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Como cuidar da higienização de hospitais de forma mais prática [Infográfico]

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A empresa responsável por conter infecções evitáveis em hospitais e soluções de atendimento ao paciente em ambientes comunitários e de saúde, desenvolveu um infográfico que retrata os principais desafios em várias configurações de saúde, bem como diretrizes para selecionar uma maneira de limpeza apropriada para cada situação.

Esta ferramenta faz parte de um esforço maior para aumentar a conscientização em torno das etapas que hospitais podem tomar para criar eficiências associadas aos cuidados de saúde.

Além disso, a água sanitária tem um papel crucial, mas específica na limpeza; enquanto não é adequado para a desinfecção em toda a instalação, água sanitária é confiável para desinfecção em circunstâncias críticas descritas na ilustração a baixo.

No ambiente de cuidados de saúde, a liderança é frequentemente confrontada com prioridades concorrentes. Por um lado , as instituições são encorajadas a reduzir custos e agilizar os processos, mas, ao mesmo tempo, elas devem lembrar que 1 em 25 doentes que têm pelo menos uma infecção associada aos cuidados de saúde.

Seguindo essas orientações sugeridas, o hospital pode ajudar a melhorar o cumprimento e aumentar a eficiência.

"To Bleach or Not to Bleach" Infographic (PRNewsFoto/PDI Healthcare) "To Bleach or Not to Bleach" Infographic (PRNewsFoto/PDI Healthcare)

Interfarma e laboratórios públicos lançam posicionamento conjunto sobre PDP's

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A INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que representa 56 laboratórios de pesquisa, e a ALFOB (Associação dos Laboratórios Públicos), que reúne 21 associados, elaboraram um posicionamento conjunto sobre a situação das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP’s), sob a coordenação do Complexo Industrial da Saúde, ligado ao Ministério da Saúde.

As PDP’s foram criadas com o objetivo de transferir tecnologia da iniciativa privada para laboratórios públicos, possibilitando assim que eles produzam medicamentos estratégicos para o País com um custo reduzido, aumentando o acesso.

O documento assinado pelas duas entidades critica as mudanças constantes nos processos de PDP’s, os critérios de escolhas de parceiros e a paralisação de algumas PDP’s que estavam em andamento. Para as duas entidades, a consolidação das parcerias não pode servir como instrumentos para ações de curto prazo e sim como uma política permanente para o desenvolvimento e fortalecimento da capacidade científica, tecnológica e industrial do Brasil.

O posicionamento conjunto defende que laboratórios públicos se somem a parceiros com domínio de tecnologias avançadas em saúde em um processo de médio e longo prazo. Para isso, afirmam as duas entidades, é preciso que se tenha um ambiente de clareza e segurança jurídica como forma de sustentar os programas de PDP’s.

Hoje, as PDP’s sofrem com extinções sumárias, dificuldade na centralização de compras e projetos aprovados ainda pendentes para exame de recursos. As últimas mudanças à frente do Ministério da Saúde acabaram resultando numa revisão das regras para contratos, suspendendo temporariamente as PDP’s anunciadas até 2015.

No documento conjunto, INTERFARMA e ALFOB se manifestam favoráveis à existência das PDP’s e se colocam à disposição para eventuais ajustes e melhorias na iniciativa, com base na experiência acumulada nos últimos anos.

Diante disso, as entidades solicitam a conclusão imediata do processo de avaliação das PDP’s anunciadas até 2015; adoção de cronograma que permita uma ampla e bem estruturada avaliação das PDP’s; a necessidade de o Governo Federal, em diálogo com os Estados, discutir e adotar um programa conjunto que fortaleça os laboratórios públicos, condição essencial para que haja PDP’s e a necessidade de se ampliar a abrangência do conceito de produto estratégico.

Leia a íntegra da carta aqui (http://www.interfarma.org.br/noticias_detalhe.php?id=1011).

