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Hospital Santa Cruz oferece apoio aos cidadãos japoneses durante evento esportivo internacional no Rio de Janeiro

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Durante o evento esportivo internacional no Rio de Janeiro, de agosto a setembro deste ano, o Hospital Santa Cruz (HSC) oferecerá apoio na tradução médica aos cidadãos japoneses que vierem ao Brasil nesta ocasião, incluindo turistas, comitivas e eventualmente atletas japoneses. Para isso, o Hospital disponibilizará um número de telefone gratuito, 24h por dia, por meio do qual prestará orientações em japonês, além de contar com uma equipe presencialmente no Rio de Janeiro.

Também através do 0800 778 2016 a equipe do Hospital Santa Cruz, fluente em japonês, fornecerá orientações aos cidadãos japoneses 24 horas por dia. Caso necessário o cidadão, no Rio de Janeiro, será direcionado ao complexo médico-hospitalar Americas Medical City, na Barra da Tijuca, onde poderá contar com o serviço de tradução, em japonês, durante o atendimento médico.

Se houver procura em outros hospitais, os pacientes poderão ser removidos para o Americas Medical City, após contato prévio com o mesmo. A equipe de tradutores médicos acompanhará a internação, cirurgias e outros procedimentos que forem necessários e manterá informados os parentes e acompanhantes, além do Consulado do Japão e da diretoria do Hospital Santa Cruz quanto ao estado clínico desses pacientes.

A equipe do HSC estará à disposição, presencialmente, no Americas Medical City do dia 2 a 21 de agosto e de 7 a 18 de setembro, para cobrir o evento esportivo internacional. O telefone 0800 778 2016 estará ativo fornecendo orientações na área de saúde durante o período de 02 de agosto a 20 de setembro de 2016.

Em São Paulo, a sede do Hospital Santa Cruz, dará retaguarda aos cidadãos japoneses, neste período, com equipe capacitada para prestar atendimento médico em língua japonesa nas especialidades de Ortopedia, Neurocirurgia, Cirurgia Geral, Cardiologia e Hemodinâmica, além do Pronto Atendimento e da UTI providos de equipamentos japoneses de ponta.

Rojas Comunicação assume assessoria de imprensa da Clínica SOU + Ortopedia

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A clínica é composta por especialistas das áreas de ortopedia, fisioterapia ortopédica, musculoesquelética, traumatológica, desportiva e osteopatia.

Sobre o Dr. Pedro Baches Jorge

Dr. Pedro Baches Jorge é formado em medicina pela Santa Casa de São Paulo. Possui especialização em ortopedia pela Santa Casa de São Paulo, especialização em oncologia ortopédica pela Santa Casa de São Paulo e especialização em cirurgia do joelho, medicina esportiva e artroscopia pelo Instituto Cohen. É membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, membro do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês e Ortopedista do Pronto Atendimento do Hospital Sírio Libanês, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho, membro titular da Associação Brasileira de Oncologia Ortopédica e membro do Grupo de Trauma Esportivo da Santa Casa de São Paulo. Também é diretor clínico da S.O. Ortopedia e Traumatologia.

Sobre o Dr. Bruno César Aprile

Dr. Bruno César Aprile é médico ortopedista com formação e especialização pela Santa Casa de São Paulo. Especialista em cirurgia da coluna e em técnicas minimamente invasivas e em endoscopia da coluna.

Sobre a Clínica Sou + Ortopedia

Fundada em 2007, a SOU + Ortopedia e traumatologia tem se destacado no cenário médico. A clínica oferece atendimento ortopédico em diversas áreas, sistema Home Care e uma equipe altamente qualificada, formada por especialistas áreas de ortopedia, fisioterapia ortopédica, musculoesquelética, traumatológica, desportiva e osteopatia. O atendimento da clínica SOU + Ortopedia visa à abordagem individualizada e a recuperação de pacientes que procuram pelo tratamento em joelho, ombro, quadril, mão e punho, coluna, oncologia ortopédica e pé e tornozelo.

