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Hospitais fechados, leitos em queda

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É consenso, na área da saúde, que a demanda da sociedade por serviços assistenciais só tende a crescer, por razões demográficas, como o aumento da população de idosos, ou epidemiológicas, como maior incidência de doenças crônicas, típicas da velhice. Essa característica faz da saúde mercado promissor aos olhos dos investidores, o que explica os seguidos anúncios de grandes (e bem vindos) empreendimentos no setor. Na contra-mão dessa pujança e dinamismo, assiste-se a persistente desmonte da infraestrutura hospitalar do setor privado lá onde os as condições de mercado são mais frágeis e a população mais desassistida.

Os números estão no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e foram consolidados no Cenário dos Hospitais 2019, publicado pela Federação Brasileira dos Hospitais (FBH) em parceria com a Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde). Segundo o relatório, entre 2010 e 2019, 2.127 hospitais privados, com um total de 92.645 leitos, deixaram de operar. Descontados os estabelecimentos e leitos que se abriram no período, o saldo corresponde a um recúo de 11,6% no número de hospitais privados (560 unidades a menos) e de 11,8% em leitos (menos 34.741 unidades). No mesmo período, o número de hospitais públicos aumentou 17,1% (355 estabelecimentos) e o de leitos públicos, 6,6% (9.200 unidades). 

O recuo privado não foi compensado pelo pequeno avanço público. Como resultado, o sistema inteiro sofreu uma redução na oferta. Em 2010 havia 2,23 leitos por mil habitantes, índice que já era muito aquém da média internacional de 3,2 por mil. Dez anos passados, regredimos para 1,91 leito por mil. O decréscimo, infelizmente, nãé fruto do processo de desospitalização que se verifica nas sociedades desenvolvidas. Ele é espelho de uma crise que já colocou o Brasil abaixo da média de 2 leitos por mil habitantes observada entre os países da América Latina e Caribe. 

Vistos de perto, os números mostram que do total de 2.127 estabelecimentos privados que fecharam, 73,3% eram hospitais com fins lucrativos, 69,9% não tinham mais do que 50 leitos e 49,2% atendiam ao SUS. Ou seja, não contavam com benefícios fiscais e tributários que favorecem hospitais filantrópicos e, por serem pequenos, eram mais vulneráveis às pressões dos planos de saúde para reduzir preços ou ao descalabro da defasagem nas tabelas de remuneração do SUS. 

São motivos que se pode compreender mas que não se pode aceitar como danos colaterais pelos quais ninguém se responsabiliza. Ao contrário, devemos nos perguntar por que, numa sociedade carente de saúde, permitimos que fechem tantos hospitais e leitos? Onde falhamos na tarefa de assegurar sustentabilidade a um setor tão essencial? Há nesses números razões suficientes para que a sociedade discuta e os poderes se mobilizem para definir uma política que, sem cair no paternalismo, assegure condições de mercado para estancar a mortalidade hospitalar e para que a assistência à saúde se expanda em lugar de encolher.

Sobre os autores

Breno de Figueiredo Monteiro é Presidente da Confederação Nacional de Saúde.

Adelvânio Morato é Presidente da Federação Brasileira de Hospitais.

Índice de infecções em UTIs de hospitais públicos tem redução de 33,4%

Índice de infecções em UTIs de hospitais públicos tem redução de 33,4%

O resultado é parte do “Saúde em Nossas Mãos – Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil”, projeto que integra o PROADI-SUS, e visa a diminuição dos três tipos mais frequentes de infecções relacionadas à assistência à saúde em UTIs

O índice de infecções em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) foi reduzido em 33,4%, em 119 hospitais da rede pública em 25 estados brasileiros. A queda, verificada entre janeiro de 2018 e junho de 2019, resultou em 2.888 infecções evitadas e 978 vidas salvas, além de uma economia de R$ 149 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS). Esses são os principais resultados dos primeiros 18 meses de projeto, realizado em hospitais definidos pelo Ministério da Saúde.

As Unidades de Terapia Intensiva (UTI) são ambientes de risco onde dispositivos invasivos são necessários para a manutenção da vida. Alguns desses dispositivos, no entanto, podem aumentar a chance de infecções e riscos aos pacientes. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), eventos adversos, dentre eles as infecções hospitalares são a quarta maior causa de morte no mundo, e impactam diretamente nos custos no cuidado do paciente, além de aumentar o tempo de internação, a morbidade e a mortalidade.