Evento sobre PDP’s

No início da semana (08), o presidente-executivo da INTERFARMA, Antônio Britto, participou do 1º Encontro Nacional do Complexo Industrial e Inovação em Saúde, promovido pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), sobre PDP's. Na ocasião, Britto falou por quase 30 minutos, apresentando a perspectiva da INTERFARMA sobre os entraves atuais das PDP’s e fornecendo sugestões para que elas avancem.

Leia a palestra completa aqui (http://www.interfarma.org.br/noticias_detalhe.php?id=1023).

Papéis da tecnologia na saúde [Infográfico]

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O Infográfico abaixo desenvolvido pela Ricoh, empresa de tecnologia, descreve justamente algumas dificuldades que enfrentamos em lidar com tecnologia no setor da saúde e como os mecanismos trabalham para as instituições de saúde na atualidade.

Os dois principais desafios listados abaixo são: envolver suporte mais rápido, que permita a realização de processos internos mais ágeis e os sistemas não-conectados que não promovam uma integração dentro de uma empresa.

Apesar disso, o desempenho digital é importante na saúde como um todo e 92,5% dos executivos de healthcare admitiram confiar na tecnologia nos últimos três anos. E, ainda, 70% desses executivos observaram que o ambiente de trabalho tecnológico tornou os colaboradores mais criativos.

O ambiente de inovação é um meio de aumentar a eficiência e melhorar o cuidado com o paciente, 65% dos gerentes concordam que desempenharam mais tarefas em menos tempo com a automação, mas 35% desses dizem que as decisões tomadas por computadores podem estar erradas pelo menos uma vez em 6 meses.

Os processos automatizados são essenciais para captar, integrar e acessar informação, reduzindo custos administrativos e o tempo que pode ser voltado ao tratamento do paciente.

Mesmo assim, a intuição humana sempre terá seu papel na saúde, 36% das vezes são necessárias na realização de diagnósticos. E 32% para desenvolver novos tratamentos ou remédios, diferente da gestão em si, onde as máquinas auxiliam em 80% a gerenciar informações do paciente.

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É possível dar acesso móvel e seguro para o corpo clínico?

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O banco de dados é bem mais precioso de uma empresa. É através dele que executivos tomam decisões pautadas em histórico, conhecem melhor o público com o qual interagem, registram os processos de trabalho, entre outras muitas possibilidades oferecidas pelo cruzamento das informações.

Justamente por ser tão valioso, é natural que o banco de dados viva cercado de cuidados. É necessário, principalmente na área da saúde que é carregada de normas e diretrizes, garantir a segurança e integridade dos elementos. Mas como fazer isso?

A diferença entre segurança e integridade

Quando existe uma busca pela proteção dos dados, é comum que haja dois focos: um deles é assegurar que os dados não serão acessados e prejudicados por pessoas que não fazem parte da corporação (segurança), o outro, é que as pessoas da corporação tenham acessos controlados aos conteúdos (integridade). Por exemplo, hoje é possível limitar os acessos da equipe. Se no computador do hospital os profissionais podem editar documentos, pelo celular, podem fazer apenas a leitura de arquivos.

Existem excelentes soluções voltadas para essa questão e que garantem a preservação dos dados. Porém, para garantir a segurança de acesso às informações por qualquer aparelho, é preciso dar aos gestores de tecnologia um local único de administração, onde, através de nuvem, a equipe de TI seja capaz de aplicar a política de segurança da empresa.

Desta forma, pode-se dar comandos como níveis de acesso por pessoas e por aparelhos. Uma boa amostra de segurança é conseguir configurar detalhes como o bloqueio do acesso de computadores remotos que estejam com antivírus desatualizado. Ou seja, todos os detalhes podem ser planejados e executados com facilidade.

O corpo clínico trabalha com acesso móvel?

