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Novos modelos de remuneração são parte de mudança estrutural

Novos modelos de remuneração são parte de mudança estrutural

No Summit Saúde Brasil, Vera Valente defendeu formas de ampliar o acesso à saúde

Principais lideranças do setor de saúde participaram nesta quinta-feira (22 de agosto) do Summit Saúde Brasil 2019 (“Saúde na era digital”), promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo na capital paulista. No evento, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) foi representada pela Diretora-executiva da entidade, Vera Valente, que participou do painel “Medicina baseada em valor: como avançar nos novos modelos de remuneração”.

Em sua apresentação, a diretora da FenaSaúde destacou que mudar os serviços de saúde é uma preocupação global, visto que os custos dos tratamentos são crescentes, a demanda está aumentando e os recursos estão mais escassos. No Brasil, a situação é ainda mais árdua, com a crise fiscal que afeta o Sistema Único de Saúde (SUS), a perda de 3,5 milhões de beneficiários de planos privados e o modelo assistencial em vigor, que eleva os custos.

“O mundo vive uma situação desafiadora, com a saúde ficando mais cara e um número maior de pessoas necessitando e utilizando os serviços e recursos. Em nosso país, o cenário é ainda mais crítico e, da maneira como está, é insustentável”, ressaltou Vera Valente durante o evento.

A discussão sobre modelos de remuneração faz parte de uma série de mudanças que já começam a acontecer para que os brasileiros tenham mais acesso à saúde de qualidade, assim como mecanismos que ampliem as opções de oferta e estimulem novas formas de contratação, garantindo a sustentabilidade de todo o sistema de saúde, com reflexos positivos inclusive para o SUS. Para a diretora da FenaSaúde, tanto no Brasil, quanto em outros países, já ficou claro que é preciso modificar o modelo de assistência, com práticas e estruturas que tenham como foco melhores resultados para os pacientes.

“As operadoras associadas à FenaSaúde já vêm adotando novos modelos, implementando projetos de atenção primária e prevenção, melhorando a qualidade do atendimento e reduzindo desperdícios. Esse é o principal objetivo dos nossos esforços para o desenvolvimento do setor”, apontou Vera Valente.

Sobre a FenaSaúde

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) representa 15 grupos de operadoras de planos privados de assistência à saúde que atendem cerca de 26 milhões de beneficiários, ou seja, 36% do mercado de saúde suplementar do país e responde por 39% da arrecadação do mercado.

HCor conquista Acreditação em Neurocirurgia

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O HCor é o primeiro hospital submetido a essa certificação no Brasil para procedimentos neurocirúrgicos. Este modelo de certificação tem como benefícios auxiliar na melhoria da qualidade e do cuidado dentro dos mais elevados padrões internacionais

O HCor é o primeiro hospital certificado por distinção de serviços de neurocirurgia no país. O IQG - Health Service Accreditation, considerada a maior acreditadora da América Latina e uma das maiores do mundo acaba de reconhecer o hospital pela excelência na gestão de processos e protocolos clínico-cirúrgicos com foco na atenção e segurança do paciente neurocirúrgico. São candidatos a tratamentos neurocirúrgicos pacientes portadores de tumor cerebral, epilepsia, acidente vascular cerebral, aneurismas cerebrais, doença de Parkinson, dor crônica, problemas de coluna, entre outras afecções. Por meio desta certificação, o HCor foi reconhecido por prestar serviços neurocirúrgicos dentro dos mais altos padrões de qualidade internacionais.

De acordo com o neurocirurgião do HCor e médico coordenador da certificação internacional, Prof. Dr. Guilherme Lepski, esta certificação nos trouxe o aperfeiçoamento do controle de qualidade em neurocirurgia, que requer padrões mais rigorosos pela particularidade da especialidade. "Elaboramos um programa de acompanhamento dos resultados clínicos a longo prazo, por equipe especializada do HCor. Esses dados alimentaram o banco de dados do hospital e geraram ações para aprimorarmos os protocolos clínicos, monitorarmos as complicações e aperfeiçoarmos os fluxos operacionais", explica Dr. Lepski.

