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Como armazenar dados com segurança em seu consultório

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Com a popularização dos prontuários eletrônicos, as informações mais importantes de médicos e pacientes ganharam espaço no mundo digital e foram para a nuvem. Esta iniciativa oferece uma série de benefícios para clínicas e consultórios, sobretudo no aumento de produtividade e qualidade no atendimento, mas também trouxe um receio que incomoda diversas pessoas: será que estes dados tão importantes estão seguros e livres de ataques cibernéticos?

Esta é uma preocupação constante na área. A última pesquisa TIC Saúde, realizada em 2014, mostra que quase metade dos médicos brasileiros (48%) considera “difícil” ou “muito difícil” a implantação de sistemas eletrônicos por conta das preocupações com segurança e confidencialidade das informações. Para reverter essa situação, é preciso apostar em tecnologias que possuem certificações de boas práticas no armazenamento das informações.

A documentação clínica impacta diretamente na vida e bem-estar do paciente – e são os médicos e seus consultórios os responsáveis pela guarda desses dados. Dessa forma, prontuários eletrônicos e demais serviços tecnológicos precisam seguir critérios mínimos de segurança, qualidade, arquitetura, conteúdo e interoperabilidade (capacidade de um sistema interagir com outro). Quanto mais selos o fornecedor tiver, mais confiança ele irá passar para o mercado.

No Brasil, uma das principais certificações na área de tecnologia é a NGS 1 e 2, emitidas pela SBIS (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde) em nome do CFM (Conselho Federal de Medicina). Quem conquistar o NGS-2, nível máximo de exigência, não só consegue trazer mais segurança no armazenamento dos dados de acordo com a conformidade legal, como também permite aos usuários assinarem os dados clínicos digitalmente com o certificado digital – elevando a clínica a outro patamar tecnológico.

Em uma época em que o digital está presente em praticamente tudo, ainda são poucos os fornecedores de tecnologia que buscam essas certificações. Os consultórios, por sua vez, também não prestam atenção a esse tema tão importante e correm riscos com os dados dos seus pacientes. Hoje, a informação é um dos principais ativos para qualquer negócio e exige atenção máxima para quem desejar crescer em um cenário cada vez mais competitivo.

Humanização em Saúde: como alcançá-la?

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Por Luciana Ludwig Nigri*

Humanização é a ação ou efeito de humanizar, de tornar humano ou mais humano, tornar benévolo, tornar afável. E na saúde como podemos definir humanização? O que a humanização tem a ver com o processo de Acreditação Hospitalar?

Na saúde, a humanização é definida como a busca pelo melhor atendimento aos pacientes e melhores condições para os trabalhadores, logo, a busca por melhor qualidade nas unidades de saúde. A humanização é tão importante na área da saúde que o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar – PNHAH, em 1999. Em 2003, o programa se transformou em uma política pública de saúde, chamada de Política Nacional de Humanização (PNH). Ela amplia a proposta pela busca da qualidade e indica ações voltadas para a resolução das dificuldades de acesso aos serviços de saúde, da desvalorização dos trabalhadores de saúde, da precarização das relações de trabalho, do baixo investimento em educação permanente dos trabalhadores, da pouca participação destes na gestão dos serviços e do frágil vínculo com os usuários.

Apesar da humanização fazer parte do nosso vocabulário há mais de uma década, ainda enfrentamos dificuldades na efetivação das suas práticas no cotidiano dos serviços. Há duas semanas levei minha filha a uma emergência privada na Zona Sul do Rio de Janeiro e perguntei ao recepcionista qual a média de espera para o atendimento. O mesmo não soube me responder e me pediu que fosse ao Acolhimento perguntar. A enfermeira do setor, com certa naturalidade, respondeu de imediato: de 1:30h a 2:00h, sem consultar nenhum sistema de informação e o mais grave, sem realizar nenhuma avaliação de risco para o quadro dela.

Um modo prático e dinâmico de avaliar a humanização nas unidades de saúde pode ser realizado por meio das pesquisas de satisfação do usuário e clima organizacional, que permitem monitorar a melhoria das relações humanas. Um caminho para alcançarmos a humanização de maneira plena é a adesão ao processo de acreditação internacional através da metodologia da Joint Commission International (JCI), cujo parceiro no Brasil é o Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA).

A 5ª edição o Manual de Padrões para Acreditação da JCI para Hospitais contempla um conjunto de padrões que tem como objetivo alcançar/implantar uma cultura voltada para a qualidade e segurança que se traduz, em essência, em humanização.

De acordo com esse manual, a humanização é diretamente observada nos padrões centrados no paciente como, por exemplo, o padrão PFR. 1 do capítulo de Direito do Paciente e Familiares (PFR) que preconiza processos para identificação, proteção e promoção dos direitos dos pacientes, de inclusão dos familiares nas decisões do cuidado e na educação dos profissionais quanto a esses direitos.

