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Genômica: A GeneOne será maior do que a Dasa em 10 anos

Dasa
Wellington Nemeth-Fotografo

Após o evento lançamento do Centro de Genômica mais completo da América Latina, conversamos com Gustavo Campana e Emerson Gasparetto, respectivamente Diretor Médico e Vice Presidente da DASA, empresa-mãe da GeneOne, sobre as tendências no mercado de genética e medicinas de precisão e predição.

“Começamos a discutir o investimento em genética de 2015 para 2016, em 2017 desenvolvemos todo o projeto: construímos o portfólio, compramos os equipamentos, contratamos as pessoas, e desenvolvemos os testes. Em outubro daquele ano lançamos a GeneOne. Foi um projeto de dois anos e meio e R$ 60 milhões que resultou na abertura do NTO - Núcleo Técnico Operacional, o Centro de Genômica”, contou Campana.

De modo geral, a genética pode ser dividida em três áreas de atuação para medicina diagnóstica. O primeiro pilar é o diagnóstico, o segundo é o aconselhamento genético e o terceiro é a terapêutica. Em diagnóstico, especialmente quando citamos a genética, podemos abordar a medicina preditiva. Ou seja, através de exames genéticos identificar de forma antecipada predisposições de doenças ao longo da vida de um indivíduo. Doenças estas que poderiam não ser encontradas, nem em estágio inicial em exames tradicionais de prevenção.

O portador de uma doença genética pode transmitir suas mutações, ou variantes, para as próximas gerações. O aconselhamento genético age na pesquisa dessa situação entre os familiares, realizando uma avaliação de risco para o gene em específico. Esse tipo de conhecimento permite ao médico orientar o paciente quanto a tratamentos antecipados tendo em vista a predisposição genética, reduzindo o risco deste indivíduo e de sua família, consequentemente entregando melhor qualidade de vida a longo prazo e redução nos custos de saúde.

A terapêutica é o que temos de mais inovador em relação às outras duas, que é a medicina de precisão. Campana explica que pacientes com o mesmo tipo de câncer podem responder de forma totalmente diferente aos tratamentos dependendo do perfil genético do tumor. Isso significa que nem sempre os guidelines, ou protocolos de tratamentos de primeira linha, serão maximizadores de ganho para todos os pacientes. Existem casos nos quais pacientes são beneficiados com tratamentos de terceira linha, e aplicar tratamentos de primeira linha somente atrasaria os resultados esperados, produziria custos desnecessários e até reduziria a qualidade/experiência assistencial.

A medicina de precisão também é conhecida como medicina personalizada, justamente por esse cuidado individual de tornar o paciente único. A aplicação do teste genético neste caso definirá a melhor droga ou linha de tratamento, de forma individual para este paciente que se encontra em um grupo acurado de determinada doença, mas não preciso.

“Estamos há 15 anos da publicação do projeto Genoma Humano, projeto que foi fundamental para chegarmos até aqui. O genoma tem entre 30-40 mil genes, e foi gasto um total de US$ 2,7 bilhões para sequenciar e publicar um genoma humano. A Lei de Moore, que vem da informática, diz que é exponencial o ganho de escala [aumento da capacidade de processamento e redução do custo] com o avanço da tecnologia, e a genética segue isso. Nos anos 2000, o custo de sequenciamento do genoma humano era US$ 2,7 bilhões, hoje o custo é cerca de US$ 1.000. Lá atrás, isso durava 13 anos, agora conseguimos fazer em 48 horas”, conta o Diretor Médico.

Segundo ele, podemos separar a abrangência dos testes genéticos em três grupos: a avaliação de gene único, para casos em que a causa genética da doença é conhecida, avaliação por painéis genéticos, no caso de doenças complexas, e avaliação de exoma completo, para casos de quadro clínico incerto.

Com o Sequenciamento de Nova Geração (NGS) foi possível a análise de diversos genes em um exame único, os painéis genéticos. Existem milhares de doenças que são causadas pela variação de mais de um gene, com este tipo de exame é possível investigar todos os genes já relacionados com a situação médica simultaneamente. Campana diz que a avaliação de exoma completo ainda é pouco utilizada, mas que será fundamental para pesquisas populacionais no futuro, bem como para a formação de banco de dados para descoberta de novas doenças. A formação de um inédito banco de dados genético brasileiro é um dos caminhos que a GeneOne está seguindo.

Emerson, vice-presidente da Dasa, diz que um dos seus maiores orgulhos é o nível de excelência técnica do Corpo Clínico da GeneOne bem como o investimento em Bioinformatas próprios. “Comprar um sequenciador é caro, mas não é proibitivo. Não é só colocar o sangue dentro da máquina e enviar o resultado para um terceiro analisar. O profissional pode te enviar uma informação que você não consegue interpretar e isso resulta no diagnóstico de uma doença genética ou não. Nós nos preocupamos muito com isso: qualidade e boa interpretação do exame, caso contrário, o dano que se pode causar é enorme.”

Campana explica que o fluxo do laboratório se divide em dois, o laboratório molhado, que é o sequenciamento em si, e o laboratório seco, que se refere a área de bioinformática. Em uma avaliação de exoma completo, provavelmente existirão milhares de mutações, majoritariamente alterações que não significam nada. A curadoria do dado genético começa com os bioinformatas e termina com os médicos. Bioinformatas comparam a massa de dados com o genoma padrão utilizando uma série de banco de dados e inteligência artificial. Neste momento o número de alterações cai para algumas unidades. Após a primeira interpretação, dois médicos geneticistas especialistas naquela determinada patologia analisam individualmente os dados, processo chamado de peer learning. Se houver concordância, é emitido um laudo. Em caso negativo, um comitê com os profissionais envolvidos no processo é reunido para a discussão do caso.

