: monitoramento de pacientes categorizados com pouca urgência ou erros de catalogação de medicamentos;
  • Estoque: excesso nos estoques de medicamentos com risco de vencimento e alocação de equipes sem necessidade de demanda;
  • Defeitos: erros em exames ou aplicação de medicamentos ou falhas no encaminhamento de pacientes;
  • Processamento inapropriado: exames desnecessários, testes falhos ou erros no processamento de doses de medicamentos;
  • Transporte e movimentação excessivos: erros no planejamento da estrutura do hospital, resultando em um grande percurso pelos pacientes e funcionários entre os departamentos;
  • Esperas: demora no atendimento, filas nos consultórios e atrasos em entregas de exames e resultados.

A partir da aplicação dos conceitos Lean na área de saúde, o Lean Healthcare busca a otimização do atendimento a pacientes, identificando e eliminando os desperdícios e aumentando a produtividade de cada setor.

A aplicação dos conceitos de Lean Healthcare na área de saúde deve sempre ter como meta a redução de desperdícios. Como explicitado no item anterior, esses desperdícios estão intimamente ligados a problemas de estrutura, planejamento, execução e burocracia dos diversos setores dos hospitais e outras instituições de saúde.

Definir metas é uma necessidade crucial para qualquer empresa ou organização. Essa definição é feita a partir da análise do ambiente de trabalho e seus processos. Agilizar o atendimento em uma clínica, por exemplo, é uma melhoria que precisa ser medida e comparada com certos objetivos. Assim, se faz necessária a determinação de objetivos de curto, médio e longo prazo, para que seja possível comparar e calcular a evolução.

Eliminar desperdícios significa também eliminar perdas desnecessárias de tempo dos funcionários e gestores. Nesse sentido, os sistemas de automação de tarefas vêm ganhando cada vez mais espaço em instituições de saúde como hospitais e laboratórios. Seu uso libera muitos profissionais, que podem então dedicar-se a atividades de maior necessidade.

Esses sistemas podem alcançar uma série de atividades, como prontuário eletrônico, armazenamento de exames de imagem em serviços de nuvem, monitoramento de pacientes em sistemas digitais, entre outros.

Assim como em qualquer organização, o controle dos processos é um ponto crucial na eliminação de desperdícios e aumento da produtividade. Para os estabelecimentos de saúde, a utilização de sistemas de informação integrada garante que tanto médicos quanto outros membros da equipe realizem seu trabalho de maneira fluida e contínua.

Controlar e ter ciência do andamento de cada paciente dentro do sistema ajuda a reduzir erros e a diminuir o tempo de atendimento, exames e alta. Ao conhecer o fluxo da jornada do paciente dentro da instituição, é possível identificar com maior facilidade as áreas de gargalo que precisam de correção.

Dessa maneira, com a notificação dos erros de maneira automatizada, é possível identificar com maior facilidade as áreas que precisam de maior atenção, além de possibilitar a correção e reparo das adversidades de maneira imediata. Isso sem contar que, em uma equipe segura, que possa notificar adversidades, há um ambiente propício para o crescimento e aprendizagem profissional para todas as partes.

Sobre o autor

Fernando Paiva é VP of Costumer Success & Digital Sales Transformation da Carenet.

Saiba por que sua clínica precisa de um site responsivo

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internet - shutterstock

Sabemos que acesso à rede não está restrito apenas ao desktop, e neste momento você pode estar lendo este artigo através de um smarthphone, tablet ou computador.

Se observarmos, a todo instante veremos pessoas acessando a internet de forma tão simples, através de seu celular.

E como este simples hábito pode prejudicar o seu trabalho? Basta apenas pensar que nem todos os sites são vistos da mesma maneira em qualquer dispositivo.

Portanto, se você gestor utiliza um site para divulgar sua clínica, talvez seja o momento de ter um site responsivo.

