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Pesquisa aponta Pfizer como líder em reputação do setor farmacêutico no Brasil

SÃO PAULO, 26 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Pfizer apresenta uma imagem sólida e robusta no Brasil, sendo a companhia de maior reputação do setor farmacêutico. Essa é uma das conclusões da avaliação Pharma RepTrak® 2016, um levantamento envolvendo 23.243 pessoas, de 15 países, realizado pelo Reputation Institute, considerado uma referência mundial na análise de reputação de variados setores econômicos.

Em uma escala que varia de zero a 100, a reputação da Pfizer recebeu 73,1 pontos no Brasil, ante os 70,9 pontos obtidos pelo setor farmacêutico no País. Além disso, a percepção da companhia pelos brasileiros se tornou mais positiva em relação à avaliação de 2015.

Desenvolvido em 2006, o RepTrak® é um indicador do Reputation Institute que leva em conta uma série de quesitos para mensurar a reputação. Para isso, aspectos como confiança, admiração e estima são cruzados com alguns elementos essenciais no âmbito corporativo, como inovação, responsabilidade social, cidadania, liderança, qualidade dos produtos ou serviços prestados e desempenho financeiro.

A qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Pfizer foi o quesito melhor avaliado no Brasil, com 72,7 pontos. Também se destacaram a liderança da companhia (72,6 pontos), sua performance econômica (71,3 pontos) e sua busca pela inovação (70,6). Além disso, 75% dos brasileiros afirmaram que a companhia atende às necessidades do consumidor,   entrega o que promete e se destaca entre os concorrentes.

O Instituto Reputation realizou entrevistas em 15 países para medir a reputação do setor farmacêutico em cada país. Participaram da iniciativa, além do Brasil, as seguintes nações: Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Japão, México, Reino Unido e Rússia. 

(11) 3643-2785

FONTE Pfizer

Qualirede apresenta resultados na gestão de planos de saúde com o uso da inteligência artificial

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Empresa implantou sistema que integra prestadores e planos de saúde em plataforma digital única

São Paulo, 23 de setembro de 2016 – A Qualirede, empresa que faz gestão de planos de saúde com resultados eficazes, estará presente no Hospital Innovation Show (HIS), que acontece nos dias 27 e 28 de setembro, no São Paulo Expo. No evento, Vilma Dias, diretora da Qualirede, apresentará como a empresa uniu inteligência artificial e autosserviço para criar um sistema que integra os prestadores de serviços e os planos de saúde em uma plataforma web única, o que possibilita o diálogo e a interatividade entre eles. A apresentação será no dia 27 de setembro, das 10h00 às 12h00.

Por meio de avançada tecnologia, a Qualirede implantou funcionalidades como auto cadastro; cadastro e gerenciamento da manutenção e calibragem de equipamentos e certidões; auto avaliação de qualidade para eventuais certificações; calendário de compromissos integrado com o plano; registro online de atas, resultado por setor que inclui o histórico anterior da avaliação dos quesitos de qualidade e o arquivo digital completo relacionado com o credenciamento; entre outros serviços.

“O sistema Qualirede garante, também, maior transparência e confiabilidade no relacionamento entre prestadores de serviços e operadoras, conta com um nível de satisfação de 90% da rede prestadora e promove a redução da burocracia no credenciamento”, diz Paula Bianca, diretora operacional da Qualirede.

O sistema já conta com 2.467 prestadores utilizando a ferramenta Qualirede em sua totalidade e promove redução no tempo de credenciamento de prestadores de 90 para apenas 4 dias. Com ele, a economia para o prestador de serviço e para as operadoras de planos de saúde é estimada em mais de R$6 milhões, valor contabilizado de junho de 2015 a junho de 2016.

Sobre a Qualirede – A Qualirede, empresa de gestão de planos de saúde, trabalha com a prática da Atenção Primária à Saúde como eixo estruturante na organização dos sistemas de saúde, por contribuir de forma sustentada para a eficácia da operação pelas operadoras de planos de saúde e pelos prestadores de serviços. A empresa iniciou suas atividades em 2011, em Santa Catarina, e hoje está presente em todo o território nacional. Sob a liderança de Irene Minikovski Hahn, sócia-fundadora, e Mozart de Oliveira Junior, CEO, a Qualirede tem mais de 3 mil profissionais capacitados, mais de 7 mil prestadores credenciados e mais de 1,6 milhão de contas médicas processadas.