É importante ressaltar que há uma regulamentação sobre esse tipo de exame, realizada pela ANS. Ele cita que os principais gargalos de crescimento do setor são o custo (apesar de já ter caído muito) e a educação médica, na questão da maturidade. “Há uma complexidade muito grande nestes testes, não é trivial. Tanto que a ANS define a exigência de um pedido médico por um geneticista.”, e completa pontuando que a empresa conta com um time de assessoria médica para auxiliar o médico desde o pré até o pós exame, bem como a operadora para avaliar se o pedido condiz com a melhor escolha em termos de custo efetividade.

Existe uma estratégia bastante forte do laboratório em relação a conscientização médica. A ideia é realizar pelo menos dois eventos focados em genética por mês para a transferência de conhecimento do corpo clínico da GeneOne para os médicos de mercado.

Emerson relata que um dos principais desafios é não ficar retido nos processos tradicionais de eficiência na empresa procurando formas de otimização, mas sim de fato ter um time de inovação. “Nós não pudemos, na Dasa, esperar todo esse processo de excelência na operação para depois lançar os projetos de inovação. Nós fizemos em paralelo, e a GeneOne é um deles.”.

Embasada pela alta capilaridade de cobertura no Brasil, parcerias internacionais de peso para transferência de tecnologia e compartilhamento de conhecimento e corpo clínico qualificado, o Vice-presidente prevê: “Criamos a empresa do zero, e hoje ela já é a maior empresa de Genética, em receita e portfólio de exames, da América Latina. Eu acredito que em 10 anos, a GeneOne será maior do que a Dasa”.

MAPFRE e Amar Assist lançam seguro com cobertura em caso de internação hospitalar

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O produto oferece indenização em caso de internação hospitalar e diversas vantagens, como desconto em medicamentos; solução já beneficia motoristas parceiros do app 99 em 4 capitais

A MAPFRE, em parceria com a Amar Assist, traz ao mercado o Seguro Internação, um produto inovador que oferece ao segurado tranquilidade e apoio financeiro, já que é possível receber o pagamento de um valor para cada dia em que permanecer internado em hospital. O segurado terá ainda, liberdade para escolher a melhor forma de utilizar essa indenização, como por exemplo, um complemento na sua renda ou uma ajuda para o seu tratamento.

Os planos são divididos em quatro modalidades distintas, válidas em todo o território nacional, com preços que variam entre R$ 15,90 e R$ 38,90 por mês. Por meio delas, o segurado internado – em unidade da rede pública (SUS) ou privada – poderá receber uma indenização para cada diária em que permanecer internado no hospital, podendo chegar a R$ 1mil por dia, dependendo do plano contratado e da existência de um evento coberto.

"A saúde está entre as principais preocupações dos brasileiros, por isso este produto tem um papel social muito importante de possibilitar que as pessoas, independentemente de sua classe social e local do País em que estejam, tenham acesso a esse apoio financeiro durante uma situação difícil, como no caso de uma internação hospitalar", destaca Alex Frederico Dias, diretor Comercial da MAPFRE.

O Seguro Internação também oferece cobertura em caso de morte acidental, com indenização de R$ 20 mil aos beneficiários do seguro. Em vida, o segurado obtém descontos em medicamentos que podem chegar aos 60%, com direito a entrega em domicílio. Além disso, todos os clientes concorrem mensalmente a quatro sorteios de R$ 10 mil (bruto de Imposto de Renda) cada, pela Extração da Loteria Federal.

"Embora o Seguro Internação - www.segurointernacao.com.br - idealizado pela Amar Assist e garantido pela MAPFRE seja uma excelente solução financeira para qualquer pessoa, ele é perfeito para autônomos, microempreendedores, profissionais liberais, entre outros. Há um grupo de pessoas em todo Brasil em crescimento acelerado, que, desde 2017, se sobrepõe aos trabalhadores com carteira assinada. Essa base crescente depende diretamente de sua força de trabalho para geração diária de receita, tornando uma eventual internação hospitalar em um período de perda em sua composição de renda", comenta Bruno Gallo, CEO da Amar Assist.

Gallo acredita numa nova economia, digital, colaborativa e de incentivo pelas maiores startups do Brasil com grandes bases estabelecidas de autônomos e micro-empreendedores, como a 99 Taxi, comprometida em engajar a sua rede de motoristas parceiros pelo seu novo programa de benefícios, o Somos 99.

Primeiros beneficiados

O conceito inovador e inclusivo do produto foi reconhecido pela 99, empresa brasileira de mobilidade urbana, que passou a oferecer o serviço a motoristas cadastrados no aplicativo. A parceria, parte do programa Somos 99, que já está presente em Recife, Salvador, Fortaleza e Rio de Janeiro. O lançamento nacional está previsto para os próximos meses.

Sobre a MAPFRE

No país desde 1992, a MAPFRE é um grupo multinacional que forma uma das maiores companhias de prestação de serviços nos mercados segurador e financeiro. Sólida e inovadora, está presente nos cinco continentes e conta com mais de 35 mil colaboradores. Em 2018, suas receitas atingiram cerca de 27 bilhões de euros. Especialista em suas áreas de negócio, a MAPFRE opera com bases de atividades sustentáveis e, no Brasil, atua em seguros, investimentos, consórcios, capitalização, previdência, saúde e assistência.

Sobre a AMAR ASSIST

Amar Assist é uma plataforma digital de assistência em seguros especializada em saúde e "pós-saude", com atuação preventiva e emergencial em todos os municípios do Brasil. Utilizando-se de todo potencial das novas tecnologias em todos os setores da empresa, a Amar Assist rapidamente se posicionou na liderança nacional do segmento e atinge resultados característicos de startups de sucesso. No mercado desde 2012, a empresa reúne mais de 30 anos de experiência em seguros e serviços de assistência funerária no currículo de seus sócios e administradores.