O objetivo principal do projeto é a redução de três principais tipos de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS): infecção primária da corrente sanguínea associada a cateter venoso central (IPCSL), que alcançou redução de 41,5%; pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV), com queda de 27,86%, e infecção do trato urinário associada a cateter vesical (ITU-AC), com redução de 47,73%.

O projeto segue os princípios do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) e do Programa de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PCIRAS), já estabelecidos pelo Ministério da Saúde e ANVISA, onde são promovidas melhorias de processos e de cuidado, de acordo com planos pré-estabelecidos e adaptados à realidade de cada hospital beneficiado. Além disso, os profissionais dessas instituições são capacitados e treinados e um robusto sistema de indicadores é utilizado para monitorar o progresso das ações e resultados.

Nossa meta para os primeiros 18 meses de projeto era reduzir em 30% o conjunto de infecções, ultrapassamos esse número. A metodologia utilizada no projeto busca também levar uma cultura de segurança para as organizações de saúde, o que consideramos um ponto importante dessa iniciativa, e mostra que estamos no caminho certo”, afirma Guilherme Schettino, Diretor-Superintendente do Instituto Israelita de Responsabilidade Social da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

A iniciativa é executada de forma conjunta e colaborativa pelos hospitais integrantes do PROADI-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS), Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês, e equipe técnica da Coordenação do Programa Nacional de Segurança do Paciente do Ministério da Saúde, com o apoio técnico do Institute for Healthcare Improvement (IHI), organização não-governamental e sem fins lucrativos com larga experiência em projetos colaborativos em diversos países da Europa e África.

Para Paulo Borem, Diretor Sênior de Projetos para América Latina do IHI (Institute for Healthcare Improvement), o projeto marca o início de uma mudança de paradigmas na gestão de saúde pública no Brasil. “Um dos principais diferenciais do projeto é o momento das SAPs (Sessões de Aprendizagem Presenciais), encontros periódicos que proporcionam uma troca constante entre os profissionais de saúde impactados pelo projeto, que juntos, compartilham os principais desafios e melhores práticas na busca por alcançar os resultados e garantir a segurança de todos que estão inseridos no ambiente das UTIs” comenta o executivo.

A Equipe Técnica do Programa Nacional de Segurança do Paciente do Ministério da Saúde, destaca que o reconhecimento da importância dos profissionais de saúde dos hospitais públicos dentro do projeto é essencial. “A dedicação e sinergia dos times envolvidos foi determinante para o alcance desse resultado. A essência dessa iniciativa é ser um projeto colaborativo, onde todos os hospitais compartilham conhecimento e vivenciam um processo de aprendizagem contínua em busca de um objetivo comum: garantir a segurança do paciente e a qualidade no cuidado” complementa a equipe.

O projeto ““Saúde em Nossas Mãos – Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil” é realizado com recursos dos hospitais participantes do PROADI-SUS, como contrapartida à sua imunidade fiscal, e está sendo executado no triênio 2018-2020, juntamente com outros 137 projetos realizados em parceria com o Ministério da Saúde.

Sobre o PROADI-SUS

O PROADI-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde) foi criado em 2009 com o propósito de apoiar, aprimorar o SUS (Sistema Único de Saúde) por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada demandados pelo Ministério da Saúde. Hoje, o programareúne cinco hospitais sem fins lucrativos que são referência em qualidade médico-assistencial e gestão: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês. O PROADI-SUS é mantido com recursos dos hospitais participantes. Os projetos levam à população a expertise dos hospitais em iniciativas que atendem necessidades do SUS. Entre os principais benefícios do PROADI-SUS, destacam-se: redução de filas de espera; qualificação de profissionais; pesquisas do interesse da saúde pública para necessidades atuais da população brasileira; gestão do cuidado apoiada por inteligência artificial e melhoria da gestão de hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil.

HIS 2019: Healthcare Innovation Show abre as portas para o futuro da Saúde

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Quinta edição do mais importante evento de tecnologia em Saúde da América Latina reunirá mais de 3.000 profissionais em dois dias de compartilhamento de conteúdo e oportunidades de negócio

Estão abertas as inscrições para o principal evento de tecnologia em Saúde da América Latina, o Healthcare Innovation Show (HIS) 2019, que ocorrerá nos dias 18 e 19 de setembro, no São Paulo Expo. Em sua quinta edição, o HIS já é referência no setor e promete reunir mais de 3.000 gestores e profissionais, que vão debater e compartilhar experiências de inovação e disrupção tecnológica. Serão mais de 200 palestrantes, todos especialistas renomados mundialmente e no Brasil, que possibilitarão aos participantes a vivência em gestão e inovação ao longo de 15 congressos. As inscrições podem ser feitas no site do HIS.

