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Air Liquide Healthcare lança seu novo website no Brasil

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A Air Liquide Healthcare Brasil, segmento que reúne as atividades do grupo Air Liquide na área da Saúde, lançou um website com conteúdo exclusivo e especializado. O site www.airliquidehealthcare.com.br reúne informações completas sobre as soluções oferecidas para o cuidado de vidas em ambiente hospitalar e domiciliar, bem como para o atendimento de profissionais – médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, etc – e pacientes.

O novo site da Air Liquide Healthcare se destaca pelo design simples, navegação intuitiva e é totalmente responsivo. O conteúdo está distribuído em três seções principais: Especialidades; Hospitais e Profissionais; e Nossa Oferta.

Em Especialidades, estão as informações sobre as diferentes áreas e segmentos para os quais a Air Liquide Healthcare oferece soluções, como por exemplo: analgesia e anestesia, criopreservação, dermatologia, laparoscopia, oftalmologia e terapia intensiva. A seção se destaca ainda pelo conteúdo referente ao tratamento da Hipertensão Pulmonar, patologia pouco conhecida até mesmo entre a classe médica.

A seção Hospitais e Profissionais reúne conteúdo focado no atendimento às necessidades das áreas e profissionais que atuam nas instituições de saúde, tais como: emergência, laboratórios, médicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, dentistas, entre outros. E em Nossa Oferta, estão distribuídas informações completas sobre as soluções em produtos e serviços para hospitais e clínicas, como ventiladores mecânicos, equipamentos para gasoterapia, monitores multiparamétricos, instalações hospitalares, aplicações de gases medicinais e terapêuticos, entre outras.

Pelo site, é possível ainda solicitar orçamentos e consultar documentos técnicos, como as FISPQs (Fichas de Informação de Segurança de Produtos Químicos ) e catálogos. O lançamento da página faz parte do projeto de integração de todos os sites do Grupo Air Liquide, que também podem ser acessados a partir do site www.airliquide.com.br

Air Liquide Healthcare

Fornece gases medicinais, serviços de atendimento domiciliar, produtos de higiene, equipamentos médicos e ingredientes especiais. Em 2015, atendeu em todo o mundo a mais de 7.500 hospitais e mais de 1,3 milhões de pacientes em tratamento domiciliar. Os negócios do segmento atingiram € 2.799 milhões em receitas em 2015, com o apoio dos seus 13.500 funcionários.

Sobre a Air Liquide

Líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a Indústria e Saúde, a Air Liquide está presente em 80 países, com aproximadamente 68.000 empregados e atende mais de 3 milhões de clientes e pacientes*. Oxigênio, Nitrogênio e Hidrogênio são moléculas essenciais à vida, matéria e energia. Elas incorporam o território científico da Air Liquide e estão no centro de suas atividades desde a fundação da empresa, em 1902.

A ambição da Air Liquide é ser líder em seu segmento, com performance a longo prazo e atuação sustentável. A estratégia da empresa centrada no cliente visa o crescimento rentável no longo prazo. Para isso, baseia-se na excelência operacional, investimentos seletivos, abertura à inovação e uma organização conectada em todo o mundo. Por meio do comprometimento e criatividade de seus empregados, a Air Liquide impulsiona a transição energética e de meio ambiente, as mudanças na saúde e digitalização, e entrega soluções que agregam valor a todos os seus públicos.

As receitas da Air Liquide somaram 16,4 bilhões de euros em 2015 e suas soluções de proteção à vida e ao meio ambiente representaram mais de 40% das vendas. Em maio de 2016, a Air Liquide completou a aquisição da Airgas, que teve receitas equivalentes a US$ 5,3 bilhões (cerca de € 4.8 bilhões) ao término do ano fiscal, em março de 2016. A Air Liquide está listada na bolsa de valores Euronext de Paris (seção A) e é membro dos índices CAC 40 e Dow Jones Euro Stoxx 50.

