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bioLytical Laboratories anuncia pedidos de patentes nos EUA para testes de detecção da Zika

RICHMOND, Colúmbia Britânica, 19 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- A bioLytical Laboratories, líder mundial em testes rápidos para detecção de doenças infecciosas, tem o prazer de anunciar que protocolou dois pedidos de patentes no Departamento de Patentes e Marcas dos EUA (U.S. Patent and Trademark Office), relacionados a sistemas de testes de detecção rápida de múltiplas cores. Os dois pedidos de patente expandem o crescente portfólio de propriedade intelectual da empresa e os recursos inovadores que tornam esse sistema de imunoensaio ideal para a detecção de anticorpos para patógenos, incluindo a Zika e outros flavivírus.

Os dois pedidos de patentes se baseiam na plataforma INSTI da empresa e descrevem métodos e kits que possibilitam a detecção simultânea ou consecutiva de classes de anticorpos diferentes para múltiplos patógenos, usando uma única amostra de sangue ou produto do sangue. O primeiro pedido de patente descreve um método para detectar infecção ativa ou passada, usando a Zika como exemplo. O segundo pedido de patente descreve um método para diferenciar estágios precoces de estágios avançados da infecção. Essas descobertas tecnológicas podem revolucionar os testes rápidos, realizados no local do tratamento (point-of-care), para a detecção de infecções agudas, incluindo a Zika.

O CTO (chief technical officer) Rick Galli declarou: "É importante dispor de tecnologias inovadoras e relevantes em estado de prontidão, para possibilitar uma resposta rápida a doenças infecciosas emergentes como no caso de um surto do vírus da Zika. Essa é uma contribuição fundamental para medidas de controle da doença, necessárias para intervenções eficazes e práticas de controle de doenças. Essas patentes representam um primeiro passo importante para se tornar possível responder eficientemente a surtos atuais e futuros".

A família Flaviviridae se tornou uma grande preocupação em muitas áreas na América do Sul e, mais recentemente, nos Estados Unidos continental. Nos primeiros dias de fevereiro de 2016, o ministro da Saúde do Brasil estimou que de 500.000 a 1.500.000 casos de vírus da Zika ocorreram desde o começo do surto.1 Com o alto grau de reatividade cruzada dentro da família flaviviridae, um teste de diagnóstico que pode rapidamente detectar e diferenciar uns dos outros, bem como determinar se a infecção é nova ou antiga, é de suprema importância e é, atualmente, uma área de foco da bioLytical.

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1Garda, E. et al. (2016). Infecção pelo vírus da Zika: informações globais sobre epidemiologia e manifestações clínicas potencialmente associadas. Organização Mundial da Saúde -- Registro epidemiológico semanal. 2016 No 7;91:73-88.

Sobre a bioLytical Laboratories Inc.

A bioLytical Laboratories Inc. é uma empresa privada canadense voltada para a pesquisa, desenvolvimento e comercialização de diagnósticos médicos rápidos in vitro, no local do tratamento, usando sua plataforma de tecnologia INSTI patenteada. Com uma base mundial de aprovações regulamentares, incluindo aprovação da FDA dos EUA, aprovação da Health Canada e marcação CE, a bioLytical comercializa seu teste INSTI HIV globalmente e o teste INSTI HIV/Syphilis Multiplex na Europa. A linha de produtos da plataforma INSTI garante resultados de testes altamente precisos em 60 segundos ou menos, muito mais rapidamente do que os 15/20 minutos requeridos pelos testes de concorrentes, com base na tecnologia de fluxo lateral. A bioLytical tem um programa ativo de pesquisa e desenvolvimento, com um pipeline que inclui testes para doenças tais como a hepatite C e a ébola, entre outras. A empresa também fornece serviços por contrato para adaptar a plataforma INSTI com o objetivo de cumprir exigências específicas de testes de diagnósticos funcionais e técnicos. Para mais informações, por favor, visite www.biolytical.com.