Vitor Asseituno, diretor para o mercado de Saúde da Informa Markets e um dos criadores do HIS, destaca que o encontro deste ano tem como proposta apresentar as profundas transformações que envolvem a Saúde, com o objetivo de levar mais eficiência às operações e qualidade na assistência ao paciente. “O setor está passando por mudanças que precisam do apoio das tecnologias digitais. Além da chegada da telemedicina, de novos modelos de remuneração e formas alternativas de relacionamento com os pacientes, os hospitais estão a pouco mais de um ano da vigência da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Sem investir na tecnologia, a segurança das informações pessoais e das próprias instituições está em risco”, comentou o médico.

Como o HIS é voltado para um setor com desafios e complexidades operacionais próprios, com impacto direto na vida de milhões de pessoas, a proposta é oferecer a troca de experiências de forma marcante. Além dos diversos produtos e soluções que serão apresentados pelos patrocinadores do evento, o HIS trará nomes importantes do cenário internacional de Saúde, como Karin Cooke, diretora de tecnologia e inovação da Kaiser Permanente International, instituição americana que se tornou referência no uso de dados para gestão de saúde populacional. Também no palco de master keynotes o destaque fica por conta da palestra de Denise Basow, CEO da Wolter Kluwer, empresa líder global de informação para tomada de decisão clínica, desenvolvedora do software UpToDate, utilizado por mais de 1,7 milhão de médicos em todo o mundo.

Além da programação principal, o HIS será palco de duas competições: o Referências da Saúde,  que há 10 anos reconhece cases de inovação desenvolvidos em instituições brasileiras nas áreas de gestão administrativo-financeira, governança corporativa, gestão de pessoas, tecnologia da informação e qualidade assistencial, realizado pela Informa Markets, e o Empreenda Saúde, promovido pela Everis, que dá destaque a startups com soluções para os desafios do setor. Todos os finalistas de cada um dos prêmios apresentarão os seus projetos ao público, e os vencedores serão anunciados ao final do evento.

O HIS faz parte do portfólio de Saúde da Informa Markets, maior network de feiras de saúde do mundo, que inclui no Brasil a Hospitalar, o Saúde Business Fórum (SBF) e o portal SaúdeBusiness.com e, no exterior, as feiras Arab Health (Dubai), FIME (Miami), CPhI (Frankfurt) e ExpoMed (Cidade do México), entre outros.

Congressos

Imersões em temas como telemedicina, inovações em Saúde Digital e avanços científicos ficarão por conta dos congressos. Conheça um pouco do que será discutido nos palcos:

Summit de Telemedicina - Mudanças tecnológicas e organizacionais para a viabilização de uma telemedicina segura e efetiva para os pacientes.

AI Revolution – Evolução da Inteligência Artificial e seu potencial nos componentes clínicos e administrativos do negócio.

CIO Summit – Design aplicado à saúde, tecnologias emergentes, digital offices, UX na construção do futuro. 

CEO Summit – Informação como ativo organizacional, redefinição de papéis no setor, platforming healthcare, inteligência de dados para diferencial competitivo, a dinâmica da mudança de comportamento para crônicos.

Gov Health Tec – Os melhores cases de governo e as interações entre setor público e privado, dentro e fora do setor de saúde.

<Code conference/> - Conferência voltada para desenvolvedores que trabalham ou têm interesse na área de saúde, para unir as necessidades do setor às mentes que criam as ferramentas tecnológicas.

Fórum de Empregadores - Estratégias para a disseminação de práticas que gerem mais saúde e menos custos para as empresas.

Fórum de Clínicas -  Adoção de inovação e novas tecnologias na atenção primária e seu impacto na saúde dos brasileiros.

Estratégia, expansão, verticalização – A saúde enquanto negócio, novos modelos para o crescimento e placemaking.

Facilities Innovation Summit by Verzani & Sandrini – Digitalização da gestão de facilities, tech talk e o desafio da transformação tecnológica na gestão de equipes e ativo.

Palco Comunidade - Serviços de saúde e empresas líderes do setor, levarão ao evento um conteúdo único e inovador sobre o ponto de vista das operadoras (palco UNIMED), laboratórios (palco DASA, palco Hermes Pardini), empresas de tecnologia da inovação (palco MV, palco Bionexo).

Serviço:

Healthcare Innovation Show - HIS 2019

Data: 18 e 19 de setembro.

Local: São Paulo Expo - km 1,5 da Rodovia dos Imigrantes - Vila Água Funda, São Paulo/SP

Mais informações: https://his.saudebusiness.com/

Para o credenciamento de imprensa, responda a este e-mail.

