Air Liquide Healthcare lança seu novo website no Brasil

Conteúdo está distribuído em três seções principais: Especialidades, Hospitais e Profissionais e Nossa Oferta

siteairliquidehealthcareA Air Liquide Healthcare Brasil, segmento que reúne as atividades do grupo Air Liquide na área da Saúde, lançou um website com conteúdo exclusivo e especializado. O site www.airliquidehealthcare.com.br reúne informações completas sobre as soluções oferecidas para o cuidado de vidas em ambiente hospitalar e domiciliar, bem como para o atendimento de profissionais – médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, etc – e pacientes.

O novo site da Air Liquide Healthcare se destaca pelo design simples, navegação intuitiva e é totalmente responsivo. O conteúdo está distribuído em três seções principais: Especialidades; Hospitais e Profissionais; e Nossa Oferta.

Em Especialidades, estão as informações sobre as diferentes áreas e segmentos para os quais a Air Liquide Healthcare oferece soluções, como por exemplo: analgesia e anestesia, criopreservação, dermatologia, laparoscopia, oftalmologia e terapia intensiva. A seção se destaca ainda pelo conteúdo referente ao tratamento da Hipertensão Pulmonar, patologia pouco conhecida até mesmo entre a classe médica.

A seção Hospitais e Profissionais reúne conteúdo focado no atendimento às necessidades das áreas e profissionais que atuam nas instituições de saúde, tais como: emergência, laboratórios, médicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, dentistas, entre outros. E em Nossa Oferta, estão distribuídas informações completas sobre as soluções em produtos e serviços para hospitais e clínicas, como ventiladores mecânicos, equipamentos para gasoterapia, monitores multiparamétricos, instalações hospitalares, aplicações de gases medicinais e terapêuticos, entre outras.

Pelo site, é possível ainda solicitar orçamentos e consultar documentos técnicos, como as FISPQs (Fichas de Informação de Segurança de Produtos Químicos) e catálogos. O lançamento da página faz parte do projeto de integração de todos os sites do Grupo Air Liquide, que também podem ser acessados a partir do site www.airliquide.com.br

Aplicativo levará atendimento médico em hotéis para turistas durante as Olimpíadas

Beep é capaz de levar atendimento médico 24 horas

aplicativoolimpiadasO Beep Saúde começa operando na cidade do Rio de Janeiro e São PauloDe olho na demanda de potenciais pacientes vindo para as Olimpíadas, médicos desenvolveram um aplicativo bilíngue capaz de levar atendimento nos hotéis: o Beep Saúde (beepsaude.com.br).

O aplicativo é capaz de levar atendimento médico 24 horas, onde e quando o paciente desejar, inclusive em feriados e finais de semana. Basta baixar o Beep em celulares com sistema iOS ou Android e se cadastrar. O aplicativo é gratuito e não há qualquer cobrança de mensalidade.

O Beep funciona de acordo com a localização do paciente. O aplicativo mostra para o usuário as opções de médicos da especialidade desejada que estão disponíveis para atendimento imediato, em um raio de até 10km. A partir daí ele visualiza o currículo de cada um e pode "beepar" o profissional escolhido. Ao final da consulta, o paciente tem a opção de avaliar o atendimento, concedendo de 1 a 5 estrelas para o médico. Esta avaliação conta para a permanência do profissional na rede do Beep.

O Beep Saúde começa operando na cidade do Rio de Janeiro e São Paulo, e já nessa fase de lançamento conta com mais de 1200 médicos cadastrados, em todas as especialidades e bilíngues. O processo de seleção desses profissionais passa pela análise curricular e documental. São selecionados médicos formados nas mais tradicionais universidades e serviços de residência médica, com experiência comprovada, além de serem bilíngues, claro.

O valor da consulta tem o piso de R$200,00, mas é fixada por cada médico, de acordo com suas expectativas. Todos oferecem recibo, que serve como comprovante para reembolso no plano de saúde e declaração do imposto de renda. Todas as consultas são pagas exclusivamente via cartão de crédito.