Mais informação

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Denise Claudino – denise@smartpr.com.br - 11-3376-5022

Viviane Laubé – viviane@smartpr.com.br - 11-3376-5017

Diva Gonçalves – diva@smartpr.com.br - 11-3376-5007

Estudo: wearables não ajudam a perder peso

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‘’Isso não significa que os dispositivos não funcionam. Eles foram úteis para alguns participantes’’, disse o autor da pesquisa John M. Jakicic, da Universidade de Pittsburgh. ‘’Precisamos descobrir muito mais sobre como os wearables podem levar à mudanças de comportamento’’, completou.

O estudo envolveu 470 pessoas de 18 a 35 anos com o índice de massa corpórea entre 25 e 40. Todos foram colocados em uma dieta de baixa caloria, indicados a fazer 100 a 300 minutos de exercícios moderados por semana e chamados para sessões de aconselhamento. Em seis meses, eles foram divididos em dois grupos: um que usou um dispositivo wearable multissensor e outro que não.

Entre os meses 7 a 24, os participantes receberam mensagens de texto semanais e ligações mensais. Os dois grupos reportaram os alimentos consumidos em um site. Eles eram pesados a cada seis meses, de acordo com a pesquisa, publicada no Journal of the American Medical Association.

No final, a perda de peso média foi de 15 kg para o grupo que usou os wearables e 26 kg para os que não usaram. Os autores também notaram que a perda de peso dos participantes foi alta até os seis meses, mas não se manteve a longo prazo. Os dois grupos tiveram melhoras parecidas em composição corporal, fitness, atividades físicas e dieta.

Enquanto isso, um treinamento online foi criado para ajudar os participantes a ficar longe de junk food e fazer escolhas alimentares melhores. Um aplicativo e um jogo de computador estão sendo criados baseados no estudo.

Embora os wearables não sejam responsáveis pela perda de peso, é inegável que a tecnologia móvel está melhorando a saúde de muita gente. Você pode conhecer as últimas inovações visitando o CIO Forum no HIS – Hospital Innovation Show.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Fierce Healthcare

5 dicas para construir um site de saúde com foco no paciente

site de saúde

A nova geração de pacientes está mais empoderada e instruída do que nunca, mas também menos conhecedora de fatos específicos da saúde. Claramente, a grande quantidade de sites de saúde disponíveis no mercado é responsável pela parte boa e a ruim dessas pessoas.

Por isso, profissionais de saúde devem investir em sites de saúde inovadores, fáceis de usar e com informações que sejam pertinentes para o paciente. Veja cinco formas de construir um site de saúde que informe e incentive o paciente.

1. Deixe os jargões de lado

Os jargões da indústria da saúde são geralmente confusos para o paciente comum, principalmente para os que conhecem pouco sobre o segmento. Na verdade, um estudo entre americanos de 19 e 30 anos mostrou que metade dos participantes não poderiam definir a palavra ‘’dedutível’’, contida no contrato do plano de saúde.

Os pacientes modernos realmente querem entender o que estão usando. Eles preferem hospitais que falem com eles como humanos e deem a eles missões que eles acreditam ser importantes.

Para ajudar, crie um glossário no site de saúde que explique termos complexos. Ofereça benefícios auxiliares, como descontos, para mostrar que a companhia valoriza a saúde do indivíduo.

2. Largue o sistema legado

‘’O sistema legado está acabando com as organizações de saúde’’, segundo Bruce Johnson, CEO de uma cadeia de fornecedores de saúde, GHX. Ele diz que o sistema custa à indústria 5 bilhões anualmente.

Manter sistemas antigos ou usar soluções digitais a curto prazo cria um débito técnico, que as empresas pagam todos os dias. Ao invés disso, seja mente aberta e entenda os requerimentos tecnológicos e os objetivos do paciente.

3. Desenvolva primeiro para dispositivos móveis

Mais de 90% dos pacientes deixaram de usar algum site de saúde por ele não ser otimizado para celular. O uso móvel da internet está aumentando, principalmente entre pessoas com mais de 55 anos. Esse grupo também é o maior usuário de serviços de saúde.

É claro que essa mudança para o celular é valiosa para a experiência do paciente, principalmente agora que o uso de internet móvel está se tornando menos transicional e mais um hábito. É importante que os pacientes possam usar o site de saúde no celular para checar a rede credenciada da clínica, acessar dados e marcar consultas.