Com a tecnologia invadindo a vida das pessoas, é natural que profissionais deem preferência para soluções que facilitem sua vida profissional. Acompanhar uma evolução de um paciente de maneira digital, citando um caso comum, diminui as chances de gastos com procedimentos duplicados e facilita a comunicação entre a equipe, que fica sempre atualizada.

Isso fica ainda mais forte na nova leva de formandos, que fazem parte de uma geração conectada e que já está completamente habituada às facilidades do meio digital. Oferecer algo tradicional para esse perfil pode, inclusive, desmotivar os profissionais.

Entenda melhor a solução que oferecemos para a área da saúde e veja que é possível modernizar procedimentos de uma forma bastante segura.

200 mil amostras grátis de repelentes OFF!(R) serão distribuídas na cidade durante os Jogos Rio 2016

RIO DE JANEIRO, 9 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- Cariocas e turistas que estão no Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos estão recebendo gratuitamente amostras de OFF!®, Fornecedor Oficial de Repelentes de Insetos para os Jogos Rio 2016. A empresa fabricante da marca vai distribuir até 200 mil amostras no Parque Olímpico, na Barra, e no Complexo de Deodoro.

Crédito da Foto: Luciano Belford

A ação faz parte do programa educativo que OFF!® desenvolveu para apoiar o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. A campanha "Dê seu sangue para o esporte, não para os mosquitos" tem como embaixadora a medalhista olímpica de ouro no salto em distância, Maurren Maggi.

Os repelentes pessoais OFF!® são eficazes contra mosquitos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A linha OFF!® tem oito produtos, todos dermatologicamente testados. Durante os Jogos Rio 2016, serão distribuídas embalagens de 20 ml de OFF! Family Loção, que deve ser aplicado diretamente na pele. As crianças não devem manusear repelentes sozinhas, e os adultos devem aplicar o produto em suas mãos para, então, passar o repelente nas crianças.

Para crianças entre 2 (dois) e 12 (doze) anos de idade, OFF!® loção família não deve ser aplicado mais de três (3) vezes ao dia, evitando o uso prolongado. OFF!® não deve ser utilizado em crianças com menos de dois anos de idade.

Como aplicar OFF® repelentes de insetos:

  • leia atentamente as instruções de uso descritas na embalagem
  • evite o contato com os olhos, lábios e orelhas, e nunca pulverize ou esfregue o produto sobre cortes, feridas ou pele irritada
  • todos os repelentes OFF!® podem ser usados por grávidas, desde que as instruções sejam seguidas
  • se planeja usar filtro solar, primeiro aplique o filtro e, depois, o repelente
  • para usar o repelente no rosto, aplique-o primeiro nas mãos e, depois, distribua o produto no rosto e no pescoço

Para mais informações sobre como se proteger contra os mosquitos, visite OFF!® no Facebook (https://www.facebook.com/RepelentesOFF) e no site http://www.linhaoff.com.br.

Mais informações à imprensa:

Paula Guimarães paula.guimaraes@edelmansignifica.com / (21) 3590-8408
Giovana Lerda giovana.lerda@edelmansignifica.com / (21) 3590-8404
Andressa Scaldaferri andressa.scaldaferri@edelmansignifica.com / (21) 3590-8410

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-08-09/original/3214.jpg)

FONTE OFF!

AbbVie Anuncia Crescimento Global de Dois Dígitos no Segundo Trimestre de 2016, em Comparação ao Mesmo Período de 2015

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A AbbVie, companhia biofarmacêutica global, anunciou resultados financeiros globais referentes ao segundo trimestre, encerrado em 30 de junho. "A AbbVie continua a seguir sua estratégia de longo prazo, como demonstrado pelo nosso crescimento de dois dígitos em vendas por seis trimestres consecutivos”, afirmou Richard A. Gonzalez, CEO da AbbVie. "Um elemento-chave para nosso desempenho é nosso avanço no desenvolvimento de novos compostos e, este trimestre, tivemos várias aprovações regulatórias. Fizemos progressos também em vários programas de desenvolvimento clínico e completamos a aquisição da Stemcentrx, que nos traz um composto promissor, em fase final de desenvolvimento para tumores sólidos e acrescenta uma nova plataforma ao portfólio da AbbVie em Oncologia, além de reforçar a robustez de nossa área de desenvolvimento”.