Para mais informações: Stan Miele, info@biolytical.com, 1-604-204-6784

FONTE bioLytical Laboratories

A empresa canadense de tecnologia médica LABORIE se tornará nova subsidiária

TORONTO, 19 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- A empresa Patricia Industries, que faz parte da Investor AB, assinou um acordo com a Audax Private Equity para adquirir a empresa canadense de tecnologia médica LABORIE, a qual é especializada no diagnóstico e tratamento de doenças urológicas e gastrointestinais que afetam a vida diária de milhões de pessoas. A LABORIE foi fundada em 1967. Ela cresceu organicamente e por meio de aquisições, passando de uma importante fabricante de equipamentos industriais para exames urodinâmicos a uma empresa de dispositivos médicos totalmente integrados com uma posição líder no mercado de urologia e com negócios em expansão na área de gastroenterologia. A LABORIE tem um modelo de negócio atraente e asset-light, com uma grande porcentagem da receita derivada das vendas recorrentes de bens consumíveis de sua propriedade. A capacidade global de fabricação, desenvolvimento e comercialização da LABORIE cria uma plataforma sólida para seu crescimento orgânico e inorgânico central e em mercados adjacentes, novas regiões e uma expansão maior de equipamentos para diagnóstico a produtos terapêuticos. A LABORIE continuará a ser administrada por sua atual equipe de gestão, que continuará a ser sócia-proprietária da empresa.

A LABORIE será a mais recente adição ao portfólio da Patricia Industries de empresas em crescimento de alta qualidade e que possui outras holdings na área da saúde como: Mölnlycke Health Care, Permobil, Aleris e BraunAbility.

As vendas do ano fiscal de 2016 (encerrado em março) alcançaram USD 117 milhões e ofereceram grande rentabilidade. Informações financeiras adicionais sobre a LABORIE, incluindo o preço da aquisição, serão divulgadas após a conclusão da mesma.

"A LABORIE será uma aquisição importante à Patricia Industries e simboliza mais um passo da nossa estratégia de continuar a montar nosso portfólio de subsidiárias integrais nos países nórdicos e na América do Norte", disse Johan Forssell, CEO da Investor.

A aquisição da LABORIE é primeira aquisição canadense da Patricia Industries e a segunda na América do Norte desde o início da Patricia Industries em 2015. A LABORIE será uma subsidiária nova administrada fora do escritório de Nova York.

"A LABORIE se transformou com sucesso em uma provedora de produtos para diagnóstico de alta qualidade e alto prestígio que ajuda um grande número de pessoas a melhorar suas vidas diárias, e sua cultura e valores combinam muito bem com os da Patricia Industries e da Investor. Considerando nossa experiência e rede global de serviços e produtos para a saúde, acreditamos que a Patricia Industries está bem posicionada para apoiar a LABORIE em seu progresso contínuo em várias áreas. Estamos ansiosos para trabalhar em conjunto com a exclusiva equipe de gestão e empregados da LABORIE e fazer a posição da empresa avançar ainda mais, para o benefício de seus clientes, empregados e proprietários", disse Börje Ekholm, presidente da Patricia Industries.

"Estamos felizes em colaborar com a Patricia Industries para a próxima etapa do nosso crescimento", disse Brian Ellacott, presidente e CEO da LABORIE. "A LABORIE é líder mundial na melhoria da qualidade de vida de pacientes que sofrem de problemas urológicos e gastroenterologicos. Este investimento nos permitirá continuar a expandir nossa presença global, bem como desenvolver e colocar no mercado produtos inovadores que irão melhorar a evolução dos pacientes".

A aquisição está sujeita à aprovação das autoridades relevantes no âmbito da concorrência. A conclusão é esperada para o terceiro trimestre de 2016.

A Patricia Industries, parte da Investor AB, faz controle de investimentos de empresas de alto nível com posições fortes no mercado, marcas e culturas corporativas de indústrias posicionadas para o crescimento secular. Nossa ambição é ser a única proprietária das nossas empresas e ter fortes equipes e conselho de gestão. Investimos com um prazo de manutenção indefinido e somos especializados em gerar valor durável e em capturar oportunidades de crescimento orgânico e inorgânico.

A LABORIE é uma importante fabricante e fornecedora de equipamentos e bens consumáveis pélvicos e gastrointestinais. Desde sua fundação, em 1967, a LABORIE dedica-se a fornecer soluções inovadoras e integradas que fornecem o melhor diagnóstico e evolução do tratamento de pacientes em todo o mundo. Para obter mais informações, visite www.laborie.com. A LABORIE é uma empresa do portfólio da Audax Private Equity.

