Associação de Diabetes Infantil realiza 2º Fórum de Diabetes de Minas Gerais

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20 de agosto ocorrerá o 2º Fórum de Diabetes de Minas Gerais, organizado pela Associação de Diabetes Infantil, em parceria com a Sociedade Brasileira de Diabetes – Seção Minas Gerais e com a Federação Nacional das Associações de Diabetes (FENAD), no Auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (CREA), a partir das 8h. Os objetivos do evento são: discutir o panorama do diabetes e a criação de um centro especializado na patologia, e debater oportunidades de acesso ao tratamento da pessoa com diabetes.

Serão abordados temas como Necessidades e Realidades do Atendimento à Pessoa com Diabetes, Case do Instituto da Criança com Diabetes (ICD) de Porto Alegre, Políticas de Saúde em Diabetes em Minas Gerais, Impacto Econômico das Complicações do Diabetes, Realidade Atual dos Serviços de Diabetes em Belo Horizonte, Direitos e Deveres do Paciente cm Diabetes e no fim da tarde uma reunião das associações de diabetes de Minas Gerais, para discutir O Papel das Associações no Tratamento.

Inscrições podem ser feitas em: www.doity.com.br/2-frum-de-diabetes-de-minas-gerais-necessidades-e-realidades

Informações sobre a ADI

A ADI é uma entidade sem fim lucrativo, fundada em 2007 com objetivo de dar apoio à pessoa com diabetes e seus familiares. Grande parte dos associados são crianças e adolescentes, cujos pais trocam experiências e buscam através de palestras e orientações individuais, informações seguras nas áreas de nutrição, direito, enfermagem, além de amparo psicológico.

A ADI também visa informar a população sobre a prevenção e busca o respeito aos direitos das pessoas com diabetes, por isso, sempre participa como parceira ou organizadora de eventos que visam discutir, melhorar e cobrar um atendimento mais digno e eficaz à pessoa com diabetes no Estado de Minas Gerais.

O papel dos players na redução de custos da saúde

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O contexto atual da saúde brasileira exige uma ampla e constante reformulação nas atribuições dos diferentes players envolvidos neste mercado. O problema é que a maioria ainda não se deu conta de que esta mudança está em curso e que ela é inevitável.

Neste cenário, é importante que o mercado corporativo – principal financiador da saúde no país – comece a compreender seu novo papel como integrador de todas as ações que envolvem a gestão de saúde populacional. Em outra ponta, os planos de saúde necessitam assumir novas atribuições para exercer sua função de coordenadores de gestão de rede, com o propósito de gerenciar seu desempenho; de acesso, para regular seu uso correto; e do risco de saúde populacional.

Os médicos passam a interagir e monitorar as ações de outros profissionais de saúde, assumindo a missão de atuar como coordenadores de cuidados dos pacientes, cada vez mais crônicos e em meio a um ambiente de envelhecimento crescente da população. Estes, por sua vez, já começam a ser percebidos como players que podem interferir na sinistralidade e na qualidade assistencial.

As implicações destes novos papéis e de sua correta percepção serão cada vez mais vitais na busca por soluções e pelo melhor modelo para sanar o problema da saúde no país, ainda focado, exclusivamente, no acesso e na execução dos procedimentos. Este modelo expõe as lacunas do continuum care, principalmente nos setores de atenção ambulatorial e hospitalar, nas internações prolongadas, no aumento de reinternações, na crescente insatisfação do paciente e nas falhas na disponibilização do recurso correto no momento certo.

Há 15 anos, sequer existiam informações sobre os doentes crônicos que faziam parte do quadro das empresas. Elas acreditavam que apenas dois perfis integravam suas carteiras: os saudáveis e os doentes. Aqueles que, recorrentemente, faziam uso dos serviços porque não cuidavam das suas enfermidades não eram reconhecidos.

O que se vê hoje é a pouca colaboração entre os diversos prestadores, com intervenções pontuais e impossibilidade de oferecer atenção integral. Além disso, permanece o incentivo exagerado para utilização do pronto-socorro, o que acarreta, na maioria das vezes, condutas conflitantes e duplicidade de exames. A informação torna-se fragmentada, com completo desconhecimento da condição geral do paciente.

Uma das soluções é a análise do uso eletrônico de dados do paciente. Segundo pesquisa realizada pela CDW Healthcare com 150 instituições norte-americanas, a coleta e o cruzamento de informações são os caminhos para a redução de custos e o aprimoramento no cuidado dos pacientes. De acordo com o levantamento, 57% dos hospitais locais afirmaram adotar a análise clínica de dados em função do impacto na melhoria do cuidado do paciente e na redução de taxas de readmissões, fazendo com que processos do dia a dia sejam mais eficientes.