Alguns Destaques dos Resultados do Segundo Trimestre (T2) de 2016

• A receita líquida mundial da AbbVie no período (T2) foi de US$ 6.45 bilhões, um crescimento de 17.9 por cento. Em base operacional, os ganhos líquidos atualizados cresceram 18 por cento, excluindo 0.5 por cento referente ao impacto desfavorável das flutuações do câmbio internacional.

• As vendas globais de HUMIRA cresceram 17.4 por cento e as vendas operacionais cresceram 17.7 por cento, excluindo um pequeno impacto do câmbio internacional. O forte crescimento global foi impulsionado pelas suas três principais áreas terapêuticas – reumatologia, dermatologia e gastrenterologia.

• O faturamento global da companhia foi também impulsionado pelos US$ 419 milhões das vendas globais de VIEKIRA (com indicação para Hepatite C), no trimestre, assim como do crescimento operacional de outros produtos, como Lupron.

Alguns dos Principais Fatos da AbbVie neste Segundo Trimestre

• Em 1 de junho, a AbbVie completou, com sucesso, a aquisição da StemCentrx e de seu principal composto em fase final de desenvolvimento, rovalpituzumabe tesirina (Rova-T), que reforça ainda mais o portfólio da companhia em oncologia, ao proporcionar um plataforma significativa em tumores sólidos. Rova-T é um terapia específica com um novo marcador que tem como alvo as células-tronco do câncer e combina um anticorpo específico que libera um agente citotóxico expresso como uma proteína delta 3 (DLL3). A DLL3 está presente em mais de 80 por cento dos tipos de câncer de pulmão de células pequenas, mas não está presente em tecidos saudáveis.

• Em abril, a AbbVie recebeu aprovação de VENCLEXTA (venetoclax), pela agência regulatória americada, FDA (Food and Drug Administration), indicado para pacientes com leucemia linfocítica crônica reincidente com deleção no cromossomo 17p , uma condição geralmente associada a um prognóstico pessimista e encontrado em 30 a 50 por cento dos pacientes já tratados. VENCLEXTA está sendo desenvolvido pela AbbVie e Genentech, companhia do grupo Roche. Este medicamento não está aprovado no Brasil.

• A AbbVie anunciou que a FDA outorgou ao ABT-414, um anticorpo conjugado em fase de pesquisa que tem como alvo o receptor do fator de crescimento epidérmico, a classificação de tratamento para Doença Pediátrica Rara, com indicação para pacientes pediátricos com Glioma Pontino Difuso, um tumor altamente agressivo e difícil de tratar encontrado na base do cérebro. O ABT- 414 é também analisado em estudo de Fase 2 para o tratamento de pacientes adultos com gliobastoma multiforme, um tumor cerebral agressivo.

• A AbbVie anunciou a aprovação nos Estados Unidos e Europa de adalimumabe para o tratamento para uveíte não infecciosa intermediária e posterior e panuveíte em pacientes adultos, uma doença que pode impactar a visão de forma grave. Esta aprovação baseia-se nos resultados de dois estudos principais de Fase 3, que demostraram que pacientes tratados com este medicamento apresentavam menor risco de surtos de uveite ou baixo risco para diminuição da acuidade visual, em comparação a grupo tratado com placebo. No Brasil esta indicação não está aprovada.