O padrão ACC 1.1 do capítulo de Acesso e Continuidade dos Cuidados (ACC) preconiza um processo de triagem baseado em evidência, para dar prioridade aos pacientes com necessidades imediatas. Já os padrões AOP 1.5 do capítulo de Avaliação dos Pacientes (AOP) e COP. 6 do capítulo de Cuidados aos Pacientes (COP) abordam a triagem, reavaliação e controle da dor. O padrão ASC. 7.1 do capítulo de Anestesia e Cuidados Cirúrgicos enfoca a discussão com o paciente e sua família sobre os riscos, benefícios, possíveis complicações e alternativas relacionadas ao procedimento cirúrgico planejado. O padrão MMU. 1 do capítulo de Gerenciamento e uso de medicamentos (MMU) aborda como deve ser realizada a organização e o gerenciamento do uso do medicamento no hospital para atender as necessidades dos pacientes com qualidade e segurança. Para finalizar podemos citar o padrão PFE 1 do capítulo de Educação de pacientes e familiares (PFE), que preconiza a educação dos pacientes e seus familiares para um suporte na participação das decisões relativas aos cuidados.

Não menos importante, podemos observar a humanização indiretamente presente nos padrões de gestão dos riscos, conforme preconizado nos padrões QPS 7, 8 e 9 do capítulo de Melhoria da Qualidade e Segurança do Paciente (QPS) e PCI 1 do capítulo de Prevenção e Controle de Infecções (PCI). No Capítulo de Governo, Liderança e Direção (GLD), a busca da garantia por uma instituição com recursos efetivos e eficientes, com uma equipe coordenada e integrada, é fundamental para melhorar a qualidade do cuidado ao paciente e dos serviços clínicos e administrativos. O alcance de instalações seguras (acesso, incêndio e resíduos), equipamentos médicos que não apresentam riscos e sistemas utilitários que não sofram falhas de operação é preconizado no capítulo de Gerenciamento e Segurança das Instalações (FMS). A garantia por um cuidado realizado por profissionais com conhecimentos e habilidades de acordo com as necessidades dos pacientes é preconizado no padrão SQE 3 do capítulo de Educação e Qualificação de Profissionais (SQE). A garantia por uma comunicação efetiva e eficiente com os pacientes, seus familiares e profissionais de saúde é preconizado no capítulo de Gestão da Informação (MOI).

Também não poderia deixar de citar o capítulo de Programas de Pesquisa envolvendo Seres Humanos (HRP) que trata dos diretos dos pacientes e familiares relacionados à pesquisa. Desta forma, podemos concluir que o processo de humanização nos serviços de saúde perpassa por todos os capítulos do Manual de Padrões para Acreditação da JCI, ou seja, é uma responsabilidade de todos que têm como princípio à qualidade e a segurança em saúde.

* Luciana Ludwig Nigri é administradora, com especialização em Gestão em Saúde pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e com MBA em Sistemas de Informação em Saúde - ENSP/FIOCRUZ. Atualmente, atua como avaliadora e educadora para a melhoria da qualidade e segurança assistencial em instituições de saúde no Consórcio Brasileiro de Acreditação, parceiro associado da Joint Commission International no Brasil.

Erros Médicos: Segurança ampliada com conteúdo inteligente e tecnologia

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Por Mark Bonfiglio, BS, PharmD

Se você possuísse a informação de que toda semana mais de duas mil pessoas morrem em acidentes aéreos, ainda assim você voaria? E se você descobrisse que estes foram os mesmos riscos enfrentados da última vez em que precisou de um hospital? Isso seria motivo para você pensar duas vezes antes de procurar novamente auxílio médico?

De acordo com o US Center for Disease Control and Prevention (CDC) erros médicos são a terceira causa mais comum de morte nos EUA, correspondendo a mais de 250 mil vidas perdidas em 2013. Neste cenário, a dosagem de drogas é um componente significativo, com erros e eventos adversos causados por medicação inadequada respondendo por mais de 124 mil vidas ao ano – mais de duas mil por semana – e custando à saúde cerca de US$ 16 bilhões.

E isto tudo acontecendo em um mercado que já dispõe das mais avançadas ferramentas de suporte à decisão clínica e no qual se investe um volume de recursos superior ao de qualquer outro país do globo. Imagine então como seriam estes números em países menos desenvolvidos. No Brasil, por exemplo, segundo a ANADEM (Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética) 700 mil pessoas são vítimas de erros médicos por ano. E exemplos de que grande parte acontece como resultado de equívocos na prescrição são fartos; a mídia os noticia quase diariamente.

