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Modificação de processos reduzem custos na Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa

Barra Mansa

O bom funcionamento de uma unidade hospitalar depende de muitos fatores e um dos primordiais é o estoque de medicamentos e insumos. A gestão de uma farmácia hospitalar demanda controles rígidos para evitar interrupções nas atividades assistenciais e altos custos com produtos e investimento de capital em estoque. Como não é simples a adoção de atividades para a conquista de maior eficiência na logística, no controle e armazenamento, no processamento de pedidos, na distribuição e na administração de produtos, a Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa passou a utilizar, em agosto de 2015, o sistema de gestão da MV.

Localizada no Vale do Paraíba, Rio de Janeiro, a instituição filantrópica fundada em 1859 enfrentava diariamente desafios na farmácia hospitalar. Efetuado por meio de planilhas, o acompanhamento da validade dos produtos era ineficiente; o controle dos valores de estoque e dos materiais estocados não era realizado; a estocagem, além de excessiva, ocorria em locais diferentes; a farmácia não era integrada ao setor de compras; e inúmeras baixas não ocorriam no momento da dispensação dos medicamentos devido à lentidão no processo utilizado.

Com a adoção da solução MV para garantir disponibilidade máxima de produtos com menor nível de estoque possível, mudanças positivas foram observadas ao longo do ano na farmácia da Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa. A partir de uma varredura geral no estoque, produtos vencidos foram recolhidos e mais de R$ 50 mil foram contabilizados em produtos estocados fora da farmácia, sem controle e registro.

Além disso, a implantação de uma Central de Armazenagem da Farmácia (CAF) possibilitou a separação de materiais que chegam e saem, o controle de lote e validade (por etiqueta) em 100% dos medicamentos e insumos, o aprimoramento do controle dos itens de alto custo e o aumento da frequência de compras de dez para dois dias. Com acesso a dados precisos sobre necessidades de consumo, o resultado foi a redução das compras efetuadas em 21% e do valor do estoque em 40% em pouco mais de um mês.

O uso do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) pela equipe assistencial também foi fundamental para vencer um desafio histórico na instituição: a perda de aproximadamente R$ 1 milhão por ano devido à demora entre a requisição do médico e o registro de dispensação do medicamento para administração no paciente. Com o PEP, agora um medicamento prescrito é automaticamente requisitado na farmácia e a dispensação ocorre por meio de um leitor de código de barras sem necessidade de preenchimento manual de informações.

Como o hospital filantrópico também enfrentava em outros setores desafios operacionais com implicações em custo e produtividade, a implantação do sistema de gestão hospitalar da MV se estendeu a outras áreas. De acordo com o coordenador de implantação do sistema no hospital, Paulo Braz, no setor de faturamento, por exemplo, existe agora uma visão gerencial do que ocorre na instituição. “Isso possibilita o planejamento de ações com o objetivo de eliminar gargalos e ineficiências, aumentar valores e reduzir tempo de cobranças.”

PERFIL DO HOSPITAL:

Leitos – 218

Quantidade de médicos – 255

Equipe de enfermagem – 330

Atendimentos diários – 400

Cirurgias por mês – 500

Dispensações por mês – 9.600

Hospital NEXT Butantã inaugura ala de internação

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O Hospital NEXT Butantã, antes conhecido como Metropolitano Butantã, acaba de inaugurar uma ala de internação para adultos com 29 leitos, sendo um de isolamento, exclusivo para pacientes com doenças infectocontagiosas, que necessitam de cuidados especiais. Com a iniciativa, a instituição amplia o acesso de pacientes da Zona Oeste de São Paulo a serviços de qualidade. O hospital está localizado na Avenida Prof. Francisco Morato, 719, no bairro do Butantã.

“A nova ala faz parte da estratégia do NEXT Butantã de investir constantemente em serviços e na modernização da infraestrutura, a fim de oferecer o melhor atendimento aos pacientes, com segurança e qualidade e tendo sempre a humanização como referência na assistência prestada”, destaca Antonio Eduardo Giriboni Monteiro, diretor do hospital.

Os 29 leitos de internação estão distribuídos em uma área de 600 m² e foram projetados para oferecer conforto e privacidade aos pacientes e aos seus acompanhantes. Os ambientes possuem equipamentos de alta tecnologia e decoração contemporânea, além de itens como ar-condicionado, frigobar e televisão.