4. Não use serviços para o consumidor automatizados

As empresas devem estender as estratégias de serviços para o consumidor para seus espaços digitais. Um bom site de saúde deve servir o paciente 24 horas por dia, com representantes online, que melhoram a eficiência e dão um senso de conexão com a companhia.

Pesquisas mostram que 75% dos pacientes preferem falar com uma pessoa, enquanto 57% deles dizem que ficam perdidos em sistemas automatizados. Chats ao vivo têm o maior nível de satisfação do que qualquer canal de serviço para o cliente.

Enquanto isso, páginas de Perguntas Frequentes dão uma oportunidade valiosa de atrair pacientes e diminuir o número de chamadas.

5. Se preocupe com a experiência do usuário

Uma página que demora 10 segundos para carregar pode fazer com que 50% dos pacientes deixem um site de saúde. Formas de aumentar a eficiência incluem melhorar a resposta do servidor, otimizar imagens, priorizar conteúdos visíveis, alavancar o cache do navegador e usar scripts assíncronos.

Implementar uma conta de usuário para diversos portais também é interessante. Se o paciente tiver como interagir com diferentes sites fazendo o login somente uma vez, ele passará mais tempo em seu site de saúde.

A expectativa do paciente muda constantemente. Por isso, não deixe de comparecer ao Fórum de CIO do HIS – Hospital Innovation Show para descobrir como a tecnologia pode fidelizar seus pacientes.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

Os programas de mHealth estão atingindo o público certo?

mHealth

Um programa de mHealth na área rural do Texas tem como público o que se considera um grande buraco no segmento da saúde: comunidades remotas que não conseguem os serviços de prevenção que precisam.

O problema é que o sistema de mHealth não está funcionando para populações carentes, já que elas não conseguem acessá-la e nem pagar por ela. Porém, um novo programa está para entrar em cena e ele promete prover acesso à saúde para os que mais precisam.

Chamado de DOC (Diabetes and Obesity Control), a colaboração inclui empresas como a AT&T, IBM, Walmart, PriceWaterhouseCoopers e a University of Texas School of Public Health. A Dra. Lynda Chin, da University of Texas School of Public Health diz que o objetivo é criar uma ‘’estrada da saúde’’, que traz esses serviços para o consumidor, ao invés de esperar que ele vá a clínicas, consultórios ou hospitais.

‘’Nosso sistema de saúde nunca foi construído para lidar com doenças crônicas’’, disse Chin. ‘’Ele sempre foi focado no provedor, com muito pouco incentivo para manter o povo saudável. Agora estamos começando a virar o sistema de cabeça para baixo para trazer a saúde para o paciente’’.

O Projeto está sendo lançado em Cameron Conty, no Texas, o condado mais ao sul do estado e lar de mais de 400 mil residentes. Dados estimam que aproximadamente 60% de sua população é diabética ou pré-diabética, uma condição que custa cerca de 19 bilhões de dólares anuais para o Estado.

‘’Cameron County também é muito rural e pobre, com um grande fluxo de imigrantes mexicanos’’, conta Chin. ‘’Eles também não procuram cuidar da saúde, a não ser que seja absolutamente necessário. Eles não têm tempo, dinheiro ou interesse em usar wearables ou qualquer forma de mHealth’’.

O Projeto DOC procura criar uma aproximação pública-privada que entregará uma plataforma de monitoramento remoto para, eventualmente centenas de residentes que possuem mais de uma condição crônica. A rede também promove o monitoramento via mHealth para residentes através de estabelecimentos locais, como o Walmart, e melhora o compartilhamento e análise de dados através dos provedores de saúde da região.

Chin diz que os residentes da região estão ‘’muito interessados em aprender sobre mHealth’’, mas não se eles tiverem que sair de suas rotinas para usá-lo. A infraestrutura de saúde local precisa trazer a eles a mensagem de que a saúde é importante.

‘’Manutenção preventiva da saúde é o primeiro passo para melhorar a administração de doenças crônicas’’, diz Chin.

Isso não será fácil. O universo da saúde, mesmo que esteja mudando para entregar tratamentos baseados em qualidade, ainda é acessível só para quem pode pagar serviços de mHealth – o que geralmente representa pessoas que já têm uma consciência saudável.

Ela completa, dizendo que o Projeto DOC procura criar um ‘’sistema de saúde que se baseia em levar empenho e dar escolha para as pessoas’’. Ele tem como alvo populações carentes desses serviços com doenças crônicas. Segundo a doutora, é onde os dólares estão sendo gastos e desperdiçados.