Outro passo importante é incorporar às rotinas do setor uma nova abordagem – mais próxima, integrada e atenta às necessidades da população (conforme o risco) para o qual o ecossistema de saúde realmente existe, sabendo diferenciar as ações de health promotion (conscientizar e apoiar) e de health support (apoiar, acompanhar e coordenar).

No grupo de ações de health promotion, cabe identificar e monitorar o risco de saúde da população e sua utilização, buscando a conscientização para reduzir fatores de risco e otimizar a utilização do sistema de saúde, direcionando para o melhor recurso. Também são fundamentais o apoio e a presença em situações complexas, como internações e gravidez, o controle sobre medicamentos para identificação de novos pacientes, além de campanhas e ações de prevenção primárias.

Nas operações de health support é preciso acompanhar e coordenar a gestão de acesso aos recursos oferecidos pelo plano, com estímulo à adesão ao tratamento, medicamentos e fidelização a um médico principal. Também entram a integração e coordenação de recursos (ambulatórios, planos de saúde, saúde ocupacional etc), a atenção diferenciada a afastados, aposentados, dependentes e agregados com risco, apoio e presença em situações complexas de saúde, como tratamentos e internações.

A procura pelo melhor modelo aponta que, no futuro, teremos algo cada vez mais parecido com o Accountable Care Organizations (ACOs) e o Health Savings Account (HSA), na qual cada um dos players assume um papel definido. Os planos de saúde seriam os intermediários financeiros. O usuário, por sua vez, torna-se responsável pela boa utilização dos recursos. A saúde ocupacional direcionaria seu foco no ocupacional e no assistencial; e as empresas entenderiam sua importância como patrocinadoras e gestoras do risco de saúde populacional, já que são elas que mais necessitam controlar os custos com saúde. Um estudo realizado pela Mercer Marsh com mais de 500 companhias demonstrou que o impacto dos benefícios de saúde na folha de pagamento subiu de 10,38% em 2012 para 11,54% em 2015.

O ecossistema de saúde está em transformação e os players estão se adaptando a esta realidade, uma vez que os modelos tradicionais já não respondem adequadamente às novas demandas e o melhor modelo ainda está em formatação.

* CCesar 1esar Rodriguez Dominguez é diretor global de eHealth da

Telefónica e membro do Conselho de Administração da AxisMed

Ricardo Barros reafirma compromisso de melhorar gestão de recursos

Ministro da Saúde participou de evento patrocinado pela Hospitalar

debateliiiiiiiideDra. Waleska Santos e o Ministro da Saúde, Ricardo BarrosAconteceu ontem (8) mais um debate promovido pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais), em São Paulo.  O evento tem o patrocínio da Hospitalar e recebeu o Ministro da Saúde, Ricardo Barros para tratar do tema: “Gestão Transformadora Para Saúde Pública”.

Mais de 400 empresários, representantes de entidades e de órgãos públicos estiveram presentes, entre eles o secretário de Estado de Saúde de São Paulo, David Uip, que destacou os problemas que – segundo ele - mais atingem o setor: o subfinanciamento no repasse de verbas ao SUS, o desperdício e desvios de dinheiro público e a excessiva judicialização que, nas suas palavras, “torna o Estado brasileiro inadministrável”. Os prejuízos decorrentes de ações judiciais contra o SUS chegaram a R$ 5 bilhões no ano passado e, neste ano, devem atingir R$ 7 bilhões, segundo o ministério.

Com a palavra, Barros ganhou apoio de empresários após reafirmar sua convicção na melhoria da gestão dos recursos que a pasta recebe: Temos o maior repasse da União”, disse. “​Com uma boa gestão, conseguiremos entregar muito mais a população. Em seguida, vamos buscar mais recursos para a saúde”, disse.

Em sua exposição, o ministro da saúde citou entre as metas a interligação pela informatização de todas as esferas de gestão do SUS (federal, estadual e municipal), intensificação da participação de brasileiros no programa Mais Médicos, modernização da atual forma protocolar de atendimento, incorporaração de novas tecnologias sem aumentar os custos assistenciais, qualificação permanente aos profissionais da saúde e o fortalecimento das ações de prevenção de doenças e promoção da saúde, a fim de evitar ou combater sedentarismo, obesidade e enfermidades.