*Após a aquisição da Airgas em 23 de Maio de 2016

Pixeon é a única avaliada pela KLAS no Global PACS 2016 com notas acima da média do mercado Latino Americano

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A KLAS, organização de pesquisa que monitora a performance dos fornecedores de tecnologia para a saúde, avaliou pela primeira vez em seu relatório Global PACS 2016, o sistema de arquivamento e comunicação de imagens da Pixeon, o PACS Aurora. O sistema foi considerado pelos entrevistados da KLAS um software que agrega valor e é fácil de usar, além de ser um fornecedor que está nos planos de longo prazo de 100% dos compradores.

“Ver o PACS Aurora figurar entre as melhores soluções em uma pesquisa de porte mundial como a KLAS,e ainda estar acima da média do mercado,além de uma honra para a Pixeon, é também uma forma de mostrar que estamos nos posicionando e sendo vistos como um dos players mais importantes não somente do Brasil como da América Latina”, diz Roberto da Cruz, CEO da Pixeon. Entre empresas regionais, a única avaliada foi a Pixeon, juntamente com players multinacionais com atuação na América Latina.“A Global PACS 2016 é uma referência na área de healthcare e só reforça que estamos cumprindo nosso planejamento de nos tornarmos líderes no fornecimento de soluções para saúde nos próximos 4 anos”, complementa.

Foram entrevistadas mundialmente 342 organizações de saúde sobre a performance de seus fornecedores de PACS nas seguintes áreas: vendas e contratação, implementação e treinamento, funcionalidade e upgrades e ainda serviço e suporte.

O software da Pixeon foi avaliado com notas acima da média pelos seus compradores no mercado latino americano. Obteve nota 8 ou mais em alguns quesitos como facilidade de uso, qualidade de implementação, custo acessível, produto que supre as necessidades, traz resultados tangíveis e que recomendaria para outros compradores.

Neste relatório, além das avaliações, constam também opiniões detalhadas expressadas por executivos que implementaram em suas instituições o PACS Aurora. O CIO de uma das empresas compradoras do software da Pixeon comenta, por exemplo, que o PACS Aurora é um produto competitivo no mercado, com um preço factível. Além disso, outro dado que ampara os números da pesquisa é que os compradores também reforçaram que a Pixeon realiza esforços verdadeiros para colocar o sistema em funcionamento.

Os indicadores de performance da América Latina mostram que a Pixeon está com níveis superiores na maior parte dos quesitos analisados com relação aos demais players que possuem atuação na região.A empresa possui a maior parte de suas avaliações com nota acima de 80, quando todos os demais players que atuam na mesma região se encontram abaixo dessa média. Para a compra do software ser recomendada pela KLAS, é necessário com notas acima de 80, a Pixeon possui 86,4% em média, versus 78,6% do restante do mercado.

“A pesquisa da KLAS é mais uma maneira de entendermos como nossos clientes tanto do Brasil como da Argentina têm nos enxergado. E reflete de forma muito positiva que contribuímos para a geração de valor às instituições que utilizam nosso PACS para gerir suas imagens médicas”, finaliza o CEO.

Mater Dei oferece vários tipos de check-up para o cuidado com a sua saúde

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No Dia Nacional da Saúde (05.08), a Rede Mater Dei alerta da importância de estar em dia com a saúde e fazer exames regularmente. A coordenadora médica do Check-up da Rede Mater Dei de Saúde, Carla Tavares define o check-up como um procedimento da medicina preventiva para reduzir os riscos à saúde a partir da detecção de doenças, ainda na fase assintomática, para possíveis intervenções precoces e melhoria da qualidade de vida. “O paciente é avaliado por uma equipe médica multidisciplinar, realiza exames de imagem, gráficos e revisão laboratorial completa de acordo com o seu perfil individual”, conta a coordenadora. Ela acrescenta que o check-up ainda estratifica o risco de desenvolver determinadas doenças com objetivo de preveni-las.