‘’Nós precisamos fazer esses pacientes se importarem com sua saúde’’, conclui Chin. ‘’Um empenho maior leva a uma saúde melhor, menos complicações e melhores resultados clínicos a curto e longo prazo’’.

O problema de populações carentes de serviços de saúde não acontece só nos Estados Unidos. Uma forma promissora de ajudar é entregando serviços de mHealth acessíveis. Você pode conhecer o que está sendo feito no segmento ao visitar o CIO Forum, no HIS – Hospital Innovation Show.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site mHealth Intelligence

4 formas de reduzir o tempo de espera nos consultórios

tempo de espera nos consultórios

Pacientes às vezes aguardam horas para serem atendidos. Para entregar um tratamento efetivo para eles, é importante reduzir o tempo de espera nos consultórios.

Não é segredo que os pacientes atendidos rapidamente ficam mais satisfeitos e mostram um resultado melhor do que os que enfrentam um longo tempo de espera nos consultórios. Em hospitais e departamentos emergenciais, cada minuto é importante para a recuperação.

Apesar de ser uma tarefa difícil diminuir o tempo de espera nos consultórios, já certos passos que a empresa pode dar para melhorar o serviço. O Institute of Medicine (IOM) recentemente lançou um relatório sobre o tempo de espera nos consultórios, com um panorama detalhado do problema e como ele pode ser resolvido.

Maiores causas

Diversos fatos contribuem para atrasos e um grande tempo de espera nos consultórios, incluindo:

  • Oferta e demanda incompatíveis;
  • Complexidade de reembolso
  • Agendamento com o plano de saúde;
  • Barreiras financeiras e geográficas.

O IOM sugere que os provedores de saúde aprendam com outras indústrias do setor privado para fazer uma diferença no tempo de espera nos consultórios, usando conceitos como a Gestão Lean ou Seis Sigma e aplica-los em seu segmento. A ideia é resolver alguns desses problemas melhorando a eficiência sem sacrificar a qualidade.

Diminuindo o tempo de espera nos consultórios

Com esse objetivo em mente, os administradores de clínicas devem tentar quatro estratégias-chave para melhorar o tempo de espera nos consultórios. São elas:

Reformular o processo de agendamento

Ao agendar procedimentos, deve-se levar em conta a oferta e demanda. A melhor ideia é apostar em datas em que a clínica não está lotada de pacientes para consultas. Assim, os procedimentos não atrapalham no tempo de espera nos consultórios.

Fazer a redução de tempo parte da cultura da clínica

Os administradores das clínicas devem fazer o tempo de espera nos consultórios uma prioridade. Isso significa que devem ser implementadas algumas políticas desenvolvidas para resolver o problema e seguidas pela equipe.

A equipe também deve se comprometer a avaliar regularmente o fluxo de trabalho, com o objetivo de investir em soluções que agilizem os tratamentos.

Incorporar as preferências do paciente

O agendamento deve ser focado no paciente, não no médico. Por isso, é importante que se descubra que tipo de mudanças atendem as demandas dos pacientes.

No caso de hospitais, alguns já estão tomando providências. Uma delas é o acesso a sistemas que permitem que o paciente agende consultas não emergenciais. Outra é dar um tempo de espera estimado pelo telefone, para que ele possa resolver outros assuntos, se necessário.

Considere métodos alternativos

Para diminuir o tempo de espera em consultórios, é possível usar métodos alternativos de tratamento. Uma delas é a telemedicina em alguns casos, que faz com que a consulta seja mais rápida e os outros pacientes não tenham que aguardar por muito tempo.

Na saúde, é sempre crucial economizar tempo. Você pode descobrir novas ideias para otimizar seus serviços comparecendo ao HIS – Hospital Innovation Show e se unindo a centenas de profissionais do segmento.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

5 estratégias para prevenir erros médicos

erros médicos

Uma pesquisa recente indica que erros médicos são a terceira maior causa de morte nos Estados Unidos. Mesmo que progressos tenham sido feitos nos últimos anos, eles não foram o suficiente.

Ideias para prevenção de erros médicos

O advogado James Lieber, autor do livro ‘’Como Erros Médicos se Tornaram a Terceira Maior Causa de Morte nos Estados Unidos e o que Pode Ser Feito a Respeito’’, escreveu um artigo no Wall Street Journal destacando alguns esforços que os hospitais fizeram no passado para prevenir erros médicos.

