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Modelos de órgãos humanos impressos em 3D estão revolucionando a área da saúde

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A Stratasys (Nasdaq:SSYS), empresa de soluções de impressão 3D e manufatura aditiva, atua fortemente junto ao setor de saúde em diversos países. Isto porque suas tecnologias FDM e Polyjet contribuem de modo significativo para otimizar recursos, melhorando a performance dos profissionais da área e, consequentemente, os resultados para os pacientes.

Na área da saúde, as soluções de impressão 3D da Stratasys viabilizam modelos anatômicos impressos em 3D detalhados, que reproduzem órgãos humanos em diferentes materiais, cores e texturas. Ou seja, tornam ágil, viável e customizável a realização de estudos pré-cirúrgicos fundamentais para melhorar estes procedimentos, reduzindo custos e proporcionando, aos pacientes, tratamentos personalizados e cirurgias mais precisas, ministradas por profissionais mais preparados e inovadores.

“Hoje, as tecnologias de manufatura aditiva têm excelente receptividade junto aos profissionais de diversas especialidades. Isto porque eles reconhecem seu potencial para aprimorar a qualidade dos serviços – algo essencial quando se lida com saúde e bem-estar das pessoas”, afirma Paulo Farias, diretor geral da Stratasys no Brasil. O executivo acrescenta ainda que as soluções de impressão 3D aumentam a previsibilidade nas cirurgias, minimizam riscos e imprevistos, além de reduzirem o tempo dos procedimentos e de anestesia. Com isso, diminuem de forma significativa os custos e otimizarem recursos, como ou uso das salas de cirurgia, por exemplo, contribuindo para  a melhor recuperação de pacientes.

Um dos casos brasileiros mais conhecidos é o do Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, cuja divisão de tecnologias tridimensionais já participou de mais de 5.000 projetos de prototipagem e manufatura rápida para empresas pequenas, médias e grandes na área médica. Anualmente, esta área dá suporte, em média, a 100 hospitais, no que diz respeito à aplicação das tecnologias 3D em casos médicos desafiadores – cirurgias cranianas, de face e ortopédicas. Desde 2005, já empregou a impressão em 3D em 3.000 casos para aumentar a precisão do planejamento cirúrgico, o sucesso das intervenções e a redução do custo do tratamento. Um exemplo emblemático de sua atuação foi o caso de um menino de 12 anos, que sofreu um acidente e perdeu parte da caixa craniana, o que exigiu a realização de uma cirurgia de reconstrução da cabeça.

“Para evitar deformações e outras complicações, advindas do futuro crescimento do menino, nossa equipe multidisciplinar desenvolveu uma prótese adaptável, com quatro partes, sobrepostas uma à outra e que, ao longo do tempo, deslizavam suavemente. Isto permitiu que as dimensões da prótese acompanhassem o aumento do espaço craniano. O projeto foi criado em 2007 e hoje o paciente é um adulto, com vida normal”, explica Pedro Yoshito Noritomi, pesquisador do Departamento de Tecnologia Tridimensionais do CTI Renato Archer.

Outro cliente nacional interessante é a BioArchitects, que atua como uma consultoria de alto nível de hospitais, clínicas e médicos, que buscam o estado da arte em diagnóstico, planejamento de cirurgias com auxílio de biomodelos e próteses desenvolvidas a partir de exames do próprio paciente. “Acreditamos que o futuro das próteses e dos biomodelos é a customização total – cada corpo tem sua anatomia própria e somente um modelo construído sob medida para aquele paciente cumprirá plenamente sua missão”, diz Felipe Marques, CEO da BioArchitects.

Para atingir seus objetivos, a equipe BioArchitects, que é pioneira neste segmento no Brasil, transforma exames de imagem, como tomografias, ressonâncias magnéticas e PET scam, em arquivos e protótipos em 3D. A empresa trabalha há alguns anos com uma impressora Stratasys Connex3, baseada em tecnologia PolyJet. Recentemente, dquiriu a mais moderna impressora da empresa – a Stratasys J750, que é a única full color do mundo, capaz de produzir protótipos em cores variadas, com nitidez e em múltiplos materiais em uma única impressão 3D, o que elimina a demora nos processos e garante ainda mais nitidez, qualidade e agilidade à criação dos protótipos.