De acordo com Carla, a avaliação preventiva é realizada, idealmente, em indivíduos adultos, assintomáticos (que ainda não tem nenhuma queixa clínica ou sintoma), para pesquisa de alguns tipos de câncer - colo de útero, mama, pulmão, pele, intestino e próstata e pesquisa de fatores de risco cardiovasculares como colesterol alto, hipertensão e diabetes, já que essas doenças podem não manifestar sintomas e trazer complicações cardiovasculares graves como o AVC (derrame) e o Infarto. “Quem já tem algum desses fatores citados acima ou, ainda, pessoas sedentárias, obesas ou fumantes, ou que apresentam histórico familiar positivo para doenças cardíacas, câncer ou doenças genéticas também devem procurar o serviço o mais breve possível”, esclarece a médica.

Etapas do Check-up no Mater Dei:

-Entrevista médica detalhada com as especialidades recomendadas de acordo com o sexo e a idade.

-Exame físico completo e medidas de peso, altura e índice de massa corporal (IMC).

-Determinação do risco de cardiovascular, de acordo com algoritmos específicos.

-Realização dos exames complementares solicitados a partir das avaliações citadas acima.

-Consulta de retorno, realizada cerca de 15 dias após a realização dos exames para apresentação dos resultados e de metas e estratégias a serem seguidas a partir daí.

A Rede Mater Dei de Saúde disponibiliza cinco tipos de check-ups, conheça:

Check-up Executivo

Nesta modalidade de Check-up, as avaliações médicas especializadas e exames aos quais o paciente deve se submeter são definidos a partir do sexo e da faixa etária. Os exames e avaliações médicas são realizados em um único dia e após 15 dias, os resultados ficam prontos.

Check-up Oncológico

Funciona de forma semelhante ao Check-up Executivo. Porém, o foco é o rastreamento do câncer ainda na fase assintomática ou inicial da doença. A definição dos exames a serem feitos baseia-se na prevalência de determinados tipos de câncer (entre eles o câncer de pele), de acordo com a idade e o sexo. Após a avaliação inicial, pode ser necessário complementar a investigação com uma consulta do oncologista ou geneticista.

Check-up Personalizado

Avaliação individualizada, que não se baseia apenas na idade e sexo do paciente e sim no histórico de saúde, hábitos de vida e antecedentes familiares obtidos, por meio de uma longa consulta, na qual o médico avalia, escuta, orienta e tira dúvidas sobre prevenção. Num segundo momento, o paciente retorna para realização dos exames e procedimentos solicitados.

Check-up do seu médico de confiança

É uma novidade implantada pela Rede Mater Dei de Saúde que valoriza a relação do médico de consultório com o paciente. O seu médico faz os pedidos no consultório dos exames que você necessita e facilitamos a realização de todos os seus exames de forma ágil e prática. O Mater Dei Medicina Diagnóstica está equipado com aparelhos de ponta e com especialistas em serviços laboratoriais e de imagem, para que os exames sejam realizados dentro da Rede, e em um só turno.

Check-up feminino

O check-up feminino é uma avaliação ampla e abrangente que deve ser individualizada para alcançar os objetivos finais que são a melhoria da qualidade de vida e da sobrevida da mulher.

O Serviço de Check-up da Rede Mater Dei de Saúde está concentrado no Mater Dei Santo Agostinho (Rua Mato Grosso, 1.100 – Santo Agostinho – Belo Horizonte/MG). Para agendamento, ligue 31.3339-9563/9571

Abbott tem novo Country Manager no negócio de Cuidados para Visão

Abbott tem novo Country Manager no negócio de Cuidados para Visão

Atualmente, cerca de 65% das vendas da Divisão de Cuidados para a Visão da Abbott são provenientes de mercados fora dos Estados Unidos, sobretudo de países emergentes como o Brasil. No mundo, a Divisão alcançou vendas globais de U$ 1,1 bilhão em 2015.

Graduado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), e com especialização em Estratégias de Marketing pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP - SP), Rossa atua no mercado da saúde para visão há quase 20 anos. O executivo tem passagens pela Alcon, como líder de marketing global, exercendo o posto no Brasil e nos Estados Unidos, e posteriormente como Head da Unidade de Negócios de Medical Devices, onde trabalhou para o desenvolvimento do negócio de Dispositivos Médicos da companhia.

