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Hospital das Forças Armadas melhora resultados e processos

Serviços de saúde focados no paciente

No Brasil, o Hospital das Forças Armadas (HFA) assiste a mais de 500 mil pessoas anualmente, incluindo oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica e a Presidência da República.

Localizado em Brasília (DF), o Hospital tem como objetivo propiciar um atendimento mais humanizado, com vistas a ampliar o número de atendimentos, e com isso, procurar incentivar seus potenciais usuários a optarem por realizar os procedimentos de saúde no HFA em vez de procurar a Rede Particular. Para tanto, a instituição vem investindo em soluções de tecnologia que garantam mais agilidade e precisão aos atendimentos.

Melhorias necessárias, desde a entrada do paciente até sua alta médica, implicaram na implantação de um intenso processo de humanização do atendimento hospitalar, além de um novo sistema de tecnologia de armazenamento de dados que atendesse às necessidades dessa nova fase do Hospital.

A principal mudança acontecerá com a instalação do software de gestão hospitalar, adquirido pela instituição e que vai gerenciar todo o Hospital, desde a área médica até contas e controle de estoque. Atualmente em fase de instalação, a aquisição foi o principal fator motivador para a procura de uma nova solução de armazenamento de dados.

“Temos grandes expectativas para os próximos meses porque o software de gestão vai abarcar todos os sistemas do HFA e, por isso, vai exigir uma capacidade muito grande de processamento”, afirma o Major Lauria, gestor de TI do Hospital das Forças Armadas. “Essa é uma estratégia que vai influenciar a rotina do Hospital inteiro. À medida que atendemos mais pacientes, melhoramos a nossa receita e aprimoramos a nossa capacidade de atendimento aos usuários, além de destinarmos mais investimentos para a área de pesquisa, um dos pilares da entidade”.

Aumento da demanda impulsiona procura por serviço mais eficaz de storage

O principal desafio para o HFA era a avaliação e utilização de um grande volume de dados simultaneamente. Atualmente, a organização tem mais de 1.500 usuários cadastrados para a utilização do sistema que realizam cerca de 500 acessos simultâneos diariamente, em três turnos de trabalho. Com a expectativa de aumento significativo do número de acessos, principalmente na busca de imagens e prontuários eletrônicos, o storage anterior não suportaria adequadamente a demanda.

O sistema de armazenamento de dados do Hospital é dedicado quase totalmente ao arquivamento de imagens de exames realizados nos pacientes. Embora o provedor anterior atendesse satisfatoriamente às demandas da instituição, a expectativa de crescimento da demanda pedia uma solução capaz de dar não só um suporte maior e de mais qualidade na entrega de informações, mas possibilitar futuras melhorias na qualidade do atendimento do HFA.

“O HFA precisa manter sempre o mais alto nível de qualidade em seus serviços, isso porque presta assistência hospitalar à Presidente da República, o Corpo Diplomático, Ministros, funcionários do Congresso, além de militares das três Forças e seus familiares”, explica o Major Lauria.

A instituição tinha a opção de contratar a solução do fornecedor anterior, que também oferecia a possibilidade de armazenamento em SSD. Entretanto, a solução da Pure Storage foi a que melhor atendeu a demanda de performance do Hospital.

Segundo o Major, o benefício mais notório e importante da solução foi a agilidade no processamento de dados. Desde a implantação de dois FlashArrays, cada um com 5 teras de armazenamento, a velocidade do sistema aumentou em três vezes e a expectativa é que chegue a nove. A mudança também melhorou a comunicação da área técnica com a de negócios, proporcionando uma melhor performance nos sistemas estruturantes do Hospital.

A Pure também promoveu vantagens relevantes em relação à taxa de compressão de dados. O espaço dedicado para o armazenamento já diminuiu em 4 vezes, com perspectiva de cair para nove quando o sistema estiver funcionando plenamente. Há ainda uma forte expectativa de diminuição considerável do uso de energia elétrica com a utilização da solução. O HFA segue orientações do programa Esplanada Sustentável, do Governo Federal, para reduzir uso e custos de eletricidade.

Outro ponto levantado como determinante para a escolha foi a flexibilidade e a segurança do equipamento. De acordo com o HFA, esses fatores são muito importantes para o Hospital, onde se utiliza um ambiente heterogêneo de armazenamento. “Percebemos essa flexibilidade na fase de implantação e não registramos nenhum problema de comunicação com o storage antigo”, avalia o Major Lauria. Em relação à segurança, com taxa de chamada zero desde a implantação, o HFA diz estar bastante tranquilo.

Lauria enfatiza ainda que o desempenho da solução da Pure supera as métricas de SLA requisitadas pelo HFA.

Os 4 maiores desafios financeiros na saúde

Desafios financeiros

Com isso em mente, a Siemens Financial Services fez uma pesquisa com administradores de finanças ao redor do mundo para descobrir seus maiores desafios financeiros na saúde.

Apesar de estarem localizadas em diferentes lugares e terem tamanhos distintos, as instituições reportaram desafios financeiros que podem ser considerados universais. Segundo o relatório da pesquisa, os quatro mais são:

Gerenciar investimentos em um ambiente com restrições de capitais

Entre leis que mudam frequentemente, a expansão do acesso à saúde e o crescimento das demandas de pacientes, os hospitais precisam de acesso a mais recursos financeiros para se manter. Além disso, a pressão do corte de custos enquanto melhoram resultados colocam restrições e desafios financeiros de quanto dinheiro a instituição pode gastar para favorecer o serviço.

Acesso à inovação digital e à transformação tecnológica

Novas tecnologias médicas estão sendo desenvolvidas rapidamente. Porém, os hospitais nem sempre podem tirar vantagem desses benefícios, seja por contenção de gastos ou por estruturas de TI desatualizadas.