Erros médicos podem ser registrados em vários estágios do processo de tratamento: no momento da prescrição, na ordem de entrada, na dispensa, na administração da droga, ou quando o paciente é instruído a medicar-se em casa. Em qualquer uma destas etapas, existe a possibilidade de se escolher equivocadamente uma terapia de drogas que seja mais danosa do que benéfica ao paciente.

Um recorte em todos os erros médicos passíveis de serem previstos nos EUA mostra o que segue:

- erros de dosagem: 37%

- alergia a drogas e interações: 11%

- erros de dispensação: cerca de 100 ao dia

Uma estimativa plausível fala em 30 a 50 pessoas, a cada mil admissões hospitalares, vivenciando eventos adversos relacionados à medicação. No Brasil, o cenário é ainda mais dramático. Uma pesquisa do Instituto de Biociência (ICB) da USP sobre prescrição de medicamentos em idosos, por exemplo, realizada com base na avaliação de prontuários/prescrições da própria enfermaria da instituição, em um período de cinco meses, identificou problemas em nada menos que 924 destas prescrições, sendo 920 relacionados a erros de medicação.

As pessoas normalmente esperam que uma visita ao hospital tenha um final bem sucedido. Mas, ao contrário disso, em diversas situações essa experiência acaba sendo negativa, culminando, muitas vezes, na perda de uma vida. Para o prestador de cuidados à saúde, que é submetido a um juramento de nunca causar danos, este é um indicador que é simplesmente inaceitável.

O segmento de saúde destaca-se por ser um ambiente de trabalho acelerado, de alta coação. Há urgência no atendimento e pressão para manter a carga de trabalho. Muitas vezes, é um desafio adquirir e processar toda a informação necessária para garantir um atendimento seguro.

Na maior parte das vezes, os profissionais de saúde possuem o treinamento necessário e estão dedicados a garantir que nada de errado ocorra. Porém, as referências sobre os medicamentos mudam rapidamente e manter-se atualizado é muito difícil. Sem acesso a informações frescas, ou sem o benefício de sistemas automáticos de checagem, cria-se um gap na habilidade do profissional em otimizar a segurança no uso da droga adequada.

Efeitos Secundários

É claro que a principal preocupação no que diz respeito a erros de medicação é o eventual dano que possam causar aos pacientes. Há porém importantes efeitos secundários, sentidos pelos hospitais, sistemas de saúde e pelas pessoas que estão no dia a dia do atendimento. Por exemplo, o envolvimento em um erro médico mina completamente a motivação de um profissional. As instituições também perdem muito em credibilidade junto às suas comunidades, o que pode afetar a habilidade da equipe em desempenhar a sua real missão.

São, porém, as consequências financeiras as que causam o efeito mais devastador para uma instituição de saúde. O custo de terapias corretivas, testes adicionais, novas medicações e readmissão hospitalar, necessários para tratar os erros médicos, poderia ser evitado se o erro original não houvesse ocorrido.

E o tempo demandado no tratamento de eventos adversos e readmissões coloca pressão adicional sobre um corpo clínico já bastante estressado, drenam recursos que já são escassos e criam tempos de triagem e de espera ainda maiores para pacientes em circunstância de menos urgência.

O que fazer?

O mais importante a ser feito pelos líderes das instituições hospitalares para reduzir a incidência de erros de medicação é equipar suas equipes com informação atual, relevante e acessível. Médicos, enfermeiros, farmacêuticos e técnicos devem ter acesso a informações seguras sobre as drogas, em uma base consistente. Eles também devem implementar sistemas de checagem, seja por meio de melhorias de processos ou por via da automação, de forma que isto incremente o trabalho destes dedicados profissionais.

Com a adoção e o apoio de sistemas de suporte a decisão clínica direcionados a medicamentos, os profissionais podem receber alertas automáticos diretamente no prontuário eletrônico do paciente (PEP), o que lhes possibilita saber de antemão quando existe uma preocupação relacionada a medicação. Podendo assim fazer uma avaliação e, se necessário, optar por uma recomendação alternativa na hipótese de considerar-se que a terapia de medicação original tem o potencial de criar um evento adverso.

Os clínicos podem também usar as referências de drogas disponíveis nestes sistemas em cada etapa do processo - prescrição, dispensa, administração e educação do paciente - para verificar dosagens e outros aspectos de segurança que auxiliam a prevenir erros de medicação.

Nada substitui um profissional de cuidados com a saúde capaz e bem treinado. Porém, dispor da informação para guiar a medicação segura por todo o processo, assim como o uso de ferramentas eletrônicas sofisticadas que ampliem os seus esforços, pode ter um impacto significativo.