"Para o bom exercício da Neurocirurgia é indispensável, além de infraestrutura para o seu sucesso, ter equipamentos de última geração tecnológica, que envolvem recursos como sala operatória inteligente, avançados aparelhos de ressonância magnética e medicina nuclear para mapeamento cerebral, além de angiografia dentro da sala operatória, radiocirurgia por Gama Knife e UTI especializada em Neurocirurgia. A qualidade da formação técnica dos médicos e da equipe multidisciplinar, especificamente em Neurocirurgia, foi primordial para esta certificação", explica o Prof Dr. Lepski.

Durante o processo de certificação, ainda foram destacadas as atuações do HCor na área da Filantropia, por meio de programas com o apoio do Ministério da Saúde, além da atuação na formação profissional e em diversos projetos de pesquisa na área de Neurocirurgia, centralizadas no Instituto de Ensino e Pesquisa HCor. "O HCor Neuro se fortalece, assim, como gerador de conhecimento e entidade educadora com valiosa inserção na sociedade e no ambiente de saúde como um todo", esclarece Dr. Lepski.

Segundo o Gerente Administrativo do edifício Adib Jatene HCor, José César Ribeiro, trata-se de uma importante conquista. "Foi desenvolvido um projeto com empenho da Superintendência Médica, equipe multidisciplinar, área da Qualidade e Melhores Práticas Assistenciais do HCor e da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), que seguiu a metodologia aplicada pelo IQG. Com o objetivo de conquistar a melhoria da prestação de serviço em Neurocirurgia e, desta forma, estamos focados em melhores resultados clínicos, além de minimizarmos potenciais complicações cirúrgicas", comenta José César Ribeiro.

Conselhos Regionais de Medicina adotarão cédulas de identidade médica digital com ICP-Brasil

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A carteira de identificação profissional digital utiliza certificado de atributo e possui as mesmas garantias e validade jurídica do documento impresso em papel

O documento de identificação dos médicos terá versão eletrônica com a segurança assegurada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. As definições das Cédulas de Identidade Médica (CIM) foram apresentadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) na Portaria nº 2.233/2019, publicada na edição desta quarta-feira, 21 de agosto, do Diário Oficial da União.

A carteira de identificação profissional digital será emitida no formato de cartão em policarbonato com chip e QR code, que permitirá a validação do documento em dispositivo móvel – E-CRM pelo aplicativo do CFM, disponível nos sistemas Android e iOS. Constarão da carteira de identificação o nome, filiação, CPF, RG, data de nascimento, naturalidade, registro no Conselho Regional de Medicina, foto, assinatura, além de dados eleitorais.

O documento na versão eletrônica é válido como prova de identificação assim como o documento impresso em papel por possuir as garantias de segurança da ICP-Brasil e a validade jurídica reconhecida pela assinatura digital do CFM. A certidão E-CRM utiliza o certificado de atributo ICP-Brasil.

A atual cédula de identidade de médico, instituída pela Resolução CFM nº 1.983/2012, será gradualmente substituída e continuará válida por período indeterminado para todos os médicos que ainda não tenham providenciado nova emissão. O modelo digital da CIM deve ser solicitado pelo interessado mediante pagamento de taxa.

Haverá amanhã para as Operadoras de Plano de Saúde de Pequeno e Médio Porte?

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Após pouco mais de 20 anos da criação da Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9.656/98) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS (Lei nº 9.961/00), o segmento de saúde suplementar passa por um momento delicado.

Alguns motivos podem justificar esse momento atual, como a crescente e quase intolerável quantidade de exigências técnicas e econômicas impostas pela ANS para manutenção das atividades das operadoras, e as predatórias operações societárias de aquisições empresariais levadas a efeito por grupos dotados de grande poderio financeiro

Independentemente dos motivos que levaram ao cenário atual, a pergunta do momento é: haverá amanhã para as operadoras de pequeno e médico porte?