É preciso garantir que os seus serviços estejam ao alcance de todos os pacientes, pois ninguém deseja que a pessoa procure a concorrência por não conseguir navegar com facilidade em sua página.

O que é um site responsivo?

Os sites responsivos têm uma nova tecnologia que os torna adaptáveis a qualquer tipo de tela.

Trata-se daquele site que se ajusta a diversos tipos de resolução, ou seja, pode ser acessado de qualquer dispositivo, seja ele um destktop tradicional ou o mais moderno smartphone.

Estes sites ajustam as fontes, as imagens e todos os elementos, permitindo que o usuário navegue tranquilamente pelos conteúdos sem se preocupar com o tamanho das letras ou o desempenho do site.

Se você acessa um site e ele trava quando é acessado por um celular ou ainda somem algumas informações, este é um site comum.

O site responsivo é o oposto disso. Nele, o layout é ajustado de forma inteligente, permitindo a mesma visualização em diferentes dispositivos.

E se pretende criar um e não possui conhecimentos em programação, pode procurar por plataformas e especialistas em desenvolvimento de sites responsivos, estes podem fazer todo o processo por valores bem significativos em relação às vantagens que esta tecnologia proporciona.

As vantagens de optar por um site responsivo

O acesso à rede via smarthphone aumenta cada dia mais

Sabemos que os dispositivos móveis estão mais modernos e inteligentes, e a tecnologia tende a evoluir ainda mais.

E no Brasil, cada dia mais as pessoas preferem usar o celular para fazer suas tarefas online.

Pessoas pesquisam até mesmo sintomas de doenças online, possíveis tratamentos e quais profissionais devem procurar.

O acesso à rede via smarthphone é mais simples em sites responsivos, por isso, é a tendência atualmente.

Melhor ranqueamento no Google

Obter uma boa posição no ranking de buscas do Google é o que a maioria dos sites precisa para ter sucesso.

A fim de atender melhor a todos os usuários, o Google destaca certos pontos importantes para que a página fique no topo das buscas, dentre eles está o site responsivo.

Algumas técnicas de SEO permitem melhor ranqueamento, mas ter um conteúdo de qualidade acessível a qualquer dispositivo pode ser o passo que faltava para ficar no topo das buscas.

Melhor desempenho do site

Como as resoluções são adaptadas aos dispositivos, a página carregará mais rapidamente.

O carregamento mais rápido gera mais tráfego, por ser mais agradável ao usuário e ainda é mais um fator que influencia para um bom ranqueamento no Google.

Mais acessos e menos rejeição

Os sites responsivos, ao serem encontrados com mais facilidade pelo usuário e carregarem mais rapidamente os conteúdos, permitem que o cliente acesse e decida ficar navegando no site.

Sendo assim, o número de pessoas que acessam e saem imediatamente sem aproveitamento algum, diminuirá.

Os índices de rejeição de uma página podem ser interpretados pelo Google de forma negativa: significa que algo no site não agradou o usuário e isso o torna irrelevante nas posições de busca.

É mais fácil compartilhar em mídias sociais

As mídias sociais são um dos maiores veículos de divulgação da atualidade. Mais um ponto positivo para o site responsivo: pode ser compartilhado com mais facilidade em redes sociais.

Como o número de pessoas que acessam as redes sociais através de smarthphone ou tablet cresce bastante, certamente os sites responsivos serão bem mais compartilhados nas redes do que os sites comuns.

Startup Clínica Virtual traz inovação gratuita à saúde de Campinas

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Com status de unicórnio, companhia investe mais de R$ 3 milhões na cidade e é pioneira de projeto que vai agilizar contato entre médicos e pacientes

“Quem nunca teve um problema para marcar consulta? Quem nunca passou por uma dificuldade para agendar com um médico ligando diversas vezes e não tendo sucesso? Então queremos resolver este problema com apenas uma chamada telefônica. Estamos trazendo para Campinas um serviço gratuito que vai melhorar a qualidade de vida da população e movimentar a economia médica da cidade.