“A Abbott oferece soluções inovadoras no cuidado com a visão, principalmente no que diz respeito a avanços na cirurgia de catarata. Vamos continuar aprimorando nossos produtos, que facilitam o trabalho dos médicos e proporcionam resultados de alta qualidade aos pacientes, sempre com excelência e foco na melhora da qualidade de vida da população. É muito gratificante e desafiador fazer parte de um time comprometido em contribuir para a saúde plena das pessoas, e empenhado no crescimento contínuo do negócio de Cuidados para Visão da companhia”, ressalta o executivo.

Vendas das grandes redes aumentam 12,66% no semestre

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As redes associadas à Abrafarma mostram mais uma vez sua força e solidez no mercado farmacêutico. De acordo com os mais novos dados compilados pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP), o grande varejo farmacêutico nacional faturou R$ 19,32 bilhões em vendas totais no primeiro semestre de 2016 – um crescimento de 12,66% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre junho de 2015 e junho deste ano, houve aumento de 12,65%, totalizando R$ 3,34 bilhões.

“O crescente avanço no faturamento deve-se à boa gestão das empresas, com minimização de rupturas (falta de abastecimento) e iniciativas como estruturação de centros de distribuição próprios, e à venda em grande volume de itens com maior valor agregado. Claro que há também o componente aumento dos preços, ocorrido em março passado”, explica Sérgio Mena Barreto, presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

Ainda segundo o executivo, as categorias de medicamentos genéricos e itens de higiene, cosméticos, perfumaria e conveniência também influenciaram o resultado. “Remédios têm seus preços controlados, enquanto os não medicamentos oferecem uma margem maior de comercialização. Em paralelo, itens como protetor solar, xampu, tintura de cabelo e produtos similares formam um mix de produtos cada vez mais procurado nas farmácias e que fideliza consumidores pela comodidade e conveniência”, argumenta.

Os não medicamentos já representam 35% do volume comercializado. A categoria foi responsável por movimentar R$ 6,35 bilhões entre janeiro e junho – um acréscimo de 11,95% em relação ao mesmo semestre de 2015. No período, os medicamentos representaram R$ 12,96 bilhões, contra os R$ 11,47 bilhões acumulados nos seis primeiros meses de 2015, uma alta de 9,05%. “A abrangência geográfica e a gestão de estoque favorecem o bom desempenho financeiro. A tendência de envelhecimento da população é outro fator que incentiva a procura pelas farmácias”, acrescenta Barreto.

No primeiro semestre, cerca de 1,08 bilhão de unidades de produto foi comercializado, valor 2,93% acima do registrado nos seis primeiros meses de 2015. O número de pessoas atendidas, somente no semestre, chegou a mais de 418 milhões e o montante de lojas em operação passou de 5.713 para 6.206.

Ainda de acordo com o estudo, a venda de genéricos totalizou mais de R$ 2,27 bilhões, 12,86% superior ao período entre janeiro e junho do ano passado. Ao todo, foram vendidas mais de 145 milhões de unidades.

Sobre a Abrafarma

Fundada em 1991, a Abrafarma reúne as 27 maiores redes de farmácias do País, que contam com 6.206 lojas em todos os estados brasileiros e Distrito Federal. As redes associadas representam cerca de 44,5% das vendas de medicamentos no País, tendo realizado mais de 840 milhões de atendimentos em 2015, com vendas totais de R$ 36 bilhões. A associação tem como objetivo o aprimoramento das empresas filiadas, a preservação da imagem institucional, o relacionamento com entidades públicas, governo e fornecedores, além de apoio jurídico e pesquisa de mercado para o aperfeiçoamento das atividades.