Desde sua fundação, em 1999, a Audax Private Equity especializou-se em criar empresas líderes do mercado médio. A Audax investiu mais de $ 3,5 bilhões em 99 plataformas e 498 empresas complementares. Através de sua abordagem disciplinada de comprar e desenvolvimento, a Audax visa ajudar empresas de plataforma a realizar aquisições de empresas complementares que estimulem o crescimento de receita, otimizem operações e aumentem significativamente o valor patrimonial. A Audax Private Equity pertence integralmente à Audax Group, uma empresa de gestão de ativos alternativos especializada em investimentos em empresas do mercado médio. Com escritórios em Boston, Nova York e em Menlo Park, a Audax Group tem mais de $ 10 bilhões em ativos sob gestão através de suas empresas de Private Equity, capital mezanino e débito sênior. Para obter mais informações, visite o site da Audax Group: www.audaxgroup.com.

A Investidor foi fundada pela família Wallenberg há cem anos e é uma importante proprietária de empresas internacionais de alta qualidade localizadas nos países nórdicos. Através da participação da diretoria, nossa experiência industrial, rede e solidez financeira, esforçamo-nos para tornar nossas empresas nas melhores em suas categorias. Nossas holding incluem, entre outras: Atlas Copco, SEB, ABB, Ericsson e Mölnlycke Health Care. Nossos comunicados de imprensa pode ser acessados no site www.investorab.com.

FONTE LABORIE

Judicialização da saúde: a igualdade em jogo

Aumento de demanda pela saúde e disparidade no acesso a medicamento resultam em recorde de pedidos na Justiça. Desde 2010, ações somam R$ 7 bilhões

judicializaodasadeOs números não negam e os prejuízos para os cofres públicos devem chegar, segundo cálculos do Ministério da Saúde, a R$ 7 bilhões de 2010 até o final de 2016. Por isso, a judicialização da saúde virou uma espécie de ‘calcanhar de Aquiles’ para o governo. Desde 2010 foram abertas 88 mil ações judiciais somente no estado de São Paulo. Dessas mais de 50,7 mil estão em andamento e maioria (70%) vem de advogados e médicos privados. O gasto para o governo paulista gira em torno de R$ 1,2 bilhão.

Embora prejudicial para o planejamento e a sustentabilidade dos sistemas de saúde, a judicialização ao mesmo tempo atende ao direito assegurado pela Constituição ao cidadão. Além de remédios não aprovados no país, as ações judiciais incluem desde absorventes íntimos até água de coco, lenços umedecidos, colchões e enxaguante bucal.

O impacto que as decisões judiciais trazem para a gestão da saúde é alvo de crítica por parte do ministro da Saúde, Ricardo Barros. De acordo com ele, o valor gasto desestrutura o orçamento da saúde. “A judicialização desloca esses recursos do planejamento para atendimento de emergências que a população demanda na Justiça. Não queremos limitar as decisões do Judiciário. É legítimo o direito constitucional de recorrer à Justiça, como é legítimo o direito constitucional de universalização da saúde, como é também o do limite da capacidade contributiva das pessoas. Agora precisamos conciliar isso”, argumenta.

Ao não incorporar as necessidades dos pacientes, ela prejudica a gestão eficiente das entidades. Ela impede, por exemplo, que o gestor faça compras por meio de processo licitatório e busque o melhor preço. Quando decretado pela Justiça, o governo deve atender em até 24 horas o pedido e, na outra ponta, alguém ficará sem receber o medicamento, que foi adquirido sob demanda pré-estabelecida.

Para diminuir o impacto das ações judiciais, o Ministério da Saúde firmou um acordo com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para a criação de núcleos de apoio técnico para subsidiar os juízes em decisões sobre direito à saúde. A proposta tem como principal objetivo qualificar decisões judiciais e adequar volume de processos sobre Saúde.