Sobre a Informa Markets

Com três escritórios principais baseados no Brasil, a Informa Markets está entre os principais organizadores de eventos da América do Sul. São mais de 250 funcionários, responsáveis pela organização de 30 grandes eventos comerciais anualmente, bem como uma oferta diversificada de produtos digitais, serviços e conteúdo especializado. Atendemos indústrias e mercados especializados, incluindo agricultura, comunicações, alimentos e bebidas, saúde, infraestrutura, maquinaria, energia renovável, tecnologia, entre outros.

O Acordo de Associação Mercosul-União Europeia: um breve resumo dos aspectos regulatórios e da qualidade

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O Mercosul e a União Europeia firmaram um acordo de associação, que abrange diversos aspectos comerciais, tarifários, regulatórios e de qualidade, a serem observados pelos Estados-Membros dos dois blocos econômicos.

O Mercosul e a União Europeia representam, juntos, 25% do comércio mundial, abrangendo cerca de 780 milhões de pessoas, com um PIB de cerca de US$ 20 trilhões.

O acordo prevê que os fornecedores brasileiros terão uma penetração maior no mercado europeu do que os fornecedores europeus no mercado brasileiro. Os marcos regulatórios já estabelecidos pelo Estado Brasileiro serão obedecidos e continuarão em plena vigência. Também ficou acordado entre as partes que a transparência deverá pautar a publicação de novos marcos regulatórios, sempre com a publicação de Consulta Públicas prévias à adoção de quaisquer marcos regulatórios, com um período razoável de contribuição por parte da sociedade civil organizada. Obviamente, dado o princípio da soberania dos Estados, cada qual será livre para definir seus próprios marcos e adotá-los conforme a conveniência de cada um. O Acordo estabeleceu uma agenda de Boas Práticas Regulatórias, já em desenvolvimento no Brasil.

Entre os diversos setores cobertos pelo acordo, está o de Equipamentos Médicos, com desgravação tarifária prevista no prazo de 0 a 10 anos. A União Europeia seguirá aceitando a auto certificação de produtos, enquanto que no Brasil ainda perdura o modelo e certificação por terceira parte, a exemplo do que acontece hoje.

Também estão contemplados nesse acordo, medidas que visam facilitar o comércio entre os dois blocos econômicos, para permitir o acesso às novas tecnologias, porém com a redução da burocracia, em busca da otimização dos custos. Um exemplo disso é o compromisso para o reconhecimento dos Operadores Econômicos Autorizados (OEA), o que permitiria uma significativa facilitação das mercadorias que transitam entre os dois blocos, proporcionando um maior e melhor controle das mesmas. [Veja mais informações sobre OEA no link da Receita Federal]

De toda sorte, o texto final do Acordo encontra-se em fase de tradução e revisão, devendo ser assinado pelos Estados-Parte Europeus e do Mercosul. Uma vez aprovado pela Comissão Europeia, o texto será encaminhado ao Conselho da EU que aprovará a assinatura. O prazo dos últimos acordos dessa natureza foi de cerca de 7,3 anos. Por parte do Brasil, após a assinatura pela Presidência da República, o acordo deverá seguir para a Câmara dos Deputados e, posteriormente para o Senado. Se aprovado, será devolvido ao poder Executivo para ser ratificado.

Grupo Bridge implanta Academia de Excelência na Beneficência Portuguesa de São Paulo

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O projeto, que tem como foco a construção de uma nova cultura de atendimento, tem 97% de satisfação entre os participantes

Criar um projeto de capacitação e desenvolvimento profissional que contribua para a mudança de cultura de um dos mais relevantes polos privados de saúde da América Latina, engajando os colaboradores em torno do objetivo de oferecer a melhor experiência a todos os clientes. Esse foi o desafio proposto pela BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo ao Grupo Bridge.

Prestes a completar 160 anos, a BP passa por um reposicionamento de marca que evidenciou as diferentes ofertas que disponibiliza ao mercado, com o intuito de proporcionar um atendimento de qualidade para os diferentes perfis dos clientes atendidos. “Revisitamos todos os nossos fluxos e processos com o objetivo de entregar aos nossos clientes uma experiência eficiente e revigorante durante a sua jornada conosco, independentemente do tipo de serviço que eles necessitam. Por isso, mais do que apenas uma mudança visual, estamos conduzindo uma evolução em nossa cultura, num processo de engajamento e sensibilização facilitado por  parceiros especializados que contribuem com uma visão inovadora e com metodologias eficazes.”, explica Maria Alice Rocha, Diretora-Executiva de Pessoas e Experiência do Cliente da BP. “Foi com esse norte que convidamos o Grupo Bridge para estar conosco nesse desafio”, complementa a executiva.