PLANOS DE SAÚDE POPULARES

Durante o debate, Barros foi questionado sobre a proposta, por ele defendida, de criação de planos de saúde mais baratos, mas com menos serviços de atendimento obrigatórios. Para o ministro, o acesso a convênios médicos mais baratos pode ajudar a ampliar o número de beneficiários de saúde suplementar, reduzir a demanda do SUS e, consequentemente, dar maior folga de recursos para financiar o atendimento na rede pública.

Barros também se mostrou favorável ao atendimento de beneficiários de planos de saúde por hospitais públicos, mediante pagamento pelas operadoras de saúde a que estão ligados os convênios médicos, medida que é criticada por especialistas em saúde por criar o que se chama de “porta dupla”, dando suposta preferência ao atendimento de clientes de saúde suplementar em detrimento aos usuários do SUS. Para o ministro, ao contrário, este acesso é benéfico para o SUS, pois faria com que o dinheiro do ressarcimento feito a posteriori pelas operadoras à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e repassado pelo órgão regulador ao governo, já entrasse diretamente no caixa do SUS, sem intermediação da agência.

O ministro convidou representantes de entidades, públicas e privadas de defesa do consumidor, da classe médica e de planos de saúde a participarem do Grupo de Trabalho (GT) que vai debater o projeto. “O grupo de trabalho permitirá que todos contribuam - órgãos e entidades representativas - para a criação de uma visão de como podemos ampliar a oferta de produtos de saúde suplementar, de modo que as pessoas possam contribuir, evidentemente, com a saúde, e ter também uma contrapartida que seja adequada. São serviços já ofertados pelo mercado. Não haverá um modelo estabelecido pelo governo”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. A medida, segundo o ministro, permitirá colocar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões por ano na saúde pública.

Farão parte do grupo, representantes da Agência Nacional de Saúde (ANS) e da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSEG), além de outras instituições convidadas ao longo do processo.

PDPs

Sobre as Parcerias Público-Privadas (PPPs) o ministro disse que pretende especializar as plataformas dos laboratórios, a fim de que todos tenham escala e capacidade de absorver tecnologias, dando preferência para os mais inovadores, e não só fabricar para o público interno, mas também exportar medicamentos feitos no Brasil para outros países. “Também vamos ampliar a capacidade de fabricação de equipamentos médico-hospitalares, levando-os às regiões que mais necessitam desses aparelhos”, afirmou Barros.

MEDICAMENTOS

Entre outras medidas, Barros declarou que a pasta pretende conceder a empresas especializadas a logística de distribuição de medicamentos para todo o SUS, adequar soluções específicas junto aos fornecedores em cada região atendida pela rede pública e adotar métricas para avaliar a qualidade e eficiência do trabalho do servidor público.

PREVENÇÃO

Para o ministro, o Brasil precisa agir rapidamente contra a obesidade, em especial a infantil. “Pela primeira vez, estamos reduzindo as expectativas e qualidade de vida das pessoas devido ao sedentarismo e má alimentação. Crianças obesas terão sua saúde afetada no futuro. Por isso, é importante que elas tenham uma alimentação saudável”, enfatizou Barros, citando programas governamentais que promovem a saúde e prevenção de doenças e iniciativas que retiram o excesso de sódio e reduzem o açúcar.

DIGITAL HEALTH

Barros destacou a necessidade de extensão do prontuário eletrônico único a todas as cidades brasileiras – hoje, dos 5.570 municípios, somente 832 já aderiram ao prontuário informatizado. Barros disse que é fundamental o apoio dos gestores municipais e estaduais e profissionais de saúde.  A intenção de Barros é informatizar toda a estrutura do SUS para encontrar onde estão os desperdícios de recursos. "Ao informatizarmos um prontuário médico, por exemplo, evitamos um diagnóstico equivocado e distribuição de remédio inapropriado", explicou.

A expectativa é que até 2018 uma plataforma reúna prontuários eletrônicos, registro eletrônico de saúde e um conjunto mínimo de informações.

Waleska Santos, presidente da Hospitalar, que tem acompanhado o ministro de perto, diz-se muito bem impressionada e destaca a visão de administrador que o Barros tem demostrado.  “Ele tem uma visão muito geral da saúde e muito aprofundada em determinados assuntos relevantes como a judicialização, que é uma aclamação geral há anos em todos os nossos eventos”.