A verticalização assistencial, decorrente da aquisição de um grande número de aparelhos hospitalares por parte de algumas operadoras, despertou o interesse das “grandes” em cuidar de um nicho de mercado em que atuavam apenas as operadoras de pequeno e médio porte.

A concentração de mercado nas mãos de um número cada vez menor de operadoras já é uma realidade no segmento.

Por outro lado, a concentração de aparelhos hospitalares em poucos grupos empresariais também é um importante problema para as operadoras que não possuem rede própria.

Em verdade, para aqueles que acompanharam a edição da Lei n. 9.656/98 – Lei dos Planos de Saúde, e suas motivações, seria possível notar que esse novo mercado está conseguindo o que os órgãos oficiais de regulação não conseguiram desde a edição da lei de planos de saúde, ou seja, reduzir o número de operadoras registradas na ANS.

Por tal razão, o delicado momento do mercado impõe modernização e o aperfeiçoamento das operadoras, tanto para blindá-las dos novos desafios, quanto para torná-las aptas a operações societárias mais rentáveis para seus sócios.

O saneamento prévio de contingências judiciais e administrativas enseja melhores condições para as operadoras pretendentes as operações de M&A, pois ensejam avaliação adequada da empresa, a redução do tempo de due diligence, assim como do contingenciamento, diminuindo a retenção de parte do preço normalmente vinculada a contas de garantia. O cuidado na análise dos contratos, através da inserção de cláusulas protetivas nos instrumentos jurídicos que viabilizam as operações também é vital.

Já para as operadoras que pretendem se manter no mercado, é imperiosa a instituição de ações de prevenção, mitigação de problemas, gerenciamento de crise e estratégias para o futuro, objetivando sua proteção para garantir sua perenidade.

Sobre o autor

Fernando Bianchi, sócio do Miglioli e Bianchi Advogados, especializado em Direito da Saúde Suplementar e membro da Comissão de Estudos de Planos de Saúde da OAB/SP

O futuro do mercado odontológico no Brasil

Luis-Calicchio

Cerca de 20% de todos os dentistas do mundo se encontram no Brasil. São  aproximadamente 330 mil dentistas em solo brasileiro, sendo o país com o maior número de profissionais do segmento. Segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO) o setor odontológico faturou mais de R$ 38 bilhões nos últimos anos. O mercado tende a se manter aquecido, uma vez que um estudo conduzido pelo CFO mostra que para cada 10 brasileiros, 9 acreditam ser muito importante ir ao dentista com regularidade. Quais conclusões podemos tirar disso?

Em primeiro lugar, fica evidente o potencial do mercado para aqueles que desejam empreender e trazer soluções inovadoras no setor. Isso é um dos principais motivos pelo qual começamos a perceber como grandes empresas e investidores estão cada vez mais interessados e ativos no mercado.

Esse é um mercado tradicionalmente analógico, dependente da habilidade manual dos profissionais e com muita resistência para a  entrada de novas tecnologias que começa a vivenciar o movimento de transformação digital de equipamentos e processos. Esse movimento passa a exigir dos profissionais do setor uma mudança de mindset para que estes possam se manter relevantes no mercado.

Apesar da digitalização estar em uma fase inicial e apenas 1% do mercado estar digitalizado, em estudos realizados por empresas do setor mais de 50% dos profissionais responderam ter interesse em investir em tecnologia dentro de seus consultórios e laboratórios nos próximos 2 anos. Isso nos leva a crer que o mercado pode crescer ainda mais e de forma consistente.

Os profissionais do setor precisam ficar atentos pois, apesar de inúmeras oportunidades, a competição também se tornará ainda mais acirrada. Como, conforme mencionei,  estamos no país com o maior número de dentista do mundo se diferenciar será palavra chave nos próximos anos, e aqueles que não estiverem atualizados e por dentro das rápidas mudanças tecnológicas do setor poderão ficar de fora desta onda de prosperidade.