Hospital 9 de Julho inaugura nova torre com investimento de R$ 350 milhões

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O Hospital 9 de Julho acaba de inaugurar sua nova torre. Também situado na Rua Peixoto Gomide, o edifício é interligado ao prédio que já abriga o hospital. Com investimento de R$ 350 milhões, o prédio conta com 18 andares e 19 mil m² construídos. “Este empreendimento permite aumentar a nossa capacidade de internação e cirurgias simultâneas para atender à crescente demanda da cidade de São Paulo por mais leitos e salas cirúrgicas de alta complexidade”, afirma o diretor geral do hospital, Dr. Alfonso Migliore Neto.

Dos 18 andares, oito são subsolos para estacionamento, que somam 220 vagas, o que oferece mais comodidade aos pacientes e acompanhantes em uma região com escassez de locais para estacionar. O prédio conta, ainda, com um novo auditório com salas modulares e capacidade total para mais de 100 pessoas.

“A torre foi projetada para abrigar o que há de melhor no acolhimento ao paciente, como o uso de luz natural, espaços aconchegantes e cores agradáveis”, explica o Dr. Migliore Neto.

A construção seguiu o conceito Green Building, com um projeto totalmente voltado para a sustentabilidade. Com uso de energia solar e aproveitamento da luz natural, o novo sistema elétrico permite economia de 20% em energia. A instalação de redutores de vazão em torneiras, vasos sanitários e chuveiros reduzem em até 30% o consumo de água.

Dos 120 novos leitos, oito são suítes de 50 m², totalizando 11 quartos com área distinta para paciente e acompanhante. O Espaço Unic, como é chamado, oferece o que há de melhor e mais moderno em hotelaria hospitalar. Os quartos são equipados com TVs de última geração integradas ao canal exclusivo da instituição, o que permite acesso aos projetos como o Cine9, programa de humanização que traz o cinema para dentro do hospital, informações sobre serviços disponíveis na região, previsão do tempo etc.

Com a inauguração, o H9J passou a contar com 410 leitos e a ampliação de 14 para 22 salas cirúrgicas, sendo duas delas híbridas, com equipamento de Hemodinâmica e Ressonância Magnética, além da sala exclusiva para cirurgia robótica. “Como boa parte de nossa demanda é focada em alta complexidade, isso faz grande diferença na agilidade do atendimento e resolubilidade dos procedimentos”, observa o diretor geral do Hospital 9 de Julho.

A expectativa é que a expansão aumente em mais de 40% o número de internações e em 50% o volume de cirurgias já no primeiro ano de funcionamento. Para suportar a demanda foram contratados 190 funcionários. Hoje são 2.390.

Hospital 9 de Julho em números

• 410 leitos;

• 5 UTIs com 78 leitos;

• UCE com 33 leitos;

• 2.390 colaboradores;

• 4 mil médicos cadastrados no Corpo Clínico;

• 22 salas cirúrgicas, sendo 2 salas híbridas;

• 57.000 m2 de área construída.

Atendimentos / mês

• 12 mil atendimentos PS

• 1,6 mil procedimentos cirúrgicos

• 1,5 mil internações

• 10 mil consultas ambulatoriais

• 60 altas / dia

O brasileiro não fala sobre a doença com seu médico

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76% das pessoas nunca falaram com seu médico sobre o câncer de pulmão. Esse é um dos principais resultados da pesquisa encomendada pela biofarmacêutica Bristol-Myers Squibb com exclusividade para o instituto Datafolha com objetivo de revelar o grau de conhecimento a respeito da doença que é a principal causa de morte entre homens e a segunda entre as mulheres no país, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). *

Realizado por meio de entrevistas individuais com 2.044 pessoas, em 130 municípios do país durante o mês de março de 2016, o levantamento buscou medir a percepção da população brasileira sobre o assunto e o resultado mostra que, embora a maioria tenha noções básicas sobre a doença, os números comprovam que há desconhecimento e falta de informação aprofundada. Assim, apesar do alto índice de respostas positivas quando questionados se sabem que a chance de sobrevivência no caso do diagnóstico da doença em estágio inicial é maior (95% de concordância), que fumantes são mais propensos a ter o câncer de pulmão (83%) e fumantes passivos (95%), ex-fumantes (88%) e não fumantes (85%) têm chance de contraí-lo, do total de entrevistados:

• 76% nunca falaram com o médico sobre a doença e 17% não sabem o que fazer para reduzir o risco de ter câncer de pulmão.