Empoderar para transformar

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Antigamente, a maioria dos modelos de negócio eram pautados na hierarquia de poder, ou seja, uma mão de uma única via. Os líderes determinavam suas escolhas e aos funcionários só cabia executar as suas funções, já que não se sentiam totalmente seguros para expor suas ideias, propósitos, dores e ambições. Porém, a transformação sempre foi um processo com base em questionamento e muitas empresas entenderam que era necessário repensar certas tradições para ver se tais condutas ainda eram viáveis.

E é nesse cenário que o princípio de empoderamento, que teve destaque nos últimos anos, entra. Também chamado de empowerment, esse conceito implica em dar o poder para si mesmo ou para outra pessoa. Na prática, em uma empresa, isso significa envolver profissionais de todos os níveis em decisões, identificar os desafios de cada setor e aumentar produtividade dos colaboradores.

Para ficar mais claro, pense no seguinte exemplo. Quando um time de futebol é montado, quem escala os jogadores e decide as melhores táticas é o técnico. Por outro lado, são os jogadores que estão na linha de frente e sabem quais são os desafios que estão enfrentando efetivamente. Dessa maneira, não faria sentido se coubesse a eles somente ouvir e obedecer, é indispensável que eles participem ativamente das escolhas. Do mesmo jeito funciona em uma organização, ter voz é cada vez mais imprescindível.

Uma cultura empresarial que se pauta em conceder poder aos colaboradores, em primeiro lugar, contribui para uma visão ampla do que é o negócio, quais são suas maiores dores ou oportunidades. Então, esse processo de colaboração começa a caminhar para um sentimento coletivo de liderança, onde todos enxergam seu espaço e o veem como fator de motivação.

Questionar a hierarquia de poder já é um traço de inovação, mas essa amplitude de pontos de vista abre espaço para dar outros passos no caminho da transformação. Quando todos estão mais envolvidos com a organização também sentem que são partes essenciais para o crescimento dela. Uma relação de trabalho que antes se tratava apenas de fornecer e receber, muda para uma ótica participativa, com sugestão de melhorias, uso de novas tecnologias e metodologias e busca pela maior eficiência.

As empresas estão compreendendo cada dia mais que é importante empoderar os colaboradores, mas, como fazer isso na prática? Primeiro, devemos identificar qual é o propósito da sua empresa e o de cada funcionário, verificando se eles se complementam entre si. Para isso, ouvir cada um deles é essencial. Conhecendo as suas particularidades e estímulos, é possível propor ideias que sejam boas para o todo, sem deixar de pensar em cada indivíduo como uma pessoa única.

O que podemos concluir é que o empoderamento oferece muitas possibilidades para que o seu negócio prospere, mas, para isso, é fundamental que as organizações estejam abertas às mudanças que vão acontecer. Problemas que antes não se enxergava vão aparecer e é preciso reconhecê-los para inovar, já que, quem não inova em algum momento, pode se tornar obsoleto.

Sobre o autor

Eduardo Fonseca é CMO da DIWE, primeira agência de profound marketing do país. Criada a partir da fusão das marcas WCK, pioneira em inbound marketing no Brasil, e a Next Idea, foca em digital strategy, a empresa aplica em todas as suas propostas a premissa de estar presente no dia a dia dos clientes, entender sua realidade e propor ações autênticas, passando por um intenso processo de questionamento de escopos moldados a antigos padrões de mercado.

Bayer pretende utilizar inteligência artificial para aumentar segurança de pacientes

Bayer pretende utilizar inteligência artificial para aumentar segurança de pacientes

A Bayer informou por meio de um comunicado que pretende explorar o uso de machine learning, um ramo da inteligência artificial baseado na ideia de que sistemas podem aprender com dados, identificar padrões e tomar decisões com o mínimo de intervenção humana e inteligência artificial, em Farmacovigilância, área responsável por avaliar casos de reações e eventos adversos em pacientes após a administração dos medicamentos da companhia.

Segundo a empresa, o objetivo é trazer mais agilidade e eficiência ao processamento destes relatos, gerando mais segurança para os pacientes e maior valor à empresa. A diretora de Farmacovigilância da Bayer, Cibele Rudge, pensa que o modelo operacional da empresa precisava de alguns reajustes e por isso apostaram nas novas tecnologias. “Nos últimos anos observamos um aumento significativo no número de relatos, devido a fatores como: aumento do portfólio, incremento dos canais de relacionamento com os clientes e mudanças nas regulamentações mundiais. Portanto, vimos que nosso modelo atual de processamento não seria sustentável a longo prazo. Por isso, apostamos nas novas tecnologias e temos a expectativa de aumentar ainda mais a eficiência de nosso modelo operacional e, ao mesmo tempo, manter a alta qualidade atendendo a todas as regulamentações relacionadas à segurança dos medicamentos”, conclui.

De acordo com a Bayer, o novo modelo de trabalho tem como base os relatos dos pacientes e consumidores que serão processados de forma mais ágil com o apoio das novas tecnologias, enquanto os especialistas em farmacovigilância da instituição controlarão o processamento dos dados, sendo responsáveis pela verificação da qualidade e tomada de decisões críticas.

A aplicação de tecnologias de processamento de linguagem natural e aprendizado da máquina, o machine learning, permitirá que o resultado proposto seja cada vez mais preciso, garantindo aumento na produtividade e na qualidade.

Qualidade dos dados ajuda a diminuir os riscos para o negócio

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O Big Data tem sido assunto constante na pauta dos executivos. Afinal, com a vasta produção de dados que a internet e a digitalização dos negócios propiciam, fazer uso destes para direcionar a tomada de decisão passa a ser essencial. Com a possibilidade de análises preditivas, que ajudam a prever tendências com maior precisão, o uso desse tipo de tecnologia está cada vez mais em alta.