Mark Bonfiglio, BS, PharmD, Vice Presidente de Operações de Conteúdo da Wolters Kluwer Clinical Drug Information – unidade focada no desenvolvimento de soluções que auxiliam os profissionais em seus esforços para reduzir erros de medicação, aumentar a qualidade, diminuir custos e incrementar a experiência do paciente.

II Colóquio Internacional no Brasil sobre Brincadeiras Perigosas apresenta modelos de prevenção dos jogos de não-oxigenação

FORTALEZA, Brasil, 23 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- Com o tema 'A Prevenção na Prática', o 2º Colóquio Internacional no Brasil sobre Brincadeiras Perigosas acontecerá nos dias 6 e 7 de outubro, no Hotel Sonata de Iracema, em Fortaleza (CE). Organizado pelo Instituto DimiCuida, o objetivo do evento é apresentar aos profissionais das áreas de educação, segurança pública, do direito e de saúde, bem como aos pais e responsáveis, os modelos de prevenção, o mecanismo de respiração, o impacto dos jogos de não-oxigenação na saúde e a autópsia psicológica como uma ferramenta fundamental no processo investigativo.

"Os jogos de não-oxigenação são ´brincadeiras´ disseminadas na internet e praticadas por crianças e jovens do mundo inteiro, que deixam sequelas, muitas vezes irreversíveis, ou levam ao óbito", enfatiza a psicóloga do Instituto DimiCuida, Fabiana Vasconcelos.

Programação

2º Colóquio Internacional no Brasil sobre Brincadeiras Perigosas será dividido em quatros painéis, direcionados para públicos distintos, como pais, educadores e profissionais da saúde, do direito e da segurança pública. O evento será gratuito, mediante inscrição prévia.

Serão abordados temas como prevenção, perigos da internet, como identificar sintomas, epidemiologia da prática, suicídio x brincadeiras perigosas, ferramenta autópsia psicológica, além de depoimentos e orientações aos pais e familiares. Estarão presentes nomes como Judy Rogg (Fundação Erik´s Cause – EUA), Françoise Cochet (APEAS – França), Alessandra Borelli (Nethics – Brasil), Amy Bleak (enfermeira – EUA), Juliana Guilleri (doutoranda – França/Brasil), Fátima Santos (Autópsia Psicológica – Brasil) e Mike Bleak (detetive – EUA), entre outros palestrantes.

Resultados

Realizado em agosto de 2015, o 1º Colóquio Internacional no Brasil sobre Brincadeiras Perigosas reuniu 300 pessoas com o objetivo de trazer o tema à discussão e propor uma agenda permanente de trabalhos de prevenção e conscientização. De lá para cá, o Instituto DimiCuida criou seis Comitês para desenvolvimento das ações e vem promovendo palestras de prevenção sobre o assunto, principalmente em instituições de ensino, no Ceará e em outros estados brasileiros. O Instituto DimiCuida possui um website (www.institutodimicuida.org.br) e uma fanpage (facebook.com/dimicuida) que reúnem as principais informações e esclarecimentos sobre o assunto.

Serviço
Data: 6 e 7 de outubro
Horário: das 8h às 17h30
Local: Hotel Sonata de Iracema (Avenida Beira Mar, 848, Fortaleza/CE)
Inscrições: https://goo.gl/forms/DjdfFUjPjaF7ak4F3
Site: www.institutodimicuida.org.br
Fanpage: facebook.com/dimicuida
Mais informações: (85) 3255-8818 | [email protected]  

Contato para a Imprensa:
Carol Ranier | [email protected] | (85) 98776.2357

FONTE Instituto DimiCuida

CIMES 2016 apresentou discussões sobre inovação e competitividade

Diretora da Hospitalar esteve presente prestigiando o evento

CIMESCom o objetivo de discutir sobre a efetividade das políticas públicas da saúde e propor melhorias e novos caminhos para elevar a competitividade dos produtos nacionais, aconteceu nos dias 18 e 19 de agosto, o CIMES (Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para a Saúde), evento anual promovido pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios) que chegou à sua quinta edição e recebeu grandes nomes nacionais e internacionais da indústria, academia governo da área da saúde para debates sobre a importância da inovação em equipamentos médicos e odontológicos. Mônica Araújo, diretora da Hospitalar, esteve presente prestigiando o evento.

Franco Pallamolla, presidente da ABIMO; Ruy Baumer, presidente do SINAEMO e coordenador do BIOBRASIL/FIESP; Marcus Vinicius de Souza, secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Maria Luiza Leal, diretoria de inovação da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial); André Limp, coordenador de projetos setoriais, representando o presidente Roberto Jaguaribe da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos); Leandro Pereira, gerente geral de Tecnologia de Produtos para Saúde, representando o diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Jarbas de Oliveira; Ricardo Rodrigues Fragoso, diretor geral da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas); e Mauro Guimarães Junqueira, presidente do CONASEMS (Conselho Municipal de Secretarias Municipais de Saúde) compuseram a mesa de abertura.