Vander Corteze, idealizador do app, estima fazer até 5 mil consultas por mês, fechando um ano de lançamento do Beep com mais de 150 consultas por dia. Com a chegada das Olimpíadas a expectativa de expansão do serviço é ainda maior.

Principal autor do estudo Sepse 3.0 esclarece dúvidas dos médicos intensivistas

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A segunda semana de agosto será especial para os médicos brasileiros. A AMIB organiza em São Paulo (SP) a palestra do dr. Mervyn Singer, principal autor do estudo Sepse 3.0, terceiro consenso internacional de definições de sepse e choque séptico. O evento Sepse 3.0 – Novas definições e implicações acontecerá no dia 8 de agosto, às 19h30, no Centro de Convenções Rebouças.

O médico inglês é professor de Medicina Intensiva na University College de Londres e realiza pesquisas especialmente nas áreas de sepse, falência múltipla de órgãos, choque e monitoramento hemodinâmico. Durante sua passagem pelo Brasil, pretende esclarecer dúvidas sobre as novas diretrizes desse importante problema das UTIs.

A AMIB considera que é extremamente importante que os médicos intensivistas conheçam sobre o estudo em detalhes. O dr. Singer comenta que "os padrões antigos para identificação da sepse foram estabelecidos há mais de 10 anos e não davam instruções claras do que é choque séptico ou falência de órgãos, por exemplo". "Como resultado, nós tínhamos uma grande confusão na literatura, com grandes variações de incidência de sepse e mortalidade", comenta o professor.

Programação

A palestra do intensivista inglês será aberta a médicos de todas as especialidades. Segundo o dr. Murillo Santucci Assunção (SP), presidente do Comitê de Infecção da AMIB, Gestão 2016-2017, a vinda do dr. Singer é extremamente importante, pois ele fez parte do time de especialistas que traçou as novas especificações para a sepse. "Esses eventos têm como principal objetivo que o médico esclareça suas dúvidas sobre esse importante tema, de altos índices de mortalidade", explica o dr. Murillo Assunção.

Sobre sepse e seus dados epidemiológicos

Antes conhecida como infecção generalizada, a sepse é uma inflamação generalizada do organismo contra uma infecção que pode estar em qualquer órgão. Essa inflamação tem como consequência a parada de funcionamento de um ou de mais órgãos, com risco de morte se não tratada rapidamente.

Qualquer tipo de infecção, leve ou grave, pode evoluir para sepse. As mais comuns são a pneumonia, infecções na barriga e infecções urinárias. Os principais sintomas são febre, aceleração do coração, respiração mais rápida, fraqueza intensa e tonteiras e pelo menos um dos sinais de gravidade, como pressão baixa, diminuição d quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos.

O estudo PROGRESS, último sobre o assunto realizado no Brasil, apontou que o país tem uma alta letalidade de sepse quando comparado a outros países, de acordo a antiga metodologia de diagnóstico. Temos uma letalidade de 67,4% dos pacientes, quando mundialmente a porcentagem é de 46%. Em termos numéricos, estima-se que 400 mil novos casos são diagnosticados por ano e 240 mil pessoas chegam a óbito.

O Dr. Singer aponta que, com a nova metodologia de identificação da síndrome, a tendência é que as estatísticas caiam. "Muitas vezes, os altos ou baixos números de morte por sepse nos países vinham de diferenças na forma de classificar e notificar a doença", explica o autor do estudo. O pesquisador espera que o estudo Sepse 3 incentive as autoridades sanitárias a padronizar o que é considerado sepse.