Para a diretora da feira, Mônica Araújo, Barros não se limita apenas à saúde: “Ele tem uma visão bastante sistêmica, incluindo a educação, quando se refere à necessidade de prevenção”, diz ela.

Aedes aegypti x Big Data: Case de empresa brasileira

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A Neosprecta, fundada em 2014, utiliza técnicas de sequenciamento de DNA combinadas a um software próprio de análise molecular em larga escala para entregar relatórios rápidos e assertivos de atividades virais ou bacterianas.

A startup tem a solução que já vem sendo aplicada em empresas para proteger seus produtos de possíveis áreas de contaminação, em contextos hospitalares, fábricas de alimentos e farmacêuticas detectando até mesmo o Zika Vírus e outros transmitidos pelo Aedes Aegypti.

O sistema Epiome consegue identificar e diagnosticar testes para até 50 mil pessoas em 2 semanas. A visualização de dados em mapa pode prevenir epidemias e surtos ou direcioná-los de uma forma mais efetiva, como um radar que identifica a presença de microrganismos que estão no escopo da detecção.

A companhia tem despertado o interesse de investidores e instituições na área da saúde, combinando big data a metagenômica. Ainda em 2014, a Neosprecta conseguiu aportes de R$ 4 mihões do CVenture da Fundação Certi e recentemente, o grupo Santa Helena Saúde fechou parceria para implementação do seu projeto.

Leia mais aqui.

Novo aplicativo oferece rotina saudável para pacientes autistas

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Uma empresa que oferece serviços e materiais pedagógicos voltados para crianças e adolescentes autistas desenvolveu o aplicativo Jujuba.

A companhia com o mesmo nome dado ao aplicativo contou com a parceria com o Ø1 Digital, a ferramenta vai auxiliar na construção de uma rotina saudável para o paciente e já está disponível na app store.

Seguindo o método que é referência mundial em organização e comportamento de Análise do comportamento aplicada (ABA), a plataforma funciona como uma agenda do usuário, facilitando na formação de uma rotina.

Segundo os idealizadores do Jujuba, o objetivo é dar mais autonomia para os pacientes, tornando-o mais independentes e integrados com a sociedade, tanto adultos como crianças e adolescentes.

Em 2013, Ivo Pitanguy recebeu o Prêmio Hospitalar – Personalidade do Ano na Área da Saúde

Hospitalar lamenta profundamente o falecimento do cirurgião plástico

premiohospitalar2013No último sábado (6), o cirurgião plástico Ivo Pitanguy faleceu aos 93 anos, em sua casa no Rio de Janeiro. Segundo sua assessoria, ele foi vítima de uma parada cardíaca. Expoente na cirurgia plástica e reconstrutora no Brasil e no mundo, com mais de 50 anos de carreira, Pitanguy recebeu o Prêmio Hospitalar - Personalidade do Ano na Área da Saúde. A homenagem foi feita durante o jantar de comemoração dos 20 anos da Hospitalar Feira + Fórum, realizado na noite do dia 22 de maio de 2013, em São Paulo.

Criado em 2005, o Prêmio Hospitalar destaca profissionais que prestaram significativa contribuição ao avanço da medicina, pesquisa, atendimento médico-hospitalar e qualidade de vida da população brasileira e mundial. O cirurgião foi reconhecido por ter transformado a vida de milhares de pacientes, famosos e anônimos e por ser responsável pela formação de várias gerações de alunos, novos cirurgiões que aprenderam com ele a respeitar e valorizar a autoestima dos pacientes.

Durante a entrega do prêmio Pitanguy agradeceu a presença de todos e destacou: “Meu objetivo é fazer com que cada um se sinta bem com sua imagem, já que isso é um direito natural do homem desde que ele nasceu. Neste momento quero dizer que a cirurgia plástica, deu esse direito ao ser humano, que agora pode reconquistar o bem-estar através da sua uma imagem no mundo que o cerca”.

Pitanguy foi responsável pela implantação do Serviço de Queimados do Hospital do Pronto-Socorro e o primeiro serviço de cirurgia de mão e de cirurgia plástica reparadora da Santa Casa. Foi professor de cirurgia plástica da Universidade Católica do Rio de Janeiro e do Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas. Em 1961, com a colaboração de médicos residentes, participou do atendimento às vítimas do incêndio do Gran Circo Norte-Americano, em Niterói, o que proporcionou visibilidade à importância social da especialidade. O acidente matou mais de 500 pessoas e deixou mais de 800 feridos com sequelas por queimaduras.