Os Núcleos de Apoio Técnico do Poder Judiciário (NATs) contarão com o apoio de profissionais de universidades públicas e de centros de excelência. Na prática, câmaras técnicas formadas por esses profissionais devem fornecer subsídios sobre as melhores evidências médicas e científicas para decisões dos juízes. Com a discussão calcada em argumentos científicos, o Judiciário poderá ampliar o conhecimento em relação aos procedimentos e medicamentos disponíveis no SUS, ficando assim mais apto a promover conciliações, apontar soluções e consequentemente reduzir o volume de ações judiciais. “Todos os procedimentos e medicamentos que estão fora da regulação do SUS e tudo que está incorporado ao sistema serão avaliados por juízes com o auxílio de pareceres técnicos”, pontua Barros.

Segundo o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, Arnaldo Hossepian, o CNJ não interfere na jurisdição. “A proposta é conferir ao juiz de direito a possibilidade de que, em tempo rápido, lhe seja fornecido um parecer técnico em Saúde para que ele possa deliberar adequadamente. Numa área como essa qualquer utilização do orçamento de forma inadequada acaba prejudicando um número maior de beneficiários do SUS”, assinalou.

Além de Núcleos De Apoio Técnico (NAT), o MS também considera outras propostas que visem frear a judicialização, como as varas especializadas em saúde e a criação de câmaras de conciliação. A expectativa é que até setembro haja um acordo sobre o rito e o apoio dos núcleos em cada um dos estados. Atualmente, existem cerca de 78 NATs distribuídos pelo Brasil, que ainda funcionam de forma incipiente, segundo o próprio CNJ.

“Estamos tentando chegar a um entendimento de como podemos conciliar o direito de cada cidadão de demandar na Justiça o seu direito de atenção à saúde com a capacidade da sociedade de pagar impostos. A capacidade tributária da sociedade é que limita o orçamento e, por consequência, o atendimento”, disse Barros.

Gestão em foco

Em evento do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), o ministro Barros apresentou para cerca de 400 empresários e representantes de entidades e de órgãos públicos algumas iniciativa para melhorar a gestão da saúde pública. Além do apoio da União, o ministro citou a informatização de todas as esferas de gestão do SUS (federal, estadual e municipal), intensificação da participação de brasileiros no programa Mais Médicos, modernização da atual forma protocolar de atendimento, incorporação de novas tecnologias sem aumentar os custos assistenciais, qualificação permanente aos profissionais da saúde e o fortalecimento das ações de prevenção de doenças e promoção da saúde como ações importantes para aprimorar a gestão dos recursos.

Entre as propostas do ministro, inclui-se a criação de plano de saúde popular. Com acesso a menos serviços do que a cobertura mínima obrigatória determinada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), mas também com menor custo ao consumidor, o plano aliviaria os gastos do governo com o SUS (Sistema único de Saúde). Além disso, o ministro argumenta que o acesso a convênios médicos mais baratos pode ajudar a ampliar o número de beneficiários de saúde suplementar, o que dará mais folga de recursos para financiar o atendimento na rede pública.

'Tecnologia pode contribuir para redução de gastos nas Instituições de Saúde', diz Digital Health Strategist do Einstein durante Seminário LIDE Saúde

SÃO PAULO, 18 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- "A tecnologia é um importante aliado no tratamento e prevenção de doenças e pode contribuir para a redução de gastos, com automação de processos e organização", afirmou Marcelo Felix, médico e Digital Health Strategist do Hospital Israelita Albert Einstein, da capital paulista. Responsável por tecnologias digitais e inovação da instituição hospitalar, ele foi o expositor do Seminário LIDE Saúde sobre "Digital Health: tecnologia a favor da saúde". O evento ocorreu na noite de 17 de agosto, no Auditório Gocil, em São Paulo.

Crédito da Foto: Fredy Uehara/Uehara Fotografia

Para Felix, a tecnologia é ainda responsável por grandes saltos na medicina e suporte para atendimento médico das pessoas. "Penso que as empresas devem reinventar o fluxo ou processo frente a um novo cenário tecnológico. O novo consumidor quer ferramenta digital", comentou. Segundo ele, o ideal é manter a pessoa saudável em vez de, apenas, focar no tratamento. "Entregar alto valor agregado aos pacientes deve ser o objetivo principal de todas as instituições de saúde. O sucesso financeiro é o resultado da entrega de valor, não o propósito", preconizou.