Informações e inscrições: www.abrafarma.com.br

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#abrafarma #assistenciafarmaceutica #varejofarmaceutico

Visto Sistemas: fusão cria maior empresa brasileira de softwares de gestão para cadeia da Saúde

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O mercado de softwares de gestão para a cadeia de fornecimento da área da Saúde ganha a partir desta terça-feira, dia 26 de julho, um novo player: a Visto Sistemas. Resultado da fusão da catarinense Callisto e da paulista VM System, a nova companhia já nasce líder deste mercado, com uma carteira de 600 clientes, faturamento estimado em R$ 15 milhões para este ano e 130 colaboradores nas unidades de Florianópolis (SC) e Campinas (SP). Nos sistemas em que as duas empresas já ofertam para o mercado foram registrados, acompanhados e rastreados, somente no ano passado, cerca de 100 milhões de materiais – instrumentos, materiais cirúrgicos, peças e equipamentos utilizados por clínicas, hospitais e estabelecimentos de saúde. A estimativa é que pelo menos 3 milhões de cirurgias tenham sido acompanhadas pelos sistemas das empresas.

A Visto Sistemas atua na oferta de softwares de gestão empresarial (ERPs) para a cadeia de empresas que fornecem para a área de Saúde. São distribuidores, fabricantes, importadores e prestadores de serviços que, além de demandarem sistemas para gestão do seus negócios, precisam de uma solução que atenda especificidades e legislações do segmento, determinadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). São obrigações que exigem o cadastro de informações sobre armazenamento de produtos, rastreabilidade, logística, entre outros.

Atualmente estima-se que 70% deste mercado utilize ERPs genéricos que, no geral, não atendem às exigências regulatórias previstas – destes, apenas uma pequena parcela, em geral grandes empresas, possuem tempo e capacidade financeira para investir nas customizações necessárias. "Pretendemos consolidar o mercado de softwares de gestão para a cadeia de fornecimento da Saúde e expandir nossa atuação justamente neste universo de clientes que não utiliza soluções específicas que suportem a gestão e proporcionem segurança no atendimento da legislação", aponta o diretor Corporativo e de Relações Humanas da nova companhia, Daniel Leipnitz.

A expansão da nova companhia se dará, segundo o diretor de Marketing, Relacionamento e Canais, Paulo Velasco, pela união dos esforços comerciais das duas empresas, o lançamento de uma nova geração de sistemas a partir de 2017 orientados à computação na nuvem e à disseminação de aplicativos móveis, além do esforço de educar o mercado da importância do uso de sistemas especializados. Soluções para apoiar prestadores de serviço desta cadeia de fornecimento e novos sistemas para levar informações e permitir a rastreabilidade de itens dentro dos centros cirúrgicos também está no planejamento da Visto para os próximos meses.

Além da cadeia de fornecimento da Saúde, ambas as empresas possuem clientes de seus ERPs em outros segmentos, que continuarão a serem assistidos pela nova companhia. Uma equipe de desenvolvimento específica irá garantir a evolução e o atendimento desta base de clientes.

Corpo diretivo

A Visto Sistemas passa a contar com um comitê gestor composto por quatro diretorias executivas, ocupadas pelos sócios das empresas anteriores – a Callisto, fundada em 1996 na capital catarinense; e VM System, criada em 1990 em Campinas (SP). Daniel Leipnitz está à frente da diretoria Corporativa e de Relações Humanas, tendo seu ex-sócio na Callisto, Wagner Kestering, como diretor de Produto e Desenvolvimento. Paulo Henrique Fuscaldo Velasco assume a diretoria de Marketing, Relacionamento e Canais. Manoel Benone Alves da Silva comanda a diretoria de Operações e Sucesso de Cliente. Segundo os diretores, este modelo proporciona integração, sinergia e respeito à cultura e legado dos colaboradores e clientes das empresas que deram origem à nova companhia.

Sobre a Visto Sistemas

Resultado da fusão das empresas Callisto e VM System em 2016, a Visto Sistemas é a líder nacional no desenvolvimento e comercialização de soluções de gestão para a cadeia de fornecimento de materiais para o segmento da Saúde. Com 600 clientes em todo o território brasileiro e estimativa de faturamento de R$ 15 milhões, os sistemas de gestão empresarial da Visto atuam em conformidade e atendem às exigências regulatórias previstas pela Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, proporcionando segurança aos estabelecimentos de saúde, distribuidores, importadores, fabricantes e prestadores de serviço. Conheça mais sobre a Visto em www.vistosistemas.com.br.