Mas a Stratasys também tem casos de sucesso interessantes no exterior, como da Limtiless Solucions (EUA), uma organização que produz membros humanos biônicos e busca fornecer a preços acessíveis ou gratuitamente para auxiliar na recuperação de pacientes. As próteses biônicas são personalizadas e produzidas em poucas horas em uma impressora 3D de tecnologia FDM doada pela Stratasys. As crianças recebem as próteses gratuitamente; pois são feitas por alunos de engenharia, medicina e design, que dedicam tempo e habilidades de forma voluntária a Limtiless. Os custos dos materiais são cobertos com a arrecadação de fundos. Recentemente, Paulo Costa Boa Nova, um garoto brasileiro de seis anos, fã de futebol, que perdeu a mão devido a uma doença genética, foi selecionado entre centenas de candidatos e beneficiado com uma prótese impressa em 3D. Quando a prótese de Paulo ficou pronta, ele e o pai viajaram para a Flórida a convite da Orlando Health, onde fica instalada a LImitiless, e o garoto recebeu a mão biônica, impressa em plástico ABS resistente e com as cores do Fluminense, das mãos do jogador de futebol Kaká, no campo de treinamento do Orlando City Soccer Club, equipe da qual o astro brasileiro é capitão.

Outros casos internacionais que merecem ser conhecidos são os do Hospital Prince of Wales (Hong Kong) e do Centro de Biomedicina e Tecnologia Integrada (CBMTI), da Universidade da Malásia. O hospital Prince of Wales utiliza a tecnologia FDM para construir guias e ferramentas cirúrgicas, juntamente com modelos ósseos, que são usados para planejar e testar os melhores locais para a estabilização de parafusos ou placas, que estejam em conformidade com a superfície óssea do paciente. O resultado desta preparação do Prince of Wales é a redução do risco de complicações pós-cirúrgicas, como sangramento e infecção. De acordo com Kwok-sui Leung, professor da Chinese University of Hong Kong, onde está localizado o hospital, a impressão 3D permite avaliações profundas e ensaios pré-cirúrgicos, que resultam em implantes mais precisos, de acordo com a curvatura do osso do paciente, diminuindo em uma hora o processo pré-cirúrgico.

No Centro de Biomedicina e Tecnologia Integrada (CBMTI), da Universidade da Malásia, uma impressora 3D PolyJet, com sua facilidade de uso e capacidade de imprimir vários materiais em alta velocidade, foi utilizada para produzir um modelo de crânio humano. Este modelo replica ossos e tecidos encontrados em uma operação de tumor cerebral e é usado para ensinar neurocirurgiões a realizar desde o corte da pele e a abertura do osso até o corte do revestimento do cérebro e remoção do tumor. Além disso, seus pesquisadores e instrutores médicos usaram um modelo de coração em 3D para validar o desempenho do stent retriever da Covidien Solitaire Flow Restoration.

As possibilidades de uso das soluções de impressão 3D pelas empresas de saúde se multiplicam ano a ano. “Com a sofisticação dos equipamentos e diversidade dos materiais para impressão, a tendência é que tenhamos cada vez mais aplicações neste e em outros setores. A Aplicabilidade cresce à medida que conhecemos novas demandas empresariais”, completa Farias.

Sobre a Stratasys

Stratasys (NASDAQ:SSYS) por mais de 25 anos, tem sido uma das forças motrizes de inovação e líder mundial no desenvolvimento de tecnologias de impressão 3D e manufatura aditiva – moldando a forma como as coisas são feitas. Com sedes em Minneápolis, no Estado de Minnesota, nos EUA, e em Rehovot, no Distrito Central de Israel, a empresa dedica-se a contribuir para que os clientes de uma extensa gama de mercados verticais possam criar novos paradigmas para a concepção e fabricação de objetos para as mais diversas finalidades. As soluções da empresa dão aos clientes uma liberdade de design incomparável e flexibilidade de produção, reduzindo de forma expressiva o tempo de colocação no mercado e os custos de desenvolvimento, por meio de melhorias significativas de design e de comunicação.

Entre suas subsidiárias estão a MakerBot e a Solidscape. O portfólio inclui impressoras 3D para prototipagem e produção em uma ampla gama de materiais de impressão 3D; de peças on-demand por meio da Stratasys Direct Manufacturing; consultoria estratégica e serviços profissionais. Participa de comunidades, como Thingiverse e GrabCAD, que contam com mais de 2 milhões de arquivos de projetos livres. A Stratasys tem mais de 2.700 funcionários e 800 patentes de manufatura aditiva, entre concedidas e pendentes. Sua atuação no mercado já foi reconhecida por mais de 30 prêmios por suas tecnologias inovadoras e liderança. Visite-nos on-line em: http://www.stratasys.com/br ou http://blog.stratasys.com/pt-br/ e nos siga no LinkedIn. Stratasys, suas subsidiárias e afiliadas são marcas registradas da Stratasys Ltd. 