Como há uma pressão crescente para usar a tecnologia para melhorar os resultados de pacientes, mais instituições estão superando esses desafios financeiros e explorando como conseguir dinheiro para implementar novos dispositivos médicos, sistemas de prontuário eletrônico e outras inovações.

Se adaptar a novas forças de mercado

Fusões são partes significantes do cenário da saúde. Grandes financiadores estão se consolidando em companhias ainda maiores, enquanto hospitais estão unindo forças embaixo do mesmo guarda-chuva coorporativo.

Existe uma crescente pressão do governo para ter certeza de que esses arranjos são legítimos. Os pacientes também estão fazendo com que suas vozes sejam ouvidas, como consumidores. Essas pressões e desafios financeiros, combinados com a dificuldade de recrutar e reter talento clínico criaram uma tensão para as empresas.

Atender aos requisitos regulamentares

Hospitais e provedores precisam ter a certeza de que estão trabalhando de acordo com um número regulamentações, o que influencia desde a privacidade dos pacientes até o resultado dos procedimentos.

Não atender a essas regras pode prejudicar a instituição. Por isso, o ideal é ter fundos disponíveis para investir em fazer tudo conforme requerido.

Reagindo aos desafios financeiros

Provedores de saúde estão reagindo a esses desafios financeiros de diversas maneiras, como:

  • Encontrando fontes alternativas de fundo para melhora de capital;
  • Buscando diferentes métodos de pagamento por serviços;
  • Agrupamento de serviços para poupar nos custos totais de propriedade (Por exemplo: usar sistemas unificados do mesmo fornecedor que inclui manutenção, software e custos de serviço).

Não importa como a companhia escolhe criar uma estratégia para resolver os desafios financeiros. É importante buscar na variedade de opções uma forma de cobrir as responsabilidades, sobreviver à pressão do mercado e incluir inovações tecnológicas na instituição.

Para descobrir como os líderes de grandes empresas como Hospital Alvorada, Hospital Sírio Libanês, Banco Santander e PwC superaram os desafios financeiros, compareça ao CFO Summit no HIS – Hospital Innovation Show.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

Os prós e contras do prontuário eletrônico

prontuário eletrônico

Nem todos os médicos estão empolgados em trabalhar com o sistema de prontuário eletrônico, segundo o relatório feito pelo IDC. Entre 212 profissionais entrevistados, 58% se mostraram insatisfeitos, muito insatisfeitos ou neutros sobre o software de prontuário eletrônico.

A maior razão para esse resultado é a perda da produtividade. Entre os médicos insatisfeitos com o prontuário eletrônico, as maiores causas reportadas incluem:

  • O prontuário eletrônico demanda mais tempo de preenchimento (citado por 85% dos entrevistados);
  • A falta de tempo faz com que os médicos consigam atender menos pacientes (reportaram 66% dos profissionais);

Problemas específicos do software de prontuário eletrônico também foram reportados pelos médicos. As maiores reclamações foram:

  • Falta de usabilidade;
  • Interface mal desenvolvida;
  • Falta de acesso à tecnologia móvel;
  • Processos ineficientes;
  • Falta de treinamento;
  • Suporte inadequado.

Porém, nem tudo relacionado ao prontuário eletrônico é ruim. Dos entrevistados, 42% dos profissionais alegaram estar satisfeitos com o sistema. Alguns médicos apontaram aspectos positivos e benefícios, como:

  • Redução do número de relatório de pacientes perdidos (82% dos entrevistados);
  • A habilidade de acessar dados do paciente e outros documentos remotamente (75% de resposta);
  • Pagamentos de incentivo de programas federais para a adoção do sistema de prontuário eletrônico (reportado por 56% dos médicos).

Enquanto ainda existem diversos problemas para serem resolvidos, os profissionais ainda esperam ter mais benefícios ao usar o prontuário eletrônico. O objetivo principal de adotá-lo, segundo os respondentes:

  • Melhoria da conformidade regulatória (citado por 56% dos provedores);
  • Melhoria da qualidade de tratamento (43% dos entrevistados);
  • Maior eficiência e produtividade (30% dos profissionais);
  • Melhoria da comunicação e colaboração (reportado por 22% deles).

Uma descoberta importante do estudo: as organizações de saúde precisam fazer mais para ajudar os médicos e outros profissionais a usar o prontuário eletrônico de forma mais eficiente.

Isso inclui escolher sistemas que suportam as necessidades dos médicos, assim como oferecer treinamento e outras ferramentas que ajudam a quebrar a barreira da nova tecnologia e usar o software com mais facilidade.

Gostaríamos de aproveitar a discussão e convidá-lo para discutir com outros profissionais sobre as dificuldades e melhores práticas na saúde. O encontro acontecerá durante o HIS – Hospital Innovation Show.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

3 formas únicas de diminuir a readmissão hospitalar

readmissão hospitalar

Os hospitais devem tentar todas as estratégias possíveis para reduzir a readmissão hospitalar. O ideal para atingir o objetivo é pensar fora da caixa e pensar em diferentes ideias que podem ser adaptadas para cada tipo de paciente.

Diversos sistemas de saúde pelos Estados Unidos lançaram iniciativas de sucesso para melhorar a saúde de seus pacientes e diminuir a readmissão hospitalar.

Todas as empresas podem aprender com suas experiências. Essas técnicas usam de trabalho em equipe a tecnologia para impedir que os pacientes voltem para o hospital.

Veja três maneiras únicas que você pode usar para reduzir a readmissão hospitalar.