De acordo com Felix, a empresa que deseja entrar na era digital deve unir informação digital, expertise tecnológica e recursos físicos para criar uma nova forma de acrescentar valor, resultados financeiros ou qualidade. "O uso da tecnologia e as principais ferramentas tecnológicas e todo tipo de avanço que aprimore o desempenho de equipamentos, serviços e otimização de resultados com foco no paciente são tendências cada vez mais aprofundadas na área da saúde", disse.

Felix reforçou que a introdução de tecnologias interativas abre cada vez mais oportunidades para os hospitais e demais estabelecimentos de saúde, além de disponibilizar novos serviços para pacientes, enfatizando, por exemplo, a tendência da telemedicina. "Acompanhamento pós-alta hospitalar, apoio domiciliar à distância para pacientes que necessitam do suporte de cuidadores, ações de prevenção e de qualidade de vida estão entre os serviços que hospitais, empresas de home care e operadoras de saúde podem oferecer aos pacientes, usando recursos da telemedicina. Resolver remotamente é o futuro da medicina mundial", afirmou.

Parafraseando Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e do LIDE Saúde, Felix finalizou sua exposição afirmando que "a tecnologia deve estar a serviço do paciente, e não ao contrário".

Esta edição do Seminário LIDE Saúde contou com o patrocínio das empresas AMIL, EMS, TAKEDA e ULTRAFARMA e apoio da GOCIL e RV ÍMOLA. Como fornecedores oficiais, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN, KAWTHAR e VERAVIN. As rádios BAND NEWS e BANDEIRANTE, PR NEWSWIRE, REVISTA AMÉRICA ECONOMIA, REVISTA LIDE e THE WINNERS foram mídia partners.

Contato: Rose Rocha
rose-rocha@cdn.com.br / (11) 3643 2952

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-08-18/original/3219.jpg)

FONTE SEMINÁRIO LIDE SAÚDE

Mercado de produtos e equipamentos médicos encolhe 16% no semestre

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São Paulo, 17 de agosto de 2016 – O mercado de equipamentos e produtos médico-hospitalares, que movimentou cerca de US$ 10 bilhões em 2015, diminuiu no primeiro semestre deste ano. O consumo aparente – que mede a produção interna mais importações e exclui exportações- recuou 16% de janeiro a junho deste ano em relação a igual período de 2015.

Segundo levantamentos da ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde, com exceção das vendas, que apresentaram resultado positivo de 1%, - o que pode ser explicado pela existência de algum estoque residual nas empresas - todos os outros parâmetros registraram tendência de queda.

“O setor foi impactado pela retração econômica, houve cortes na área da Saúde e a queda de arrecadação do Governo provocou uma redução em seus investimentos. O Governo responde por cerca de 50% das compras do setor”, analisa Carlos Goulart, presidente-executivo da ABIMED.

As empresas cortaram em 12% sua produção no primeiro semestre. As importações desaceleraram em cerca de 13%, totalizando U$ 2,3 bilhões, e as exportações recuaram 24%, fechando o semestre no patamar de U$ 350 milhões.

“A desvalorização do real teve impacto na queda das importações, afetando o setor, que é bastante depende de produtos vindos de fora. Por outro lado, o Brasil não aproveitou a oportunidade para aumentar as exportações e sua participação no mercado global de produtos para saúde, que é de apenas 0,2%”, explica Goulart.

Apesar da retração do consumo aparente e dos outros indicadores, o número de empregos se manteve praticamente estável e teve queda de 0,19% - bem abaixo do índice de 9,1% registrado no período pela indústria como um todo, segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Sobre a ABIMED

A ABIMED congrega 200 empresas de tecnologia avançada na área de equipamentos, produtos e suprimentos médico-hospitalares. As empresas associadas da ABIMED respondem por 65% do faturamento do segmento médico-hospitalar. O setor de produtos para saúde tem participação de 0,6% no PIB brasileiro, conta com mais de 13 mil empresas e gera em torno de 140 mil empregos.

Criada em 1996, a ABIMED é sócia-fundadora do Instituto Coalizão Saúde e membro do Conselho Consultivo do Instituto Ética Saúde. A entidade também coopera com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e com órgãos públicos da Saúde, fomentando a implementação de políticas e regulamentações que proporcionem à população acesso rápido a novas tecnologias e a inovações, em um ambiente ético de negócios.