Serviço

Sepse 3.0 – Novas definições e implicações

Palestra com dr. Mervyn Singer

19h30

Centro de Convenções Rebouças

av. Rebouças, 600

Pinheiros – São Paulo – SP

Associados AMIB: gratuito

Não-associados: R$ 150

Inscrições: www.amib.org.br

Parceria entre Eldorado, HC Unicamp e Intel viabiliza implantação de tecnologia de beacons

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O Eldorado, em parceria com o HC da Unicamp e a Intel, viabilizou a implantação, em maio, de uma solução de indoor location (localização interna) para profissionais que atuam no transporte intra-hospitalar de pacientes no Hospital das Clinicas da Unicamp. O Instituto desenvolveu um aplicativo compatível com o sistema de proximidade em ambientes fechados, baseado em beacons, que visa auxiliar na gestão da equipe de escolta intra-hospitalar para pacientes, reduzindo o tempo de espera desses pacientes em salas de exame, otimizando a alocação da equipe de escolta e dando maior visibilidade da movimentação desses profissionais para a central de controle de transporte intra-hospitalar.

No hospital, anualmente, são realizados 2,6 milhões de consultas e procedimentos ambulatoriais, mais de 3,3 milhões de exames, 15 mil internações eletivas e de urgência e quase 15 mil cirurgias, o que equivale, em média, a 40 cirurgias diárias. “Com um fluxo grande de pessoas diariamente no hospital, a gestão com o suporte desta nova tecnologia trará grandes benefícios aos pacientes e contribuirá para a otimização de alguns de nossos processos. ”, afirmou o diretor de informática do HC, Edson Kitaka.

“A tecnologia irá melhorar o fluxo de movimentação dos pacientes da enfermaria para os laboratórios e diminuirá o tempo que esse paciente fica esperando nos locais de exame, além de nos dar controle do fluxo da escolta também.”, conta Kitaka.

Na prática, a tecnologia permite localizar objetos, ou, no caso, os profissionais responsáveis pelo deslocamento de pacientes dentro do ambiente do hospital, por meio do sinal de bluetooth low energy, que emitido pelos beacons. Para que isso seja possível, a equipe do Eldorado disponibilizou um aplicativo Android, que, utilizando a intensidade do sinal do beacon, identifica o quão próximo o profissional se encontra de uma determinada região.

Os testes da solução estão sendo realizados no setor de cardiologia do hospital. Existem onze beacons instalados nos principais locais da especialidade, como a enfermaria de cardiologia, o elevador, os laboratórios e algumas salas de exame. Assim que o profissional passa com seu celular que possui o aplicativo instalado, a central saberá que este profissional se encontra naquele local e poderá encaminhar outros chamados ou mesmo cancelar o transporte de um paciente, caso necessário. É possível também que o profissional da escolta emita um aviso informando que necessita contatar a central. Através de tablets disponibilizados pela Intel para esses testes, a central de controle de transporte possui uma visão geral de seus profissionais de escolta e de sua localização dentro da área coberta dos beacons no hospital. A central também pode solicitar que a equipe de escolta entre em contato ou informar um novo transporte.

Desde 2014, o Eldorado possui parceria com a Intel e, através desta parceria, contou com o apoio no fornecimento dos tablets para os testes iniciais. Estes dispositivos, produzidos pela Intel para uso no setor educacional, são finos, resistentes a quedas e com amortecedores de borracha que oferecem proteção adicional à tela, são também resistentes a água e poeira, com reforço nas portas de conexão e botões e textura antideslizante. Por possuírem tais características se mostraram também ideais para o ambiente hospitalar.

Esta solução foi desenvolvida durante uma oficina do Eldorado, que estuda novas tecnologias para a área da saúde, e ficará em teste pelo período de três meses. “A ideia inicial era identificar uma necessidade da gestão hospitalar e, com o uso de tecnologia, auxiliar na otimização dessa gestão. Através da parceria existente com o HC Unicamp pudemos aprofundar nosso conhecimento nos processos e em algumas necessidades existentes em um hospital de grande porte como o Hospital das Clínicas da Unicamp. Desta forma, propusemos o uso de Indoor Location para atuar como um suporte na gestão das equipes que fazem a escolta intra-hospitalar. ”, conta Márcia Santos, Gerente de P&D do Eldorado.