Ruy Baumer deu início ao evento, enaltecendo a continuidade do CIMES, que há cinco anos apresenta, a cada edição, visível crescimento: “A cada ano vemos sair daqui novas propostas e, principalmente, enxergamos seus resultados”, disse.

Apesar do momento de restrição fiscal e redução de investimentos públicos em pesquisa de desenvolvimento e inovação, ainda é tempo de inovar, ainda que nas questões regulatórias, segundo Marcos Vinicius de Souza, do MDIC. Em sua apresentação ele abordou o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, que promove ações para o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico. “A ideia do marco legal é aproximar as universidades das empresas, tornando mais dinâmicos a pesquisa, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação no país, além de diminuir a burocracia nos investimentos para a área, retirando algumas inseguranças jurídicas que causavam sérios problemas no relacionamento universidade-empresa”, disse.

A diretora de inovação da ABDI, Maria Luiza Leal, elogiou a apresentação do MDIC, destacando também a importância da questão regulatória. “O papel do governo é extremamente importante e nem sempre há essa percepção”, disse. “Temos consciência de que existem coisas que andariam bem mais rapidamente se fossem da alçada apenas do setor privado”. Ela falou também da intenção da agência de se reaproximar do setor produtivo e integrar os conceitos de tecnologia e inovação ao aumento de produtividade e competitividade da indústria brasileira.

Para Leandro Pereira gerente geral de Tecnologia de Produtos para Saúde da Anvisa, um mercado bastante dinâmico como o mercado de produtos para a saúde discutir a inovação é muito necessário: “Nesse contexto a Anvisa tem um papel bastante importante, pois, sabemos que os países que tem mais inovações, são os que têm uma regulação mais evoluída”.

Para Ricardo Rodrigues Fragoso, diretor geral da ABNT, a união entre os players envolvidos é um dos princípios que regem a normalização com base na competitividade e evolução tecnologia, por isso, quando governo, pesquisadores, empresários e fabricantes se unem com um objetivo em comum, renova-se a confiança em um Brasil melhor e cheio de oportunidades.

Competitividade internacional

André Limp, representando a Apex-Brasil, provocou os presentes a pensarem a respeito do desenvolvimento de competitividade por meio da internacionalização. “Esse desenvolvimento passa por uma mudança de paradigmas, na medida em que paramos de ver os negócios internacionais apenas como venda no exterior, para um conceito de internacionalização do negócio brasileiro”, disse. Limp quis chamar as empresas para uma discussão sobre as vendas no exterior não serem apenas uma válvula de escape para o desaquecimento do mercado interno. “Quero deixar a pergunta: como é que as nossas empresas, e os grandes profissionais do setor de saúde, tendo um potencial de criação e inovação tão grande, vão transformá-lo em crescimento de negócios de forma duradoura? ”

Mauro Guimarães Junqueira, presidente do CONASEMS, trouxe um pouco da conjuntura e procurou o apoio dos presentes para, segundo ele, trabalhar no apoio ao SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo Junqueira, 150 milhões de brasileiros são usuários exclusivos do sistema único de saúde e têm a sua disposição 49% de todos os recursos investidos em saúde. Os demais 50 milhões de brasileiros que estão na saúde provada tem 51% dos recursos. “Esse é um cenário que nos preocupa muito, ainda mais se levarmos em conta que, mesmo aqueles que estão na saúde provada tem direito e usam – de uma forma, ou de outra – a saúde pública. ”

O presidente da ABIMO, Franco Pallamolla, finalizou a mesa de abertura reiterando os avanços em cada assunto já tratado nos últimos cinco anos de evento, e também citou o delicado momento de redução de investimentos que vive o país: “Não podemos deixar de falar em curto prazo, na atuação situação, que leva o empresário a adotar uma agenda de cortes para sua sobrevivência e que acabam penalizando a área de investimentos, principalmente em inovação”, disse. “Nosso objetivo aqui é, certamente, motivar os nossos colegas empresários a continuarem acreditando na cultura e na estratégia de inovação. ”

O CIMES apresentou ainda palestras sobre a avaliação da gestão estratégica da inovação e trouxe painéis que abordaram onde estão as oportunidades em telessaúde para a indústria e o mercado de odontologia hospitalar. Houve também discussões sobre o desenvolvimento de Tecnologias Assistivas no Brasil, as oportunidades para inovação no mercado brasileiro por meio da odontologia digital, além de talk shows com foco em inovações que o Brasil já realiza – cases de sucesso da indústria médico-hospitalar e odontológica.