Mas não basta apenas ter dados. Eles precisam ter "qualidade" para de fato serem usados de forma eficiente. E neste ponto, muitas vezes surgem os conflitos entre as áreas de negócio e TI (Tecnologia da Informação). A discussão gira em torno de "cadê a informação? O dado já não está lá?".

O que permite que o dado esteja pronto para uso é o chamado tratamento de dados, que, com base em ferramentas capazes de disponibilizar informações confiáveis, permite interpretar sinais e reagir rápido aos movimentos do mercado.

O que é tratamento de dados e porque é importante?

O tratamento de dados é ideal para validar informações para o seu negócio — ele seleciona os mais relevantes, atualiza e padroniza os registros considerados importantes. Por meio dessas referências é possível avaliar de forma mais precisa as características de cada área e segmento de mercado.

Esse tratamento é indispensável, porque ajuda empresas a aumentar sua credibilidade, já que passam a oferecer maior qualidade dos dados, minimização dos riscos e identificação de possíveis erros em processos de TI. Exemplo disso são as gigantes de marcas GoogleAmazon Apple. Elas realizam coleta de dados por meio de mecanismos de busca, cookies e perfil de usuários, para então analisar o comportamento dos consumidores.

Informações como cliques em anúncios, endereços de e-mail, localização, histórico de buscas, reconhecimento facial, entre outras, são captadas e utilizadas para formular serviços específicos, publicidade direcionada, integração entre contas e até mesmo notificações.

Como a quantidade de dados coletados é muito grande e seu formato diversificado, é necessário que os profissionais da área contem com ferramentas capazes de gerenciar e tratar todos esses dados. Só assim é possível integrá-los e transformá-los em informações para tomada de decisão

A coleta e o tratamento de dados

Sem o suporte da tecnologia e métodos de análise fica praticamente impossível chegar a resultados satisfatórios. Quando falamos em analytics e Big Data, devemos ter em mente que o volume de informações é enorme, e métodos específicos devem ser utilizados. Na maioria dos casos, ocorre por meio de:

  • coleta das informações: a coleta é realizada em diferentes fontes como datawarehouse e plataformas sociais;

  • armazenamento e tratamento de dados: equivale à distribuição em servidores e ferramentas diversificadas. Esse é um procedimento que garante um backup automático para cada uma das informações recolhidas;

  • organização de dados: classifica as informações de forma estruturada, semi-estruturada ou não-estruturada. Essa identificação de dados facilita o acesso aos informativos e análise através de tecnologias;

Só depois destas etapas é que será possível a exposição, análise de resultados e a interpretação dos dados. Baseando-se em estatísticas e nas análises preditivas, será possível que CEOs e demais profissionais tenham informações certeiras para tomar suas decisões.

Embora o tratamento de dados apareça apenas como uma das etapas desse processo, ele é uma das práticas mais importantes por conseguir otimizar e aperfeiçoar todas as outras.

Para ajudar na qualidade dos dados e para que os profissionais consigam a minimização dos riscos, pode-se realizar o tratamento por meio de:

  • análise da integridade de dados que garante consistência e precisão. A integridade é um fator de segurança para um projeto ou qualquer solução utilizada para armazenar, processar ou recuperar informações.

  • reconhecimento de dados inconsistentes. Só assim é possível ver se o que foi coletado está correto e atende as necessidades da empresa quanto às respostas esperadas.

  • regularização e padronização de formatos e outras características dos dados armazenados na plataforma de big data. Os profissionais podem aprimorar isso configurando e organizando os dados que representem a mesma informação.

  • identificação e interpretação de duplicidades. É bem importante averiguar se durante a coleta de dados não existe duplicidade de informações.

  • atualização e enriquecimento dos dados. Manter os dados atualizados impede que decisões erradas sejam tomadas. Afinal, o mundo dos negócios é muito dinâmico e os dados gerados o tempo todo.

O processo de captar, armazenar, analisar e tratar dados precisa ser seguido para trazer segurança ao negócio. Mesmo que um pouco de paciência seja necessária, só com informações confiáveis, os gestores serão capazes de definir as melhores estratégias para direcionar os negócios no caminho do sucesso.

Sobre  o autor

Samir Jahchan, cientista de dados da A10 consultoria em Analytics do Grupo IN

Novos financiamentos públicos trazem novo fôlego ao mercado brasileiro

Novos financiamentos públicos trazem novo fôlego ao mercado brasileiro

Não é segredo que os financiamentos públicos são fundamentais para promover a competitividade das empresas brasileiras. Por meio de organismos federais ou estaduais, o financiamento tornou-se a principal ferramenta das instituições públicas para incentivar os projetos de P&D e inovação tecnológica.

No mês de junho foram anunciadas duas grandes novidades em financiamento público, com o intuito de estimular o esforço inovador das pequenas e médias empresas.

Finep Inovacred 4.0 foi desenvolvido para oferecer financiamento para os projetos de digitalização que abarquem a utilização em linhas de produção, de serviços de implantação de tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0. As tecnologias habilitadoras apoiadas por esse programa estão alinhadas a temas como Internet das Coisas (IoT), computação em nuvem, Big Data, segurança digital, manufatura aditiva, manufatura digital, integração de sistemas, digitalização, sistema de simulação, robótica avançada e inteligência artificial.

Esta linha é aplicada para empresas de receita operacional bruta anual de até R$300 milhões com atividades econômicas em setores da Indústria da Transformação e da Agricultura. Além disso, o apoio será de maneira descentralizada, ou seja, será feito por bancos regionais, como o BRDE - um dos principais bancos regionais, que atende toda a região sul do Brasil, Desenbahia, BDMG, entre outros.