• Apenas 39% julgam-se bem informados sobre o câncer de pulmão. 44% da população julgam-se mais ou menos informados e 17% mal informados.

• 39% não se preocupam com a doença, uma vez que não são fumantes.

• 33% da população não estão tomando providências para reduzir o risco de contrair a doença.

• 25% consideram que câncer de pulmão atinge mais mulheres do que homens e 57% que o câncer de pulmão mata mais que câncer de mama, colorretal e próstata juntos.

• Aproximadamente três em cada dez brasileiros (27%) declaram conhecer alguém que tem ou teve câncer de pulmão e desta população 19% são representados por parentes.

A pesquisa é o primeiro levantamento do gênero no Brasil e foi dividida em quatro módulos:

• Conhecimento sobre doenças pulmonares e respiratórias;

• Costume de fumar (quantidade média de cigarros por dia, razões que o levariam a parar de fumar, grau de concordância com hábitos relacionados ao cigarro);

• Conhecimento sobre câncer de pulmão (grau de informação sobre, grau de concordância com aspectos relacionados à doença, grau de concordância com aspectos relacionados ao risco de contraí-la, conhecimento sobre assuntos relacionados a este tipo de câncer);

• Sintomas e fatores de risco do câncer de pulmão (fatores que aumentam o risco de ter a doença, fatores que reduziriam esse risco e a proximidade com portadores da enfermidade).

Outros destaques da pesquisa apontam que o conhecimento sobre doenças e riscos sobre câncer de pulmão se concentra entre o público mais escolarizado e de classes A/B, pessoas que, de modo geral, têm mais acesso a informação.

Também é verificado que, embora as pessoas estejam cientes que fumar aumenta o risco de desenvolver a doença (87%) e que não fumar reduz esse risco (85%), a percepção com relação ao fumo passivo está menos disseminada: do total de entrevistados, 49% acham que a exposição ao fumo passivo aumenta o risco e 45% concordam que diminuir a exposição ao fumo passivo reduz o risco.

Conclusões

Se, por um lado, algumas informações básicas sobre a doença parecem que estão disseminadas, por outro, os resultados também mostram que há necessidade de aprofundar o conhecimento e disponibilizar informações mais detalhadas sobre o câncer de pulmão, formas de prevenção e tratamento. Campanhas de esclarecimento e de incentivo às mudanças comportamentais poderiam provocar mudanças importantes neste cenário de relativo desconhecimento com foco na população em geral e especialmente às pessoas menos favorecidas, com menor escolaridade, pertencentes às classes C e D/E.

Metodologia

Para revelar essa radiografia da percepção do câncer de pulmão, o universo pesquisado foi a população brasileira com idade a partir de 16 anos pertencente a todas as classes econômicas. O perfil dos entrevistados revela ligeira preponderância do sexo feminino, média de idade igual a 40 anos e grau de escolaridade Fundamental e Médio.

Os dados foram coletados por meio de uma pesquisa quantitativa com entrevistas pessoais e individuais, realizadas por meio de questionário estruturado em tablet. A população foi entrevistada em pontos de fluxo populacional, segundo metodologia desenvolvida pelo Datafolha.

No total, foram realizadas 2.044 entrevistas por todo Brasil, distribuídas em 130 municípios, de forma a representar as regiões geográficas do país: Sudeste (876), Sul (304), Nordeste (545) e Norte/Centro-Oeste (319). A maior parte dos entrevistados reside na região Sudeste e em cidades localizadas no interior (59%), fora das Regiões Metropolitanas, que representaram 41%.

* Fontes: MS/SVS/DASIS/CGIAE/Sistema de Informação sobre Mortalidade - SIM

MP/Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

MS/INCA/Conprev/Divisão de Vigilância

Queda nas compras do governo faz mercado farmacêutico desacelerar

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A queda nas compras de medicamentos pelo governo está afetando o mercado farmacêutico brasileiro. Depois de registrar um crescimento médio de 14% desde 2013, o mercado institucional teve apenas um aumento nominal de apenas 4% nos últimos 12 meses. Descontando a inflação do período, a variação real é de queda de quase 6%. Hoje, o mercado farmacêutico institucional representa 31% do mercado total, com influência expressiva do setor público.