Educar os pacientes com antecedência

Evitar complicações pós-cirúrgicas é crucial para a recuperação do paciente. Aqui, é útil que eles assumam um papel ativo no processo.

Enquanto alguns hospitais esperam após a cirurgia para dar instruções de alta, o Centro Médico da Universidade de Pittsburgh resolveu fazer diferente. Para fazer com que o paciente se empenhe em sua recuperação pós-cirúrgica, o centro dá informações do que ele pode esperar antes e depois da cirurgia pelo menos três dias antes do procedimento acontecer. Eles também encorajam que os exercícios pós-operatórios sejam iniciados antes da cirurgia, para induzir o hábito.

Além disso, a equipe dá informações sobre prevenção de quedas e encorajam os pacientes a designar um membro da família como ‘’coach’’, para encorajá-los durante a fase de recuperação.

Essa abordagem ajudou muitas das instalações a prevenir readmissão hospitalar desnecessária.

Novos protocolos de curativos

Depois que um procedimento está completo, infecções no local da cirurgia são complicações comuns. O Boston’s New England Baptist Hospital começou a observar como a equipe tratava dos ferimentos dos pacientes depois de cirurgias de quadril e joelho.

O resultado: os curativos estavam sendo trocados muito frequentemente, enquanto algumas normas não estavam sendo seguidas à risca.

Diversos profissionais, incluindo assistentes e enfermeiros, trocavam os curativos dos pacientes sem aderir à higiene das mãos adequada ou sem usar os protocolos para a prática. Isso significa que a ferida estava sendo exposta a mais germes do que necessário, aumentando a chance de infecção e, consequentemente, de readmissão hospitalar.

Para prevenir isso, o hospital mudou sua abordagem. Os curativos só devem ser mudados uma vez, por um enfermeiro que seguirá todos os protocolos. Em alguns casos, os curativos não seriam trocados no hospital e sim pelo paciente em passa. Esse processo levou à redução de readmissão hospitalar por infecção pós-cirúrgica.

Usando o método de ensinar de volta

Pode ser difícil que alguns pacientes entendam as instruções de alta, especialmente se eles têm pouco conhecimento de saúde. Mesmo que eles tenham compreendido completamente, eles ainda podem fazer escolhas que levam à readmissão hospitalar.

Foi por isso que enfermeiros do Newton-Wellesley Hospital de Boston encorajam o uso do método de ensinar de volta. Primeiramente, eles educam o paciente sobre como eles devem se comportar após a alta. Depois, pede para que ele explique as instruções para a equipe em suas próprias palavras.

O próprio prontuário eletrônico avisa os enfermeiros para que iniciem essa conversa com pacientes com certas condições, como insuficiência cardíaca congestiva.

Esse método faz com que a informação ‘’grude’’ na cabeça do paciente e ainda dá a oportunidade para que ele faça perguntas e tire qualquer dúvida. A tática causou uma baixa da readmissão hospitalar em todos os tipos de cirurgias.

Não perca o Saúde Business Conference, onde você se encontrará com os maiores líderes de saúde para trocar experiências e aprender sobre práticas que podem melhorar os serviços de hospitais e clínicas.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

Kurt Bock é o novo presidente da VCI

FRANKFURT AM MAIN, Alemanha, 23 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- Durante o Encontro Geral Anual da Associação Alemã da Indústria Química (VCI) em Düsseldorf, o Dr. Kurt Bock foi eleito para ocupar o cargo de presidente da VCI. Bock é o presidente do Conselho Executivo da BASF SE, em Ludwigshafen, e tem sido membro do conselho executivo e da diretoria da VCI desde o outono de 2011. Seu mandato de dois anos começa em 24 de setembro de 2016 e obedecerá o estipulado nas leis municipais até o encontro geral anual de 2018.

Ao se pronunciar como presidente eleito, Bock disse: "A indústria química e farmacêutica está passando por uma mudança radical. A globalização e a digitalização estão transformando a produção e os modelos de negócios em nosso setor. Isso acontece em um momento em que populações em rápido crescimento em países emergentes e em desenvolvimento e a necessidade de desenvolvimento sustentável estão exigindo novas soluções. Esse processo de transformação oferece um enorme potencial para impulsionar a competitividade e a inovação e para fortalecer a base industrial da Alemanha. Os atores da indústria química e farmacêutica têm a expertise e as ideias para ajudar a conformar as mudanças tecnológicas e sociais necessárias de uma maneira responsável. Com o "Chemie 4.0" sustentável e auspicioso podemos dar uma grande contribuição para melhorar a prosperidade e a qualidade de vida. A melhor maneira de aproveitar essa oportunidade é conseguir que todos os grupos de interesse relevantes do setor, da política e da sociedade civil trabalhem conjuntamente".

Os vice-presidentes da VCI eleitos no encontro são:

  • Werner Baumann, presidente do Conselho de Diretores Executivos da Bayer AG;
  • Hans Van Bylen, presidente do Conselho de Diretores Executivos da Henkel AG & Co. KGaA;
  • Dr. Klaus Engel, presidente do Conselho de Diretores Executivos da Evonik Industries AG.

O presidente e os três vice-presidentes constituem o conselho executivo da associação.

Observe, por favor: você pode encontrar fotos e um currículo do Dr. Kurt Bock em http://www.vci.de/pressefotos.

Contato:
VCI
Telefone +49/69-2556-1496
e-mail: presse@vci.de

FONTE The German Chemical Industry Association (VCI)

Comunidade científica internacional dá boas-vindas à inauguração do China National GeneBank

SHENZHEN, China, 22 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- A inauguração oficial no dia de hoje do Banco Nacional de Genes da China (CNGB - China National GeneBank) marca uma nova fase da colaboração genômica entre a China e o setor internacional, fornecendo aos cientistas de todo o mundo acesso a um dos mais completos e sofisticados biorrepositórios com o objetivo de permitir avanços nas pesquisas sobre a saúde humana e contribuir para os esforços de conservação da biodiversidade.