Sobre a AbbVie

A AbbVie é uma companhia biofarmacêutica global com foco em pesquisa, formada em 2013, a partir de sua separação da Abbott. A missão da companhia é usar seu conhecimento, equipes dedicadas e estratégia em inovação, para desenvolver e comercializar terapias avançadas que atendam as necessidades de algumas das mais sérias e complexas doenças do mundo. Junto com sua subsidiária Pharmacyclics, a AbbVie emprega mais de 28.000 pessoas em todo o mundo e comercializa seus medicamentos em mais de 170 países. Para mais informações sobre a companhia, sua equipe, portfólio e compromissos, acesse www.abbvie.com. Siga @abbvie no Twitter ou conheça nossas oportunidades de carreira em nossas páginas no Facebook ou LinkedIn.

No Brasil, a AbbVie iniciou suas operações no início de 2014 e conta com uma equipe de aproximadamente 350 pessoas. Suas áreas de atuação no país incluem imunologia, neonatologia, virologia, oncologia, anestesiologia, endocrinologia e nefrologia. Entre suas áreas de especialidade, a AbbVie desenvolve, no Brasil, mais de 20 estudos clínicos, envolvendo um total de mais de 1.800 pacientes em 120 centros de pesquisa. Para informações adicionais, acesse www.abbvie.com.br

Exames detectam o diabetes e auxiliam no controle da doença

Exames detectam o diabetes e auxiliam no controle da doença

9 milhões de brasileiros são afetados pelo aumento do nível de açúcar, ou glicemia, no sangue, o diabetes. Por isso, a Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda uma série de critérios, que considera o resultado dos exames de glicemia de jejum, hemoglobina glicada e curva glicêmica para a identificação da doença, mas depois do diagnóstico, o paciente deve manter o acompanhamento médico para controlar e monitorar o nível de glicose.

Foi sobre isso que o Dr. Sérgio Vencio, endocrinologista que integra o corpo clínico do Laboratório Exame, discorreu para a comunidade médica nesta terça-feira (02) em jantar científico realizado na Trattoria da Rosario no Lago Sul. “Exames como a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada são excelentes para a detecção de diabetes e também para o acompanhamento da média glicêmica em um paciente já diagnosticado com a doença”, reforça o especialista.

De acordo com o médico, pacientes de risco, com histórico familiar ou sobrepeso, por exemplo, devem realizar um acompanhamento periódico. “Para as pessoas diabéticas que já estão em tratamento, o check up deve ser realizado a cada três meses. Um dos riscos que o diabetes traz é a doença renal. Nesses pacientes os cuidados são maiores como qual exame solicitar, qual a melhor metodologia e o tempo de cada exame”, conclui o palestrante para mais de 60 médicos presentes.

Sobre o Exame – Imagem e Laboratório

O Exame nasceu há 40 anos em Brasília e atualmente possui mais de 50 unidades de atendimento no Distrito Federal. Considerado pioneiro no segmento de exames de análises clínicas e com um corpo clínico altamente capacitado, o laboratório disponibiliza também o serviço de diagnóstico por imagem, possibilitando ao paciente realizar todos os exames em um só lugar. Com isso, a marca conta com mais de três mil tipos de exames de análises clínicas, anatomia patológica e diagnóstico por imagem. O laboratório oferece a seus clientes serviços e soluções inovadoras, com confiança, credibilidade, conveniência e tecnologia de ponta, além do alto padrão de qualidade comprovado pelo Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC) a Proficiência em Ensaios Laboratoriais (PELM). Com ampla rede de convênios, o Exame ainda oferece a Tabela Popular com condições especiais para pessoas sem plano de saúde. Para mais informações acesse o site www.laboratorioexame.com.br ou entre em contato com o Atendimento ao Cliente no (61) 4004-3883.