Márcia ressalta que a parceria abre caminho para mais estudos e consequentemente a expansão da tecnologia em outras áreas do hospital futuramente. “A equipe de TI do HC da Unicamp, dirigida pelo Edson Kitaka é muito receptiva ao benefício que a tecnologia pode trazer aos processos do hospital e identificaram no Eldorado um parceiro que pode viabilizar a criação de soluções que os ajude a otimizar esses processos. Para o Eldorado, este case permite a aquisição de conhecimentos especifícos, tecnológicos e de negócios, e uma aproximação ainda maior do setor de saúde como provedor de soluções inovadoras. Podemos aprimorar essa tecnologia e validar também a aplicabilidade a outros setores. ”, conclui.

Multinacional referência em tecnologia para segmento de odontologia aumenta receita com Marketing de Fidelização

Multinacional referência em tecnologia para segmento de odontologia aumenta receita com Marketing de Fidelização
Rafael Assunção

Ao adotar estratégias de relacionamento e fidelização de clientes por meio de um programa de incentivo, a Sirona - empresa referência mundial no desenvolvimento de soluções para o segmento odontológico - registrou um aumento de R$ 10 milhões na receita, ano passado. O “Programa Embaixador Sirona” consiste em um programa de  loyalty marketing ou marketing de fidelização e é baseado em tecnologia de automação. A estratégia já é uma conhecida do mercado. De acordo com a Associação de Marketing Promocional (Ampro), hoje, cerca de 1.500 empresas utilizam programas de incentivo no Brasil, sendo que os principais setores que a usam em ordem decrescente são: Indústria (83%), Serviços (79%), Financeiro (56%), Comércio (54%) e Governo (14%).

Foi a partir de uma análise conjunta entre os setores de marketing e vendas, que a Sirona chegou à conclusão que o meio mais eficaz para buscar oportunidades de negócio era o famoso “boca-a-boca”. Então, logo veio o desafio: como engajar os clientes (consultórios, clínicas, laboratórios odontológicos e distribuidores autorizados) a fazerem indicações dos produtos e serviços da empresa para outros colegas? Para solucionar o problema, a Sirona contou com o apoio da Valuenet Incentive Solutions, empresa que desenvolve tecnologia para o gerenciamento de campanhas de incentivo de vendas no Brasil.

Vestindo a camisa

Com a necessidade de estimular de forma mais ativa os clientes e entender exatamente quem são aqueles que fazem indicações e aqueles que foram indicados, a Sirona implementou o programa e a tecnologia de automação digital, em  2014. Desta forma, a empresa alcançou vantagens como o crescimento na geração de leads e uma forma eficaz de desenvolver relacionamento com os clientes. “Passamos a conhecer quem de fato está vestindo a camisa Sirona”, explicou a gerente de marketing da Sirona, Marília Lima. O programa tornou-se o maior gerador de leads da empresas, que antes tinha uma taxa de conversão de clientes em torno de 5%. Hoje, essa porcentagem subiu para 20%.

Tecnologia em programas de relacionamento e incentivo

O CEO da Valuenet, Rafael Assunção, explica que o Fielo é a solução tecnológica da Valuenet para o gerenciamento de programas de relacionamento e incentivo que demandem múltiplas entradas de dados, configurações de regras complexas e operação de multi-campanhas. "Ela foi desenvolvida integralmente plataforma Salesforce, a ferramenta dispensa a necessidade de investimentos em infraestrutura", ressalta.

A Valuenet Incentive Solutions possui mais de 12 anos de experiência na gestão do relacionamento com clientes. Atualmente, possui três escritórios, localizados em São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis. A tecnologia e expertise da empresa permitem desenvolver programas mais relevantes e sofisticados que utilizam modernas estratégias de Loyalty e Gamificação para garantir o engajamento e fidelização dos participantes. O diferencial da Valuenet está em oferecer uma ferramenta de gestão completa para o relacionamento com clientes, aplicando tecnologia e inteligência de dados para acompanhamento, mensuração e análise de resultados.

Unidade Vila Nova lança o Programa de Orientação Profissional para Jovens

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Escolher qual a profissão seguir muitas vezes não é uma tarefa fácil, pelo contrário, não envolve só decidir o curso que irá fazer ou qual universidade escolher, e sim, qual a carreira seguir e como será o seu futuro profissional.