Nossa proposta é começar atendendo o ramo privado, com planos de expansão para o público, sempre focando em facilitar o agendamento de consulta com médicos especialistas, e ajudando as recepcionistas nesse gargalo de excesso de informações e trabalhos”. Focado em resolver este problema, que o empresário Leonardo Amaral, fundador e idealizador da já consagrada Secretária Virtual, lança agora sua segunda startup que começa a operar em Campinas em novembro: a Clínica Virtual.

A Clínica Virtual chega com o intuito de facilitar a vida da população que precisa agendar consultas médicas com agilidade por meio de um serviço gratuito, que conecta pacientes e consultórios. Com a Clínica Virtual, consultórios e hospitais de Campinas poderão organizar melhor suas agendas, otimizando espaços vagos, aumentando a rentabilidade e grau de satisfação dos médicos e das clínicas credenciadas da cidade. Segundo pesquisas da própria startup, 17% dos pacientes que tentam por até três vezes marcar consultas, desistem devido a falta de agenda ou demora no atendimento. E com isso, acabam se automedicando, podendo gerar um problema maior no futuro para o próprio paciente, e para a saúde pública como um todo.

“Hoje existe um problema muito grande que é conciliar a necessidade do paciente com as vagas disponíveis nas agendas dos consultórios. Essa necessidade se dá pela falta de distribuição nivelada de pacientes para todas as clínicas locais, lotando algumas e deixando outras que poderiam suprir essas demandas, ociosas, mas infelizmente não são procuradas. Com a Clínica Virtual vamos equilibrar esses fatores, melhorando o tempo de resposta para a população, que vai conseguir consultas em apenas uma única chamada telefônica de aproximadamente 3 minutos, e aumentar a rentabilidade das clínicas e organizar e tornar mais produtivas suas agendas”, relata Amaral.

O funcionamento da Clínica Virtual dispõe de alta tecnologia e um time qualificado para atendimento telefônico, que vão aproximar os pacientes com conforto e agilidade. O aplicativo que foi desenvolvido auxilia e mantém o paciente informado sobre seus prontuários e exames. A meta da startup é atingir até 200 mil atendimentos por mês em um ano. Toda a facilidade do aplicativo para conectar médicos e pacientes é feita, nos bastidores, por uma equipe especializada para atender o público.

“O brasileiro não tem como premissa de agendar consultas por aplicativo, mas sim por telefone. Com isso, o conceito Clínica Virtual tem feito a diferença e sucesso no segmento. Pretendemos abranger toda a classe médica com as 48 especialidades disponíveis no mercado. Também temos como objetivo realizar o agendamento de exames laboratoriais e exames de imagem. E em um curto espaço de tempo, pretendemos entrar nas agendas para marcar pequenos procedimentos e cirurgias”. Para o usuário, a plataforma disponibiliza um aplicativo que vai concentrar todo o seu prontuário, consultas e exames que já passou, e terá uma série de benefícios caso seu uso seja constante, como desconto em medicamentos e exames.

O serviço da Clínica Virtual é pioneiro no Brasil e exclusivo em Campinas. Segundo Leonardo, a Região Metropolitana de Campinas tem um potencial estratégico e uma alta demanda para melhorar o atendimento da saúde. “O município campineiro é um polo tecnológico e responsável pelo nascimento de muitas startups. Mão de obra especializada, universidades de renome e um grande número de empresas de sucesso foram fatores por decidirmos pela cidade.

Campinas é um mercado em constante evolução e será fundamental para o sucesso do negócio”. Com um investimento superior a R$3 milhões e ainda captando investidores, a Clínica Virtual promete mudar o conceito de agendamento  médico no Brasil iniciando em Campinas um serviço que pode potencializar a boa fama de “incubadora de startups” para todo o Brasil. Com mais de 10 anos de experiência em atendimentos e agendamentos de consultas na área de saúde, o fundador da empresa relata que levantou diversas informações por meios de pesquisas e identificou diversos problemas que precisam de solução, surgindo assim o conceito da Clínica Virtual.