Inaugurou a Clínica Ivo Pitanguy em 1963, que se transformou em referência nacional e internacional para a cirurgia plástica. Pitanguy era patrono da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro honorário da American Society of Plastic Surgery (AISAPS). Também professor e escritor, foi membro da Academia Nacional de Medicina e da Academia Brasileira de Letras, onde ocupa a cadeira nº 22 desde 1990.

Na última sexta-feira (5), em uma cadeira de rodas, o médico carregou a tocha olímpica na Gávea, Zona Sul do Rio, bairro onde está localizada sua clínica de cirurgia plástica.

Pitanguy nasceu em Belo Horizonte, no dia 5 de julho de 1923, filho do médico cirurgião Antonio de Campos Pitanguy e de Maria Stäel Jardim de Campos Pitanguy, e deixou viúva a senhora Marilu Nascimento, com quem era casado desde 1955, quatro filhos e cinco netos.

Aos familiares, a Hospitalar deseja que a dor da perda se transforme brevemente em saudades e que o legado deixado por ele o mantenha imortalizado em nossos corações.

Clique aqui e confira a edição da Hospitalar Today com a cobertura da premiação: https://issuu.com/publimededitora/docs/jht_edi__o_4_site

Clique aqui e veja as fotos da premiação: http://www.hospitalar.com/pt/portal-de-noticias/linha-do-tempo-premio-hospitalar

Docctor Med inaugura nova unidade no Distrito Federal

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A cidade satélite Recanto das Emas recebeu a mais nova franquia da Docctor Med, a maior rede de clínicas populares de saúde do Brasil. O atendimento começou no dia 25 de julho, mas a inauguração oficial aconteceu no último dia 05, em conjunto com o mutirão de saúde que está sendo planejado. A unidade está localizada na Av. Recanto Q203, lote 02, loja 01 e terá capacidade para até 400 atendimentos por dia.

A unidade oferece consultas médicas em: clínica geral, pediatria, psicóloga, dermatologia, nutricionista, oftalmologista e ginecologia. Além de odontologia e a fisioterapia disponibilizadas com parcerias. O tempo de espera para marcação de uma consulta será de no máximo sete dias e os valores serão a partir de R$ 80,00 para qualquer especialidade.

A gerente da nova unidade, Allini Dantas, fala sobre a expectativa para a abertura da clínica: “Pretendemos ser referência em serviços médicos a preços populares e poder ajudar a população mais carente com atendimento de qualidade”.

Com o sucateamento do SUS (Sistema Único de Saúde) e os altos valores cobrados pelos planos de saúde, o sistema de clínicas populares está crescendo no Brasil. É neste cenário que a Docctor Med surge como alternativa para a população desprovida de atendimento médico qualificado. Atuando há três anos, possui32 unidades franqueadas em 10 estados. A ampliação do alcance da rede é acompanhada pelas características de prestar serviços médicos com excelência e rapidez.

Boehringer Ingelheim e Inventiva firmam parceria para desenvolvimento de novos tratamentos para fibrose pulmonar idiopática

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A Boehringer Ingelheim, uma das 20 principais farmacêuticas do mundo, e a Inventiva, biofarmacêutica francesa especializada em soluções terapêuticas inovadoras para fibrose, oncologia e doenças órfãs, anunciaram uma parceria para pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos para Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI) e outras doenças fibrosantes. Por meio desse acordo, os times de pesquisa das duas empresas irão validar um novo conceito terapêutico, combinando o profundo conhecimento da Inventiva em tecnologias de regulação genética em fibrose com as capacidades da Boehringer Ingelheim no desenvolvimento de novos medicamentos.

A nova parceria é um exemplo da crescente preocupação da Boehringer Ingelheim com a inovação e faz parte da trajetória da empresa no desenvolvimento de medicamentos para FPI. A Boehringer Ingelheim já tem em seu portfólio um medicamento inédito para o tratamento da doença, OFEV®, que tem como princípio ativo nintedanibe uma molécula inibidora de tirosina quinases, que impede a multiplicação das células que causam as cicatrizes (fibrose) no tecido pulmonar, diminuindo assim a velocidade de progressão da doença. Aprovado e comercializado mundialmente para o tratamento de FPI em adultos, OFEV® será a referência para o desenvolvimento clínico e comercialização de potenciais fármacos provenientes da parceria.