Pensando nisso, a Unidade Vila Nova, Unidade Avançada do Hospital Santa Mônica, lança o Programa de Orientação Profissional para Jovens, conduzido por Marina Zarvos Ramos de Oliveira, psicóloga, que possui ampla experiência com adolescentes, no sentido de assisti-los nessa fase de vida que, como se sabe, é talvez uma das mais complexas e conflitantes. É nesse momento, por exemplo, que a sociedade em geral (em todo o mundo moderno) exige que o jovem se defina profissionalmente, quando na maioria das vezes ele ainda está em busca de sua identidade pessoal.

Isso acarreta conflitos com resultados muitas vezes danosos, tais como: insegurança, ansiedade, sentimentos de solidão e recusa de enfrentamento da realidade que se impõe.

Objetivos

• Assistir, apoiar e orientar jovens em fase de escolha da futura profissão;

• Desenvolver a auto percepção;

• Promover o autoconhecimento;

• Favorecer o contato com o universo das profissões e mercado de trabalho.

Conteúdo

Investigação e sondagem dos:

• Interesses;

• Habilidades;

• Traços de personalidade;

• Informação sobre as profissões e instituições de ensino.

Estratégia: Encontros coletivos e individuais, roda de conversa, recursos áudio visuais.

Público-alvo: Jovens em fase de escolha profissional

Duração: 8 encontros (1h30 cada)

Dia da semana: quinta feira das 17h às 18h30

O trabalho poderá ser realizado: em grupo ou individualmente

Mais informações poderão ser obtidas pelo telefone: (11) 3045-2228 ou por email: contato@unidadevilanova.com.br. Unidade Vila Nova, Rua João Lourenço, 190 – Vila Nova Conceição, São Paulo

Dados estatísticos

Segundo publicado no site Universia Brasil, um dos principais desafios das universidades na atualidade é a evasão no ensino superior brasileiro, tema discutido na II edição do seminário sobre o assunto, realizado em Brasília em outubro do ano passado. Nos últimos 15 anos, o número de brasileiros matriculados no ensino superior aumentou em 5,5 milhões. Por outro lado, as instituições enfrentam a cada ano índices de desistências dos alunos, que atingem 25% na rede privada e 12% nas instituições públicas.

"Para a psicóloga e orientadora vocacional da Unidade Vila Nova, Marina Zarvos Ramos de Oliveira," uma das explicações para a evasão nas universidades, seja por trancamento de matrícula, seja por mudança de curso e consequente perda de semestres/anos cursados, está a falta de orientação aos alunos do Ensino Médio. As escolas estão, na maioria dos casos, voltadas ao preparo dos alunos para o sucesso nos vestibulares e nas provas do Enen. São louváveis exceções aquelas que preveem, no currículo, programas para orientar o adolescente em suas escolhas, com profissionais habilitados para isso. Em geral, o resultado precede ou até substitui o processo, numa inversão com efeitos preocupantes: o foco no resultado - entrar na universidade, tem deixado de lado o processo que inclui não só formação acadêmica, mas também informação e orientação sobre cursos e carreiras, e sua relação direta com o perfil individual. Com isso, as escolhas são feitas por critérios aleatórios como: idealização de carreiras, facilidade de acesso, cursos "da moda", influência de amigos, pressão dos pais e outros. E a psicóloga ressalva que "essa é uma constatação e não um julgamento das escolas de Ensino Médio, visto que a sobrevivência das instituições escolares está, infelizmente, vinculada a boas colocações nos "rankings" numéricos, e não à coerência de seus projetos pedagógicos.

2iM é reconhecida pela ANS como empresa gestora de outros programas para o QUALISS

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Após a publicação da RN 405, no primeiro semestre deste ano, a ANS divulgou as empresas que atuarão como apoiadoras ao QUALISS. Esta divulgação ocorreu no dia 19 de julho durante a primeira reunião oficial do COTAQ (Comitê Técnico da Qualidade Setorial).