O valor máximo de financiamento do FINEP Inovacred 4.0 será de R$ 5 milhões, e a sua taxa irá variar entre TJLP e TJLP + 1% a.a. Sendo assim, a taxa de juros total do programa será impactada positivamente pela redução da TJLP, que hoje está em 5,95% a.a.. É importante ressaltar que faz aproximadamente quatro anos que o Brasil não tinha um TJLP tão reduzida.

Já o BNDES Direto 10 financiará investimentos entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões. O foco do programa é apoiar os projetos realizados pelas pequenas e médias empresas dos setores de Inovação, Educação, Economia Criativa, Eficiência Energética, Equipamentos de Saúde, Autopeças, Defesa, TIC e BK. O BNDES Direto 10 propõe um prazo de contratação reduzido, de cerca de três meses, e possibilita a utilização do fundo garantidor do investimento (FGI) como opção de garantia.

Vantagens dos novos financiamentos para as empresas

O lançamento dos novos programas é de suma importância para o mercado nacional, uma vez que facilita o acesso de pequenas e médias empresas a créditos para a execução de projetos inovadores. O Inovacred 4.0 chega para facilitar a obtenção de financiamento para iniciativas relacionadas à indústria 4.0, oferecendo simplificação dos processos de análise e de acompanhamento do projeto. O BNDES Direto 10 surge para atender outros setores da economia, possibilitando a realização das operações de maneira direta junto com o BNDES. O novo financiamento dispõe de linhas personalizadas para cada setor, com prazos de carência e de amortização maiores dos que os oferecidos por bancos privados.

Atualmente, milhares de empresas já utilizam outros financiamentos do governo. Em operações diretas com a Finep, desde 2002, foram mais de 9.077 contratos assinados onde já foram beneficiadas aproximadamente 2.933 empresas. Em operações indiretas com a Finep (inovacred), desde 2013, foram mais de 552 contratos assinados, beneficiando cerca de 525 empresas. Já em operações do BNDES não automáticas, desde 2002, foram mais de 18.874 contratos assinados que beneficiaram mais de 3.578 empresas.

Desafio para tornar os financiamentos melhor utilizados

Atualmente existem dois grandes desafios relacionados aos financiamentos públicos. O primeiro deles é em relação ao prazo de contratação, já que um projeto de financiamento pode levar de quatro a 12 meses para ser viabilizado. Pensando neste contexto, o lançamento dos novos financiamentos ganha ainda mais importância, pois em ambos os programas, os organismos responsáveis prometem reduzir consideravelmente o tempo de espera. Além das ações do governo para reduzir esse prazo, também é imperativo que as empresas detalhem seus projetos e orçamentos e escolham as linhas de financiamento mais adequadas, facilitando assim o processo de análise técnica e a viabilização das iniciativas.

Outro desafio está relacionado às garantias. As garantias são solicitadas em todos os tipos de financiamento, no entanto, infelizmente algumas empresas não conseguem negociar ou obter garantias específicas de alguns programas, como certas linhas voltadas às pequenas e médias empresas, que solicitam obrigatoriamente a apresentação de garantias reais (hipoteca, entre outros). Agora, os novos financiamentos públicos visam a alteração dessa cultura, permitindo a apresentação de garantias financeiras e até mesmo a utilização do Fundo Garantidor do BNDES.

A chegada dos novos financiamentos traz um novo fôlego ao mercado brasileiro, especialmente paras as MPMEs, que agora podem realizar investimentos sem que haja grande impacto em seus fluxos de caixa, com maior prazo de carência e de amortização. Esse tipo de incentivo possibilita que as empresas realizem investimentos que vão impactar a produtividade e a geração de valor agregado para a economia.

Sobre a autora

Andressa Melo é Especialista de Produtos da F. Iniciativas, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

Odontoclinic abre duas unidades na zona norte de São Paulo e reforça presença na região

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Vila Maria e Tucuruvi contarão com clínicas da rede a partir de julho

A Odontoclinic, primeira rede nacional de franquias de clínicas odontológicas, terá reforçada sua presença na zona norte da capital paulista a partir desta segunda-feira (15). Uma unidade no bairro Vila Maria será inaugurada hoje e, nas próximas semanas, uma nova clínica no Tucuruvi entrará em operação.

Com a chegada de duas novas unidades, a Odontoclinic contará com um total de seis clínicas na região norte da cidade de São Paulo. Atualmente, já existem lojas da rede nos bairros Casa Verde, Freguesia do Ó, Santana e Tremembé.

“Estamos muito felizes em reforçar a presença da Odontoclinic na zona norte da cidade. A região é muito importante para nós e poder expandir a rede lá é sinal de que temos mais clientes a atender, levando a todos uma odontologia de alta qualidade de forma acessível”, diz Lucas Romi, sócio-diretor da Odontoclinic.

Expansão 

A Odontoclinic investirá cerca de R$ 26 milhões em 2019. Deste montante, aproximadamente R$ 19,2 milhões serão investidos em novas operações ao longo do ano. Os outros R$ 7 milhões serão investidos em software de gestão e tecnologias de automação na fábrica de alinhadores transparentes para ortodontia (impressão 3D, software de planejamento e scanners).

A rede espera um faturamento de R$ 219 milhões em 2019 e seu plano nacional de expansão terá foco nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Com isso, serão criadas pela Odontoclinic cerca de 1.140 vagas diretas e indiretas de emprego em 2019.

Sobre a Odontoclinic 

A Odontoclinic está no mercado há mais de 20 anos, sendo a primeira rede de franquias de clínicas odontológicas do Brasil. Com mais de 170 clínicas, 2.550 dentistas e presente em 15 estados, a Odontoclinic tem a missão de transformar a experiência de ir ao dentista ao oferecer serviços de alta qualidade de forma acessível, conforto e segurança.