Rodada de Inovação Tecnológica

Vinte e quatro empresas e quinze centros de pesquisas participaram da Rodada de Inovação Tecnológica com o objetivo de reunir projetos compatíveis para parcerias em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias na área da saúde. A ação superou expectativas com 80 reuniões realizadas nos dois de evento. Apesar da crise econômica e o momento político do Brasil, as empresas que participaram das rodadas transpareceram otimismo e não deixarão de investir e acreditar na inovação. "Os centros de pesquisa e as empresas conversaram sobre o desenvolvimento de inovações ou aprimoramentos significativos nos produtos e serviços que a organização oferece. Assim como, sobre o desenvolvimento ou adoção de novos processos na instituição e inovações que implicam em práticas de comercialização", pontuou Clara Porto, gerente de marketing e exportação da ABIMO.

As startups de saúde e as Olimpíadas Rio 2016

Olympic Games

Uau! Como a maioria dos brasileiros estou positivamente impressionado com as Olimpíadas. Quantas vitórias, quanta persistência, quanta luta! Impressionado com os atletas anônimos que se dedicam com pouco ou nenhum apoio de suas confederações ou países e quantos conseguiram superar grandes e pequenas derrotas.

Quem diria que o Brasil tinha tanto talento para canoagem, salto em altura, tae-kwon-do. Brilhamos e nos superamos no futebol e vôlei masculino, mostramos que a cidade maravilhosa não só fez uma grande Olimpíada, mas conseguiu superar boa parte dos problemas previstos pelos alarmistas e realistas de plantão.

Em 130 lugar, o Brasil faz sua melhor performance em uma Olimpíada e o investimento recorde do governo brasileiro de R$3,19 bilhões desde 2012, apesar de não ter colocado o Brasil entre as 10 primeiras posições, certamente consolida o Brasil como uma potência do esporte. Dos canais esportivos, espero que estes dêem maior visibilidade aos esportes individuais e que outros esportes coletivos ganhem visibilidade, além do futebol masculino.

Quem havia falar do baiano Isaquias Queiroz, Martine Grael ou Felipe Wu, antes deles se tornarem vencedores olímpicos ? Por que o único nome que os brasileiros parecem saber amar ou odiar no esporte é o de Neymar?

Já as empresas privadas, fora as patrocinadoras do evento, vi poucas empresas felicitando seus atletas pelo esforço nas competições, sejam eles perdedores ou vencedores. Novamente, cadê o investimento de longo prazo e a crença que vale apoiar times olímpicos? Qual foi a contribuição das 1000 maiores empresas do país para estes atletas ? As empresas são incentivadas a investir no esporte?

A relação destas reflexões com as startups de saúde é clara. Temos muitas startups de altíssimo potencial no Brasil, mas estas precisam ser identificadas, acompanhadas e preparadas para conseguirem crescer e atingirem seus objetivos de longo prazo. Assim, como no esporte, temos empreendedores que precisam do mínimo para sobreviver, meios para conseguir focar na solução que pretendem desenvolver.

Como aceleradora de saúde pioneira no Brasil, descobrimos que não basta inspirar startups e mentorá-las, é necessário que tenham estrutura de trabalho adequada, recursos financeiros para sua sobrevivência, muito apoio e mentoria de pessoal qualificado. Tudo isto depende de um trabalho de longo prazo com recursos e estrutura, a fim de, de fato, identificar e transformar as melhores startups de saúde.

Quais startups têm acesso a estes recursos anualmente no Brasil? Infelizmente, apenas àquelas que estão nas TOP10 aceleradoras e, dentro destas, o número de startups por ano é muito baixo, no máximo, cinco.

Assim, terminamos as Olimpíadas com a determinação de lutar por melhores condições por nossos atletas, as startups de saúde, e com a clara convicção da necessidade de formar um forte programa de formação, que este é um investimento de longo prazo, que pode gerar grandes ganhos para os empreendedores, patrocinadores e para a saúde brasileira.

"A tecnologia deve estar a serviço do paciente, e não ao contrário"

Gustavo Ene e Marcelo Felix - LIDE Saude - 17-08-2016 - Foto Fredy Uehara - Uehara Fotografia

‘TECNOLOGIA PODE CONTRIBUIR PARA REDUÇÃO DE GASTOS NAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE’, DIZ DIGITAL HEALTH STRATEGIST DO EINSTEIN

Importante aliada no tratamento e prevenção de doenças, ela deve estar a serviço do paciente, e não ao contrário, enfatiza Marcelo Felix, em Seminário LIDE Saúde

São Paulo, 18 de agosto de 2016 – “A tecnologia é um importante aliado no tratamento e prevenção de doenças e pode contribuir para a redução de gastos, com automação de processos e organização”, afirmou Marcelo Felix, médico e Digital Health Strategist do Hospital Israelita Albert Einstein, da capital paulista. Responsável por tecnologias digitais e inovação da instituição hospitalar, ele foi o expositor do Seminário LIDE Saúde sobre “Digital Health: tecnologia a favor da saúde”. O evento ocorreu na noite desta quarta-feira (17), no Auditório da Gocil, em São Paulo.