A Fibrose Pulmonar Idiopática é uma doença pulmonar debilitante e com elevada taxa de mortalidade, afetando cerca de 3 milhões de pessoas em todo o mundo - estima-se que cerca de 13 a 18 mil brasileiros sofram com a condição1. Caracterizada pela cicatrização crônica e remodelação do pulmão e diminuição progressiva da função pulmonar, a FPI é a doença intersticial pulmonar mais comum encontrada em todo o mundo e representa uma ameaça para a saúde pública, já que de 70% a 80% dos pacientes morrem em aproximadamente cinco anos após o diagnóstico. As causas da FPI ainda não foram completamente esclarecidas e, apesar dos recentes progressos, as opções de tratamento para os pacientes ainda são limitadas.

"Estamos muito orgulhosos, e celebramos a parceria com a Boehringer Ingelheim, uma empresa reconhecida por suas habilidades de pesquisa e desenvolvimento na área de fibrose pulmonar, particularmente FPI", comentou Pierre Broqua, CSO e cofundador da Inventiva. “Paralelamente ao desenvolvimento do nosso próprio portfólio, também faz parte da estratégia estabelecer parcerias de pesquisa com grandes empresas farmacêuticas do mundo. O acordo com a Boehringer comprova a experiência da Inventiva e contribui para reforçar a nossa posição de liderança e inovação no campo da fibrose", completa Pierre.

“Estamos entusiasmados com essa parceria e ansiosos para colaborar com a equipe de Inventiva no desenvolvimento potencial de uma nova terapia inovadora para o tratamento de FPI", comentou Clive R. Wood, Ph.D., Vice-Presidente Corporativo Sênior de Pesquisa e Inovação da Boehringer Ingelheim. "Estamos impressionados com as competências de pesquisa e desenvolvimento da Inventiva, que tem profundo conhecimento nesse campo. Acreditamos firmemente que a nossa união de forças nos permitirá promover a tradução de um novo conceito terapêutico aspiracional para novas terapias para os pacientes."

A Inventiva receberá um aporte adiantado e é elegível para obter financiamento para projetos de pesquisa e desenvolvimento, além de 170 milhões de euros para investimento em questões regulatórias e comerciais e royalties sobre as vendas líquidas dos produtos resultantes da parceria.

Sobre OFEV® (nintedanib)

OFEV®, cujo princípio ativo é o nintedanibe, uma molécula inibidora de tirosina quinases, desenvolvida por pesquisadores da Boehringer Ingelheim, é indicado em adultos para o tratamento de FPI.1 Em 2015 OFEV® foi incluído nas diretrizes de tratamento internacionais para FPI.2

Os pacientes com essa doença pulmonar rara e fatal, que até então não dispunham de alternativas20, passam a contar com uma esperança que desacelera a progressão da doença em 50%21. OFEV® é o único medicamento comprovadamente capaz de reduzir as crises de piora aguda, chamadas exacerbações21 – responsáveis pelo falecimento de mais de 60% dos pacientes com FPI que são hospitalizados21.

Seu mecanismo de ação inovador impede a multiplicação das células que causam as cicatrizes (fibrose) no tecido pulmonar, diminuindo assim a velocidade de progressão da doença. Em relação ao tratamento de FPI, essa questão é prioritária para 88% dos especialistas brasileiros, segundo pesquisa global com pneumologistas22.

 

Sobre Fibrose Pulmonar Idiopática

FPI é uma doença de causa desconhecida (idiopática), progressiva, crônica e rara que afeta os pulmões, ocasionando cicatrizes (fibrose). Embora os sintomas típicos da doença como, falta de ar e tosse crônica e seca sejam evolutivos, na fase inicial da doença estes podem ser confundidos com o envelhecimento, doenças cardíacas, enfisema pulmonar, bronquite crônica ou outras doenças intersticiais pulmonares 21. Estima-se que 50% dos pacientes são diagnosticados erroneamente e o tempo médio para o diagnóstico é de 1 a 2 anos após o início dos sintomas23. Por isso a importância da conscientização sobre esta doença.

Assim que os sintomas da FPI são percebidos, a ação recomendada é procurar um médico pneumologista. As principais técnicas que possibilitam o diagnóstico da FPI são a história clínica, o exame físico, o resultado de uma tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR), e em alguns casos, uma biópsia de pulmão.

Sobre a Inventiva:

Inventiva é uma empresa biofarmacêutica especializada no desenvolvimento de drogas que interagem com receptores nucleares, fatores de transcrição e moduladores epigenéticos. O mecanismo de pesquisa da Inventiva abre novas terapias inovadoras contra doenças fibróticas, cânceres e doenças órfãs de tratamento, e portanto com necessidades médicas não atendidas.