As clínicas Odontoclinic atendem as mais diferentes especialidades, como Ortodontia, Prótese, Implantes, Clareamentos e Periodontia.

Johnson & Johnson destaca a importância do bem estar de seus colaboradores em seu relatório de sustentabilidade

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No Brasil, funcionários foram motivados a participar de programas de voluntariado e a incorporar iniciativas mais saudáveis em suas rotinas no trabalho e em casa

Um dos desafios atuais das empresas, sobretudo as de atuação global, é engajar seus colaboradores a acreditarem e, além disso, se tornarem multiplicadores do propósito do local onde desempenham suas funções. A Johnson & Johnson, por exemplo, enfatiza o compromisso de sempre criar uma cultura diversificada de respeito, inclusão e participação. E continua com o esforço de ter a força de trabalho mais saudáveis do mundo. Em meio a esse propósito, o pilar “nossas pessoas” se destacou positivamente no relatório anual de sustentabilidade da companhia – ‘Saúde para a Humanidade’ - que detalha os avanços alcançados em 2018. O Brasil, principalmente, obteve resultados expressivos que demonstram o engajamento da força de trabalho local.

Voluntariado que faz a diferença

Dentre os projetos está a “Maratona de Aceleração Social 2018”, programa de trabalho voluntário em que os colaboradores doam seus conhecimentos e habilidades profissionais para solucionar desafios de gestão de Organizações Sociais (OSCs) das regiões de São Paulo e São José dos Campos, no interior do Estado. Dez OSCs foram selecionadas na capital e cinco, em São José. As causas de interesse delas eram as mais diversas, como câncer infantil, inclusão de PCD (Pessoa com Deficiência), doenças do coração, oftalmológicas, lábio leporino, prevenção de acidentes e até cirurgias. Em apenas três semanas, das 15 Organizações Sociais participantes, 12 já apresentavam resultados e melhorias na sua gestão, diretamente beneficiadas pelas ações dos 107 colaboradores da Johnson & Johnson.

O valor do voluntariado para o colaborador

Voltando ao propósito da empresa que ressalta o compromisso de inclusão e participação foi importante observar que os próprios colaboradores se sentiram beneficiados. Pesquisa realizada após a ação apontou que, em média, 62% disseram que a iniciativa ofereceu oportunidades únicas de desenvolvimento em relação às atividades desenvolvidas na companhia. E cerca da metade (49%) mencionou que a melhor experiência vivida foi o quanto a ação estava alinhada com os propósitos da Johnson & Johnson, aumentando a satisfação em trabalhar na empresa. 98% dos participantes relataram interesse em participar do projeto no próximo ano. Em 2019, o programa terá continuidade no Brasil e vai ter a sua primeira edição no México também.

Outro programa da empresa que incentiva a participação dos colaboradores em projetos de voluntariado é o Global Pro Bono, iniciativa projetada para combater problemas sociais, aproveitando o poder de seu recurso mais poderoso - seu pessoal. É um desdobramento de um programa bem-sucedido, conhecido como o Programa de Aumento da Confiança de Cidadania Corporativa , oferecido aos funcionários da empresa na Europa, Oriente Médio e África, desde 2014.

Em 2018, um brasileiro foi selecionado para participar do programa, Carlos Eduardo Dias, Global Health Services Manager. Junto com outros dez colegas de diferentes regiões ele ajudou a ONG Save the Children a oferecer apoio às crianças que sofreram traumas com o furacão Maria, que causou sérios prejuízos em Porto Rico no ano de 2017. “Faria tudo de novo. É muito bom ajudar o próximo e ver o quanto nosso conhecimento profissional pode fazer a diferença. Nossa cultura de cuidado com saúde e habilidades do mundo empresarial acrescentam muito ao trabalho de ONGs. Além disso, há uma troca de experiência incrível entre colaboradores da Johnson de outros países. Recomendo a experiência para todo mundo. Saber que seu trabalho está fazendo a diferença na vida de alguém traz um crescimento pessoal incrível”, conta Carlos Eduardo.

Durante o tempo de voluntariado, Carlos Eduardo ofereceu consultoria a ONGs locais para que elas pudessem aprimorar o atendimento às comunidades locais. “Ao final do programa de voluntariado, entregamos um projeto de Early Child Development and mental Health para a crianças de Porto Rico. Trata-se de um programa de rádio e TV que visa o alcance de todos os pais da ilha e que começou a ser aplicado, na prática, em fevereiro de 2019. Deixamos um legado”.

Funcionários e famílias muito mais saudáveis

Quanto ao tópico do propósito que envolve o esforço para ter uma das forças de trabalho mais saudáveis do mundo, o relatório ‘Saúde para a Humanidade’ refletiu os importantes avanços alcançados em 2018. O programa Energy for performance Life trabalha para expandir a energia e tornar o colaborador a sua melhor versão, no trabalho e em casa. As iniciativas e recursos se apoiam em três pilares: alimentação saudável, movimento saudável e mente saudável.

A Johnson & Johnson está fazendo mudanças em seus locais de trabalho para ajudar seus colaboradores a fazerem escolhas saudáveis. Continuam com o objetivo de melhorar a oferta de frutas gratuitas, opções de alimentos e bebidas mais saudáveis em seus refeitórios, acesso a oportunidades de se exercitar e movimentar, e recursos convenientes para manter as pessoas conectadas à sua saúde. Incentivam caminhadas indoor e outdoor para quebras de rotina, acesso a centros de fitness nas instalações da Johnson & Johnson.