Como construir uma startup? [Infográfico]

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O percurso para uma nova empresa pode ser difícil e cheio de imprevistos, mas há como estar preparado para algumas incertezas se você conhecer o mercado e se planejar para os riscos e novidades do cenário.

O Infográfico abaixo vai te ajudar se você tem o desejo de empreender simplificando o processo em quatro passos: Descoberta do consumidor, Validação do consumidor, criação do consumidor e construção da companhia.

Para descobrir o consumidor, é preciso identificar um problema que você gostaria de resolver com o seu produto, testando suas hipóteses e elaborando o modelo de negócios em que já é determinado o quanto será cobrado e quais os canais de comunicação e processo de venda.

É importante testar se o seu modelo de negócios é repetível e escalável, levando em conta quantos consumidores um vendedor é capaz de captar, ciclo de venda, posicionamento do mercado, tamanho e perfil do time de vendas e por fim o processo de vendas.

A terceira etapa consiste no investimento de marketing e avaliação das métricas adaptando às mudanças de mercado para ao fim construir uma rede de clientes e transformar sua startup em uma grande empresa.

E se você quiser conhecer o Startup Lounge durante o maior trade show de inovação em saúde da América Latina, o Hospital Innovation Show, o evento contará com mais de 10 espaços simultâneos de apresentação focados em diferentes cargos da instituição, solicite sua credencial aqui.

Solicite por esse telefone: (11) 3823-6666

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Conheça os 12 benefícios do sistema de gestão hospitalar para hospitais

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Cerca de 30% dos hospitais privados e 18% dos públicos possuem um departamento de tecnologia da informação para auxiliar as operações das demais áreas, segundo a pesquisa TIC Saúde de 2014. De maneira geral, 54% das instituições têm em fornecedores externos o principal responsável pelo suporte à informática.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias na Saúde - de prontuários eletrônicos ao mais recente conceito de wearable devices, a gestão integrada de informações do paciente e de  procedimentos fica ainda mais complexa e demanda, além de profissionais capacitados e um departamento estruturado, a adoção de um software de gestão que apoie as operações.

São 12 os principais benefícios trazidos pelo uso do Sistema de Gestão Hospitalar:

  • Redução de Custos – ao melhorar a gestão do estoque e organizar o fluxo de caixa
  • Aumento de Produtividade – ao organizar fluxos de trabalho, evitando redundâncias e eliminando burocracias, e permitir a tomada rápida de decisão com informações integradas e em tempo real
  • Potencializar faturamento – ao permitir estimativas fiéis dos custos da assistência, evitar glosas e agilizar o fechamento de contas
  • Gestão integrada – ao concentrar informações hospitalares/ assistenciais, financeiras, administrativas e de Recursos Humanos
  • Integração da rede em operações verticalizadas – ao abrigar, em um único sistema, informações da operadora de planos de saúde e de todas as unidades de sua rede própria
  • Gestão clínica – ao consolidar protocolos e promover a inteligência clínica, com medicina baseada em evidência, que apoiará a definição da conduta médica a ser seguida
  • Tecnologia – ao possibilitar o armazenamento de informações e sistemas em cloud computing e permitir o acesso de dados em qualquer horário e local, via web ou aplicativos móveis
  • Informação para tomada de decisão – ao coletar, rastrear e armazenar dados de todas as áreas do hospital e gerar indicadores de gestão
  • Apoio à certificação ONA– ao aumentar a segurança do paciente com o Prontuário Eletrônico e consolidar processos e protocolos
  • Rastreabilidade – ao garantir um rígido controle de estoque e de fluxos de materiais, medicamentos e equipamentos da instituição
  • Humanização e fidelização do paciente – ao armazenar e permitir o gerenciamento de dados individualizados dos clientes e definir processos claros de atendimento, que aumentam a satisfação dos usuários
  • Prevenção – ao identificar e permitir a gestão de casos de risco e acompanhar os processos de agudização, alta e retorno dos pacientes

Obviamente, a adoção de um Sistema de Gestão Hospitalar vem junto de um novo olhar sobre o papel da TI dentro do hospital, que deve ser vista como um braço estratégico, mais participativo no processo de tomada de decisões na organização.