A Agência reconheceu 10 entidades para esta parceria. A 2iM, startup na área de tecnologia e inteligência médica, foi reconhecida pela ANS como uma entidade gestora de programas de qualidade no QUALISS. Veja notícia completa no site da ANS.

“Este reconhecimento veio ao encontro do objetivo e missão da 2iM, criada há quase 5 anos”, afirma César Abicalaffe, CEO da 2iM S/A. Atualmente a 2iM avalia o desempenho de mais de 30 mil médicos. Mais de 20% dos hospitais da ANAHP utilizam a sua metodologia e software para avaliação do corpo clínico e 6 UNIMEDs já utilizam o GPS.2iM© para avaliar seus cooperados. Destas 6 UNIMEDs, três estão entre as seis maiores do país. Diversos projetos no SUS já estão sendo praticados com a solução GPS.2iM©, avaliando desde as equipes de saúde da família, Ambulatórios de Especialidades e redes hospitalares estaduais.

Essa experiência foi reconhecida pela ANS, que permitiu à 2iM ser uma das empresas que irá atuar diretamente no QUALISS. A companhia e seus gestores atuam no programa da ANS desde a sua primeira versão.

Programa de indicadores

No dia 19 de julho também foi consolidada a parceria da ONA com a 2iM. As organizações firmaram um Termo de Parceria para desenvolvimento de programas de indicadores de qualidade do setor de saúde Brasileiro. O programa criado pela ONA será um referencial no mercado e finalmente poderá trazer benchmarks confiáveis considerando diferentes níveis e complexidades dos prestadores.

A ferramenta e a metodologia da 2iM, incrementada pelo conhecimento dos técnicos da ONA, garantirá o sucesso e o respeito aos indicadores, que serão consolidados e divulgados ao mercado.

O programa poderá ser utilizado para monitorar indicadores de gestão para melhoria da qualidade relacionada à saúde. Esse programa visará atender à demanda da ANS no que se refere ao PM-QUALISS (programa de monitoramento do QUALISS). Este projeto visa tornar públicos os dados para estimular a qualidade do sistema de saúde nacional com um todo.

Na fase 1 do projeto, os hospitais e prestadores participantes, de forma voluntária, poderão informar seus dados para compor os indicadores de desempenho.

Na fase 2 do projeto, haverá um processo de integração automática com os principais sistemas de informações hospitalares em uso no país. Ações já estão sendo feitas para construir um padrão de extração dos dados para minimizar os erros e inconsistência nos dados auto-declarados, além de reduzir substancialmente os custos dos prestadores para coletar manualmente as informações.

A 2iM tem a certeza de que está contribuindo fortemente para uma mudança no modelo mental dos gestores, dos prestadores de serviços e dos pacientes. O processo sistematizado de avaliação de qualidade e a sua difusão pública, política comum em diversos países desenvolvidos, contribui para a transparência no setor, pois gera maior foco e comprometimento com a qualidade. Essa lógica também possibilitará a revisão do modelo de remuneração, saindo da lógica perversa atual para um modelo de remuneração com base no desempenho ou valor.

Dia Nacional da Saúde: eHealth beneficia ambiente da saúde

Pesquisa da Salesforce identifica que tecnologias como telemedicina e dispositivos portáteis tende a aprimorar tratamento e relacionamento entre médicos e pacientes. Novas tendências abrem inúmeras oportunidades para indústria

telemedicina hospitalar feira rev siteTecnologias aprimoram o tratamento e o relacionamento entre médicos e pacientesDia 05 de agosto é o Dia Nacional da Saúde. Mais do que despertar o interesse na população acerca dos cuidados e do valor da saúde, a data tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da educação sanitária. Foi escolhida para homenagear o médico sanitarista, Oswaldo Cruz, personagem importante na luta do combate e erradicação das epidemias da peste, varíola e febre amarela no Brasil no começo do século XX. O médico também foi responsável pelo advento da ciência e tecnologia na saúde brasileira ao criar o Instituto Soroterápico Federal (Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ) e a fundação da Academia Brasileira de Ciências.