Em prol do movimento saudável, sediam um desafio anual de atividade global, que historicamente tem demonstrado um aumento significativo no movimento para os participantes. Os funcionários em todo o mundo receberam acesso a 70% dos elementos listados no plano de cultura saudável e de movimento saudável, representando 117.132 e 121.446 pessoas, respectivamente. Cerca de 30.000 participantes aumentaram seu movimento em 22% e, coletivamente, registrou-se aproximadamente 5 bilhões de passos durante o desafio de atividade global de 30 dias em 2018.

Além do desafio de atividade global, a Johnson & Johnson oferece um programa de reembolso de exercício global. Este programa estará disponível em breve para todos os funcionários em tempo integral e regular para apoiá-los na incorporação de movimentos de maneiras que são divertidos e convenientes para eles. O benefício oferece apoio financeiro e incentivo para para subsidiar o custo de taxas de centros de esporte, sessões de treinamento pessoal, corridas organizadas, aulas de ginástica, entre outros.

Em apoio a mente saudável, estabeleceram programas destinados a fornecer acesso a recursos de bem-estar mental, avaliar e abordar os riscos, aumentar a conscientização e reduzir o estigma relacionado a doença mental no local de trabalho. A política de mente saudável global descreve as abordagens esperadas e os recursos/programas necessários para apoiar o bem-estar mental na Johnson & Johnson, criando um ambiente laboral de apoio através de revisões rotineiras de trabalho e programas de capacitação pessoal online. Oferecem treinamento de líderes de pessoas e webinars para aumentar a conscientização em saúde mental e o plano de benefícios médicos inclui cobertura para programas de saúde mental.

Outra iniciativa, o “Healthy & Me”, é um aplicativo de saúde, plataforma móvel dinâmica que conecta os colaboradores e suas  famílias a questões relacionadas a bem-estar e que está disponível para aproximadamente 97% da força de trabalho em 72 países.

O programa “Healthforce 2020” recebeu da American Heart Association o reconhecimento nível ouro no índice da realização da saúde do local de trabalho. É importante observar que nenhuma dessas conquistas seria possível sem a força de trabalho global da empresa, que colabora todos os dias para aprimorar os 75 anos do propósito da Johnson & Johnson.

Para saber mais sobre essas iniciativas assista o breve vídeo-resumo do relatório.

Sobre o relatório ‘Saúde para a humanidade’

O relatório ‘Saúde para a Humanidade’ fornece uma atualização anual sobre o desempenho e o progresso nas áreas ambiental, social e de governança, que são relevantes para o nosso negócio. O relatório detalha como estamos cumprindo nossos compromissos em quatro áreas-chave: melhor saúde para todos, investindo em nossas pessoas, práticas comerciais responsáveis e proteção ao meio ambiente.  O relatório está disponível online. incluindo uma versão PDF personalizável. O resumo do relatório apresenta versões em inglês, espanhol, francês, português, chinês (tradicional e simplificado) e japonês.

Sobre a Johnson & Johnson

Na Johnson & Johnson, acreditamos que a saúde é a base de vidas vibrantes, comunidades prósperas e progresso. É por isso que, por mais de 130 anos, temos como objetivo manter as pessoas com saúde em todas as idades e em todas as fases da vida. Atualmente, sendo a maior empresa com a mais ampla base de cuidados com a saúde do mundo, temos o compromisso de usar nosso alcance e tamanho para o bem. Lutamos para melhorar o acesso e os preços, criar comunidades mais saudáveis e colocar mente, corpo e ambiente saudáveis ao alcance de todos, em todo o mundo. Misturamos nosso sentimento, ciência e criatividade para mudar profundamente a trajetória da saúde para a humanidade.

DB investe mais de 20 milhões em nova unidade na região metropolitana de Curitiba

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Líder do mercado nacional, o laboratório Diagnósticos do Brasil superou recentemente a marca de 7 milhões de exames processados mensalmente em todo país

Com 8 anos de história, o Grupo Diagnósticos do Brasil (DB), laboratório exclusivo de apoio no país, ou seja, especializado em prestar serviços de terceirização de exames de análises clínicas para outros laboratórios, tem motivos de sobra para comemorar. No mês de maio, a empresa quebrou recordes e superou a casa de 7 milhões de exames processados, assumindo a liderança do mercado nacional. Atualmente, o DB conta com três grandes unidades técnicas no país localizadas nos estados do Paraná, onde fica sua matriz, São Paulo e Pernambuco, duas unidades especializadas, localizadas no estado de São Paulo, o DB Molecular e o DB Patologia, além de mais de 40 unidades regionais de atendimento distribuídas em diferentes estados.

Motivado pelos números positivos do mercado, o Diagnósticos do Brasil vai inaugurar, no início do segundo semestre uma mega unidade na cidade de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O projeto da nova matriz da empresa, fruto de um investimento de mais de R$ 20 milhões, contará com mais de 7.400 m² de área construída. “Os nossos resultados são incríveis, mas não podemos nos dar por satisfeitos. Sendo assim, os investimentos em infraestrutura irão continuar, tudo para oferecermos serviços cada vez mais completos, atendendo a demanda do mercado nacional com muita agilidade e eficiência. A nova unidade nos dará um fôlego extra para continuarmos na liderança do mercado nacional. Com ela, teremos nossa capacidade de processamento de exames aumentada consideravelmente”, Tobias Thabet Martins, diretor comercial do DB.

A nova unidade do DB, localizada próximo ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, levando em consideração a facilidade para o transporte das amostras, terá capacidade para realizar mais de 5 milhões de exames por mês, reunindo tudo o que há de mais moderno em inovação, tecnologia e serviços. Com a conclusão do espaço, a empresa será capaz de realizar mensalmente 15 milhões de exames, atingindo a incrível marca de 180 milhões de exames ao ano. “Os investimentos realizados reforçam a excelente atuação do Diagnósticos do Brasil no mercado. Além da estrutura física de excelência, contamos com uma logística exclusiva, que consegue atender o mercado nacional com agilidade por meio de dezenas de unidades de atendimento e mais de 400 rotas que atendem, aproximadamente, 1.800 cidades”, detalha o diretor do DB, que conta com uma rede de quase 5 mil laboratórios clientes em todos os estados do país.