Hospital São Vicente de Paulo realiza plano de contingência de crise para Olimpíadas

Hospital São Vicente de Paulo realiza plano de contingência de crise para Olimpíadas

Localizado a menos de dez quilômetros do Maracanã, palco da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) colocou em prática seu plano simulado de atendimento a múltiplas vítimas de catástrofe, na semana que antecedeu a inauguração oficial das Olimpíadas. "Esse é um evento histórico e de grande vulto internacional, com possibilidade de ocorrência de situação de emergências, por variados motivos. Sendo assim, a Diretoria Executiva do hospital achou por bem convocar seu Comitê Extraordinário de Crise para testar o Plano de Emergência e Contingências", afirma a CEO do HSVP, Irmã Marinete Tibério.

O Plano, que envolveu 22 profissionais de vinte setores do hospital, foi ativado a partir de uma situação hipotética de explosão de artefato no Metrô carioca, que afetou quatro vagões e vitimou trezentas pessoas, sendo sessenta delas encaminhadas ao HSVP.

Conforme a simulação, dentre as vítimas, encontravam-se 38 adultos com politraumatismo e ferimentos graves, inclusive uma gestante de sete meses, duas pessoas com necessidade de amputação de membros inferiores e cinco crianças menores de cinco anos, que inspiravam cuidados especiais. "Acionamos o Comitê de Crise, às 20h10min de uma noite na qual a cidade estava com cerca de 130 quilômetros de engarrafamento devido ao número de turistas e atletas que já estavam no Rio, uma realidade bem plausível de acontecer", relata Ir. Marinete, que ficou satisfeita com o resultado do treinamento.

"Convocamos o Comitê Extraordinário de Crise antecipadamente, revisamos o nosso Plano de Emergência e Contingências por conta do evento olímpico e definimos que o estado de emergência institucional se daria através de telefone e Whatsap, com o acionamento dos membros do comitê com a chave 'Código Vermelho'. Os primeiros chegaram ao hospital em apenas 19 minutos após o alerta. O tempo médio de chegada foi de 40 minutos", celebra a CEO, que ressalta que mesmo durante o deslocamento, os membros do comitê de crise já convocavam os profissionais de segundo escalão para se dirigirem ao hospital.

Segundo a gestora, além das áreas assistenciais, o plano englobou os setores da Qualidade e Risco, Engenharia, Farmácia, Tecnologia da Informação, Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia, Serviço de Operações e diretorias de Suprimentos, Serviços e Estrutura e Relacionamento com o Paciente, além da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e da Assessoria de Comunicação do hospital. "Todas as áreas tiveram que rodar seus respectivos planos para casos de situação de crise. A direção do HSVP está realmente comprometida e atenta para entrar em ação em caso de calamidade pública, tanto que reforçamos nossos suprimentos", informa a CEO.

Vale ressaltar que o Hospital São Vicente de Paulo é acreditado pela Joint Commission International desde 2008; há seis anos faz parte do ranking dos melhores hospitais e clínicas da América Latina, elaborado pela consultoria América Economía Intelligence; e foi apontado recentemente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como um dos hospitais brasileiros que oferecem a máxima segurança e qualidade no cuidado dos pacientes.

Rastreabilidade de Medicamentos, uma onda sem volta

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A legislação referente a Serialização e Rastreabilidade de medicamentos no Brasil vem desde de 2002 com muitas alterações e discussões especialmente sobre os prazos de implementação. É notório que este tema é de muita importância, especialmente para o consumidor que poderá ter mais garantia na compra e consumo de medicamentos. A serialização e rastreabilidade de medicamentos, possibilita ao consumidor a garantia de origem e se devidamente controlado os eventos da cadeia, restringirá a venda de produtos falsificados e roubados.

Especialistas do mercado farmacêutico, estimam que setor farmacêutico recentemente ultrapassou US$ 1 trilhão de rendimento em todo o mundo. (1)

Este setor, assim como outros é alvo das falsificações e segundo a WHO (World Health Organization) e Center for Medicine in the Public Interest, medicamentos falsificados representam até 10% no mundo.