 

Franquia clínica médica e odontológica compacta: o negócio do futuro

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Mesmo em tempos de crise econômica, há espaço para investir, pois os consumidores buscam um padrão mais equilibrado de vida, no qual os custos são reduzidos, mas as prioridades são mantidas. É o caso da saúde. Antes as opções nesse segmento ficavam limitadas entre o atendimento precário do Sistema Único de Saúde (SUS) e as operadoras dos planos de saúde. Atualmente as clínicas médicas populares estão crescendo vertiginosamente, atendendo a milhares de pessoas e gerando receitar financeiras expressivas.

Nesse cenário destaca-se a Docctor Med, que é a rede de clinicas medicas populares que mais cresceu em 2015, presente em 10 Estados brasileiros, totalizando 25 franquias. Somente no ano passado cresceu mais de 1000% no franchising.

Um dos fatores responsáveis por seu crescimento é que diante de um SUS abarrotado e do descrédito das operadoras de planos de saúde, a franquia proporciona atendimento medico digno, com marcação rápida de consultas, inclusive on-line, realização de exames com baixo custo à maior parte da população (atualmente 70% do país não possui plano de saúde). O sucesso da franquia impulsionou a Docctor Med a lançar um modelo compacto de negócio para atender empreendedores com um menor potencial financeiro: Docctor Med Express – Clínica Médica e Odontológica Compacta, e que possibilitará um investimento de até metade do valor médio da franquia original (reduzindo de R$ 500 para R$ 250 mil iniciais), considerando os custos fixos mais baixos e a expectativa de rápido retorno.

Se empreender é a capacidade de enxergar além, solucionar  com criatividade, gerar produtividade e lucro, a DocctorMed está no caminho certo. Até mesmo a ABF (Associação Brasileira de Franchising) atesta que os modelos compactos já são uma realidade de mercado, pois estão de acordo com um novo contexto econômico.

A Docctor Med – Clínica Médica e Odontológica Compacta é mais um negócio inovador e próspero porque considera não apenas o bolso, mas o potencial de crescimento do investidor. O que determina o sucesso do empreendimento, não é o maior ou o menos investimento, e sim a melhor escolha.

O ideal é que um modelo de franchising de serviços não apenas sobreviva à retração econômica, mas prospere com ela. Esse sim é o negócio do futuro.

Ministro da Saúde descarta CPMF e propõe gestão transformadora no SUS, durante Almoço-Debate LIDE

SÃO PAULO, 8 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- "Não acredito que criar uma receita vinculada à saúde ampliará os recursos para a área", afirmou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, sobre a recriação da CPMF. "De minha parte, não patrocinarei um financiamento exclusivo para a saúde", garantiu. "Com boa gestão, vamos fazer muito mais com o mesmo", afirmou. O ministro participou de Almoço-Debate, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, nesta segunda-feira (8), no Hotel Grand Hyatt, na capital paulista, que reuniu 404 CEOs, presidentes e outras lideranças da iniciativa privada.

Crédito: Fredy Uehara/Uehara Fotografia

Barros citou entre as metas do ministério melhorar a gestão e financiamento, interligar via informatização todas as esferas de gestão do SUS (federal, estadual e municipal), intensificar a participação de brasileiros no Mais Médicos, incorporar novas tecnologias sem aumentar os custos assistenciais, oferecer qualificação permanente aos profissionais da saúde e fortalecer ações de prevenção de doenças e promoção da saúde, a fim de evitar ou combater sedentarismo, obesidade e enfermidades. Ele também quer conceder a empresas especializadas a logística de distribuição de medicamentos para todo o SUS e adotar métricas para avaliar a qualidade e eficiência do trabalho do servidor público.

Sobre as Parcerias Público-Privadas (PPPs) na área farmacêutica, o ministro disse que pretende especializar as plataformas dos laboratórios, a fim de que todos tenham escala e capacidade de absorver tecnologias, dando preferência para os mais inovadores, e não só fabricar para o público interno, mas também exportar medicamentos feitos no Brasil para outros países.

Durante o debate, lideranças empresariais questionaram o ministro sobre a proposta, por ele defendida, de criação de planos de saúde mais baratos, mas com menos serviços de atendimento obrigatórios. Segundo Barros, o acesso a convênios mais baratos pode ajudar a ampliar o número de beneficiários de saúde suplementar, reduzir a demanda do SUS e, consequentemente, dar maior folga de recursos para financiar o atendimento na rede pública.