Para os cuidados assistenciais ao paciente, o Hospital NEXT Butantã conta com uma equipe multiprofissional altamente qualificada, formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas e assistentes sociais.

Sobre o Hospital NEXT Butantã

Fundado em 1961, foi chamado, primeiramente, de Pronto-Socorro Iguatemi. Em 1980, o nome mudou para Hospital Metropolitano Butantã e, recentemente, passou a ser denominado NEXT Butantã. Possui um corpo clínico altamente qualificado, estrutura completa e atende mais de 15 especialidades, como urologia, neurologia, oncologia, ortopedia e cirurgias geral, ginecológica e torácica, entre outras. A instituição está localizada na Zona Oeste de São Paulo.

Magma Solution desenvolve sistema de gestão de UTIs baseado em inteligência analítica

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• A solução foi construída com o suporte da plataforma de business intelligence da MicroStrategy e integra dados internos com os dos pacientes, trazendo para o gestor uma visão ampla e sistêmica de toda a unidade de cuidado intensivo

• O aprimoramento e agilidade conquistados e o uso correto da informação, permitem equilibrar redução de custo e aumento de competitividade, com maior qualidade no atendimento ao paciente

Alicerçada em sua expertise como uma empresa de soluções específicas para Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e visando, por meio do uso correto da informação, aprimorar a excelência desta área tão crítica para os hospitais, a Magma Solution desenvolveu um sistema de gestão de UTIs baseado em inteligência analítica. A ferramenta, concebida com base na plataforma de Business Intelligence (BI) da MicroStrategy, proporciona ao gestor uma visão ampla e sistêmica de toda unidade, transformando os processos decisórios e trazendo melhorias que refletem, por exemplo, na agilidade da tomada de decisões, no aprimoramento da gestão financeira, na redução do tempo de internação e em maior qualidade de atendimento aos pacientes.

De acordo com o diretor clínico da Magma Solution, José Albani de Carvalho Junior, o sistema desenvolvido possibilita que milhares de dados sejam analisados, incluindo os provenientes do prontuário médico de cada paciente e os relacionados à gestão dos recursos da área. “Com isso, é possível tanto enxergar a UTI de forma geral, como também chegar a níveis específicos e profundos de detalhamento, além de comparar as informações disponíveis. Os benefícios são sentidos por todos os lados e tornam o atendimento mais rápido e abrangente e, ainda, influenciam na gestão financeira“, ressalta.

Antes de incorporar a tecnologia MicroStrategy ao sistema, as análises das informações eram realizadas a partir de planilhas em Excel. Ou seja, para que uma decisão fosse tomada era necessário lapidar manualmente uma grande quantidade de planilhas e fazer cruzamentos entre elas. Hoje tudo é feito automaticamente e o que levava até duas semanas para ser definido, passou a ocorrer em cerca de cinco minutos. Desta forma, os gestores têm tempo para dedicar-se às deliberações técnicas, clínicas e de gestão dentro das UTIs. Os ganhos refletem ainda na produtividade da própria equipe da Magma Solution, que com a mesma estrutura usada para gerenciar 80 leitos de UTI no início de sua atuação, com o apoio da tecnologia, administra mais de 200 leitos, com maior qualidade nos serviços prestados.

Carlos Eduardo Privati, diretor de Tecnologia da Magma, ressalta que a escolha pela MicroStrategy, deu-se por conta de experiências anteriores bem sucedidas com a utilização da ferramenta. “A MicroStrategy não só é líder de mercado, como também dispõe de uma plataforma capaz de iniciar um projeto analítico de forma ágil, mas com governança e escalabilidade de uma solução corporativa. Com ela, conseguimos realizar tanto análises visuais como gerar e distribuir relatórios e alertas, nos ambientes Web e Mobile, contando inclusive com a integração com outras ferramentas estatísticas. Além disso, graças a uma extensa biblioteca de funções, indicadores são criados de acordo com as nossas necessidades”.