REPATHA (evolocumabe): primeiro medicamento de uma classe inédita, para tratar colesterol alto de difícil controle, a ser aprovado pela Anvisa

SÃO PAULO, 18 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- Aprovado pela Anvisa em abril, RepathaTM (evolocumabe), acaba de ser lançado no mercado brasileiro. Trata-se do primeiro medicamento de uma nova classe para tratar colesterol alto de difícil controle: a dos inibidores de PCSK9 (pró-proteína convertase subtilisina/kexina tipo 9). Ele atua em uma proteína específica, a PCSK9, envolvida na degradação do colesterol. O evolocumabe é indicado para o tratamento de pacientes que necessitam de redução adicional intensa do colesterol LDL.

RepathaTM é um anticorpo monoclonal totalmente humano, que inibe a proteína PCSK9, responsável pela redução da capacidade do fígado de remover o LDL-C, ou o colesterol "ruim", do sangue. O colesterol alto é reconhecido como um importante fator de risco relacionado às doenças cardiovasculares, principal causa de morte no Brasil.

O medicamento representa um grande avanço no tratamento de pacientes com alto risco de doenças cardiovasculares que, até então, não conseguiam atingir as metas de LDL-C, mesmo em uso adequado das opções convencionais de tratamento para hipercolesterolemia. Em estudos clínicos, RepathaTM reduziu, de forma intensa, em até 75% o nível de LDL-C em adição às estatinas – tratamento padrão – assegurando que até 94% dos pacientes atingissem as metas preconizadas, finalmente atendendo a uma necessidade importante no tratamento da dislipidemia.

"A taxa de LDL-C considerada ideal para os pacientes de alto risco é bastante rigorosa, menor do que 70mg/dL, e estudos mais recentes têm sugerido valores ainda menores para pacientes de muito alto risco (menor do que 50 mg/dL), enquanto para a população sem fatores de risco, valores mais elevados, numa faixa entre 100 e 160 mg/dL, são considerados aceitáveis", contextualiza o cardiologista Francisco Antonio Helfenstein Fonseca, ex-presidente da Sociedade de Cardiologia de São Paulo (SOCESP).

Muitos pacientes, inclusive brasileiros, vêm se beneficiando com RepathaTM, por meio da participação em estudos clínicos, que abrangem diferentes situações em que há necessidade de redução intensa do colesterol. Outros tantos pacientes estão em uso rotineiro deste medicamento na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá e em outros países em que RepathaTM já é comercializado.

O grupo de pacientes de alto risco para doenças cardiovasculares inclui aqueles indivíduos com hipercolesterolemia familiar (HF), uma condição hereditária causada por mutações genéticas e que expõe o paciente, desde a infância, a altos níveis de LDL-C, causando, por exemplo, infarto em pessoas muito jovens. Essa doença, apesar de ser genética, não é rara, mas muitos pacientes não são diagnosticados. No Brasil, estima-se que até 300.000 pessoas tenham essa condição, no entanto menos de 10% são diagnosticadas e tratadas corretamente.

"É uma grande satisfação trazer, para a população brasileira, um medicamento tão inovador, especialmente no que se refere ao combate ao colesterol alto, principal fator de risco para as doenças que mais matam no país", comenta Mauro Loch, Gerente Geral da Amgen.

A Amgen também está comprometida com a educação e o apoio para transformar os resultados clínicos em benefícios para pacientes que necessitam de RepathaTM, por meio de colaborações relevantes com foco nas necessidades médicas não atendidas, programas de pacientes e discussões sobre o tema, com a sociedade e com o governo, visando tornar essa inovação acessível àqueles que necessitam.

Contato para a Imprensa:
Adriana Toledo
+55 (11) 3529-3470

FONTE Amgen

SUS repassa menos que a metade do valor de um leito aos hospitais filantrópicos

Para o presidente da Fehosp, os leitos que ainda estão disponíveis para atendimento do SUS estão à beira de um colapso

susNo início desta semana, o Conselho Federal de Medicina publicou um levantamento sobre a diminuição do número de leitos de todo o Brasil. Segundo as informações, em dezembro de 2010, havia no país 335.482 leitos de internação para uso exclusivo no SUS. Em 2015, este número caiu para 311.917, ou seja, em cinco anos houve uma redução do número de leitos de 7,5%.