Vale lembrar que, como em qualquer processo evolutivo, o profissional que adota a tecnologia em seu dia a dia passa pela curva de aprendizado, momento em que seu desempenho apresenta um declínio. No entanto, rapidamente depois de assimilado, os aprendizados levam o profissional a resultados mais expressivos.

As novas tecnologias e soluções digitais terão que superar uma grande barreira no setor: a informalidade que é uma das principais responsáveis por dificultar que empresas prosperem neste ambiente. Outro ponto de atenção é a pirataria de softwares, outro problema que os órgãos controladores estão tendo que combater já que estas atividades ilegais impedem que empresas internacionais aumentem seus investimentos no país. Vale salientar que tanto a informalidade dos profissionais e empresas do setor e a pirataria são atividades que infringem a lei e pode levar seus executores a penas severas e até mesmo à prisão.

É indiscutível que a tecnologia irá transformar o mercado odontológico nos próximos anos, trazendo velocidade, produtividade e qualidade. A forma como fazemos diagnósticos, as ferramentas para planejamento de tratamentos, os instrumentais para atendimento, os materiais de insumo, os maquinários de produção e até mesmo a forma de se comercializar dentro do setor odontológico serão totalmente diferentes do que estamos acostumados hoje em dia.

Os profissionais que estão tendo a coragem de investir nesta mudança agora poderão tirar muito proveito disso, oferecendo aos seus clientes uma experiência muito melhor, aumentando as chances de indicações novos clientes e com a recorrência dos clientes antigos garantida, pontos chaves para a prosperidade para qualquer negócio.

E você, em que momento se encontra? Dar um primeiro passo já é uma grande mudança em direção à evolução!

Sobre o autor

Luis Calicchio é dentista com mais de 15 anos de experiência, CEO e fundador da UDlab, primeira odontotech do Brasil.

Nova droga promete combate inteligente ao câncer de bexiga

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Tabagismo é principal fator de risco para desenvolvimento da doença

Um novo aliado no tratamento do câncer de bexiga deve chegar em breve ao país. No último ano, o medicamento Erdafinitib foi aprovado pela FDA (Food and Drug Administration), órgão americano de controle, como Breakthrough Therapy (Terapia Inovadora, em livre tradução), por conta da resposta positiva e rápida nos testes realizados pela instituição.

Aqui no Brasil, a droga está fase de análise e também deve entrar no hall de medicamentos para combate ao câncer de bexiga em breve. Segundo o médico Andrey Soares, oncologista do Centro Paulista de Oncologia - unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo, a previsão é que a aprovação aconteça ainda neste segundo semestre. O especialista afirma que a ação é positiva principalmente para casos de tumores metastáticos.

"Essa é a primeira droga inteligente no combate ao câncer de bexiga, pois ela tem um alvo único, um gene que está presente em 20% a 25% dos casos metastáticos. E esse ataque mais específico aumenta a sua efetividade", comenta o médico.

Tabagismo é principal fator de risco

O tabagismo ainda é o principal fator de risco para desenvolvimento do câncer de bexiga, alerta Andrey. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o cigarro está ligado de 50% a 70% dos casos do tumor, que é o sexto de maior incidência entre homens, e o 19° com as mulheres. Em todo o mundo, são registrados 430 mil novos casos anualmente.

"Em geral, o principal sintoma é mesmo o sangramento e dor ao urinar. A detecção precoce aumenta em muito as possibilidades de cura. Em casos descobertos no início, por exemplo, o tratamento pode ser apenas uma raspagem no órgão", explica.

Em outras situações, a vacina da BCG, a mesma usada para tuberculose, é uma opção efetiva para o tratamento. Mas o especialista faz um alerta: "Nós temos encontrado problemas com a produção dessa vacina no Brasil e no mundo, o que é importante ficar sempre de olho", analisa.

Em tumores mais avançados localmente, a raspagem, seguida de quimioterapia e radioterapia é uma opção em casos selecionados que não podem ou recusam a cirurgia. O tratamento de escolha e mais adequado ainda é a cirurgia. Nos casos metastáticos o tratamento disponível no Brasil é a quimioterapia e a imunoterapia, e, são para alguns desses casos que, em breve, o Erdafinitib chega ao país com novas esperanças.