A tecnologia, por sua vez, tem tomado cada vez mais espaço em fóruns e congressos da comunidade de saúde no país. Em maio deste ano, a 23ª Edição da Feira Hospitalar reuniu especialistas da área para discutir a Gestão em Saúde: Eficiência, Inovação e Sustentabilidade, mas a feira teve como principal tema de pano de fundo o uso de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) na saúde, mais conhecido como eHealth. No ambiente de Healthcare, ou assistência e cuidado médico, a tecnologia tem potencial de ser um fator chave desta transformação, afinal o eHealth nada mais é que o uso de recursos tecnológicos para ampliar a assistência ao paciente, facilitar o acesso a médicos e a profissionais de saúde e, principalmente, diminuir os custos operacionais evitando desperdícios. 

E a população valoriza o uso de recursos tecnológicos, especialmente no atendimento médico. Segundo pesquisa realizada pela Salesforce, Relatório de Pacientes Conectados de 2016, novas tecnologias como dispositivos portáteis e telemedicina estão permitindo que as pessoas assumam um papel mais ativo com relação à sua própria saúde. A empresa, especializada em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), entrevistou 2.025 adultos (1.736 com planos de saúde) para mapear a maneira eles se comunicam com seus prestadores de serviços, suas opiniões sobre telemedicina e wearables e suas experiências pós-alta do hospital.

Na pesquisa, a Salesforce identificou, por exemplo, que 90% dos pacientes com planos de saúde estão satisfeitos com os médicos, mas ainda não fazem uso da tecnologia para melhorar a comunicação com os profissionais. Ainda é muito comum o uso de telefone para marcar consulta (76%) ou pessoalmente (23%). O gerenciamento de dados também foi questionado e não é problema para os pacientes. 62% confiam em seus médicos para gerenciar dados, enquanto 29% ainda guardam seus históricos em um local de armazenamento físico, como uma pasta ou uma caixa de sapatos.

A interação com o profissional é bem importante para os pacientes. O levantamento aponta que quase metade dos pacientes (48%) consulta o mesmo médico há mais de 10 anos, mas 33% acham que não os reconheceriam se cruzassem com eles na rua. A demanda passa a ser a comunicação de maneira mais moderna e pessoal com seus médicos. O estudo aponta, por exemplo, que 78% dos pacientes com plano de saúde e wearables gostariam que seus médicos acessassem os dados de seus dispositivos para ter visibilidade de seu atual estado de saúde. No caso da geração Y, 67% afirmou que usaria um dispositivo wearable de saúde fornecido a eles por suas operadoras de planos de saúde em troca de mensalidades potencialmente melhores com base nos dados reunidos.

No caso de necessitar de um cuidador, a tecnologia toma um papel ainda mais importante na vida dos pacientes, segundo a pesquisa. 62% dos pacientes que têm plano de saúde estariam abertos a tratamentos virtuais de saúde, com o uso de videoconferência em alternativa a consultas médicas presenciais. Já 59% dos pacientes escolheriam um médico que oferecesse um aplicativo móvel.

A melhora na comunicação durante o processo de pós-alta também seria beneficiada pela tecnologia na saúde. Do universo de 1.736 pacientes com planos de saúde consultados na pesquisa, 26% foram hospitalizados ou tiveram uma pessoa da família hospitalizada nos últimos dois anos. Desses, 61% avaliam que o processo de pós-alta poderia ser melhor, especialmente na comunicação entre seus médicos e outros membros de suas equipes de atendimento.

“Hoje, os pacientes escolhem seus prestadores de serviços também com base em como eles usam a tecnologia para se comunicar e gerir sua saúde”, afirma Joshua Newman, diretor médico e gerente geral da Salesforce Healthcare and Life Sciences. “Os prestadores de serviços de assistência médica que constroem relacionamentos mais profundos com o paciente, seja com atendimento móvel, uso de wearables ou uma melhor comunicação pós-alta, estão em vantagem, hoje e no futuro.”