Outro tema debatido foi a judicialização que afeta não somente o setor público, mas também o mercado de planos de saúde – os prejuízos decorrentes de ações judiciais contra o SUS chegaram a R$ 5 bilhões no ano passado e, neste ano, devem atingir R$ 7 bilhões, segundo o ministro.

O Almoço-Debate LIDE contou com o patrocínio de HOSPITALAR FEIRA E FÓRUM, GOCIL, MAPFRE e copatrocínio da SETCESP. Como fornecedores oficiais, estão as empresas AMIL, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE, DELONGHI, ECCAPLAN e MISTRAL. AMÉRICA ECONOMIA BRASIL, rádio ANTENA 1, jornal DCI, GRUPO KALLAS, PR NEWSWIRE, revista e TV LIDE, e WINNERS são mídia partners do evento.

Contato: Rose Rocha
[email protected] / (11) 3643 2952

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-08-08/original/3210.jpg)

FONTE ALMOÇO-DEBATE

ABIMED faz parceria com a FAPESP para estudar Doenças Crônicas Não Transmissíveis

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A ABIMED-Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde iniciou um projeto de pesquisa científica em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) para criar um novo sistema tecnológico para coleta e processamento de dados das chamadas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). O estudo incluirá diabetes, hipertensão, câncer e obesidade – doenças cuja prevalência está aumentando no Brasil e no mundo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as DCNTs são responsáveis por mais de 75% das mortes ocorridas no mundo, a metade na faixa entre os 30 e 70 anos. Nos países em desenvolvimento, as mortes prematuras chegam a 80% do total. Grande parte delas pode ser evitada, de acordo com a OMS, se os sistemas de saúde responderem com maior eficácia aos cuidados que esses pacientes requerem.

Para ajudar a mudar esse cenário, a pesquisa quer obter informações que permitam avaliar os resultados das ações de saúde e os custos da assistência médica fornecida a essas doenças ao longo do tempo. O sistema deverá ser capaz de fazer uma análise qualitativa e quantitativa dos recursos utilizados, como exames, internações, materiais, medicamentos e consultas; das relações entre as intervenções realizadas e os resultados obtidos, além de uma comparação de desempenho entre diferentes intervenções para uma mesma doença. A base de dados para coleta e análise serão o DATASUS e o Sistema Suplementar de Saúde (ANS).

“Esses bancos de dados são enormes e valiosos, mas só extraímos deles informações pontuais. Sabemos, por exemplo, que um paciente se internou para realizar uma determinada cirurgia, quanto tempo ficou internado, se teve alta e se sobreviveu ou não. Mas não conhecemos o que aconteceu com ele antes e depois da cirurgia, que procedimentos foram adotados, se foram eficazes e quanto custaram”, explica Carlos Goulart, presidente-executivo da ABIMED.

“Essas informações são muito importantes para que possamos traçar um perfil epidemiológico mais acurado dessas doenças e também para orientar os gestores de saúde em suas decisões de políticas públicas”, completa.

Na primeira etapa da pesquisa, já iniciada, foi aberto um concurso público dirigido a pesquisadores que tenham vínculo com instituições de ensino e pesquisa do Estado de São Paulo. Eles terão prazo até 15 de setembro de 2016 para apresentar seus projetos de criação de um novo sistema de informação para estudo das DCNT. A publicação dos resultados da seleção ocorrerá em 15 de março de 2017.

O estudo terá dois anos de duração e contará com recursos destinados em partes iguais pela ABIMED e pela FAPESP. Para a ABIMED, que representa mais de 190 empresas de equipamentos e produtos médico-hospitalares, o projeto sobre DCNT é uma iniciativa de Responsabilidade Social Corporativa.

Além do desenvolvimento da pesquisa, os ganhadores terão que implementar o sistema em escala piloto e apresentar uma instituição para multiplicar os resultados alcançados e fazer a manutenção e gestão do sistema após a conclusão da pesquisa.

B2Saúde auxilia Sonangol HBRASIL a otimizar custos com benefício saúde e odontológico

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A Sonangol HBRASIL, multinacional do segmento de óleo e gás, escolheu como parceira a B2Saúde para gerir os benefícios de saúde e odontologia oferecidos a seus colaboradores. Um dos principais objetivos da companhia é aperfeiçoar a oferta de benefícios de modo que seja possível prever os riscos de forma assertiva e diminuir os gastos.