Para Felix, a tecnologia é ainda responsável por grandes saltos na medicina e suporte para o atendimento médico das pessoas. “Penso que as empresas devem reinventar o fluxo ou processo frente a um novo cenário tecnológico. A tecnologia tem caráter de crescimento exponencial. O novo consumidor de saúde quer ferramenta digital”, comentou. Segundo ele, o ideal é manter a pessoa saudável em vez de, apenas, focar no tratamento. “Entregar alto valor agregado aos pacientes deve ser o objetivo principal de todas as instituições de saúde. O sucesso financeiro é o resultado da entrega de valor, não o propósito”, preconizou.

De acordo com Felix, a empresa que deseja entrar na era digital deve unir informação digital, expertise tecnológica e recursos físicos para criar uma nova forma de acrescentar valor, resultados financeiros ou qualidade. “O uso da tecnologia e as principais ferramentas tecnológicas e todo tipo de avanço que aprimore o desempenho de equipamentos, serviços e otimização de resultados com foco no paciente são tendências cada vez mais aprofundadas na área da saúde”, disse.

Felix reforçou que a introdução de tecnologias interativas nesta área abre cada vez mais oportunidades para os hospitais e demais estabelecimentos de saúde, além de disponibilizar novos serviços para os pacientes, enfatizando, por exemplo, a tendência da telemedicina. “Acompanhamento pós-alta hospitalar, apoio domiciliar à distância para pacientes que necessitam do suporte de cuidadores, ações de prevenção e de qualidade de vida estão entre os serviços que hospitais, empresas de home care e operadoras de saúde podem oferecer aos pacientes, usando recursos da telemedicina”, relatou. Segundo ele, resolver remotamente é o futuro da medicina mundial.

Parafraseando Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e do LIDE Saúde, Felix finalizou sua exposição afirmando que “a tecnologia deve estar a serviço do paciente, e não ao contrário”.

Gestão de crônicos com Internet das Coisas exige adaptação tecnológica

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O mercado de Internet das Coisas (IoT, ou Internet of Things) para saúde deve atingir US$ 117 bilhões até 2020, segundo pesquisa da MarketResearch.com. Entre as  ferramentas que prometem revolucionar o setor estão os wearable devices, ou dispositivos vestíveis, que permitem a captura dos dados vitais do paciente, tornando-se fortes aliados na gestão de crônicos.

O uso de IoT e weareble devices no tratamento e prevenção de doenças ainda está nos primeiros dias. Entende-se que são necessários, ao menos, três pilares para garantir que um projeto do tipo possa rodar:

  • Tecnologia: disponibilidade de sensores de alta precisão e com alta vida útil de bateria, com operações que consumam pouca energia;
  • Ecossistema de IoT: incluindo plataformas sólidas, analytics poderosos e escalabilidade multiplataforma;
  • Ecossistema de saúde: abrangendo regulações efetivas, redução da complexidade e gestão de privacidade.

Uma estratégia de gestão de crônicos com IoT passa, invariavelmente, pelo uso de dispositivos inteligentes - responsáveis por coletar os dados e sinais vitais dos usuários - e por serviços de cloud computing - uma vez que o dado se torna inútil se não levado a um ambiente no qual possa ser processado e analisado para, enfim, amparar uma decisão médica. Segundo reportagem do The Huffington Post, no caso da prevenção, por exemplo, dispositivos devem analisar os batimentos de uma pessoa com problemas cardíacos para aconselhá-la a ir ao hospital antes que a situação se agrave. Esses mesmos dados podem amparar o médico em suas decisões tão logo o paciente chegue ao hospital.

Como qualquer outro sistema de coleta e análise de dados, é preciso passar por alguns passos para que a gestão de crônicos com IoT não enrosque no departamento de TI. É necessário  que o sistema:

  • Faça um gerenciamento virtual dos dispositivos;
  • Tenha fluxo de dados automatizado do dispositivo para a ferramenta de nuvem;
  • Monitore remotamente estatísticas de saúde do paciente;
  • Faça a gestão de assets do hospital;
  • Permita configuração remota do dispositivo;
  • Forneça análise dados;
  • Faça manutenção preventiva do device;
  • Siga o compliance de segurança de dados.