"Há uma série de drogas inteligentes surgindo no mercado e as perspectivas para o futuro são de melhorias no tratamento do câncer de bexiga", finaliza o especialista.

A Anvisa não forneceu uma data específica para o lançamento do novo medicamento.

Grupo Leforte faz balanço positivo do primeiro ano de gestão do Hospital e Maternidade Christóvão da Gama

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Instituição inaugura novo prédio, novas alas e amplia atendimento

O Grupo Leforte acaba de completar um ano à frente da gestão do Hospital e Maternidade Christóvão da Gama (HMCG), em Santo André. Desde que assumiu a Instituição, em julho do ano passado, implantou e cumpriu um plano ambicioso de investimentos em reforma física, novos equipamentos, ampliação do número de leitos e eficiência no desenvolvimento de processos operacionais, para oferecer maior qualidade e segurança aos pacientes.

Nesses últimos 12 meses, houve forte crescimento dos atendimentos realizados. No Pronto-Socorro Infantil, por exemplo, a média de atendimentos subiu para 3.599 por mês, diante dos 2.356 registrados no período anterior. No primeiro semestre deste ano, o HMCG duplicou o número de leitos nas UTI’s neonatal e infantil, passando de 10 para 20, e reforçou sua atuação em gestação fetal de alto risco, com a contratação de novos especialistas.

Hoje, dia 23 de agosto, foi dado mais um passo importante com a entrega de um novo edifício para atendimentos ambulatoriais, de aproximadamente 3 mil metros quadrados, localizado na Rua Guilherme Marconi, n.440. Esse novo centro de atendimento abrigará diferentes especialidades, como oncologia, cardiologia, pediatria, endocrinologia, ginecologia e obstetrícia de alto risco, cirurgia geral e de obesidade, neurologia e neurocirurgia, entre outras. A proposta é centralizar os atendimentos em apenas uma unidade, a fim de facilitar o acesso aos pacientes, proporcionar maior conforto, agilidade e eficiência no atendimento.

Em um balanço desse primeiro ano à frente do HMCG, o CEO do Grupo Leforte, Rodrigo Lopes, destaca: “É muito gratificante ver que em um curto período os resultados são tão positivos. Os números revelam melhorias em todas as áreas, com atendimento de qualidade que se aprimora a cada dia, solidificando o Christóvão da Gama como uma excelente opção em procedimentos de alta complexidade nas áreas de maternidade, cirurgias e consultas.”

A chegada do Grupo Leforte à região do ABC, em 2018, foi referendada pelo seu grande potencial de crescimento na saúde suplementar. Com população de aproximadamente 2,7 milhões de pessoas, sendo 716.109 mil apenas em Santo André, as cidades concentram grande número de empresas, com destaque no setor automobilístico.

No mês de julho, foram inauguradas novas alas, sendo uma exclusiva para maternidade e outra para internação, totalizando 62 leitos, divididos em 3 andares, além da ampliação dos serviços oferecidos aos pacientes. No caso da maternidade foram 21 novos leitos privativos, um deles de 33 metros quadrados, com antessala. O berçário é integrado ao novo espaço em formato de ilha, permitindo uma visualização integral dos recém-nascidos. Já as novas áreas de internação clínica e cirúrgica têm 41 leitos.

A maternidade passou a oferecer novos serviços, o tour guiado, que permite às futuras mães conhecerem o espaço antes da internação, e o curso de gestantes (início 24/08), que abordará desde o pré-natal até o pós-parto, para esclarecer dúvidas e trocar experiências.

De acordo com o diretor técnico médico do HMCG, Alexandre Luiz Seo, o objetivo é fechar 2019 com aproximadamente 1.600 partos realizados. “A instituição tem uma história que, com a gestão do Grupo Leforte, é fortalecida por meio dos investimentos efetuados nesse último ano, em espaços mais modernos, equipamentos de ponta e assim aperfeiçoamos o atendimento oferecido aos nossos pacientes”, salienta.