Os trabalhos da B2Saúde se iniciaram em 2013. A primeira fase do projeto consistiu na análise do mercado e na identificação dos produtos que melhor atenderiam as necessidades da Sonangol. Em seguida, foram realizadas apresentações que compararam o produto utilizado pela Sonangol e os demais produtos identificados na análise de mercado, incluindo coberturas, serviços, custos da rede, reembolso e serviços.

Nesta apresentação, foram reunidos o setor de SMS - Segurança, Meio Ambiente e Saúde e o Médico do Trabalho que, juntos, alinharam quais seriam as necessidades da Sonangol em relação à qualidade de vida e rede de atendimento, a fim de proporcionar aos colaboradores os melhores serviços.

Também foram realizadas algumas visitas em hospitais no Rio de Janeiro e em outros estados para que fossem definidos quais seriam os utilizados pela Sonangol, dentre eles, alguns hospitais de referência no atendimento de urgência e emergência.

“Com a parceria, esperávamos, também, obter um posicionamento mais efetivo frente às operadoras. O que de fato está ocorrendo. A B2Saúde faz um trabalho de defender os interesses da Sonangol junto às operadoras de Saúde e Odontológica, além de nos dar suporte quanto às práticas do mercado e apoio em demandas eventuais”,comenta Wagner Santos, Supervisor Administrativo. Pessoal.

Após três meses da implantação do sistema de gestão da B2Saúde, já foi possível perceber algumas mudanças positivas na Sonangol alinhadas com os objetivos da empresa, como a redução nos custos e atendimento rápido e eficiente aos colaboradores, dentre outros. “E há muito a ser conquistado ainda, pois esse trabalho é constante e infinito”, finaliza Santos.

Sobre a Sonangol: Fundada em 1999, a StarfishOil&Gas teve, em 2010, seu controle consolidado pela Sonangol Pesquisa & Produção de Petróleo do Brasil Ltda., subsidiária da Sonangol Pesquisa & Produção S.A de Angola, controlada pela holding Sonangol EP. Expandindo suas atividades e quadro de pessoal, a SonangolStarfishOil&Gas (SSOG) também está presente em outros estados do Brasil como

Mossoró/RN; São Sebastião do Passé/BA; Salvador/BA; Rio de Janeiro/RJ.

Em 2015, a empresa alterou sua razão social para SONANGOL HIDROCARBONETOS BRASIL LTDA.

Sobre a B2Saúde: Presente há mais de 15 anos no mercado de seguros, a B2Saúde - Consultoria e Gestão de Benefícios é uma empresa especializada em gerenciar e aperfeiçoar o relacionamento das empresas com os diversos planos de saúde existentes, realizando a gestão de saúde e o gerenciamento dos custos relacionados à oferta desse benefício.

2º Congresso Brasileiro de Informática Laboratorial (CBIL) oferece visitas guiadas a data centers no Rio de Janeiro

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A segunda edição do Congresso Brasileiro de Informática Laboratorial (CBIL) ocorre nos dias 28 e 29 de setembro, durante o 50º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, no Rio de Janeiro. Sucesso em sua primeira edição, o 2º CBIL oferece aos inscritos visitas guiadas a data centers na cidade do Rio de Janeiro, além de programação ampla que inclui apresentação de casos, conferências e mesas redondas.

“As visitas guiadas aos centros de comando de governo, centros de tecnologia de empresas da área de saúde e hospitais permitirão que os congressistas visualizem na prática a aplicabilidade da tecnologia no atendimento ao paciente e à população”, explica o médico patologista clínico e ex-presidente da SBPC/ML Carlos Ballarati, responsável pela coordenação do evento.

A programação inclui também o TIID (Tecnologia, Informática, Inovação e Disrupção), em que empresas podem apresentar serviços de impacto no mercado, além de conferências e mesas redondas envolvendo temas como: business inteligence aplicada ao laboratório, como a informática identificou o vírus Zika e suas consequências, bioinformática na prática do laboratório e como a computação cognitiva vai mudar o mundo.

De acordo com Ballarati, “o 2º CBIL oferece uma programação de destaque, que envolve, de modo geral, as maneiras com que a tecnologia pode aumentar a produtividade dos laboratórios, facilitar o acesso do paciente ao médico e ao laboratório e harmonizar os serviços e equipamentos de saúde”, afirma.