Você conhece o conceito de nuvem aplicado na área da saúde?

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Armazenar informações que podem ser acessadas de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora e sem a necessidade de instalação de programas é o significado macro de nuvem.

Conceitualmente, a ideia ganhou diversas aplicações. Empresas como a Apple e o Google - consideradas as mais valiosas na área de tecnologia - fizeram o impossível: ampliaram o uso da nuvem para usuários domésticos, ou seja, o que era exclusivo de laboratórios e empresas, popularizou-se. iCloud e Google Drive são exemplos de clouds utilizados todos os dias, por milhares de pessoas.

Porém, apesar da popularização, as soluções ainda apresentam problemas. Usuários reclamam da falta de sincronização adequada, principalmente do iCloud com dispositivos de outras marcas e de pastas que somem nos arquivos no Google Drive. Ou seja, o ambiente ainda está em processo de melhoria.

Mesmo assim, o movimento de acesso fácil somado a mudança de perfil do profissional da saúde (Geração Millennial conectada o tempo inteiro e através de diferentes aparelhos) no ambiente de trabalho, o processo produtivo mudou. Os Estados Unidos, por exemplo, adotaram soluções para a área da saúde que unem o moderno conceito de nuvem com o que há de mais seguro na área de TI. Tudo isso, para proporcionar flexibilidade à equipe, que pode produzir de maneira remota e para garantir o sigilo da relação médico/paciente estabelecida pelo código de ética do Conselho Federal de Medicina.

Com mais de setenta mil funcionários o Kindred Healthcare integra provedores de serviços de saúde para ajudar as pessoas a conseguirem tratamento de maneira mais fácil. O Miami Children’s Hospital (MCH), o Medical University of South Carolina (MUSC) e o Seattle Children’s Hospital utilizam a plataforma onde os médicos trocam informações em diversos lugares do mundo, oferecendo suporte para tratamentos e pesquisas e essa solução já chegou ao Brasil.

É importante proporcionar tecnologia segura para o aumento da produtividade, do envolvimento da equipe e da documentação gerada em todo o processo de atendimento. Além disso, os meios eletrônicos liberam espaços de arquivos físicos que podem ser aproveitados de maneira mais produtiva.

Fortalece a Tendência de Taxa Fixa para OPME

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Quem acompanha contas hospitalares há muito tempo como eu assistiu desde o início o “aparato” que se criou em torno do OPME nas contas hospitalares. Era um item como outro qualquer (apenas mais caro), depois foi sendo estruturado um mercado “à parte” no sistema de financiamento, alimentado por interesses, desconfianças, desavenças, e chegando ao limite de se tornar até “prática de esquema” por uma minoria criminosa, que acabou prejudicando a maioria honesta.

É engraçado quando comento que este “mercado particular da saúde” tem atividades ilícitas por parte de uma minoria as pessoas riem de mim, até me rotulando como inocente. Devo ser mesmo muito inocente, ou ter tido a sorte de ter trabalhado junto a mais de uma centena de hospitais onde, justamente nestes, “o esquema” se existe está muito bem controlado por uma minoria de criminosos. A quase totalidade das pessoas com quem convivi profissionalmente são honestas, não estão ricas, e trabalham “como loucos” em função do que chamo de “sistema da desconfiança”.

O lado ruim disso é que esta minoria causa um dano enorme para todo o sistema de financiamento, tanto do SUS quanto da Saúde Suplementar.

O auge da desconfiança do OPME pode ser definido como o momento em que a operadora de planos de saúde disse: hospital, não pago mais o OPME que você compra porque é muito caro – eu compro.