Fonte: plataforma open source Kaa

Segurança e mobilidade em um só lugar

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O Relatório Gartner de 2015 reconheceu a Citrix como capacitada para gerenciar mobilidade de alta segurança. Isso mostra que todos os nossos esforços estão voltados para o desenvolvimento de soluções que garantam a transferência de dados de maneira segura e para todo o tipo de aparelho.

A mobilidade invadiu o segmento da saúde

Segundo o IBGE quanto maior a escolaridade, maior o tempo de conexão, ou seja, os médicos se enquadram nesse perfil.

Em média, no Brasil, as pessoas navegam por mais de quatro horas/ dia e sem perceberem, aprendem novas formas de usar o ambiente digital. A Apple é um exemplo claro disso. A navegação da empresa é tão simples, que conquistou consumidores, virou benchmark e objeto de desejo. Por isso, é fundamental oferecer ao corpo clínico inovações que favoreçam a produção, que permitam o trabalho de maneira remota, principalmente por conta dos caos dos grandes centros urbanos.

Segurança

Por conter um código de ética próprio, a área da saúde precisa, acima de tudo, garantir a privacidade do paciente, respeitando regras como: não trocar casos com profissionais que não sejam da equipe, não enviar fotos de casos por redes sociais e uma série de outros cuidados.

Logo, é de fundamental importância oferecer mobilidade e garantir a segurança e a integridade dos dados transitados.

Os 6 benefícios da mobilidade segura Citrix

  1. Somos reconhecidos como uma empresa que oferece mobilidade de alta segurança.
  2. Nossas soluções são feitas pensando na integridade dos dados.
  3. 90% das maiores organizações de saúde nos EUA dependem da Citrix para oferecer acesso móvel seguro a aplicativos clínicos e registros de pacientes a partir de qualquer dispositivo
  4. Oferecer à equipe formas de trabalho remota, fundamental nos dias atuais onde a locomoção pode ser um problema.
  5. Aumentar a produção, com facilidades do meio digital e diminuir custos operacionais.
  6. Viabilizar a telessaúde segura em diferentes locais, como por exemplo o utilizado pelos médicos sem fronteiras.

Conheça os 12 benefícios do Sistema de Gestão Hospitalar

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Cerca de 30% dos hospitais privados e 18% dos públicos possuem um departamento de tecnologia da informação para auxiliar as operações das demais áreas, segundo a pesquisa TIC Saúde de 2014. De maneira geral, 54% das instituições têm em fornecedores externos o principal responsável pelo suporte à informática.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias na Saúde - de prontuários eletrônicos ao mais recente conceito de wearable devices, a gestão integrada de informações do paciente e de  procedimentos fica ainda mais complexa e demanda, além de profissionais capacitados e um departamento estruturado, a adoção de um software de gestão que apoie as operações.

São 12 os principais benefícios trazidos pelo uso do Sistema de Gestão Hospitalar na gestão:

  • Redução de Custos – ao melhorar a gestão do estoque e organizar o fluxo de caixa
  • Aumento de Produtividade – ao organizar fluxos de trabalho, evitando redundâncias e eliminando burocracias, e permitir a tomada rápida de decisão com informações integradas e em tempo real
  • Potencializar faturamento – ao permitir estimativas fiéis dos custos da assistência, evitar glosas e agilizar o fechamento de contas
  • Gestão integrada – ao concentrar informações hospitalares/ assistenciais, financeiras, administrativas e de Recursos Humanos
  • Integração da rede em operações verticalizadas – ao abrigar, em um único sistema, informações da operadora de planos de saúde e de todas as unidades de sua rede própria
  • Gestão clínica – ao consolidar protocolos e promover a inteligência clínica, com medicina baseada em evidência, que apoiará a definição da conduta médica a ser seguida
  • Tecnologia – ao possibilitar o armazenamento de informações e sistemas em cloud computing e permitir o acesso de dados em qualquer horário e local, via web ou aplicativos móveis
  • Informação para tomada de decisão – ao coletar, rastrear e armazenar dados de todas as áreas do hospital e gerar indicadores de gestão
  • Apoio à certificação ONA– ao aumentar a segurança do paciente com o Prontuário Eletrônico e consolidar processos e protocolos
  • Rastreabilidade – ao garantir um rígido controle de estoque e de fluxos de materiais, medicamentos e equipamentos da instituição
  • Humanização e fidelização do paciente – ao armazenar e permitir o gerenciamento de dados individualizados dos clientes e definir processos claros de atendimento, que aumentam a satisfação dos usuários
  • Prevenção – ao identificar e permitir a gestão de casos de risco e acompanhar os processos de agudização, alta e retorno dos pacientes

Obviamente, a adoção de um Sistema de Gestão Hospitalar  vem junto de um novo olhar sobre o papel da TI dentro do hospital, que deve ser vista como um braço estratégico, mais participativo no processo de tomada de decisões na organização.