Metodologia inovadora

Considerar os aspectos da cultura organizacional que influenciam o comportamento e projetar a estruturação de práticas para se atingir a excelência no atendimento, tendo como direcionadores o propósito, os valores, a personalidade e as diretrizes de linguagem da marca institucional foram os parâmetros para o projeto que culminou na criação da Academia de Excelência no Atendimento da BP.

O Grupo Bridge implementou sua metodologia inovadora que estimula a transformação criativa, ampliação de consciência, a empatia e a autonomia protagonista, com o objetivo de promover a melhoria na atuação profissional e nos resultados do negócio. Para isso, empregou o Social Emotional Learning (SEL), processo de desenvolvimento do conhecimento, atitudes e habilidades para gerenciar emoções, construir relacionamentos saudáveis, estabelecer metas e tomar decisões.

“A nossa principal característica e premissa são os diálogos. Assim começamos todos os nossos projetos e, desta forma, conduzimos todos os dias a Academia de Excelência no Atendimento da BP: com escuta e muita conversa”, explica Celso Braga, sócio-diretor do Grupo Bridge.

Dividida em 4 pilares estruturantes (Trilhas de Atendimento, Grupo de Referência, Monitoria e Liderança), a Academia de Excelência no Atendimento da BP foi lançada em setembro de 2017. A primeira onda de treinamentos já atingiu mais de 3.000 colaboradores, alcançando 97% de satisfação entre os participantes e 90% de presença dos colaboradores, que foram capacitados e adquiriram as ferramentas necessárias para traduzir nas rotinas diárias um novo olhar sobre a experiência do cliente nos diversos pontos de contato que o ele tem com a instituição.

A segunda onda da Academia de Excelência no Atendimento da BP envolve colaboradores administrativos e tem término previsto para o primeiro trimestre de 2019. Entretanto, pesquisas de satisfação com os clientes já indicam um aumento de 29,2% na satisfação entre outubro de 2017 (mês do início das capacitações) e janeiro de 2018, bem como um aumento de 13,9% na recomendação da BP por parte desses mesmos clientes.

Sobre a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo

A Beneficência Portuguesa de São Paulo agora é BP, um polo de saúde moderno e atualizado que valoriza a vida de todos e de cada um. Composto por 4 hospitais com foco em alta complexidade e que atendem diferentes perfis de clientes e outros 3 serviços que contemplam medicina diagnóstica, atendimento ambulatorial e educação e pesquisa, a BP compreende mais de 220 mil m² construídos, 7.500 colaboradores e 4.500 médicos distribuídos em 10 edifícios e cerca de 50 clínicas nos bairros da Bela Vista e Penha.

Medicina Nuclear: entenda a técnica que usa radiação para o diagnóstico precoce de doenças

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Revolution CT (GE): tomógrafo que consegue capturar imagens de diversas estruturas do corpo, mesmo em movimento, com baixa radiação e ampla cobertura da anatomia examinada.

Medicina Nuclear já é realidade no Brasil e atende cerca de 2 milhões de pessoas anualmente; método ainda gera dúvidas - especialista explica

Nem todo mundo já ouviu falar sobre a Medicina Nuclear e seus exames, mas essa especialidade médica existe há mais de 60 anos e é muito importante para o diagnóstico e o tratamento de doenças como o câncer, problemas cardíacos, neurológicos, entre outros. 

A Medicina Nuclear analisa a anatomia dos órgãos e também seu funcionamento em tempo real, permitindo diagnósticos e tratamentos mais precoces e precisos para doenças como cânceres, problemas do coração e problemas neurológicos, entre outras. A especialidade utiliza radiofármacos em quantidades mínimas que, aliados a equipamentos de alta tecnologia, permitem a detecção antecipada destas doenças. Entre os exames mais conhecidos estão a cintilografia e o PET/CT.

"Muitas pessoas temem a Medicina Nuclear, pela associação com a radioatividade, mas esta é uma especialidade que utiliza material radioativo em baixíssimas quantidades para a detecção de alterações das funções do organismo acometidos por alguma enfermidade e para o tratamento", afirma o médico nuclear e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, George Barberio Coura Filho – responsável clínico da DIMEN SP.