A Magma Solution é fruto da parceria entre um médico intensivista, José Albani de Carvalho Junior, e do especialista em BI, Carlos Eduardo Privati. Unindo suas expertises e baseando-se nas reais necessidades dos profissionais que atuam dentro das UTIs, investiram no desenvolvimento de uma solução capaz de combinar dados até então pouco valorizados dentro das unidades de cuidado intensivo, porém cruciais para subsidiar decisões clínicas gerenciais. Segundo os especialistas, tanto no sistema público de saúde como em boa parte da rede privada, os médicos ainda são pouco afeitos à gestão e à tomada de decisão que utilizam mais do que a intuição. Porém, mesmo diante deste cenário, a empresa tem colhido bons frutos e está presente hoje em mais de oito hospitais da região sudeste. A Magma Solution também tem trabalhado no desenvolvimento de outras soluções tecnológicas que apoiam e automatizam a gestão dentro das unidades de cuidados intensivos, como por exemplo, o gestor de plantões.

Agência USP de Inovação promove hackathon focada no envelhecimento

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A Agência USP de Inovação (AUSPIN) está com inscrições abertas para o “Hackathon (desafio) de aplicativos e programas para a terceira idade”, que será realizado durante a 7ª. edição do BIN@SP nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no Centro de Difusão Internacional da USP.

O hackathon é uma maratona de programação em que os participantes são desafiados a desenvolver softwares em um curto período de tempo. “Esse é o primeiro hackathon no Brasil voltado à terceira idade”, explica Fernando Cembranelli, médico responsável pela competição e CEO da Aceleradora de Saúde Berrini Ventures. Segundo ele, a proposta quer levar os jovens participantes a desenvolverem aplicativos e soluções de TI para esse público.

Os participantes serão divididos em equipes, que receberão orientação de mentores, que são profissionais ligados às áreas inerentes à competição. “O papel dos mentores é ajudar no processo educacional dos jovens empreendedores”, esclarece Cembranelli. Segundo ele, a participação em eventos como esse abrem portas profissionais para os jovens. “O hackathon é uma simulação muito boa para que um grupo de empreendedores seja testado frente à uma série de desafios”, afirma o médico.

BIN@SP

O evento reunirá empresários, pesquisadores, estudantes, empreendedores e profissionais ligados à inovação. O BIN@ é uma rede internacional informal de parceiros de várias áreas. “Vamos reunir representantes da indústria, academia, investimento, incubação, desenvolvimento de negócios e agência de desenvolvimento econômico para apoiar o compartilhamento de boas práticas, conhecimento, além de promover a inovação aberta e a oportunidade de aproximação e negócios”, explica Vanderlei Salvador Bagnato, coordenador da AUSPIN.

Sobre a Agência USP de Inovação

Criada em 2005, a Agência USP é o núcleo de Inovação Tecnológica da USP, responsável por gerir a política de inovação e promover a utilização do conhecimento científico, tecnológico e cultural produzido na Universidade em prol do desenvolvimento socioeconômico sustentável do Estado de São Paulo e do País.

O núcleo conta com programas e atividades de estímulo à inovação e ao empreendedorismo. Entre elas, destaque para a Bolsa Empreendedorismo, que é parte do Programa de Bolsas de Intercâmbio Internacional para alunos de graduação da USP; o oferecimento da disciplina de graduação “Inovação e Empreendedorismo”, em parceria com o Instituto de Física de São Carlos (IFSC); Pixel, programa que busca auxiliar potenciais empreendedores a desenvolverem suas ideias até o estágio de prototipagem por meio de suporte sistêmico de atividades; e a interação com a RedEmpredia, rede de universidade que promove a inovação e o empreendedorismo.

Serviço:

Hackathon de aplicativos e programas para a terceira idade

Dias: de 7 a 9 de novembro/2016

Local: Centro de Difusão Internacional da USP, à Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 22 – Butantã, São Paulo-SP e Agência USP de Inovação

Informações: eventosinovacao@usp.br

Telefone: (11) 3091-4164 ou 2648-0994

Inscrições: R$ 50,00

Vagas limitadas

BIN@SP

Data: 7, 8 e 9 de novembro de 2016

Local: Centro de Difusão Internacional da USP, à Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 22 – Butantã, São Paulo-SP

Informações e inscrições: https://paginas.fe.up.pt/~binsp2016/

Telefones: (11) 3091-4164 ou (11) 2648-0994

Instituto de Olhos Fernando Ventura investe no software Tasy para otimizar gestão e atendimento