Sediado em Shenzhen e inaugurado oficialmente em 22 de setembro de 2016, o CNGB, no valor de um bilhão de dólares, ocupa mais de 47.500 metros quadrados e tem uma estrutura integrada de "Três Bancos e Duas Plataformas", formada por um Biorrepositório, Centro de Dados de Bioinformática e Banco Biológico Vivo, uma Plataforma de Digitalização e uma Plataforma de Síntese e Edição.

Parceiros de todas as partes do mundo deram boas-vindas à contribuição do CNGB para a colaboração científica e a preservação da biodiversidade do planeta.

Iniciado pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (China's National Development and Reform Commission) em 2011, o CNGB é o resultado de cinco anos de desenvolvimento pela maior organização de genômica do mundo, a BGI.

O Presidente e co-Fundador da BGI, Professor Jian Wang, disse que a missão do CNGB é preservar a essência de bilhões de anos de história evolutiva e depósito da base de vida de bilhões de pessoas.

"O Banco Nacional de Genes da China representa a nova geração de um repositório de recursos genéticos, base de dados de bioinformática, base de dados de conhecimento e um acervo de ferramentas, para sistematicamente 'Armazenar, Ler, Compreender, Escrever e Aplicar' dados genéticos", disse o Diretor do CNGB, Sr. Yonghong Mei.

"O CNGB integrará novas tendências na ciência da vida e nos desenvolvimentos internacionais de ponta em tecnologias ômicas para fortalecer ainda mais a função de 'três bancos e duas plataformas', um modelo que abrange o espectro desde os recursos até a pesquisa científica".

O Estágio I do Biorrepositório do CNGB armazena mais de 10 milhões de amostras biológicas rastreáveis, incluindo material humano, vegetal, animal e micróbios e estabelecerá padrões internacionais para coleta, armazenamento e gerenciamento de amostras biológicas.

O Centro de Dados de Bioinformática se concentra no estabelecimento de um sistema de gerenciamento de dados de alto desempenho para armazenar e interpretar informações biológicas e, durante sua primeira fase, já atingiu 20PB (20 milhões de gigabytes) de capacidade de acesso e alcançará 500PB na fase II. O Centro hospeda mais de 10 bases de dados, com um mecanismo de busca, transmissão de dados e suporte de computação em nuvem.

A Plataforma Digital que foi lançada está equipada com 150 sequenciadores de bancada BGISEQ-500 e 1 super sequenciador, RevolocityTM, que produz 5PB de dados por ano, o que equivale à capacidade de sequência de 50.000 sequências completas de genomas.

A Plataforma de Síntese e Edição tem por objetivo desenvolver uma fundição de alta produtividade e baixo custo.

O Banco Vivo deverá guardar e proteger cerca de 300.000 espécies de plantas e milhões de animais e micróbios e irá acelerar a digitalização de recursos para dar origem a outras aplicações inovadoras.

"O CNGB tem por objetivo criar uma rede para incentivar a colaboração e a comunicação globais e para promover a inovação na comunidade", disse o Diretor Executivo do CNGB, Dr. Xun Xu. O CNGB estabeleceu colaborações estratégicas com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO – Food and Agriculture Organization), com o Conselho de Pesquisa Agrícola Internacional (CGIAR - Consultative Group for International Agricultural Research), com o Instituto Smithsoniano (IS) e com a Rede de Biodiversidade Genética Global (Global Genome Biodiversity Network).

A inauguração do CNGB também contou com a assinatura de acordos com os parceiros globais Svalbard Global Seed Vault, Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer (DKFZ), Instituto de Tecnologia Avançada de Shenzhen, Huawei e Aliyun nas áreas de digitalização de sementes, da epigenética da saúde infantil e síntese de genomas de fagos.

O Instituto Smithsoniano sob o comando do Secretário da Ciência, W. John Kress, informou que o armazenamento da biodiversidade do planeta em bancos de genes para o futuro foi uma das mais importantes e essenciais iniciativas que os cientistas podiam tomar.

"A colaboração entre a BGI, o Banco Nacional de Genes da China e o Instituto Smithsoniano forma uma forte parceria entre as principais organizações de pesquisa que nos garantirá a obtenção desse objetivo", ele disse. "O trabalho conjunto é a melhor garantia para o sucesso".

O líder do Genome 10K Consortium, Stephen J. O'Brien, disse, "Em nome da liderança do Genome 10K Consortium, tenho o prazer de apresentar nossos mais profundos e sinceros parabéns aos cientistas e aos líderes da BGI na inauguração desse inovador e audacioso prédio do Banco Nacional de Genes da China (CNGB), em Shenzhen. O CNGB deverá se tornar um centro de referência na sequência de genomas, análise e divulgação de dados para a melhoria translacional do nosso frágil planeta, dando prosseguimento à bem estabelecida tradição da BGI de criar interseções científicas abertas e voltadas para o futuro por todo o globo".

Para mais informações, entre em contato com:

Bicheng Yang, BGI, +86-755-36307212, yangbicheng@genomics.cn

FONTE BGI

Não há equilíbrio entre a vida pessoal e profissional de médicos, diz estudo

vida pessoal e profissional

Segundo a psicóloga Catherine Hambley, um grande número de médicos não têm tempo adequado para balancear sua vida pessoal e profissional.