A medicina nuclear oferece inúmeras vantagens:

Diagnosticar câncer de próstata mesmo antes das alterações e sintomas

A combinação PET/CT com PSMA, exame altamente específico para detectar precocemente metástase provocada pelo câncer de próstata, permite que a condição seja diagnosticada antes mesmo de provocar alterações anatômicas ou em casos de lesões com níveis baixos de PSA (antígeno prostático específico usado para detecção de câncer de próstata em homens assintomáticos). Estruturas com aspecto normal, mas acometidas pela doença, também podem ser identificadas durante o exame.

Tratamento localizado da doença

As tecnologias disponíveis na especialidade permitem diagnosticar com rapidez e exatidão diversas doenças, o que aumenta as chances de um tratamento localizado – diretamente no foco da doença - diminuindo os efeitos colaterais e possibilitando o aumento das chances de cura. "Essas tecnologias também permitem avaliar a resposta ao tratamento e mudar a conduta, se necessário", explica o médico nuclear, George Barberio Coura Filho.

Sobre a DIMEN

A DIMEN – referência em medicina nuclear no país, com mais de 36 anos de atuação – possui doze unidades no interior de São Paulo e Minas Gerais. No Brasil, é pioneira no uso de cirurgia radioguiada e na tecnologia PET-CT. A nova unidade na capital paulista está localizada na Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 325, Vila Mariana. A DIMEN é a primeira clínica de Medicina Nuclear da América Latina a receber o certificado "QMentum International", do Conselho Canadense de Acreditação de Serviços de Saúde (Canadian Council on Health Services Accreditation - CCHSA), com critérios internacionais de performance em qualidade e segurança, concedido a todas as unidades no último ano.

Hospital BP é reconhecido pela qualidade dos dados sobre câncer compartilhados pela instituição

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O selo foi outorgado pela Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo

O Hospital BP, principal hospital da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, acaba receber o Selo de Qualidade do Registro de Câncer de Base Populacional de São Paulo (RCBP-SP) em reconhecimento pela qualidade da inserção de dados sobre casos novos de câncer na cidade de São Paulo. A instituição obteve o selo na categoria Prata.

“Este reconhecimento evidencia o engajamento de nossas equipes para prover dados de qualidade, que são tão importantes para o planejamento do sistema de saúde e contribuem para ações de prevenção, diagnóstico e tratamentos mais apropriadas para a população”, explica Luiz Eduardo Loureiro Bettarello, diretor-executivo Médico e de Desenvolvimento Técnico da BP.

Conhecimento compartilhado

Vinculado à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), o Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP) é uma plataforma de coleta de informações específicas sobre Oncologia e conta com o apoio técnico Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, que instituiu o selo de qualidade como uma forma de reconhecimento e estimulo para as instituições participantes do sistema.

O selo de qualidade atesta instituições de saúde que fornecem dados sobre a incidência de câncer na cidade de São Paulo e que cumprem o padrão mínimo de qualidade em relação ao compartilhamento dessas informações.

Por meio dessa base de dados são analisados, por exemplo, os novos diagnósticos de câncer em moradores de uma região pré-determinada da cidade para entender a incidência da doença nessa área. Os dados coletados e investigados são utilizados como base para a definição de políticas públicas e elaboração de estudos epidemiológicos para identificar a população de risco e a efetividade dos programas de prevenção e controle da doença.

Sobre a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo

A Beneficência Portuguesa de São Paulo agora é BP, um polo de saúde moderno e atualizado que valoriza a vida de todos e de cada um. Composto por 4 hospitais com foco em alta complexidade e que atendem diferentes perfis de clientes e outros 3 serviços que contemplam medicina diagnóstica, atendimento ambulatorial e educação e pesquisa, a BP compreende mais de 220 mil m² construídos, 7.500 colaboradores e 4.500 médicos distribuídos em 8 edifícios e cerca de 50 clínicas nos bairros da Bela Vista, onde são concentrados os serviços privados, e da Penha, onde são oferecidos os serviços para clientes regulados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Dados que geram vida

Jhonata Emerick

E quem disse que a ciência exata não pode ser (é) humana? Eu sempre tive interesse na área da medicina e meu doutorado foi a porta de entrada para mergulhar ainda mais nesse mercado. Recentemente, em parceria com Paulo Vaz, da Heads in Health, recebemos um desafio: aportar a Inteligência Artificial (IA) para mapear pessoas de todo Brasil que apresentem sintomas de doenças raras, porém não diagnosticadas.

A Heads in Health, uma startup dedicada 100% à área da saúde, tem ajudado companhias desse segmento a se apropriar das massivas bases de dados, estruturados e não estruturados, no planejamento e tomada de decisões de várias naturezas.