Essa queda já havia se tornado evidente no segundo semestre de 2015. Não só o governo está reduzindo o ritmo de compras e postergando os pedidos, como também parece estar com dificuldade para honrar os contratos. Um levantamento realizado pela INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) mostra uma dívida próxima de R$ 1 bilhão com o setor, no final de 2015. O valor considera as compras não pagas pelo governo Federal, pelo Distrito Federal e pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

As compras do governo representam atualmente 57% do mercado institucional, que gera um faturamento de R$ 21 bilhões. O restante dele é formado pelo setor privado, com hospitais e clínicas particulares, que também estão comprando menos. Em parte, isso acontece pelo aumento do desemprego no país, que vem acompanhado pela saída de usuários de planos de saúde.

Parte da demanda acaba migrando para o varejo farmacêutico, que entre 2014 e 2016, aumentou sua representatividade de 67% para 69% do mercado total. O faturamento atual deste varejo está em torno de R$ 46 bilhões. “A maioria dos brasileiros depende dos próprios recursos para comprar medicamentos. Com as dificuldades do governo e a saída de brasileiros dos planos de saúde, podemos ter ainda mais pessoas refazendo o orçamento doméstico para garantir o tratamento dos familiares”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA.

O que pode fazer uma startup digital de saúde falhar?

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2015 foi um ano sólido para as starups de saúde digital, o mercado levantou 4,5 bilhões de dólares só em financiamentos ventures, isso porque sabemos que para o prestador de serviço, consumidor e profissionais da saúde, as novas empresas digitais representam um facilitador na redução de custos, aumento da receita e redução da burocracia.

Alguns acontecimentos no cenário como o que houve nas companhias Lumosity e a Theranos, vem causando instabilidades por serem incapazes de entregar precisão e eficácia dos seus produtos e pode ser um desafio reestruturar a confiança com as principais partes interessadas com a finalidade de manter os negócios.

A Saúde carrega um grau de complexidade muito maior devido a sua natureza altamente regulatória e a confiabilidade e credibilidade são fundamentais para o paciente quando se trata do seu bem estar. Por isso, as empresas que costumam tropeçar em problemas de como decidir um modelo de negócio ou obter financiamento falham em conseguir credibilidade.

O mercado digital ainda é novo para os investidores, muitos estão inclinados a participar, mas ainda estão começando a conhecer esse espaço que cresceu tão rápido em um ano e parte da tarefa do empreendedor é provar seu conhecimento e eficácia da sua tecnologia.

Uma matéria da Techchurch assinalou que as startups B2C devem buscar apresentar valor da sua companhia em métricas, já as B2Bs dependem não só das suas métricas como da estabilidade, ou seja, é difícil para uma companhia se recuperar de escândalos de inexatidão ou motivos questionáveis.

Para entender mais sobre startups de saúde não perca a oportunidade de conhecer o maior trade show de inovação em saúde da América Latina, o Hospital Innovation Show, o evento contará com mais de 10 espaços simultâneos de apresentação focados em diferentes cargos da instituição, solicite sua credencial aqui.

Startups de Saúde: Não percam o Desafio Pfizer 2016

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Descobrir startups inovadoras e incentivar tecnologias digitais que podem mudar a forma como cuidamos da saúde.  Esse é o objetivo do Desafio Pfizer, que selecionará três empresas brasileiras de Saúde Digital para mentoria com executivos da multinacional no Brasil e nos Estados Unidos. Em sua segunda edição, a iniciativa é promovida em parceria com a Berrini Ventures, aceleradora de startups na área de saúde. As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas no site www.desafiopfizer.com.br e seguem até o dia 4 de setembro.

Podem participar startups brasileiras em três etapas: “early-stage” (em fase inicial de desenvolvimento), “commitment” (empresas já constituídas, com solução em uso beta por usuários) e “scalling” (com produtos finalizados e em crescimento expressivo no número de clientes).  Entre as empresas inscritas, 12 serão selecionadas para apresentar seus projetos a uma banca multidisciplinarformada por executivos da Pfizer, da Berrini Ventures e de hospitais e grandes empresas na área de saúde.

As três vencedoras serão anunciadas no dia 27 de setembro, durante o Hospital Innovation Show, em São Paulo.