“Sempre imaginamos como responder perguntas do tipo: ‘e se eu soubesse a disponibilidade de todos os médicos da cidade? E se eu soubesse sua localização e qual plano de saúde ele atende?’. E estamos trazendo as respostas para Campinas. No primeiro ano de atividade, vamos ser responsáveis por um agendamento de consulta a cada seis realizados na cidade. Em breve, com o sucesso da Clínica Virtual em Campinas, vamos expandir para mais de 350 cidades do Brasil”, finaliza Amaral.

Sobre a Clínica Virtual

A Clínica Virtual é uma startup brasileira do segmento de atendimento telefônico e agendamento de consultas na área de saúde suplementar desenvolvida para aproximar pacientes e médicos. A empresa foi fundada em 2018 na cidade de Campinas e sua missão é encontrar com agilidade médicos e especialistas para pacientes que precisam de agendamentos rápidos de consulta e mais perto da sua residência, tudo via chamada telefônica. Seu trabalho também é voltado à gestão de atendimento das clínicas, ajudando na organização de agendas e potencializando economicamente os resultados dos consultórios.

Inteligência Artificial ajuda a salvar dez pacientes por dia

Quando perdeu a filha com 18 dias de vida, vítima de sepse, o arquiteto de sistemas Jac Fressatto resolveu desenvolver um robô que faz uso de inteligência artificial e tecnologia cognitiva para gerenciar dados da rotina de hospitais e emitir alertas para que outros pais não passem pela mesma dor.

A Laura, como foi batizada a tecnologia, teve cerca de 1,2 milhão de pacientes conectados desde sua criação em 2016 e registrou a redução de 25% na taxa de mortalidade hospitalar. Além de salvar vidas, a tecnologia é um instrumento para otimização de tempo e recursos em saúde com eficiência e segurança.

A tecnologia inovadora está implantada atualmente em 13 hospitais do Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Ela consegue detectar mais pacientes em risco com menos falsos positivos do que os protocolos que são usados nos hospitais. Dependendo da instituição, a Laura consegue detectar 8 a cada 10 pacientes em risco.

Para se chegar ao número foram necessárias três etapas. Primeiro, foram selecionados os pacientes monitorados pela Laura em cinco hospitais, de outubro de 2016 (quando começou a funcionar) a dezembro de 2018. A partir desse levantamento, foram identificados os pacientes que receberam, pelo menos, um alerta gerado pelo Robô Laura que tenha resultado em abertura de protocolo de sepse ou a prescrição de antibiótico. Desses pacientes, os que receberam alta foram considerados salvos com a ajuda da Laura.

Movido pela dor da perda da filha, Jacson Fressatto criou o primeiro robô cognitivo gerenciador de riscos, com o objetivo de mudar o cenário atual em que 56% das pessoas que estão internadas em um hospital são vítimas da SEPSE, uma infecção geral grave do organismo que age de forma silenciosa e letal.

O software lê as informações dos pacientes e emite alertas que são enviados a cada 3,8 segundos à equipe médica com o objetivo de sinalizar o quadro de pacientes com riscos de infecção generalizada, além de alertar com antecedência outros casos de deterioração clínica.

O diretor de tecnologia da Laura, Cristian Rocha, afirma que vê a Laura como uma ferramenta de suporte à decisão. “Hoje, trabalhamos principalmente com a detecção de pacientes em risco, olhando para a deterioração clínica. Até o final do ano vamos lançar alguns produtos que vão apontar a previsão do tempo de internação do paciente, já no início do atendimento, e a previsão de readmissão nos próximos 30 dias. Essas funcionalidades são extremamente relevantes no cuidado aos pacientes e vão melhorar ainda mais a qualidade dos atendimentos”, finalizou.