Recife, Brasil - O software de gestão em saúde Tasy, da Philips, foi escolhido pelo Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV) para otimizar a gestão de prontuário eletrônico dos pacientes (PEP), os sistemas de recepção e marcação de consultas e o controle financeiro. Considerado referência no atendimento oftalmológico em Recife, o institulo prioriza a qualidade e segurança do atendimento. “Nossa demanda não era apenas um prontuário eletrônico seguro, mas um software que tivesse as particularidades necessárias à nossa especialidade, a oftalmologia, e que conseguisse integrar de maneira eficiente todos os outros setores da clínica, como a marcação de consultas, recepção, atendimento, bloco cirúrgico, faturamento e o setor financeiro. Com o sistema Tasy, é possível, recepcionar o paciente de maneira mais eficiente e rápida, reduzindo o tempo de espera. Essas facilidades nos permitem realizar um atendimento mais próximo ao cliente, algo que valorizamos muito”, comenta Dr. Carlos Gustavo, diretor médico do IOFV.

Como um grande aliado a prática diária dos especialistas e gestores, o Tasy é um software que dispõe de recursos clínicos e relatórios gerenciais que facilitam a tomada de decisão e a gestão. Para o diretor médico, o prontuário eletrônico do paciente (PEP) é a principal ferramenta que o médico utiliza nas suas atividades diárias. É fundamental, portanto, que o médico tenha acesso a uma ferramenta de alta qualidade, segura e que ao mesmo tempo possa auxiliá-lo no registro da história clínica, exame físico, solicitação de exames e prescrições. “Por ser um sistema certificado pela Sociedade Brasileira de Informática em saúde (SBIS), temos a segurança da autenticidade, confidencialidade e integridade das informações dos nossos pacientes”, argumenta Dr. Carlos Gustavo.

Para a TI, o uso de software é crucial para o atendimento

No suporte a toda operação a TI do IOFV preocupa-se constantemente com a insfraestrutura tecnológica. Seu papel é de consultoria e administração dos serviços em sistemas de informação, como o Tasy e tecnologia hospitalar, tais como sistemas embarcados para equipamentos de diagnósticos e sistemas PACS. Principalmente porque o IOFV atende diversas especialidades e realizada muitos procedimentos por mês.

Toda empresa deve estar atualizada, por isso Joanes Paulo, consultor em Tecnologia da Informação do IOFV, argumenta que a eficiência processual depende muito da eficácia do sistema de gestão. “O Tasy possui mais de 30 mil parâmetros, o que nos dá a possibilidade de buscar várias formas de adequar as atividades do Hospital à realidade sistêmica. É uma descoberta diária realizada por meio do uso efetivo do sistema e exploração contínua de tudo que a ferramenta tem a oferecer”, finaliza Joannes Paulo.

Protocolo adotado pelo Hospital TotalCor permite alta no mesmo dia para 59% dos pacientes submetidos à angioplastia

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O Hospital TotalCor registrou nos últimos anos um percentual crescente de pacientes submetidos à angioplastia coronariana que receberam alta no mesmo dia, passando de 11%, em 2013, para 59%, registrados de janeiro a junho deste ano. O principal benefício é a diminuição do risco de complicação devido à redução do tempo médio de permanência hospitalar. A instituição realiza esse procedimento desde 2007 e, há quatro anos, adotou o protocolo de alta hospitalar no mesmo dia para pacientes com baixo risco de complicações.

Recentemente, os resultados alcançados após a implantação do protocolo foram apresentados durante o Congresso do American College of Cardiology (ACC) e, na ocasião, a instituição, que faz parte do Programa Internacional de Centros de Excelência em Cardiologia da entidade, destacou-se pelos altos padrões de prática médica e cuidado cardiovascular. “Fomos reconhecidos como um dos cinco mais importantes centros em cardiologia em todo o mundo. Essa conquista só nos faz ter certeza de que estamos no caminho certo, sempre inovando para oferecer o que existe de melhor em termos de tratamento, com a garantia de qualidade e segurança para o nosso paciente”, comemora Valter Furlan, diretor do TotalCor.