No artigo, Lieber fala sobre cinco estratégias que hospitais e médicos podem adotar para fazer uma grande diferença e reduzir os erros médicos. São elas:

Estruturar a conversa entre a troca de plantão

Um dos grandes contribuintes para erros médicos sérios é a falta de comunicação entre a equipe durante a troca de plantão. Segundo a Joint Commision, isso causa a maioria de ferimentos e mortes por erros médicos. Usar checklists e outras ferramentas para ter certeza de que nada foi esquecido é crucial para prevenir falhas.

Envolver o farmacêutico diretamente no tratamento

É comum que médicos e enfermeiros tratem o paciente juntos. Lieber propõe adicionar os farmacêuticos ao time. Dessa forma, os médicos podem ter informações diretas sobre como diferentes drogas podem afetar e piorar a condição do paciente e quais medicamentos prescrever no lugar delas. Os farmacêuticos também têm facilidade de descobrir erros médicos relacionados à medicação.

Trabalhar para reduzir infecções

A infecção hospitalar é uma das complicações mais perigosas da internação. Para evitar que os germes se espalhem, os hospitais devem estar sempre vigiando as cartilhas que regulamentam a limpeza dos quartos, dos instrumentos cirúrgicos, laboratório, entre outros. As instituições também precisam ter certeza de que a equipe está higienizando as mãos corretamente.

Evitar problemas de diagnóstico

Problemas de diagnóstico não incluem só erros de diagnóstico. A demora, o exagero de diagnóstico e o diagnóstico parcial também contam. Aqui, Lieber sugere que essa fase do tratamento inclua toda a equipe, de médicos à radiologistas. Se cada pessoa usar sua experiência de forma eficaz e não tiver medo de dar sua opinião, os erros médicos podem ser evitados.

Fazer com que o prontuário eletrônico seja interoperável

Requisitos de uso significativo devem mudar em breve e eles terão um grande foco em garantir que os sistemas de prontuário eletrônico de diferentes médicos e hospitais possam conversar entre si e compartilhar informações importantes do paciente. As instituições precisam se aproximar dos fornecedores de prontuário eletrônico e a equipe de TI para ter certeza que o sistema pode ser atualizado para fazer isso.

Convidamos nossos leitores a se unir a nós e centenas de profissionais no HIS – Hospital Innovation Show 2016 para discutir esse e outros problemas enfrentados na área. Não perca!

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

Diretoria da FBAH participa do XXXVI Congresso Uruguayo de Administradores de Servicios de Salud

cudass2016Paulo Camara, Liliana Cherfen, diretores executivos da FBAH, recepcionados pelo Dr. Oscar Réssia, presidente da Federación Latinoamericana de Administradores de la Salud, no Instituto Militar de Ensino Superior, em MontevidéuAconteceu em Montevidéu, Uruguai, nos dias 14 e 15 de setembro, evento da área da saúde de grande prestígio e repercussão na América Latina. A FBAH (Federação Brasileira de Administradores Hospitalares) foi convidada pelos Doutores Roberto Amorin e Carlos Alberto Peppe, presidentes do Congresso e do CUDASS, para participar e palestrar no evento.

Paulo Camara proferiu a palestra “A Saúde Contemporânea no Brasil”, sob o tema do painel “El Hospital del Futuro visto desde la óptica del Administrador en Brasil”, em que demonstrou indicadores da saúde no Brasil, tanto do sistema público quanto do complementar, expôs aos nossos vizinhos latino-americanos que o SUS atende, atualmente, 76,56% da população do nosso país, percentual extremamente significativo e que nos mostra que devemos estar preparados para mudanças essenciais e inevitáveis.

A saúde pública no Brasil precisa evoluir tecnologicamente, integralizar redes de dados e de comunicação, agilizar processos, enfim; é imprescindível um novo modelo, integrado em todos os âmbitos, em todos os níveis: primário, secundário e terciário.

“O Hospital do Futuro será o que vamos fazer hoje do sistema de saúde existente, mas, é claro, as realidades são diferentes em cada região, em cada país… e, quem sabe, em outra dimensão”, disse Paulo Camara ao encerrar sua palestra.