No Brasil, segundo Alan Rodrigues da revista Isto É (2), “...Um relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu mais um ruidoso sinal de alerta sobre a debilitada saúde do País. Segundo o documento, 19% dos remédios comercializados por aqui são ilegais. A estimativa é que se vendam vinte medicamentos falsos em cada lote de 100. Eles são vendidos em feiras, bancas de ambulantes, pela internet e, inclusive, nas farmácias. E chegam ao Brasil vindos do Paraguai, China e Índia. Podem vir prontos para o consumo ou ainda na matéria-prima (o chamado princípio ativo) – que é manipulada em estabelecimentos clandestinos, sem a menor condição de higiene e geralmente elaborada na dose errada...”.

Dentro deste cenário vários países, começaram a trilhar o caminho da serialização e rastreabilidade, visando dar segurança a cadeia de suprimentos para garantir a integridade do produto e a segurança do paciente.

Nos EUA, a Lei de Segurança e Cadeia de Suprimentos de Medicamentos (DSCSA) determina que os fabricantes de medicamentos e a cadeia logística transitem informações que permitam a verificação de medicamentos pelo número de lote. Essa legislação estabeleceu que até 2017 os fabricantes de medicamentos serializem as suas embalagens e que até 2023 rastrear a cadeia até a dispensação.

Na Europa e Ásia, diversos países avançam também com esse tema, a Turquia já tem um sistema implementado a União Europeia deve concluir o seu processo até 2019 e China e Coréia do Sul também já têm legislação de serialização e rastreabilidade.

Na América Latina a Argentina já tem legislações publicadas pela Agencia Regulatória Argentina – ANMAT, implementada desde 2011 para serialização e rastreabilidade.

No Brasil a legislação já existe desde 2009, porém considerando o novo projeto de lei, a implementação total será até 2021.

A PL 4069/2015 atualmente está “Pronta para Pauta na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF)”, uma vez que o parecer do Dep. Dr. Sinval Malheiros (PTN-SP), foi pela aprovação em julho de 2016.

Os principais pontos são:

Gravação: Todas as embalagens de todos os medicamentos registrados receberão identificação específica baseada nas tecnologias utilizadas pelo sistema do SNCM, contendo, no mínimo, as seguintes informações:

-Número de registro do medicamento junto ao órgão de vigilância sanitária federal;

-Número de série único do produto;

-Número do lote ou partida do produto;

-Data de validade do produto (inciso IV).

Transmissão de dados:

-O SCCM deverá contar com Banco de Dados centralizado em instituição do governo federal, para armazenamento e consulta das movimentações dos medicamentos sob sua responsabilidade.

-Cada membro da cadeia de movimentação de medicamentos é responsável por transmitir ao banco de dados todos os registros a respeito da circulação dos medicamentos sob a sua custódia

-O membro da cadeia de movimentação dos medicamentos, terá acesso, para consulta, apenas dos dados por ele inseridos no sistema.

Prazos:

-Até 1 (um) ano, para que a indústria e importadores, distribuidores e varejistas possam, em caráter experimental, comunicar dados referentes a, no mínimo, 3 (três) lotes de medicamentos;

-Até 8 (oito) meses após o término da etapa acima, para que os resultados obtidos durante a fase experimental sejam objeto de análise, correção e emissão de um relatório de validação pela Anvisa e Comitê Gestor;

-Até 3 (três) anos após o término da etapa estabelecida acima, para a completa implementação do sistema.

Os desafios para implementação dos processos de serialização, (criação de números de série individuais e impressos no item a ser rastreado), pelas indústrias e importadores farmacêuticos, são enormes.

Porém, esta é uma “onda sem volta”, pois vários países já mostraram que uma boa forma de combater a pirataria, falsificações e roubos de cargas, é através dos processos de serialização e rastreabilidade.