Vale ressaltar que as inscrições para o 2º CBIL não são vinculadas ao 50º Congresso da SBPC/ML. Para participar, é necessário inscrever-se exclusivamente no evento. Associados da SBPC/ML, residentes de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e estudantes da área de saúde ou de Tecnologia da Informação têm desconto na taxa de inscrição. As inscrições devem ser feitas por meio do site:www.cbpcml.org.br.

A coordenação do 2º CBIL ressalta que, em caso de fatores ambientais ou de outros eventos inesperados, as organizações que receberão as visitas guiadas podem impedir a entrada do público, por conta da segurança necessária nesses ambientes.

Sobre a SBPC/ML

A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) é uma Sociedade de Especialidade Médica, fundada em 1944 e que atua na área de laboratórios clínicos. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, tem como finalidade reunir médicos com Título de Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e de outras especialidades como farmacêutico-bioquímicos, biomédicos, biólogos e outros profissionais de laboratórios clínicos, além de empresas do setor.

A SBPC/ML disponibiliza o PALC – Programa Acreditação de Laboratórios Clínicos que avalia um laboratório através de auditorias e determina se ele atende a requisitos predeterminados para exercer as tarefas a que se propõe. Dentre vários objetivos esse processo pretende garantir a qualidade dos serviços prestados e a confiabilidade dos resultados.

A SBPC/ML dispõe de projetos de habilitação e qualificação profissional de acordo com a legislação em vigor, através de atividades voltadas para ensino, pesquisa e divulgação científica em Medicina Laboratorial, tendo como meta principal a saúde da população. Para alcançar esses objetivos a SBPC/ML realiza cursos, jornadas, congressos, eventos relacionados e publicações científicas.

Instituições de transição melhoram gestão de saúde

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O Brasil sofre com a falta de alternativas para pacientes que necessitam de cuidados entre o tratamento agudo no hospital (após algum incidente grave, como uma cirurgia, um AVC etc) e a volta para casa. Faltam instituições médicas que ofereçam cuidados extensivos (o que significa cumprindo prescrição de enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e mesmo supervisão médica e de farmácia clínica e psicológica, com acompanhamento integral) adequado para reabilitação, cuidados continuados ou de fim de vida. A solução para esse problema é o investimento em instituições de transição, que já existem em vários países há décadas e que agora começam a surgir no Brasil.

Na maioria dos casos, mesmo após ter ultrapassado um procedimento grave com sucesso, a maioria dos pacientes ainda precisa ficar parcial ou integralmente restrito a um domicílio ou ao leito para a total reabilitação. É nesse momento que deixa de fazer sentido que ele ocupe o mesmo leito de cuidados mais complexos, e o melhor caminho seria oferecer a transferência para uma instituição diferenciada em transição de cuidado até que ele possa ser acompanhado e tratado ambulatorialmente.

Estima-se que o custo de um leito intensivo gire entre R$ 4 mil/dia a R$ 15 mil/dia (em fases iniciais de cuidado em CTI, quando necessita de inúmeras máquinas que substituem órgãos, cirurgias e medicamentos de alto custo) enquanto o de um de transição é de R$ 1.200 a 1.600 mil/dia. A adoção desse tipo de solução iria aumentar a oferta de leitos de alta complexidade assim como proporcionar uma economia de custo tanto para hospitais e planos de saúde. E, mais importante, também ofereceriam um serviço médico mais adequado para o estado daquele paciente. Após 7 a 15 dias de internação em um hospital para pacientes agudos ou em CTI, esse paciente passa a ser de longa permanência e perde a prioridade de atendimento para outros pacientes mais graves.

Em uma instituição de transição de cuidado ele sempre será até sua alta, o foco de toda atenção institucional bem como o universo de familiares e cuidadores que o cercam. Este é um ponto fundamental, pois os hospitais de transição são efetivos e muito melhores que os hospitais dedicados a pacientes e situações agudas para dar suporte em todos os aspectos para as famílias de pacientes que sofrem com doenças debilitantes, dependentes de cuidados permanentes e prolongados. A opção do homecare pode em alguns casos solucionar estes problemas, mas, muitas vezes, por falta de estrutura física da moradia, de logística e de condições mínimas da família em se engajar no tratamento de seu parente não há como ser utilizado com sucesso, significando um custo muitas vezes mais elevado adicional de cerca de 30 por cento em despesas usuais como água, luz e mesmo segurança domiciliar para aquela família já devastada emocionalmente e financeiramente pela doença de um de seus membros queridos.