V Congresso Brasileiro Fenaess reuniu autoridades e especialistas do setor

Evento apresentou discussões sobre os obstáculos e as tendências da gestão dos serviços de saúde

FenaessNos dias 15 e 16 de setembro, a cidade de Manaus foi palco de importantes discussões sobre a saúde no país durante a realização do V Congresso Brasileiro FENAESS e do Encontro de Laboratórios FENAESS. O evento uniu grandes autoridades e importantes especialistas do setor que debateram os mais diversos temas, em especial os obstáculos e as tendências da gestão dos serviços de saúde. A edição deste ano foi organizada pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde do Estado do Amazonas (Sinessam), tendo à frente o presidente Dr. Adriano Terrazas.

Fizeram parte da mesa da cerimônia oficial de abertura do Congresso: o presidente da Fenaess, Dr. Breno de Figueiredo Monteiro; presidente do Sinessam e do congresso, Dr. Adriano Terrazas; secretário de Saúde de Manaus, Pedro Elias de Souza; presidente da Federação Brasileira de Hospitais (FBH), Luiz Aramicy Bezerra Pinto; presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS), Tércio Egon Kasten; e o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), José Carlos Abrahão. A união entre as entidades de saúde e a ética com a sociedade foram pontos que estiveram presentes no discurso de todas as autoridades. “É preciso que nós, e nossas organizações, entendamos que se não estivermos presentes nas discussões e rumos da saúde no Brasil, seja no âmbito federal, estadual ou municipal, estaremos fadados a encerrarmos nossas atividades em um curto espaço de tempo”, pontuou o presidente da Fenaess durante o seu discurso.

O ponto alto do primeiro dia foi a entrega da Comenda Francisco Ubiratan Dellape ao Dr. Olympio Távora Derze Corrêa, assessor técnico da CNS com mais de 62 anos de atuação na carreira da saúde. Após assistir ao vídeo de homenagem e receber a comenda das mãos de sua esposa, Dr. Olympio agradeceu o reconhecimento. “Estou próximo de encerrar minha carreira com a certeza que ao longo desses mais de 60 anos tentei fazer o melhor para a saúde e que fiz grandes amizades”. Ao final, foi realizado um coquetel aos participantes com apresentação de um grupo de Boi Bumbá, ressaltando a cultura local.

O segundo dia de evento foi aberto com uma explanação do Dr. Alexandre Zanetti, coordenador jurídico da CNS, sobre as Ações Judiciais em Tramitação. Entre os assuntos abordados, ele falou sobre a possibilidade da aprovação do PL 4330/2004 (atual PL 38/2015) sem alterações e o marco legal sobre a contratação de serviços especializados.

No encerramento do Congresso, o presidente do Sinessam, Dr. Adriano Terrazas, agradeceu a confiança depositada no sindicato para a realização do evento e também o apoio de todos que trabalharam na concretização do mesmo. O presidente e membros da diretoria da Fenaess anunciaram o Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Ceará (SINDESSECE) como o anfitrião do Congresso Brasileiro FENAESS 2017, na cidade de Fortaleza.

Encontro debate crise no setor e aponta perspectivas e estratégias para enfrentá-la

FBHNa noite da última quarta-feira (21), a Associação dos Hospitais do Paraná- AHOPAR e a Federação Brasileira de Hospitais - FBH realizaram o 6º Encontro Paranaense da Saúde e a 11ª Convenção Brasileira de Hospitais, com o objetivo de fortalecer e ampliar a representatividade do setor, além de buscar a evolução da saúde e a melhoria do segmento hospitalar. Com o tema “Aprendendo com a crise”, o evento contou com uma palestra magna proferida pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg, comentarista econômico do Jornal da Globo e Globonews e âncora do programa CBN Brasil.

A cerimônia de abertura teve o pronunciamento dos presidentes da Federação Brasileira de Hospitais, Luiz Aramicy Pinto; da Associação dos Hospitais do Paraná, Benno Kreisel; da Confederação Nacional de Saúde, Tércio Egon Kasten; da Federação dos Hospitais do Paraná, Renato Merolli; e do Conselho de Medicina do Paraná, Luiz Ernesto Pujol.

Foram mais de 600 inscritos entre gestores, administradores, advogados, profissionais das diversas áreas de atuação na Saúde, além de estudantes. “Crise e perspectivas da Saúde privada no país”, “O que e como comunicar em tempos de crise”, “Mudanças em tempos de crise”, “Ética, judicialização da Saúde e a legislação brasileira" são alguns dos temas de discussão.

O encontro acontece até esta sexta-feira (23), na Universidade Positivo, em Curitiba.