Ela está certa. 71% dos médicos que responderam à pesquisa Great American Physician disseram não ter tempo para si. Além disso, mais da metade dos pesquisados respondeu que possui um péssimo balanço entre a vida pessoal e profissional. Catherine Hambley mostrou uma prévia da pesquisa em uma matéria escrita para a Physicians Practice.

A maioria dos médicos trabalha entre 41 e 60 horas semanais, enquanto alguns passam das 80 horas, segundo a pesquisadora. Muitos profissionais gostariam de diminuir o tempo trabalhado, com 61% dizendo que eles fariam uma jornada parcial, se pudessem. Para muitos médicos, tempo é mais valioso do que dinheiro.

Alguns até deixariam de lado a especialização dos sonhos para ter mais tempo. Dos entrevistados, muitos disseram que escolheriam uma área que oferecesse mais tempo para equilibrar a vida pessoal e profissional, o que seria mais importante para eles do que o lucro financeiro.

‘’Frequentemente, os médicos pagam o preço pelo desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional, o que pode resultar em fadiga, problemas de saúde, esgotamento e stress’’, disse Hambley. Porém, há formas dos profissionais aliviarem a pressão.

Os médicos podem começar avaliando suas prioridades e valores. Isso pode ser feito observando a vida pessoal e profissional e o próprio bem-estar deles e de suas famílias. Eles podem administrar seu tempo de trabalho baseado nesses valores, segundo Hambley.

Há também formas práticas para que os médicos melhorem o balanço entre a vida pessoal e profissional. Entre as recomendações da psicóloga estão:

  • Aprender a delegar: quando os médicos pegam toda a responsabilidade para si, é difícil tirar o trabalho da cabeça, mesmo estando em casa;
  • Deixar o e-mail para lá: a profissional indica que os médicos chequem seus e-mails somente três a quatro vezes por dia;
  • Aproveitar o tempo em família: levar o trabalho para casa pode ser prejudicial. Quem faz isso perde totalmente a linha que divide a vida pessoal e profissional;
  • Ouvir a equipe: se o médico trabalha em grupo, é importante ouvir as ideias da equipe. Isso pode otimizar um tempo que poderia ser gasto com a família e amigos.

Uma grande quantidade de horas trabalhadas (dentro e fora do consultório) pode dificultar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Para descobrir novas formas de economizar tempo e viver de forma plena, não deixe de comparecer ao HIS – Hospital Innovation Show, e descubra o que a inovação pode fazer pelos seus processos.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Fierce Healthcare

Amgen anuncia resultados preliminares positivos do estudo de imagem GLAGOV de fase 3 com Repatha (evolocumabe)

SÃO PAULO, 22 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- Amgen (NASDAQ:AMGN) anunciou hoje que o estudo de Fase 3 GLAGOV (GLobal Assessment of Plaque ReGression with a PCSK9 AntibOdy as Measured by IntraVascular Ultrasound [Avaliação Global de Regressão de Placas com um Anticorpo Contra PCSK9 Conforme Medida por Ultrassom Intravascular]), que avaliou o feito de RepathaTM (evolocumabe) sobre a doença arterial coronariana (DAC) alcançou seus desfechos primários e secundários.

O estudo GLAGOV é um grande estudo utilizando imagem intravascular coronariana seriada, concebido para testar se o tratamento com RepathaTM modifica o acúmulo de placa aterosclerótica nas artérias coronarianas de pacientes já tratados com terapia otimizada de estatina.

Resultados detalhados do estudo de Fase 3 GLAGOV serão apresentados durante as próximas Sessões Científicas da American Heart Association (AHA) de 2016, na terça-feira, dia 15 de novembro de 2016, entre 10h45 e 12h00 CST.

"Estamos satisfeitos com os resultados positivos deste estudo que mostram que Repatha modifica o processo de formação da aterosclerose", disse Sean E. Harper, M.D., vice-presidente executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Amgen. "Acreditamos piamente no potencial de Repatha de assistir na luta contra a doença cardiovascular, e estamos ansiosos para compartilhar esses dados com a comunidade científica nas Sessões Científicas da AHA".

O médico Francisco Antonio Helfenstein Fonseca, livre docente da disciplina de Cardiologia da EPM/UNIFESPO, comenta os resultados preliminares do estudo GLAGOV:

"São importantes, pois mostram que evolocumabe (Repatha) não apenas reduz adicionalmente os níveis de colesterol, mas modifica favoravelmente a evolução da aterosclerose coronariana – que consiste no acúmulo de placas de colesterol nas paredes das artérias do coração, causando obstrução do fluxo sanguíneo - em pacientes já em tratamento otimizado com estatinas e outros hipolipemiantes.

As modificações no volume percentual do ateroma e volume total do ateroma, obtidas pelo ultra-som intracoronário, constituíram notável avanço no tratamento da aterosclerose e foram inicialmente descritas apenas com estatinas potentes em doses máximas. Agora, modificação adicional foi obtida com evolocumabe e os resultados detalhados do estudo serão mostrados em novembro durante o congresso da American Heart Association.

 A doença coronariana é a principal causa de morte em todo o mundo e muitos pacientes de alto risco ainda apresentam considerável risco residual a despeito de tratamento com redutores de colesterol e outros fármacos. Assim, os resultados do estudo GLAGOV são muito promissores para redução adicional de eventos cardiovasculares. No próximo ano, o estudo FOURIER, um grande estudo envolvendo pacientes de alto risco cardiovascular mostrará o impacto desta terapia com evolocumabe na redução dos eventos relacionados com a aterosclerose."

GLAGOV é um estudo de Fase 3, multicêntrico, duplo-cego, randomizado e controlado por placebo que avalia o impacto de Repatha™, sobre o volume do ateroma coronariano em 968 pacientes com DAC que recebem terapia otimizada com estatina e foram submetidos a cateterismo coronariano. Os pacientes foram randomizados para receber 420 mg de Repatha™ ou injeções subcutâneas de placebo uma vez por mês.