Negócios em saúde: o que vem por aí na Hospitalar, o mais importante encontro do setor na América Latina

A Hospitalar, o mais importante evento de saúde e principal plataforma de negócios e networking do setor na América Latina, encerrou com sucesso sua 26ª edição entre os dias 21 e 24 de maio, em São Paulo. Neste ano, 80% dos visitantes e expositores destacaram a Hospitalar como porta de entrada para o mercado latino-americano, além de reconhecerem a feira como líder do setor na América Latina.

Cerca de 90 mil profissionais da saúde, de mais de 70 países, puderam conferir os 35 eventos divididos entre palestras, fóruns, congressos e workshops que compartilharam as novidades expostas por mais de 1.200 marcas expositoras vindas de mais de 39 países.

O sucesso da feira é confirmado pelos expositores. Mauricio Cavalli, superintendente da Vallitech Indústria e Comércio, comemora os bons frutos que colheu este ano e nos 20 anos de participação. “A Hospitalar sempre tem mostrado bons resultados. Nós temos o país passando por muitas dificuldades, mas a Hospitalar sempre se supera”, afirma.

2020: Casa nova e muitas novidades

A 27ª edição da Hospitalar, que ocorrerá de 19 a 22 de maio de 2020, pretende levar muito conteúdo, networking, inovações e novas atrações, com foco nos setores de desenvolvimento do evento Facilities, Tecnologia, Atenção Domiciliar e Cuidados de Transição e Reabilitação. Além disso, ações focadas na América Latina e nos compradores nacionais terão reformulação e serão ampliadas.

“A cada ano a Hospitalar atrai mais expositores e aumenta a qualidade do seu público, principalmente com profissionais que participam dos congressos científicos, além de compradores que aquecem a economia no setor da saúde. Para a próxima edição, a Hospitalar estará repleta de novidades, como o próprio rebrand global com o alinhamento no portfólio Informa Markets. Todos os eventos da Informa no portfólio de saúde seguirão o mesmo posicionamento: ‘Juntos por um mundo mais saudável’”, destacou o diretor de estratégia da Healthcare Business Unit, da Informa Markets, Rodrigo Moreira

Para 2020 a Hospitalar já adianta uma novidade: a sua 27ª edição será no São Paulo Expo, o maior e mais moderno centro de convenções da América Latina, casa do Salão do Automóvel e de grandes eventos do país. Com a nova localização, a Hospitalar facilita a estadia de quem vem de fora de São Paulo, pois a região conta com mais de mais de 7.600 quartos para hospedagem, contra 3.000 na região Norte da capital paulista, onde a feira acontecia até então. Entre os hotéis nos arredores estão unidades das redes Melià, Bourbon, Pullman, Gran Mercure e Ibis.

A Hospitalar faz parte de uma jornada anual de eventos promovidos pela Informa Markets na área de saúde, no Brasil e no exterior. O próximo evento da Healthcare Business Unit é o HIS – Healthcare Innovation Show, que acontece nos dias 18 e 19 de setembro de 2019, no São Paulo Expo. Confira a programação e se inscreva no site his.saudebusiness.com.

Fix it desenvolve soluções que estão revolucionando a imobilização ortopédica

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Startup produz talas a partir de plástico com fontes renováveis

Quem já quebrou punho, mão ou dedos sabe o quão desconfortável é ter que aguentar dias, semanas ou até mesmo meses com uma imobilização. De acordo com o Ministério da Saúde, as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), que atingem a classe trabalhadora em seus diversos ramos de atividade, representando o principal grupo de agravos à saúde, estão entre as mais frequentes no Brasil.