Entre os mentores do Desafio estão Maria Lanzarone (Pfizer/EUA), Regional Brand Lead Director, Silvio Ferrari (Pfizer/Brasil), Business Unit Director, e Fernando Cembranelli, CEO da Berrini Ventures. O grupo terá encontros presenciais e virtuais com as startups vencedoras.

Os três primeiros colocados também participam do ciclo de aceleração da Berrini Ventures. “Só nos Estados Unidos, o setor de Digital Health recebeu quase 1 bilhão de dólares em investimento nos primeiros quatro meses do ano. No Brasil, o mercado ainda é incipiente, mas tem grande potencial de se desenvolver”, destaca Cembranelli.

Desde 2004, a Pfizer investe em empresas inovadoras em todo o mundo por meio da Pfizer Venture Investments, seu braço em Venture Capital.

Vencedores da primeira edição

Realizada em 2015, a primeira edição do Desafio Pfizer teve quatro vencedoras: LinCare (que desenvolveu uma pulseira inteligente para monitoramento de idosos), Epistemic (com projeto de dispositivo para detecção antecipada de surtos epilépticos), DoctorID (tecnologia para gestão de escalas e plantões médicos) e Clever Care (solução para monitoramento de pacientes a distância).

Para Ana da Mata, Fundadora da LinCare, participar do Desafio foi uma experiência rica e que ajudou a empresa a se desenvolver. “O contato com uma grande empresa de renome mundial nos fez amadurecer e enxergar possibilidades através da ajuda e da colaboração dos mentores da Pfizer. Ganhamos uma aprovação do negócio e a ajuda de experts que colaboraram para a startup”, afirma. Outro ponto de destaque, segundo Da Mata, é a ajuda da Berrini Ventures na aproximação das startups ganhadoras ao mercado de São Paulo. “Trocamos contatos, participamos de eventos e nos ajudamos. Isso é  incrível."

Mentor do Desafio Pfizer em 2015, o Diretor Comercial da Pfizer Vagner Pin ressalta que a mentoria é um processo de mão dupla. “Em nossas conversas provocamos os empreendedores a ter uma visão de planejamento e financeira mais estratégica,  de longo prazo, ao mesmo tempo que aprendemos lições importantes que se encaixam perfeitamente em uma organização global, como pensar grande mas começar pequeno e validar suas estratégias ao longo do percurso”, ressalta. “Minha mensagem para quem vai se inscrever é que empresas globais estão cada vez mais buscando inovação e nutrindo o terreno das startups na busca de soluções para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.”

Desafio Pfizer

Inscrições: até 4 de setembro no site www.desafiopfizer.com.br

Avaliação das 12 startups finalistas: 15 de setembro

Premiação das 3 startups vencedoras: 27 de setembro

Grupo Minha Vida expande atuação para a América Latina

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Com mais de 12 anos de atuação no Brasil, o Grupo minha Vida, maior grupo de comunicação com foco em saúde e bem-estar do país, acaba de investir na expansão de seus serviços para a América Latina. O aplicativo Tecnonutri, adquirido pela empresa em 2015, está entre os 3 maiores aplicativos de dieta e alimentação saudável do Brasil e tem perspectivas de crescimento no mercado da América Latina. O grupo, que também é dono do aplicativo Dieta e Saúde, líder no segmento no Brasil, estima 500 mil novos downloads nesses países ainda em 2016. A empresa prevê crescimento de 100% em penetração e receita do Tecnonutri até 2018.

O Diretor de Operações do Tecnonutri, Alexandre Tarifa, explica que a aposta no novo mercado se deu após análise e identificação de similaridades com a realidade brasileira. “Assim como no Brasil, boa parte da população da América Latina apresenta sobrepeso e obesidade. Queremos ajudar essas pessoas a levar uma vida mais saudável, oferecendo uma plataforma que incentive uma alimentação equilibrada e a prática de exercícios. No Brasil, o TecnoNutri soma mais de 5 milhões downloads, 80 milhões de comidas registradas e mais de 2 milhões de quilos perdidos.”