Portal do paciente é necessário para aumentar o engajamento do paciente

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Ao treinar médicos sobre como usar uma nova ferramenta, como um sistema de registro eletrônico de saúde ou um portal do paciente, o Colorado Permanente Medical Group (CPMG) alerta para a importante tarefa do engajamento do paciente de uma forma positiva.

William Wright, ex-diretor médico executivo do grupo Colorado Permanente contou: "Se você apenas colocar um computador na sala de exame e dizer ao médico para fazer mais, não será eficaz".

Ao invés disso, disse ele, uma instalação mostra aos prestadores como eles podem olhar para a tela com o paciente e analisar com ele, por exemplo, como uma calculadora de risco cardiológico funciona, ou como uma rotina de exercícios no YouTube pode ajudar. "Os médicos podem incorporar a tecnologia não como um intruso, mas como um facilitador, uma ferramenta que ajude na comunicação com paciente", concluiu Wright.

O ex-diretor também falou sobre a popularidade do portal do paciente, apontando que as mulheres mais velhas são as mais rápidas e ágeis na adoção da ferramenta. O portal dá aos pacientes o acesso aos resultados dos testes, a capacidade de obter informações sobre receitas e lhes permite agendar compromissos.

Um estudo recente publicado no Journal of Internet em Pesquisa Médica descobriu que portais para o paciente devem proporcionar uma comunicação mais personalizada, contato direto com fornecedores e interatividade para engajar plenamente os pacientes.

"Temos visto um aumento na satisfação do paciente depois que abrimos os registros", disse Wright. "Há alguma ansiedade sobre isso entre os médicos, mas acho que isso vai ser superado, porque é a natureza do mundo em que vivemos."

E para entender mais sobre portais e ferramentas digitais não perca a oportunidade de conhecer o maior trade show de inovação em saúde da América Latina, o Hospital Innovation Show, o evento contará com mais de 10 espaços simultâneos de apresentação focados em diferentes cargos da instituição. Solicite sua credencial aqui.

Pacientes idosos não estão sendo atingidos por ferramentas digitais, aponta pesquisa

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Pacientes idosos são os que apresentam maior massa crítica e apesar das grandes vantagens disponibilizadas pelo setor em cuidado e tratamento, o número de ferramentas digitais disponibilizadas ainda são relativamente baixos, de acordo com a publicação feita pelo JAMA (Journal of the American Medical Association).

A Pesquisa descreve a realidade dos consumidores americanos em que 4.355 idosos foram questionados sobre o uso de tecnologia nos anos de 2011 a 2014, e embora 76% desse número tenha respondido utilizarem telefones celulares e 64% também utilizarem computadores, apenas 16% utilizam para busca de informações de saúde.

Além disso, muito menos usam ferramentas digitais para preencher prescrição médicas, 8%, e para fazer contatos clínicos, 7% e para acompanhar ou contatar o seguro de saúde, 5%. A diferença entre 2011 e 2014 foi mínima: apenas 21 por cento usado qualquer ferramenta de Saúde Digital em 2011, enquanto 25 por cento afirmaram fazê-lo três anos depois.

A maior finalidade para a internet é por busca de informações de saúde e bem-estar, em segundo para falar com um prestador e por fim para acompanhar o seguro de saúde.

Apenas 1,1% entraram na internet para todas as quatro funções em 2011, crescendo apenas 1,8% em 2014. Enquanto 14% aumentou o número de modalidades que eles usaram, 10 por cento diminuiu a sua utilização.

"Saúde Digital não está atingindo a maioria dos idosos e está associada com as disparidades socioeconômicas, suscitando preocupações sobre sua capacidade de melhorar a qualidade, custo e segurança dos seus cuidados de saúde", escreveram os autores da pesquisa em um artigo.

Para entender melhor sobre as ferramentas digitais para idosos e para a saúde, não perca a oportunidade de conhecer o maior trade show de inovação em saúde da América Latina, o Hospital Innovation Show, o evento contará com mais de 10 espaços simultâneos de apresentação focados em diferentes cargos da instituição, solicite sua credencial aqui.