Sobre o Leforte

Atualmente, o Grupo Leforte possui três unidades hospitalares que somam 620 leitos, sendo duas em São Paulo, nos bairros da Liberdade e do Morumbi, e outra em Santo André, no ABC Paulista. Também possui unidades especializadas em Oncologia, em Higienópolis, Alphaville e Osasco, e uma voltada para Pediatria, em Santo Amaro, além de policlínicas em Alphaville e Cotia.  O Leforte é o Hospital Oficial do GP Brasil de Fórmula 1.

Problemas emocionais lideram busca de ajuda por colaboradores em empresas no Brasil, mostra estudo da Optum

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- Shutterstock

Os problemas emocionais são os que mais estão demandando a busca de ajuda de colaboradores e familiares nos programas de apoio aos empregados mantidos por grandes empresas, segundo levantamento da Optum, empresa de serviços de saúde e inovação, que atua hoje com análise de dados em saúde e gestão de saúde populacional no Brasil e faz parte do grupo UHG (UnitedHealth Group).

De 32 mil atendimentos realizados pela Optum em 2018 no Brasil, 40,32% estavam relacionados a problemas desta natureza, que incluem situações de stress e depressão, entre outras ocorrências.

A busca por ajuda para a resolução de problemas jurídicos, como orientação em separações e pedidos de pensão, representou 31,93% das demandas no ano passado. Já a procura por auxílio para solucionar problemas sociais (como dúvidas sobre previdência social e internações hospitalares) responderam por 20,44% das ocorrências. Os atendimentos para dar suporte a problemas financeiros ficaram na quarta colocação, com 5,34% das chamadas. Incidentes críticos relacionados às empresas perfizeram o restante dos registros.

De acordo com o levantamento, as mulheres foram as que mais solicitaram ajuda nos programas estruturados pelas empresas, respondendo 55,21% dos casos.

Na análise por faixa etária, funcionários de 30 a 39 anos são os que mais se valeram dos serviços de apoio ao empregado geridos pela Optum no Brasil. Este grupo respondeu por 41,73% dos casos notificados e atendidos. O segundo grupo que mais demandou atendimento foi o formado por colaboradores com idades entre 20 a 29 anos (23,78%), seguido por funcionários na faixa de 40 a 49 anos (20,52%) e 50 a 59 anos (6,51%).

Os programas de apoio ao empregado da Optum são realizados de forma personalizada e em diferentes frentes de atuação, que envolvem atendimento e aconselhamento telefônico ou presencial. A Optum disponibiliza também uma linha gratuita para contatos emergenciais, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Os serviços são oferecidos para os trabalhadores e familiares das empresas que estão na ativa, afastados ou que estão aposentados.

Os colaboradores recorrem aos programas de atendimento ao empregado por iniciativa própria ou são orientados pelo RH das empresas. Os colegas de trabalho que já passaram por atendimento do tipo também são fonte de estímulo para a busca de ajuda corporativa.

“O apoio das empresas é fundamental para melhorar a produtividade e ajudar os colaboradores que enfrentam dificuldades pessoais”, avalia Carmem Cremonezzi, gerente de operações de bem-estar da Optum no Brasil.

Segundo a executiva, há um número crescente de colaboradores que procuram apoio nas empresas para lidar com problemas pessoais. “Garantir o bem-estar dos empregados é uma importante ação para o controle de absenteísmo e para a promoção e prevenção da saúde.”

Wolters Kluwer Health tem dois novos líderes de vendas no Brasil

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Juliana Gomes e Fabiano Mallman assumem, respectivamente, a gestão das equipes de vendas para novos clientes e de negócios existentes. As mudanças na estrutura visam personalizar ainda mais o atendimento aos clientes, além de ampliar a adoção das soluções de efetividade clínica e colaborar para a redução da variabilidade do cuidado.

A Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde, promoveu recentemente algumas mudanças em sua equipe de vendas. A área terá dois novos gestores, que já atuavam no time de vendas da companhia. Fabiano Mallmann a partir de agora está à frente dos negócios na base de clientes; e Juliana Gomes, será a responsável pelos novos negócios. Ambos terão a missão de levar o UpToDate Advanced e o Lexicomp para um número maior de instituições de saúde por todo o País, e dessa forma, ajudar a reduzir os problemas relacionadas à variabilidade do cuidado.

Segundo Marcelo Lancerotti, Country Manager da Wolters Kluwer, a nova estrutura segue uma diretriz global e está inserida dentro de uma estratégia de expansão para o País. O Brasil é um mercado estratégico para a empresa e vem desempenhando um papel crucial no cenário internacional. “Nosso objetivo é personalizar ainda mais o atendimento na base de clientes, além, é claro, de conquistar novos mercados e ampliar a adoção das soluções de efetividade clínica. Queremos posicionar essas soluções como críticas no dia a dia da saúde, ajudando a reduzir gaps entre qualidade e custos”, ressalta.

Os desafios dos novos líderes à frente de suas áreas

Com mais de três anos de casa, Juliana Gomes, que anteriormente atuava como New Sales Account Manager, passa a liderar a área de novos negócios, com foco em promover as mudanças comportamentais, transformar processos na saúde, reduzir custos e, sobretudo, salvar vidas. “O fato de lidarmos com novos clientes traz um desafio interessante, que é o de promover uma mudança de cultura dentro das instituições que estão buscando formas de melhorar a efetividade clínica, porém, ainda não sabem o caminho e, muitas vezes, até desconhecem o valor das soluções de suporte à decisão clínica nesse sentido”, explica.

Já Fabiano Mallmann, que há três anos atuava como gerente sênior de relacionamento para a Região Sul, conduzirá o time de vendas que atua na base de clientes. Como Sales Leader - Existing Business terá o desafio de ajudar os clientes a extraírem o máximo de valor das soluções da Wolters Kluwer Health. “O propósito é o de aumentar a eficácia clínica, acelerar o aprendizado do corpo assistencial, além de oferecer maior segurança aos pacientes e para a instituição. Isso só é possível através de melhorias de processos, principalmente nas áreas assistencial, de pesquisa e de residência médica, visando sempre a padronização dos cuidados prestados ao paciente”, complementa.

O cenário para a Wolters Kluwer Health no Brasil

Segundo o country manager, a experiência e o conhecimento técnico dos dois executivos ajudarão na jornada rumo à padronização de melhores práticas, reduzir a variabilidade do cuidado e provocar mudanças de comportamento, capazes de transformar os processos na saúde brasileira. A ideia é possibilitar que cada vez mais as instituições tenham acesso a informações relevantes para suportar tanto a decisão clínica como medicamentosa. O objetivo não é só o de apoiar o time assistencial, como otimizar a experiência dos pacientes visando sempre colaborar para a redução dos erros médicos e a variabilidade do cuidado - desafios que preocupam o ecossistema de saúde.

“Temos alguns cenários a nosso favor. A busca por certificações, por exemplo, impactou na maior adoção da farmácia clínica, que por sua vez, requer profissionais e ferramentas que permitam melhorar a segurança do paciente. Isso cria cada vez mais oportunidades e até mesmo a necessidade de soluções como o Lexicomp. Além disso, no que diz respeito a redução da variabilidade do cuidado, a forma mais efetiva de mudar esse cenário é disponibilizar os dados necessários na hora em que os profissionais precisam, e é nessa fase que entram o UpToDate e o UptoDate Advanced”, finaliza Lancerotti.

Sobre a Wolters Kluwer

A Wolters Kluwer N.V. (AEX: WKL) é líder global em serviços de informação e soluções para profissionais nas áreas de saúde, fiscal e contábil, risco e compliance, finanças e jurídica. Por meio de soluções especializadas, que combinam profundo conhecimento com serviços e tecnologia, ajudamos nossos clientes todos os dias a tomarem decisões críticas.