Outra característica similiar é que, como os brasileiros, os latino-americanos também são bastante conectados e ativos na utilização de aplicativos e smartphones. De acordo com levantamento do Think with Google, 74% dos mexicanos e 68% dos argentinos declaram não sair de casa sem seu celular. Segundo um estudo do comScore, dentre os usuários de internet, o México apresenta a maior penetração em redes sociais, com 98%, seguido pela Argentina com 97,6%. O Brasil apresenta índice de 93,9%, abaixo da média da América Latina, que é de 95%.

O diferencial do Tecnonutri para outros programas de dieta já existentes no mercado é a proposta de relacionamento social da plataforma. O aplicativo, que é voltado não apenas para emagrecimento, mas também para quem procura ganhar massa e definição corporal, além de possibilitar o acompanhamento dos alimentos cadastrados e dos exercícios realizados, proporciona interação social entre os usuários que compartilham fotos de refeições e receitas, dicas e participam ativamente de fóruns de discussões. Devido a essas características, o aplicativo é denominado como “aplicativo de dieta social”, como classifica Tarifa.

O Tecnonutri em espanhol já está disponível para aparelhos Android e será disponibilizado para iOS em agosto. O aplicativo é gratuito, com possibilidade de contratação de funcionalidades extras (pagas). Para engajar e disseminar o aplicativo regionalmente, a empresa está buscando formar parcerias com players locais, como academias e bloggers.

Sobre o Grupo Minha Vida

Com 12 anos de atuação, o Grupo Minha Vida desenvolve produtos digitais que fazem bem à saúde. Entre suas unidades de negócio está o portal Minha Vida, maior site de saúde e bem-estar do Brasil, que atinge mensalmente mais de 20 milhões de pessoas; o aplicativo Dieta e Saúde, programa de emagrecimento saudável; além de outros produtos como Tecnonutri, Consulte.me e DS Kids, aplicativo voltado à alimentação saudável das crianças. Mais informações em: www.minhavida.com.br/corporativo/quem-somos

Informações para Imprensa

Eli Lilly anuncia novo CEO para 2017

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A farmacêutica Eli Lilly anunciou nesta semana que Dave Ricks, 49 anos, presidente de Biomedicinas da empresa desde 2012, substituirá John Lechleiter como novo presidente e CEO global da companhia. Ricks assumirá o cargo em 1º de janeiro de 2017 e, em maio do ano que vem, também se tornará um membro do conselho de administração da Lilly.

John Lechleiter anunciou sua aposentadoria em Indianópolis, capital de Indiana nos Estados Unidos, sede da empresa, e deixou claro que seu sucessor está preparado para os desafios da liderança. "Tem sido uma grande honra e um privilégio servir esta grande empresa como CEO nestes últimos oito anos", disse John Lechleiter. “Dave é um líder capaz, decisivo e entusiasmado que está muito bem preparado para me suceder”, confirmou John.

Dave Ricks, graduado em Gerenciamento Industrial pela Purdue University e com MBA pela Indiana University, está na Lilly desde 1996 e já passou por diversos cargos dentro da empresa, inclusive atuando como Gerente Geral no Canadá, na China e nos Estados Unidos. Refletindo sobre a notícia de que ele se tornará 11º CEO na história de 140 anos da empresa, Dave relata sua perspectiva de liderar a Lilly. “Estou incrivelmente orgulhoso da Lilly e das pessoas que trabalham aqui. Cada um desempenha um papel importante em melhorar a vida das pessoas ao redor do mundo por meio dos nossos medicamentos. Juntos, nos próximos anos, podemos atender e até superar as expectativas de todos os envolvidos: pacientes, médicos, pagadores e toda a sociedade", explica Dave.

A prioridade até o final do ano será concentrar os esforços e dar continuidade às atividades em conjunto nos próximos meses. “Temos um grande negócio ainda à nossa frente em 2016, incluindo ações em torno dos resultados de nosso estudo clínico EXPEDITION-3 de solanezumabe, para tratamento do mal de Alzheimer, perto do final do ano e, obviamente, nós vamos passar muito tempo juntos para garantir uma transição suave”, explicou John Lechleiter. Dave desempenhará um papel significativo no planejamento de negócios para 2017, pois será responsável por dar continuidade nos objetivos já estabelecidos, por exemplo, os lançamentos previstos dos novos medicamentos da Lilly para os próximos anos. “Como uma das pessoas que ajudou a desenvolver e implementar a estratégia da Lilly, juntamente com John, eu estou totalmente comprometido com a jornada que temos como compromisso”, finaliza Dave.