A adoção dos instituições de transição é apontada como uma forma inteligente e segura para a racionalização dos custos de saúde, como afirma o professor de Gestão em Saúde do MBA da FGV-RJ e ex-subsecretário municipal de saúde do Rio de Janeiro, João Luiz Ferreira Costa.   No Brasil, já existem alguns bons exemplos sendo implantados. Em São Paulo, os hospitais Premier e Premium Care já estão funcionando e adotando o modelo. Há ainda o grupo CENE, que mantém hospitais desse tipo em vários estados do país. No Rio, tivemos a abertura recente do segundo Hospital Placi, na zona sul. Porém, o Brasil está apenas começando se comparado a outros países. Um exemplo é o grupo americano Select Medical, que já tem uma história de 20 anos, unidades em várias cidades americanas e emprega cerca de 42 mil pessoas.

As instituições de transição também se mostram como um modelo de negócio para revitalizar instalações hoje fechadas, como é o caso da Casa de Saúde Nossa Senhora das Graças. “A estrutura física da Casa de Saúde Nossa Sra. Das Graças foi construída tendo como objetivo atender pacientes idosos ou não, em tratamento prolongado ou com necessidade de reabilitação. Funcionou por mais de 20 anos neste modelo. “Acreditamos que a demanda de leitos para este tipo de paciente, caracterizado como de baixa complexidade, porém que requer um foco no tratamento humanizado e instalações físicas adequadas, poderia ser atendida pela Casa de Saúde, com as devidas adaptações de suas instalações atuais às necessidades das operadoras de saúde. Estamos falando de um Retrofit em um hospital que possui uma boa infraestrutura física situado em uma área de fácil acesso, extremamente carente de leitos, sejam para pacientes agudos ou de cuidados prolongados”, Dr. Antonio Carlos Worms Till.

Big data e IoT serão destaques no Forum de Saúde Digital

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Com a proposta de debater como a tecnologia impacta na área de saúde é que acontece a 7ª edição do Fórum Saúde Digital, no dia 22 de agosto, no WTC Center, em São Paulo. Realizado pela Converge Comunicações, o destaque do evento fica para os temas de Big Data, IoT (Internet das Coisas) m-Health, Cloud Computing, Visão Estratégica de e-Saúde e Telemedicina.

O painel sobre “Mobile Health, IoT e Wearables”, que começará às 11h, tem como objetivo abordar as vantagens que essa nova realidade traz à área clínica como o aumento da produtividade, melhor comunicação entre os profissionais e pacientes, e, principalmente, a diminuição de erros médicos. Os participantes desse painel serão o gerente de Inteligência de Mercado, da Inova InCor da Fundação Zerbini, Guilherme Rabello; e pelo sócio da Bain&Company, Bernardo Sebastião.

Impacto de Cloud e Big Data na Saúde será tema de painel mostrando como essas tecnologias estão transformando as organizações, mas ainda geram muitas dúvidas e polêmicas, pois elas exigem nova abordagem e novos conhecimentos para as organizações de saúde explorarem o potencial de cada uma delas. Os participantes desse painel são Rita Ragazzi, Research Manager de Transformational Health da Frost e Ricardo Santos, pesquisador e professor no ITA, vinculado ao laboratório de Big Data e Computação Semântica

Outro momento importante será o painel “Visão Estratégica de e-Saúde e Telemedicina”, que começará às 14h30, e irá discutir a visão estratégica de e-Saúde. Os painelistas participantes serão o professor, doutor e diretor do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Jefferson Fernandes; diretora presidente do Grupo Santa Celina e do Conselho da Administração da ASAP, doutora Ana Elisa Siqueira; e pelo representante da Accenture e do IMIA, Lincoln de Assis Moura Jr.

Além do Fórum, serão apresentadas palestras de negócios voltadas aos temas de sistema de monitoramento cardíaco inteligente, home care, cloud healthcare, soluções de gestão na melhora da qualidade e do atendimento, segurança do paciente, analytics, uso do “dr. Google” na saúde.

“A tecnologia aliada aos mais diversos setores só tem a agregar. Na área da saúde não é diferente. Os profissionais devem se ater a novas soluções, novos conceitos de gestão. Discutir essas questões e expandir o conhecimento é uma forma de amadurecer ideias e chegar mais rápido, e de forma mais eficiente, ao resultado”, afirma Claudiney Santos, editor da Saúde Digital News e TI Inside e diretor da Converge Comunicações, organizadora do evento.