A Wolters Kluwer Health é líder mundial no fornecimento de soluções e informações para o momento de cuidados ao paciente para a indústria de saúde. Para mais informações sobre nossos produtos e sobre a companhia, visite nosso site, siga @WKHealth ou @Wolters_Kluwer no Twitter, curta nossa página no Facebook, siga-nos no LinkedIn, ou no WoltersKluwerComms no YouTube.

Prati-Donaduzzi está entre as 1000 maiores empresas do Brasil

Prati-Donaduzzi

A Prati-Donaduzzi, maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil*, está entre as empresas que mais se destacaram no Brasil em 2018, segundo o anuário Valor 1000, elaborado pelo jornal Valor Econômico. A cerimônia de premiação da 19ª edição do Anuário ocorreu na última terça-feira (20), no Hotel Unique, em São Paulo (SP).

A companhia obteve no último ano, lucro líquido de R$ 69,9 milhões. A rentabilidade da indústria paranaense foi 12% superior se comparado às outras empresas do mercado farmacêutico e cosmético, setor em que a Prati-Donaduzzi disputou. Nesta categoria, a companhia paranaense ocupa o sexto lugar entre as farmacêuticas com maior rentabilidade.

De acordo com Eder Fernando Maffissoni, diretor-presidente da Prati-Donaduzzi, a participação no Anuário é muito importante, pois destaca os esforços da companhia na melhoria de seus processos. “Estar entre as mil maiores empresas do Brasil pelo oitavo ano consecutivo, e ainda figurar entre as seis em rentabilidade no setor, é motivo de orgulho e realça o crescimento estruturado”, disse.

Segundo Mafffissoni, o resultado é fruto de planejamento estratégico bem traçado, investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, principalmente, na qualidade de nossos produtos e, acima de tudo, na capacitação da equipe. “Seguimos confiantes, evoluindo com solidez e sempre de olho no futuro”, afirmou o executivo.

Crescimento 

Mantendo seu crescimento acelerado, apresentado durante a divulgação do Anuário, a Prati-Donaduzzi encerrou o primeiro semestre de 2019 com 46 novas apresentações de medicamentos, totalizando em seu portfólio 354 produtos. No entendimento do diretor-presidente, a farmacêutica está em constante processo de crescimento. “Queremos, em breve, ser a detentora de um dos maiores portfólios de genéricos do país. E até 2022, temos projeção de continuar crescendo 15% ao ano”, destacou Maffissoni.

Para alcançar esses objetivos e, finalizar o ano com a produção de 12 bilhões de doses de genéricos, a farmacêutica tem feito investimentos em várias áreas. Entre eles, em aperfeiçoamento dos processos, sobretudo, em pesquisa, inovação, aquisição de novos equipamentos e contratação de mão de obra qualificada.

Pesquisa

Para elaborar o ranking do Valor 1000 foram analisadas empresas em 25 categorias. Como parâmetro para o ranqueamento foi utilizado: receita líquida, rentabilidade, critérios atuais da medida de desempenho, além da gestão do endividamento. A análise foi elaborada em parceria com a Serasa Experian e a Fundação Getulio Vargas.

De acordo com o levantamento, as empresas participantes cresceram. A receita, em termos reais, cresceu 12,9% em 2018 chegando a quase R$ 4 trilhões. Também houve significativa redução no endividamento. A alavancagem financeira, medida pela relação entre a dívida financeira líquida e o Ebtida, recuou 0,3 ponto percentual voltando ao patamar anterior à crise econômica de 2013.

Além de renomados empresários de diferentes nichos e setores econômicos, a cerimônia de premiação contou com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

SOBRE A PRATI-DONADUZZI

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos genéricos. Com sede em Toledo, oeste do Paraná, produz, aproximadamente 11,5 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera aproximadamente 4,3 mil empregos. É considerada a maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil* e pretende incrementar em 15% seu faturamento e capacidade produtiva em 2019.