Ainda segundo o levantamento, 19 estados brasileiros registram esta queda, sendo a região Sudeste a que teve maior redução do número de leitos. O subfinanciamento dos valores pagos pela Tabela SUS é a causa principal causa de carência destes leitos. Enquanto o SUS paga, em média, R$ 508,63 para diária de UTI nível III e R$ 478,72 para nível II, os hospitais tem um custo em torno de R$ 1.200 reais.

“As Santas Casas e os hospitais filantrópicos trabalham pela excelência na qualidade de atendimento e, diariamente, enfrenta inúmeros desafios pela falta de recursos. Os leitos que ainda estão disponíveis para atendimento do SUS estão à beira de um colapso”, afirma Edson Rogatti, diretor presidente da Fehosp – Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo.

Clínica Cardiocare investe no sistema Philips para gestão integrada

Atendimento quase triplica e o número de funcionários diminui pela metade com mais agilidade, precisão e confiabilidade de informações

tasyDo prontuário médico em folhas de papel, agendamento de consultas e exames em agendas múltiplas, controles em planilha Excel© e contabilidade em sistema próprio não vinculado a nenhum outro programa, a Cardiocare Clínica Cardiológica de Curitiba deu um salto para a tecnologia. O que inicialmente parecia um problema para a clínica, que julgava que o sistema de gestão em saúde Tasy servia exclusivamente para instituições de maior porte, acabou por ser uma excelente solução. Walmor Lemke, diretor clínico, e Viviana Guzzo Lemke, diretora técnica, relatam que com o sistema Tasy na Cardiocare foi possível alinhar o prontuário médico, processos internos e controles administrativos em um único sistema, tornando-se um facilitador para a tomada de decisões da clínica, com mais segurança e indicadores.

A administradora Maria Aparecida França comenta que como em todo novo processo, houve desafios, tanto de integrações necessárias com as informações dos sistemas anteriores, quanto da própria resistência dos usuários. Os benefícios foram logo percebidos, especialmente quando a clínica incorporou uma grande área de um centro médico em 2009 e também quando surgiu a parceria com um importante hospital da região. Foi aí que a Cardiocare encontrou terreno fértil para desenvolver a área hospitalar da Cardiologia, com todos os protocolos do atendimento ao paciente cardiopata bem estruturados, desde o atendimento ambulatorial ou de emergência até a Cardiologia Intervencionista e a Cirurgia Cardíaca, apoiada pela estrutura completa de uma Unidade de Dor Torácica e Unidade Coronariana integrada pelo Sistema Tasy.

Como o sistema Tasy também está presente no hospital, a Cardiocare estruturou um braço de atendimento ambulatorial, o qual está conectado com a sede da empresa via internet por fibra óptica e por onde trafegam dados que permitem aos médicos, funcionários e ao próprio hospital o acesso a informações precisas, instantaneamente. “As novas parcerias com hospitais, outras clínicas e laboratórios levaram à necessidade de maior controle e agilidade nos processos, era imperativo um sistema de informática robusto que trouxesse segurança e solidez a todo este crescimento”, afirma Maria Aparecida França.

Hoje, a Cardiocare contabiliza os resultados do investimento em tecnologia de ponta. Segundo a administradora, o setor do faturamento foi um dos primeiros a se beneficiar com a implantação. Em 2006, havia uma média mensal de 2600 atendimentos/mês, com três pessoas trabalhando no setor de faturamento e três pessoas no setor administrativo. Atualmente, a média mensal de atendimentos é de 6,8 mil, com apenas três funcionários que atendem os dois setores.

A implantação do repasse médico trouxe importante transparência junto aos médicos, pois os mesmos acompanham os seus honorários diariamente. Todos os módulos - Contabilidade, Tesouraria, Estoque e Qualidade – trouxeram confiabilidade e diminuição de todos os processos dentro da clínica. Mas os resultados não param por aí. Maria Aparecida ainda destaca outras contribuições significativas para a clínica:

  • Menor número de funcionários;
  • Otimização do espaço físico (arquivos e estoques);
  • Integração entre os setores;
  • Diminuição de documentos em papel (sustentabilidade).