De olho nesse cenário, a Fix it está reinventando a forma como as pessoas tratam lesões ortopédicas que necessitam de imobilização. A startup desenvolve soluções que auxiliam no procedimento de fraturas e na recuperação de casos pós-cirúrgicos. Feitos de plástico termomoldável e biodegradável, os imobilizadores produzidos pela healthtech possuem um design inovador. Ao contrário do gesso, por exemplo, que coça, esquenta, pesa e fica com mau cheiro, as soluções da Fix it são arejadas, higienizáveis, resistentes e à prova d’água.

“Acreditamos que quando um trauma acontece, os procedimentos aplicados devem ser os mais práticos, eficientes e confortáveis possíveis. Com os modelos tradicionais de imobilizadores isso não acontece. Dessa forma, aliamos novas tecnologias com a expertise de vários profissionais para liderar um novo caminho no tratamento de lesões e imobilizações, com tecnologia, praticidade e conforto”, explica o fundador e CEO da Fix it, Felipe Neves.

As soluções da Fix it têm durabilidade de três anos e ainda podem ser remodeladas, em média, mais quatro vezes após a primeira aplicação, que é feita em, no máximo, cinco minutos. Ou seja, trata-se de uma ótima alternativa não só para os pacientes, mas também para os profissionais que atuam em clínicas e hospitais, já que torna a imobilização mais ágil e prática.

Além disso, os imobilizadores ainda acabam saindo mais baratos em alguns cenários, como por exemplo em radiografias, já que são radiotransparentes e não precisam ser retirados, diferente do gesso que precisa de uma segunda aplicação.

"A Fix it objetiva realmente desengessar as soluções atuais em todos os seus aspectos, seja da perspectiva do usuário, do profissional e também do meio ambiente. O nosso objetivo é produzir imobilizadores para todas as articulações do corpo e estar presente mundialmente, levando uma solução acessível a todas as classes”, afirma Herbert Costa, fundador e COO da startup.

Acelerada pela ACE e pela Braskem, hoje a Fix It possui cinco modelos em soluções ortopédicas e oferece cursos para profissionais da saúde aprender a aplicar os imobilizadores.

Sobre a Fix it

Fundada em novembro de 2015 no Rio Grande do Norte, durante o evento Startup Weekend, a Fix it é uma startup especializada em soluções ortopédicas feitas de plástico termomoldável e biodegradável. No início de 2017, participou do programa de aceleração da ACE e iniciou uma parceria com a Braskem Labs, possibilitando a vinda da empresa para São Paulo. Com atuação em todo o território brasileiro, a startup atua no segmento B2B2C.

Trasmontano adota solução de disaster recovery da Arcserve

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Arcserve UDP reduziu custos e o tempo de recuperação dos 10 Terabytes de informações da operadora de saúde

Presente há 87 anos no mercado brasileiro de saúde, o Grupo Trasmontano é hoje uma das mais tradicionais e importantes operadoras de saúde de São Paulo, oferecendo um serviço diferenciado aos seus cerca de 100 mil associados. Com um hospital próprio, o Grupo conta com mais de 3 mil colaboradores diretos e indiretos.

O Grupo em breve terá uma nova unidade na Praia Grande, ampliando a sua já abrangente estrutura de atendimento que inclui centros médicos exclusivos na capital, na região do ABC e no litoral paulista. Através da Faculdade de Ciências da Saúde (FASIG), a qualidade dos serviços prestados pelo Grupo Trasmontano também está presente nas áreas da educação e de formação profissional.

Para dar suporte a todo esse processo de crescimento, o Grupo Trasmontano conta com 10 filiais e uma equipe composta por mais de 400 funcionários e colaboradores, com faturamento mensal da ordem de R$ 40 milhões. A empresa define as áreas de TI, marketing e comercial como as principais para o sucesso de seu plano de crescimento, com a TI dando suporte tantos aos clientes internos como externos.