O que está implícito nesta ação é: hospital, você participa do esquema de superfaturamento de OPME, então eu compro.

No início as pessoas pensaram que os hospitais não gostariam disso. Eu sempre disse que o hospital daria “graças a Deus”. Da mesma forma que o honorário médico, “qualquer dinheiro” que passe pela conta hospitalar e não é do hospital é um estorvo para a administração hospitalar. Controlar o faturamento, recebimento, glosa e repasse de um dinheiro que não é seu só serve para “encher a paciência”, aumentar o custo administrativo e a perda financeira nos litígios de auditoria.

Se todo OPME (que vai ser repassado ao fornecedor) e Honorário Multidisciplinar (que vai ser repassado ao profissional) não passar pela conta o hospital agradece.

A operadora, sabiamente, negociando com os fornecedores deixou de ver coisas que eram muito estranhas:

  • Por que um mesmo OPME (exatamente o mesmo) sempre foi vendido por “X” no “Hospital A”, e sempre foi vendido por “Y” no “Hospital B”, pelo mesmo fornecedor ?
  • Por que um mesmo OPME (exatamente o mesmo) sempre foi vendido por “X” para ela, e por “Y” para outra operadora, pelo mesmo fornecedor ?
  • Por que um mesmo OPME (exatamente o mesmo) tem preço menor se o hospital comprar para paciente do SUS, do que se for comprado para paciente da Saúde Suplementar ?

Quando ela disse “hospital eu compro”, eliminou a desconfiança que estes fatos ocorrem pela participação do hospital que fatura um percentual sobre o preço do produto – se compra por mais, ganha mais, se compra por menos, ganha menos.

Este percentual, diga-se de passagem, justíssimo, tem como justificativa a necessidade do hospital comprar, receber, aferir, esterilizar, controlar a rastreabilidade, e mais uma série de atividades relacionadas à logística que envolve adquirir um produto e garantir que não haja nenhum problema para inserir no corpo de um ser humano. Quem não conhece a rotina hospitalar não tem ideia do que significa isso: posso lhe garantir que é das coisas mais caras que se relacionam com a logística hospitalar – não existe nada mais complexo, caro e crítico, e raríssimas coisas significam tanto risco para o paciente do que inserir um “corpo estranho” nele.

Mas “o mundo dá voltas”.

Da mesma forma que a operadora desconfiou que o hospital poderia estar “casado com o esquema” agora que a prática de aquisição de OPME por parte da operadora avançou, o hospital passa a desconfiar que a operadora pode estar “casando com o esquema”.

Na situação anterior, quanto maior o valor, maior a taxa hospitalar. Na atual, quanto menor o valor menor a taxa hospitalar – e quem garante que a operadora não está “maquiando” o valor de compra para menor, e assim remunerando a taxa hospitalar “para baixo”?

Para eliminar esta desconfiança, por incrível que pareça, o hospital deveria auditar os processos de compra da operadora ... “olha isso” ... o hospital que historicamente é auditado pela fonte pagadora agora tem o pleno direito de auditar o pagador.

Todos nós sabemos que hospitais não têm estrutura para isso ... coitados ... mal tem estrutura para cuidar adequadamente dos seus processos internos, quanto mais dispor de uma estrutura para aferir processos externos – hospital não existe para isso: existe para cuidar de pacientes.

Como o mercado (a livre concorrência) se adapta, o que estamos assistindo é uma pré definição de taxa de OPME, ou seja, a fixação do valor da taxa.

Nada mais justo: se existe custo para manipular o OPME, e se o custo pode ser aferido, é o momento da taxa de OPME deixar de ser variável em função do preço do produto, para passar a ser fixa em relação ao “trabalho que dá ao hospital”. Esta negociação já se verifica e aumenta gradativamente a ponto de já ser considerada tendência.

Nos últimos cursos e oficinas do modelo GFACH, já pude aferir com participantes que trabalham em diversas operadoras e hospitais que é um item permanente na agenda do comercial dos dois lados.