Quando foi iniciada a implantação do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) do Tasy já havia aproximadamente 8 mil prontuários de papel que ocupavam uma área física considerável. Atualmente são mais de 70 mil novos pacientes e cerca de 60 usuários do sistema, entre cardiologistas, funcionários e estagiários que geram quase 7 mil atendimentos mensais em sistema ERP possibilitado pelo Tasy.

Ministério libera R$ 2 milhões para UPAs em SP e RN

Recursos são destinados à conclusão das obras de construção de quatro UPAs 24h, que vão ampliar o atendimento em urgência e emergência em três municípios paulistas e na capital potiguar

upasmsO Ministério da Saúde liberou R$ 2 milhões para a conclusão das obras de construção de quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) nos estados de São Paulo e Rio Grande do Norte. A liberação dos recursos, que representam a terceira e última parcela de cada obra, saiu na última semana de julho e contribui para a ampliação do atendimento em urgência e emergência oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) aos moradores dos municípios paulistas de Sertãozinho, Embu das Artes e São João da Boa Vista, além da capital potiguar, Natal.

As UPAs de Sertãozinho e Natal são de porte II e recebem, cada uma, R$ 500 mil para conclusão das obras. A UPA de Embu das Artes é de porte III, desta forma a parcela repassada é de R$ 650 mil. Já a unidade de São João da Boa Vista é de Porte I e recebe R$ 350 mil.

Os municípios paulistas contam com a primeira UPA cada um. No total, a construção da UPA de Embu das Artes contou com R$ 2,6 milhões em recursos federais, a de São João da Boa Vista R$ 1,4 milhão. As UPAs de Sertãozinho e Natal receberam R$ 2 milhões. A capital do Rio Grande do Norte agora soma a quarta unidade de pronto atendimento, outras três já estão em funcionamento.

As UPAs são habilitadas pelo Ministério da Saúde após entrarem em funcionamento e qualificadas quando conseguem cumprir uma série de critérios para garantir maior qualidade dos serviços prestados, como o desenvolvimento de atividades de educação permanente para os profissionais e implantação de protocolos de atendimento clínico e classificação de risco.

ATENDIMENTO 24 HORAS

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ficam abertas 24 horas e servem como um intermediário entre as Unidades Básicas de Saúde e os hospitais. Estão equipadas para socorrer pessoas com problemas de pressão, febre alta, fraturas, cortes, infartos e outras ocorrências de média complexidade, evitando que estes pacientes sejam encaminhados aos prontos-socorros dos hospitais.

Nas UPAs, o paciente é avaliado de acordo com a classificação de risco, podendo ser liberado ou permanecer em observação por até 24 horas. Se necessário, a pessoa será encaminhada a um hospital de referência.

As unidades de porte I (que cobrem uma população de até 100 mil pessoas), devem contar com, no mínimo, dois médicos das 7h às 19h e dois médicos das 19h às 7h. Os estabelecimentos de porte II (que cobrem uma população de até 200 mil habitantes) devem ter, no mínimo, quatro médicos das 7h às 19h e dois médicos das 19h às 7h. As UPAs de porte III (que cobrem uma população de até 300 mil habitantes) devem contar com, no mínimo, seis médicos das 7h às 19h e três médicos das 19h às 7h.

Ghelfond Diagnósticos assume IMEDI

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O Ghelfond Diagnósticos assumiu o controle do concorrente Imedi Medicina Diagnóstica e tornou-se o quinto maior do segmento no país, no ranking composto por Dasa, Fleury, Alliar e Hermes Pardini.

A operação foi estruturada pela empresa de assessoria financeira JK Capital.

O Imedi é especializado em diagnósticos de alta complexidade e vai complementar a rede de atendimento do Ghelfond. Esta aquisição faz parte dos planos de expansão orgânica da Governança Corporativa, que vem desenvolvendo o trabalho de expansão e evolução da empresa, desde 2011.

Como resultado, o Ghelfond também detém as marcas Ultra Diagnósticos e Qualirad Centro de Radioterapia, presentes no Estado de São Paulo, totalizando a presença da empresa em mais de 50 postos de atendimento.

O Ghelfond Diagnósticos foi fundado nos anos 80 e realiza mais de 3,5 milhões de exames de Imagem por ano.