“A gestão de tecnologia contribui na tomada de decisão, permite a evolução em nichos e auxilia no controle da operação, ajudando, assim, a conectividade do negócio”, enfatiza o gerente de TI do Trasmontano, Octavio Cazonato Neto. Segundo ele, nos dias atuais é fundamental que a área de TI acompanhe o crescimento da empresa para atender às demandas internas e, principalmente, às externas, acompanhando o mercado. “A área de TI contribui para o negócio, dando suporte aos clientes, criando ferramentas e métricas para tomada de decisão e customizando ambientes."

O plano anterior de recuperação de desastre não apresentava um tempo satisfatório para o retorno da operação e essa realidade gerava uma constante preocupação para todos os diretamente envolvidos com o problema. Entre os problemas imediatos estavam o fornecimento de suporte adequado aos clientes internos e externos, o atendimento de forma eficiente às futuras demandas internas e externas, a geração de ferramentas para suporte e a criação de métricas para balizamento nas tomadas de decisões, a customização de ambientes para os clientes, a geração de uma maior segurança para os dados e a garantia da continuidade dos negócios.

“Com o crescimento do Grupo Trasmontano, as demandas da área de TI aumentaram. Nesse novo cenário, passou a ser vital assegurar uma maior proteção dos dados bem como uma rápida volta do sistema na ocorrência de um eventual desastre”, informa Alexandre Lopes, Coordenador  BU Infraestrutura da MD Systems, empresa responsável pela área de TI do Grupo.

Nesse cenário, o Grupo Trasmontano identificou a necessidade de adotar uma solução voltada para duplicação com foco em ambiente externo, tendo por principais objetivos uma maior segurança das informações sensíveis bem como assegurar a continuidade dos negócios em situações críticas. A escolha recaiu sobre o Arcserve UDP, que permitiu ao Trasmontano se beneficiar de um ambiente no qual o risco é muito menor, possibilitando ainda uma sensível redução de custos, expressivo ganho de tempo em toda a operação, além de um menor tempo para a restauração das informações e das aplicações/serviços.

Ao analisar o aspecto técnico da adoção da solução Arcserve UDP, Alexandre Lopes detalha que “ela é utilizada no Grupo na forma de Appliance em pontos geográficos distintos com mais de dois quilômetros, protegendo 38 servidores, fazendo backup de um volume de dez Terabytes e preservando aplicações críticas como o banco de dados (SQL Server), diversas aplicações e também o portal”.

“Falando de uma forma mais específica, entre os motivos da escolha do Arcserve UDP Appliance estão a atualização de software e a economia em discos pela arquitetura de gravação”, comenta Octavio Cazonato Neto, acrescentando que o mercado de saúde é cada vez mais competitivo e tem no emprego eficiente da tecnologia da informação um diferencial vital. “Hoje, com a implementação da nova ferramenta, é possível fazer a recuperação dos dados em três horas, no máximo”, conclui o executivo do Trasmontano.

Sobre a Arcserve

A Arcserve fornece soluções excepcionais para proteção dos ativos digitais de valor inestimável de empresas que precisam de proteção abrangente e em larga escala dos seus dados. Fundada em 1983, a Arcserve é o nome mais experiente do mundo em soluções para a continuidade de negócios, protegendo infraestruturas de TI de diferentes gerações com aplicações e sistemas em qualquer local, dentro da empresa e na nuvem. Organizações em mais de 150 países confiam na experiência, no conhecimento e nas tecnologias integradas e altamente eficientes da Arcserve para eliminar os riscos de perda de dados e de inatividade prolongada, reduzindo em até 50% os custos e a complexidade da realização de backup e recuperação de dados. Com sede em Minneapolis, Minnesota, a Arcserve está presente em várias partes do mundo.

Hospital das Clínicas moderniza sistema de agendamento de consultas com solução de Startup mineira

hc

Complexo hospitalar utiliza softwares de marcação e confirmação online da CM Tecnologia para facilitar a jornada de seus pacientes

Buscando facilitar a vida dos pacientes e melhorar a experiência das milhares de pessoas que utilizam seus serviços, um dos maiores complexos hospitalares brasileiros, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), buscou na modernidade das startups uma maneira de melhorar o dia a dia de seus usuários: implantou o sistema de agendamento online de exames e consultas da CM Tecnologiahealth tech mineira especializada na jornada do paciente.