Desde a implantação do protocolo, o paciente passa por uma consulta com cardiologista, que irá avaliar a indicação ou não da realização da angioplastia com alta no mesmo dia. Após o procedimento, ele é acompanhado por uma equipe multidisciplinar formada por médicos hemodinamicistas e enfermagem especializada, que irá avaliar a ocorrência ou não de dor torácica e se a alta no mesmo dia é viável. Antes de sair do hospital, o paciente recebe um manual com orientações sobre alguns cuidados que devem ser tomados, como não subir escadas no mesmo dia em que fez a cirurgia e estar atento à presença de sintomas, como dor ou sangramento.

A angioplastia coronariana é utilizada para a desobstrução das artérias coronárias (do coração), evitando que o paciente apresente angina ou dor no peito e até infarto. A técnica pode ser realizada por via radial (punho) ou femoral (virilha).

Sobre o TotalCor:

Fundado em setembro de 2006, o Hospital TotalCor é referência nacional em atendimento médico-hospitalar, com foco em cardiologia. Com um corpo clínico altamente qualificado e tecnologia de ponta, a instituição prima pelo atendimento humanizado e pelo cuidado com cada paciente. Em 2010, o TotalCor conquistou a acreditação pela Joint Commission International (JCI), a mais importante entidade certificadora de serviços de saúde no mundo.

Modelo de negócios inovador foi destaque durante LIKE THE FUTURE

SÃO PAULO, 24 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- A 1ª edição do LIKE THE FUTURE, promovido pelo LIDE FUTURO, reuniu os presidentes Charles Martins (Mundo Verde); Pedro Bueno (laboratórios DASA) e Ronaldo Pereira (Óticas Carol), para um painel sobre O impacto de lideranças jovens em negócios bem sucedidos, ontem (23), em São Paulo.

"Quando eu falo em lançar um aplicativo ou aprimorar o e-commerce na empresa, nossos franqueados com idades entre 40 e 50 anos ficam apreensivos, achando que vamos acabar com o negócio deles", disse Charles Martins, presidente da Mundo Verde, ao explicar sobre a implantação de ferramentas mais tecnológicas na empresa.

O executivo lembrou que muitos gestores preferem se manter conservadores, ao citar suas experiências administrativas envolvendo a empresa. "É preciso experimentar, mas experimentar é agir". Sobre o seu modelo de gestão, Martins disse que uma das suas marcas registradas é agilidade. "Não marcamos reunião para discutir, marcamos para decidir."

Para Pedro Bueno, presidente dos laboratórios Dasa, a implantação da cultura de inovação foi uma das prioridades em seu modelo de negócios. Ao assumir a empresa, o jovem empresário criou incentivos, programas de sócios e surpreendeu ao revolucionar o sistema de metas. "O papel de um líder é muito simples. Você precisar implantar um ambiente inspirador, definir um time campeão e desenhar uma cultura eficiente."

Ao ser questionado sobre as diferenças entre lideranças jovens e mais experientes, Pedro Bueno foi claro. "Um CEO jovem é igual a um CEO mais velho. A única diferença está na experiência, por isso ressalto a importância de um time excelente para compensar".

Ronaldo Pereira, presidente da Óticas Carol, contou que passou 90 dias em imersão ao lado do fundador da empresa, tudo para entender a fundo o DNA deles. "Foi um grande desafio, mas conseguimos, com muito trabalho, caminhar para um crescimento constante e consistente".

A única rede de óticas brasileira com laboratório digital próprio é também detentora de um modelo de negócios baseado em franquias que, segundo Pereira, é uma arte. "Você exerce a liderança pelo exemplo e convencimento, e não pela imposição", disse o executivo.

Pereira também citou o projeto "Pequenos Olhares", programa que disponibiliza a todas as crianças do ensino público brasileiro acesso a óculos de grau. "Hoje, oito em cada dez crianças nunca foram ao oftalmologista. Além disso, cerca de 30% dessas crianças tem algum problema de visão, por isso todos os funcionários da Óticas Carol abraçaram essa causa", explicou.

O LIKE THE FUTURE contou com o patrocínio da GYMPASS, HOLDEN e VITACON, e apoio da TAQUERAY e VILLA BISUTTI. Como fornecedores oficiais estavam CADÔ PRESENTES, CASA DO DAMASCO, CRIS NEVES, ECCAPLAN, FLUX, GRUPO GODOY, IN EVENT, IT MODEL, LABO CHOCOLATES, MAFOZ CARRINHOS GOURMET, MARINA KHATTAR, NATURAL DA RUA, PURPLE COW, SLOW BREW BRASIL, TOK TAKE, VERO LATTE e WE LOV CAKES. PR NEWSWIRE e as revistas LIDE e TRIP foram os mídia partners.