IVA337, o seu principal produto, é um tratamento anti-fibrótico, com um mecanismo de ação inédito que age por meio da ativação de todos os três PPARs: alfa, gama e delta (receptores ativados por proliferador de peroxissoma), que desempenham papéis importantes no controle do processo fibrótico. Sua ação anti-fibrótica atinge duas indicações iniciais com necessidades médicas não atendidas: NASH (esteato-hepatite não-alcoólica), uma doença hepática grave e cada vez mais prevalente que afeta mais de 30 milhões de pessoas nos Estados Unidos, e fibrose pulmonar secundária a esclerose sistêmica, uma doença com uma taxa de mortalidade muito elevada. A Inventiva também está desenvolvendo o IVA336, um programa clínico para o tratamento de três diferentes formas de mucopolissacaridose (MPS I ou síndrome de Hurler-Sheie, MPS II ou síndrome de Sly e MPS VI também conhecida como síndrome de Maroteaux-Lamy), assim como um portfólio de estágio oncológico pré-clínico.

Inventiva emprega mais de 100 cientistas altamente qualificados e possui uma planta referência em pesquisa e desenvolvimento em Dijon (França), adquiridas do grupo farmacêutico internacional Abbott. A empresa possui, uma biblioteca proprietária de mais de 240 mil moléculas, bem como plataformas integradas de biologia, química e farmacologia.

Para mais informações, visite www.inventivapharma.com

Sobre a Boehringer Ingelheim:

O Grupo Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais farmacêuticas do mundo. Com sede em Ingelheim, na Alemanha, a companhia opera globalmente com 145 afiliadas e com um quadro de mais de 47.500 funcionários. Há 130 anos, a empresa familiar mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos medicamentos de alto valor terapêutico para a medicina humana e veterinária.

A responsabilidade social é um elemento importante da cultura empresarial da Boehringer Ingelheim, o que inclui o envolvimento global em projetos sociais como o “Mais Saúde” e a preocupação com seus colaboradores em todo o mundo. Respeito, oportunidades iguais e o equilíbrio entre carreira e vida familiar formam a base da gestão da empresa, que busca a proteção e a sustentabilidade ambiental em tudo o que faz.

Em 2015, a Boehringer Ingelheim obteve vendas líquidas de cerca de 14,8 bilhões de euros e investiu 20,3% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento.

No Brasil, a Boehringer Ingelheim possui um escritório em São Paulo e uma fábrica em Itapecerica da Serra. Há 60 anos no país, a companhia estabelece parcerias com instituições locais e internacionais que promovem o desenvolvimento educacional, social e profissional da população.

Para mais informações, visite www.boehringer-ingelheim.com.br e www.facebook.com/ajudareomelhorremedio.

Medicina do Sono é a 24ª especialidade do UpToDate

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A divisão de saúde da Wolters Kluwer, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área de saúde, anuncia a incorporação da especialidade de medicina do sono ao UpToDate®, seu recurso de apoio à decisão clínica baseado em evidências. Está é a 24ª área médica compreendida pela ferramenta e que está disponível para os profissionais e instituições de saúde em todo o mundo.

Embora alguns tópicos sobre medicina do sono tenham sido disponibilizados no UpToDate há uma década, a sua inclusão como uma especialidade formal é resultado de mais de três anos de colaboração. O processo foi conduzido pelos editores chefes de medicina do sono do UpToDate, Ronald D. Chervin, MD, MS e Nancy Collop, MD, que lideraram um time de 84 reconhecidos especialistas na área.

“Conseguimos estruturar uma equipe nível A para trabalhar na elaboração e ampliação do conteúdo sobre medicina do sono do UpToDate,” explica Nancy Collop. “Graças ao empenho de todos os profissionais envolvidos, os usuários da ferramenta passam a ter acesso às mais abrangentes informações necessárias para um cuidado eficiente aos pacientes que são acometidos por dificuldades para dormir ou com algum tipo de distúrbios no sono”.

Diante deste bem sucedido trabalho, os médicos que utilizam o UpToDate podem ter certeza de que eles estarão integrando à sua prática clínica o que há de mais atual e completo no que diz respeito à medicina do sono. Continuamente atualizadas, as informações de diagnóstico e recomendações de tratamento englobam distúrbios do sono relacionados à respiração e movimento, insônia, doenças do ritmo circadiário, parassônias, entre outros, tudo adaptado tanto para pacientes adultos como pediátricos.