Desde sua inauguração, em 1944, o Complexo Hospital das Clínicas da FMUSP é considerado um dos mais importantes polos brasileiros de disseminação de informações técnico-científicas, sendo um centro de excelência e referência no campo de ensino, pesquisa e assistência. Por meio da pasta do Sistema Único de Saúde — Saúde Suplementar (SS) —, atende pacientes de convênios e particulares e, para eles, o sistema modernizado foi implantado em 2017, já com ótima adesão dos usuários.

"Dentro da SS, tínhamos vários parceiros, cada um com seu atendimento e ramal para agendamentos. Em 2015, implementamos o call center com uma única central e instalação do chat online, a fim de facilitar a vida dos pacientes e integração das marcações. Mas, já à época, sentimos falta do atendimento sem contato humano, que oferecesse uma maior independência ao usuário, como é oferecido nos sites de convênios e alguns hospitais", lembra a Analista de Negócios do Núcleo de Assistência à Saúde Suplementar do Hospital das Clínicas, Ana Julia Marciano.

A solução da CM Tecnologia foi escolhida e implantada pelo HC em 2017, após pesquisa e visita de conhecimento em outros complexos hospitalares que já utilizavam a solução, com sucesso. Basicamente, em um portal intuitivo, o usuário consegue escolher seu médico, procedimento e horário de preferência, agendando tudo em questão de segundos. A comodidade, dessa forma, vem do fato de que o sistema pode ser acessado a qualquer dia e horário. "Em um contexto no qual ninguém quer ter que ligar ou sair de casa para agendar algo, dar novas opções para o paciente é fundamental. Para quem será atendido, a marcação online significa não ter que depender de telefonemas. Já para a instituição, ela traz consigo o benefício da redução de custos e eficiência operacional", pontua o CEO da CM Tecnologia, Fernando Soares.

Sobre as mudanças após a implementação do software, Ana Julia percebe que a relação com o paciente adquiriu mais autonomia, principalmente pensando no empoderamento do público hospitalar. "Com a marcação pela internet, é possível ao usuário fazer tudo sozinho, de forma rápida, sem ficar pendurado no telefone ou em filas. Para a maioria dos clientes, isso faz muita diferença", ressalta.

Em resposta, desde que foi implantado, o agendamento online vem em constante crescente, representando, atualmente, 8% de todos os agendamentos da Saúde Suplementar da rede do Hospital de Clínicas (ou cerca de 1000 marcações mensalmente). No site HC Saúde Suplementar, dos usuários que utilizam o agendamento de consulta online, 70% são mulheres, usuários de 51 operadoras, sendo a maioria (67,9%) com idade entre 0 e 19 anos, seguido por pessoas de 50 anos ou mais (25,9%), com usuários de menos de 18 anos concentrando 6,2% dos agendamentos via site. "É um grande número — em crescimento — e uma porcentagem substancial, em vista que o paciente do HC tem o hábito forte de ir à unidade pessoalmente para esse processo por senha e espera in loco", pontua a representante do complexo hospitalar. Ainda segundo ela, 64% são de consultas de retorno, ou seja, é o paciente que já possui um vínculo com a SS.

Sobre a CM Tecnologia

CM Tecnologia é uma startup de health tech, focada no desenvolvimento de softwares e soluções para melhorar a experiência de pacientes de hospitais, clínicas e laboratórios, em marcação de consulta, acompanhamento de resultados, entre outros. Fundada em 2012, a empresa está em constante busca por inovação para aumentar a eficiência na elegibilidade na autorização de exames e consultas realizadas por planos de saúde, oferecendo módulos integrados no sistema de gestão (ERP), independente do sistema, a fim de entregar uma solução totalmente conectada.