Nenhum achado novo de segurança foi identificado no estudo GLAGOV. A incidência de eventos adversos do tratamento foi comparável entre os dois grupos.

No Brasil, RepathaTM está disponível desde agosto deste ano, e muitos pacientes já vêm se beneficiando também através dos estudos clínicos como o GLAGOV, FOURIER, TAUSSIG, que abrangem diferentes situações em que há necessidade de redução intensa do colesterol.

No Brasil, em média, 820 brasileiros morrem de alguma doença cardiovascular todo dia, uma média de 1 morte a cada 2 minutos2  

Desenho do Estudo GLAGOV

GLAGOV (GLobal Assessment of Plaque ReGression with a PCSK9 AntibOdy as Measured by IntraVascular Ultrasound [Avaliação Global de Regressão de Placas com um Anticorpo Contra PCSK9 Conforme Medida por Ultrassom Intravascular]) é um estudo de Fase 3, multicêntrico, duplo-cego, randomizado e controlado por placebo concebido para avaliar o efeito de Repatha™ sobre a alteração na carga de DAC em 968 pacientes submetidos a cateterismo cardíaco e em tratamento regular otimizado com estatina.

Os pacientes foram randomizados a 1:1 em dois grupos de tratamento para receber 420 mg de Repatha™ ou injeções subcutâneas de placebo uma vez por mês. O desfecho primário foi a alteração percentual no volume do ateroma (PAV) a partir da linha basal até a semana 78 em comparação com placebo, conforme determinada por ultrassom intravascular (IVUS). O IVUS é uma ferramenta de imagiologia de alta resolução que permite a quantificação do ateroma nas artérias coronarianas.

Os desfechos secundários incluíram a regressão do PAV (qualquer redução a partir da linha basal); alteração no volume total do ateroma (VTA) a partir da linha basal até a semana 78; e regressão (qualquer redução a partir da linha basal) no VTA.

Sobre Repatha® (evolocumabe)

Repatha (evolocumabe) é um anticorpo monoclonal humano que inibe a pró-proteína humana convertase subtilisina/kexina tipo 9 (PCSK9). Repatha™ se liga à PCSK9 e inibe a PCSK9 circulante de se ligar ao receptor de lipoproteína de baixa densidade (LDLR), impedindo a degradação de LDLR mediada por PCSK9 e permitindo que o LDLR recicle de volta à superfície celular do fígado. Ao inibir a ligação da PCSK9 ao LDLR, Repatha™ aumenta o número de LDLRs disponíveis para eliminar a LDL do sangue, reduzindo, assim, os níveis de LDL-C.6

Repatha está aprovado em mais de 40 países, incluindo os EUA, Japão, Canadá e todos os 28 países-membro da União Europeia. Solicitações em outros países estão pendentes.

Sobre a Amgen Cardiovascular

Com mais de três décadas de experiência no desenvolvimento de medicamentos biotecnológicos para pacientes com doenças graves, a Amgen se dedica a tratar de questões científicas importantes para avançar na assistência e melhorar as vidas dos pacientes com doença cardiovascular, a principal causa de morbidade e mortalidade no mundo.1 A pesquisa da Amgen em doença cardiovascular, e as potenciais opções de tratamento, são parte de uma competência crescente na Amgen que utiliza genética humana para identificar e validar determinados medicamentos. Através de seus próprios esforços de pesquisa e desenvolvimento, bem como parcerias, a Amgen está construindo um portfólio cardiovascular robusto de diversas moléculas aprovadas e experimentais na tentativa de tratar uma série de necessidades atuais não atendidas dos pacientes, como colesterol alto e insuficiência cardíaca.

Sobre a Amgen

A Amgen está comprometida a libertar o potencial da biologia para pacientes que sofrem de doenças graves através da descoberta, do desenvolvimento, da fabricação e do fornecimento de terapias inovadoras para humanos. Essa abordagem se inicia com a utilização de ferramentas, como a genética humana avançada, para desvendar as complexidades da doença e compreender os fundamentos da biologia humana.

A Amgen se concentra em áreas com necessidades médicas não atendidas e aproveita sua experiência para lutar por soluções que melhorem os resultados de saúde e melhorem drasticamente a vida das pessoas. Pioneira em biotecnologia desde 1980, a Amgen cresceu para se tornar uma das maiores empresas independentes de biotecnologia do mundo, alcançando milhões de pacientes e desenvolvendo medicamentos com potencial inovador.

Declarações Prospectivas

Este comunicado à imprensa contém declarações prospectivas que se baseiam nas expectativas e crenças atuais da Amgen. Todas as declarações, além das declarações sobre fatos históricos, são declarações que podem ser consideradas declarações prospectivas, incluindo estimativas de receitas, margens operacionais, despesas de capital, dinheiro, outras métricas financeiras, resultados ou práticas clínicas ou regulatórias, políticas, arbitrárias, legais esperadas, hábitos de consumo ou práticas médicas, atividades de reembolso e resultados e outras estimativas e resultados.

As declarações prospectivas envolvem riscos e incertezas significantes, incluindo os discutidos abaixo e descritos mais detalhadamente nos relatórios da Securities and Exchange Commission apresentados pela Amgen, incluindo o nosso mais recente relatório anual no Formulário 10-K e os relatórios periódicos subsequentes no formulário 10-Q e Formulário 8-K. Salvo disposição em contrário, a Amgen está fornecendo estas informações a partir da data deste comunicado de imprensa e não assume qualquer obrigação de atualizar quaisquer declarações prospectivas contidas neste documento como resultado de novas informações, eventos futuros ou de outra forma.