Serviço:

7º Fórum Saúde Digital

Data: 22/08/2016

Horário: 8h às 18h

Local: WTC São Paulo

Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo – São Paulo

Inscrições e infomações pelo site: http://forumsaudedigital.com.br/

Site ajuda paciente com estomias a entender melhor sua condição de saúde

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A estomia é uma cirurgia para construção de um novo trajeto localizado no abdômen para saída de fezes e urina e o procedimento pode fazer parte do tratamento de doenças malignas, benignas, inflamatórias, traumáticas e congênitas. As condições de saúde destes pacientes exigem cuidados diferenciados, que garantem a qualidade de vida após a operação.

Para assegurar o bem-estar e atendimento a estas pessoas, profissionais da Secretaria de Estado de Saúde de Saúde de Minas Gerais criaram a Linha de Cuidados da Pessoa Estomizada, publicação voltada a enfermeiros que atuam na Atenção Básica em Saúde e, principalmente, nos Serviços de Atenção à Saúde da Pessoa Estomizada da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência. “O objetivo é capacitar e instrumentalizar os profissionais para o cuidado em reabilitação do estomizado, orientações para o autocuidado e prevenção de complicações nas estomias de pele periestoma” afirma um dos autores da publicação, o enfermeiro estomaterapeuta Mauro Souza Ribeiro, membro da Associação Brasileira de Estomaterapia. “Orientamos também para a escolha da bolsa coletora adequada e avaliação do seu desempenho e eficiência durante o uso pelo paciente”, acrescenta Ribeiro.

A tiragem em meio impresso é de 1,3 mil exemplares, que foram distribuídos para todos os municípios mineiros, sendo destinados aos profissionais que coordenam a Atenção Básica em Saúde. Serão distribuídos também aos 48 Serviços de Atenção à Saúde da Pessoa Estomizada, destinados aos enfermeiros responsáveis pelo serviço, a fim de que sejam tomados como material de referência para o cuidado em reabilitação do estomizado e para a capacitação das

equipes dos demais serviços da rede, incluindo da atenção básica e da atenção hospitalar.

Além da tiragem impressa, a Linha de Cuidados da Pessoa Estomizada está disponível para download gratuitamente no link http://www.saude.mg.gov.br/ostomizados, para que qualquer profissional tenha acesso ao material.

Sobre o site

O site “Ostomia: Conhecer para cuidar melhor” possui informações básicas sobre o estoma, sobre a bolsa coletora, dicas de reabilitação e sobre o acesso aos Serviços de Atenção à Saúde da Pessoa Estomizada. Apresenta links para download de uma lista com todos os serviços de Minas Gerais, bem como os arquivos em PDF da Linha de Cuidados da Pessoa Estomizada, do folder “Viver com um estoma! ” e do cartaz “É possível viver com um estoma! ”. Com isso espera-se divulgar a rede de serviços e proporcionar acesso gratuito e universal às informações sobre os cuidados com o estoma tanto para os profissionais quanto para as pessoas estomizadas.

A Linha de Cuidados da Pessoa Estomizada é uma publicação da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), de autoria da enfermeira estomaterapeuta Dra. Eline Lima Borges, professora do departamento de enfermagem básica da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, e do enfermeiro estomaterapeuta Mauro Souza Ribeiro, Especialista em Políticas e Gestão da Saúde da Coordenação de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência da SES-MG. Também colaboraram os enfermeiros estomaterapeutas Dr. Juliano Teixeira de Morais e Ms. Cristiane Rabelo Lisboa, além de outros profissionais e pessoas estomizadas representantes da Associação Mineira de Ostomizados (AMOS)."

Hospital tira pacientes do leito com a ajuda do Pokémon GO

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Os prestadores de um hospital infantil em Michigan, nos Estados Unidos, apresentaram um novo game na última semana, o Pokémon GO, para fazer com que os pequenos pacientes levantem dos seus leitos e interajam entre si.

De acordo com o artigo publicado no Portal Extra, a equipe do C.S. Mott Children’s Hospital relatou que a iniciativa revolucionou essa dinâmica dos pacientes e ainda comentou que eles tiram fotos entre si com os Pokémons.  "Esse aplicativo está levando pacientes a saírem de seus leitos e se locomoverem por aí", disse o gerente de mídia do hospital.

"Nós começamos apenas tentando tirá-lo do quarto para fazer uma atividade, porque é deprimente ficar no hospital por muito tempo", disse a mãe de um paciente de 11 anos com um tumor cerebral inoperável.

Ainda é importante comentar que o hospital conta com um ginásio pokémon em sua localidade e com vários pokéstops espalhados.

Leia o artigo no Extra.