Sobre a Eli Lilly

A Lilly é uma organização global líder na área da saúde que une cuidado e descoberta para melhorar a vida para as pessoas ao redor do mundo. Fomos fundados há mais de 1 século por um homem compromissado com a criação de medicamentos de alta qualidade que são essenciais e hoje permanecemos guiados por esta missão em todo nosso trabalho. Por todo mundo, funcionários Lilly trabalham para inovar e entregar medicamentos que mudem a vida daqueles que precisam, melhorando o entendimento e tratamento de doenças, e servindo a comunidades com voluntariado e filantropia.

Para saber mais sobre a Lilly, visite nosso site www.lilly.com.br.

Adavium Medical anuncia a nova marca de sua divisão de diagnósticos: Vyttra

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A Adavium Medical anuncia a nova marca de sua divisão de diagnósticos: Vyttra Diagnósticos. Resultado da unificação das empresas Imunotech, Hemogram e Alka, que juntas possuem mais de 80 anos de mercado, a Vyttra Diagnósticos é a maior empresa brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro.

“Consolidamos na Vyttra Diagnósticos um portfólio amplo, constituído por múltiplas marcas, o que nos assegura a capacidade única de oferecer soluções que atendam às necessidades de cada um de nossos clientes, independentemente de seu perfil, porte ou localização. Nosso objetivo é proporcionar aos nossos clientes, além de excelência clínica, melhores resultados para seus negócios”, ressalta Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical.

Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical

Com uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio composto por mais de 3 mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. A empresa se diferencia também por oferecer a maior estrutura de assistência técnica e assessoria científica do mercado, além de uma robusta infraestrutura logística.

Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul. Em uma moderna fábrica instalada em Bragança Paulista (SP) a empresa desenvolve e produz equipamentos e reagentes de sua marca Hemogram para hematologia e microbiologia. Na mesma planta são também fabricados reagentes de hematologia para várias multinacionais que atuam no Brasil.

“Acreditamos que todos têm direito a um diagnóstico rápido e de qualidade. Esta foi a visão por trás da união das três empresas: criar uma empresa brasileira que pudesse proporcionar mais acesso do cidadão à saúde por ser capaz de atender às demandas dos mais diversos tipos de clientes, com segurança e muita eficiência, consistentemente. Estamos construindo esta empresa com muito trabalho é claro, mas com uma enorme paixão por servir bem. Queremos que a Vyttra Diagnósticos seja uma empresa extraordinária para seus clientes”, finaliza Claudia Goulart.

Sobre a Adavium Medical

Maior empresa de equipamentos médicos e diagnósticos in vitro do Brasil, a Adavium Medical é uma holding formada pelas marcas Vyttra Diagnósticos e Vydence Medical. Fundada no Brasil em 2011 pelo médico Fred Aslan, a Adavium Medical tem faturamento de cerca de R$ 200 milhões e atende cerca de 3500 clientes diretos. Para criar a companhia, Fred Aslan captou recursos de fundos de capital de risco americanos. A primeira aquisição ocorreu em 2013, quando anunciou a compra da Imunotech Sistemas Diagnósticos. Em abril de 2016, foram adquiridas as empresas Alka e Hemogram. Já a Vydence Medical, divisão que fabrica e comercializa equipamentos médicos para estética e dermatologia, entre outras especialidades, se fortaleceu em 2015 com a compra de controle da Industra Technologies, empresa brasileira líder no segmento.

Sobre a Vyttra Diagnósticos

Líder brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro, a Vyttra Diagnósticos faz parte da holding Adavium Medical e foi criada em 2016 a partir da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka Tecnologia. Com carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país, a Vyttra Diagnósticos conta com portfólio completo com mais de três mil itens, entre produtos de fabricação própria e importados, em especialidades como bioquímica, hematologia, imunologia, autoimunidade e microbiologia. Com atuação nacional, a empresa dispõe de quatro centros de distribuição, localizados em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e região Sul, além de distribuidores em todo o país.