Nenhuma declaração prospectiva pode ser garantida e os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles que prevemos. Nossos resultados podem ser afetados pela nossa capacidade de comercializar com sucesso produtos novos e existentes no mercado interno e internacional, pelos desenvolvimentos clínicos e regulamentares envolvendo produtos atuais e futuros, pelo crescimento das vendas de produtos lançados recentemente, pela concorrência de outros produtos, incluindo biossimilares, pelas dificuldades ou atrasos na fabricação de nossos produtos e pelas condições econômicas globais.

Além disso, as vendas de nossos produtos são afetadas pela pressão de preços, pela vigilância política e pública e políticas de reembolso impostas pelos contribuintes terceiros, incluindo governos, pelos planos de seguro e prestadores de cuidados privados, e podem ser afetadas por desenvolvimentos regulamentares, clínicos e de diretrizes e tendências internas e internacionais em direção à contenção de custos de saúde.

Ademais, pesquisas, testes, preços, comercializações e outras operações realizadas por nós estão sujeitas à extensa regulamentação por parte das autoridades governamentais reguladoras nacionais e estrangeiras. Nós poderíamos, ou outros poderiam, identificar problemas de segurança, efeitos colaterais ou problemas de fabricação com os nossos produtos depois que eles estão no mercado.

Nosso negócio pode ser afetado por investigações do governo, litígios e reclamações de responsabilidade do produto. Além disso, nosso negócio pode ser afetado pela adoção de nova legislação fiscal ou pela exposição a obrigações fiscais adicionais. Se não formos capazes de cumprir as obrigações de conformidade do acordo de integridade corporativa firmado entre nós e o governo dos EUA, poderemos nos tornar objeto de sanções significativas.

Além disso, enquanto nós rotineiramente obtemos patentes para os nossos produtos e nossa tecnologia, a proteção oferecida pelas nossas patentes e solicitações de patentes pode ser impugnada, invalidada ou contornada pelos nossos concorrentes, ou podemos deixar de prevalecer em litígios de propriedade intelectual presentes e futuros.

Realizamos uma quantidade substancial de nossas atividades de fabricação comerciais em algumas instalações principais, e também dependemos de terceiros para uma parte de nossas atividades de fabricação, e limites sobre o suprimento podem restringir as vendas de alguns de nossos produtos atuais e o desenvolvimento de produtos candidatos.

 Além disso, competimos com outras empresas no que diz respeito a muitos dos nossos produtos comercializados, bem como na descoberta e no desenvolvimento de novos produtos. A descoberta ou identificação de novos produtos candidatos não pode ser garantida e a passagem de conceito para produto é incerta; consequentemente, não pode haver nenhuma garantia de que um determinado produto candidato será bem sucedido e se tornará um produto comercial.

Ademais, algumas matérias-primas, equipamentos médicos e componentes dos nossos produtos são fornecidos por fornecedores terceiros únicos. A descoberta de problemas significativos com um produto semelhante a um dos nossos produtos que implica toda uma classe de produtos pode ter um efeito adverso substancial sobre as vendas dos produtos afetados e em nossos negócios e resultados operacionais.

Os nossos esforços para adquirir outras empresas ou produtos e para integrar as operações das empresas que adquirimos podem não ser bem sucedidos. Podemos não ser capazes de acessar os mercados de capitais e de crédito, em condições que sejam favoráveis para nós ou em nenhuma condição.

Estamos cada vez mais dependentes de sistemas de tecnologia da informação, infraestrutura e segurança de dados. Nosso preço de ações é volátil e pode ser afetado por uma série de eventos. Nosso desempenho comercial pode afetar ou limitar a capacidade do nosso Conselho de Administração de declarar dividendos ou nossa capacidade de pagar dividendos ou recomprar nossas ações ordinárias.

REFERÊNCIAS

1.    Organização Mundial da Saúde. Doenças cardiovasculares (DCVs), ficha informativa.  http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs317/en/. Acessado em agosto de 2016.

2.    Policy Snapshot: Cholesterol Control and Management in Brazil, edição Abril 2015 (http://www.world-heart-federation.org/) [Acessado em 31 de março de 2016]

3.    Halcox JP, et al. Low Rates of Both Lipid-Lowering Therapy Use and Achievement of Low-Density Lipoprotein Cholesterol Targets in Individuals at High-Risk for Cardiovascular Disease across Europe. PLoS One. 2015;10(2).

4.    Informações de Prescrição de Repatha® nos EUA. Amgen.

Contato: 11- 3529-3470

FONTE Amgen

Federação Mundial do Coração apela aos governos para que ajam agora a respeito da saúde cardiovascular

NOVA YORK, 22 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Federação Mundial do Coração (WHF, sigla em inglês) está hoje emitindo um chamado aos governos a uma política global ,  para que implementem sistemas de vigilância e monitoramento das DCV (doenças cardiovasculares) para melhor prevenir, tratar e controlar as maiores responsáveis por mortes no mundo.

As DCV estão liderando as causas de mortes mundialmente, reclamando 17,5 milhões de vidas por ano. Entretanto, pelo menos 80% das mortes prematuras por DCV poderiam ser evitadas [1] com o tratamento de fatores de riscos comportamentais – e usando tratamentos simples – depois de um ataque cardíaco ou AVC.

O chamado aos elaboradores de políticas e aos governos foi feito hoje no encontro da Iniciativa Corações Globais (Global Hearts Initiative) da Organização Mundial de Saúde. A Iniciativa vai ajudar os governos a implementarem intervenções, tanto ao nível da população quanto clínico, para reduzir as taxas das DCV.