Vamos voltar um passo antes. O conceito de Doença Rara (DR), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a doença que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 para cada 2 mil pessoas. Neste contexto também há a definição de Doenças Ultrarraras que acometem menos de 20 pacientes em 1 milhão. Apesar do pequeno número de pacientes afetados, o impacto que essas doenças têm sobre os pacientes, suas famílias e a sociedade é profundo, pois muitas são graves, com manifestações crônicas e progressivas e com altas taxas de mortalidade. Esses pacientes quando não diagnosticados e sem possibilidade de tratamento muitas vezes vivem sem esperanças e frequentemente enfrentam a morte prematura. Cerca de 30% dos pacientes acometidos pelas doenças raras morrem antes dos cinco anos de idade, uma vez que 75% delas afetam crianças.

Essas doenças ainda são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição. Existem doenças raras que podem ser detectadas ao nascimento, na infância e outras classificadas como "adquiridas" ou seja, acomete o paciente na fase adulta, não tem cura podendo ser degenerativas e proliferativas.

Um exemplo é a Doença de Pompe, uma doença genética e hereditária que afeta em média 1 a cada 40 mil pessoas e pode se manifestar tanto na infância como na fase adulta, causando fraqueza muscular progressiva, ou seja, só piora com o tempo. Muitos dos pacientes ainda não sabem o seu diagnóstico. Os pacientes com Pompe, apresentam progressão da doença quando não tratados, passando a ter dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia, como subir escadas, levantar da cama, pentear os cabelos e até mesmo caminhar. Em alguns casos, o comprometimento muscular pode levar ao uso de cadeira de rodas ou dificuldades respiratórias graves.

Esse é um tipo de problema onde uma parceria de uma startup que trabalha com Machine Learning e outra que tem ampla atuação no mercado de saúde atuam juntas para tornar o mundo um lugar melhor e com esperança de diagnóstico mais rápido e preciso que conseguir prolongar os dias de vida sem qualidade. Temos que utilizar das mais inovadoras tecnologias para salvar vidas e a Inteligência Artificial está aí para ajudar na luta contra doenças raras.

Utilizar a Inteligência Artificial para tratar doenças raras e conseguir, muitas vezes, antecipar problemas antes que eles aconteçam é um sonho para quem sofre com doenças raras, afinal essas pessoas as vezes demoram uma janela de até 10 anos para serem corretamente diagnosticadas e consequentemente tendo sua vida pessoal devastada, que muitas vezes leva até a morte.

Para o Ministério da Saúde a estimativa é que 13 milhões de pessoas sofram de doenças raras no Brasil, sendo 80% dessas doenças de origem genética/hereditária, porém existem outros fatores que podem contribuir como infecções bacterianas ou virais, alergias e fatores ambientais. Em 30 de janeiro de 2014 foi publicado a Portaria 199 que "Instituiu a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, aprovando as Diretrizes para Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e institui incentivos financeiros de custeio", assim como a Anvisa publicou em 28 de dezembro de 2017 uma Resolução (RDC 204/2017), reduzindo a burocracia referente ao registro para comercialização de medicamentos para tratamento dessas doenças, facilitando assim o acesso mas essas normativas públicas só terão um resultado prático se o paciente tiver o correto diagnóstico.

A partir de bases públicas adicionando uma camada de conhecimentos médicos adquiridos até aqui e minerando dados demográficos é possível reduzir consideravelmente o esforço para ajudar na localização dessas pessoas em campo. Com os primeiros resultados obtidos talvez seja possível mobilizar mais parceiros que tenha informações que possam agregar nesses modelos de forma a diminuir a janela que esses pacientes demoram para ser diagnosticados e garantindo assim uma vida mais digna e com qualidade impactando na redução do sofrimento clínico e psicossocial aos afetados, bem como para suas famílias.

Sobre o autor

Jhonata Emerick, Sócio fundador da DataRisk e Presidente da ABRIA

A baixa produtividade no uso do leito hospitalar no Brasil

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O desafio da gestão de leitos é identificar os “gargalos” no fluxo de paciente, otimizar a utilização dos leitos nas unidades de internação e adaptar a relação entre oferta e demanda. Hospitais capazes de reduzir o tempo de permanência podem efetivamente adicionar leitos e melhorar sua capacidade de internação, sem “construir um leito”. Estudo realizado por meio do DRG Brasil apontou que, das diárias hospitalares realizadas na saúde privada, 28% estão em excesso e, no público, 80% das saídas analisadas.