Mais informações:
Erica Valério – 3039-6098 – ericavalerio@grupodoria.com.br

FONTE LIKE THE FUTURE

Fanem investe em nova fábrica de equipamentos médicos no México

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A fabricação local também permitirá o ingresso no setor público, que responde por 75% das compras de equipamentos neonatais no país

Dando mais um passo importante em sua estratégia de internacionalização, a Fanem, multinacional brasileira que fabrica produtos inovadores nas áreas de neonatologia e de laboratórios, está investindo cerca de US$ 800 mil em uma nova fábrica no México. Inicialmente, o objetivo da companhia é atingir o expressivo mercado local que, devido à elevada taxa de natalidade, consome cerca de US$ 40 milhões por ano em equipamentos neonatais. Posteriormente, a ideia é atender também a América Central, Caribe e Ásia, quer seja pelas facilidades logísticas ou em função de tratados de livre comércio. A indústria médica do México exporta US$ 7.7 bilhões por ano, sendo que 76% deste total correspondem a equipamentos médicos, cirúrgicos, odontológicos e veterinários.

De acordo com José Flosi, responsável pela operação no México, atualmente, 75% das compras de equipamentos neonatais são realizadas pelo governo mexicano. Instalar-se fisicamente será fundamental para ampliar os negócios da Fanem no País, especialmente diante das normativas que determinam que apenas empresas locais ou provenientes de regiões com tratado de livre comércio participem dos processos licitatórios. Desta forma, a Fanem ganha também condições de atender a esse significativo mercado.

“Temos know-how e produtos de elevado valor agregado e grau tecnológico, o que nos coloca em condições favoráveis para competir com grandes players. Acreditamos que os custos de fabricação, incluindo mão de obra, nos permitirão praticar preços competitivos. Todos estes fatores, somados ao fato de ingressarmos em uma fatia importante de mercado que até este momento não explorávamos, me autoriza a prever um aumento significativo na receita atual de exportações da Fanem, já no próximo ano”, enfatiza Flosi.

Localizada no Parque Tecnológico de Guadalajara, a nova fábrica da Fanem começará operando com 10% de sua capacidade total. E nos próximos quatro anos, prevê-se que a produção seja equivalente a 25% do volume da unidade brasileira. A operação terá início em meados do segundo semestre, inicialmente com 10 produtos da linha neonatal. As vendas realizadas até este momento via Brasil, serão efetuadas a partir de agora pela unidade mexicana. Concomitantemente ao início do processo fabril serão tramitados os processos regulatórios e de certificações dos equipamentos na Comissão Federal para a Proteção contra Riscos de Saúde (Cofepris), pré-requisito para as vendas realizadas nas instituições administradas pelo governo e para determinadas exportações, como por exemplo, os Estados Unidos da América.

Está é a terceira fábrica da Fanem e a segunda fora do país. Com sede em São Paulo, a empresa conta com uma unidade industrial no Brasil, em Guarulhos (SP), e outra em Bangalore, na Índia. Possui também um escritório na Jordânia, em Amã, e uma rede organizada de representantes em todos os países em que está presente. Aliando pioneirismo e tradição, a Fanem atua neste segmento desde 1924, sendo uma das mais importantes indústrias nacionais de equipamentos médicos, líder de mercado em produtos neonatais e com know-how em equipamentos para laboratórios desde a sua fundação. Várias vezes premiada por sua atuação como exportadora, comercializa seus equipamentos para mais de 100 países. Cerca de 7% de seu faturamento são investidos anualmente em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Com foco em novas oportunidades de negócios, Hospitalar participa de evento no Chile

Business Club Healthcare acontecerá nos dias 25 e 26 de agosto

negocios chileDepois de realizar 40 edições no Brasil, com mais de 1.600 participantes, compartilhando casos de sucesso e melhores práticas de gestão hospitalar, a consultoria TM Jobs realizará, em âmbito latino-americano, o Business Club Healthcare, projeto que reúne líderes da área de saúde, com o objetivo de promover e facilitar o intercâmbio de experiências. A empresa lançou durante a Hospitalar 2016, em São Paulo, o Business Club Healthcare Latam, focado em atingir países da América Latina.