Algumas farmacêuticas no Brasil, já perceberam as vantagens da serialização nos seus produtos, pois é possível dar ao consumidor a garantia de origem e também fortalecer as suas marcas. O uso do Gs1- DataMatrix, pode ser também uma ferramenta de marketing para as empresas, pois com o uso de ferramentas digitais (APP) os consumidores poderão ter acesso rapidamente as empresas e estas fidelizando o consumidor com informações adicionais, dentro das regras prevista na legislação.

As empresas farmacêuticas que fizerem parcerias com os fornecedores de tecnologia de rastreabilidade e equipamento com grande conhecimento técnico, podem obter soluções personalizadas sob medida para atender às suas necessidades. Estas realmente sairão na frente, pois podem reduzir a curva de aprendizagem, quando a legislação for uma obrigação.

Atualmente o segmento farmacêutico está na espera da aprovação da nova legislação e como em todo lugar, há aqueles que têm a expectativa dos prazos serem dilatados, mais uma vez. Porém, empresas que tem como diferencial a pesquisa e processos de melhoria contínua, já entenderam que essa é um a “onda sem volta”.

Fontes:

(1) http://www.statista.com/

(2) http://istoe.com.br/437819_O+BRASIL+NA+ROTA+DOS+REMEDIOS+FALSIFICADOS/

Axis lança videoporteiro para reforçar controle de acesso interno em hospitais

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A Axis Communications, fabricante de soluções de vídeo em rede para segurança, áudio e controle de acesso, lançou um videoporteiro que permite controlar entradas e abrir portas remotamente, sem o deslocamento de funcionários. A porta pode ser liberada através de reconhecimento facial para pessoas cadastradas utilizando software de terceiros, ou via aplicativo para celular e telefone IP.

Instalado nos bastidores de lojas, o videoporteiro AXIS A8105-E permite ao gerente liberar o acesso de sua equipe ou de prestadores de serviço ao estoque e outras áreas internas. Nos horários fora de funcionamento da loja, toda a rede de varejo pode ser gerida por uma central remota.

Já nos setores de saúde e educação, o AXIS A8105-E pode controlar a entrada em laboratórios, salas, UTIs e outras áreas de circulação restrita, reforçando a segurança com diversos pontos de controle no interior do prédio. Essa medida evita que a equipe interrompa o serviço para liberar a porta e reduz os riscos de que estranhos cheguem a áreas críticas da instituição.

O novo videoporteiro da Axis possui apenas 4,8cm de largura, o que permite sua instalação discreta no próprio batente ou moldura da porta, onde o espaço é limitado. Com câmera Full HD, o AXIS A8105-E possui características especiais para lidar com desafios de iluminação, altura dos visitantes e ruído no entorno.

ILUMINAÇÃO

Para lidar com o alto contraste de luz, como quando a luz de fundo está contra o videoporteiro, o AXIS A8105-E possui WDR com Captura Forense para uma identificação visual perfeita mesmo com intensa iluminação de fundo. Essa compensação de contrastes resolve uma das principais limitações de videoporteiros comuns durante o dia. À noite, a visão do visitante é garantida por LEDs.

ALTURA

Pessoas mais baixas ou mais altas do que a média geralmente não são adequadamente capturados pela câmera. Para solucionar esse problema, o AXIS A8105-E possui o Formato Corredor, que gera imagens na vertical (formato 9:16), e permite visualizar pessoas altas mesmo quando instalado numa altura baixa.

RUÍDO

O diálogo em videoporteiros comuns é geralmente dificultado pelo barulho do corredor ou eco. O AXIS A8105-E possui cancelamento acústico de eco e supressão de ruídos para diálogos audíveis independentemente do barulho de fundo. Graças a padrões abertos como SIP e ONVIF, o produto pode ser integrado a sistemas de telefonia ou VMS existentes.

O videoporteiro AXIS A8105-E pode ser adquirido pela rede de distribuidores da Axis no Brasil ao preço sugerido ao Varejo (MSRP) de R$ 5.433,00, mais impostos estaduais.