Um dos fatores a que a questão pode ser atribuída é a ausência de gerenciamento da previsão de alta na admissão do paciente. “Esse gerenciamento ajudaria na preparação de todas as atividades necessárias para que a alta ocorra no momento adequado”, fala o Diretor Técnico da Planisa, Marcelo Carnielo. A agenda do médico também é um ponto relevante, uma vez que o paciente precisa, muitas vezes, aguardar o dia de atendimento do profissional naquela unidade.

“Nesse aspecto, não são levadas em consideração as consequências para o hospital e a permanência do paciente. Isso têm consequências negativas tanto para o paciente que, quanto mais tempo passar em ambiente hospitalar, maiores são os riscos de eventos adversos; como para o sistema de saúde”, explica. “É preciso cuidar do planejamento da estrutura para otimizar o atendimento. É sempre bom lembrar que o médico não é o vilão, muitas vezes é vítima. É preciso entender que a improdutividade do leito hospitalar tem diversas origens, o problema é sistêmico e não pontual”, ressalta Carnielo.

O paciente que permanece internado sem motivo clínico acarreta custos desnecessários, estimados em R$ 670 por dia a mais em unidades de internação e de R$ 1.856, por dia a mais em unidades de terapia intensiva, de acordo com informações extraídas da base de dados da Planisa em mais de 110 hospitais brasileiros.

Sobre a Planisa

Líder em gestão de resultado para organizações de saúde, a Planisa alcançou, em 2018, a marca de R$ 13,1 bilhões em gestão de resultados, com 329 clientes atendidos. A Planisa dá apoio na gestão de 22 mil leitos, 400 salas de cirurgias e 130 mil colaboradores em hospitais e instituições de saúde de todas as regiões do Brasil, alcançando 18 estados e o Distrito Federal. Desde 1988, a Planisa vem se destacando como referência em consultoria especializada para o segmento da saúde, visando a melhoria contínua da produtividade na área em todo o Brasil e no exterior.

Supera Parque apoiará programa de inovação médica do IRCAD

Equipe do Supera Parque durante visita ao IRCAD

A Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica confirmou apoio ao programa de inovação médica do IRCAD (Instituto de Treinamento em Técnicas Minimamente Invasivas), o B.E.S.T, que oferece, gratuitamente, para profissionais e universitários de todo o mundo, bagagem técnica e de negócios para fomentar o empreendedorismo, através da criação de técnicas e instrumentos para a área de cirurgia minimamente invasiva. O anúncio foi feito durante visita de membros da incubadora ao IRCAD América Latina, unidade Barretos, no início desse mês.

Sediada em Ribeirão Preto, a incubadora está localizada no Supera Parque de Inovação e Tecnologia que abriga cerca de 80 empresas em seu portfólio, sendo quase metade delas relacionada a área da saúde. Entre as principais âncoras do Supera, está a incubadora, que auxilia projetos de base tecnológica a se desenvolver, com foco especial em modelagem de negócios e consultorias, a fim de que as ideias cheguem ao mercado e se tornem empresas de sucesso. Também na área da saúde, o parque tecnológico de Ribeirão apoia, desde 2014, o Hacking Health, movimento canadense para buscar soluções para a saúde, envolvendo profissionais das áreas da saúde, negócios, design e TI. Uma das estratégias do movimento é, através de cafés - palestras pontuais com cerca de 1h de duração -, apresentar temáticas que envolvam a tecnologia aplicada à saúde, a fim de criar uma comunidade crítica, para que, em eventos como Hackathons - com até 3 dias de duração - possam ser criadas as soluções para impactar a saúde.

De acordo com a gerente administrativa do Instituto – Gabriela Pacheco, que recebeu a equipe da Incubadora juntamente com integrantes do Instituto, o apoio do Supera Parque ao B.E.S.T vai além de divulgar o programa, visa fomentar e acelerar a criação de oportunidades tecnológicas médicas, “é mais uma oportunidade que se abre para apoiar o desenvolvimento de projetos e produtos pensados para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, disse.

Iniciado na França em 2011, o B.E.S.T passou a ser desenvolvido na unidade IRCAD de Taiwan em 2016, somando mais de 21 mil participações de pessoas de 54 países. Este é o primeiro ano que o Brasil sediará o módulo presencial que será realizado em Barretos (SP), de 16 a 20 de dezembro, no IRCAD América Latina, com a participação de 20 alunos que obtiverem o melhor desempenho no módulo on-line, em uma imersão em inovação médica com experts do mundo todo.

Saiba mais sobre o B.E.ST pelo site.