A diretora da Hospitalar, Mônica Araújo, estará presente no evento, que acontecerá nos dias 25 e 26 de agosto, em Santiago (Chile), na Clínica Santa Maria, uma das mais modernas do país, juntamente com presidentes e diretores de hospitais privados e universitários do Chile, Peru, Colômbia, Venezuela, Argentina e Brasil. O objetivo é compartilhar com clínicas e hospitais dos países da América Latina as melhores experiências, os ganhos de eficiência e as melhores práticas de gestão hospitalar do Brasil. “Conhecer modelos de saúde de outros países é importantíssimo, pois amplia o nosso leque de ideias para o desenvolvimento do nosso setor”, destacou a diretora da Hospitalar, que ainda acrescentou: “Participar de um evento como esse contribui para a geração de novos negócios e proporciona maior visibilidade aos nossos expositores, além de atrair visitantes internacionais para nossa feira em maio”.

Outras ações

Como parte da estratégia interna, a Hospitalar também participará de outros eventos internacionais.  Entre os dias 28 e 30 de setembro, a equipe prestigiará, em Buenos Aires, na Argentina, a 14ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos e Serviços de Saúde – ExpoMEDICAL. A Hospitalar confirmou presença também na Medica, tradicional feira de saúde em todo o mundo, que ocorrerá em Düsseldorf, na Alemanha, de 14 a 17 de novembro. “Nossa intenção é a de sempre de divulgar o evento e seus expositores gerando mais oportunidades de negócios”, finalizou a diretora.

Para o Grupo Nunes & Grossi a sustentabilidade de Planos de Saúde corporativos depende de inúmeras variáveis

SÃO PAULO, 24 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- Com clientes de vários portes, o Grupo Nunes & Grossi, especializado em seguros, tem encarado alguns desafios. Um percentual significativo de empresas os consultou para mudar o perfil do plano de saúde. Sendo este o maior custo, após a folha salarial, é natural que, na crise, tentem reduzir gastos. Mas este não é caminho mais adequado.

"Não tem sentido se a empresa está satisfeita com o serviço da operadora, migrar de plano. Se as corretoras ganham, e muito, com a troca, propô-la como solução ideal tem um viés mais financeiro do que de gestão consciente, pois há impactos envolvidos nessa decisão. Mudar de plano, pela sinistralidade, deixa déficits pelo caminho. Resultado: a empresa fica com o nome sujo. A melhor conduta é avaliar o custo e tornar a prestação de serviços adequada ao perfil do cliente", explica Ana Paula Ramos, Diretora de Relações Empresariais da Nunes & Grossi.

Com o aumento das demissões mudar o plano piora o ambiente. "Reduzir uma rede muito intensa e encontrar parceiros menos onerosos e efetivos é uma alternativa. A longevidade é real. O custo médico é crescente. A ANS trabalha para que o sistema  funcione, pois será um prejuízo incalculável a falência dos planos".

Um trabalho eficiente de gestão de um plano precisa contar com um comitê de saúde formado por representantes de vários níveis da empresa. Em conjunto podem avaliar o desenho do plano visando melhorar sua utilização e para que ninguém se sinta lesado. "Os comitês de saúde devem avaliar com frequência os resultados do contrato, quanto se pagou e gastou e qual foi a maior incidência médica, assim é possível estabelecer ações para conter o uso inadequado e evitar reajustes altos. Em uma recente avaliação detectamos que 40% dos exames ficam nos laboratórios. Isso é muito grave. O cuidado com a saúde tem que ter começo, meio e fim. O Plano não é um cartão de crédito sem limite. Programas de prevenção em saúde tem se mostrado altamente eficientes nesse cenário, também", conclui.

Algumas operadoras se acomodam com o contrato. Por isso é preciso rever limites técnicos e problemas na utilização. Sempre há alternativas. E é um alívio encontra-las, pois prestigia usuários e empresas. www.nunesegrossi.com.br

Mara Ribeiro – Assessora de Imprensa -  11 3032.9815/3815.1994

FONTE Grupo Nunes & Grossi