Além dos investimentos no Estado do Paraná, as unidades técnicas de Sorocaba e Recife irão passar por ampliações nos próximos meses. Para completar, o DB está iniciando as obras de sua unidade especializada em exames de toxicologia, espaço com mais de 3.500m² que receberá um investimento de R$ 30 milhões. “Com esses mais de R$ 50 milhões investidos em nossas unidades, consolidaremos o nosso crescimento de forma robusta e sustentável. Com toda essa excelência, conseguimos oferecer, ainda, apoio para nossos clientes em diferentes setores, seja na assessoria da gestão dos exames, treinamento para a coleta, auxílio em tecnologia da informação e marketing, tudo para que eles sejam fortes e sustentáveis, pois, dessa forma, nós seremos também”, completa Tobias Thabet Martins.

HEALTHBIT: como o uso de dados e tecnologias pode melhorar o sistema de saúde

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Health Tech brasileira de Big Data utiliza tecnologia e inteligência artificial na melhoria de uso do plano de saúde e prevenção de casos graves em grandes empresas

Grande pesadelo para as empresas, os custos com planos de saúde representam, na maioria delas, a segunda maior despesa com pessoal, perdendo apenas para a folha de pagamento. Em alguns casos, os gastos superam a folha de pagamento. Os reajustes nos planos de saúde equivalem, hoje, de duas a três vezes o índice do IPCA, segundo pesquisa feita no ano passado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) e a Aliança para a saúde populacional (Asap). Os departamentos de RH das empresas têm buscado, na tecnologia, soluções para diminuir esses custos e encontram, na HealthBit, uma importante aliada.

Sediada em Campinas, São Paulo, a empresa é uma Health Tech 100% brasileira que trabalha com soluções para a saúde com um diferencial: a utilização da tecnologia para melhorar a gestão de saúde como um todo. Focada na análise de dados e tecnologias aplicadas à inteligência em saúde nas corporações, a HealthBit realiza uma análise inovadora do setor e tem conseguido ajudar dezenas de grandes empresas a evitar complicações sérias de doenças em seus colaboradores.

“Aumentamos a eficiência do sistema de saúde ao trazermos ao mercado soluções viáveis, financeiramente, para identificar em massa grupos de atenção elegíveis a programas de promoção à saúde e levantar possíveis problemas de cobrança no plano médico”, explica Murilo Wadt, cofundador da HealthBit.

Com tecnologia própria, a empresa oferece um serviço completo que atende a todas as necessidades de um gestor de saúde: análises personalizadas, acompanhamento de casos, comunicação e execução de programas de saúde, checagem de conta e mais. A análise do banco de sinistros das empresas e de mapeamentos de saúde dos funcionários e seus familiares permite à HealthBit monitorar e avaliar a saúde de toda a população da empresa, visualizando cenários de melhorias, identificando grupos específicos e sugerindo programas de saúde, acompanhando os casos crônicos e graves, e detectando possíveis erros e desvios de cobrança.

Um dos clientes da health tech, com mais de 40 mil vidas dentro da cobertura do plano de saúde, gastava mais de R$ 11 milhões com partos e UTI Neonatal. A inteligência de dados da HealthBit mostrou que os maiores gastos estavam nos casos das gestantes com menos de quatro consultas de pré-natal. A análise apontou, ainda, que uma redução de 3% nas internações cobriria a isenção de coparticipação e a criação de um programa de saúde.

“Criamos um sistema de fichas clínicas de acompanhamento com alertas para as operadoras e as gestantes ativas no programa passaram a ganhar isenção de coparticipação. A adesão foi de 89% de uma massa de mais de mil gestantes ao ano”, comemora Wadt.

Como resultado da decisão embasada em dados e métodos, os custos com as internações caíram para R$ 3 milhões, após um ano de atuação. Fundada em 2015, a proposta de trabalho da HealthBit tem atraído gigantes multinacionais com interesse na promoção à saúde e redução de custos assistenciais. Hoje em dia a empresa trabalha com mais de 140 empresas em seus sistemas e tem expandido rapidamente, inclusive para suporte em entidades públicas.

“Em um primeiro momento, nosso objetivo é aumentar a eficiência do sistema de saúde, para que mais pessoas sejam bem atendidas e tenham seus casos prevenidos ou resolvidos. A redução de custos é consequência desse trabalho bem feito”, afirma Wadt. “Sempre buscamos criar novas soluções para os desafios de nossos clientes e depois compartilhar as experiências com o mercado, criando um ciclo virtuoso”, complementa.

Para isso, além das análises de saúde e sugestões de melhorias, a HealthBit utiliza tecnologias complementares que geram canais de comunicação para toda a população da empresa, focando na melhor disseminação de informações. Para os casos de acompanhamento de saúde, informações são entregues via SMS, App e portais online.

Para outro cliente, uma indústria alimentícia com mais de 50 mil vidas dentro do plano, o desafio era repassar avisos de instalações perigosas para funcionários que atuavam em supermercados e estavam em risco. A análise de perfil durante a pesquisa inicial mostrou que utilizar o app desejado pela empresa seria inviável porque os colaboradores possuíam smartphones, mas não pacote de dados.

A solução oferecida foi usar SMS Corporativo, gratuito ao usuário, com custo zero de manutenção por utilizar pacote sobressalente da área de Marketing da Empresa. “Com isso, a meta de avisos e penetração do programa de prevenção de acidentes foi em muito superada”, revela Wadt.