Especialistas em pulmão, medicina intensiva, neurologia, psiquiatria, geriatria, cirurgia e anestesiologia, assim como aqueles que atuma nos cuidados primários de doenças internas, médicos da família e pediatras também serão beneficiados pela maior abrangência de informações.

De autoria de especialistas em medicina do sono de todo o mundo, a nova especialidade abrange 90 temas com mais de 70 recomendações classificadas. Os tópicos disponibilizados aos profissionais são complementados por informações de fácil compreensão que podem ser disponibilizadas aos pacientes, sendo 75% delas disponíveis também em espanhol. Além de mais de 260 gráficos, variando desde imagens e tabelas até gráficos e algoritmos, a especialidade contempla recomendações baseadas em evidência, que passaram pelo crítico processo de revisão por pares e que refletem os mais recentes avanços e práticas médicas publicadas pelas principais publicações médicas, como por exemplo, Journal of Clinical Sleep Medicine, Journal of Sleep Research, Sleep, Sleep Medicine, Sleep Medicine Review e outras.

“A Wolters Kluwer continua firme em seu propósito de aprimorar e aprofundar os ricos conteúdos clínicos nos quais os médicos baseiam-se para prover os melhores cuidados para seus pacientes”, ressalta Peter Bonis, MD, Chief Medical Officer (CMO) da Unidade de Negócios de Efetividade Clínica da Wolters Kluwer. “Para os especialistas em medicina no sono e demais profissionais da saúde em todo mundo, o lançamento da nossa 24ª especialidade afirma nosso comprometimento em oferecer as mais abrangentes recomendações baseadas em evidência disponíveis para o tratamento de pacientes”.

No Brasil, a medicina do sono é uma especialidade relativamente nova, que foi reconhecida como área de atuação médica pelo Conselho Federal de Medicina, em 2011. No entanto, os distúrbios do sono acometem uma boa parcela da população. Uma recente pesquisa realizada pelo Instituto do Sono de São Paulo, por exemplo, constatou que aproximadamente 33% dos brasileiros sofrem da apneia do sono, um grave distúrbio, cuja maior incidência é entre homens.

A nova especialidade está disponível para assinantes no www.uptodate.com. Para os médicos que apostam nos tablets e smartphones como ferramentas móveis para a saúde, as respostas para questões clínicas podem ser encontradas no consultório ou em campo, utilizando o app móvel do UpToDate. Disponível para as plataformas móveis iOS® e Android™, o aplicativo permite acessar todo o conteúdo do recurso com ou sem conexão internet. Saiba mais em http://www.uptodate.com/home/uptodate-mobile-apps

Policlínica dos Jogos Rio 2016 atinge a marca de 500 exames de diagnóstico por imagem

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Atletas e toda a família Olímpica têm à disposição na Policlínica dos Jogos Rio 2016 tecnologias inovadoras da GE para ajudar médicos a obterem diagnósticos rápidos e precisos, fatores essenciais para garantir o bem-estar dos competidores e equipes. Desde a inauguração da Policlínica na Vila dos Atletas em 22 de julho, o Sistema de Informação de Radiologia (RIS) da GE que está em uso no local já registrou a expressiva marca de 500 exames de diagnóstico por imagem.

Para entender a dimensão do número, a edição brasileira já atingiu 30% dos exames realizados nos Jogos Olímpicos Londres 2012. As competições na capital da Inglaterra alcançaram um total de 1.711 exames de imagem realizados em todo o período dos Jogos.

Durante as competições é frequente a ocorrência de lesões musculares, articulares e ósseas nos atletas e os exames de imagem são fundamentais para um diagnóstico mais preciso. Nesse contexto, o raio-X, é umas das tecnologias mais utilizadas para avaliações ósseas e, normalmente, é o primeiro exame a ser solicitado na suspeita de lesão. Já a ultrassonografia pode avaliar em tempo real anormalidades em tendões e músculos, além da ressonância magnética que garante uma análise mais detalhada da extensão da lesão. Com um diagnóstico mais rápido e preciso, o atleta é tratado agilmente e pode se recuperar mais rapidamente, voltando a competir em um curto espaço de tempo.

A Policlínica também é de extrema importância para outros membros da família olímpica, como a equipe de preparação técnica, por exemplo, pela possibilidade de realizarem exames de prevenção e diagnóstico que, muitas vezes, não estão disponíveis em seus países. Muitos deles aproveitam a oportunidade de ter acesso a equipamentos médicos de ponta para fazer o check-up anual.