A OMS aponta três passos práticos que os elaboradores de políticas podem dar para coletar dados confiáveis, para formar uma política precisa e impactante em torno das DCV:

  1. Reforçar os sistemas de registro vital e de causa da morte
  2. Incluir a cobertura das principais intervenções das DCV nos existentes sistemas de informação de saúde
  3. Coletar informações quanto a uma subamostra representativa da população, sobre a prevalência e qualidade dos cuidados dos pacientes com hipertensão e DCV, e realizar periódica coleta de dados sobre os fatores de risco comportamentais e metabólicos (uso nocivo de álcool, inatividade física, uso de tabaco, dieta não saudável, sobrepeso e obesidade, aumento da pressão sanguínea, aumento do açúcar no sangue e hiperlipidemia) e determinantes da exposição de risco tais como marketing alimentício, de tabaco e álcool, numa subamostra da população.

No Dia Mundial do Coração, a WHF também vai lançar seu resumo da política, que identifica lacunas e necessidades dos sistemas globais de vigilância e monitoramento da DCV.

O DR. Salim Yusuf, presidente da WHF, diz: "Sabemos que robustos monitoramento e vigilância são fundamentais para guiar que políticas e estratégias nós implementamos, e se elas são bem-sucedidas na redução das taxas de DCV. Países que medem essas taxas também são aqueles que demonstram as maiores reduções das DCV.

"Apelamos aos governos para que reforcem seu compromisso com a prevenção de mortes prematuras, tomando algumas medidas fundamentais para melhor vigilância das suas populações".

Demonstre seu apoio ao Dia Mundial do Coração (World Heart Day) tuitando @worldheartfed com sua #HealthyHeartSelfie (selfie do coração saudável).

Leia o completo chamado para uma política global e faça  download do modelo da carta da WHF apelando aos governos para que implementem sistemas de vigilância e monitoramento das DCV, confiáveis e adequados para a finalidade.

http://www.worldheartday.org

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1. http://www.world-heart-federation.org/what-we-do/world-heart-day/about-world-heart-day/

FONTE The World Heart Federation (WHF)

Veja como funciona um hospital virtual

hospital virtual

O Hospital Mercy, em St. Louis, queria ter certeza de que os pacientes evitassem viagens desnecessárias ao hospital por condições que poderiam ser tratadas em casa. Por isso, ele começou a usar a telemedicina e virou o primeiro hospital virtual dos Estados Unidos.

Para tornar a ideia realidade, o hospital criou o Mercy Virtual Care Center, uma instituição de 54 milhões de dólares inteiramente dedicada à avaliação remota de pacientes. No hospital virtual, os médicos fazem videoconferências com os pacientes e monitoram os sinais vitais através de sensores ligados a um iPad.

O centro de tratamento é conhecido como ‘’o hospital sem camas’’ e está aberto desde outubro de 2015. Segundo um artigo da CNN, é a primeira instituição do tipo no país.

Tratamento remoto

Os pacientes que se sentem doentes o bastante para ir ao pronto-socorro devem ligar primeiro no serviço de hospital virtual do Mercy. Assim como na presencial, a instituição possui uma equipe por 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Atualmente, o hospital virtual está participando de um programa piloto para coordenar o tratamento de pacientes que possuem doenças crônicas e requerem diversas consultas de acompanhamento.

Semanalmente, os funcionários do hospital virtual fazem aos pacientes as mesmas perguntas que eles ouviriam em uma consulta presencial.

Se os pacientes reportarem qualquer desconforto, os funcionários podem avaliar visualmente seus sintomas através da videoconferência e rever seus sinais vitais para decidir se alguma intervenção médica é necessária. Algumas vezes, tudo o que é preciso é descanso ou uma mudança de medicação para fazer o paciente se sentir melhor, o que não precisa obrigatoriamente ser feito de forma presencial.

Desafios e desvantagens

Enquanto a abordagem tecnológica é muito popular, os críticos dizem que pode ser difícil manter a continuidade do tratamento em um hospital virtual, já que os pacientes podem nem sempre falar com o mesmo funcionário a cada ligação.

De qualquer forma, o hospital virtual tenta fazer com que o paciente fale sempre com a mesma pessoa, assim como acontece em alguns prontos-socorros.

O aspecto tecnológico do hospital virtual pode não ser atraente para os pacientes mais velhos. Alguns deles não estão confortáveis usando tablets e podem ficar confusos ao fazer uma videoconferência.

Apesar dessa dificuldade, a equipe do hospital virtual trabalha com as habilidades tecnológicas dos pacientes, para que isso não afete negativamente o tratamento.

Por exemplo: para uma paciente de 99 anos, o hospital virtual modificou o programa para que ela não tenha que usar o tablete sozinha. A consulta acontece durante uma ligação comum por telefone e um membro da família mede os sinais vitais manualmente.

Indo de encontro com qualquer desvantagem, o hospital virtual já fez um impacto positivo no Hospital Mercy. Em pouco tempo aberto, as visitas ao pronto-socorro presencial caíram em 33%.

Telemedicina para hospitais

Mesmo que não seja ideal para todos os hospitais abrirem um hospital virtual, integrar alguma tecnologia de telemedicina pós-alta pode ser benéfico. As avaliações via telemedicina podem desencorajar algumas pessoas a fazer viagens desnecessárias ao hospital, economizando dinheiro e recursos que podem ser usados em outros lugares.

Para descobrir como a telemedicina e outras tecnologias podem ajudar na rotina dos profissionais de saúde, não deixe de pedir sua credencial e assistir ao CIO Forum, o principal encontro de TI em saúde da América Latina.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech